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      <title>Clube de Leitura LIMBO - Leituras do Insólito e do Macabro Brasileiro by Beatriz Rodrigues</title>
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      <description>Trabalho colaborativo da disciplina de Teoria da Narrativa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-21 21:54:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Considerações sobre o conto “Festim no Cemitério”, de Cícero Pontes</title>
         <author>oliveirafabris04</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3606462152</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>Apenas o <strong>mocho</strong>, o <strong>augureiro </strong>cantor das trevas, soltava de quando em vez um<strong> lúgubre piar</strong>, que, sendo levado por entre as fortes rajadas do vento, semelhava o cântico fúnebre dos sepulcros ou o rir infernal do demônio às últimas convulsões de suas vítimas!</p></blockquote><p><br></p><p>Na tessitura das crenças populares, o mocho, tal como outras aves noturnas, é frequentemente associado a presságios de morte e à ligação com o mundo dos mortos. Seu canto funciona como um sinal de mau agouro, antecipando o horror que Maurício encontrará no cemitério.</p><p><br></p><p>Talvez seja bobagem ou irrelevante, mas imediatamente pensei que essa imagem se entrelaça com a <strong>Rasga Mortalha</strong>, ave do imaginário nordestino cujo grito agudo ecoa como sentença de morte. Mocho e Rasga Mortalha, embora em tradições diversas, cumprem o mesmo ofício simbólico: são ponte entre os vivos e os mortos (ao menos em certo aspecto semântico), vozes que anunciam o assombro e preparam a alma do leitor para a súbita invasão do fantástico.</p><p><br></p><blockquote><p>“Rasga-Mortalha, Suindara, Coruja-de-Igreja. Todos são nomes para o mesmo animal; uma coruja branca de rabo pontiagudo, cujo nome científico é Tyto Furcata. O nome popular pela qual é conhecida se deve ao som do seu canto, estridente e lúgubre, que lembra o som de um tecido rasgando. Qual tecido? A mortalha; a manta que cobre os cadáveres durante o funeral. “</p><p><br></p><p><strong><sup>&nbsp;Citação: "'Viva os noivos!'. Mainha sempre gritava isso quando aparecia essa coruja."</sup></strong></p></blockquote><p><br></p><p>Eu achei meio paia como <em>o autor não </em>desenvolve a complexidade ou subjetividade do protagonista ou até o resgate fantasmagórico de sua amante, a divisão da narrativa é atropelada, tá dividida em três partes desconexas: expectativa, clímax e desfecho, mas sem sequenciamento lógico. Maurício passa da tensão da tempestade pro horror do festim dos mortos, e no final sobrevive, mas mudou pra sempre (agora transformado pela experiência, e tudo por causa de um rabo de saia)... mas fica óbvio que ele se preocupa de forma demasiada em dar vida à paisagem, e aqui podemos admitir que ele até faz uma ambientação muito boa, mesmo que seja um transplante da ambientação gótica europeia é um tanto quanto abstrato. O efeito de horror não é trabalhado como deveria, pois ele se concentra numa perspectiva de observador em terceira pessoa, sem impressão pessoal do personagem principal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 00:47:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunafahial</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3607721110</link>
         <description><![CDATA[<p>Obra com uma grande ambientação, cria de inicio uma grande expectativa , mas no fim essa expectativa é quebrada com a falta de desenvolvimento , aprofundamento em seu personagen , quebra de climax. </p><p>Apesar dos pecados da obra, é muito bom e enriquecedor, conhecer obras brasileiras do insólito e do macabro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-28 15:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Onde está o nariz deste bebê?&quot; - Uma resenha à luz de conceitos teóricos</title>
         <author>luiklopes</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3617418463</link>
         <description><![CDATA[<p>João do Rio apresenta neste conto uma fibra literária única. Um episódio arrepiante e sinistro com a temática carnavalesca. Para tal, imagina um espaço onde certos personagens se reúnem para ouvir este episódio. Quando se tem uma proposta como esta, é evidente que haverá, portanto, duas dimensões, a externa, referente aos personagens que ali estão e a interna, referente a sucessão de fatos que serão contados. A princípio, não há nada de errado com esta proposta. Porém, quando se faz um estudo narrativo mais restrito e atento, um grande problema emerge do seu conteúdo, como a moribunda amante de Heitor de Alencar emerge no último dia de carnaval. Ou como os buracos grotescos do seu nariz emergem com a retirada da peça postiça. Embora a narrativa interna apresente consistência no plano psicológico — com Heitor encadeando suas memórias de forma coerente —, a narrativa externa carece de maior elaboração. O autor pouco desenvolve o contexto da enunciação, não explicitando quem são Barão Belfor, Maria de Flor e Anatólio, nem por que escutam o relato. À luz do modelo do esquema canônico da narrativa (ou esquema quinário) formulado por autores como Tzvetan Todorov, observa-se que o estado inicial da moldura narrativa não se apresenta de modo claro, o que fragiliza a articulação entre os níveis interno e externo (da narrativa dentro da narrativa). Além disso, como lembra Roland Barthes, o encadeamento lógico das sequências é fundamental para manter a inteligibilidade do texto: aqui, a moldura funciona apenas como um recurso introdutório, sem as mesmas nuances que os acontecimentos vividos pelo protagonista. Assim, a narrativa interna obedece mais de perto ao percurso esperado (complicação, dinâmica e resolução), mas a externa permanece aparentemente incompleta, o que torna o conto carente de recursos ou formas de proceder o encadeamento, de um ponto de vista mais analítico. A falta deste desenvolvimento do quadro externo (quem são? por que ali estão?) não deixa o conto de do Rio terrível como ficou o bebê sem o nariz. Porém, um adereço postiço, talvez, demonstre algo que faltou na obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 22:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>O Eros e Thanatos nos contos O defunto e O bebê de Tarlatana Rosa</title>
         <author>lameqebi21</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3617785432</link>
         <description><![CDATA[<p> Em O bebê da Tarlatana Rosa e O Defunto, ambos os autores trabalham com o medo humano mais profundo: a morte. Entretanto, cada narrativa lida com a morte sobre diferentes perspectivas. No conto de João do Rios, a morte aparece na&nbsp;forma de uma sedutora mulher para o nosso protagonista, moça que por fim era um cadáver ambulante buscando também sentir os prazeres da carne. Considerando que a história do primeiro conto se contextualiza no carnaval, a volúpia e o perigo se misturam, onde apesar da festividade, muitos perigos se escondem no carnal e na vulnerabilidade exigida no ato, e claro na vulnerabilidade do entorpecimento comum desses espaços.  Não é a única obra mórbida a tratar dessa pulsão humana pelo perigo e autodestruição, Freud desenvolveu o conceito de Thanatos a partir deste ímpeto, onde estamos cedendo a segurança por desejos violentos sem saber que fins violentos tais desejos podem proporcionar. &nbsp;</p><p> Thomaz Lopes não trabalha o óbito de forma tão lubrica, o falecimento para ele é um rompimento brusco que deixa pendências em vida. Seu personagem acorda enterrado vivo, porém sem chances de voltar a sua realidade anterior, está condenado a já estar praticamente morto, mas com consciência. É desse fio de consciência, a única coisa que ainda lhe resta, o&nbsp;condutor do horripilante: e se você morrer amanhã sem aviso prévio, o que abandonaria? O “vivo-morto” deixa a sua esposa. O medo da morte para o conto de Thomaz é o final que nos ronda a todo minuto, esperando nos encontrar em cada esquina da vida, sem poder retornar para dizer adeus a quem fica.&nbsp;</p><p> É interessante perceber que não só tematicamente esses contos se distinguem, mas também como se divergem tecnicamente em como constroem suas narrativas. Em o bebê da Tarlatana Rosa, a história tem uma natureza externa, onde o narrador conta um de seus causos para uma roda de amigos, enquanto em O defunto, a narrativa tem uma natureza interna, onde temos apenas um personagem sozinho preso em seus pensamentos e alucinações. No primeiro conto, as funções cardeais são bem definidas e no segundo, por seu teor psicológico, as catálises são também relevantes para entendermos seu personagem e de que maneira aquela situação o tortura tanto, um exemplo disso é o recurso do sonho como uma maneira “etérea” de construir o passado do protagonista. Não há um estado final para O defunto, ele termina como começou, ele estava morto desde o começo, apenas não tinha consentido tal fato. O mesmo tema e o mesmo gênero conseguem nos proporcionar diversas reflexões por diferentes perspectivas e isso que é a beleza da literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 12:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha de “O Defunto”: A dialética entre a casualidade brutal e a deterioração psicológica.

</title>
         <author>hanaamarilis</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3617894052</link>
         <description><![CDATA[<p>O conto “O Defunto” é uma narrativa que ilustra de maneira visceral a mútua dependência entre a associação lógica dos eventos e a subsequente sequência de reações psicológicas do protagonista. A história se concentra na evolução de um estado inicial de confinamento para um estado final de <em>agoniante</em> loucura e morte. A história começa com o protagonista acordando em um caixão, seguido pela tentativa de movimento que, por sua vez, resulta na quebra da fita que prendia suas mãos. Então, essa imediata ação lógica de libertação física o leva a uma nova constatação: ao tocar em seu rosto (ação A), o protagonista percebe que a sua face fria era como a de um cadáver (ação B). A dinâmica da história se mantém na luta incansável contra o confinamento. Ao perceber que ele havia sido “enterrado vivo, prisioneiro da morte”, o personagem principal acaba sendo impelido a tentar arduamente se libertar da cripta, o que acaba resultando na aceitação do seu esforço inútil, tendo então como consequência lógica o “cansaço”, o “abatimento” e o “desânimo”.  </p><p>É importante notar a falta de nomeação e de traços físicos ou sociais do personagem principal em sua introdução, e em como ele é definido apenas por características que o colocam em seu papel de defunto; mostrando assim a ausência de sobriedade psicológica, convidando então o leitor a ler a história como se fosse uma parábola, em vez de um "estudo" complexo do personagem. É certo se perguntar, ao analisar a narrativa do conto, se a natureza das ações do personagem é influenciada pelo estado mental do protagonista ou se pelo ambiente na qual ele está inserido. Dessa forma, o despertar causa uma enxurrada de sentimentos de incerteza, que evolui muito rapidamente para o “medo contínuo de si próprio” e um “ indefinível asco do ‘cadáver’ que sente ao seu lado”, seguido do esforço físico falho para se libertar, que causa no protagonista uma sequência aterradora de fúria, resignação e, por último, um imenso desespero.</p><p>Entendendo que suas tentativas para se libertar são infrutíferas, o protagonista entra em um sonho profundo logo após se permitir um momento de descanso. O sonho atua como um hiato na ação externa, que serve como uma ferramenta de intensificação do encadeamento psicológico, se manifestando como os desejos e medos internos do personagem. O desejo de amar e viver é expressado pela “idéia feliz” da noiva e da festa, que é substituído rapidamente pelo enorme pavor da sombra que o persegue, sombra essa que ele teme ser a “sua alma”. Essa é a ação interna que explica as atitudes do personagem e nos prepara para a cena de loucura iminente. </p><p>A última fase do encadeamento lógico é a evolução da privação para a bestialidade, determinada pela regressão da consciência. As “quarenta e oito longas, intermináveis horas sem comer, sem beber” servem como motivação direta e inevitável para as ações psicológicas finais e desesperadas. Depois de se amaldiçoar pelo seu estado atual, o protagonista chega em um nível de bestialidade, onde o sorriso “que devia ser de imbecilidade, bestialidade e faminto” e o “uivo de fera enjaulada” indicam o colapso de seu psicológico. A ação de encontrar e decidir comer o rato vivo, seguida da automutilação e o ato de sorver o próprio sangue determinam as consequências lógicas de uma <em>agonia</em> prolongada, o transformando de vítima consciente em predador desesperado de si próprio. Nessa condição, a luta ferrenha pela sobrevivência supera a razão e a humanidade, tendo como consequência o estado final de loucura e rigidez absoluta.</p><p>Portanto, “ O Defunto” utiliza um encadeamento lógico contínuo e desumano para impelir um encadeamento psicológico marcado por uma deterioração bastante acelerada, onde a luta do protagonista contra o confinamento resulta na perda da razão e na <em>bestialização</em> destacada pela selvageria, nudez e, finalmente, rigidez, que cumpre de maneira muito insólita a profecia que é ser enterrado vivo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 14:25:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lameqebi21</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3617928637</link>
         <description><![CDATA[<p>Encontrei esse artigo que estende a discussão para outros campos, como por exemplo o queer.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ufop.br/caletroscopio/article/view/3757/2938">https://periodicos.ufop.br/caletroscopio/article/view/3757/2938</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 15:00:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao ler O bebê de Tarlatana Rosa me veio imediatamente na memória a coletânia Noite na Taverna e o filme de 2025 Nosferatu, porém, irei focar somente na obra cinematográfica.</p><p>Ambas as histórias possuem um aspecto semelhante, o desejo, entretanto em Nosferatu tal sentimento é demonizado e visto com maus olhos de tal forma que Ellen, a protagonista, se enxerga como alguém amaldiçoada. Já no conto a possibilidade do exagero ao aproveitar o desejo da carne é o que deixa a festividade interessante para Heitor, quem está contando a história, para os foliões e para o Bebê, uma figura misteriosa que tem a única oportunidade de se divertir nesse período do ano. </p><p>Isso é interessante porque a literatura gótica também tem esse propósito de tratar assuntos que incomodam e que são vistos socialmente como um tabu e especialmente quando é uma mulher que protagoniza esse sentimento. O Bebê demonstra possuir tal desejo e querer desfrutá-lo ao ponto de ficar aborrecida com a insistência de Heitor para que ela tirasse o nariz falso, ele ainda não sabia que era falso. Contudo, como essa história está sendo contada somente do ponto de vista de Heitor ele se torna um narrador não confiável, especialmente se ligarmos ao fato de que ele transparece ser aberto aos exageros e extravagâncias do carnaval, levando em conta que a literatura gótica trata sobre assuntos considerados transgressores é possível O Bebê fosse uma figura masculina ainda ao levarmos em consideração a época que foi publicado e a insinuação que o Bebê fosse um homem e até mesmo a possibilidade da sexualidade não hétero normativa de Heitor nos seguintes trechos: </p><p><br/></p><blockquote><p>- Não há quem não saia no Carnaval disposto no excesso, disposto aos transportes da carne e às maiores extravagâncias. O desejo, quase doentio é como incutido, infiltrado pelo ambiente. Tudo respira luxúria, tudo tem da ânsia e do espasmo, e nesses quatro dias paranóicos, de pulos, de guinchos, de confianças ilimitadas, tudo é possível. Não há quem se contente <strong>com uma... </strong></p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p>- Nem <strong>com um</strong>, atalhou Anatólio.</p></blockquote><p><br/></p><p>Nesse trecho talvez a palavra que esteja faltando depois de uma e um seja amante. </p><p><br/></p><blockquote><p>- Talvez fosse um homem... soprou desconfiado o amável Anatólio.</p></blockquote><p><br/></p><p>Levando em conta que é um costume vivo até os dias de hoje de homens se vestirem de mulher e que Heitor por estar ppossívelmente alterado pela bebida e cansaço, ele diz que pulou de festa em festa sozinho, não tenha percebido que era um homem. Ou decidiu ocultar essas informações por receio do que seus amigos fossem pensar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Issira era ou não vampira?</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 19:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>Issira x American Horror Story</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 19:59:54 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Lopes de Almeida - debate social em A nevrose da Cor</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 20:00:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luiklopes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lembrei da minha vampira favorita, Marceline, do desenho "Hora de aventura", que literalmente se alimenta da cor vermelha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 20:02:48 UTC</pubDate>
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         <title>Vampirismo é metáfora para transtorno?</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 20:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Vampirismo, feminino e erotismo</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-11 20:07:18 UTC</pubDate>
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         <title>A NEVROSE DA COR- JÚLIA LOPES</title>
         <author>jenifferyasmin63</author>
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         <description><![CDATA[<p>A princesa Issira era tão obcecada pela cor vermelha que chegava a ter convulsões e desmaios se não estivesse próxima da cor e eventualmente cometia atos violentos, como matar ovelhas brancas para ter o sangue por perto, os vídeos da janela do seu aposento também eram vermelhas e cada dia a obsessão só aumentava, o seu fim foi trágico pois ela acaba aumentando mais a obsessão e se vê na impossibilidade de saciar sua sede por sangue alheio, decidindo assim se ferir e beber o próprio sangue. A princesa é encontrada morta pela serva, em um sono eterno, cercada por papoulas vermelhas e seu próprio sangue. O sangue nessa narrativa funciona como metáfora para falar sobre a obsessão, desejo da imortalidade (trazendo rejuvenescimento a princesa) e muito mais. Mas afinal, a princesa Issira era de fato apenas uma mulher obcecada na cor do amor ou ela era uma vampira? </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 20:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Issira e a mitologia egípcia</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrodrigueslp/h4xr0tum43ml5bg5/wish/3627801653</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-11 20:17:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo mitológico?</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-18 22:34:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Os espaços que espelham personagens</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-25 18:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>O castigo do tempo X a eternidade do pecado vampiresco</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-25 19:33:30 UTC</pubDate>
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         <title>O espaço sertanejo</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-25 19:42:11 UTC</pubDate>
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         <title>Mitologias sertanejo</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-25 19:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo narrativo X Memória</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-10-25 19:54:49 UTC</pubDate>
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         <title>Shakespeare S2 Machado de Assis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> No conto "Sem Olhos" é mencionado um personagem chamado "Otelo"(p.26), da peça de teatro "<strong>Otelo, o Mouro de Veneza" </strong>escrita por William Shakespeare. Nesse contexto, tal menção se dá pela proximidade de ambas histórias e pelo grande amor que Machado de Assis possui pelo escritor inglês. É interessante perceber que ele faz isso de modo direto não somente nesse conto, mas também no seu poema "Tristeza" e há várias semelhanças narrativas nas suas grandes obras, como Dom casmurro, Quincas Borbas, Esaú e Jacó...</p><p><br></p><p> O texto no link asseguir é de Mário Amora Ramos, do site shakespearebrasileiro, feito por Raphael Blancos, Bacharel em Filosofia pela USP, onde é colocado todas essas referências, especificamente, da obra "<strong>Otelo, o Mouro de Veneza" </strong>na obra de Machado de Assis.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://shakespearebrasileiro.org/a-presenca-de-otelo-na-obra-de-machado-de-assis-mario-amora-ramos/">https://shakespearebrasileiro.org/a-presenca-de-otelo-na-obra-de-machado-de-assis-mario-amora-ramos/</a></p><p><br></p><p>(texto muito legal e quando a gente para pra pensar no conto desse sábado percebemos que o velho doente, Damasceno, que a vida já estava por um fio, tem seu fim ao lembrar de uma história de amor kkk)</p><p><br></p><p>"se em cada caso de namoro gorado morresse um homem, tinha já diminuído muito o gênero humano”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-31 01:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>O LIMBO DO MENINO SEM OLHOS - Kamaitachi </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A imagem em anexo é a capa de uma música de Kamaitachi, um cantor que é conhecido por suas músicas com um toque sombrio. Enquanto eu lia o conto, em uma parte específica dele, lembrei dessa música, onde temos um personagem sem olhos sendo carregado pelo Caronte. Fazendo uma comparação com o conto, a personagem Lucinda, na minha concepção, seria a mistura dos dois personagens: Menino sem, pois seu marido a feriu com ferro quente a ponto de perder seus olhos e  o Caronte, por ter aparecido para Damasceno em seu leito de morte para buscá-lo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 16:28:07 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O conto de Caio Fernando Abreu é recheado de referências musicais. Fiz essa playlist para complementar a atmosfera depressiva do conto baseado nas músicas citadas dentro dele. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 18:18:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hanaamarilis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os prazeres da vida está para o morango tal qual a repressão está para o mofo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 18:37:01 UTC</pubDate>
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         <title>A doença de alma</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-11-08 19:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>A cor verde e sua presença na literatura</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-11-08 19:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>Psicanálise - sintoma e angústia</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-11-08 19:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>A metáfora final sobre a redemocratização</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <title>Sísifo e o existencialismo</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-11-08 20:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Polifonia - a presença do morango</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <title>A morte do personagem não o fim de uma jornada</title>
         <author>beatrizrodrigueslp</author>
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         <pubDate>2025-11-08 20:17:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em "Morangos Mofados" e em "A hora da estrela" vemos esse uso do morango como algo representativo, importante...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 18:46:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os morangos representam beleza e a pureza perdidas, a juventude que apodrece, os sonhos corrompidos pelo tempo e pela realidade. O mofo simboliza o mal-estar da modernidade e o decadente estado emocional do narrador...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 18:47:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Morangos mofados é uma história sobre apatia e desilusão no mundo, sobre a beleza no caos...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 18:48:57 UTC</pubDate>
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         <title>AHASVERUS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ahasverus (É o nome do judeu, quem em Jerusalém teria maltratado Jesus Cristo)</p><ul><li><p>O judeu errante, também chamado de Ashaverus </p></li><li><p>Ahasverus se descreve como amaldiçoado por Deus e pelos honrados, condenado a viver indefinidamente na Terra, sem poder morrer. </p></li><li><p>Ele relembra o momento em que negou descanso a Cristo, sendo então sentenciado a caminhar sem cessar até a consumação dos séculos </p></li><li><p>A morte, que representa o fim dos sofrimentos para os outros, é negada a Ahasverus, intensificando seu sofrimento e desespero. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 18:52:17 UTC</pubDate>
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         <title>DESESPERO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>* Ahasverus descreve sua busca pela morte em meio a epidemias, incêndio e guerras, mas é sempre poupado, por isso ele vive em desespero. </p><ul><li><p>Ahasverus lamenta a maldição, o peso da cruz e o cálice de absinto que lhe foram impostos </p><ul><li><p>Ele viu de tudo e mesmo assim não morria! </p></li><li><p>Ele pede perdão a Cristo e pede que mude sua condição (PG 5), "Suspense de mim essa maldição que me tortura, termina esse desespero que me devora"</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-10 18:54:24 UTC</pubDate>
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         <title>Questionamentos sobre a Nevrose da cor </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É impressionante como até hoje o conto "Nevrose da cor" da Júlia Lopes de Almeida me pegou, a princesa Issira tinha uma obsessão tão enorme a ponto de fazer coisas tão trágicas, e pra piorar no fim não sabemos se ela de fato "morre" ou se ela apenas realiza seu desejo incessável pela cor vermelha, sangue...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-22 18:25:23 UTC</pubDate>
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