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      <title>Os Muçulmanos  by Pedro Marisco Lima</title>
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      <description>Trabalho da turma 107, realizado pelos alunos : Pedro Marisco, Eduardo Favaretto,  Evelly D. Stingelin e Fernanda Correa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-29 20:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>Culinária Muçulmana </title>
         <author>Marisquito</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>De partida, vale frisar que alguns alimentos e bebidas são proibidos pela cultura muçulmana. São exemplos as bebidas alcoólicas e a carne de porco, além dos animais mortos em causas naturais ou por outro animal selvagem.<br>Vale destacar que na cultura muçulmana todos os alimentos são comidos com as mãos (sempre com a mão direita).<br>Com certeza você já viu ou comeu quibe e esfirra, não é mesmo? Já ouvir falar em húmus, tabule e babaganuche? Esses são alguns exemplos das comidas típicas da culinária árabe que ganharam o gosto não só dos brasileiros mas de diversas partes do mundo<br>Os temperos da culinária árabe são bem fortes e de sabor característico<br>dentre as carnes, o cordeiro é o mais consumido, normalmente recheado e ricamente temperado.<br>com os grãos, destacam-se o trigo, a lentilha, a ervilha e o arroz..<br>já nas frutas, são cultivads uvas, figos, româs, ameixas, damascos, azeitona, entre outras.<br>No brasil os pratos mais famosos são o kibe e a esfirra, com diferentes versões e variações por toda parte do Brasil.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 21:24:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardoviniciusfavaretto</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Os Muçulmanos e suas contribuições para a ciência e medicina</h1><div><br> <br><br></div><div><br>Falar da Ciência dos Muçulmanos  é um assunto extremamente fascinante. Trata-se de uma história de paixão pelo conhecimento e pelo saber que possibilitou avanços importantes para o mundo da ciência em todos os níveis e dos quais nos beneficiamos até os dias atuais. Trata-se de uma história de paixão pelo conhecimento e pelo saber que possibilitou avanços importantes para o mundo da ciência em todos os níveis e dos quais nos beneficiamos até os dias atuais.<br><br></div><div><br>Embora seja um fato histórico concreto que a Civilização Islâmica contribuiu para o mundo civilizado e para a civilização moderna e contemporânea, pouco se fala sobre os seus feitos. Os árabes existem há pelo menos 4000 anos, embora alguns historiadores defendam que seja muito mais do que isso. Mas foi a partir do século VII, com advento do Islã, que tem início uma idade de grande expansão e aperfeiçoamento da língua árabe e da ampliação do conhecimento a partir do idioma. Devido à expansão geográfica feita neste período, os árabes entram em contato com diversas culturas como a grega, a hindu, a chinesa, a bizantina e a persa. A partir disso, passam a conhecer os escritos e verte-los para o árabe, aperfeiçoando-se na técnica de tradução e divulgação do conhecimento. Neste momento, um grande processo de intercâmbios entre as diversas culturas passa a ocorrer e os árabes foram não só os grandes propagadores mas também os grandes catalisadores das transformações científicas que se seguiram.<br><br></div><div><strong><br>A consciência e a herança </strong><br>A partir do século VIII os primeiros califas abássidas estimularam o conhecimento de textos existentes a partir de traduções. Al Mansur foi o primeiro a financiar as traduções de obras científicas dos indianos e dos filósofos gregos antigos. Seus sucessores continuaram e ampliaram esta prática, o que levou a fundação da Casa do Conhecimento, que acolhia os melhores sábios da época e tornou-se o primeiro centro científico. Entre os manuscritos traduzidos para o árabe estavam textos desaparecidos de Ptolomeu, Euclides, Galeno e tantos outros provenientes das ciências antigas. Estes sábios foram largamente estimulados por homens eminentes e de grandes posses, que tinham interesse pelo conhecimento criativo.<br><br></div><div><strong><br>O desenvolvimento exuberante de ideias e saberes</strong><br>A riqueza e a vitalidade das atividades de tradução precederam um período de busca incessante do conhecimento, de curiosidade, de prática do debate de ideias e que se tornaram características dos sábios da época. A partir do século IX e diante deste ambiente, inicia-se o período emergente da ciência dos árabes. Neste momento, os conhecimentos deixaram de ser adquiridos apenas a partir das traduções, mas passaram a ser aprimorados e novos saberes foram desenvolvidos. Entre os séculos X e XIII tem lugar o verdadeiro apogeu da ciência árabe e um desenvolvimento da ciência em larga escola e no século X é formada a Casa do Saber em Bagdá, onde é instalada também uma das maiores bibliotecas da humanidade.<br><br></div><div><br>Ao longo de 4 séculos um ambiente de enorme estímulo intelectual prevaleceu e se ampliou e foi neste período que inúmeras descobertas ocorrem, entre as quais se destacam:<br><br></div><div><br>1.Matemática e Álgebra – com o desenvolvimento dos algarismos, do conceito de zero e do sistema decimal, da prática do cálculo, da álgebra, das equações trigonométricas e da aritmética. Dentre os grandes sábios destacam-se Al-Kwarismi (de onde vem a palavra algarismo), Ibn al-Haytam, al-Biruni entre outros tantos;<br><br></div><div><br>2.Astronomia – são recuperados os conhecimentos dos gregos antigos e desenvolvidas técnicas e instrumentos sofisticados de orientação (astrolábios e observatórios), determinação do tempo e modelos planetários;<br><br></div><div><br>3.Geografia – conhecimento da geografia humana e cartografia;<br><br></div><div><br>4.Física – desenvolvimento da hidrostática, da óptica, da mecânica;<br><br></div><div><br>5.Arquitetura e artes decorativas – Desenvolvimento de construções e elementos geométricos de grande sofisticação;<br><br></div><div><br>6.Química – a partir de experimentos práticos desenvolveram o sabão, elementos cosméticos como a água de rosas (a partir de técnicas de destilação) e do vinagre (a partir de técnicas de fermentação). Devido a uma busca incessante pelo elixir da vida, do medicamento milagroso que poderia curar todos os males.<br><br></div><div><strong><br>A Medicina</strong><br>A partir de uma herança rica vinda dos tratados de Hipócrates e Galeno, a medicina árabe inovou em diferentes aspectos e transformou-se em uma medicina de alto nível, desenvolvida nos grandes centros da época. Foram exatamente por causa das grandes cidades que os árabes desenvolveram o conceito de hospital, ou seja, um lugar onde se reuniam especialistas empenhados no tratamento de doentes, na prática e no ensino da medicina. Nestes locais também se desenvolveram as farmácias onde se reuniam os agentes terapêuticos diversos. Devidos aos avanços na pesquisa química e na busca do elixir terapêutico, os árabes tornam-se responsáveis pela descrição de grandes farmacopeias (coleção de elementos detalhadamente descritos quanto ao seu aspecto, obtenção e uso terapêutico). Os avanços na química também permitiram não só o tratamento das doenças, mas também os preparados químicos na busca do equilíbrio e do bem-estar.<br><br></div><div><br>Grandes desenvolvimentos na área médica foram possíveis nesta época e muitas doenças foram como a varíola, a asma e a alergia foram descritas e tratadas. Grandes conhecimentos de anatomia e fisiológicos foram adquiridos, entre os quais a anatomia e fisiologia da mulher, do desenvolvimento fetal e da gravidez. Houve também o desenvolvimento de instrumentos cirúrgicos e de técnicas cirúrgicas sofisticadas para a época. Há que se salientar que antes dos árabes as cirurgias eram feitas pelos barbeiros e a partir dos árabes, estas tornaram-se práticas desenvolvidas e ensinadas em escolas médicas.<br><br></div><div><br>Dentre os grandes sábios médicos podemos citar Ibn Sina, conhecido também como Avicenna, que elaborou um tratado de medicina chamado o “Canone da Medicina”. Uma obra monumental onde descreveu diversas patologias e seus possíveis tratamentos, tendo sido utilizada na prática e no ensino médico até o século XVIII. Dentre as doenças descritas por Avicenna podemos citar várias desordens centrais como a mania, alucinações, pesadelos, demência, epilepsia, derrame, paralisias, tremores e até mesmo distúrbios sexuais! Avicenna descreveu diversas estruturas anatomicas, regiões do cérebro cujos nomes são utilizados ainda hoje na neuroanatomia e neurofisiologia moderna. Ele foi o primeiro cientista a relacionar regiões do cérebro com funções específicas do organismo, o que até hoje continua sendo objetos de estudos na neurofisiologia e neurosciência. Além disso, ele acreditava e frequentemente utilizava métodos psicológicos para tratar seus pacientes.<br><br></div><div><br>Há vários outros sábios filósofos e médicos como Ibn al-Nafis, que descreveu o que hoje é conhecida na anatomia como “a pequena circulação” que trata da circulação venosa em artérias pulmonares antes da sua oxigenação pelo coração.<br>No estudo, elaboração e compilação de medicamentos, destacou-se o sábio Ibn al-Baytar que descreveu mais de 1400 medicamentos dentre os quais pelos menos Os árabes também produziram conhecimentos importantes para o bem estar do indivíduo como conhecimento sobre a higiene e a nutrição e principalmente sobre a descrição de processos mentais e psicológicos. Avicenna e Al-Razi defendiam a utilização de métodos psicológicos para o tratamento de doenças e pode-se dizer que são precursores também dos estudos em psicologia. De fato, foram os árabes os primeiros a descreverem a psicologia experimental, as desordens do sistema nervoso central, as desordens do sono e as da memória. Pode-se dizer que, juntamente com as técnicas de neurocirurgia desenvolvidas por Al-Zahrawi, todas estes conhecimentos podem ser considerados os precursores de uma das ciências mais interessantes e desenvolvidas da nossa época, a neurociência. Ao analisar todos estes estudos descobrimos que ainda há muito que investigar à luz dos conhecimentos produzidos pelos árabes e que são mais atuais do que imaginamos.<br><br></div><div><br>Além disso, sempre é bom lembrar que enquanto o conhecimento e a ciência florescia entre os árabes, a Europa vivia em obscurantismo. Graças aos árabes muito do conhecimento foi salvaguardado e aprimorado para depois ser transmitido aos europeus e ao Ocidente, possibilitando um novo despertar da humanidade e do chamado mundo civilizado. De um pólo a outro, de um século ao outro até os dias atuais, foram os conhecimentos adquiridos e desenvolvidos pelos árabes e posteriormente incorporados pelos Europeus que fizeram ampliar os conhecimentos que transcenderam épocas, fronteiras e línguas. Aos árabes devemos muito da nossa ciência atual e um lugar de destaque deve ser reservado a este conhecimento. Essa herança universal e humanista está em todo o conhecimento científico gerado pelos árabes. Esta é uma história que devemos sempre lembrar.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 00:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>O islamismo no cenário brasileiro</title>
         <author>evydurel2701</author>
         <link>https://padlet.com/Marisquito/gvx1i1z1zcbm/wish/299234270</link>
         <description><![CDATA[<div>    A partir do ano de 1500, época do descobrimento do Brasil, ocorreu a chegada dos islâmicos no País. Em um primeiro momento, esse grupo foi formado por navegadores árabes que chegaram a terras brasileiras por meio das expedições de Pedro Álvares<a href="https://www.infoescola.com/biografias/pedro-alvares-cabral/"> </a>Cabral. Com o trabalho escravo na colônia portuguesa, diversos negros seguidores do Islã foram traficados ao Brasil, processo que ampliou a quantidade de islâmicos na nação.<br><br></div><div>    Um dos feitos mais marcantes dos muçulmanos no Brasil foi a Rebelião de Libertação, na qual foi iniciada uma batalha para defender o quilombo dos palmares entre os anos de 1693 a 1694. Além disso, foram de extrema importância na Revolta dos Muçulmanos Haussás (1807) e, em 1835, na revolta dos males, movimento de escravos de origem muçulmana com propostas radicais referentes à libertação dos demais servos africanos que também fossem muçulmanos.<br><br></div><div><br></div><div>     Outro fator importante para o crescimento do Islã no Brasil foi a imigração de libaneses e sírios durante a realização da Primeira Guerra<a href="https://www.infoescola.com/historia/primeira-guerra-mundial/"> </a>Mundial. Com isso, no ano de 1927, foi criada a Sociedade de Bem-Estar Palestina Muçulmana, na cidade de São Paulo. A partir de 1929, com novos adeptos do Islã chegando ao País, o nome da instituição foi alterado para Sociedade do Bem-Estar Muçulmano.<br><br></div><div>    Entre outros aspectos, um fator que endossou o aumento da quantidade de muçulmanos no Brasil foram traduções confiáveis do Alcorão para o idioma português brasileiro, além da imensa quantidade de informações na internet. De acordo com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de seguidores da religião no País é 27.000. Entre os anos de 2001 e 2011, o número de convertidos ao Islã teve crescimento de 25% na nação.<br><br></div><div><br></div><div>    Apesar disso, algumas entidades não concordam com o número publicado pelo IBGE. Um exemplo é a Federação Islâmica Brasileira, que aponta a existência de 1,5 milhão de seguidores do Islã no Brasil. Em todo o País, estima-se que existam oitenta centros de Islã e cerca de 50 Mesquitas.<br><br></div><div>     As cidades de Foz do Iguaçu, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo abrigam as mais populosas comunidades de muçulmanos no Brasil. Notavelmente, na já citada Foz do Iguaçu, encontra-se o maior número de adeptos da religião. Além da presença de salas destinadas à oração e templos por quase todos os outros Estados que compõe a nação, em São Paulo há aproximadamente 10 mesquitas, sendo que a mais antiga é a Mesquita Brasil, fundada no continente latino-americano a partir do ano de 1929.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-01 03:14:09 UTC</pubDate>
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