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      <title>exposição nossa  by </title>
      <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-03 14:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Passo a passo: </title>
         <author>cssb</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Clique duas vezes na tela azul ou no círculo rosa com um + no meio.&nbsp;<br>2. Aparecerá uma janelinha (como esta) com opções para subir arquivos, fotos, áudios e links.&nbsp;<br>3. Nos três pontinhos (...) do lado direito abaixo, aparecem ainda outras opções.<br>4. Clique em publicar.&nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-03 15:11:36 UTC</pubDate>
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         <title>Retratos que fiz de Esmeralda costurados sem sequência </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Por Carolina Stella Santos de Barros&nbsp;<br><br>Esmeralda é minha avó materna e tem 85 anos. Para Esmeralda a melhor pose é aquela que o corpo está em movimento, ela se alonga todas as manhãs (como mostra nos retratos) e me inspira a continuar na dança de utopias cotidianas. Esmeralda sabe sobre as sementes e a chuva, ensina a fazer pão e doce, conta causos e causos. Poderia falar o dia todo deles. Acha que dormir é perda de tempo, ainda mais quando se tem com quem conversar. Hoje é costureira e cozinheira e muitas coisas mais. Se alguém duvidar dela, aí que ela vai lá e faz só de birra. É de abraço sempre e é de briga quando acha que precisa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 19:47:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Esther Bueno</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 00:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>Colagem de Dona Sara</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1487650199</link>
         <description><![CDATA[<div>Colagem realizada no Photoshop por Juliana França de Santana.<br>Dona Sara é mulher negra, professora, alfabetizadora, já foi auxiliar de enfermagem para completar renda, tem duas filhas, as quais criou sozinha enquanto construía sua experiência em sala de aula.&nbsp;<br>É uma inspiração de mulher por ter conseguido envolver, na escola, muitas crianças consideradas com dificuldade de aprendizagem. Durante a experiência enquanto professora, nunca deixou a militância e o desejo por melhora de condições de trabalho.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 00:20:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 16:42:31 UTC</pubDate>
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         <title>Nudez e os padrões estéticos</title>
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         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1490628660</link>
         <description><![CDATA[<div>Resolvi me colocar como protagonista nessa história por saber que falar&nbsp; e mostrar a nudez numa sociedade tão machista requer coragem. Há 4 anos me tornei adepta ao nudismo e sempre fui adepta ao naturismo já que cresci numa família que me ensinou que os remédios naturais curam, que tudo o que plantamos em nosso quintal é melhor do que o que se vende em supermercado, que estar em contato com a natureza nos revigora.<br>A nudez feminina sempre foi julgada, erotizada e o corpo sempre sexualizado. Numa sociedade que exige que a mulher e o homem estejam dentro dos padrões para serem aceitas e aceitos, me recuso a olhar para o meu corpo com tamanha exigência e exigir de outra pessoa que esteja no corpo ideal. A imagem retrata dois corpos&nbsp; distintos que carregam dores, lutas, resistência e cobranças.&nbsp; Duas mulheres fortes, donas de si, donas de suas histórias. O nudismo me reconectou com o meu corpo e me fez enxergar e aceitar que ele é assim e que tá tudo bem.&nbsp;<br>Registro feito por Jéssica Lorenzo<br>Local : Ruínas da Igreja de São Miguel do Arcanjo - Baía da Traição<br><br>Karoline Cantuária<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 16:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>Frida Kahlo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1492255363</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A mulher que escolhi para o álbum é Frida Kahlo( Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón), nasceu em 06 de julho de 1907 de 1907 e faleceu em 13 de julho de 1954.</div><div>Frida era uma pintora mexicana que criou muitos retratos, auto-retratos e obras inspiradas na sua própria história e vivência. Nas suas pinturas, ou seja, nos quadros explorou-se as questões de identidade, gênero, classe e raça. Aliás, ela se tornou uma figura reconhecida para a história da arte e é considerada um dos icones tanto no Movimento Feminista quanto no Movimento LGBTQIA+, principalmente, por ser bissexual.<br>Também, apresento as obras nomeadas de “O Ônibus" que representa o dia em que a Frida sofreu uma grave acidente e a partir desse acontecimento passou a se dedicar a pintura;&nbsp; e o “Árvore da Esperança, Mantenha-se Firme” que retrata Frida por meio de dois ângulos diferentes: no primeiro a figura dela em um leito com cicatrizes das cirurgias e no segundo a figura de uma mulher forte, onde segura&nbsp; seu colete cervical diante da lua que simboliza a feminilidade. &nbsp;</div><div>Por último, enfatizo a resistência de Frida para lidar com os fatos trágicos que rodeavam seu percurso de vida, trago uma das citações que mais me chama a atenção: “Eu nunca pinto sonhos ou pesadelos. Pinto a minha própria realidade.”<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -- Ana Roberta --</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 02:02:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>História de Emancipação e Ancestralidade.  A série:  A vida e a História de Madam C.J. Walker </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1494835675</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong><em>O que nos ensina? </em></strong>Escolhi uma Grande Atriz Octavia Spencer que conta e atua a vida de Sarah Breedlove, uma empreendedora. Duas mulheres negras que inspiraram a vida de outras mulheres.&nbsp;</blockquote><div>Assim como no Estados Unidos, vivemos em uma sociedade extremamente classicista, marcada pelo projeto de pobreza, por desigualdades sociais, raciais e culturais institucionalizadas durante anos a fio. Essa história nos impacta em diversas áreas.&nbsp;</div><div>&nbsp;O contexto ainda era de inferiorização, e, mesmo assim, Breedlove conseguiu converter todas as lógicas da sociedade estadunidense.&nbsp;</div><div>Nos&nbsp; vemos Sara muitas vezes, quando ingressamos na universidade ...</div><div>Nos vemos grande e nos vemos força, quando a alçamos voos que para nós era impossível.&nbsp;</div><div>Sara&nbsp; sai do quadro estatístico da pobreza, do racismo e de morte/genocídio, para as estatísticas de A PRIMEIRA MULHER NEGRA MILIONÁRIA DA HISTÓRIA DO EUA.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong><em>"Sonhos se realizam..."&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (Sara Breedlove)<br><br>Vilma de Assis Francelino</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 17:07:14 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A carne mais barata do mercado é a carne negra...&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1494988431</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote>"<strong><em>Bia Ferreira, cantora e artivista, 28 anos.<br>Nascida em 19 de abril de 1993. É cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Iniciou as suas atividades musicais no ano de 2009, aos 15 anos de idade, na cidade de Aracaju, Sergipe, onde foi criada pela sua família".&nbsp;</em></strong></blockquote><div><br>Nascida e criada no meio tradicional evangélico, Bia estuda música desde criança. Sua mãe era cantora, regente de coral e pianista. Aos 3 anos, começou a estudar piano e entrou posteriormente no Conservatório Brasileiro de Música. O piano foi sua base musical até o começo de sua carreira, migrando pro violão logo após. Entre esses instrumentos, Bia também domina outros 24, como contrabaixo elétrico, cavaquinho, atabaque, djembe e bateria.<br><strong><em>“Cota Não É Esmola” e “Não Precisa Ser Amélia” </em></strong>foram compostas em 2011 e se tornaram alguns de seus maiores sucessos por envolverem temáticas ligadas ao então inédito sistema de cotas no SISU (Ministério Da Educação, Brasil) que beneficiou crucialmente a população pobre, preta, parda e indígena brasileira e a questões estreitamente ligadas à subalternidade das mulheres negras no Brasil, que se tornaram mais críticas com o passar dos anos. <br>O sucesso veio em Março de 2018, quando foi lançado o seu registro (acústico) de "Cota Não É Esmola" pela equipe brasileira do Sofar Sounds e que, hoje, ultrapassa os 8 milhões de visualizações. <br>Bia considera sua música como Música de Mulher Preta (MMP), por ser um foco indispensável em seu material.<br>&nbsp;Suas composições e sua arte são concentradas no combate ao racismo, preconceito e genocídio do povo preto<br><br><strong><em>Taízze Nascimento Melchiades</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 17:37:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gerlane Idalino de Moura Varela<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 01:45:22 UTC</pubDate>
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         <title>Lourdes Ramalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:22:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mestra Doci e o Olho do Tempo: uma história de muitos sonhos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1526550996</link>
         <description><![CDATA[<div>“Acreditar nos<br>sonhos de cada<br>criança, é acreditar&nbsp;<br>em um mundo<br>melhor para<br>todos nós.” Mestra Doci<br><br>Mestra D´oci – Educadora e contadora de histórias, natural da Bahia seu nome Maria dos Anjos Mendes Gomes, hoje moradora do Vale do Gramame que fica na Zona rural de João Pessoa, tem formação acadêmica em Letras, na Universidade Federal da Bahia e Especialização em Educação de Adultos - Universidade Federal da Paraíba.&nbsp;<br><br>Reconhecida nacionalmente como Mestra Griô no seu saber, implantou no Vale do Gramame, a CHP - Escola Viva Olho do Tempo, instituição que desenvolve projetos que atendem os moradores das comunidades do Vale do Gramame. Atualmente a escola atende a 130 crianças e adolescentes, com atividades nas áreas de cultura,&nbsp; educação, meio ambiente e tecnologia, por meio das artes integradas. D´oci Ensina e passa nas suas contações de história e ensinamentos, a força do sonho, e a importância da produção partilhada do conhecimento.&nbsp;<br>Por Mªda Penha Teixeira de Souza<br>(edição feita no publisher)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 01:23:31 UTC</pubDate>
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         <title>Colagem de Dona Mariquinha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cssb/arteeducacao/wish/1561333486</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas mulheres não são lembradas porque não foram vistas, por isso, apresento a Maria José Venâncio da Silva, mais conhecida como Dona Mariquinha. Nascida e criada no Sítio São Miguel, no município Canhotinho, interior de Pernambuco. Foi mãe de dez, avó de vinte e bisavó de cinco. Era agricultora, feirante, lavadeira e dona de casa. Sustentou toda família através desses trabalhos. Gostava muito de cantar coco de roda e cirandas enquanto lavava roupa no rio, plantava, colhia e cozinhava. Mas o que mais gostava mesmo, era de contar histórias: lendas regionais, como a Comadre Fulôzinha, Lobisomem e Pai da Mata... Era um processo de encantamento e muito acolhedor. Era devota de Nossa Senhora Aparecida e apesar das dificuldades nunca tirava o sorriso do rosto e a bondade do coração. É uma inspiração para mim, pela mulher forte que foi, independente da situação. É uma referência como mulher do Campo, mãe, avó, criatura e criadora. E o que sou hoje, é graças aos ensinamentos dela.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -<strong>Thayná Araújo-</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:31:17 UTC</pubDate>
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