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      <title>MANIFESTO - 9B by Julia Batista</title>
      <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa</link>
      <description>Conjunto de manifestos escolhidos pelo 9B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-07 12:55:12 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto do Futurismo (Filippo Tommaso Marinetti, 1909)</title>
         <author>juliabatista9</author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391211232</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.&nbsp;</div><div><br></div><div>2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.&nbsp;</div><div><br></div><div>3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.&nbsp;</div><div><br></div><div>4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.&nbsp;</div><div><br></div><div>5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.</div><div><br></div><div>&nbsp;6. É preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificiência, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.&nbsp;</div><div><br></div><div>7. Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostar-se diante do homem.</div><div><br></div><div>&nbsp;8. Nós estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveríamos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós já estamos vivendo no absoluto, pois já criamos a eterna velocidade onipresente.&nbsp;</div><div><br></div><div>9. Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas idéias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.</div><div><br></div><div>&nbsp;10. Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academia de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.&nbsp;</div><div><br></div><div>11. Nós cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos as marés multicores e polifônicas das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas elétricas; as estações esganadas, devoradoras de serpentes que fumam; as oficinas penduradas às nuvens pelos fios contorcidos de suas fumaças; as pontes, semelhantes a ginastas gigantes que cavalgam os rios, faiscantes ao sol com um luzir de facas; os piróscafos aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de largo peito, que pateiam sobre os trilhos, como enormes cavalos de aço enleados de carros; e o voo rasante dos aviões, cuja hélice freme ao vento, como uma bandeira, e parece aplaudir como uma multidão entusiasta.&nbsp;</div><div><br></div><div>12. É da Itália, que nós lançamos pelo mundo este nosso manifesto de violência arrebatadora e incendiária, com o qual fundamos hoje o "Futurismo", porque queremos libertar este país de sua fétida gangrena de professores, de arqueólogos, de cicerones e de antiquários.&nbsp;</div><div><br></div><div>13. Já é tempo de a Itália deixar de ser um mercado de belchiores. Nós queremos libertá-la dos inúmeros museus que a cobrem toda de inúmeros cemitérios.&nbsp;</div><div>14. Museus: cemitérios!... Idênticos, na verdade, pela sinistra promiscuidade de tantos corpos que não se conhecem. Museus: dormitórios públicos em que se descansa para sempre junto a seres odiados ou desconhecidos! Museus: absurdos matadouros de pintores e escultores, que se vão trucidando ferozmente a golpes de cores e linhas, ao longo das paredes disputadas!</div><div><br></div><div>&nbsp;15. Que se vá lá em peregrinação, uma vez por ano, como se vai ao Cemitério no dia de finados... Passe. Que uma vez por ano se deponha uma homenagem de flores diante da Gioconda, concedo...&nbsp;</div><div><br></div><div>16. Mas não admito que se levem passear, diariamente pelos museus, nossas tristezas, nossa frágil coragem, nossa inquietude doentia, mórbida. Para que se envenenar? Para que apodrecer?&nbsp;</div><div><br></div><div>17. E o que mais se pode ver, num velho quadro, senão a fatigante contorção do artista que se esforçou para infrigir as insuperáveis barreiras opostas ao desejo de exprimir inteiramente seu sonho?... Admirar um quadro antigo equivale a despejar nossa sensibilidade numa urna funerária, no lugar de projetá-la longe, em violentos jatos de criação e de ação.</div><div>&nbsp;</div><div>18. Vocês querem, pois, desperdiçar todas as suas melhores forças nesta eterna e inútil admiração do passado, da qual vocês só podem sair fatalmente exaustos, diminuídos e pisados?&nbsp;</div><div><br></div><div>19. Em verdade eu lhes declaro que a frequência diária aos museus, às bibliotecas e às academias (cemitérios de esforços vãos, calvários de sonhos crucificados, registro de arremessos truncados!...) é para os artistas tão prejudicial, quanto a tutela prolongada dos pais para certos jovens ébrios de engenho e de vontade ambiciosa. Para os moribundos, para os enfermos, para os prisioneiros, vá lá:- o admirável passado é, quiçá, um bálsamo para seus males, visto que para eles o porvir está trancado... Mas nós não queremos nada com o passado, nós, jovens e fortes futuristas!&nbsp;</div><div><br></div><div>20. E venham, pois, os alegres incendiários de dedos carbonizados! Ei-los! Ei-los!... Vamos! Ateiem fogo às estantes das bibliotecas!... Desviem o curso dos canais, para inundar os museus!... Oh! a alegria de ver boiar à deriva, laceradas e desbotadas sobre aquelas águas, as velhas telas gloriosas!... Empunhem as picaretas, os machados, os martelos e destruam sem piedade as cidades veneradas!</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 12:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto Versatilista ( Denis Mandarino, 2007)</title>
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         <description><![CDATA[<div>1. O Versatilismo é um movimento artístico que tem como princípio filosófico a da alma, criada por uma Inteligência Suprema. Sua existência está eternamente subordinada às leis existentes no Universo.<br><br></div><div>2. O termo "Versatilista" pode passar a falsa ideia, de que para ser um adepto do movimento é necessário que o artista domine diversas linguagens, o que absolutamente não corresponde às intenções deste manifesto. É possível atuar em uma única área e ser um versatilista.<br><br></div><div>3. Os versatilistas adotam que as coisas existem para ser estudadas, aprendidas e manipuladas, uma vez que a eternidade abriga tempo suficiente para tudo isso. Cabe ao homem, nos diversos degraus do seu aprendizado, discernir qual é a boa ou a má utilização daquilo que lhe está ao alcance.<br><br></div><div>4. Ser um versatilista é uma escolha de afinidade.<br><br></div><div>5. O versatilista não se prende às antigas, atuais ou futuras exigências mercadológicas, que escravizam o artista às convenções de época.<br><br></div><div>6. O Versatilismo pretende libertar as pessoas das análises especializadas e promover a prática da arte como forma de autoconhecimento. É preferível que o artista faça os seus trabalhos sempre no limite das suas possibilidades, buscando ampliar a sua consciência e, consequentemente, a qualidade dos seus resultados. O erro é uma parte inevitável no processo evolutivo de cada um, por isso mesmo que o artista não pode desanimar perante as críticas ou autocríticas severas advindas do preconcieto e do perfeccionismo. A prática artística é um campo inesgotável de experimentação. <br><br>7. Um bom trabalho de Arte instiga a inteligência e toca os sentimentos&nbsp; mais profundos da alma. Destarte, o que é bom para um determinado grupo social pode não dizer nada para outro. O ser humano gosta das coisas que estão ao seu alcance intelectual e sensitivo. Uma criança que gosta de determinado tipo de música, com o passar dos anos, em função da mudança da sua consciência e das influências sociais a que se vê sujeita, altera as suas preferências. Esse processo de mutação da conscincia é contínuo, pois a criatura sempre estará aquém das possibilidades do Criador.<br><br></div><div>8. O Versatilismo busca as expressões artísticas que promovem o homem e a sociedade, respeitando sempre o nível de consciência do artista.</div><div><br>9. No Versatilismo não existem concursos de arte, pois nenhum homem, ou grupo, está apto a julgar o trabalho de outro(s) homem(ns). Um crítico de arte  analisa uma situação sempre de um ponto de vista profundamente limitado, porque limitados são os seus conhecimentos. Os concursos e prêmios podem ser formas de dirigir a opinião pública e, desse modo, valorizar este ou aquele artista em busca de vantagens financeiras ou sociais. Porém Éticas iniciativas culturais são louváveis.<br><br></div><div>10. Cada pessoa tem o seu estilo e a sua liberdade de escolha. Querer impor ao artista este ou aquele caminho é uma antítese do que é a própria Arte.</div><div><br>11. No Versatilismo o artista não precisa manter-se escravo de sua própria produção, ele pode seguir outros rumos ou voltar às origens quando bem entender. O tipo de procedimento mercantilista mais alegra aos cofres do que as almas.</div><div><br>12. Enquanto estilo, na História da Arte, é possível encontrar artistas que se aproximaram da Estética Versatilista, se não em todos fundamentos, em grande parte deles.</div><div><strong>- Carolyna Senna Eiras</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:03:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391261418</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"A Ponte Preta sempre se orgulhou em ser a primeira democracia racial no futebol brasileiro, em dizer que nas dependências da Macaca não há discriminação por etnia, religião, orientação sexual ou qualquer outra, em acreditar que “raça” é a humana, e é também a palavra usada como sinônimo de gana, aquela que os jogadores têm de mostrar em campo. Mas isso não é suficiente. O mundo não está dentro do Majestoso, e não podemos fechar os olhos ao que está acontecendo nele.</em></div><div><em>Os assassinatos trágicos do menino João Pedro no Rio de Janeiro e do segurança George Floyd nos Estados Unidos chocaram o planeta e as manifestações contra o racismo estão brotando intensamente em todo lugar. Mas quantos Joãos e Georges já morreram no mundo por causa da cor de suas peles antes da justa comoção que agora toma conta das redes sociais e das ruas? Quantos mais precisarão morrer antes que as pessoas enfrentem de frente o fato de que, mais do que uma imbecilidade e um crime, o racismo e o preconceito são um mal que precisa ser extirpado pela raiz?</em></div><div><em>Uma das frases mais versionadas e traduzidas do líder Marthin Luther King Jr. - um defensor negro dos direitos civis dos Estados Unidos que morreu assassinado em virtude de sua luta por uma sociedade mais humana, diga-se de passagem – diz que “a tragédia final não é a opressão e a crueldade praticada pelos maus, mas, sim, o silêncio dos bons.”</em></div><div><em>Entre 2012 e 2017 foram registradas 255 mil mortes de negros por assassinato no Brasil, segundo o IBGE. Em proporção, afrodescendentes têm 2,7 mais chances de ser vítima do que brancos. O percentual de negros assassinados no Brasil é 132% maior do que o de brancos, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) intitulado Vidas Perdidas e Racismo no Brasil – 80% destas mortes está relacionada a racismo.</em></div><div><em>Não podemos permanecer em silêncio.</em></div><div><em>Os 120 anos de história da Ponte Preta foram construídos em cima da diversidade, da aceitação da verdade mais pura de que, mesmo sendo diferentes, somos todos iguais. Hoje e sempre, aqui e em qualquer lugar, bradaremos contra a violência absurda contra quem quer que seja, independentemente da cor da pele, da crença, do fato de amar outra pessoa, das posses. Conclamamos você a levantar conosco esta bandeira.</em></div><div><em>“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”, Nelson Mandela. "<br><br>Arthur Pucci</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto contra o racismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391291403</link>
         <description><![CDATA[<div>Os últimos acontecimentos ocorridos, tanto dentro como fora de nosso país, levou-me mais uma vez a debruçar-me sobre esse secular e empedernido tema: o racismo. Ao fim de algumas reflexões, cheguei a seguinte conclusão: o fim de toda e qualquer forma de preconceito, quer pessoais, quer institucionais, tornou-se a maior de todas as utopias, um verdadeiro show protagonizado pelos mais notáveis e habilidosos mestres da retórica, mero exercício para os dialéticos. Entretanto, ir para muito além desses parcos e miseráveis limites, impostos pela ignorância, que sem detença, graça nos corações; vem, de forma crescente, constituindo-se na mais&nbsp; pura de todas as obrigações humana. Para o pastor, advogado e líder negro norte americano, Martin Luther King jr. 1929-1968 (prêmio Nobel da paz 1964), as leis não têm o poder de promover o amor entre as pessoas, mas podem impedi-las de lincharem umas as outras; e que, mesmo não sendo possível legislar sobre o moral, o comportamento pode e deve ser regulamentado. De forma análoga, um famoso cantor e compositor de reggae, descobriu que nem sempre é possível caminhar lado a lado com o preconceituoso, independentemente de esse ser o desejo da maioria das vítimas. Todavia, esse significativo transtorno, o famigerado preconceito, não deve servir de desculpas para que a caminhada seja interrompida. “Tire o seu racismo do caminho que eu quero passar com a minha cor.” (Bob Marley) &nbsp;<br> Cacau&nbsp;<br>Theo Cascino Carreiro Greco Ebling</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>Os manifestos LGBTs são uma maneira de expor para a sociedade os anseios e as reivindicações de toda uma diversidade sexual - entenda aí por diversidade sexual, o comportamento sensual que foge dos padrões estipulados como normais, porém dentro da legalidade. Volta assim o debate, o que é normal nesse sentido? Homem e mulher na cama, como papai e mamãe? Ou mesmo num relacionamento hétero, existem tantas formas variáveis que facilmente podemos enquadrá-las também no rol das diversidades? Conceitos assim são abstratos, são tantas as variedades que diverso passa a ser normal. O que é aceito por duas ou mais pessoas adultas no jogo sexual, jamais deverá ser entendido simplesmente como normal ou anormal. Faz parte do ser humano experimentar, querer ir mais além, descobrir caminhos e finalmente, para uns se revelar para o sentimento da afetividade, e para outros se deixarem levar pelo turbilhão dos parceiros e acontecimentos. Quando conclamamos a toda sociedade participar dos manifestos LGBTs, estamos propondo para se posicionarem contra o preconceito e a discriminação. Para rechaçarmos a hipocrisia e a falsa moral conservadora/fundamentalista,trabalhando para uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Os manifestos são uma festa sim, com alegria, shows e momento de descontração raro, quando muitos podem andar de mãos dadas e manifestar seu carinho em público. Justamente por isso é um ato político, uma confraternização aberta onde todos são bem vindos. O preconceito criado em torno da sexualidade é um grilhão pesado, que arrasta uma grande quantidade de hostilidades e intolerâncias, gerando relacionamentos de ódio e dominação. Barreiras intransponíveis e que sempre promovem a violência e o crime. Os manifestos ou, Paradas gays, surgem justamente para falar da igualdade e o direito ao todo social. De uma época, não muito distante, em que os LGBTs viviam a margem, expostos ao ridículo, em armários e empurrados para guetos, ainda existe no bairro Greenwich Village, em Nova York, um pequeno bar gay chamado Stone Wall. Lá, cansados das constantes, violentas e desrespeitosas abordagens policiais; os frequentadores reagiram, e com o apoio de simpatizantes vizinhos, expulsaram os policiais agressores. Passaram então a comemorar o acontecimento todos os anos na mesma data - o dia do orgulho gay. O movimento se espalhou pelo mundo e, temos aí as mais variadas manifestações da “Parada do orgulho Gay”. Nesse domingo o município de Serra estará realizando o seu manifesto LGBT, considerado um dos mais, senão o mais, importante manifesto do Espírito Santo. A Serra ganha todo esse destaque na sua manifestação pela diversidade sexual, justamente pelo caráter de seriedade e politização como é organizado. Já há quatro anos é o fechamento de uma semana rica em atividades e envolvimento educativo em prol da igualdade social. Não importa se você é gay, lésbica, travesti, bissexual ou transexual. O importante é que você é inteligente e aposta contra a discriminação, trabalha para uma sociedade mais justa e inclusiva e acredita num futuro melhor sem homofobia. Venha esse domingo para Jacaraípe. Nosso encontro está marcado às 14 horas, em frente ao hotel Praia Linda. Todos te esperamos de braços abertos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391292712</link>
         <description><![CDATA[<div>- Lucas F. Jahjah</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:15:23 UTC</pubDate>
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         <title>Vida, Pão, Vacina e Educação</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:15:55 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto da II Marcha Nacional contra a Homofobia</title>
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         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391299971</link>
         <description><![CDATA[<h1>Igualdade de direitos. Fim da discriminação. Fim da violência. Cidadania plena. Reconhecimento. Respeito.&nbsp; Essas são as nossas reivindicações. Somos milhões de brasileiras e brasileiros, ainda excluídos&nbsp; da democracia e ignorado pelas leis do país.<br><br>Somos lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), de todos os cantos do país, de todas as profissões, de todos&nbsp; credos, de todas raças, de todos sotaques, de todas opiniões, de todas etnias, de todos gostos e culturas. Mas temos algo em comum. Não usufruímos nossos direitos pelo&nbsp; simples fato de termos uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da maioria. Somos milhões de cidadãos /ãs de “segunda classe “&nbsp; &nbsp; em nosso Brasil.<br><br>Faz 22 anos que o Brasil se democratizou e promulgou a “Constituição Cidadã”. Entretanto, em todo esse período, nossa jovem democracia não foi capaz de incorporar a população LGBT. Até hoje não existe sequer uma lei que assegure nossos direitos civis. Não existem leis que nos protejam da violência homofóbica.<br><br>A homofobia não é um problema que afeta apenas a população LGBT. Ela diz respeito também ao tipo de sociedade que queremos construir. O Brasil só será um país democrático&nbsp; de fato se incorporar todas as pessoas à cidadania plena, sem&nbsp; nenhum tipo de discriminação. O reconhecimento e o respeito à diversidade e à pluralidade constituem um fundamento da democracia.&nbsp; Enquanto nosso país continuar negando direitos e discriminando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais não teremos construído uma democracia digna desse nome.<br><br>Por essa razão é que a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, convoca e coordenará todos os/as ativistas de suas 237 ONGs afiliadas e pessoas e organizações aliadas à&nbsp; II Marcha Nacional contra a Homofobia, a ser realizada na cidade de Brasília , em 18 de maio de 2011, com concentração às 9h, na&nbsp; Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana.<br><br>O dia 17&nbsp; de maio é comemorado como o dia internacional contra a homofobia (ódio, agressão, violência, discriminação e até morte de LGBT). A data marca uma vitória histórica do Movimento LGBT internacional. Foi quando a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do Código Internacional de Doenças.<br><br>Vamos a Brasília, novamente, para denunciar a homofobia, o racismo, o machismo e a desigualdade social. Temos assistido nos últimos meses ao recrudescimento da violência&nbsp; homofóbica,&nbsp; a exemplo do que ocorreu recentemente em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará, no Paraná e em Minas Gerais. Chama a atenção o fato de que muitos dos agressores não pertencem a grupos de extrema-direita violentos, mas são&nbsp; jovens de classe média, o que demonstra como a homofobia está amplamente difundida em toda sociedade.<br><br>O&nbsp; Brasil está mudando. Elegemos um operário e agora uma mulher presidenta da República, que coloca como meta central de seu governo a erradicação da extrema pobreza. A sociedade brasileira não é contra o reconhecimento dos direitos LGBT. &nbsp; A grande oposição&nbsp; à &nbsp; cidadania&nbsp; LGBT vem dos fundamentalistas religiosos. Algumas denominações evangélicas e parte da igreja católica dedicam esforços imensos a atacar permanentemente a comunidade LGBT e bloquear qualquer ação que garanta direitos a essa população.<br><br>O Brasil é um país plural e diverso, que respeita&nbsp; todas os credos e religiões, contudo nosso Estado é laico – separamos a religião da esfera pública, isso está garantido constitucionalmente.&nbsp; O movimento LGBT defende a mais ampla liberdade religiosa. Respeitamos todos os credos e opiniões, mas, entendemos que crenças religiosas pertencem à esfera privada – &nbsp; individual ou comunitária.&nbsp; Religião é uma escolha, a cidadania não!<br><br>Não aceitamos que dogmas religiosos sejam usados como justificativas para o preconceito e negação de direitos aos LGBT. É preciso assegurar a laicidade do Estado e garantir&nbsp; o respeito à diversidade.<br><br>A II Marcha Nacional Ccontra a Homofobia é, portanto, um grito, um protesto, um manifesto de respeito aos direitos individuais e coletivos.<br><br>Queremos igualdade de direitos e políticas públicas de combate à homofobia.&nbsp; Reivindicamos que o Estado brasileiro, de conjunto (ou seja, os três poderes), e em todas as esferas da federação (União, Estado e municípios) incorporem a diretriz de combater a homofobia e promover a cidadania plena para a população LGBT.<br><br>Defendemos que:<br><br>– o Estado laico seja assegurado, sem interferência dos fundamentalismos religiosos;<br><br>– o Governo Federal acelere a implementação do Plano Nacional de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania de LGBT, garantindo recursos orçamentários e o necessário controle social e <em>accountability </em>na sua execução, promovendo a diminuição da homofobia;<br><br>– todos governos estaduais e municipais instituam : coordenadorias LGBT, Conselhos LGBT e Planos de Combate à Homofobia;<br><br>– o Congresso Nacional aprove a criminalização da homofobia (PLC 122), a união estável e o casamento civil; a alteração do prenome das pessoas transexuais, o reconhecimento do nome social das travestis;<br><br>– o Judiciário, em todos os níveis,&nbsp; faça valer a igualdade plena entre todas as pessoas, independente de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero;<br><br>– o Superior Tribunal de Justiça reconheça como entidades familiares as uniões entre pessoas do mesmo sexo;<br><br>– o Supremo Tribunal Federal julgue favoravelmente às Ações que pleiteiam a união estável entre pessoas do mesmo sexo e o direito das pessoas transexuais alterarem seu prenome.<br><br>&nbsp;<br><br>Na ocasião da II Marcha, convidamos a todas e todas para participar do VIII Seminário LGBT no Congresso Nacional, a ser realizado no dia 17 de maio – Dia Internacional Contra a Homofobia – no auditório Nereu Ramos.<br><br>&nbsp;<br><br>Março de 2011<br><br>ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais</h1><div><br>- Leonardo de Moura Assis</div><h1><br></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto contra racismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391305293</link>
         <description><![CDATA[<div>A Faculdade Zumbi dos Palmares e a ONG Afrobras lançaram, ontem, um manifesto com ações práticas para combater o preconceito e a discriminação racial contra negros, chamado de Movimento AR. A declaração contém 10 ações estratégicas a serem atingidas em cinco anos. A primeira ação começa a ser posta em prática amanhã, por meio de reunião com o Comando Geral da Polícia Militar de São Paulo.<br>As mudanças propostas pelo manifesto têm em vista possibilitar que pessoas negras tenham acesso a educação e a renda, por meio de parcerias e políticas públicas, levando em consideração os cenários pré e pós-pandemia. ;Nós, parte da população negra, já vínhamos de uma realidade em que 70% dos mais de 13 milhões de desempregados eram pretos ou pardos e, após a pandemia, sabemos que quem vai sofrer com o novo cenário são jovens e cidadãos negros;, afirma o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente.<br><br></div><div><br>Um dos idealizadores do Movimento AR, José Vicente diz que o projeto ganhou mais estatura após o assassinato de George Floyd, nos Estados Unidos. ;No Brasil, também tivemos outros ;George Floyd;, que foram assassinados da mesma maneira, seja pela polícia militar, civil, exército ou seguranças privadas;, afirma.<br><br></div><div><br>Ele destaca o abismo entre negros e brancos. ;Nós temos dois mundos no mesmo mundo, temos o do A e o do B. Eles são divididos, não se comunicam, não interagem. Essa divisão é a situação que esse racismo construiu, constrói e mantém;, lamenta. ;A sobrevivência desse público é para ontem, já era emergência antes da pandemia e, agora, ainda mais;, completa o reitor e doutor em Educação. Segundo Vicente, ;precisamos ter a plena convicção que o problema do racismo não pode ser um problema dos negros. Ele produz danos e malefício para todos;.<br><br></div><div><br>A população brasileira é composta por 56,10% de pessoas que se consideram pretas ou pardas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad - Contínua) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, segundo o estudo de Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, também realizado pelo IBGE, a taxa de homicídio entre a população negra é quase três vezes maior do que a de brancos, 43,4 mortes para cada 100 mil habitantes contra 16 mortes para cada 100 mil habitantes, respectivamente.<br><br><br>Inaê Serpa Ferreira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>&#39;Sentimos tristeza e raiva&#39;, diz BTS em nota emocional para acabar com o ódio asiático. “Enviamos nossas mais profundas condolências àqueles que perderam seus entes queridos, sentimos tristeza e raiva. Relembramos momentos em que enfrentamos discriminação como asiáticos. Suportamos palavrões sem motivo e fomos ridicularizados por nossa aparência. Fomos até questionados por que os asiáticos falavam em inglês. Não podemos expressar em palavras a dor de nos tornarmos objeto de ódio e violência por tal motivo. Nossas próprias experiências são irrelevantes em comparação com os eventos que ocorreram nas últimas semanas. Mas essas experiências foram suficientes para nos fazer sentir impotentes e destruir nossa auto-estima. O que está acontecendo agora não pode ser dissociado de nossa identidade como asiáticos. Mas o que nossa voz deve transmitir é claro. Somos contra a discriminação racial. Condenamos a violência. Você, eu e todos nós temos o direito de ser respeitados. Estaremos juntos.”                     - Maria Luna Mendes Duclerc </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391310241</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto contra o racismo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os últimos acontecimentos ocorridos, tanto dentro como fora de nosso país, levou-me mais uma vez a debruçar-me sobre esse secular e empedernido tema: o racismo. Ao fim de algumas reflexões, cheguei a seguinte conclusão: o fim de toda e qualquer forma de preconceito, quer pessoais, quer institucionais, tornou-se a maior de todas as utopias, um verdadeiro show protagonizado pelos mais notáveis e habilidosos mestres da retórica, mero exercício para os dialéticos. Entretanto, ir para muito além desses parcos e miseráveis limites, impostos pela ignorância, que sem detença, graça nos corações; vem, de forma crescente, constituindo-se na mais pura de todas as obrigações humana. Para o pastor, advogado e líder negro norte americano, Martin Luther King jr. 1929-1968 (prêmio Nobel da paz 1964), as leis não têm o poder de promover o amor entre as pessoas, mas podem impedi-las de lincharem umas as outras; e que, mesmo não sendo possível legislar sobre o moral, o comportamento pode e deve ser regulamentado. De forma análoga, um famoso cantor e compositor de reggae, descobriu que nem sempre é possível caminhar lado a lado com o preconceituoso, independentemente de esse ser o desejo da maioria das vítimas. Todavia, esse significativo transtorno, o famigerado preconceito, não deve servir de desculpas para que a caminhada seja interrompida. “Tire o seu racismo do caminho que eu quero passar com a minha cor.” (Bob Marley) Cacau (Lucas Bittler Rinaldi)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:19:00 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto da Faculdade de Medicina da USP destaca ações urgentes para o combate à pandemia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391316269</link>
         <description><![CDATA[<div>O Colegiado dos professores titulares da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) vem manifestar publicamente sua preocupação com o grave momento que atravessamos no Brasil. Enfrentamos uma das maiores crises sanitárias e humanitárias de nossa história. Vivemos um recrudescimento assustador do número de casos notificados de adoecimento pela covid-19 e já alcançamos o patamar trágico de mais de 2.000 mortes diárias pela doença.</div><div>Danos igualmente graves, são os devastadores efeitos afetivos e materiais dessas mortes para as famílias e comunidades dos que se foram; as sequelas persistentes em muitos dos que conseguiram ultrapassar a fase aguda da doença; o colapso dos serviços de saúde e esgotamento dos profissionais, não prejudicando apenas o provimento da assistência aos pacientes com covid-19, mas também obstruindo o acesso de pacientes com outros tipos de demandas urgentes e relevantes.</div><div>Um desafiador agravante da situação é o surgimento de variantes do sars-cov-2, que tem tornado ainda mais urgente nossa corrida pela imunização e, mais importante, pela implementação de medidas estruturais e comportamentais de controle da pandemia.</div><div>Para isso, juntamos nossas vozes às daqueles que conclamam autoridades, profissionais, formadores de opinião e cada cidadão e cidadã de nosso país a assumir radicalmente o compromisso com a construção de uma resposta efetiva e solidária para superarmos esse triste cenário.</div><div>Sabemos que a tarefa é complexa e exigirá esforços, mas já temos clareza de caminhos a seguir:</div><div>1) coordenação dos diversos níveis da administração – federal, estaduais e municipais – para otimizar a capacidade do SUS na resposta à pandemia no País, das Unidades Básicas às UTIs;</div><div>2) implementação de estratégias de testagem, rastreamento e isolamento de casos e contatos;</div><div>3) vigilância genética para identificação precoce das variantes virais;</div><div>4) adoção de medidas radicais de lockdown nas regiões mais acometidas, com estratégias socialmente pactuadas para garantir adesão e eficácia;</div><div>5) desenvolvimento de políticas emergenciais intersetoriais para prover as condições materiais e logísticas necessárias para a adequada adesão das pessoas às políticas de isolamento físico, especialmente para as regiões e populações em situações de maior vulnerabilidade;</div><div>6) realização de uma estratégia de comunicação social capaz de promover uma cultura de prevenção que oriente e estimule as pessoas ao uso de máscara, higiene das mãos e a evitar aglomerações;</div><div>7) envolvimento das lideranças de grupos atingidos e comunidades em situação de vulnerabilidade para identificar necessidades e estratégias adequadas às diversas situações locais;</div><div>8) emissão de normas técnicas para os diversos espaços de interação (escolas, indústrias, comércio, entre outros) para diminuir o risco ambiental de transmissão, cuidando especialmente do transporte público para garantir a não aglomeração atual;</div><div>9) aceleração significativa do programa de vacinação, com critérios estratégicos para priorização de populações-alvo;</div><div>10) medidas de combate às notícias falsas, desinformação e más práticas de prevenção e tratamento.</div><div>Como se vê, há a necessidade de um firme compromisso ético e político para que essas medidas sejam postas em operação e para que consigamos construir o futuro de progresso e bem-estar, com justiça social e liberdade, que buscamos para nossa população. Os Professores Titulares da FMUSP reiteram esse seu compromisso e, mais uma vez, somam-se aos que trabalham para que um futuro de saúde e prosperidade seja o mais rapidamente possível o nosso presente.</div><div>São Paulo, 16 de março de 2021.</div><div>Manifesto do Colegiado dos Professores Titulares da FMUSP<br><br></div><ul><li>GIOVANNA TORRENTE MONTAGNANA<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:20:07 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestos sobre o racismo Pessoas faveladas, periféricas, LGBTQIA+, que professam religiões de matriz africana, quilombolas, pretos e pretas com distintas confissões de fé, povos do campo, das águas e da floresta, trabalhadores explorados, informais e desempregados, em Coalizão Negra por Direitos, viemos a público exigir a erradicação do racismo como prática genocida contra a população negra.O Brasil é um país em dívida com a população negra – dívidas históricas e atuais. Portanto, qualquer projeto ou articulação por democracia no país exige o firme e real compromisso de enfrentamento ao racismo. Convocamos os setores democráticos da sociedade brasileira, as instituições e pessoas que hoje demonstram comoção com as mazelas do racismo e se afirmam antirracistas: sejam coerentes. Pratiquem o que discursam. Unam-se a nós neste manifesto, às nossas iniciativas históricas e permanentes de resistências e às propostas que defendemos como forma de construir a democracia, organizada em nosso programa.Esta convocação é ainda mais urgente em meio à pandemia da Covid-19, quando sabemos que a população negra é o segmento que mais adoece e morre, que amplia as filas de desempregados e que sente na pele o desmantelamento das políticas públicas sociais. Em meio à pandemia de Covid-19, o debate racial não pode mais ser ignorado.Neste momento, em que diferentes setores se unem em defesa da democracia, contra o fascismo e o autoritarismo e pelo fim do governo Bolsonaro, é de suma importância considerar o racismo como assunto central.“Estamos vindo a público para denunciar as péssimas condições de vida da comunidade negra.” Este trecho, retirado do manifesto de fundação do Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial, de julho de 1978, é a prova de que jamais fomos ouvidos e de que sempre estivemos por nossa própria conta.Essa é uma luta que não começa aqui, mas que se materializou no pensamento e na ação de homens e mulheres que, em todos os momentos históricos em que a brutalidade foi imposta ao povo negro, levantaram suas vozes e disseram: NÃO!Não há democracia, cidadania e justiça social sem compromisso público de reconhecimento do movimento negro como sujeito político que congrega a defesa da cidadania negra no país. Não há democracia sem enfrentar o racismo, a violência policial e o sistema judiciário que encarcera desproporcionalmente a população negra. Não há cidadania sem garantir redistribuição de renda, trabalho, saúde, terra, moradia, educação, cultura, mobilidade, lazer e participação da população negra em espaços decisórios de poder. Não há democracia sem garantias constitucionais de titulação dos territórios quilombolas, sem respeito ao modo de vida das comunidades tradicionais. Não há democracia com contaminação e degradação dos recursos naturais necessários para a reprodução física e cultural. Não há democracia sem o respeito à liberdade religiosa. Não há justiça social sem que as necessidades e os interesses de 55,7% da população brasileira sejam plenamente atendidos.O racismo deve ser rechaçado em todo o mundo. O brutal assassinato de George Floyd demonstra isso, com as revoltas, manifestações e insurreições nas ruas e a exigência de justiça racial. No Brasil, nos solidarizamos com essa luta e com esses protestos e reivindicamos justiça para todos os nossos jovens e para a população negra. E, entre muitos que não podemos esquecer, João Pedro presente!Em nosso passado, formamos quilombos, forjamos revoltas, lutamos por liberdade, construímos a cultura e a história deste país. Hoje, lutamos por uma verdadeira democracia, exercício de poder da maioria, e conclamamos aqueles e aquelas que se indignam com as injustiças de nosso país.Porque a prática é o critério da verdade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391324370</link>
         <description><![CDATA[<div>Eduardo Melo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:21:46 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto à população contra a propaganda enganosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Atenção, consumidor compulsivo, antenado em rádio, televisão, <em>outdoors</em>, etc. Não se deixe levar pelos apelos sedutores nem pela aparência inicial de um produto ou serviço. Reflita. Não aja por impulso. Nem se deixe iludir com a conversa do anúncio, vendedor ou vendedora. A propaganda objetiva criará em você uma tal necessidade que você se sentirá excluído&nbsp; por não ter o objeto do desejo. Fique alerta, pois tudo não passa de um jogo psicológico. Tome cuidado com as promoções. Não compre sem pesquisar preços. Pechinche. Peça descontos e prazos para o pagamento. Aproveite o momento e exerça esse direito básico do consumidor. Exija nota fiscal, que é sua garantia. Sem ela você não poderá provar nada. Com ela, garantirá recursos destinados à construção de hospitais, escolas, etc. Recorra ao Código de defesa do Consumidor para garantir seus direitos e denunciar abusos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Defensores do Povo, abril de 2003.&nbsp;</div><div><br></div><div>Jovens, senhores e senhoras da comunidade representados por Ana Júlia Santos, Bernardo Silva, Cláudia Mendel, Dirceu Silva, Edna Carneiro, Fábio Lima, Gláucia Cordeiro, Maria do Céu.<br>-Ana Serena Brandão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:24:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (Anísio Teixeira, Lourenço Filho, Fernando Azevedo e outros - 1932)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Em nosso regime político, o Estado não poderá, decerto, impedir que, graças à organização de escolas privadas de tipos diferentes, as classes mais privilegiadas assegurem a seus filhos uma educação de classe determinada; mas está no dever indeclinável de não admitir, dentro do sistema escolar do Estado, quaisquer classes ou escolas, a que só tenha acesso uma minoria, por um privilégio exclusivamente econômico. Afastada a ideia de monopólio da educação pelo Estado, num país em que o Estado, pela sua situação financeira, não está ainda em condições de assumir a sua responsabilidade exclusiva, e em que, portanto, se torna necessário estimular, sob sua vigilância, as instituições privadas idôneas, a ‘escola única’ se entenderá entre nós, não como uma conscrição precoce arrolando, da escola infantil à universidade, todos os brasileiros e submetendo-os durante o maior tempo possível a uma formação idêntica, para ramificações posteriores em vista de destinos diversos, mas antes como a escola oficial, única, em que todas as crianças, de 7 a 15 anos, todas ao menos que, nessa idade, sejam confiadas pelos pais à escola pública, tenham uma educação comum, igual para todos."&nbsp; <br><strong>- Julia Peixoto</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:26:01 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto de empatia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391380520</link>
         <description><![CDATA[<div>Empatia é um um ato de coragem.<br>É preciso despir-se de você antes de ‘calçar o sapato do outro’.<br>Livre de julgamentos, é possível vestir outras alegrias e sonhos.<br>E também outros medos e dores.<br><br>É entender que o respeito não é o fim, mas o começo da jornada.<br>Porque respeitar é pressuposto para abrir-se àquele mundo novo.<br><br>É ir além das manchetes e posts.<br>É ver o que o cotidiano apaga e deixa invisível.<br>Porque a vida, de verdade, é muito mais do que podemos ver.<br>Porque não há explicação que traduza a vida que o outro viveu.<br><br>É perceber que descobrir o outro é uma forma de descobrirmos a nós mesmos.<br>A prática da Empatia aquece a conexão e o entendimento de que não há uma vida humana mais valiosa que outra e que, juntos, somos mais fortes.<br><br></div><div><em>Mais do que entender, Empatia é sentir.<br></em><br></div><div>Se empatia tivesse vida, ela seria os olhos da infância.<br>Sem julgamento e qualquer preconceito.<br>O olhar de que sempre cabe mais um para completar a brincadeira.<br>E que há infinitas possibilidades à frente do inesperado.<br><br>Que melhor maneira de falar de Empatia que pela arte?<br>É na arte que concordamos em discordar e que nos entendemos como iguais.<br>Todos leigos perante ao artista que aquilo criou.<br><br>Este manifesto é um convite para um mundo colorido de aceitação, respeito e Empatia.<br>Um lugar onde todos percebem que o mundo é um.<br><br></div><div>- samira nasser armond </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:32:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Manifesto por um Brasil sem Preconceito&quot; Brasil é o país da diversidade. Somos homens, mulheres, crianças, jovens, adultos, idosos, brancos, negros e indígenas. Somos heterossexuais, bissexuais, gays, lésbicas, travestis e transexuais. Somos humanos!Todos, independente de sexo, orientação sexual, identidade de gênero, etnia, idade, classe social, religiosidade ou qualquer outra característica, somos cidadãos e cidadãs. Temos o direito de viver em uma sociedade onde não se tolere nenhum tipo de discriminação, preconceito ou violência.Respeitar as diferenças e valorizar a diversidade humana é um valor essencial para nossa afirmação enquanto país livre e democrático, um Brasil de todos os brasileiros e brasileiras.É neste espírito que nós que subscrevemos este manifesto conclamamos os senadores e senadoras a aprovarem o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, na forma do substitutivo do senador Paulo Paim, que define e pune os crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência.Esta proposta tramita no Congresso Nacional há doze anos. Sua aprovação significa um avanço para a garantia de direitos e afirmação da cidadania plena de todas as pessoas.O Brasil não pode mais esperar! A hora de mudar essa história é agora! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391400428</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- clara lua</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto à população contra a propaganda enganosa Atenção, consumidor compulsivo, antenado em rádio, televisão, outdoors, etc. Não se deixe levar pelos apelos sedutores nem pela aparência inicial de um produto ou serviço. Reflita. Não aja por impulso. Nem se deixe iludir com a conversa do anúncio, vendedor ou vendedora. A propaganda objetiva criará em você uma tal necessidade que você se sentirá excluído  por não ter o objeto do desejo. Fique alerta, pois tudo não passa de um jogo psicológico. Tome cuidado com as promoções. Não compre sem pesquisar preços. Pechinche. Peça descontos e prazos para o pagamento. Aproveite o momento e exerça esse direito básico do consumidor. Exija nota fiscal, que é sua garantia. Sem ela você não poderá provar nada. Com ela, garantirá recursos destinados à construção de hospitais, escolas, etc. Recorra ao Código de defesa do Consumidor para garantir seus direitos e denunciar abusos. Defensores do Povo, abril de 2003. Jovens, senhores e senhoras da comunidade representados por Ana Júlia Santos, Bernardo Silva, Cláudia Mendel, Dirceu Silva, Edna Carneiro, Fábio Lima, Gláucia Cordeiro, Maria do Céu.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391439551</link>
         <description><![CDATA[<div>Mariana Birgolin Kodama de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>MANIFESTO: Por uma escola livre e sem racismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391470949</link>
         <description><![CDATA[<div>A Faculdade de Letras tem um passado de luta pela liberdade, contra<br>a opressão, a discriminação e a ignorância que não pode ser esquecido.<br>Desde a luta contra o fascismo em tempos de ditadura ao activo movimento<br>estudantil por uma escola aberta a todos, a faculdade marcou a sua<br>presença. Ao longo da História, estudantes, professores e funcionários<br>manifestaram-se contra as guerras, as desigualdades, o racismo, a<br>xenofobia, o fechamento e a intolerância, existentes dentro e fora da escola.<br>&nbsp;A nossa faculdade sempre soube olhar para fora, sempre soube que<br>através do conhecimento se combatem os preconceitos mais obscuros e<br>absurdos da nossa sociedade. A Faculdade de Letras é isso mesmo, a<br>experiência do ensino, do conhecimento e da partilha da diversidade<br>cultural, expressão da humanidade. É o espaço onde tem lugar o estudo das<br>várias Línguas, das diversas Culturas, das Artes e das relações que mantêm<br>entre si, da discussão, da crítica e do pensar, da análise da História, das<br>pessoas e dos lugares. Aqui conquista-se o espaço para a diversidade e para<br>um mundo mais justo, livre e consciente.<br>&nbsp;Não podemos, portanto, assistir passivamente às discriminações<br>racistas e a tentativas de intimidação de que têm sido alvo estudantes<br>dentro da faculdade ou a folclóricas mas preocupantes manifestações<br>neonazis como a que assistimos na passada quinta-feira, dia 15 de Março,<br>dentro do nosso espaço escolar. Não podemos compactuar com ideais<br>fascistas e discriminatórios, fechando os olhos às ameaças de violência e ao<br>mal-estar vivido pelos nossos colegas no dia-a-dia da faculdade. Só a<br>ignorância, o conformismo, a passividade e o vazio cultural deixam espaço<br>à intolerância e favorecem a cultura do medo e os novos obscurantismos.<br>&nbsp;A liberdade de expressão é inconciliável com a discriminação e a<br>apologia da desigualdade. É por isso que este espaço, que é nosso e é de<br>todos, foi, tem de ser e será um espaço de liberdade e respeito, desde os<br>bares aos corredores, passando pelas salas de aula, centros de investigação<br>e bibliotecas, bem como todos os lugares em que decorre a vida<br>associativa, departamental e institucional desta faculdade.<br>Todos nós, que estudamos e trabalhamos aqui e aqui vivemos e<br>convivemos, mulheres e homens de diferentes idades, nacionalidades e<br>cores, podemos e devemos tornar a Faculdade de Letras um lugar sem<br>racismo e sem discriminação, um espaço realmente aberto a todos,<br>onde todos possam estudar e trabalhar em liberdade.<br>- João Vitor Nunes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manifesto em Defesa da Psicologia Brasileira      </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1391537528</link>
         <description><![CDATA[<div>Forte por sua ciência e profissão com ética, formação e entidades.<br>A história da Psicologia como campo científico e profissional, no contexto brasileiro, latino-americano e global, tem a marca do compromisso com valores humanísticos e com a defesa de princípios e práticas éticos. Seus avanços no campo científico levaram ao fortalecimento de diversas subáreas organizadas em associações ou sociedades; a formação das(os) psicólogas(os) expandiu-se e interiorizou-se, ampliando a possibilidade de acesso a todas(os) que querem abraçar a Psicologia como profissão; a pós-graduação stricto sensu em Psicologia abrange a maioria das subáreas de conhecimento e cobre, praticamente, todo o território nacional. Por fim, avança como campo profissional em distintos espaços de trabalho.&nbsp;<br><br>Impulsionada pela Constituição Cidadã de 1988, a Psicologia fortaleceu-se como espaço de promoção de cidadania, contribuindo para políticas públicas, inclusão e participação social. É crescente a importância da Psicologia no mundo do Trabalho, corporativo e nas organizações, e nos sistemas de Assistência Social, Saúde (destacando-se a Reforma Psiquiátrica e saúde do trabalhador), Educação, Esporte, Justiça, Mobilidade Humana, Trânsito, Trabalho, Habitação, Meio Ambiente e Pessoas com deficiência. A Psicologia exercida nos consultórios não ficou alheia aos avanços, incorporando aos processos de compreensão dos sujeitos atendidos, avaliações e intervenções da realidade sociocultural, ampliando o potencial das práticas clínicas na promoção de direitos.<br><br>Reconhecemos que esse conjunto de avanços teve a participação de diversos segmentos dentro da profissão, que contribuíram para a construção de uma Psicologia laica, crítica, diversa, antirracista, democrática e com forte preocupação social.&nbsp;<br><br>Precisamos sustentar um exercício profissional compatível com as demandas e as necessidades da população. É necessário combater a precarização do trabalho da(o) psicóloga(o), especialmente daquelas(es) que iniciam a sua trajetória profissional. Precisamos de melhorias no processo de formação, hoje ocorrendo, na sua grande maioria, em faculdades isoladas e centros universitários. São, entre outros, desafios complexos a exigir unidade de todas as entidades científicas e profissionais.&nbsp;<br><br>Reconhecemos e prezamos o debate produtivo que garante a diversidade no campo científico e profissional da Psicologia. Nascem de diferenças epistemológicas, ou de ênfases postas em determinadas pautas, ou ainda, emergem de divergências mais profundas sobre o que se espera do papel da Psicologia e de suas entidades. Ao longo do tempo, no espaço democrático, movimentos ou agrupamentos distintos dentro da categoria, disputaram e assumiram, em diferentes momentos, a responsabilidade por conduzir suas entidades representativas.<br><br>A conjuntura política brasileira passou por ciclos de mudança nas últimas décadas e, de forma ainda mais intensa, no último ano, com a eleição para o Executivo e o Legislativo. O resultado eleitoral traz para o centro do debate político pautas que, na visão dos diferentes grupos envolvidos na construção deste documento, desafiam o conjunto de valores que devem embasar o papel social da Psicologia: descomprometem o Estado com a superação da desigualdade social, afastando-o dos princípios da nossa Constituição, em especial dos valores antirracistas, de liberdade religiosa implicada na nossa definição de estado laico.&nbsp;<br><br>Reconhecemos que a forma de tentarem se apropriar de nossa ciência, nossa ética e de nossa profissão é dominando as entidades profissionais e científicas, inviabilizando-as ou mesmo destruindo-as. A Psicologia ficaria exposta a grupos que querem capturá-la para que seja instrumento de legitimação das desigualdades e discriminações. São grupos que, sob o manto de um exercício profissional pretensamente científico e neutro, questionam e atacam a liberdade, a diversidade e as identidades, ao distorcer a noção de gênero e defender a “cura gay”, o retorno dos manicômios, a “escola sem partido”, o fim do SUS e do SUAS, entre outras pautas. Tamanho retrocesso afronta, tanto as conquistas nas políticas públicas, quanto ao direito individual, o que faz com que a Psicologia esteja ameaçada em qualquer espaço que ela aconteça.&nbsp;<br><br>Isso demanda mobilizar esforços analíticos, políticos e organizativos em defesa incondicional de nossa ciência e profissão.<br><br>Em síntese, este Manifesto é uma iniciativa para congregar aqueles e aquelas em defesa de uma Psicologia que:&nbsp;<br><br>● Contribua para a construção de uma sociedade democrática e justa, assegurando os direitos fundamentais a todas(os) as(os) cidadãs(ãos) e seu acesso a serviços psicológicos.&nbsp;<br><br>● Reconheça e respeite todas as formas de diferenças humanas e combata o preconceito, discriminação e racismo.&nbsp;<br><br>● Seja fundamentada no conhecimento científico, sem subordinar-se a sistemas de crenças;&nbsp;<br><br>● Respeite a liberdade de credo e as opções religiosas pessoais;&nbsp;<br><br>● Defenda um sistema educacional capaz de desenvolver competência técnica e consciência cidadã, ampliando seu compromisso social;&nbsp;<br><br>● Preze a pluralidade de referenciais epistemológicos, teóricos e metodológicos, como fator de crescimento e desenvolvimento do campo;&nbsp;<br><br>● Seja comprometida, no conjunto de suas entidades científicas e profissionais, em trabalhar para qualificação e valorização do exercício profissional, lutando por condições justas e dignas de trabalho;&nbsp;<br><br>● Seja solidária e empática frente a qualquer tipo de sofrimento humano.&nbsp;<br><br>- Luana Accioly</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 14:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>manifesto contra racismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(não consegui achar um vídeo bom em português) - karis megumi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 14:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto contra a desigualdade social</title>
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         <description><![CDATA[<div>A pesquisa, baseada em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ressalta que foi o mais longo período de concentração de renda da história do país. Também segundo a mesma instituição, a extrema pobreza cresceu este ano e o número de miseráveis no Brasil chegou a 13,5 milhões, mais gente do que a população da Bolívia e quase quatro vezes a do Uruguai.<br><br>em 2019 aconteceu um manifesto no chile, contra a desigualdade social, miséria e fome.<br><br>Mas não foi só no nosso brasil corrupto não.<br><br>Segundo relatório da Oxfam, divulgado em janeiro, as 26 pessoas mais ricas do mundo têm mais dinheiro do que os 3,8 bilhões mais pobres. Sim, menos de 30 pessoas possuem mais dinheiro do que 50% da população mundial, e esses&nbsp; caras enriqueceram ainda mais na pandemia, como Jeff Bezos, Elon Musk e outros bilionários.<br><br>Sabendo disso, dessa ampla desigualdade, cerca de 2 bilhões de pessoas vivem sob o fantasma de não saberem se terão o que comer.<br><br>Enzo Jhun Taba</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto sobre o desmatamento.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Amazônia sempre foi objeto de cobiça por parte do capitalismo predatório. Desde a colonização, até os dias de hoje, nossas florestas são vistas como território de exploração. É histórico a narrativa da necessidade de grandes projetos na Amazônia tendo como exemplos atuais a construção de Belo Monte e a expansão de mineradoras.Só no ano de 2019 registrou-se um aumento de 80% nos focos de incêndio na Amazônia brasileira, maior índice desde 2013, o Pará foi o estado com mais focos de queimadas em 2019, segundo o Inpe. São vidas que estão sendo atacadas nessa devastação das florestas e rios amazônicos, como a dos povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, que estão em constante batalha pela preservação do meio ambiente e demarcação de suas terras que são territórios de sobrevivência desses povos e da natureza. A grande fumaça que escureceu o céu do estado de São Paulo no dia 16 de Agosto, foi um alerta dos efeitos da destruição da Amazônia.<br>- Lucas F. Jahjah&nbsp;<br>- Lucas Bittler<br>- Eduardo de Melo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:11:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1416356209</link>
         <description><![CDATA[ ‘’ A destruição das calotas polares’’ 





Nós temos que nos preocupar mais com as calotas polares, a cada ano estão diminuindo mais ainda, nos últimos anos foram perdidos cerca de 81 bilhões de toneladas de gelo. Por causa disso, cientistas americanos estimaram que há cerca de 850 bilhões de toneladas de gás nitrogênio e carbônico enterrados no gelo, causando forte impacto em recursos hídricos. A principal razão do derretimento das calotas são os gases de efeito estufa. No brasil, o principal ‘’produtor’’ desses gases é o uso de florestas e terras. Temos que começar a agir de forma diferente, temos que cuidar do nosso planeta, pois é o único que temos.

Arthur Pucci 
]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:31:52 UTC</pubDate>
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         <title>MANIFESTO CONTRA DISCRIMINAÇÃO RACIAL</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2002, o grupo brasileiro de rap, Racionais MC's,&nbsp; lança a música Nego Drama. "Negro drama, cabelo crespo e pele escura, a ferida, a chaga à procura da cura... Ver pobre, preso, morto já é cultural" (...). Embora tenham passado 19&nbsp; anos após o lançamento da música, a crítica abordada é presente até hoje. O racismo é uma forma de preconceito e discriminação baseada num termo controverso, que sociologicamente é revisto e do qual a genética também inicia uma revisão: a raça.</div><div><br></div><div>Segundo o artigo 20 da Lei n° 7.716, é crime qualquer tipo de descriminação e preconceito de cor, raça, etnia, religião e procedência nacional. Porém, mesmo definido como crime, o racismo é atual e insistente em todas as camadas e classes sociais, o que torna a discussão extremamente necessária.</div><div><br></div><div>É preciso colocar em evidência os fatos que levaram a tal problemática. O Brasil foi o país que mais utilizou a mão de obra escravocrata e o último a abolir a escravidão no Ocidente, em 13 de maio de 1888. No entanto, após a abolição, não houve qualquer tipo de assistência social aos ex-escravos, deixando-os lidar duramente com a pobreza e marginalizados socialmente. Através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), dos 13,5 milhões de pobres, 75% são negros. Sendo assim, é nítido compreender que o passado é refletido na atualidade e que os órgãos públicos têm papel fundamental em tomar iniciativas para reparar os erros que foram cometidos.</div><div><br></div><div>Até mesmo em seu dia a dia, você pode utilizar-se de estereótipos racistas sem ter noção da gravidade da fala, ação direcionada ou cometida. Isso é conhecido como racismo velado. Frases como “da cor do pecado”, “a coisa está preta”, “que inveja branca” são racistas e extremamente ofensivas. A melhor forma de evitar essas expressões é descobrir sua origem e depois, nunca mais repeti-las. Além disso, sempre que ouvir alguém dizendo uma delas, você pode explicar o que ela significa, de forma gentil. De acordo com a filósofa estadunidense, Ângela Davis, "Numa sociedade racista, não basta ser racista. É fundamental ser antirracista." Dessa forma, é fundamental que todos lutem contra o racismo estrutural e suas diferentes características enraizadas na sociedade. Não precisa ser negro para lutar contra o racismo, precisa apenas ser humano.</div><div><br></div><div>São Paulo, 14 de abril de 2021.</div><div>Ana Serena, Arthur Lorenzo, Enzo Baracat e Luana Accioly.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:35:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1416384922</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;‘’ A destruição das calotas polares’’&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Nós temos que nos preocupar mais com as calotas polares, a cada ano estão diminuindo mais ainda, nos últimos anos foram perdidos cerca de 81 bilhões de toneladas de gelo. Por causa disso, cientistas americanos estimaram que há cerca de 850 bilhões de toneladas de gás nitrogênio e carbônico enterrados no gelo, causando forte impacto em recursos hídricos. A principal razão do derretimento das calotas são os gases de efeito estufa. No brasil, o principal ‘’produtor’’ desses gases é o uso de florestas e terras. Temos que começar a agir de forma diferente, temos que cuidar do nosso planeta, pois é o único que temos.</div><div><br></div><div>Arthur Pucci&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>RESPEITO POR TODOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1416398524</link>
         <description><![CDATA[<div>O respeito é algo que muitas pessoas procuram , muitas não tem, sempre julgam o próximo mas nunca vê o que o outro passa , como aquele ditado a grama do vizinho sempre vai estar mais verde, mas na real pode ser que não esteja ,por que muitas vezes não sabemos o que o outro passa. Nesse manifesto decidi falar sobre respeito , pois a população, principalmente na internet está muito tóxica, as pessoas sempre julgam o que o outro faz, fala , deixa de fazer ou falar , qualquer atitude que nós fazemos sempre vai ser julgada por alguém, apesar das pessoas sempre falarem que o outro sempre tem algo melhor, sempre julgam por ter algo melhor , por como consiguiu , por todas as nossas atitudes , tudo tem que ser do jeito das pessoas nunca do nosso.</div><div>Estamos em um mundo que precisamos mais de respeito , para com esse negocio “ ai por que aquela pessoa está com uma roupa horrível “ "aquela pessoa fez aquilo “ “ aquela pessoa deixou de fazer isso” , as pessoas não estão tendo empatia, respeito e educação uns com os outros.</div><div>Faça deles a sua filosofia e faça deles a sua ação. Viva, crie, ame e faça. Viva a sua filosofia , ame a sua arte, crie a sua&nbsp; religião.Faça a sua parte. Não use o que você acredita para reprimir e magoar o outro. Somos bilhões de mentes no mundo , querer que todos acreditem na mesma coisa é coisa de doido. Temos que respeitar todos e suas opiniões, todos que tem fé, todos que não a tem, respeite cada um , com cada opinião e jeito.&nbsp;</div><div>Nosso mundo está doente em tudo , enquanto nos perdemos tempo brigando por isso, que tal ao invés de discutir, e dividir o mundo, que tal colocar a empatia no bolso e ajudar aquele moço que de frio morre na rua , desamparado e sem ninguém</div><div>Precisamos de união, então por que não fazer do respeito uma união.&nbsp;</div><div>Coisa principal sobre a vida é educação, respeito e empatia coisa que o mundo não está tendo, um julgado o outro pelas suas atitudes, rindo das decisões e atitudes&nbsp; do próximo, não sabemos o porquê das decisões e atitudes dos vizinhos , não sabemos o que ele passa, se tivemos empatia , educação&nbsp; e principalmente respeito, o mundo com certeza irá ser um mundo mais leve, precisamos de um mundo melhor, um mundo do bem , com mais amor e menos rancor.&nbsp;</div><div><br></div><div>São Paulo, 14 de abril de 2021.</div><div>Giovanna Torrente Montagnana&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:40:00 UTC</pubDate>
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         <title>MANIFESTO: A importância da tecnologia em nossas vidas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Não é nenhuma novidade que aparelhos eletrônicos e plataformas de ensino são fundamentais para que os alunos tenham um bom ensinamento durante a situação atual, assim como sabemos que nem todas as famílias têm recursos para comprá-los. Então, como é possível manter o ensino a distância diante de uma pandemia, se o governo não contribui para que isso aconteça?</div><div>A tecnologia trouxe para nossas vidas um mundo mais criativo, e se tornou mais do que um meio acessível e revolucionário. Ela está presente em nosso dia a dia, sendo cada vez mais utilizada para comunicação, lazer, trabalho e escola. Temos as ferramentas necessárias para evoluir milhares de coisas.&nbsp;</div><div>Devemos saber que, quanto mais usarmos a tecnologia para fazer o bem, melhor será o uso dela.</div><div>Hoje, ela possibilita diversos meios para adquirirmos conhecimento, principalmente na medicina, além de oferecer desafios que nos permitirão evoluir futuramente.</div><div>Devemos compreender que, embora ela nos traga benefícios, ela pode ser prejudicial, então é necessário que tenhamos consciência durante seu consumo. <br><br><strong>Feito por : </strong>Carolyna, Julia, Inaê e Maria Luna - Dia 14/04/21</div><div><strong>Inspirado em</strong>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PRS9sxqHAqk">https://www.youtube.com/watch?v=PRS9sxqHAqk</a>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 14:19:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliabatista9/grnxais0tdscgwqa/wish/1545717938</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Manifesto contra o desmatamento</strong><br><br>Nas últimas décadas, um dos problemas enfrentados pelo nosso planeta que mais cresce e preocupa, é o desmatamento. No começo, nós tínhamos que nos adaptar e adaptar a nossa forma de viver à natureza, onde tínhamos que morar, para conseguir água e alimento, nos proteger de fenômenos naturais e predadores etc. Hoje, por conta de tantas alterações, nós “forçamos” a natureza a se adaptar a nossa forma de viver, onde queremos prédios, tiramos tudo o que há lá, para conseguir papel, matamos as árvores, e por aí vai. Os danos causados pelo ser humano já são quase irreversíveis, se não tomarmos uma atitude o quanto antes o planeta não sobreviverá, e agora, somente nós poderemos salvá-lo, revertendo os danos que NÓS causamos. Nós dependemos da natureza, sem ela não podemos viver, matando as florestas, nos matamos também. Além disso, muitos outros animais dependem da natureza, ela é a casa de muitas espécies de animais e plantas, temos que preservar a fauna e a flora do planeta, preservar a natureza, preservar nossa vida. Vamos mudar o cenário do desmatamento.</div><div><br>São Paulo, 14 de abril de 2021.</div><div>Mariana Birgolin Kodama de Oliveira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 21:40:24 UTC</pubDate>
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