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      <title>Cardiopatias Congênitas_Canoas by Micheli Biasibetti</title>
      <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7</link>
      <description>Feito com o coração</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-02 17:31:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-28 17:47:19 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Transposição de grandes artérias - TGA</title>
         <author>rachellfalcao</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279197566</link>
         <description><![CDATA[<div>- Fisiopatologia&nbsp;</div><div>AA TGA (Transposição das grandes artérias) tem por sua definição a inversão transposta das artérias de maior calibre localizadas no miocárdio, geralmente acometida em maior frequência durante o período neonatal.</div><div>Todavia, no surgimento da patologia, apresenta-se morfologicamente a alteração transposta da artéria aorta e artéria pulmonar (descrita por ser uma concordância atrioventricular e discordância ventriculoarterial), acarretando assim, mistura de sangue rico em oxigênio com o sangue rico em gás carbônico. É classificada em três tipos:<br>&nbsp;a) Transposição das grandes artérias com forame permeável<br>&nbsp;b) Transposição das grandes artérias com comunicação interventricular (CIV)<br>&nbsp;c) Transposição das grandes artérias com obstrução da via de saída do VE</div><div><br>- Causas<br>A sua prevalência é mais evidente no sexo masculino e é caracterizada por ser uma cardiopatia de alta mortalidade nos primeiros meses de vida. Se não tratada, as chances de óbito podem chegar a 90% até o final do primeiro ano de vida.&nbsp;</div><div>Possui como causas do aparecimento da mesma: doenças de prevalência viral na gestação, idade maior que 40 anos, diabete gestacional, genética – com maior prevalência em algumas famílias - e idiopática. Podendo então se apresentar de forma assintomática durante muito tempo.</div><div>Fisiologicamente, o sangue que vem das veias cavas para o coração não realiza hematose, seguindo novamente pela aorta para a circulação corporal, e o sangue que segue dos pulmões não atinge o corpo como um todo, retornando assim novamente para os pulmões.<br>- Incidência e diagnóstico<br>&nbsp;0,218 e 0,442 por 1.000 nascidos vivos. 64% são do sexo masculino, o diagnóstico&nbsp; é realizado no período do neonatal através da ecocardiografia, o doppler é de extrema importância pois demonstra o fluxo sanguíneo na comunicação interatrial. Também pode ser realizado eletrocardiograma que possuirá achados&nbsp; como onda P apiculada demonstrando sobrecarga atrial direita e eixo com desvio a direita.<br>- Sinais e Sintomas<br>A cianose grave ocorre em poucas horas após o nascimento, seguida rapidamente por acidose metabólica secundária à deficiente oxigenação dos tecidos.</div><div>&nbsp;As manifestações clinicas dependem diretamente de fatores anatômicos e funcionais:<br><br>&nbsp;a) Transposição de grandes artérias (TGA) com septo intraventricular íntegro (fluxo pulmonar aumentado e pequena mistura interatrial)</div><div>- Cianose e taquidispnéia dentro de 12 a 24 horas após o nascimento</div><div>- Sopro contínuo com componente longo sistólico.&nbsp;<br><br></div><div>b) TGA com CIV grande (fluxo pulmonar aumentado e grande mistura interciculatória)</div><div>- Cianose discreta seguida de ICC</div><div>- Taquicardia e taquidispnéia&nbsp;</div><div>- Abaulamento do tórax e impulsões sistólicas</div><div>- Sopro sistólico</div><div>- B2 hiperfonética<br><br></div><div>c)TGA com obstrução da via de saída do VE (fluxo sanguíneo pulmonar diminuído ou aumentado)</div><div>- Cianose discreta ou moderada e sinais de ICC ausentes</div><div>- Sopro sistólico decorrente da estenose pulmonar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-09 20:30:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Transposição de grandes artérias - TGA</title>
         <author>rachellfalcao</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279206559</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;-Tratamento<br>&nbsp;A TGA é uma doença grave e o recém-nascido precisa ficar internado na UTI. É monitorizado e recebe uma medicação muito importante, chamada prostaglandina, que é indispensável para manter o canal arterial aberto e permitir a mistura de sangue entre as circulações do lado direito e esquerdo do coração. A cirurgia para transposição das grandes artérias se baseia na inversão da posição da artéria aorta e da artéria pulmonar, colocando-as na posição correta, para que o sangue que passa pelo pulmão e é oxigenado seja distribuído pelo corpo do bebê, permitindo que o cérebro e todos os órgãos vitais recebam oxigênio e o bebê sobreviva. A cirurgia para reposicionar as grandes artérias não deixa sequelas e o crescimento e desenvolvimento do bebê não é afetado.</div><div>&nbsp; Algumas situações impedem que a operação seja realizada. Crianças que chegam para cirurgia depois de um mês de idade ou que apresentam alguns defeitos associados podem requerer técnicas cirúrgicas outras para o tratamento da transposição como as cirurgias.&nbsp;<br>Conforme trata CAVENAGHI et al 2009, crianças cardiopatas tem grandes chances de desenvolver problemas respiratórios pós-cirurgia como atelectasia e pneumonia nosocomial, dessa forma o fisioterapeuta assume papel de extrema importância atuando no pré e no pós-operatório preparando o neonato para esses dois momentos, mantendo a higiene brônquica e mantendo a expansão pulmonar.<br>Algumas técnicas podem ser utilizadas como drenagem postural, vibração, compressão, aspiração, estimulação da tosse, exercícios respiratórios, dentre outras.</div><div>&nbsp;- Chance de sobrevida</div><div>Segundo Croti 2008, 28,7% das crianças evoluem para o óbito na primeira semana de vida, 51,6% no primeiro mês e 89,3% não sobrevivem até o primeiro ano caso não seja realizado o procedimento cirúrgico. <br><br>Bibliografia<br>&nbsp;CROTI, Ulisses Alexandre et al. <strong>Cardiologia e cirurgia cardiovascular pediátrica</strong>. Editora Roca, 2008. <br> Pereira de Oliveira. Roger. et al.&nbsp; Transposição Corrigida das Grandes Artérias: Apresentação Clínica Tardia, na Quinta Década de Vida. Arq Bras Cardiol 2008;91(4):e35 - e37. <br>Alexandre Sousa, Pedro. et. al. Cardiac resynchronization in a patient with congenitally corrected transposition of the great arteries.Portuguese Journal of Cardiology &nbsp; Publicado por Elsevier España, S.L. <a href="https://www.sciencedirect.com/science/journal/08702551/33/6">Volume 33, Issue 6</a>, June 2014, Pages 387.e1-387.e6 <br> CAVENAGHI, Simone et al. Importância da fisioterapia no pré e pós-operatório de cirurgia cardíaca pediátrica. <strong>Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery</strong>, v. 24, n. 3, p. 397-400, 2009.&nbsp;<br><br>Alunos:<br>Allysson<br>Barbara<br>David<br>Luiz Octávio<br>Rachel</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-09 22:02:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Persistência do Canal Arterial (PCA): </title>
         <author>dezatomasi</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279564874</link>
         <description><![CDATA[<div>O canal arterial ou ducto arterioso é uma estrutura tubular que conecta a aorta e a artéria pulmonar esquerda proximal (shunt), sendo essencial na circulação fetal. O fechamento funcional do canal arterial no recém-nascido a termo ocorre com 12 a 15 horas de vida, podendo ser alcançando, em alguns casos, até o 21º dia. No prematuro, o canal arterial permanece aberto por um período mais prolongado, e a frequência da persistência do canal arterial é proporcionalmente maior quanto mais imaturo for o recém-nascido. A PCA é uma doença congênita caracterizada pelo não fechamento deste ducto arterioso, sendo uma anormalidade mais comum em prematuros, mas sua incidência varia em diferentes estudos e pode variar no formato e nas dimensões que ocorre. Na criança com PCA, o sangue passa da aorta para as artérias pulmonares, aumentando o fluxo de sangue nos pulmões e sobrecarregando o trabalho do coração. As conseqüências do não-fechamento podem incluir: cansaço, notado principalmente durante a amamentação, infecções respiratórias dificuldade para respirar, aumento da frequência cardíaca, dificuldade para ganhar peso, podendo evoluir para insuficiência cardíaca e hipertensão pulmonar.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-10 18:32:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Persistência do Canal Arterial (PCA)</title>
         <author>evelynzalamena</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279622184</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Diagnóstico&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;O diagnóstico é feito a partir de um cardiologista pediátrico, que além da história clínica e exame físico, confirmará o diagnóstico com eletrocardiograma, raio-x de tórax e ecocardiograma, dependendo do tamanho da abertura do canal ou ducto o diagnostico é mais difícil de ser feito, não sendo aparente em alguns exames de imagens mas presente na ausculta cardíaca com som de sopros.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Tratamento</strong></div><div>&nbsp;Pode ser necessária a intervenção cirúrgica cardíaca para fechamento da PCA no bebê prematuro,&nbsp; dependendo do sucesso do tratamento com medicação que auxilia no fechamento da PCA também.&nbsp;</div><div>Nos outros casos,&nbsp; praticamente todos os pacientes podem ser tratados pelo cateterismo cardíaco.</div><div>Na cirurgia, um cateter é levado até o coração, entrando por uma veia e uma artéria da perna, e uma pequena peça (prótese) é colocada para fechar o PCA. O procedimento é considerado de baixo risco.</div><div>&nbsp;Já no tratamento fisioterapêutico, foram encontrados dados sobre o tratamento pré-operatório na prevenção de complicações pulmonares em cirurgia cardíaca pediátrica, nos quais, mostraram a efetividade e&nbsp; redução&nbsp; do risco de desenvolvimento de complicações.O estudo incluiu técnicas desobstrutivas e reexpansivas, apoio abdominal, além de orientação aos pais ou acompanhantes e aos pacientes maiores com capacidade de colaboração. No pós-operatório, houve ênfase na desobstrução de vias aéreas, na reexpansão pulmonar e na mobilização precoce. As seguintes técnicas foram aplicadas: posicionamento ou drenagem postural, mobilização, hiperinsuflação manual, percussão, vibração, aspiração, tosse, exercícios respiratórios.<br><br>Bibliografia<br>&nbsp;FELCAR, Josiane Marques et al. Fisioterapia pré-operatória na prevenção das complicações pulmonares em cirurgia cardíaca pediátrica. <strong>Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery</strong>, v. 23, n. 3, p. 383-388, 2008.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-10 21:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comunicação Interatrial (CIA)</title>
         <author>gestaotst_lc</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279635985</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fisiopatologia<br></strong><br></div><div>A comunicação interatrial (CIA) é definida como uma abertura congênita total ou parcial, do septo interatrial, que por sua vez apresenta um orifício que comunica o átrio direito com o esquerdo, acarretando a mistura de sangue oxigenado com sangue desoxigenado. Representando aproximadamente 5% a 10% de todos os defeitos cardíacos congênitos. Tem predominância em pacientes do sexo feminino .</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:186,&quot;url&quot;:&quot;https://lh5.googleusercontent.com/MZTZCdyp551WK1fujyy4xkslgN4dcoHSQHwvIBBOo5XBeCyxpS66eIP997H_pCIxuTIN6sv7DPlmON8gxgUjxtJSrjPRNnX90Q=w300-h198&quot;,&quot;width&quot;:281}" data-trix-content-type="image"><img src="https://lh5.googleusercontent.com/MZTZCdyp551WK1fujyy4xkslgN4dcoHSQHwvIBBOo5XBeCyxpS66eIP997H_pCIxuTIN6sv7DPlmON8gxgUjxtJSrjPRNnX90Q=w300-h198" width="281" height="186"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>&nbsp;Aproximadamente entre a 3ª e 6ª semana de vida intrauterina</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Átrio primitivo deve sofrer processo de septação.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Processo de má-formação na diferenciação celular</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Alteração desenvolvimento do coração e das estruturas Adjacentes<br><br></div><div>Alterações na velocidade e direção do fluxo de sangue para os diversos orgãos e sistemas. <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:193,&quot;url&quot;:&quot;https://lh4.googleusercontent.com/Z-BuBpAuVKft1ZW_QT2y_0sFNbYw26lSZEaKPfda4sYYO7_-PFPd3QoCWCAO0B4kPEw9LR73K0DcnnNJ7R0v5iD4gBqO-bFtLA=w300-h307&quot;,&quot;width&quot;:188}" data-trix-content-type="image"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/Z-BuBpAuVKft1ZW_QT2y_0sFNbYw26lSZEaKPfda4sYYO7_-PFPd3QoCWCAO0B4kPEw9LR73K0DcnnNJ7R0v5iD4gBqO-bFtLA=w300-h307" width="188" height="193"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><strong>CIA pode ser de 3 tipos anatômicos</strong>:&nbsp;<br><br></div><div>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ostiumsecundum: Mais freqüente 90%. Está localizado no meio do septo atrial. É uma passagem entre os átrios localizada na porção cranial do septo, próximo à desembocadura da veia cava superior.</div><div>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ostiumprimum : Localizado na margem inferior do septo, valva atrioventricular.&nbsp;</div><div>3-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Tipo seio venoso: Este tipo ocorre na Porcão Superior do septo, junto a veia cava que traz sangue do corpo para o coração.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Causas&nbsp;<br></strong><br></div><div>Fatores genéticos e ambientais;&nbsp;</div><div>Infecções (Ex. Rubéola materna)&nbsp;</div><div>Substâncias tóxicas (acometem o desenvolvimento do embrião em um estágio crucial para a formação do coração);</div><div>Esposição a radiação;&nbsp;</div><div>Efeitos medicamentosos;</div><div>Deficiência nutricional; Uso de drogas, álcool;</div><div>Pode estar associada algumas vezes com outras desordens genéticas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Sinais e Sintomas<br><br></strong>O sintoma mais comum de apresentação é a dispnéia de esforço (65%), seguida de palpitação decorrente de arritmia atrial (20%) e dor torácica que geralmente não tem característica anginosa. Quase sempre está presente um sopro sistólico pulmonar tipo ejeção por causa do fluxo aumentado da valva pulmonar. Crianças são geralmente assintomáticos no início da vida, embora existam relatos ocasionais de insuficiência cardíaca congestiva e pneumonia recorrente nos primeiros anos de vida.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Diagnóstico</strong></div><div># O diagnóstico de CIA baseia-se na história clínica, no exame físico e exames complementares. A lesão muitas vezes só é notada no início da idade adulta, seja por um exame físico ou radiografia de tórax.&nbsp;</div><div># Em 90% dos pacientes portadores de CIA, o ECG mostra bloqueio de ramo direito.&nbsp;</div><div>Raio X de tórax, geralmente apresenta aumento de átrio e ventrículo direitos e artéria pulmonar devido à circulação encontrar-se aumentada.&nbsp;</div><div># Também pode ser feito o diagnóstico através de técnicas invasivas como o cateterismo cardíaco, medida do fluxo pulmonar ou sistêmico, diagnóstico anatômico completo, medidas das pressões intracardíacas e resistência vascular pulmonar.</div><div>&nbsp;<br><strong>Tratamento<br><br></strong>O fechamento cirúrgico de uma CIA tem por objetivo reverter as anormalidades hemodinâmicas e prevenir as complicações incluindo insuficiência cardíaca, embolização paradoxal e doença vascular pulmonar irreversível. Para os pacientes com hipertensão pulmonar, poderá ser recomendado o fechamento se existir um shunt esquerda-direita líquido de pelo menos 1,5:1, evidência de reatividade vascular pulmonar quando provocada por um vasodilatador pulmonar ou se, na biópsia pulmonar, existir evidência de que as alterações arteriais pulmonares são potencialmente reversíveis.</div><div>Técnicas para fechamento de CIA:</div><div>Cirurgia Convencional:O fechamento do defeito do septo atrial é feito através de uma atriotomia direita usando um patch de pericárdio para defeito de seio venoso e defeito do septo atrial (DSA) tipo ostium primum.</div><div>Fechamento por implante de dispositivo percutâneo:Exige o emprego de uma prótese, o tratamento é alternativo e deve oferecer resultados equivalentes ao do tratamento cirúrgico.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Chance de sobrevida<br></strong><br></div><div>A taxa de mortalidade é baixa, e a sobrevida pós-operatória é comparável àquela de uma população normal. Em uma criança assintomática, a decisão para intervir é baseada na presença de dilatação do coração direito e de uma CIA significante (&gt; 5 mm) que não mostre nenhum sinal de fechamento espontâneo, o qual poderá ocorrer dentro do primeiro ano de vida.<br><br></div><div><strong><em>Vídeos complementares</em></strong><strong><br></strong><br></div><div><a href="https://youtu.be/dsWyaFESC6M">https://youtu.be/dsWyaFESC6M<br></a><br></div><div>https://www.youtube.com/watch?v=inE9kB_eJ7I<br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong>SANTORO, D. C.; JESUS, J. de; GUEDES, P. Avaliação diagnóstica de enfermagem na comunicaçãointeratrial: relato de experiência. Esc. Anna Nery R. Enferm., Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 319-325, ago. 2002.</div><div>&nbsp;</div><div>Silveira AC, et al. Comunicação Interatrial. Revista Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba. 2008; acesso em 09 de set de 2018.<br><br></div><div>Fontes VF, Pedra CAC. Fechamento Percutâneo da Comunicação Interatrial. Arquivo Brasileiro de Cardiologia 2002 Set; 79(3): 319-322.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-10 22:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>Comunicação Interventricular (CIV)                                                                                                                                                                  Fisiopatologia e causas:Defeito congênito do septo interventricular que permite a passagem de sangue entre os ventrículos, causando uma sobrecarga no volume de sangue que vai para os pulmões.Etiologia ainda desconhecida, pode estar associada à síndrome de Down. Em adultos, complicações de infarto do miocárdio.Incidência e diagnóstico:A incidência tem aumentado, devido ao diagnóstico precoce por ecografia 2D com Doppler.Sinais e sintomas:Período neonatal é assintomático.Após duas semanas de vida, iniciam os sintomas e o surgimento do sopro.Shunts moderado - pode ter dispneia ao sugar e pneumopatias de repetição ou a &quot;síndrome do bebê chiador&quot;.Grandes shunts - Assintomático (insuficiência cardíaca), gemente, apresenta-se agitado, com taquidispnéia e sudorese fria que piora ao sugar, as vezes com discreta cianose de extremidades, déficit pondoestatural, oligúria, tiragem intercostal e diafragmática e pneumopatias de repetição.Tratamento: Em 90% dos casos se fecha espontaneamente até 1 ano de idade. Para os casos graves, são realizados procedimentos cirúrgicos.Chance de sobrevida:Estima-se que a mortalidade fetal por cardiopatia congênita seja elevada, variando de 15% a 25% dos casos.</title>
         <author>sariniss</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279645404</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Bibliografia:<br>Vademecum de clínica médica, volume 2²<br><br>Alunos: Débora Cheme, Renata Machado, Sarini Silva e Winie Rodrigues&nbsp;<br><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-10 23:14:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tetralogia de Fallot</title>
         <author>Inajara</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/h0y45thvbtq7/wish/279652683</link>
         <description><![CDATA[<div>*Fisiopatologia e causas:<br>Compreende um conjunto de defeitos causados por uma</div><div>alteração anatômica, o desvio ântero-superior do septo infundibular, levando à obstrução do trato de saída do ventrículo</div><div>direito, a hipertrofia ventricular direita, a comunicação interventricular (CIV) ampla e a dextroposição da aorta.</div><div>Como consequência, existe uma diminuição da quantidade de oxigênio no sangue, levando à cianose, policitemia e hipóxia. A hipóxia é</div><div>encontrada com frequência, predispondo os pacientes a acidentes cerebrovasculares.</div><div>A TF pode estar associada a outras anomalias congênitas, como: anomalias das artérias coronárias, veia cava superior persistente, agenesia da válvula pulmonar, ventrículo direito com dupla câmara de saída, defeito septal auriculoventricular.<br>* Incidência e diagnóstico:<br>A síndrome de Fallot é entre as cardiopatias congênitas a mais comum, presente em cerca de 10%.&nbsp;<br>Seu diagnóstico é feito através de exame físico e com exames de imagem complementares.&nbsp;<br>Os dois exames principais são o RX de tórax que irá mostrar o coração com uma hipertrofia e será possível também visualizar o arco da artéria pulmonar, e o Ecocardiografia com Doppler, que oferece informações anatômicas e hemodinamicas.<br><br>* Sinais e sintomas<br>Diminuição da quantidade de oxigênio no sangue, que leva a cianose,policitemia e hipóxia.</div><div>O paciente possui intolerância ao exercício, fraqueza, dispneia, ansiedade assim como baixo desenvolvimento pondo-estatura, policitemia compensatória que causa transtornos isquêmicos, principalmente neurológicos&nbsp; e baqueteamento digital . Na ausculta ouve -se murmúrio sistolico do tipo ejeção originado pela estenose.</div><div>Sopro sistólico.</div><div>Policitemia (aumento de glóbulos vermelhos sanguíneos), devido ao estímulo à eritropoiese, resultante da hipoxemia (baixa oxigenação sanguínea).</div><div>Baqueteamento digital (dedos em forma de baqueta de tambor).</div><div>É comum haver dificuldade para respirar, ficar muito cansado aos mínimos esforços ou nervoso e, ocasionalmente, perder a consciência.</div><div>Geralmente a doença interfere no crescimento e no desenvolvimento normais da criança.</div><div><br>* Tratamento<br>O tratamento consiste no uso de vasodilatadores e cirurgia&nbsp;</div><div>A cirurgia costuma ser realizada no primeiro ano de vida, quando são descobertos os primeiros sintomas e é confirmado o diagnóstico, seguida de tratamento contínuo.&nbsp;<br><br>Cirurgias&nbsp;</div><div>Reparo intracardíaco: &nbsp;</div><div>Cirurgia para corrigir um buraco entre as câmaras do coração. Este é o principal tipo de tratamento para a tetralogia de Fallot, sendo feito a coração aberto de forma a permitir que o médico corrija as alterações cardíacas e melhore a circulação do sangue, aliviando todos os sintomas.&nbsp;<br><br></div><div>Cirurgia temporária:&nbsp;</div><div>O médico pode recomendar fazer uma cirurgia temporária no caso de bebês que são muito pequenos ou fracos para passarem por uma cirurgia grande. &nbsp;</div><div>O cirurgião faz apenas um pequeno corte na artéria para permitir a passagem de sangue para os pulmões, melhorando os níveis de oxigênio.&nbsp;</div><div><br></div><div>Esternotomia mediana: Ocorre a abertura cirúrgica do esterno.<br><br>*Cuidados médicos&nbsp;</div><div>Monitoramento de uma condição médica em vez da adoção de medidas imediatas. Em alguns casos podem surgir algumas complicações como arritmia ou dilatação da artéria aorta podendo ser necessário tomar remédios para o coração ou fazer novas cirurgias para corrigir os problemas.&nbsp;</div><div><br>*Medicamentos&nbsp;</div><div>Vasodilatador:&nbsp; Dilata os vasos sanguíneos.&nbsp;<br><br></div><div>* Chance de Sobrevida&nbsp;</div><div>A sobrevivência destas crianças é elevada, crescendo normalmente integradas na comunidade escolar e social.&nbsp;</div><div>A maioria dos pacientes necessitam de intervenção cirúrgica, caso se espere por sua sobrevida além dos primeiros anos da infância.&nbsp;</div><div>Em casos menos severos, foram relatados casos de sobrevida de pacientes em seus 80 anos. A causa mais comum de mortalidade em pacientes com Tetralogia De Fallot é a arritmia ventricular, pelo que é imprescindível a monitorização cardíaca contínua, sobretudo na idade adulta.<br><br>* Tratamento fisioterapêutico em pré e pós operatório de Tetralogia de Fallot:<br><br>&nbsp;A inserção do fisioterapeuta na equipe multiprofissional é amplamente solicitada tanto no período pré-operatório quanto no pós, a fim de atingir condições clínicas que permitem manuseio nas repercussões respiratórias e motoras das internações frequentes e sequelas das complicações.<br>O objetivo do tratamento fisioterapêutico é a higiene brônquica e redução do desconforto respiratório, a fim de propiciar conforto e condições para melhora da oxigenação, que é, por sua vez, inerente à correção cirúrgica proposta.<br>A fisioterapia pode fazer-se indispensável na equipe clínico-cirúrgica, avaliando e autorizando ou não a liberação do paciente para a cirurgia. Baseando-se no seu estado clínico prévio e sua condição cardiopulmonar identifica-se possíveis complicações pulmonares pós-operatórias, se este paciente for liberado prematuramente.<br><br>No período pré-operatório, são avaliadas as repercussões respiratórias da cardiopatia congênita. Os distúrbios neuromotores são notados, mas não tratados nessa fase a fim de diminuir o gasto metabólico, evitando a descompensação da condição cardíaca.<br><br>A fisioterapia pós-operatória, portanto, consiste em diminuir as complicações instaladas, com o uso das manobras de higiene brônquica, mudanças de decúbito, drenagem postural associada a manobras, ambú combinado com manobras de vibrocompressão e aspiração da cânula ao término das manobras.<br>É imprescindível o cuidado de manter sempre a criança portadora de cardiopatia em decúbito elevado, a fim de favorecer a mecânica respiratória e a hemodinâmica, reduzindo assim a pós-carga ventricular. Especial atenção deve ser dada ao tipo e tamanho da incisão cirúrgica, bem como aos locais de inserção de drenos, para proporcionar conforto e o mínimo possível de dor durante a terapia.</div><div><br>Bibliografia:<br>FRAZÃO, Dr. Arthur, Revista brasileira Tua Saúde, Hospital Israelita A. Einstein, 2006&nbsp;<br><br>CAMPOS, Marta Sofia Gomes. Tetralogia de Fallot: uma cardiopatia com fisiopatologia e evolução variáveis. 2014.&nbsp;<br><br></div><div>LACERDA, Arnnon Araújo et al. Tetralogia de Fallot: aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos/Tetralogy of Fallot: clinical, diagnostic and therapeutic aspects. <strong>Revista Multiprofissional em Saúde do Hospital São Marcos</strong>, v. 1, n. 1, p. 50-7, 2013<br><br>BETTENCOURT, Melissa O. G. P. Almeida, Tratamento fisioterapêutico no pré operatório&nbsp; de Tetralogia de Fallot em pediatria, Revista Nova Fisio, 2018</div><div><br>Alunos: Amanda, Inajara, Juliana, Malu e Thalisson</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-10 23:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Persistência do Canal Arterial (PCA)</title>
         <author>gabithays_sa</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>- Fisiopatologia<br>&nbsp;O canal arterial, na vida intra-útero, comporta-se como um conduto arterial vital para o satisfatório desenvolvimento do feto, uma vez que desvia mais da metade do débito cardíaco para a circulação sistêmica e umbilico-placental. Ao nascimento, ante a elevação sanguínea da pressão de oxigênio, ocorre a constrição desse canal, concomitantemente à dilatação da circulação pulmonar, estabelecendo, dessa forma, um novo padrão circulatório no recém-nascido.&nbsp; <br>&nbsp;O fechamento funcional do canal arterial do recém-nascido (RN) de termo ocorre em 48 horas após o nascimento e em até 72 horas em 90% dos recém-nascidos com mais de 30 semanas de idade gestacional. Quando o ducto permanece aberto após 72 horas pode-se considerar a Persistência do Canal Arterial (PCA). <br>&nbsp;Enquanto a pressão arterial pulmonar é alta, não há sintomas, mas a medida que a pressão diminui, começa a haver shunt esquerdadireita (E-D), aumentando o fluxo de sangue ao pulmão, com sobrecarga do ventrículo esquerdo (VE). Este aumento da pressão vascular pulmonar pode determinar a ocorrência de um vazamento pelos capilares pulmonares, com edema pulmonar, aumento da resistência das vias aéreas, e à medida que o tempo passa, as condições do RN pioram, com seu pulmão&nbsp; ficando mais rígido, gerando um roubo sistêmico de sangue que pode levar a hipotensão arterial.<br>&nbsp;O aumento do fluxo sanguíneo para os pulmões pode levar à hemorragia, com redução significativa da complacência pulmonar, secundária ao dano dos capilares pulmonares em consequência ao aumento do fluxo sanguíneo aos pulmões. Assim, pode ser observado que há várias repercussões agudas do aumento do fluxo sanguíneo pulmonar.<br><br>Bibliografia<br>&nbsp;MARGOTTO, Paulo Roberto; BRITTO PERDIGÃO, Wrssula; BRITO POGUE, Huri. <strong>Protocolo para persistência do canal arterial</strong>. 2015.&nbsp; FAGIONATO LOCALI, Rafael et al. <strong>Tratamento da persistência de canal arterial em recém-nascidos prematuros: análise clínica e cirúrgica</strong>. &nbsp;</div><div>Arq. Bras. Cardiol. vol.90 n.5 São Paulo Maio 2008.&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-11 00:26:31 UTC</pubDate>
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         <title>Persistência do Canal Arterial</title>
         <author>gabrielgstudenikow</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os sinais e sintomas vão depender do tamanho do PCA e podem ser:<br><br></div><ul><li>sopro cardíaco;</li><li>dificuldade para ganhar peso;</li><li>cansaço;</li><li>taquipneia</li><li>infecções respiratórias frequentes.</li></ul><div><strong>Diagnóstico </strong></div><div> O diagnóstico é feito a partir de um cardiologista pediátrico, que além da história clínica e exame físico, confirmará o diagnóstico com eletrocardiograma, raio-x de tórax e ecocardiograma, dependendo do tamanho da abertura do canal ou ducto o diagnostico é mais difícil de ser feito, não sendo aparente em alguns exames de imagens mas presente na ausculta cardíaca com som de sopros. </div><div> </div><div><strong>Tratamento</strong></div><div> Pode ser necessária a intervenção cirúrgica cardíaca para fechamento da PCA no bebê prematuro,  dependendo do sucesso do tratamento com medicação que auxilia no fechamento da PCA também. </div><div>Nos outros casos,  praticamente todos os pacientes podem ser tratados pelo cateterismo cardíaco.</div><div>Na cirurgia, um cateter é levado até o coração, entrando por uma veia e uma artéria da perna, e uma pequena peça (prótese) é colocada para fechar o PCA. O procedimento é considerado de baixo risco.</div><div> Já no tratamento fisioterapêutico, foram encontrados dados sobre o tratamento pré-operatório na prevenção de complicações pulmonares em cirurgia cardíaca pediátrica, nos quais, mostraram a efetividade e  redução  do risco de desenvolvimento de complicações.O estudo incluiu técnicas desobstrutivas e reexpansivas, apoio abdominal, além de orientação aos pais ou acompanhantes e aos pacientes maiores com capacidade de colaboração. No pós-operatório, houve ênfase na desobstrução de vias aéreas, na reexpansão pulmonar e na mobilização precoce. As seguintes técnicas foram aplicadas: posicionamento ou drenagem postural, mobilização, hiperinsuflação manual, percussão, vibração, aspiração, tosse, exercícios respiratórios.<br> <br> Bibliografia<br>  FELCAR, Josiane Marques et al. Fisioterapia pré-operatória na prevenção das complicações pulmonares em cirurgia cardíaca pediátrica. <strong>Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery</strong>, v. 23, n. 3, p. 383-388, 2008. <br><br>Alunos: Andreza, Evelyn, Gabriela, Leandra, Sergio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-11 01:58:45 UTC</pubDate>
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