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      <title>Feminismos Asiáticos, identidade e corpos no Sistema Internacional by Nathalia Degang Saporetti</title>
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      <description>Por: Luiza Churchill (22023128) e Nathália Saporetti (22023094)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-20 22:45:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Feminismo é uma vertente teórica que surge com o intuito de lutar pela igualdade de direitos entre os gêneros e explicar as estruturas internacionais sociais, políticas e econômicas através do sexismo. Entretanto, dentro desta teoria, já periférica, temos subdivisões ainda mais invisibilizadas, com especificidades culturais e históricas não abrangidas pelo mainstreaming.&nbsp; O Feminismo Asiático surge após a 1°GM caracterizando a mesma luta, mas porque ele não faz parte desses canais? A lógica ocidental não compreende a idiossincrasia das experiências asiáticas nem mesmo já no escopo do feminismo. Surge então a nossa busca: quais são as produções acadêmicas, da área de Relações Internacionais, com o olhar da Ásia, desenvolvidas por e para as mulheres?&nbsp;<br><br>Quando falamos em feminismo ocidental no início do século XX, falamos sobre a experiência de mulheres brancas em países potências ocidentais. Mas, em feminismo asiático, falamos de China, Coreias, Camboja, Tailândia, Índia, Singapura e muitos outros países ricos em culturas, povos e histórias. E assim, a nossa maior dificuldade: como generalizar tudo isso em uma só experiência, e ainda mais, sem falhar em considerar as mazelas históricas de construção de cada um de seus países subjetivamente? Ao conhecer as perspectivas dos feminismos asiáticos, compreende-se que não há “uma mulher asiática”, sujeito singular para o estudo do feminismo deste escopo. Há, antes disso, a consideração (sensibilidade) intrínseca ao termo em questão de agregar o contexto geopolítico à identidade subjetiva das mulheres, sem desconsiderar na formação da luta asiática, as influências e impactos no Sistema Internacional. Outro fator, este, que também se torna um desafio da teorização empírica do feminismo asiático. &nbsp;</div><div><br>Apesar do desfalque dos estudos de Relações Internacionais que se desenrolem no cenário do feminismo asiático e da dificuldade de uni-los em um só, Mina Roces, uma pesquisadora filipina especializada em Ásia, escreveu o livro "Women's Movements in Asia: Feminism and Transnational Activism", que se torna nosso principal embasamento e inspiração para o desenvolvimento teórico do feminismo asiático e elaboração deste projeto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 22:47:32 UTC</pubDate>
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         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Ásia, mesmo sendo um continente enorme, possui características comuns que unem as abordagens feministas: a objetificação do corpo feminino na guerra, e os impactos do colonialismo e imperialismo na experiência de ser mulher da Ásia.<br>Os textos e pautas do feminismo asiático surgem de um local de abuso do corpo e apagamento da humanidade da mulher, e assim ganham força.&nbsp;<br>A partir de horríficos acontecimentos como a exploração sexual de mulheres ao longo do continente asiático, uma tradição de feminismos asiáticos são levantados para apontar e resistir ao apagamento histórico, além de retrarar o sequestro, imigração, cárcere e despatriação destas vítimas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 22:50:23 UTC</pubDate>
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         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mulheres de Conforto:</strong> "O governo sul-coreano e as associações nacionais e internacionais adotam oficialmente o termo 'mulheres de conforto do Exército Japonês'. 'Casa de conforto' e 'mulheres de conforto', que são termos machistas, mas demonstram com exatidão o caráter patriarcal do Exército Imperial Japonês, e são utilizados não só nos documentos oficiais do Japão, mas pelos estudiosos da História. No cenário internacional, utiliza-se também o termo 'sexual slavery', em conjunto a 'mulheres de conforto'. O que serve para explicar que as mulheres de conforto eram, na verdade, escravas sexuais.";&nbsp;<br><br>"A questão das mulheres de conforto do Exército Imperial Japonês se destacou como uma necessidade para se resolver de vez o passado conturbado entre a Coreia do Sul e o Japão, mas ainda continua sem solução. Nós estamos focando apenas nas vítimas de violência sexual chamadas de 'mulheres de conforto', mas devemos igualmente prestar atenção nos casos de estupro (Massacre de Nanquim), nas vitimas de violência sexual em Shanxi, na China, e nas vítimas francesas de violência sexual no Vietnã.";<br><br>"As prisões nas terras colonizadas, diferentemente das terras dominadas, caracterizavam-se pelo exército não assumir linha de frente. O sistema de casas de conforto do Exército Imperial Japonês divide-se em quatro etapas: instalação da casa de conforto; gerenciamento do local; prisão das mulheres de conforto; transporte das mesmas. A maior diferença na questão das mulheres de conforto coreanas se encontra na fase de prisão. Como já mencionado, a principal forma de apanhá-las era por intermédio do oferecimento de empregos falsos, que mascaravam sequestros e tráfico humano. No caso da Coreia, durante colonização a japonesa, o mecanismo de fornecimento de atendentes ao sistema de<br>prostituição legalizada implementado (agências, por exemplo) foi o principal meio usado para a captura de mulheres. Além disso, a divisão coreana do Exército Imperial Japonês que permaneceu na Coreia se envolvia de forma direta e indireta nessas prisões, e, a partir de 1940, a autoridade da polícia e do governador sobre as agências estava mais fortalecida, então provavelmente, também houve essa participação na prisão delas."<br><br>Sendo assim, a teoria feminista asiática aponta através da análise do caso das Mulheres de Conforto do Exército Japones que há, na Ásia, uma relação estrutural entre sequestros, tráfico humano, migração, depatriação e o imperialismo e a desconsideração das mulheres como indivíduos humanos em meio à guerra ou invasões. Milhares de mulheres asiáticas são, e foram historicamente submetidas à situações subhumanas de escravidão sexual, estabelecendo, culturalmente, um senso de "materialidade" das mulheres, e imunidade quanto à atos de crime para com seus corpos, exponenciando, assim, casos de violação de seus corpos entre fronteiras.<br><br>"Somente na década de 1990 é que a situação das mulheres de conforto passou a ser considerada como crime de guerra, além de crime internacional e até mesmo questão de diplomacia internacional entre a Coreia e o Japão. Com isso, a violação dos direitos das mulheres ganhou maior atenção do mundo todo."<br><br>Trechos acima retirados dos livros "Herdeiras do mar", de Mary Lynn Bratch e "Grama", de Keum Suk Geundry-Kim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:05:42 UTC</pubDate>
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         <title>Imperatriz Cixi da China</title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>De Concubina manchu à <strong>imperatriz do império Chinês, Cixi</strong> governou por 7 anos, e foi defensora de alguns acessos às mulheres, e por isso difamada. Foi responsável pelo abolição de tradições conservadoras chinesas que agrediam diretamente o corpo e a dignidade da mulher.</div><div><em>“Os chineses [hans] sempre sentiram que uma mulher deveria ser obediente ao pai durante a juventude, ao marido durante o casamento e ao filho no caso de se tornar uma viúva" diz Chung. "Este foi o mundo em que Cixi entrou." </em>- Sue Fawn Chung, pesquisadora de Cixi e sua atuação, como mulher Chinesa, na política internacional asiática.</div><div>Cixi aboliu a tradição dos pés de lótus, estética da "feminilidade", onde quebravam-se os pés das meninas para que os mesmos crescerem como uma lua cheia, impedindo-as de se locomover totalmente. Era identificado como um requisito para casamento, as mulheres que não tinham os pés de lótus eram marginalizadas e não integradas aos casamentos, evento cultural de dignificação da mulher.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:06:15 UTC</pubDate>
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         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Wang Guang Mei e as<strong> Esposas Diplomáticas da China</strong>, são um "mecanismo" diplomático de soft-power vastamente utilizado pelo Partido Comunista da China como uma forma de suavizar a imagem do país no âmbito internacional. Uma distração para as atrocidades e crueldades cometidas. Observa-se tal estratégia em:</div><div>Madame Mao, esposa do Ditador Mao Tse-Tung, o responsável por apagar grande parte da cultura da nação chinesa durante os anos da revolução cultural;</div><div>Soong Mei Ling, esposa presidente Chiang Kai Shek;</div><div>Wang Guan Mei, esposa Premier Liu Shaoqi, membro do partido, acadêmica.&nbsp;</div><div>Peng Liyuan, esposa do atual presidente da China, Xi JinPing,&nbsp; cantora, embaixadora de moda a legitimada pela “rising chinese middle-class”.</div><div>Todas essas foram, e ainda são, figuras internacionais de Soft Power, uma política que usa a figura feminilizada das mulheres (a expectativa da “boa mulher chinesa”) para promover diplomacia e imagem positiva do governo chinês ao mundo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:06:48 UTC</pubDate>
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         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Women’s Liberation Movement</strong>, ou Japonese Radical Women's movement (uman ribu), surge após 1969, como uma resposta às violências causadas pelas guerras terroristas e imperialistas dos EUA. Setsu Shigematsu em seu livro "Scream from the Shadows", descreve o nascimento do movimento como "was 'born from the cross-fertilizations of genealogies of resistance both domestic and international'" e representa a revolta contra o abuso dos corpos femininos tanto em âmbito nacional quanto internacional.<br>A autora define o movimento sob três correntes: "the women’s movements’ resistance to the patriarchal Japanese state and society, international radical feminisms, and the Japanese radical and left struggles against the state and U.S. and Japanese imperialism.".<br>A problemática surge no uso da violência por esses grupos e a autora, através de seu livro, procura desdobrar essa ética violenta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:07:03 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>No Japão, surge após à Restauração Meiji, quando ideais e convenções estrangeiras incorporam-se aos japoneses e novas noções sobre os Direitos Humanos surgem. Barbara Molony, do Departamento de História da Universidade de Santa Clara, descreve em seu artigo "Feminism in Japan", o surgimento de um feminismo japonês que em pouco se difere do core essencial de qualquer outro feminismo. A luta por igualdades de direitos e respeito pelas fronteiras do corpo feminino encabeçam o movimento que, para além, busca, também, justiça e reparação pelos crimes perversos cometidos ao corpo da mulher ao longo do desenvolvimento da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:12:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Discutir o corpo da mulher durante guerras interestatais e em meio à costumes e cultura locais é, também, discutir o corpo da mulher no âmbito internacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:14:10 UTC</pubDate>
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         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitos dos crimes de guerras relatados na Ásia contra as mulheres e seus corpos nunca tiveram julgamento e condenação aos criminosos, e o esquecimento é usado como mecanismo da inculpabilidade dos mesmos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 00:27:08 UTC</pubDate>
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         <title>O que são os movimentos feministas na Ásia?</title>
         <author>12345t5</author>
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         <pubDate>2023-04-21 00:43:50 UTC</pubDate>
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         <title>Há um ponto de convergência entre as teorias feministas asiáticas?</title>
         <author>12345t5</author>
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         <pubDate>2023-04-21 00:46:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Ásia, sendo o maior continente do mundo, ainda sofre marginalização em meios teóricos e muitas vozes são caladas neste processo. Os limites teóricos dessas teorias, assim, se dão por falta de eficiência explicativa ou pelos limites históricos impostos pelos que não se beneficiam delas? </title>
         <author>12345t5</author>
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         <pubDate>2023-04-21 00:49:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assim, qual seria a importância de dar voz à essas teorias, teóricas e mulheres? Quais os impactos que elas já causaram?</title>
         <author>12345t5</author>
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         <pubDate>2023-04-21 00:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Como a teoria feminista asiática das Relações Internacionais explica a negligência e a violência contra os corpos femininos durante a guerra?</title>
         <author>12345t5</author>
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         <pubDate>2023-04-21 01:00:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as principais colaborações dos feminismos asiáticos para analisar a questão do tráfico humano internacional? </title>
         <author>luizachurchill</author>
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         <pubDate>2023-04-21 01:04:07 UTC</pubDate>
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         <title>Há, na história do Partido Comunista Chinês, a tendência de utilizar a &quot;first-lady diplomacy&quot;, como suavizador da imagem política no cenário internacional. Como a teoria feminista explica este movimento político do Estado e cria mecanismos para transformar esses padrões? </title>
         <author>luizachurchill</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 01:18:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2566204731</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao estudar o surgimento e desenvolvimento do feminismo na Ásia, percebemos um padrão de objetificação das mulheres ante ao Estado e à sociedade que vai além do que já visto no ocidente. Casos como os "pés de lótus" ganham visibilidade nas mãos da Imperatriz Cixi, da China. E, para além da objetificação sexual e posse nula de seu corpo, a mulher passa a ser usada como instrumento de diplomacia por sua imagem feminina, culturalmente materna e acolhedora, para subtrair as atrocidades cometidas pelo Estado que representa.<br><br>Um ponto de convergência essencial também se encontra nas especificidades culturais e de formação das sociedades, que não só moldarão a estrutura do feminismo, como suas pautas e as formas como são apresentadas, interpretadas e defendidas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 19:31:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2577245670</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um mecanismo claramente verificado em países como o Japão, que criam atrativos que distraiam as pessoas de crimes cometidos na guerra e apenas vejam o país através das lentes coloridas do Soft Power,  em criações artísticas, como mangás, animes e gastronomia.<br>Manipulando as mídias, negando retratações até a extinção das vítimas, tiram o foco de acontecimentos importantes e desumanos, que acabam por não serem punidos ou devidamente direcionados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 19:42:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2577249272</link>
         <description><![CDATA[<div>O surgimento do feminismo asiático representa a revisitação desses assuntos, trazendo-os à tona e questionando os procedimentos adotados para a "resolução" de cada um deles.<br>E a impunidade definitivamente não é uma opção para essas vozes.<br>Entretanto, muito menos é interesse dos homens poderosos que esses assuntos voltem. Assim, vozes são caladas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 19:46:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Firdous Azim, da BRAC University - English and Humanities, descreve em seu artigo "The Women’s Movement in Bangladesh", quando se refere aos movimentos feministas asiáticos como um todo, a dificuldade de posicionamento e de emergir politicamente em países onde a mulher não era sequer considerada cidadã. Países estes que ainda lutavam contra as fronteiras do Pós-Colonialismo para estabelecer seu local no cenário Internacional. A pauta feminista asiática, vem então, carregada pelo Pós-Colonialismo, também, onde tenta-se definir o que é o feminismo asiático, quais são as suas particularidades e o que o difere do feminismo ocidental.<br>A autora nos introduz, também, duas formas de enxergar o feminismo asiático. A primeira sob as lentes da luta, "struggle", para garantir uma maior participação política das mulheres e apresentar formas de como elas podem ser inseridas na sociedade política de forma a desenvolver soluções aos problemas. A segunda maneira aborda a transformação, que chama atenção às discriminações sofridas pelas mulheres, com o objetivo de remodelar as atitudes de senso comum e liderar uma ideologia baseada na igualdade de gênero em uma sociedade mais justa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 14:47:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;The Women’s Movement in Bangladesh&quot;, Firdous Azim, BRAC University - English and Humanities</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2579685212</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 15:18:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Feminism in Japan&quot;, Barbara Molony, Department of History, Santa Clara University</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2579686770</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://oxfordre.com/asianhistory/display/10.1093/acrefore/9780190277727.001.0001/acrefore-9780190277727-e-194?rskey=3UoODm&amp;result=1" />
         <pubDate>2023-05-05 15:20:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não, o feminismo asiático não é só a Mulan (spoiler: a Mulan da Disney não é tão representativa quanto pensamos que é).</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2579700343</link>
         <description><![CDATA[<div>“In terms of the actual artistic reception, it's very interesting to see how the conversation around Mulan initially has been one all about representation, the fact that this is one of the first major blockbusters to have an all Asian cast, it was celebrated certainly initially, whereas in China, it was received as extremely out of touch - it has bad rating now (a 4.7 out of 10, which is embarrassing). What’s very interesting is the things that Disney clearly put in the film that they thought were more original or authentic to the ballad turned out to be a big flop.”<br><br></div><div>“Disney has huge financial interests in China because of their two parks: one in Hong Kong and one in Shanghai, Shanghai which opened in 2016. This isn’t just about films for them, this is about maintaining a relationship so that they can continue to have a park there because that continues to be a huge, huge cash cow for them. Beyond just ticket sales and entering the park, there is all sorts of merchandising. They have a whole system of Disney English classrooms throughout the country. They have huge business interest in China that aren’t even just box-offices and those are probably even greater than what they get from the box-office, especially these days as the Chinese audience has shifted towards preferring local films.”<br><br><em>Rebecca Davis, Beijing Bureau Chief, Variety</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 15:32:37 UTC</pubDate>
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         <title>Livros:</title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Herdeiras do Mar, Mary Lynn Bracht;</div><div>Grama, Keum Suk Gendry-Kim;</div><div>Imperatriz de ferro: a concubina que criou a China moderna, Jung Chang;</div><div>A Caminho da Guerra, Graham Alisson;</div><div>How we desappeared, Jing Jing Lee.<br>Scream from the Shadows: The Women's Liberation&nbsp; Movement in Japan,&nbsp;Shigematsu Setsu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 15:35:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2579720589</link>
         <description><![CDATA[<div>Em sua dissertação acadêmica "A escola feminista nas relações internacionais: bases teórico-metodológicas", Isadora Paiva traz à luz que o feminismo não se trata apenas de uma luta de classes por igualdade no âmbito internacional. Quando falamos de uma teoria feminista é fácil pensar apenas no que se compõem em âmbito doméstico, mas falar de feminismo nas Relações Internacionais, como fato e academia, é falar de uma mudança nas estruturas de poder, na forma como determinadas questões são administradas e os métodos para tais. Como uma teoria Pós-Positivista que se descola do mainstreaming teórico, tem como obstáculo a falta de estímulos para pesquisa e desenvolvimento e até a manifesta desaprovação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 15:49:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A escola feminista nas relações internacionais: bases teórico-metodológicas&quot;, Isadora Paiva

</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2579996388</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/116329" />
         <pubDate>2023-05-05 21:26:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580001519</link>
         <description><![CDATA[<div>As mulheres na Ásia, durante muito tempo, sequer eram consideradas cidadãs, mas sim propriedade dos pais, irmãos ou maridos. A figura das mulheres era desumanizada e a ela atribuída deveres que desrespeitavam suas dignidades, invadiam seus corpos e padronizavam suas existências pela satisfação ou serviço à terceiros. Sendo assim, o valor e a dignidade do corpo das mulheres jamais foi assunto considerado em pautas de segurança internacional desde o imperialismo até as mais diversas guerras.<br>O feminismo asiático, portanto, explica que assim foi, até a desconstrução dos moldes imperialistas e formação das instituições internacionais, que mediaram a ampliação de formas de cidadania mediante pressão extrema (interna e externa), e aderiram o corpo feminino como indivíduo que deve exercer acessos à segurança, direitos humanos e espaço como participante efetivo do cenário internacional.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 21:38:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580009475</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seu livro "Women's Movements in Asia: Feminism and transnational Activism", Mina Roces, explica através de estudos que, por grande parte do século XX, as ativistas dos direitos das mulheres na Ásia não tinham uma impressão positiva da palavra “feminismo”, que era associada ao "feminismo ocidental”, caricaturado pela cultura oriental como “agressivo” e “individualista”, um movimento que propagava noções “anti-homens”, “anti-crianças” e "anti-família".&nbsp; O feminismo, como conceito da palavra, foi completamente desconsiderado pelas mulheres e sociedade asiática, sendo, como descreve a autora, “um alien inaplicável ao contexto asiático”. Em tentativa de colaborar para o apagamento da experiência das mulheres asiáticas e suas relações intrínsecas com o patriarcado e a opressão cultural de seus corpos e identidades, no início do século XX, diversos movimentos políticos ao redor da Ásia recriminam severamente conceitos “feministas” em seus Estados sobre o pretexto de deturpação cultural (tal como instituído em Singapura, Camboja e Tailândia, por exemplo).<br>Assim, surge na Ásia a necessidade de conceber um conceito subjetivo e único para a experiência asiática de ativismo para os direitos das mulheres, seu próprio feminismo “home-grown”. Este é propositalmente desenvolvido para desconstruir o termo “feminino” além dos cargos culturais e religiosos, considerando, também as experiências de colonialismo e imperialismo; elaborado na teoria de Feminismo Asiáticos no cenário internacional como "National Essence Feminism".<br>Ademais, apesar de considerar o feminismo ocidental “agresssivo”, as mulheres no continente asiático não deixaram de se impor com face militante em marchas, protestos e movimentos de libertação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 22:00:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>"The internactional women's movements were pioneers of activism beyond national borders since the fight for suffrage in the late nineteenth century. But it was the second wave of the international women's networks in the 1960s and 1970s and its infuence on the United Nations (UN) that fulfilled the potencial of cross-border organizing for social change in the increasingly global age [...]", Mina Roces.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 22:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Women&#39;s Movements in Asia: Feminism and Transnational Activism&quot;, Mina Roces.</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580036251</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.taylorfrancis.com/books/edit/10.4324/9780203851234/women-movements-asia-mina-roces-louise-edwards" />
         <pubDate>2023-05-05 23:29:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580044004</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o passar dos anos, a teoria feminista asiática passou a considerar as inserções socioeconômicas.&nbsp;<br>Exemplos de correntes feministas asiáticas: “the grass-roots-women"-&gt; lower class; Organizações de Middle-Elite Class Women em Singapura, Paquistão e Malásia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 23:57:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mina Roces</title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580103460</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 02:55:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;The Politics of a New Mulan&quot;, podcast</title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.wilsoncenter.org/event/politics-new-mulan</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.wilsoncenter.org/event/politics-new-mulan" />
         <pubDate>2023-05-06 02:57:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[<div>O feminismo é responsável por, não apenas desobjetificar o corpo da mulher, tornando-a humana novamente, mas também, faz com que esse tipo de mecanismo se mostre cada vez menos efetivo, uma vez em que a sociedade começa a entender o papel da mulher e desassocia a sua imagem aos estereótipos pregados pelo conservadorismo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-06 03:06:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580108186</link>
         <description><![CDATA[<div>Essas tradições não estão tão distante assim...</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dailymail.co.uk/news/article-2652228/PICTURED-The-living-Chinese-women-bound-feet-100-years-centuries-old-symbol-beauty-status-banned.html" />
         <pubDate>2023-05-06 03:12:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Feminismo Asiático: Identidade, Raça e Gênero&quot;</title>
         <author>12345t5</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://medium.com/@rycca.lee/feminismo-asi%C3%A1tico-identidade-ra%C3%A7a-e-g%C3%AAnero-27c9ca94ec2e" />
         <pubDate>2023-05-06 03:14:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Empress Cixi and Western Women</title>
         <author>luizachurchill</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2580117742</link>
         <description><![CDATA[<div>https://digitalcommons.tacoma.uw.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1026&amp;context=history_theses</div>]]></description>
         <enclosure url="https://digitalcommons.tacoma.uw.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1026&amp;context=history_theses" />
         <pubDate>2023-05-06 03:45:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>12345t5</author>
         <link>https://padlet.com/12345t5/gucw6ttg2nkljrai/wish/2581328595</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo produzido pelo governo Coreano em prol da conscientização sobre as Mulheres de Conforto do Exército Japonês.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Bp8A9TJ48RQ" />
         <pubDate>2023-05-08 02:29:04 UTC</pubDate>
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