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      <title>Exploração da mão de obra escrava e as Resistências a escravidão (Laíza e Karina 7ªB) by LAÍZA GABRIELA ARANHA SOARES</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-18 00:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>Resistências a escravidão ( Karina)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Via de regra, a relação entre senhores e escravos mostrava-se bastante tensa. Não era incomum que muitos cativos resistissem à escravidão. Suicídios coletivos na senzala e abortos provocados propositadamente por mães escravas eram eventos bastante recorrentes. A própria capoeira surgiu como uma criativa forma de resistência cultural dos escravos africanos frente à dominação europeia.</div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 17:04:14 UTC</pubDate>
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         <title>Resistências a escravidão ( Karina)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Outra forma bastante comum de resistência utilizada pelos escravos era a fuga do cativeiro. Aqueles que eram bem-sucedidos normalmente se refugiavam em comunidades clandestinas, os “quilombos”, onde também residiam ex-escravos – os “alforriados” – e trabalhadores livres pobres. Formavam-se, então, comunidades autossuficientes, capazes de produzir, mesmo que ilegalmente, o todo necessário à sobrevivência de seus integrantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 17:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Resistências a escravidão ( Karina)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A grande maioria desses escravos rebeldes era castigada violentamente. Seus martírios eram normalmente realizados na frente de outros cativos, estratégia adotada por seus senhores justamente para evitar a ocorrência de novas rebeliões. Interessante perceber que muitos dos algozes desses escravos eram de origem africana, utilizados intencionalmente pelos colonos como carrascos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 17:09:00 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração da mão de obra escrava ( Laíza )</title>
         <author>5006110</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>escravidão no Brasil </strong>iniciou no século XVI com o processo de colonização das terras brasileiras. Os portugueses passaram a cultivar a cana-de-açúcar e para isso explorou a mão de obra escrava. Os africanos foram trazidos para o Brasil para realizar trabalho forçado, sem pagamento, mediante relação de subsistência e sob ameaças e violência.</div><div><br></div><div>O transporte de escravos da África para o Brasil era feito em condições precárias, amontoados nos porões de navios. Durante o trajeto, muitos homens e mulheres morriam e os corpos eram lançados ao mar. Aqueles que sobreviviam a viagem eram vendidos no Brasil pelos comerciantes portugueses como se fossem mercadorias.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 23:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração da mão de obra escrava ( Laíza)</title>
         <author>5006110</author>
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         <description><![CDATA[<div>A condição da vida escrava era desumana. Os escravos se alimentavam de forma precária, vestiam trapos e trabalhavam em excesso. Trazidos da África para trabalhar na lavoura, na mineração e no trabalho doméstico, os escravos eram alojados em galpões úmidos e sem condições de higiene, chamados <strong>senzala</strong>.</div><div><br></div><div>Além disso, eles viviam acorrentados para evitar fugas, não tinham direitos, não possuíam bens e constantemente eram castigados fisicamente. O regime de escravidão no Brasil foi marcado por uma rotina de trabalho pesado e violência, onde os escravizados sofriam punições públicas com frequência.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 23:05:01 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração da mão de obra escrava ( Laíza)</title>
         <author>5006110</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>mão de obra escrava</strong>, inicialmente, foi essencial para as lavouras de cana-de-açúcar, de tabaco e de algodão e para os engenhos. Mais tarde, fundamental nas vilas e cidades, nas minas e nas fazendas de café. A posse de escravos na sociedade colonial representava riqueza e poder, pois o prestígio social dos senhores de engenho era avaliado pelo número de escravos que possuíam.<br><br>Os escravos eram proibidos de praticar sua religião ou qualquer outra <strong>manifestação cultural da África</strong>. Além disso, eram forçados a seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, e eram obrigados a adotar a língua portuguesa como seu idioma. A escravidão no Brasil impôs várias formas de humilhação e violência, ocasionando mortes e sofrimentos a milhares de pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-20 23:07:50 UTC</pubDate>
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