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      <title>Diário de Processo by Mikaella Rodrigues dos Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-11 22:48:52 UTC</pubDate>
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         <title>Título</title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
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         <description><![CDATA[<div>Além do Olhar<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 23:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
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         <description><![CDATA[<div>Somos alunas do primeiro ano no curso de pedagogia e fazemos parte de um grupo composto por oito meninas: Beatriz, Gabrielly, Larissa, Laura, Mayara, Mikaella, Paola e Rosana. Apesar das diferentes personalidades que temos, todas nós acreditamos que a educação pode transformar vidas. Acreditamos que através da educação todas as pessoas podem ter a oportunidade de se desafiar e crescer, independente das barreiras que a vida muitas vezes coloca. A partir disso, compreendemos a importância que a inclusão tem dentro do contexto escolar para que seja possível receber, entender, respeitar e atender as necessidades de todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 23:02:13 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
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         <description><![CDATA[<div>  O projeto Além do Olhar, que faz parte da Unidade Curricular: Inclusão e Libras, tem por objetivo geral refletir de forma teórico-prática e por meio da metodologia de ação-reflexão-ação sobre a importância da relação escola-família no processo de Inclusão Escolar, entendendo-se esse termo como a aceitação e respeito do outro, com suas deficiências, necessidades e características.</div><div><br>   A proposta terá como dois eixos: a realização de um Seminário, que terá uma programação de oficinas desenvolvidas pelos alunos, e o registro do percurso de cada grupo descrito neste diário de processo.</div><div><br>A partir das questões que serão trabalhadas por cada grupo, busca-se encontrar resposta ao seguinte problema: como olhamos para as ações inclusivas no contexto escolar?</div><div><br>  Para a realização do Seminário foi elaborada uma pesquisa de campo, por meio do instrumento questionário, aplicado por meio do google forms, para investigar o tema-desafio escolhido<strong>.</strong></div><div><strong><br> Analisando a proposta do projeto Além do olhar, que busca nos auxiliar a enxergar como olhamos para as ações inclusivas no contexto escolar, decidimos tratar a  questão da alfabetização da criança com Síndrome de Down, pois consideramos extremamente importante na fase de formação do professor/educador. <br>Sabemos  que a síndrome de Down leva como uma de suas comorbidades a deficiência intelectual, sendo necessário a avaliação do nível da mesma para que melhor desenvolvimento do portador dessa alteração genética. Dentro disto, despertou em nós o desejo de melhor compreensão  de como se dá o processo de alfabetização em pessoas com essa síndrome. Questões como metodologias mais adequadas, maiores dificuldades e, até mesmo, o papel que a família tem nesse processo são temas que nos moveram a aprofundar nossas pesquisas diante dessa temática . Por ser uma síndrome consideravelmente comum é necessário que achemos formas de melhorar o auxílio desses alunos e entender o processo de alfabetização deles é parte disso.</strong></div><div><br>  As conclusões da pesquisa de campo, assim como o plano de ação para a realização da interação no Seminário, estarão descritas nos próximos itens.</div><div><strong><br>Escrever as considerações finais – apenas após a conclusão do Seminário. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 23:02:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
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         <description><![CDATA[<div>"UBUNTU"<br> Sou o que sou pelo que nós somos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 18:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>1. Genitores de crianças com SD                                      Propiciar o bem estar e o processo de aprendizagem completo de crianças com desenvolvimento típico já demonstra não ser uma tarefa fácil, pois nem todas as famílias conseguem acompanhar efetivamente os processos educacionais de seus filhos e receber feedbacks da instituição sobre o seu desenvolvimento, demonstrando a existência da dificuldade de comunicação entre família e escola, tendo em vista a sociedade injusta, vulnerável e excludente a qual vivemos em que os pais necessitam trabalhar ao ponto deterem sua mão de obra explorada para ter o mínimo de qualidade de vida. Quando a família aumenta, nascendo uma nova criança que desde o nascimento recebe um laudo sobre a deficiência que irá lhe acompanhar durante sua vida e necessitam desde muito cedo passarem por estímulos que tragam mais possibilidades de ser um indivíduo com autonomia, capaz de realizar tarefas e fazer escolhas os pais têm muita dificuldade em lidar. Nem todos os pais e familiares aceitam receber um diagnóstico onde deixa em evidência que essa criança precisará de apoio especial durante a sua fase decrescimento e às vezes até mesmo durante a sua vida, prejudicando e trazendo ainda mais desafios educacionais e sociais. O apoio e responsabilidade referente a criança, geralmente recai sobre a mãe. É imprescindível proporcionar mais apoio social de profissionais e pesquisadores a estas famílias que ficam ainda mais fragilizadas. As crianças com síndrome de Down demandam muita atenção pois além do atraso cognitivo tem predisposição para comorbidades patogênicas, como atraso da fala devido a problemas respiratórios, hipotireoidismo e doenças gastrointestinais. Sendo assim, além das carências educacionais também demandam diligência da saúde. Os genitores de pessoas com Síndrome de Down, quando se adequam à nova rotina de cuidados se deparam com a precarização dos órgãos públicos que não atendem todas as demandas da pessoa com deficiência. A busca do equilíbrio e condições igualitárias para o tratamento desses indivíduos ainda não atingi o nível ideal que se espera, pois ainda lhe faltam políticas públicas suficientes que possam garantir o total respaldo necessário. Visto que, tais pessoas são estigmatizadas sendo vistas como sujeitos desprovidos de inteligência e incapazes de se desenvolver e aprender. A sociedade age de forma preconceituosa inviabilizando a plena interação de pessoas com deficiência em grupos sociais, não disponibilizando espaços de tomada de decisão, valor a sua presença, a sua pessoa, consequentemente tornando as relações frágeis. A independência e autonomia da pessoa com SD são habilidades de extrema relevância para a sua atuação nos mais diversos contextos sociais. Uma pessoa com SD pode desenvolver sua autonomia e exercer sua cidadania, realizando atividades afetivas, educacionais e laborais(Cardoso &amp; Kern, 2016).                                         A rede de apoio às famílias são eixos norteadores na construção de um cidadão íntegro com as suas particularidades. Sendo orientando esse indivíduo terá plenas chances de se desenvolver, ter acesso a todos espaços públicos e privados sem distinção, capacidade de ir e vir conforme seus desejos e possa entender que a liberdade e o respeito é um direito de todos.                       2. Função social da escola A função social da escola na vida de uma criança é fundamental para a sua compreensão de realidade atual e também em suas vivências futuras, pois é ela quem traz uma base mais sólida de conhecimentos, devido ao contato com educadores que acrescentam em valores morais e éticos. Digo isso, pois muitas crianças crescem em ambientes que os valores são invertidos, favorecendo que os pequenos sigam caminhos desordenados. A educação na escola, além do desenvolvimento intelectual, se enquadra no compromisso de auxiliar na etapa da construção do cidadão e de sua cidadania. Lugar esse onde o aluno é exposto a ampliação cultural, onde o conhecer de outras realidades, modo de vida, diversidade, pluralidade faz com que se adquira o saber de novos repertórios culturais, distintos aos seus. A função social da escola é garantir o desenvolvimento de um cidadão capaz de reconhecer suas potencialidades e que consiga participar dos meios sociais de forma saudável, harmoniosa e equilibrada.     3. Processo de alfabetização de crianças com SD Neste tópico, iremos abordar o tema da alfabetização da crianças com Síndrome de Down, a partir dos resultados obtidos na pesquisa do Google forms, artigos científicos, e famílias de crianças que já passaram, ou que estão passando por este processo.                         4. Resultados Obtidos       Serão anexados gráficos com os resultados obtidos.   </title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellasantos7058/h33mhx0xi3bmptt4/wish/864010923</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 00:48:23 UTC</pubDate>
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         <title>Liderança Forte</title>
         <author>gabsolon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um líder deve ter a função de resolver obstáculos que possam haver no futuro, reconhecendo os problemas e respeitando os demais. Escutando seus professores, pais, alunos e assim melhorar o desempenho.<br>Procurar ser sempre exemplar, tornando sempre aquilo que cobra de seus integrantes.<br>Sempre que precisar pedir ajudar, e ajudar quando for preciso. Em relação à educação inclusiva, é importante a presença de um líder que possua conhecimento sobre o transtorno do integrante do grupo para poder melhor auxiliar, caso não tenha, chamar algum tipo de reforço que entenda e esteja disposto a ajudar para tornar o ambiente escolar apto para todos os alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 14:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considerando as pesquisas e entrevistas realizadas ao longo de construção do trabalho, notamos a importância que existe na  relação entre a escola e família, detectamos que o processo de aprendizagem e inclusão do educando com Síndrome de Down só se dá por completo quando essa interação é possível e praticada. Quando a família encontra-se interessada e presente na vida escolar desse indivíduo, as possibilidades de crescimento nesse  âmbito são muito maiores, já que a mesma também tem seu papel. No que diz respeito ao papel da família na vida escolar de uma pessoa com Síndrome de Down, podemos classificar com imprescindível, pois o apoio, amor e colaboração dos familiares tem grande influência sobre o indivíduo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author>mikaellasantos7058</author>
         <link>https://padlet.com/mikaellasantos7058/h33mhx0xi3bmptt4/wish/989484532</link>
         <description><![CDATA[<div>O seguinte trabalho teve como objetivo estudar como se dá o processo de alfabetização de pessoas com Síndrome de Down e a importância da relação entre escola e família, no processo de aprendizagem, bem como, a inclusão do indivíduo na escola. No decorrer do trabalho foram realizadas pesquisas e entrevistas com profissionais que atuam/atuaram diretamente com pessoas com a síndrome cromossômica, o que possibilitou ampla visão, sobre as dificuldades encontradas por parte dos profissionais da educação, em relação à alfabetiza ção dessas crianças. Ficou evidente em diversas respostas dos participantes, que além da dificuldade que a Síndrome de Down já traz a todo processo de aprendizagem e inclusão, a falta de participação dos pais no que diz respeito a vida escolar do indivíduo também produz grandes barreiras, já que a família não só é uma fonte de apoio para a criança, como também uma das principais fornecedoras de informações que também serão úteis para os  profissionais que  estão inclusos nesse processo de auxiliar o educando. <mark>Contudo,</mark> o educador deve ser capaz de conhecer e compreender as singularidades do aprendizado de cada criança, optando por trazer diferentes estímulos, para que o aprendizado ocorra de maneira mais eficaz, principalmente para a criança com Síndrome de Down. As atividades apresentadas devem prover ao aluno aprendizado ativo, que possibilite ao mesmo, desenvolver suas habilidades, tanto educacionais, quanto as sociais, sendo ideal que as escolas de ensino regular comum, incluam essas pessoas para que possam ter convívio social com indivíduos, igualmente singulares. Apesar das dificuldades encontradas no caminho, o trabalho demonstra que é possível sim incluir alunos com Síndrome de Down e propiciar a eles uma educação de qualidade. É responsabilidade da escola, Estado e gestão pública propiciar a garantia de meios de acesso a todo indivíduo que desejar estar em ambientes públicos e também privados, garantindo assim a inclusão de todos os cidadãos, sem qualquer distinção.<br>A inclusão pode ser um processo desafiador para educadores, estudantes e famílias, mas é o melhor caminho para que se tenha uma sociedade realmente justa.     <br><mark>Pessoal, a conclusão ficou muito interessante. Conseguiram tirar boas lições do trabalho em questão.<br>Tirei algumas vírgulas. Releiam o texto, ok?!</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:04:59 UTC</pubDate>
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