<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Suicídio entre os jovens by Jackson Nunes</title>
      <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-23 16:36:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-15 02:49:48 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Jackson Nunes</title>
         <author>jaja_guima</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199670560</link>
         <description><![CDATA[<div>Durkheim diferencia basicamente três tipos de suicídio:&nbsp;<br><br>Suicídio egoísta&nbsp;<br>É um ato que se reveste de individualismo extremado. É o tipo de suicídio que predomina nas sociedades modernas e é geralmente praticado por aqueles indiví... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/sociologia/suicidio-3-tipos-de-suicidio-egoista-altruista-e-anomico.htm?cmpid=copiaecola<br><br>Uma interessante abordagem do sociólogo, que pode ser base argumentativa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 16:39:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199670560</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Marcus Ribeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199674165</link>
         <description><![CDATA[<div>O número de mortes aumentou 34% no Brasil. Ainda assim, o assunto segue silenciado, escondido e pouco discutido. A solução é abrir a boca.<br>No Brasil, 32 pessoas tiram a própria vida&nbsp;diariamente.<br><a href="https://www.google.com.br/amp/s/super.abril.com.br/sociedade/sim-o-melhor-e-falar-sobre-suicidio/amp/">https://www.google.com.br/amp/s/super.abril.com.br/sociedade/sim-o-melhor-e-falar-sobre-suicidio/amp/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 16:45:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199674165</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Marcus Ribeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199764469</link>
         <description><![CDATA[<h1>13 Reasons Why, Jogo Baleia Azul: o Suicídio e a Influência da mídia.</h1><div><a href="http://essaseoutras.xpg.uol.com.br/13-reasons-why-jogo-baleia-azul-o-suicidio-e-a-influencia-da-midia/">http://essaseoutras.xpg.uol.com.br/13-reasons-why-jogo-baleia-azul-o-suicidio-e-a-influencia-da-midia/</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 19:43:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199764469</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Martins</title>
         <author>lucasantonio50</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199786836</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o médico Cristiano Cardoso Moreira, o estilo de vida atual, como o maior acesso a meios letais, como medicamentos e armas, facilita de alguma forma comportamentos como o suicídio. “As pessoas estão cada vez mais individualizadas e se juntam em grupos e redes que autoalimentam esse pensamento de morte e deixam os jovens mais vulneráveis à questão do suicídio.”<br><br></div><div>Para o médico, a rede social pode ser usada tanto para o bem, como encontrar profissionais para ajudá-los, como para o mal, quando da inserção em grupos que induzem o jovem a ter atitudes autodestrutivas. Moreira lembra que os jogos virtuais que ganharam os noticiários nos últimos dias atingem pessoas que já se encontram em vulnerabilidade e aquelas que estão em situação de risco, como pessoas com depressão.<br><br><a href="http://jornal.usp.br/atualidades/suicidio-entre-jovens-e-um-problema-de-saude-publica-no-brasil/">http://jornal.usp.br/atualidades/suicidio-entre-jovens-e-um-problema-de-saude-publica-no-brasil/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 21:06:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199786836</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Martins</title>
         <author>lucasantonio50</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199787325</link>
         <description><![CDATA[<div>O suicídio é a quarta maior causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos no Brasil. Os dados são do primeiro boletim epidemiológico sobre suicídio, divulgado hoje (21) pelo Ministério da Saúde, que mostram ainda que, em 2015, 65,6% dos óbitos nessa faixa etária foram por causas externas: violências e acidentes. A divulgação faz parte das ações do Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio.<br>“Temos visto jovens que não têm tolerância à frustrações, fazendo alto uso de álcool de drogas, jovens isolados”, disse ela, explicando que as redes sociais são umas das causas desse isolamento e frustração. “Por mais que haja um contato virtual, o contato significativo tem diminuído. E tudo que ele vê no Facebook e na rede social, ele acha que é verdade e compara com a própria vida, porque nas redes sociais todas as pessoas aparentam estar feliz sempre”, disse.</div><div>A pressão com a carreira, a pressão em ser o melhor são preocupações que pesam aos jovens, segundo Karen. “E um vazio existencial. O próprio sentido da vida das pessoas”, ressaltou.<br><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-09/suicidio-e-quarta-maior-causa-de-morte-de-jovens-entre-15-e-29-anos">http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-09/suicidio-e-quarta-maior-causa-de-morte-de-jovens-entre-15-e-29-anos</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 21:08:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199787325</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anderson Alves</title>
         <author>anderson_silvio_ptc</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199794313</link>
         <description><![CDATA[<h1>Crescimento constante: taxa de suicídio entre jovens sobe 10% desde 2002</h1><div><br><strong><br>De assunto mantido entre quatro paredes a tema de série na internet, o suicídio de jovens cresce de modo lento, mas constante no Brasil: dados ainda inéditos mostram que, em 12 anos, a taxa de suicídios na população de 15 a 29 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2002 para 5,6 em 2014 - um aumento de quase 10%.</strong></div><div><br>Os números obtidos com exclusividade pela BBC Brasil são do Mapa da Violência 2017, estudo publicado anualmente a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.</div><div><br>Um olhar atento diante de uma série histórica mais longa de dados permite ver que o fenômeno não é recente nem isolado em relação ao que acontece com a população brasileira. Em 1980, a taxa de suicídios na faixa etária de 15 a 29 anos era de 4,4 por 100 mil habitantes; chegou a 4,1 em 1990 e a 4,5 em 2000. Assim, entre 1980 a 2014, houve um crescimento de 27,2%.<br><br>Criador do Mapa da Violência, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz destaca que o suicídio também cresce no conjunto da população brasileira. A taxa aumentou 60% desde 1980.</div><div><br>Em números absolutos, foram 2.898 suicídios de jovens de 15 a 29 anos em 2014, um dado que costuma desaparecer diante da estatística dos homicídios na mesma faixa etária, cerca de 30 mil.</div><div><br>"É como se os suicídios se tornassem invisíveis, por serem um tabu sobre o qual mantemos silêncio. Os homicídios são uma epidemia. Mas os suicídios também merecem atenção porque alertam para um sofrimento imenso, que faz o jovem tirar a própria vida", alerta Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).</div><div><br>O sociólogo aponta Estados do Centro-Oeste e Norte em que a taxa de suicídio de jovens é maior, num fenômeno que os especialistas costumam associar aos suicídios entre indígenas: Mato Grosso do Sul (13,6) e Amazonas (11,9).</div><div><br>Na faixa etária de 15 a 29 anos, a taxa de suicídio tem se mantido sempre um pouco acima da verificada na população brasileira como um todo, segundo a publicação "Os Jovens do Brasil", lançada por Waiselfisz em 2014, com um capítulo sobre o tema.<br><br>Segundo a publicação, o Brasil ainda apresenta taxas de suicídio relativamente baixas na comparação internacional feita com base em dados compilados pela ONU.</div><div><br>Em países como Coreia do Sul e Lituânia, a taxa no conjunto da população supera 30 por 100 mil habitantes; entre jovens, supera 25 por 100 mil habitantes na Rússia, na Bielorússia e no Cazaquistão.</div><div><br>Em números absolutos, porém, o Brasil de dimensões continentais ganha visibilidade nos relatórios: é o oitavo país com maior número de suicídios no mundo, segundo ranking divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2014.</div><div><br>Depressão, drogas, abusos e bullying</div><div><br>O suicídio na juventude intriga médicos, pais e professores também pelo paradoxo que representa: o sofrimento num período da vida associado a descobertas, alegrias e amizades, não a tristezas e morte.</div><div><br>O tema foi debatido na quinta-feira numa roda de conversa organizada pelo Centro Acadêmico Sir Alexander Fleming (Casaf), do curso de Medicina da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com a presença de estudantes e professores.</div><div><br>Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, o problema é normalmente associado a fatores como depressão, abuso de drogas e álcool, além das chamadas questões interpessoais - violência sexual, abusos, violência doméstica e bullying.</div><div><br>A cientista política Dayse Miranda, coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção da UERJ, participou do debate e destacou os relatos dos estudantes.</div><div><br>"Fiquei impressionada como os alunos falaram de sofrimento, seja deles, seja a dificuldade para lidar com o sofrimento de outros jovens, além do uso excessivo de medicamentos, que eles naturalizam", afirma.</div><div><br>"Um deles disse considerar impossível um aluno passar pelo terceiro ano de Medicina sem usar remédios para ansiedade e depressão."<br><br>A coordenadora-geral do centro acadêmico de Medicina, Elisabeth Amanda Gomes Soares, de 22 anos, aluna do sexto período, diz que a intenção ao promover o evento foi debater a saúde mental do estudante.</div><div><br>Segundo ela, o aluno de Medicina muitas vezes acaba se distanciando das questões mais humanas e esquece a vida social e familiar para se dedicar ao curso, sucumbindo às pressões.</div><div><br>"É muita cobrança por competitividade, nota, sucesso, presença... Temos de discutir isso dentro do curso, é um tema ainda pouco falado", afirma.</div><div><br>Dayse Miranda destaca, entre os jovens que cometem suicídio, o grupo que tem de 15 a 24 anos. "É um período que inclui adolescência, problemas amorosos, entrada na faculdade, pressão social pelo sucesso... Depois dos 25 anos, já é um jovem adulto, as preocupações mudam, já são mais relacionadas a emprego", avalia.</div><div><br>"Também alerto não ser possível falar do jovem como um grupo único. Há diferenças entre grupos sociais. O aluno de Medicina é parte de uma elite. Como é em outros grupos? Temos de discutir esse tema seriamente, pois o problema vem crescendo."</div><div><br>Ambiente escolar</div><div><br>Psiquiatra da infância e da adolescência e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Carlos Estelita estuda a interface entre o suicídio e outros fenômenos violentos - desde famílias que vivem em comunidades urbanas tomadas por tiroteios e vivem o estresse diário dos confrontos até jovens indígenas que se sentem rejeitados tanto por suas tribos como por grupos brancos.</div><div><br>O bullying no ambiente escolar é citado por ele como um dos principais elementos associados ao suicídio. "Pessoas que seguem qualquer padrão considerado pela maioria da sociedade como desviante, seja o tênis diferente, a cor da pele, o peso, o cabelo ou a orientação de gênero, são hostilizadas continuamente e entram em sofrimento psíquico", afirma Estelita, professor do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, ligado à Fiocruz.</div><div><br>"Temos de alertar também para a transformação do modelo tradicional de família e para o fato de que a escola nem sempre consegue incluir esse jovem."<br><br>Outra dificuldade é falar do assunto com jovens. Muitas vezes, estratégias que funcionam com adultos não têm o mesmo resultado quando usadas com adolescentes - e, entre as peculiaridades desse grupo, está a forma como usa a internet e as redes sociais.</div><div><br>A rede vem sendo palco para grupos que não só romantizam o suicídio, mas exortam jovens a cometê-lo, usando a falsa ideia do desafio. O psiquiatra sublinha a necessidade de uma política nacional de atendimento a urgências, pois, muitas vezes, os profissionais não sabem como lidar com casos de tentativas de suicídio.</div><div><br>A psicóloga Mariana Bteshe, professora da Uerj, diz que os pais devem estar atentos a qualquer mudança brusca no comportamento do jovem, como, por exemplo, um adolescente expansivo que, de repente, fica introspectivo, agressivo, tem insônia, dorme demais ou passa muito tempo no quarto.</div><div><br>Mais uma vez, o alerta especial vai para o uso da internet, e Bteshe lista, na contramão do jogo que incentivaria o suicídio, iniciativas que tentam combater a depressão e lançam desafios "do bem", como o jogo da Baleia Rosa.</div><div><br>"Muitas vezes o jovem fica muito tempo na internet, e os pais não sabem o que ele anda vendo ou com quem anda falando. É preciso que a família, mantendo a privacidade do jovem, busque uma forma de contato com ele e abra um espaço de diálogo", afirma a psicóloga, que defendeu na Fiocruz uma tese de doutorado sobre suicídio.</div><div><br>Bteshe reitera que silenciar sobre suicídio não ajuda a combater o problema. Por muito tempo não se tratou abertamente do tema por medo do chamado "Efeito Werther" - a ideia de que falar do assunto poderia inspirar ondas de casos por imitação.</div><div><br>O nome vem do protagonista do livro <em>Os Sofrimentos do Jovem Werther</em>, de Goethe, publicado em 1774, sobre um rapaz que se mata após um fracasso am oroso e cujo exemplo teria provocado outros suicídios de jovens.</div><div><br>Atualmente, diz Bteshe, psicóloga do Programa de Apoio Psicopedagógico ao Estudante da Faculdade de Medicina da UERJ, a diretriz da OMS é abordar o tema sem glamour, sem divulgar métodos e sem apontar o suicídio como solução para os problemas - agindo sem preconceito e oferecendo ajuda a quem precisa.<br><br><a href="http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39672513">http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39672513</a></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 21:44:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199794313</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anderson Alves</title>
         <author>anderson_silvio_ptc</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199794818</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bQ3POjIqAns">https://www.youtube.com/watch?v=bQ3POjIqAns</a><br><br>Nesse vídeo, podemos perceber o expressivo aumento da porcentagem de suicídios nos últimos anos - sobretudo suas causas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 21:47:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199794818</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anderson Alves</title>
         <author>anderson_silvio_ptc</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199795384</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Nr-60LTkLfs">https://www.youtube.com/watch?v=Nr-60LTkLfs</a><br><br>Entenda mais sobre o desafio da baleia azul, que vem contribuindo para o aumento do numero de suicídios entre jovens.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 21:52:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199795384</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Anderson Alves</title>
         <author>anderson_silvio_ptc</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199795802</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.poa24horas.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Reprod-Poa-24H-140.jpg" />
         <pubDate>2017-10-23 21:56:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199795802</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nicole</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199803049</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kwHT4hYq5e8">https://www.youtube.com/watch?v=kwHT4hYq5e8</a><br>O vídeo acima aborda as causas, consequências e como encarar o problema do suicídio, que é algo que está se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-23 22:49:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/gwpegaddr7tw/wish/199803049</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
