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      <title>Educação do Campo no Brasil by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-17 11:11:29 UTC</pubDate>
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         <title>Educação no meio rural: uma história de exclusão</title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A educação rural no Brasil, por motivos sócio-culturais, sempre foi relegada a planos inferiores, e teve por retaguarda ideológica o elitismo acentuado do processo educacional, aqui instalado pelos jesuítas e a interpretação político-ideológica da oligarquia agrária conhecida popularmente na expressão: “gente da roça não carece de estudos. Isso é coisa de gente da cidade”. (anônimo) (LEITE, 1999 p.14).&nbsp;<br>&nbsp;As escolas rurais no Brasil foram construídas tardiamente, e sem o apoio necessário por parte do Estado para que se desenvolvesse. Até as primeiras décadas do século XX, a educação era privilégio de poucos, sobretudo, no meio rural. A educação rural não foi nem sequer mencionada nos textos constitucionais até 1891 (Brasil, 2002). Evidenciamos, na história da educação brasileira, o descaso das elites dominantes com a educação pública, particularmente, em relação às escolas rurais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:13:15 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios da Educação no Campo</title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os problemas da educação no Brasil são muitos, mas, no meio rural, a situação é mais complexa. Os currículos dessas escolas, geralmente, têm dado ênfase aos direitos básicos da cidadania e, portanto, de uma vida digna, reduzida aos limites geográficos e culturais da cidade, negando-se a reconhecer o campo como um espaço social e de constituição de identidades e sujeitos.&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Educação no e para o campo: possibilidades? </title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O paradigma da educação do campo concebe o campo como espaço de vida e resistência, onde camponeses lutam por acesso a terra e pela oportunidade de permanecer nela. Concebe a diversidade dos sujeitos sociais – agricultores, assentados, ribeirinhos,&nbsp; caiçaras, extrativistas, pescadores, indígenas, remanescentes de quilombos, enfim, todos os povos do campo brasileiro. Reconhece a importância da agricultura familiar ao reconhecer a diversidade do campo brasileiro. Além disso, no processo de redemocratização do Brasil, fortaleceram as lutas e a organização dos diferentes tipos de movimentos sociais, dentre eles, os organizados no campo, cujas agendas de reivindicações prevêem a extensão de direitos, como a educação. Essas mudanças no campo implicam a necessidade de um novo paradigma da educação do campo.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>GPTE (2005) - Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo</title>
         <author>jabesamori</author>
         <link>https://padlet.com/jabesamori/h17b4fojr6oxabst/wish/2052991624</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O GPTE (2005) defende os seguintes princípios pedagógicos de uma Educação do Campo: 1) o papel da escola é formar sujeitos, e isso deve articular-se a um projeto de emancipação humana; 2) é valorizar os diferentes saberes oriundos da diversidade de sujeitos no processo educativo; 3) é valorizar os diferentes espaços e tempos de formação dos sujeitos da aprendizagem, pois a educação do campo ocorre tanto em espaços escolares quanto fora deles; 4) é vincular a escola à realidade dos sujeitos; 5) é ter a educação como estratégia para o desenvolvimento sustentável; 6) desenvolver a autonomia e colaboração entre os sujeitos do campo e o sistema nacional de ensino.&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:29:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Estudiosos, como Arroyo, Caldart, Molina (2004) e Brandão (2003), defendem que o ensino desenvolvido no campo precisa ser revisto, deve ser coerente com o desenvolvimento do setor rural, levar em conta o “novo rural”, como também os aspectos rurais “tradicionais” que permaneceram. Faz-se necessário romper com a visão de que o campo é um espaço atrasado, de ignorância, sem cultura, sem vida, sem identidade. Mais do que fazer um “remendo”, é preciso humanizar e legitimar as dimensões políticas e pedagógicas da educação básica do campo.&nbsp;<br>&nbsp;É importante que a educação no campo se coloque na luta pelos direitos: direito ao saber, ao conhecimento, à cultura produzida socialmente. Arroyo, Caldart, Molina (2004) consideram a educação como direito do homem, da mulher, da criança, do jovem do campo. Para os autores, é fundamental que a educação pense o desenvolvimento levando em conta os aspectos da diversidade, da situação histórica particular de cada comunidade, os recursos disponíveis, as expectativas, os anseios dos que vivem no campo. O currículo das escolas do campo pode estruturar-se fundamentado em uma lógica de desenvolvimento que privilegie o ser humano na sua integralidade, possibilitando a construção da sua cidadania e inclusão social, colocando os sujeitos do campo de volta no processo produtivo com justiça, bem-estar social e econômico.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:31:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Pensar a educação do campo é pensar em estratégias que ajudem a reafirmar identidades do campo. Neste sentido, o governo brasileiro instituiu as Diretrizes Operacionais para a Educação básica nas Escolas do Campo, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação – Resolução CNE/CEB, n. 1, de 03 de abril de 2002. O documento é fruto da ação do GPTE, que consolidou reivindicações históricas das organizações e movimentos sociais que lutam por uma educação de qualidade para os diversos sujeitos, povos com identidades diversas que vivem no campo, como: agricultores familiares, trabalhadores rurais sem terra, quilombolas, assalariados rurais, povos da floresta, ribeirinhos, pescadores, extrativistas e outros. Ressalta-se que em fevereiro de 2004, o governo brasileiro criou, na estrutura do Ministério da Educação e Cultura (MEC), a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), que conta com a Coordenação Geral da Educação do Campo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 11:34:14 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>jabesamori</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Defendemos, portanto uma educação pública de qualidade, urbana e rural, para todos os grupos menos favorecidos que compõe a sociedade brasileira, dentre eles, aqueles que vivem no campo. Dessa maneira, compreendemos ser justa e necessária a luta daqueles que lutam por uma educação do campo, tendo em vista que esse movimento pode criar as condições materiais para se efetivar uma educação de qualidade para a população camponesa. No entanto temos ressalvas e defendemos a cautela para não exacerbar a reivindicação pelas especificidades do campo senão corremos o risco de cair somente na discussão do paradoxo entre escola do campo e escola da cidade e perdemos de vista a luta pelas melhorias da instrução pública&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 12:07:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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         <pubDate>2022-02-17 13:46:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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         <title></title>
         <author>jabesamori</author>
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