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      <title>ESTUDO DE CASO - CASO DOS NAVIOS by Ana Beatriz Adami</title>
      <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios</link>
      <description>Um navio gigante desenvolvido com tecnologia brasileira promete tornar mais competitiva a nossa exportação de minério de ferro. O navio transporta 400.000 toneladas de minério de ferro. São 362 metros de comprimento e 62 metros de largura. Normalmente navios desse tipo medem 290 metros de comprimento.  Esse navio fica pouco tempo no porto graças a uma tecnologia desenvolvida por engenheiros brasileiros. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-12 11:43:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-30 15:26:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>📹REFERÊNCIAS</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681984560</link>
         <description><![CDATA[<div>FOGAÇA, Jennifer Rocha Vargas; <strong>Proteção Contra a Corrosão do Ferro</strong>; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: <a href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/protecao-contra-corrosao-ferro.htm">https://brasilescola.uol.com.br/quimica/protecao-contra-corrosao-ferro.htm</a>. Acesso em: 10 de agosto de 2020.  <br><br></div><div>SOUZA, Waleska Loiola Pereira; <strong>Corrosão em navios: técnicas anticorrosivas</strong>. Disponível em:  &lt;<a href="http://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/000008/00000858.pdf">http://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/000008/00000858.pdf</a>&gt;. Acesso em: 11 de agosto de 2020.<br><br>MARTINS, Marcelo; <strong>Caracterização microestrutural-mecânica e resistência à corrosão do aço inoxidável super duplex ASTM A890 / A890M Grau 6A</strong>; Disponível em:&lt;<a href="https://www.researchgate.net/profile/Marcelo_Martins4/publication/281280201_TESE_DOUTORADO_FINAL/links/55dee61708ae79830bb59b9e/TESE-DOUTORADO-FINAL.pdf">https://www.researchgate.net/profile/Marcelo_Martins4/publication/281280201_TESE_DOUTORADO_FINAL/links/55dee61708ae79830bb59b9e/TESE-DOUTORADO-FINAL.pdf</a>&gt;; Acesso em: 12 de agosto de 2020.</div><div><br>MARIANO, Neide Aparecida; PIRES, Amandio da Cruz; MUROLO, João Paulo, KURI, Sebastião Elias; <strong>Avaliação da resistência à corrosão em aço inoxidável martensítico do tipo Cr-Ni em meio marinho sintético simulando atividades em águas profundas</strong>; Disponível em: &lt;<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0370-44672006000100018&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt">https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0370-44672006000100018&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt</a>&gt;; Acesso em: 12 de agosto de 2020. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:08:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Componentes do Grupo</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681989101</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:19:34 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdos da Química que ajudaram a solucionar o caso</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681989453</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:20:19 UTC</pubDate>
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         <title>Por que fabricar os navios inteiramente em aço inoxidável é inviável?</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681989985</link>
         <description><![CDATA[<div>O aço inoxidável é usado comumente apenas para parafusos e tubos a bordo de navios e barcos. Mas a pergunta é: e as chapas que são necessárias para construir o navio? Bom, são muitos os aspectos que tornam inviável a utilização do aço inoxidável em chapas para a construção de um navio por inteiro. Além da consideração econômica e pouca demanda por chapas em tamanhos e espessuras de uma construção naval, sendo de fato muito caro e como citou o autor Jonh Carlton Arquiteto Naval Aposentado, membro RINA e S.N.A.M.E, é "quase tão fácil de obter quanto um chifre de unicórnio", brincadeiras a parte, o mesmo autor também embasa a nossa linha de raciocínio inicial, de que o aço inoxidável apenas passa uma primeira imagem de ser muito bom por um certo tempo, quando na realidade, não é tão bom na água do mar. Porque o aço inoxidável, nas suas ligas mais resistentes a corrosão e prontamente disponíveis (os mais comuns) são o 304 e 316, o 304 não é adequado sendo muito usado em áreas como utensílios de cozinha, hospitais, indústrias farmacêuticas químicas e petroquímicas. Uma grande diferença entre o aço inoxidável 304 e 316, é a composição química, com o 316 contando com cerca de 2,50% de molibdênio em sua composição, sendo superior ao aço inoxidável 304 que conta com pequenas quantidades, já que um maior teor de molibdênio resulta na classe 316 possuindo maior resistência a corrosão. Podendo ser frequentemente considerado para aplicações marítimas. </div><div>Agora que já sabem a diferença dos aços inoxidáveis mais comuns e que o aço inoxidável 316 é frequentemente escolhido para aplicações marítimas, permanece a pergunta "por que não usá-lo?". Geralmente, para fazer o aço entrar nas formas de que precisamos para fazer navios, é necessário que ele seja aquecido muitas vezes até obter as chapas. Faça isso com uma liga de alto níquel (inoxidável) e ela não será mais "inoxidável". Quando solda alguma coisa, o metal de solda é, por definição, uma fundição. Os aços comuns, médios ou melhor, "Aços não tratáveis pelo calor", permanecem praticamente os mesmos após o aquecimento, e a diferença na escala galvânica entre condições fundidas e forjadas é pequena e, portanto, a corrosão é menos problemática. Embora não seja um problema inexistente. O alumínio, por exemplo, é macio o suficiente para ser "persuadido" por prensas e rolos a mudar de forma e aços inoxidáveis são muito fortes para este tratamento. Havendo ligas, como a 904 L, que são muito menos sucetíveis a corrosão e possuem um polimento lindamente alto mas que são usadas, principalmente, em aplicações da Rolex e caso você não saiba, um Rolex tem o preço aproximado de 5.900 euros, imagine quantos relógios da Rolex não seriam necessários para aplicação da liga deles em uma construção naval, o que é um absurdo pagar um valor tão alto em centenas de relógios para utilização da liga em navios que são enormes, pelo preço que pagaria nos Rolex seria melhor descartar seu navio e comprar um novo. Justificando a pergunta inicial, do porquê aços inoxidáveis são inviáveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:21:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que podemos fazer para resolver esse problema?</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681990869</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos métodos mais eficientes e utilizados na construção naval para proteger o ferro dos navios contra a corrosão é o revestimento através de tintas especiais que atuam como uma película protetora capaz de impedir o contato do metal com a água, oxigênio e sal presentes no meio. Desse modo, analisando a equação global do processo de formação de ferrugem, <mark>2Fe + O2 + 2H2O → 2Fe(OH)2</mark>, fica evidente que o oxigênio é o cátodo que sofre redução, e o ferro caracteriza o ânion, que sofre oxidação, logo a tinta ao impedir o contato entre esses elementos, impede também a formação da ferrugem. No entanto, essa película protetora está sujeita a riscos e desgastes ao passar do tempo, por isso são necessárias manutenções constantes, além de repinturas periódicas.</div><div>Para impedir que se faça necessário amparos frequentes na pintura das embarcações, o uso de “metais de sacrifício” são muito comum na indústria naval, aconselhados pela economia que proporcionam na proteção catódica. Esse método consistem na proteção do ferro utilizado nos cascos dos navios por meio de outro metal que possua um potencial de oxidação superior. Normalmente esse metal é o zinco por ser relativamente mais acessível e possuir um potencial de redução inferior a muitos metais. E assim, há um crescimento na resistência à corrosão de modo que não danifique a pintura dos navios, garantindo a segurança e suprindo às desvantagens da utilização da tinta.</div><div>Contudo, fica evidente que a solução mais viável é a utilização do revestimento através da pintura em conjunto com a proteção catódica, assim diminuindo os gastos com manutenções, uma vez que a pintura vai evitar o desgaste exagerado dos metais de sacrifício, e os mesmos vão evitar a oxidação nas inevitáveis  falhas que surgem com o desgaste das pinturas.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:23:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma tecnologia precisa de outras</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681991158</link>
         <description><![CDATA[<div>A nova tecnologia é de grande importância para o mercado brasileiro, ele representa a inovação e a possibilidade de ampliar nossa exportação por meio da tecnologia. Entretanto, uma tecnologia precisa de outra.  Se faz necessária uma solução que proteja o casco desses enormes navios da corrosão pelo contato com a água do mar. Os custos de manutenção desse meio de transporte são altos, portanto eles precisam do melhor que a ciência pode proporcionar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:24:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A História do Gigante do Mar</title>
         <author>anaadamicampista</author>
         <link>https://padlet.com/anaadamicampista/estudodecaso_navios/wish/681991702</link>
         <description><![CDATA[<div>Um navio gigante desenvolvido com tecnologia brasileira promete tornar mais competitiva a nossa exportação de minério de ferro. O navio transporta 400.000 toneladas de minério de ferro. São 362 metros de comprimento e 62 metros de largura. Normalmente navios desse tipo medem 290 metros de comprimento.  Antes se corria o risco de o navio partir ao meio se não houvesse equilíbrio nos porões. Esse navio fica pouco tempo no porto graças a uma tecnologia desenvolvida por engenheiros brasileiros. Tomazo Garcia Neto (Engenheiro Naval) comenta: “ele será mais ágil nos portos... não existe nada similar no mundo a esses navios... foi uma criação genuinamente brasileira...”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-16 22:25:08 UTC</pubDate>
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