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      <title>MUDANÇAS CLIMÁTICAS E VEICULAÇÕES DE DOENÇAS by Lucas Mello</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-10 23:52:45 UTC</pubDate>
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         <title>O artigo embora publicado em 2009, mantém-se muito atual. Passaram-se doze anos e, percebe-se que o processo de mudanças climáticas e ambientais globais, que vem se agravando nas últimas décadas mas que foi divulgado mais amplamente pela mídia nos últimos dois anos, porta para a sociedade e setores de governo um desafio sobre as causas e o papel das alterações ambientais sobre as condições de saúde. A ocorrência do processo de mudanças climáticas,principalmente aquelas devidas ao aquecimento global induzido pela ação humana, foi pela primeira vez alertada na década de 1950.Muitas convenções ocorreram desde essa época, porém há ainda muita discrepância entre as teorias dos acordos e a realidade, uma vez que o clima da Terra esteve, desde sempre, sujeito a mudanças, produzidas por ciclos longos ou curtos, que estão registrados na história da Humanidade.</title>
         <author>lm791202</author>
         <link>https://padlet.com/lm791202/Bookmarks/wish/2041366901</link>
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         <pubDate>2022-02-10 23:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>No Brasil, alguns estudos indicam que a Amazônia legal tem sofrido nas últimas décadas significativas mudanças nos padrões de uso e cobertura do solo, através de intenso processo de ocupação humana acompanhado de pressões econômicas nacionais e internacionais.É necessário ressaltar a necessidade de mudança na mentalidade e atitudes de toda a população mundial, em especial dos grandes centros e também os órgãos governamentais brasileiros que não atuam na proteção da Floresta Amazônica. Assim, as mudanças climáticas podem produzir impactos sobre a saúde humana por diferentes vias. Por um lado impacta de forma direta, como no caso das ondas de calor, ou mortes causadas por outros eventos extremos como furacões e inundações. Mas muitas vezes,esse impacto é indireto, sendo mediado por alterações no ambiente como a alteração de ecossistemas e de ciclos biogeoquímicos, que podem aumentar a incidência de doenças infecciosas, tratadas nesse documento com maior detalhe, mas também doenças não-transmissíveis, que incluem a desnutrição e doenças mentais.</title>
         <author>lm791202</author>
         <link>https://padlet.com/lm791202/Bookmarks/wish/2041370255</link>
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         <pubDate>2022-02-10 23:59:26 UTC</pubDate>
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         <title>Assim, constata-se que segundo a OMS, 50% das doençasrespiratórias crônicas e 60% das doenças respiratóriasagudas estão associadas à exposição a poluentesatmosféricos. A maioria dos estudos relacionando os níveisde poluição do ar com efeitos à saúde foi desenvolvida emáreas metropolitanas, incluindo as grandes capitais daregião sudeste no Brasil, e mostram associação da carga demorbimortalidade por doenças respiratórias, comincremento de poluentes atmosféricos, especialmente dematerial particulado. O tamanho da partícula, superfície e acomposição química do material particulado determinam orisco para a saúde humana que a exposição representa aeste agente. Portanto, fundamenta-se que as condiçõessociais como situação de moradia, alimentação e acesso aosserviços de saúde são fatores que aumentam avulnerabilidade de populações expostas aos episódios dasmudanças climáticas, que somados à exposição a poluentesatmosféricos, poderá apresentar efeitos sinérgicos comagravamento de quadros clínicos. Em áreas sem ou comlimitada infraestrutura urbana, principalmente em países emdesenvolvimento, todos esses fatores podem recair sobre aspopulações mais vulneráveis, aumentando a demanda egastos de serviços de saúde.</title>
         <author>lm791202</author>
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         <pubDate>2022-02-11 00:00:21 UTC</pubDate>
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         <title>É importante salientar que ao longo dos anos diversas eimportantes discussões vem sendo travadas nos fórunsacadêmicos sobre clima e dizem respeito à parcelaatribuível desses fenômenos às mudanças climáticas globais,já que uma parte dos fenômenos atmosféricos se deve aoaumento do efeito estufa, outra parte é inerente de ciclosnaturais.É importante salientar que ao longo dos anos diversas eimportantes discussões vem sendo travadas nos fórunsacadêmicos sobre clima e dizem respeito à parcelaatribuível desses fenômenos às mudanças climáticas globais,já que uma parte dos fenômenos atmosféricos se deve aoaumento do efeito estufa, outra parte é inerente de ciclosnaturais.</title>
         <author>lm791202</author>
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         <pubDate>2022-02-11 00:01:03 UTC</pubDate>
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         <title>No Brasil, alguns estudos indicam que a Amazônia legal temsofrido nas últimas décadas significativas mudanças nos padrões de uso e cobertura do solo, através de intensoprocesso de ocupação humana acompanhado de pressõeseconômicas nacionais e internacionais.É necessário ressaltar a necessidade de mudança namentalidade e atitudes de toda a população mundial, emespecial dos grandes centros e também os órgãosgovernamentais brasileiros que não atuam na proteção daFloresta Amazônica. Assim, as mudanças climáticas podemproduzir impactos sobre a saúde humana por diferentesvias. Por um lado impacta de forma direta, como no caso das ondas de calor, ou mortes causadas por outros eventosextremos como furacões e inundações. Mas muitas vezes,esse impacto é indireto, sendo mediado por alterações noambiente como a alteração de ecossistemas e de ciclosbiogeoquímicos, que podem aumentar a incidência dedoenças infecciosas, tratadas nesse documento com maiordetalhe, mas também doenças não-transmissíveis, queincluem a desnutrição e doenças mentais.</title>
         <author>lm791202</author>
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         <pubDate>2022-02-11 00:01:47 UTC</pubDate>
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