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      <title>Semana de Arte Moderna by Ana Medeiros</title>
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      <description>de 1922 para cá... o que vc tem a comentar?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-02 12:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>À brasileira – a Semana de Arte Moderna de 1922 </title>
         <author>anamedeiros29</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Pessoal,<br>deixem seus comentários sobre as leituras da Semana 4 de nosso curso de LLP3 aqui ;)<br>Profa. Ana Clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-02 12:29:50 UTC</pubDate>
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         <title>A Semana de Arte Moderna </title>
         <author>jaineneri</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Semana de Arte Moderna, também conhecida como a Semana de 22, foi um marco para o estabelecimento do modernismo no Brasil. Com o intuito de renovar a arte brasileira, diversos artistas (corajosos, viu?!) deram o pontapé para reinventar a arte no Brasil. De fato, foi um acontecimento ímpar e muito rico para o movimento artístico brasileiro.&nbsp;<br><br></div><div>Segue abaixo o link do material que produzi referente ao evento: https://prezi.com/view/U6nZFH1li5LQ3HeDZ9Ou/<br><br>- Jaine Neri</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 16:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Pau-Brasil </title>
         <author>jaineneri</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na <em>Poesia Pau-Brasil</em>, de Oswald de Andrade, publicada no livro Pau-Brasil, podemos observar a proposta nacionalista do autor. Nela o poeta apresenta a nossa nacionalidade inicial, a fim de rever o nosso passado e apresentá-lo para o mundo. Como, por exemplo, quando diz <em>“O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça”</em>.<strong> </strong>É possível notar isso ao ver que o poeta trata a Poesia Pau-Brasil como a poesia de exportação, enquanto, para ele, as demais são de importação, como é dito no trecho<strong> </strong><em>“Uma única luta - a luta pelo caminho. Dividamos: poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação”</em>.<strong> </strong>Pensando no cenário modernista, entendo <em>“a luta pelo caminho”</em> que é destacado pelo autor como a busca pelo reconhecimento e pela inovação da arte brasileira. Nas palavras do autor, <em>“a volta ao sentido puro”</em>. &nbsp;<br><br>- Jaine Neri </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 16:47:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manifesto Antropófago</title>
         <author>jaineneri</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1889439336</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No Manifesto Antropófago, publicado na Revista de Antropofagia, Oswald de Andrade nos mostra a apropriação da arte estrangeira a partir de uma adaptação brasileira. A antropofagia é uma prática canibalista que acontecia em alguns rituais indígenas onde os índios comiam a carne dos seus adversários não por prazer, mas por acreditar que, dessa maneira, iriam adquirir as habilidades do inimigo. Assim, na arte, com o Manifesto Antropófago, através do movimento da antropofagia, vemos que Oswald de Andrade busca junto com os demais artistas do modernismo dar voz a arte brasileira apropriando-se do cenário artístico mundial. Como é mencionado pelo poeta: <em>“Só a ANTROPOFAGIA nos une”</em>, ou seja, só o interesse pelas habilidades e ideias de pessoas de outras culturas, mas sem anular a nossa. Nas palavras de Andrade, reforçando essa ideia, o poeta apresenta a seguinte paródia de uma frase conhecida de Shakesperae: <em>“Tupi, or not tupi that is the question”</em>.&nbsp;<br><br>- Jaine Neri&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 16:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>A relação do Abaporu com Modernismo </title>
         <author>jaineneri</author>
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         <description><![CDATA[<div>Observação: não deu para colocar a imagem no post referente ao Movimento Antropofágico.&nbsp;<br><br>- Jaine Neri&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 16:55:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>José Hercílio Freitas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1889512985</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 18:11:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ewertondouglasy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá!<br><br>Eu gostaria de começar o meu comentário elogiando a escolha dos textos, que por sua vez, foram muito bons, com uma&nbsp; leitura leve, fluída e bastante informativa.&nbsp;<br><br>Em relação à Semana de Arte Moderna de 1922, me chama muito a atenção, o fato de que ela ocorreu em meio a um contexto de turbulências políticas, econômicas e sociais no Brasil, isto é, um período um tanto caótico, em que se perpetura conflitos entre população e governo.&nbsp;<br>Poucos meses após a Semana de Arte Moderna, ocorreu, por exemplo, a “Revolta do Forte de Copacabana”, que possuía basicamente dois objetivos: o primeiro era derrubar o governo vigente, e o segundo demonstrar publicamente toda a insatisfação da população com a forma que as eleições foram feitas; Mesmo assim - com toda essa ambiência caótica - os artistas juntaram-se para “renovar” o ambiente artístico-cultural do país; ou seja, dar novos ares e trilhar novos caminhos para a arte, dando-lhe uma estética moderna e inovadora, ligeiramente inspirada nas vanguardas europeias. Assim, foi o início do Modernismo no Brasil.&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 18:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Semana de Arte Moderna. ✨</title>
         <author>ewertondouglasy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 19:01:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por Karen Tenório</title>
         <author>karenoliveira6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para iniciar fiz alguns comentários sobre os Manifestos Pau-Brasil e Antropófago, espero ter expressado minhas impressões sobre textos que falam tanto sobre nossa cultura e nacionalidade e de todas as barreiras políticas, sociais e econômicas que foram enfrentadas na época e que ainda em nossos dias impedem que o povo brasileiro tenha acesso a sua própria cultura compreenda o qual importante é saber compreender sua arte e como manifestá-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 00:26:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Por Karen Tenório</title>
         <author>karenoliveira6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 00:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Por Karen Tenório</title>
         <author>karenoliveira6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 02:22:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Por Karen Tenório</title>
         <author>karenoliveira6</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1890355347</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, não sou uma grande comentarista e costumo divagar, mas espero que minha fala&nbsp; sobre o texto, transmita meu entendimento sobre a análise da professora Lúcia Helena, que apresentou um artigo magnifico sobre a forma como a identidade cultural brasileira foi apresentada na semana de arte moderna em 1922, em meio aos problemas sociais, culturais e econômicos do país.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 04:53:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>José Hercílio Freitas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1891354070</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 14:09:44 UTC</pubDate>
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         <title>Olá, pessoal! </title>
         <author>maryannesilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vocês podem visualizar o meu trabalho neste link: https://www.youtube.com/watchv=YKbFfGmPkm0<br><br><br>O arquivo é grande segundo o padlet.&nbsp;<br><br>Abraço,&nbsp;<br><br>M. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 14:54:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manifesto Antropofágico</title>
         <author>maryannesilva1</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1891766936</link>
         <description><![CDATA[<div><br><sub>Oswald (1928) basicamente alega que todos nós somos antropófagos, não no sentido canibalesco da palavra, mas referindo-se à apropriação cultural que fazemos do outro, nesse sentido, pensar no manifesto antropofágico é refletir justamente sobre a influência que as demais culturas exercem sobre a nossa como sendo um movimento de hibridização (mistura de culturas). Outro ponto interessante a ser considerado é a representação do canibalismo ( prática indígena que acreditava adquirir as qualidades dos outros após o consumo de carne humana) representada na obra Abaporu (acima) que significa: homem que come gente. É muito interessante pensar na ressignificação da cultura, mas não somente na estrangeira, na brasileira, valorizando e explorando mares dantes nunca navegados, corroborando assim, na construção da identidade dos "brasis". </sub><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 16:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boa tarde! pessoal.                                                        </title>
         <author>venicius23ufal</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1891767369</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A Semana de Arte Moderna de 1922 foi, no plano ideológico, a iniciativa de uma “oligarquia racista, reacionária e ao mesmo tempo modernista”, para servir aos interesses de classe da elite cafeicultora e a um projeto de hegemonia paulista, que via o Brasil como uma colônia a ser explorada pela metrópole de Piratininga.&nbsp;</blockquote><div>-&nbsp; Carlos Berriel <br><mark>Por Venicius Ramos</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 16:32:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Manifesto da Poesia Pau-Brasil </title>
         <author>venicius23ufal</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1891796547</link>
         <description><![CDATA[<div>“O Manifesto da Poesia Pau-Brasil” escrito por Oswald de Andrade em 1924 se propôs construir uma poesia de exportação para outros países, da mesma forma como aconteceu com o pau-brasil. A literatura brasileira desde do seu início é fruto das influências advindas da Europa (terra dos colonizadores).&nbsp;<br><br></div><div>Nesse texto, o modernista brasileiro busca revisitar o passado colonizador do Brasil, rejeitando a estética literária do academicismo, para que a valorização da identidade e cultura brasileira seja contemplada e valorizada pelo o mundo. Entendo, essa tentativa de exportação da poesia brasileira proposta por Andrade como uma investida de ruptura com as “cópias estéticas” da literatura europeia. Para ele é possível que os próprios brasileiros sejam capazes de escrever sobre o lugar e as pessoas de onde pertencem, criando um nacionalismo próprio. É observado isso, quando ele diz “A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. A contribuição milionária de todos os erros. Como falamos. Como somos.” (ANDRADE, 1924, p.3)<br><br></div><div>Oswald de Andrade entende que a cultura brasileira é plural e dinâmica, não é algo estável, como exemplo ele usa o português brasileiro falado de diversas formas por seus falantes, sendo uma língua composta de inúmeras variações linguísticas que representa um país permeado pela pluralidade cultural, racial, religiosa, geográfica, social e econômica.<br><br></div><div><strong><mark>Por Venicius Ramos </mark></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 16:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto da Poesia Pau-Brasil</title>
         <author>maryannesilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse manifesto é de suma importância, visto que recebe o nome do primeiro produto nativo (Pau-brasil), nesse sentido a sua representação na literatura desempenha um papel de exportar, não somente o produto, mas especialmente a cultura brasileira, como o carnaval e os aspectos linguísticos que permeiam a língua. Vale salientar também que esse manifesto funciona como uma centrífuga, pois faz uso do que estar intrinsecamente ligado à realidade brasileira e leva (exporta) para outros países.&nbsp;Dessa forma, nota-se o esforço para valorização da cultura brasileira, compreendendo assim que por meio da literatura houve a "consolidação" da identidade nacional que é, considero, pluralista, diversificada, miscigenada. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 16:59:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MANIFESTO ANTROPÓFAGO</title>
         <author>venicius23ufal</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892185260</link>
         <description><![CDATA[<div>“O Manifesto antropófago” idealizado por Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, ambos artistas participantes da Semana de Arte Moderna, tinham como objetivo de repensar a dependência cultural brasileira das culturas europeias. Pois a literatura brasileira desde do seu inicio trava uma “guerra” pela busca de sua identidade cultural e literária.&nbsp;<br><br></div><div>O texto escrito por Oswald de Andrade expressa um sentimento de “liberdade” e “rebeldia” contra todo o passado colonizador, devido ao apagamento dado a nossa arte e cultura. Para ele, é preciso que a arte brasileira seja capaz de produzir algo sem influências europeias.&nbsp;<br><br></div><div>Observo no texto de Andrade, um sentimento de exaltação da arte brasileira, sendo ela capaz de se desenvolver sem copiar o que está pronto. A partir da leitura, fica evidente que é possível uma absorção das artes brasileiras para a construção de uma cultura brasileira autêntica e plural.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto relevante, é o termo “manifesto”, ele me levanta muitas reflexões, analisando o termo semanticamente, percebo que Andrade se utiliza desse substantivo para expressar, o quanto ele deseja que o elemento real (realidade brasileira) fosse retratado nas artes (música, pintura, literatura, arquitetura e etc.)&nbsp; Afinal, temos muito oque&nbsp;falar/expressar/representar/desvelar sobre a nossa própria história marcada pelo apagamento e silenciamento posto a determinados sujeitos e fatos.&nbsp;</div><div><br><mark>Por Venicius Ramos</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 19:25:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões em torno do Modernismo - Parte 2 (Final)</title>
         <author>dafhinesantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Infelizmente o arquivo ficou muito longo, então deixo aqui o link do vídeo no google drive :)<br><br>— Dafhine Alves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 22:37:46 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões em torno do Modernismo - Parte 1</title>
         <author>dafhinesantos</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892486513</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente o arquivo ficou muito longo, então deixo aqui o link do vídeo no google drive :)<br>— Dafhine Alves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 22:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Na semana de arte moderna, percebe-se que a proposta dos artistas era &quot;assustar a burguesia que cochila na glória dos seus lucros&quot;, formada por fazendeiros de café. A Semana serviu para romper da arte brasileira, o tradicionalismo, não só pelas novidades apresentadas, como referência artística para a classe econômica dominante. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892532161</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a divulgação da Semana de Artes, foram usadas revistas, manifestos e grupos de adeptos que se reuniram para discutir as novas propostas.&nbsp;<br><br><br><br>Por Elisabete Jouse Venancio do Nascimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 23:24:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Semana de 22</title>
         <author>nevesvictor</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, pessoal!&nbsp;<br>Aqui apresento um breve resumo da Semana de 22.&nbsp;<br>-João Victor </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 23:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre  os textos o Manifesto Pau-Brasil, Manifesto Antropófago e Fabulações sobre a Identidade Brasileir</title>
         <author>lucasomena</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892616280</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 00:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>TUPI OR NOT TUPI </title>
         <author>lucasomena</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para compensar, queria apresentar, a quem não conhece, um curta-metragem, feito aqui em Alagoas, sobre o caso do bispo Sardinha.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=igbS-Kxwc_8" />
         <pubDate>2021-11-16 00:28:57 UTC</pubDate>
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         <title>O Movimento Antropofágico</title>
         <author>nevesvictor</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892622976</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento antropofágico foi uma manifestação cultural e artística que ocorreu durante a primeira fase do Modernismo no Brasil. No Brasil, o movimento antropofágico teve início com a publicação do primeiro manifesto antropófago ou antropofágico publicado por Andrade na revista Antropofagia, do estado de São Paulo, em 1928. Já na história, a antropofagia nada mais é que, o ato de comer ou devorar a carne de outra pessoa. Ela é usada para apontar atos ritualísticos, no qual acredita-se que, ao comer a carne de um outro homem, a pessoa estaria adquirindo também as suas habilidades. A ideia de usar a metáfora da antropofagia para intitular o movimento e seu manifesto partiu<br>da pintura Abaporu (1928), de Tarsila do Amaral.&nbsp;<br>Além de criticar a história do Brasil e as consequências do processo colonial,<br>a antropofagia estabelece um horizonte utópico. No manifesto, Oswald cria um passado em<br>que o matriarcado comunista substitui o sistema burguês patriarcal e despreza o processo<br>civilizatório exercido pelo europeu sobre o índio selvagem e antropófago. &nbsp;<br>A “valorização” das culturas nativas periféricas esteve sempre dentro do preconceito europeu de que civilizados são eles, outros selvagens. Não se pode esquecer que esta cultura do século XIX/XX ainda trabalha com a ideia de uma evolução humana comum. Esta abordagem legitima para o&nbsp; pensamento de que a Europa já estaria mais adiante na “evolução humana”. O modernismo bebeu e respirou, portanto, nasceu dentro desta abordagem eurocentrista e preconceituosa que, de forma um pouco modificada, está viva até hoje… Acreditar no “costume cultural” da Antropofagia do indígena brasileiro e de todos os povos periféricos, e construir um movimento a partir desta crença, mesmo querendo dignifica-la, ao meu ver eterniza a posição de “selvagem oposição ao civilizado”.<br><br><br>-João Victor&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 00:30:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manifesto da Poesia Pau-brasil </title>
         <author>nevesvictor</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892702474</link>
         <description><![CDATA[<div>O manifesto Pau-Brasil foi lançado em 1924 por Oswald de Andrade, o grande agitador do movimento, mas também um grande revolucionário, que pregou, com seu manifesto, o fim dos arcaísmos e da erudição na língua brasileira. “A poesia começa nos fatos.” Esta foi a primeira frase do manifesto Pau-Brasil. Oswald de Andrade já começa o seu texto com uma grande defesa do modernismo. Era preciso falar das coisas que estavam ali, ao redor de todos. Era preciso falar do cotidiano, falar das coisas próprias, genuínas do Brasil.&nbsp;<br>O manifesto Pau-Brasil foi uma consequência da semana de 22. Depois, Oswald trouxe o manifesto Antropofágico, um desdobramento do Pau-Brasil. Oswald de Andrade faz uma crítica relevante aos Brasileiros que renegam o país em que vive, e aos portugueses, que se dizem os “descobridores” de nossa terra. A população brasileira, que anteriormente deveria importar elementos de outra cultura, agora passa a ser vista como exportadora de costumes, crenças e riqueza cultura.&nbsp;<br>Apesar do movimento modernista ter sido recebido de maneira extremamente hostil, durante a semana de 22, ele atingiu em cheio a arte brasileira, transformando, de maneira definitiva e sem volta, a arte e a literatura nacional. O manifesto Pau-Brasil reflete a convulsão das ideias modernistas nesse primeiro momento pós semana de 22.<br><br><br>- João Victor&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:08:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modernismo no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892734182</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois da leitura dos textos sugeridos, é completamente possível averiguar a tamanha importância que este movimento artístico único e revolucionário que foi o Modernismo, iniciado em 22, em nossas terras tupiniquins. Pois, ao passarmos pelo texto <em>“Fabulações sobre a Identidade Brasileira, Reflexões em torno do modernismo”</em>, redigido por Lucia Helena, fica claro a relevância de revirarmos toda a historiografia de tal movimento que, como o próprio termo sugere, não só movimentou, como tirou tudo de seu lugar de origem e pôs tudo noutro, dando novas perspectivas e olhares que, se antes eram tentos, passaram a ser capazes de perceber que a mente humana, graças a todos os artistas contribuintes, é totalmente hábil de olhar tudo de outra forma, até pelo avesso. É justamente essa a intenção, virar tudo de pernas para o ar, escandalizar, expor o que há de mais humano para todos os seres humanos, mesmo aquilo que alguns não queiram ver. Um grande artista que fez isso de maneira magistral foi Oswald de Andrade, que, como podemos atestar em <em>“Manifesto antropófago”</em> e <em>“Manifesto da poesia pau-brasil”</em>, uma pequena amostra podemos saborear, em tudo, seja o que está escrito, como está escrito, o porquê, para quem, tudo.&nbsp;<br><br></div><div>Algo que já me despertou interesse logo de início foram os dizeres: “País de dores anônimas”, pois o não há coisa mais fácil do que abrimos qualquer aplicativo, seja YouTube, ou o próprio Google, e nos depararmos com as manchetes diárias: “200 mil casos de morte por Covid-19 relatados hoje”, e coisas afim. Como pode, tamanha atrocidade e tamanha proporção, mas todos são reduzidos a simples números. Cada uma dessas pessoas tiveram uma história, uma família, uma trajetória, toda uma vida pela frente, deixaram para trás pessoas que lembrarão para sempre. Mas enfim, apenas dores anônimas. É um retrato dantesco do mundo em que vivemos ainda hoje, depois de tantas décadas.&nbsp;<br><br></div><div>Outra genialidade que não poderia passar desapercebida é a sentença: “Tupi, or not tupi that is the question”. Notem o primor da escolha de palavras, citando uma das frases mais conhecidas de William Shakespeare, em Hamlet, percebam o como se utiliza da força da sonoridade das palavras “To be” (Ser) e substitui por “tupi”, injetando a brasilidade que pulsa em nós, em versos tão marcadamente europeus. Somos todos “Hamlets” em busca do que somos e não somos.<br><br></div><div>Compartilho dos dizeres de Lucia Helena ao citar Janus, a divindade romana de duas faces, uma voltada para frente e outra para trás, pois é justamente sobre isso o Modernismo, são os olhares tanto no passado, no Classicismo, Parnasianismo, como no futuro, a vanguarda, a quebra de toda estrutura construída naqueles, pondo tudo num só liquidificador poético e servindo a mais belo mistura artística que há.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:21:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892736170</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, quero externar aqui minha reflexão a respeito da semana de Arte Modena por meio de palavras e um vídeo:&nbsp;<br><br>Em 1922, a&nbsp; semana de Arte Moderna foi um marco para a história artística/literária brasileira. Ela foi importante no sentido de trazer o inovador, quebrando paradigmas e ideais correlacionados à forma tradicional&nbsp; de se fazer arte.&nbsp; A cultura brasileira foi enxergada&nbsp; pelos artistas causando uma valorização da nossa identidade.&nbsp;<br><br>A liberdade de expressão tornou-se um fator evidente a partir da semana de arte moderna. A nova visão de arte veio para modificar a forma arcaica, limitada e padronizada que os movimentos artísticos-políticos eram produzidos.&nbsp;<br><br>Vale destacar que, a princípio, tal movimento foi desvalorizado, visto como uma situação de desrespeito e incoerência. No entanto, um tempo depois teve grande destaque pois refletia a&nbsp; realidade do povo brasileiro, tornando-se algo cativante e interessante para aqueles que estavam amarrados em obras artísticas voltadas para os padrões europeus.<br><br><br>https://youtu.be/HIHmhXLeUKY<br><br>Quero falar um pouco sobre esse poema maravilhosooo ( não falei no vídeo porque ia ficar uma coisa muito longa ) kkkk talvez até cansativa ( se é que já não ficou 🥲). Masss, a subjetividade , a não preocupação com o passado nem o futuro e sim sim com o agora,&nbsp; chamaram muito a minha atenção nessa obra.&nbsp;<br><br>Muitas vezes nos preocupamos com coisas que aconteceram em nossas vidas e até mesmo com as que ainda vão acontecer, sendo que na verdade um não existe mais e o outro nem sabemos se existirá, pois o passado não volta e o futuro é incerto. Por isso tudo é agora, tudo é presente.&nbsp;<br><br>A autora é muito humilde, verdadeira e realista. Esse poema é muito reflexivo, ele mostra como a vida é incerta, é aquele coisa: viva o agora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:22:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Modernismo no Brasil</title>
         <author>vitorandre0298</author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892748473</link>
         <description><![CDATA[<div><br>(ERRATA: Publicando novamente por "Problemas Técnicos")<br><br>Depois da leitura dos textos sugeridos, é completamente possível averiguar a tamanha importância que este movimento artístico único e revolucionário que foi o Modernismo, iniciado em 22, em nossas terras tupiniquins. Pois, ao passarmos pelo texto <em>“Fabulações sobre a Identidade Brasileira, Reflexões em torno do modernismo”</em>, redigido por Lucia Helena, fica claro a relevância de revirarmos toda a historiografia de tal movimento que, como o próprio termo sugere, não só movimentou, como tirou tudo de seu lugar de origem e pôs tudo noutro, dando novas perspectivas e olhares que, se antes eram tentos, passaram a ser capazes de perceber que a mente humana, graças a todos os artistas contribuintes, é totalmente hábil de olhar tudo de outra forma, até pelo avesso. É justamente essa a intenção, virar tudo de pernas para o ar, escandalizar, expor o que há de mais humano para todos os seres humanos, mesmo aquilo que alguns não queiram ver. Um grande artista que fez isso de maneira magistral foi Oswald de Andrade, que, como podemos atestar em <em>“Manifesto antropófago”</em> e <em>“Manifesto da poesia pau-brasil”</em>, uma pequena amostra podemos saborear, em tudo, seja o que está escrito, como está escrito, o porquê, para quem, tudo.&nbsp;<br><br></div><div>Algo que já me despertou interesse logo de início foram os dizeres: “País de dores anônimas”, pois o não há coisa mais fácil do que abrimos qualquer aplicativo, seja YouTube, ou o próprio Google, e nos depararmos com as manchetes diárias: “200 mil casos de morte por Covid-19 relatados hoje”, e coisas afim. Como pode, tamanha atrocidade e tamanha proporção, mas todos são reduzidos a simples números. Cada uma dessas pessoas tiveram uma história, uma família, uma trajetória, toda uma vida pela frente, deixaram para trás pessoas que lembrarão para sempre. Mas enfim, apenas dores anônimas. É um retrato dantesco do mundo em que vivemos ainda hoje, depois de tantas décadas.&nbsp;<br><br></div><div>Outra genialidade que não poderia passar desapercebida é a sentença: “Tupi, or not tupi that is the question”. Notem o primor da escolha de palavras, citando uma das frases mais conhecidas de William Shakespeare, em Hamlet, percebam o como se utiliza da força da sonoridade das palavras “To be” (Ser) e substitui por “tupi”, injetando a brasilidade que pulsa em nós, em versos tão marcadamente europeus. Somos todos “Hamlets” em busca do que somos e não somos.<br><br></div><div>Compartilho dos dizeres de Lucia Helena ao citar Janus, a divindade romana de duas faces, uma voltada para frente e outra para trás, pois é justamente sobre isso o Modernismo, são os olhares tanto no passado, no Classicismo, Parnasianismo, como no futuro, a vanguarda, a quebra de toda estrutura construída naqueles, pondo tudo num só liquidificador poético e servindo a mais belo mistura artística que há.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:27:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anamedeiros29/h1r0lhmfw6scg9s4/wish/1892789726</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MANIFESTO ANTROPÓFAGO (ou antropofágico)<br></strong><br></div><div>Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente.<br><br></div><div>Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz.<br><br></div><div><strong>Tupi, or not tupi, that is the question.<br></strong><br></div><div>Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.<br><br></div><div>Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.<br><br></div><div>Estamos fatigados de todos os maridos católicos suspeitosos postos em drama. Freud acabou com o enigma mulher e com outros sustos da psicologia impressa.<br><br></div><div>O que atropelava a verdade era a roupa, o impermeável entre o mundo interior e o mundo exterior. A reação contra o homem vestido. O cinema americano informará.<br><br></div><div>Filhos do sol, mãe dos viventes. Encontrados e amados ferozmente, com toda a hipocrisia da saudade, pelos imigrados, pelos traficados e pelos touristes. No país da cobra grande.<br><br></div><div>Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental. Preguiçosos no mapa-múndi do Brasil.<br><br></div><div>Uma consciência participante, uma rítmica religiosa.Contra a Memória fonte do costume. A experiência pessoal renovada.<br><br>Somos concretistas. As ideias tomam conta, reagem, queimam gente nas praças públicas. Suprimarnos as ideias e as outras paralisias. Pelos roteiros. Acreditar nos sinais, acreditar nos instrumentos e nas estrelas.<br>Contra Goethe, a mãe dos Gracos, e a Corte de D. João VI.<br><br>A alegria é a prova dos nove.<br><br>A luta entre o que se chamaria Incriado e a Criatura – ilustrada pela contradição permanente do homem e o seu Tabu. O amor cotidiano e o modus vivendi capitalista. Antropofagia. Absorção do inimigo sacro. Para transformá-lo em totem. A humana aventura. A terrena finalidade. Porém, só as puras elites conseguiram realizar a antropofagia carnal, que traz em si o mais alto sentido da vida e evita todos os males identificados por Freud, males catequistas. O que se dá não é uma sublimação do instinto sexual. É a escala termométrica do instinto antropofágico. De carnal, ele se torna eletivo e cria a amizade. Afetivo, o amor. Especulativo, a ciência. Desvia-se e transfere-se. Chegamos ao aviltamento. A baixa antropofagia aglomerada nos pecados de catecismo – a inveja, a usura, a calúnia, o assassinato. Peste dos chamados povos cultos e cristianizados, é contra ela que estamos agindo. Antropófagos.<br><br>Contra Anchieta cantando as onze mil virgens do céu, na terra de Iracema, – o patriarca João Ramalho fundador de São Paulo.<br><br>A nossa independência ainda não foi proclamada. Frase típica de D. João VI: – Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça! Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte.<br><br>Contra a realidade social, vestida e opressora, cadastrada por Freud – a realidade sem complexos, sem loucura, sem prostituições e sem penitenciárias do matriarcado de Pindorama.<br><br>&nbsp;OSWALD DE ANDRADE em Piratininga, ano 374 da Deglutição do Bispo Sardinha.” (Revista de Antropofagia, Ano 1, No. 1, maio de 1928.)<br><br><br>Por <em>Elisabete Jouse Venancio do Nascimento<br><br><br><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:45:38 UTC</pubDate>
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         <title>Um modernista em 2021? - Jeferson Cajueiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>Criei essa poema como manifesto em defesa dos autores modernistas. Imaginei-me no lugar deles, no que compreende o interesse de alguns críticos em apagar/diminuir as conquistas de grandes escritores do movimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 13:50:11 UTC</pubDate>
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