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      <title>Mapa Mental Filosofia by CAUÂNNY EUGÊNIA MENDONÇA SILVA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-13 01:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aristóteles em novas perspectiva: Introdução a teoria dos quatro discursos </title>
         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:16:02 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[<div>A privação, segundo Aristóteles, é uma anormalidade, e a definição de uma<br>espécie expressa justamente o que nela é normal, ou melhor, normativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:17:13 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[<div>Homóloga e complementarmente, cada ente material tem, na sua forma sensível, a expressão do seu princípio interno de organização, que constitui o seu aspecto inteligível. Por uma sucessão de depurações abstrativas, o conhecimento consiste em captar então o inteligível no sensível (e não fora e acima dele, com o pretendia o platonismo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:17:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cems31</author>
         <link>https://padlet.com/cems31/h0rthpqo5c3mcjfr/wish/2260180911</link>
         <description><![CDATA[<div>Karl Marx, grande admirador de Aristóteles, tiraria depois a conclusão&nbsp; ao observar que no homem o conhecimento pelos sentidos não é uma simples função animal,<br>mas é, desde o início, sensitividade humana. E Maurice Pradines iria mais além, com uma grandiosa tentativa de descrever a atuação oculta da inteligência racional imbricada na sensibilidade, com o uma bússola secreta que dirige os<br>primeiros ensaios cognitivos do recém -nascido. O homem não é racional só quando raciocina, mas também de forma implícita quando percebe e imagina. Ele não poderia humanizar-se nunca se já não fosse humano desde o início.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:19:13 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na metafísica aristotélica cada ser tem uma enteléquia, ou finalidade imanente, que o define e ocultamente o dirige para a meta em que se realiza plenamente, é claro que a razão, como enteléquia, dirige desde dentro a evolução cognitiva do homem até a plena efetivação da potência que o define. Deste modo, a razão não “surge” de repente e desde fora, sobrepondo-se à imaginação e às sensações, mas já está de algum modo embutida, imbricada e agente na sensitividade e, depois, na imaginação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:21:34 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
         <link>https://padlet.com/cems31/h0rthpqo5c3mcjfr/wish/2260181996</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Aristóteles, o processo cognitiva é uma unidade orgânica que vem das sensações, passa pela imaginação, se eleva ao pensamento e chega à organização racional do mundo, sem salto nem descontinuidade, do mesmo modo o método do conhecimento, o <em>Organon </em>ou instrumento metodológico que estrutura a atividade científica, deveria ser também uma unidade coesa, a expressão de um organismo em evolução sem hiatos. Ele deveria abarcar todas as modalidades de conhecimento, do sensitivo ao racional, estabelecendo os elos e passagens de um a outro, bem como as conversões e retornos, de modo que víssemos as etapas desenvolvendo-se umas de dentro das outras, sem ruptura.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:22:46 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando examinam os os escritos metodológicos de Aristóteles, o <em>Organon</em>, tal com o o conhecem os hoje na forma consagrada da seleção feita por Andrônico de Rodes e repetida em todas as edições posteriores do corpus<br>aristotélico, vem os que ele já começa do conhecimento racional para cima; ocupa-se da ciência dos conceitos com o se estes fossem causa sui e não requeressem, com o condição prévia, uma ciência das imagens. Comparada com<br>a sua gnoseologia, com a sua antropologia e com a sua cosmologia, a metodologia de Aristóteles parece uma estátua que, começando da cintura para<br>cima, boiasse no ar sem pernas nem pedestal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:25:28 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
         <link>https://padlet.com/cems31/h0rthpqo5c3mcjfr/wish/2260182944</link>
         <description><![CDATA[<div>A história dos manuscritos de Aristóteles é um verdadeiro romance de aventuras, no qual a maior parte dos personagens termina morta ou desaparecida. Talvez entre esses desaparecidos estivesse uma metodologia do conhecimento imaginativo. Qualquer que seja o caso, o que passou para a História com o metodologia de Aristóteles é o que está no <em>Organon</em>, e só.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:26:36 UTC</pubDate>
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         <author>cems31</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante toda a Idade Média, o <em>Organon </em>desempenhou, no ensino superior da filosofia, o papel de instrumento e de propedêutica filosófica que lhe fora originariamente<br>destinado, sem que suscitasse qualquer estranheza o fato de que ele abria acesso somente às ciências e à filosofia, mas não a qualquer forma de conhecimento imaginativo. Não é estranho que isto ocorresse numa época em que as artes se desenvolveram pelo menos tanto quanto a filosofia, e em que os princípios da arquitetura (para mencionar só uma das artes) guardam uma relação tão estreita<br>com os princípios do pensamento lógico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:29:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cems31</author>
         <link>https://padlet.com/cems31/h0rthpqo5c3mcjfr/wish/2260184104</link>
         <description><![CDATA[<div>O Renascimento, com o todo mundo sabe, veio com<br>uma revalorização das letras, da poesia e da retórica, que passaram a ter uma projeção cultural que lhes fora negada na Idade Média, com o primado da<br>filosofia acadêmica. Essa revalorização ocorre j unto e em parte graças à redescoberta da Poética aristotélica, de modo que Aristóteles, no instante mesmo em que acreditam destroná-lo no campo científico, ressurge como patrono do<br>renascimento literário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 01:31:03 UTC</pubDate>
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