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      <title>Caminhada Paroquial by </title>
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      <description>Pelos Caminhos do escritor Júlio Dinis</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-21 13:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis</title>
         <author>joaodesousa4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Guilherme Gomes Coelho era filho de José Joaquim Gomes Coelho e Ana Constança Potter Pereira Lopes.<br><br></div><div>A 14 de Novembro de 1839 nasce no Porto, na Rua do Reguinho, freguesia de S. Nicolau, Joaquim Guilherme Gomes Coelho. Seria batizado pelo pároco Faustino Gualberto Lopes, quatro dias mais tarde, na Igreja dessa freguesia. Foram seus padrinhos o irmão mais velho, Guilherme Gomes Coelho, e Rita Cássia Pinto. Após a morte de sua mãe, em 1845, inicia os seus estudos na Escola Primária de Miragaia. Estuda, também, Francês, Latim e Inglês.<br><br></div><div>Entra na Academia Politécnica no ano de 1853 e, três anos depois, está inscrito na Escola Médico-Cirúrgica do Porto. É nesta altura que tem a sua 1ª hemoptise, que se agrava ao longo da vida.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Com o agravamento do seu estado de saúde, parte, em 1869, para a Ilha da Madeira.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Pressentindo a proximidade da morte, regressa definitivamente à cidade que o viu nascer, vindo a falecer a 12 de Setembro de 1871, ainda não tinha completado 32 anos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; A propósito de Júlio Dinis e da sua morte, escreveu Eça de Queirós, nas Farpas: “Júlio Dinis viveu de leve, escreveu de leve e morreu de leve!”<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Acompanharam-no até à sua última morada, seu primo José Joaquim Pinto Coelho e seu grande amigo Custódio de Passos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Foi sepultado no cemitério de Cedofeita e em 1888 os seus restos mortais foram trasladados para o jazigo nº58 do cemitério da Ordem de S. Francisco em Agramonte, Porto.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-21 13:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis e Grijó</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2649214457</link>
         <description><![CDATA[<div>A Vila de Grijó aparece ligada a este escritor pelo&nbsp; “ sonho e realidade ”.<br><br></div><div>Joaquim Guilherme era ainda criança quando veio passar uma temporada a esta aldeia (vila). Sua mãe, gravemente doente, hospedou-se na Quinta&nbsp; da Fábrica&nbsp; ( ou de Alvapenha ), que pertencia a uns amigos do Porto.<br><br></div><div>Era dona da Quinta, D. Teodora Moreira, que tivera 3 irmãos todos naturais da freguesia de S. Nicolau, no Porto, e que residiam na Rua do Reguinho, donde se mudaram para Grijó. Destes 4 irmãos, só casou D. Ana Isabel que teve 6 filhos, entre os quais Henrique e Oliva, que vieram também para esta Quinta.<br><br></div><div>Após a morte da mãe de Júlio Dinis, D. Teodora terá criado o&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“ Guilherminho ” como se de um sobrinho se tratasse.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;D. Maria José de Oliveira Monteiro, professora do Magistério primário, grijoense, fez a ligação entre esta realidade e o sonho. Na obra “Júlio Dinis e o enigma da sua vida” identifica os locais e pessoas de Grijó com figuras que povoam “ As Pupilas do Senhor Reitor ” e “ A Morgadinha dos Canaviais ”, tudo levando a crer que as personagens e o clima dessas histórias tenham sido inspirados em factos e lugares concretos, o Monte da Senhora da Saúde, a Quinta de Alvapenha, a Quinta do Mosteiro, a Quinta dos Canaviais etc.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-21 13:37:25 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta dos Canaviais</title>
         <author>joaodesousa4</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ A casa e quinta dos Canaviais, desabitadas depois da morte da velha morgada, madrinha de Madalena, era uma sombria residência, situada num dos mais ermos e melancólicos lugares da aldeia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O tempo, cuja ação não contrastada se exercera livremente nelas, viera aumentar o espectro soturno que desde a origem apresentava esta casa, enegrecendo-lhe as paredes, revestindo-lhe de erva os telhados, de musgo as padieiras e as junturas da pedra, e povoando-lhe de morcegos e de corujas os buracos dos muros. Enfim a superstição popular terminara a obra, fazendo divagar as almas do outro mundo por aquelas salas e corredores vazios, e nas ruas daquela quinta entregue à natureza. ”</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. XXVIII )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-21 13:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta de Alvapenha</title>
         <author>joaodesousa4</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ ( Henrique ) Primeiro, trilhou o pavimento mole de um quinteiro ou eido, estradado de altas camadas de mato e embebido de chuva, de onde se exalava um cheiro de curtumes, pouco de lisonjear o olfato mal habituado a estes aromas campesinos. A luz do lampião a custo conseguiu evitar a Henrique o tropeçar num carro desaparelhado, numa dorna, numa pia para galinhas, e em, outros objetos que atrancavam o quinteiro. Transpondo a cancela que terminava este, seguiram por uma rua de limoeiros, coberta de ramada, então despida ainda de folhas; atravessaram diagonalmente a horta, pelo carreiro que a dividia; ladearam a eira e a casa do cabanal, e, efetuados mais alguns rodeiros, acharam-se finalmente junto da escadaria de pedra, por onde se subia para uma espécie de patamar ou varanda alpendrada, que servia de modesto pórtico à casa de Alvapenha. ( ... ) era um genuíno tipo de casa rústica ... ”</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. II )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-21 13:39:15 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta do Mosteiro</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2649215409</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ A casa do Mosteiro, com a quinta anexa à casa, como o dava a entender o nome, pelo qual o povo a conhecia, tinha pertencido em tempo a uma ordem monástica.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Era um destes conventos campestres, que hoje ou se encontram em ruínas ou transformados em solar ( ... )</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A propriedade do Mosteiro, apesar de vários melhoramentos e reformas efetuados nela, oferecia, ainda claros, muitos vestígios de seus primitivos usos (...) uma cruz de pedra, marcando lugares de devoção (...) o emblema e divisa da ordem, ou restos de inscrições latinas; nas paredes da arcaria, em que se apoiava a face posterior do edifício, mantinha-se ainda um azulejo contemporâneo dos frades ( ... )</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Entrava-se para a propriedade por uma larga, comprida e majestosa álea de sobreiros seculares, alcatifada de relva ( ... ) Abria-se, ao fim desta rua, o alto portão do pátio. (... )&nbsp; Era um largo terreiro de perfeita forma rectangular, limitado ao fundo pela fachada da casa, e lateralmente por elevadas paredes, armadas, à maneira de panos de Arrás, com tapeçarias de vigorosas heras. A cada uma das paredes encostavam-se dois tanques de vasta capacidade. ( ...)</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A fachada do mosteiro nada tinha de notável pelo lado arquitetónico. (... ) Imagine-se uma vasta casaria de um andar, além do térreo, com muitas janelas de peitoril e uma só varanda de pedra sobranceira à porta principal; acima do telhado, uma espécie de água-furtada, de construção evidentemente posterior ... ”</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. IV )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-21 13:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Canaviais Farmhouse</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2649728272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ "The house and farm of the Canaviais family, uninhabited since the death of the old maid who was Madalena's godmother, was a gloomy place, situated in one of the most remote and melancholy parts of the village.<br>Time, with its unrestrained action, had blackened the walls, covered the roofs with grass, mossed the wooden beams and the stone joints, and filled the holes in the walls with bats and owls, adding to the gloomy spectre that had haunted the house from the beginning. At last, popular superstition had completed its work. The souls of the other world wandered through the empty rooms and corridors and the streets of this farm, left to nature. ”</div><div><strong><em>( in Morgadinha dos Canaviais, Cap. XXVIII )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-23 13:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis and Grijó</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2649728273</link>
         <description><![CDATA[<div>The village of Grijó appears linked to this writer by the "dream and reality".<br><br>Joaquim Guilherme was still a child when he came to live in this small village for a period of time. His mother, seriously ill, stayed at the Quinta da Fábrica (or Alvapenha), which belonged to some friends from Porto.<br><br>The owner of the farm was Mrs Teodora Moreira, who had 3 brothers, all from the parish of S. Nicolau in Porto, and who lived in Rua do Reguinho, from where they moved to Grijó. Of these 4 brothers, only Ana Isabel married. She had 6 children, including Henrique and Oliva, who also came to this farmhouse.<br><br>After the death of Júlio Dinis' mother, his wife, Teodora, raised "Guilherminho" as if he were her own nephew.<br><br>&nbsp; &nbsp;The link between this reality and the dream was made by D. Maria José de Oliveira Monteiro, a primary school teacher from Grijo. In her work "Júlio Dinis e o enigma da sua vida" (Júlio Dinis and the mystery of his life), she identifies the places and people of Grijó with the characters that populate novels sucha as: "As Pupilas do Senhor Reitor" and "A Morgadinha dos Canaviais". Everything leads to the conclusion that the characters and the atmosphere of these stories were inspired by real events and places, for instance: Monte da Senhora da Saúde, Quinta de Alvapenha, Quinta do Mosteiro, Quinta dos Canaviais, and so on.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-23 13:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2649728274</link>
         <description><![CDATA[<div>Joaquim Guilherme Gomes Coelho was born to José Joaquim Gomes Coelho and Ana Constança Potter Pereira Lopes.<br><br>On 14 November 1839, Joaquim Guilherme Gomes Coelho was born in Porto, in Rua do Reguinho, parish of S. Nicolau. He was baptised four days later in the parish church by Father Faustino Gualberto Lopes. His elder brother Guilherme Gomes Coelho and Rita Cássia Pinto were his godparents. After the death of his mother in 1845, he began his studies at the primary school in Miragaia. His studies included French, Latin and English.<br><br>In 1853, he entered the Polytechnic Academy. Three years later, he was enrolled in the Medical-Surgical School of Porto. It was at this time that he suffered his first haemoptysis, which worsened throughout his life.<br><br>In 1869, with his health in decline, he left for the island of Madeira.<br><br>Sensing that death was near, he returned to the city of his birth. He died on 12 September 1871, not yet 32 years old.<br><br>With regard to Júlio Dinis and his death, Eça de Queirós wrote the following in Farpas "Julio Dinis lived lightly, wrote lightly and died lightly!"<br><br>He was accompanied to his final resting place by his cousin José Joaquim Pinto Coelho and his great friend Custódio de Passos.<br><br>He was buried in the cemetery of Cedofeita. In 1888 his remains were transferred to tomb no. 58 in the cemetery of the Order of St. Francis in Agramonte, Porto.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-23 13:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2650362886</link>
         <description><![CDATA[<div>Joaquim Guilherme Gomes Coelho era hijo de José Joaquim Gomes Coelho y Ana Constança Potter Pereira Lopes.<br><br>El 14 de noviembre de 1839, Joaquim Guilherme Gomes Coelho nació en Oporto, en la Rua do Reguinho, parroquia de S. Nicolau. Fue bautizado por el párroco Faustino Gualberto Lopes cuatro días después, en la iglesia de esa parroquia. Sus padrinos fueron su hermano mayor, Guilherme Gomes Coelho, y Rita Cássia Pinto. Tras la muerte de su madre, en 1845, comenzó sus estudios en la Escuela Primaria de Miragaia. También estudió francés, latín e inglés.<br><br>Ingresó en la Academia Politécnica en 1853 y, tres años más tarde, se matriculó en la Escuela Médico-Quirúrgica de Oporto. Fue entonces cuando sufrió su primera hemoptisis, que se agravó a lo largo de su vida.<br><br>&nbsp; &nbsp; Al empeorar su estado de salud, se marchó en 1869 a la isla de Madeira.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sintiendo que la muerte se acercaba, regresó a su ciudad natal, donde murió el 12 de septiembre de 1871, cuando aún no había cumplido los 32 años.<br><br>&nbsp; &nbsp; Sobre Júlio Dinis y su muerte, Eça de Queirós escribió en Farpas: "¡Júlio Dinis vivió ligero, escribió ligero y murió ligero!".<br><br>&nbsp; &nbsp; Su primo José Joaquim Pinto Coelho y su gran amigo Custódio de Passos le acompañaron hasta su última morada.<br><br>&nbsp; &nbsp; Fue enterrado en el cementerio de Cedofeita y en 1888 sus restos fueron trasladados a la tumba nº 58 del cementerio de la Orden de San Francisco, en Agramonte, Oporto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-24 18:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>Alvapenha Farmhouse</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2650366162</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ He began by walking along the soft tarmac of a "quinteiro" or "eido", covered with high layers of bushes and soaked with rain, from which emanated the odour of tanneries, not very flattering to a sense of smell ill accustomed to such rural aromas. The lantern's light was not enough to prevent Henry from stumbling over a broken cart, a vat, a henhouse and other objects scattered about the yard. Passing through the gate at the end of the yard, they followed an alley of lemon trees with branches still bare of leaves; they crossed the vegetable garden diagonally, along the path that divided it; they flanked the threshing floor and the house of the cabana, and, after a few more turns, they finally found themselves near the stone stairs through which they climbed to a type of balcony or veranda that served as a modest porch to the house of Alvapenha. (...) It was a truly rustic house. ... ”</div><div><strong><em>( in Morgadinha dos Canaviais, Cap. II )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-24 18:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta do Mosteiro (monastic farmhouse)</title>
         <author>joaodesousa4</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2650366242</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;“ The convent house, with the farm attached to it, as the name by which the people knew it suggested, had once been the property of an order of monks.<br>It was one of those country convents which today have either been abandoned or transformed into a manor house (...).<br>The monastic property, despite various improvements and renovations, still clearly bore many traces of its original use (...) a stone cross marking places of devotion (...) the emblem and motto of the order, or remains of Latin inscriptions; on the walls of the portico, on which the back of the building rested, there was still a contemporary tile of the monks (...).<br>At its end, a high gate leads to a large square courtyard, bordered at its bottom by a facade and at its sides by a high wall with a tapestry of ivy. On each of these walls there were two large tanks (...).<br>From an architectural point of view, the façade of the monastery was not particularly striking. (...) Imagine an immense one-storeyed house, with many sill-lined windows and a single stone balcony overlooking the main door; above the roof, a kind of attic, obviously built later than the main door. ... ”</div><div><strong><em>( in Morgadinha dos Canaviais, Cap. IV )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-24 18:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>Júlio Dinis y Grijó</title>
         <author>eduardasousa</author>
         <link>https://padlet.com/joaodesousa4/h57zv597tqvpuitz/wish/2650987114</link>
         <description><![CDATA[<div>El pueblo de Grijó aparece ligado a este escritor por el "sueño y la realidad".<br><br>Joaquim Guilherme era aún un niño cuando vino a pasar una temporada en este pueblo. Su madre, gravemente enferma, se alojó en la Quinta da Fábrica (o Alvapenha), que pertenecía a unos amigos de Oporto.<br><br>La propietaria de la Quinta era la Sra. Teodora Moreira, que tenía 3 hermanos, todos de la parroquia de S. Nicolau, en Oporto, y que vivían en la Rua do Reguinho, de donde se trasladaron a Grijó. De estos 4 hermanos, sólo la Sra. Ana Isabel se casó y tuvo 6 hijos, entre ellos Henrique y Oliva, que también vinieron a esta Quinta.<br><br>Después de la muerte de la madre de Júlio Dinis, la Sra. Teodora crió a "Guilherminho" como si fuera su sobrino.<br><br>&nbsp; &nbsp;D. Maria José de Oliveira Monteiro, profesora de primaria de Grijo, estableció la conexión entre esta realidad y el sueño. En su trabajo "Júlio Dinis e o enigma da sua vida", identifica los lugares y las gentes de Grijó con las figuras que pueblan "As Pupilas do Senhor Reitor" y "A Morgadinha dos Canaviais", todo lo cual lleva a pensar que los personajes y el clima de estas historias se inspiraron en hechos y lugares concretos, el Monte da Senhora da Saúde, la Quinta de Alvapenha, la Quinta do Mosteiro, la Quinta dos Canaviais etc.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 16:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>La Granja de Canaviais</title>
         <author>eduardasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong></div><div>"La casa y granja de Canaviais, deshabitada después de la muerte de la vieja doncella, madrina de Madalena, era una sombría residencia, situada en uno de los lugares más apartados y melancólicos del pueblo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;El tiempo, cuya incontrastable acción se había ejercido libremente sobre ellos, había acrecentado el sombrío espectro que desde el principio había estado presente en la casa, ennegreciendo sus paredes, cubriendo sus tejados de hierba, musgo en las maderas del tejado y en las juntas de la piedra, y poblando los huecos de las paredes de murciélagos y lechuzas. Por fin la superstición popular había terminado la obra, haciendo que las almas del otro mundo vagaran por aquellas habitaciones y pasillos vacíos, y por las calles de aquella granja abandonada a la naturaleza. "</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. XXVIII )</em></strong></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 16:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>La Quinta de Alvapenha</title>
         <author>eduardasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>"" ( Enrique ) Primero caminó por el blando pavimento de un quinteiro o eido, sembrado de altas capas de matorrales y empapado por la lluvia, del que se desprendía un olor a curtiduría, poco halagüeño para un olfato mal acostumbrado a estos aromas campestres. La luz del farol no bastaba para evitar que Enrique tropezara con un carro destartalado, una cuba, un fregadero para gallinas y otros objetos que abarrotaban el patio. Atravesando la verja que lo cerraba, siguieron por una calle de limoneros, cubiertos de ramas, que aún estaban desnudos de hojas; cruzaron la huerta en diagonal, por el camino que la dividía; flanquearon la era y la casa de la cabaña, y, tras algunas vueltas más, se encontraron por fin cerca de la escalera de piedra, por la que subieron a una especie de porche o balcón, que servía de modesto pórtico a la casa de Alvapenha. (... ) Era una auténtica casa rústica de algún tipo.... ”</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. II )</em></strong></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 16:33:00 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta del Monasterio</title>
         <author>eduardasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>""La casa monasterio, con la granja aneja, como daba a entender el nombre por el que la gente la conocía, había pertenecido antaño a una orden monástica.<br>     Era uno de esos conventos campestres, hoy en ruinas o transformados en casa solariega (... ).<br>     La propiedad del monasterio, a pesar de las diversas mejoras y renovaciones, aún conservaba claramente muchas huellas de sus usos originales (...) una cruz de piedra, que señalaba los lugares de devoción (...) el emblema y el lema de la orden, o restos de inscripciones en latín; en las paredes de la arcada, sobre la que se apoyaba la parte trasera del edificio, aún había un azulejo contemporáneo de los frailes (...).<br>     Se entraba en la propiedad por una ancha, larga y majestuosa avenida de alcornoques centenarios, alfombrada de hierba (... ) Al final de esta calle, se abría la alta puerta del patio (... ) Era un amplio patio rectangular, limitado en el fondo por la fachada de la casa, y en los lados por altos muros, enmarcados, como paños de Arras, con tapices de vigorosa hiedra. Dos grandes cisternas estaban adosadas a cada uno de los muros (...).<br>     La fachada del monasterio era poco notable desde el punto de vista arquitectónico. (...) Imagínese una vasta casa de una sola planta, aparte de la planta baja, con muchas ventanas con alféizares y un único balcón de piedra que daba a la puerta principal; por encima del tejado, una especie de buhardilla, evidentemente construida más tarde que la puerta principal.</div><div><strong><em>( Morgadinha dos Canaviais, Cap. IV )</em></strong></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 16:33:20 UTC</pubDate>
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