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      <title>PAFC Autonomia e Flexibilidade Curricular by Ana Margarida Fonseca</title>
      <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk</link>
      <description>Diário de Aprendizagem de AMF</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-01 14:48:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-05 01:15:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1.2: Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/227079680</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para se colocar os jovens a pensar e a resolver problemas, no seu futuro, tem de se passar por várias etapas na sua formação.&nbsp;<br>Os jovens desde o Jardim de Infância devem ser incentivados a observar, a perguntar e aqui em vez de as educadoras darem as respostas aos porquês devem desde logo fazer atividades que permitam aos jovens chegar à resposta ao seu porquê.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este espírito de ir à procura de respostas deve continuar a ser promovido durante todo o 1º ciclo, provavelmente recorrendo-se a muitas atividades práticas/experimentais, que conduzam sempre o jovem a responder aos porquês das coisas ou a chegar à conclusão que têm um porquê.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No 2º e 3.º ciclo, a forma de colocar os jovens a pensar se têm porquês e a tentarem chegar às respostas aos seus porquês irá exigir que haja um trabalho cooperativo entre as várias disciplinas. Os jovens terão de deixar de pensar nas disciplinas de forma individual e terão de perceber que todas as disciplinas estão interrelacionadas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É aqui que eu não sei se os professores conseguirão deixar o individualismo da sua disciplina e começarem eles próprios a saber mais do que os colegas das outras disciplinas abordam para poderem orientar os alunos na busca das respostas aos porquês.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Atualmente, tal como o ensino está estruturado (para mim os conteúdos são estanques entre as várias disciplinas por muito que se fale na articulação horizontal do currículo…) a promoção de atividades que deixem liberdade aos alunos descobrirem o porquê está limitada a 1 ou 2 por ano, envolvendo um trabalho prévio do conselho de turma e dos diversos grupos disciplinares. E terão sempre de ser atividades que não envolvam desde o seu início até à sua conclusão mais de que um dia de atividade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Se se conseguir estimular os jovens a irem em busca dos porquês até ao 9.º ano, no secundário esse trabalho passaria a ser mais trivial, sempre no pressuposto que os professores de todas as disciplinas conseguiriam trabalhar cooperativamente.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Para a escola conseguir preparar “os jovens para que sejam capazes (…) de criar e intervir” será sempre necessário preparar quem os oriente, neste caso os professores, dando espaço para que deixem para trás o individualismo e abracem o mundo global.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Tenho a noção que não concretizei atividades pedagógico-didáticas nesta minha reflexão mas estou plenamente convencida que estas passarão sempre pela atividade prática, experimental e/ou trabalho de campo dos jovens.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 15:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Margarida Pereira da Fonseca</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/227085378</link>
         <description><![CDATA[<div>· Situação profissional atual: Professora de quadro de agrupamento de Físico-Química, no agrupamento de escolas General Humberto Delgado, a exercer funções de adjunta neste agrupamento.</div><div>· Experiência profissional: </div><div>Professora de Físico-Química desde de 1999.</div><div>Agrupamentos/Escolas e alguns dos cargos exercidos ao longo da carreira docente:</div><div>» Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado (2010/11, 2011/12, 2012/13, 2013/14):</div><div>- Adjunta da direção do Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado (desde 2011) </div><div>- Assessora da Comissão de Administração Provisória do Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado, no ano letivo 2010/2011.</div><div>» Escola E.B. 2,3 General Humberto Delgado (2006/2007, 2007/2008, 2008/2009):</div><div>- Coordenadora dos Curso de Educação e Formação [Cozinha (Tipo 2), Logística e Armazenagem (Tipo 1), Práticas Administrativas (Tipo 2), Práticas de Acão Educativa (Tipo 2)], nos anos letivos 2007/2008 e 2008/2009.</div><div>- Comissão de Serviço como Professora Titular Avaliadora (desde 01 de Fevereiro de 2009 até 31 de Agosto de 2009).</div><div>- Membro da Equipa de Elaboração de Horários dos alunos e docentes (2007/2008 e 2008/2009).</div><div>- Membro do Secretariado das Provas de Aferição (2006/2007). </div><div>» Agência Nacional para a Qualificação (2009/2010) </div><div>- Em mobilidade com funções técnico-pedagógicas no Departamento de Gestão Integrada de Sistemas de Qualificação, nomeadamente:</div><div>* Preparação de informação relacionada com as ofertas educativas e formativas destinadas a jovens e adultos, de suporte à elaboração de Orientações para a Constituição da Rede de Educação nacional;</div><div>* Participação nas reuniões de definição da Rede de Educação nacional ao nível das ofertas qualificantes de jovens e de adultos;</div><div>* Participação na realização das visitas de acompanhamento às entidades promotoras e /ou formadoras das ofertas qualificantes de jovens e adultos, públicas e privadas;</div><div>* Participação na organização da mostra das ofertas qualificantes “Vila das profissões”, no âmbito da “Futurália-2010”. </div><div>» Escola E.B. 2,3 de Freiria (2005/2006)</div><div>- Diretora de Turma.</div><div>- Responsável pela atualização e implementação do Plano de Emergência da Escola.</div><div>» Escola E.B. 2,3 de Mafra (2003/2004 e 2004/2005)</div><div>- Diretora de Turma.</div><div>- Professora de turma de Percurso Curricular Alternativo. </div><div>- Membro do Secretariado dos Exames Nacionais (2004/05).</div><div>» Escola E.B. 2,3 de Castanheira do Ribatejo (2002/2003)</div><div>- Representante de Grupo Disciplinar, com acento no Conselho Pedagógico.</div><div><br>· Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar:</div><div>Desde o início da minha carreira tenho participado no projeto Ciência Viva. Tenho sido membro ativo do Plano Tecnológico da Educação no agrupamento em que leciono. Tenho ajudado a implementar as medidas do Plano de sucesso educattvo do meu agrupamento, nomeadamente no que concerne às turmas +, às coadjuvações, ao Fénix, entre outras.<br><br></div><div>· Motivação para a implementação do projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular, em regime de experiência pedagógica: </div><div>Como neste ano letivo o agrupamento decidiu não avançar para o projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular considero importante perceber o que as outras escolas estão a fazer pois mais cedo ou mais tarde o agrupamento deverá entrar neste projeto.</div><div><br></div><div>· Expetativas sobre o curso de formação.<br><br></div><div>Dar-me os conhecimentos necessários para a implementação do projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular no agrupamento, para depois poder contribuir com estes conhecimentos na implementação do mesmo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 15:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Partilha do link do Diário de Aprendizagem - Atualizado</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/227149055</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk">https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk</a><br><br>Após ter melhor explorado o padlet, penso que este é que devia ter sido o link que partilhado com todos os que frequentam este curso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 16:57:04 UTC</pubDate>
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         <title>Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/227787010</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Considero que esta pergunta não tem uma resposta fácil. As escolas por todo o país têm alunos muito diferentes, docentes muitos diferentes e lideranças muito diferentes. O que se propuser fazer na escola A, pode nem sequer se aproximar do que será necessário na escola B e assim sucessivamente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por outro lado, considero irreal sequer pensar que “todos os alunos” possam atingir o Perfil de que se fala. A realidade de alunos com que trabalho faz parte deste grupo que não vão atingir o Perfil proposto por muito que todos os agentes educativos (docentes, funcionários, EE e alunos) façam mudanças e se esforcem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Se a pergunta fosse Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos tenham a possibilidade de explorar as várias das competências transversais que se encontram no Perfil, aí a minha resposta estaria um pouco mais facilitada e diria que o mais importante era a comunidade educativa saber que competências são essas, cada um à sua maneira explorar a forma como poderia ajudar na aquisição destas competências. Haver uma discussão entre os docentes dos vários ciclos de forma a combinarem por quais se começaria e quais interligações entre elas de forma a haver uma progressão por parte dos jovens ao longo da sua escolaridade. Os EE tinham de estar envolvidos (dificuldade que deduzo que muitas escolas iriam sentir) e os professores tinham de ter condições para aplicar os novos projetos sem ter de se preocupar com os resultados dos exames (algo que no secundário nunca irá acontecer enquanto for pelas médias que os alunos tê acesso ao ensino superior…).</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Resumindo, todos os agentes educativos têm de saber as competências que se querem desenvolver nos jovens e como é que cada um dos envolvidos irá trabalhar para as desenvolver para poderem articular entre si.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 20:02:59 UTC</pubDate>
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         <title>2.4: Como articular as Aprendizagens Essenciais com o Perfil dos Alunos</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/231478250</link>
         <description><![CDATA[<div>Participação na página 10</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 13:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.6. Tarefa e 1.ª revisão por pares: Construção de um Mapa de Ideias</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 13:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>2.2. &quot;De que forma o Perfil do Aluno poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/231480009</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 13:59:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>“É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas”</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>As aprendizagens significativas para existirem precisam que os alunos antes tenham bases claras dos conteúdos envolvidos, para poderem ganhar um novo conhecimento que é criado a partir dos conhecimentos pré-existentes.</div><div>É muito importante os alunos conseguirem fazer relações entre conhecimentos pré-existentes e conhecimentos acabados de adquirir, uma vez que considero que o desenvolvimento deste raciocínio os irá transformar em cidadão pró-ativos.</div><div>A análise de textos com problemáticas científicas (por exemplo a problemática da mina de urânio espanhola na fronteira de Vilar Formoso) poderá despertar nos alunos o porquê da aquisição de determinados conhecimentos que podem permitir aos cidadão contestar algo que os poderão prejudicar. Envolvendo não só o porquê de ser prejudicial mas quais os meios que existem para poderem contestar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 19:04:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Votações e Comentários 3.2</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 19:09:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/236096541</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 19:11:43 UTC</pubDate>
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         <title>3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/240235966</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Nome: </strong>Cidadania Ativa<br><strong>Áreas disciplinares envolvidas: Todas<br>Anos de escolaridade: 1º ao 12º ano</strong></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: Envolver os alunos nas problemáticas da sociedade.<br>Principais estratégias para a sua implementação: Cada turma tem de escolher uma problemática que esteja a afetar a freguesia, o concelho, o distrito, o país ou o planeta e trabalha nessa problemática seja para dar a conhecer o que se está a passar seja com ideias para ajudar a resolver. Estes assuntos deverão ser trabalhados semanalmente em 90 min, com a rotatividade dos professores envolvidos. Critérios de avaliação: no 1º e 2º ciclo a forma de estudo da problemática será anual e avaliada periodicamente consoante os materiais produzidos em trabalhos de grupo. No 3º ciclo e secundário, os alunos terão de escolher uma problemática por período e em cada período serão avaliados pelo trabalho produzido quer em grupo quer individualmente.</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-09 16:25:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Planificação de um DAC</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/244743993</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 20:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/250641667</link>
         <description><![CDATA[<div>Ter alunos com necessidades educativas especiais obriga sempre a diferenciação pedagógica, com a entrega de tarefas diferentes.<br>Quando temos alunos com diferentes ritmos de aprendizagem é necessário dar tarefas diferenciadas para podermos dar atenção a quem tem mais dificuldades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 11:06:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/250651549</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo pedagógico do "Institut Les Vinyes" poderá responder aos desafios lançados pelo Projeto de Atonomia e Flexibilidade Curricular uma vez que permite haver trabalho cooperativo entre docentes de disciplinas diferentes e assim desenvolver um trabalho projeto com os alunos com o objetivo de desenvolver competências no aluno e não só a assimilação de conteúdos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 11:39:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253093457</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Cenário 2: Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria.<br><br>2. Disciplina: 7.º ANO | 3.º CICLO | GEOGRAFIA<br><br>3. Conhecimentos, capacidades atitudes das Aprendizagens Essenciais que vai convocar para as aprendizagens que pretende ver desenvolvidas:<br>- Identificar os fatores de risco de ocorrência de catástrofes naturais, numa determinada região. (Aprendizagens Essenciais – Articulação com o Perfil dos alunos - 7º ano, 3º ciclo – Geografia, pág. 10)<br><br>4. Descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos:<br>Linguagens e textos:<br>- Os alunos usam linguagens verbais e não-verbais para significar e comunicar, recorrendo a gestos, sons, palavras, números e imagens. Usam-nas para construir conhecimento, compartilhar sentidos nas diferentes áreas do saber e exprimir mundividências.<br>Informação e comunicação:<br>- Os alunos pesquisam sobre matérias escolares e temas do seu interesse. Recorrem à informação disponível em fontes documentais físicas e digitais – em redes sociais, na Internet, nos media, livros, revistas, jornais.<br>- Organizam a informação recolhida de acordo com um plano, com vista à elaboração e à apresentação de um novo produto ou experiência. Desenvolvem estes procedimentos de forma crítica e autónoma.<br>- Os alunos apresentam e explicam conceitos em grupos, apresentam ideias e projetos diante de audiências reais, presencialmente ou a distância. Expõem o trabalho resultante das pesquisas feitas, de acordo com os objetivos definidos, junto de diferentes públicos, concretizado em produtos discursivos, textuais, audiovisuais e/ou multimédia, respeitando as regras próprias de cada ambiente.<br>Pensamento crítico e pensamento criativo:<br>Os alunos concetualizam cenários de aplicação das suas ideias e testam e decidem sobre a sua exequibilidade. Avaliam o impacto das decisões adotadas.<br>Relacionamento interpessoal:<br>- Os alunos juntam esforços para atingir objetivos, valorizando a diversidade de perspetivas sobre as questões em causa, tanto lado a lado como através de meios digitais.<br>- Aprendem a considerar diversas perspetivas e a construir consensos.<br>Saber científico, técnico e tecnológico:<br>- Os alunos trabalham com recurso a materiais, instrumentos, ferramentas, máquinas e equipamentos tecnológicos, relacionando conhecimentos técnicos, científicos e socioculturais.<br>- Os alunos consolidam hábitos de planeamento das etapas do trabalho, identificando os requisitos técnicos, condicionalismos e recursos para a concretização de projetos.<br>Identificam necessidades e oportunidades tecnológicas numa diversidade de propostas e fazem escolhas fundamentadas. <br>5. Evidências e como elementos de avaliação para a disciplina: <br>- Elaboração de uma apresentação sobre quais os procedimentos a ter em caso da ocorrência de um sismo, em regime de trabalho de grupo (grelha de avaliação para análise do processo de pesquisa e seleção da informação pertinente, técnicas utilizadas, comunicação e expressão, linguagem científica);<br>- Participação na organização de uma simulação em caso de ocorrência de um sismo (grelha de observação do cumprimento das tarefas);<br>- Participação na simulação em caso de ocorrência de um sismo. (grelha de observação dos comportamentos e atitudes).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 16:44:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253107047</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O agrupamento ao qual pertenço não aderiu ao projeto de flexibilização como tal não posso refletir sobre a implementação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.</div><div>O agrupamento oferece às turmas de 2º e 3º ciclo 45min de uma disciplina que chamamos Oferta Complementar (OC) e que é lecionada pelo respetivo diretor de turma. Nesta disciplina para além de se explorar os direitos e deveres dos alunos, explora-se temas no âmbito Prevenção Rodoviária no 2.º ciclo, Educação para a Saúde no 2.º e 3.º ciclo, Educação Financeira no 2.º e 3.º ciclo. O agrupamento participa ativamente no programa EcoEscolas, pelo que é normal em OC serem exploradas temáticas que vão sendo pedidas pelo grupo do EcoEscolas. Os alunos, também nesta disciplina, são também chamados a participar no Orçamento Participativo de cada uma das escolas, apresentando projetos, fazendo campanhas e ajudando na implementação das suas ideias.</div><div>Percebo que seja importante “dar mais voz aos alunos na definição do seu percurso de aprendizagem” mas antes de terem voz os alunos têm de se sensibilizar (ou serem sensibilizados) para a necessidade de cumprir os seus deveres e que os direitos só podem ser reivindicados se o cumprimento dos seus deveres for uma realidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 17:07:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253109315</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha reflexão da análise do documento <br>- O perfil de aprendizagem descreve o que o aluno tem de saber/cumprir para cada nível;<br>- não há a indicação do peso que cada conhecimento, capacidade ou atitude tem em cada um dos domínios para cumprir a escala dos instrumentos de avaliação; e qual o peso de cada um dos domínios;<br>- em cada período letivo o docente recolhe a informação que permite avaliar o aluno, mas em nada explicita se a avaliação de cada período é individual e estanque  ou se a avaliação do 2º período tem a avaliação do 1º período incluída e com que peso, e assim sucessivamente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 17:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253110763</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1- Apresentar um contra-argumento:</strong></div><div>b- exposição oral; i-comentário crítico; K- exposição oral.</div><div> </div><div><strong>2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados:</strong></div><div>f- relatório de uma atividade experimental; l- relatórios.</div><div><em>Com a escrita do relatório ao aluno poderá formular hipóteses a partir dos dados que recolheu e apresentar essa hipótese no relatório.</em></div><div> </div><div><strong>3- Utilizar linguagem científica:</strong></div><div>a- teste; b- exposição oral; d- questionário escrito; f- relatório de uma atividade experimental; g-registo de uma observação; h- questionário oral; i-comentário crítico; j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos; K- exposição oral; l- relatórios.</div><div><em>A utilização da linguagem científica deve estar presente em qual tarefa que o aluno desenvolva.</em></div><div> </div><div> </div><div><strong>4- Ouvir os argumentos dos outros</strong></div><div>b- exposição oral; c- registo de vídeo de um debate; e- registo de vídeo de uma entrevista; h- questionário oral; i-comentário crítico; j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos; K- exposição oral.</div><div> </div><div><strong>5- Identificar as palavras-chave num artigo científico</strong></div><div>a- teste; d- questionário escrito; j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos.</div><div><em>A identificar as palavras-chave num artigo científico pode ser pedido em testes ou questionários escritos. Poderão também destacar as palavras-chave (identificando-as) a partir do artigo num cartaz.</em></div><div> </div><div><strong>6- Convencer os colegas a ler um determinado livro</strong></div><div>b- exposição oral; e- registo de vídeo de uma entrevista; g-registo de uma observação; i-comentário crítico; j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos; K- exposição oral.</div><div> </div><div><strong>7- Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório</strong></div><div>d- questionário escrito; f- relatório de uma atividade experimental; g-registo de uma observação; h- questionário oral.</div><div> </div><div><strong>8- Delinear uma experiência para validar uma hipótese</strong></div><div>f- relatório de uma atividade experimental; l- relatórios.</div><div> </div><div><strong>9- Utilizar com destreza o material de laboratório</strong></div><div>d- questionário escrito; f- relatório de uma atividade experimental; g-registo de uma observação; h- questionário oral.</div><div> </div><div><strong>10- Conjugar o verbo “to be”</strong></div><div>a- teste; d- questionário escrito; h- questionário oral.</div><div><em>A conjugação do verbo pode ser avaliada tanto por escrito como oralmente.</em></div><div> </div><div><strong>11- Trabalhar em equipa</strong></div><div>b- exposição oral; c- registo de vídeo de um debate; e- registo de vídeo de uma entrevista; f- relatório de uma atividade experimental; g-registo de uma observação; j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos; K- exposição oral; l- relatórios</div><div> </div><div><strong>12- Justificar opiniões</strong></div><div>a- teste; b- exposição oral; d- questionário escrito; e- registo de vídeo de uma entrevista; h- questionário oral; i-comentário crítico; K- exposição oral. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 17:13:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253110763</guid>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>anaguidafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/anaguidafonseca/h3rtnu0ud5xk/wish/253126143</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tema 1: Direitos da Criança - Opinião da criança (artigo 12.º da CDC, vulgarmente designado por “direito a ser ouvida”)</strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong>1.</strong>&nbsp; <strong>Aprendizagens esperadas (valores, atitudes, conhecimentos e capacidades a desenvolver pelos alunos)</strong></div><div>- Reflexão sobre os seus direitos consagrados pela Convenção sobre os Direitos da Criança.</div><div>- Execução de trabalho em grupo e respeitar as opiniões dos outros;</div><div>- Comunicação de opiniões e desenvolvimento de sentido critico;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>2.</strong>&nbsp; <strong>Descrição da atividade</strong></div><div><strong>Tema</strong>: Direitos das Crianças</div><div><strong>Subtema</strong>: “Eu tenho o direito de ser ouvida”</div><div><strong>Grupo-alvo:</strong> Alunos do 3.º ciclo, 8º ano</div><div><strong>Intervenientes:</strong> Alunos e Diretor de Turma.</div><div><strong>Duração:</strong> 90 minutos (60min para execução e 30 min para apresentação/comentários)</div><div><strong>Recursos Pedagógicos: computador por cada grupo de 3 alunos</strong>.</div><div><strong>Instruções/Procedimentos</strong>: É fornecido aos alunos a CDC e é-lhes solicitado que consultem na página 10, o Art.º 12º. Devem debater entre si o que leram e fazer um slide onde expressem as opiniões/conclusões mais relevantes sobre este tópico. Sabem que têm 1 min para apresentar o trabalho e um grupo à sua escolha terá 1 min para comentar</div><div>&nbsp;</div><div><strong>3.</strong>&nbsp; <strong>Avaliação das aprendizagens dos alunos (intervenientes, estratégias, instrumentos e finalidades da avaliação).</strong></div><div>Cada grupo de alunos será avaliado pela sua capacidade de trabalhar em grupo, de apresentar as suas opiniões e de sucintamente fazer uma crítica ao que ouviu, utilizando grelhas de observação de atitudes, execução e concretização.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 17:42:10 UTC</pubDate>
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