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      <title>O PAPEL DAS EMOÇÕES by Débora Valeixo Rana</title>
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      <description>Criado com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-17 12:24:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-03-19 08:51:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>deboravaleixorana</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><blockquote><strong>A emoção, usando o corpo como teatro, não pensa, reage. Ainda assim, sem grande controlo sobre as mesmas, nós –</strong> <strong>seres humanos – somos incapazes de conceber uma vida sem a sua presença. </strong></blockquote><div><br></div><div><strong>Comenta </strong>a frase acima transcrita.<strong> </strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 12:30:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a1618</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>As emoções, na sua forma mais pura e irracional, desempenham um papel fundamental na vida do ser humano. Naturalmente as emoções, sendo uma parte fundamental da essência do ser humano, ajudam-nos em diversas situações do quotidiano, e sem a sua presença «somos incapazes de conceber uma vida». Efetivamente, as emoções ajudam-nos a perceber o mundo e o que nos rodeia, ajuda nos a comunicar com os outros e ajuda os outros a comunicar connosco. Vejamos o exemplo da ira. Quando estamos zangados, a nossa expressão facial revela essa ira para as outras pessoas. Sem estas reações físicas, era impossível, ou era um trabalho mais complicado, para a pessoa com quem estamos a falar perceber que alguma coisa que referiu nos deixou zangado. Se não percebesse automaticamente que estamos zangados, poderia continuar a dizer várias coisas que nos deixaria mais zangados ainda. Ora, as nossas reações físicas permitem nos comunicar com os outros e prevenir futuras discussões ou desentendimentos (no caso da ira). A emoção em qualquer caso «não pensa, reage». Não pensa, porque o individuo ao sentir algo, transmite irracionalmente, naquele momento, o que sente por reações físicas. Quando estamos nervosos ou ansiosos trememos a voz ou trememos a perna por exemplo. Em nenhum caso  pensamos, e depois trememos. Sentimos, e o nosso corpo treme, automaticamente. Desta forma, as emoções em nenhum caso, são pensadas, porque não incluem uma intelectualização do que sentimos naquele momento.  O nosso corpo é um palco para as nossas emoções, e as nossas emoções, são os diretores da peça, que por sua vez mostramos constantemente e automaticamente sem ter algum tipo de controlo ao resto das pessoas, no nosso quotidiano. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:46:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabelcaspurro</author>
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         <description><![CDATA[<div>    Tendo em conta a questão apresentada, podemos definir emoções pelo conjunto de reações de elevada intensidade e de curta duração que se caracterizam por um conjunto de alterações fisiológicas - corporais – e que se manifestam por um conjunto de sinais visíveis e facilmente reconhecíveis por aqueles que nos rodeiam. O seu elevado grau de intensidade torna a sua durabilidade limitada, uma vez que a vivência prolongada de uma emoção é uma ameaça ao equilíbrio orgânico. </div><div>    Além disso, as emoções desempenham uma importante função adaptativa, isto é, são uma forma de comunicação pois permitem-nos comunicar as nossas intenções e sentimentos de forma mais expressiva do que simples palavras. Tome-se como exemplo o medo – motiva-nos para fugir ou para desenvolver comportamentos de autoproteção que nos deem segurança e tranquilidade. </div><div>    As emoções são o cenário no qual diariamente atuamos na interação com o mundo influenciando a maneira como percebemos e reagimos, o modo como aprendemos, os julgamentos sociais que fazemos e as decisões que tomamos, os nossos processos criativos e os percursos pessoais e interpessoais que delineamos.</div><div>    Contudo, é possível concluir que um mundo sem emoções seria um mundo no qual os indivíduos estariam desprovidos de qualquer tipo de sentimentos, uma vez que estes nada mais são que intelectualizações de emoções. Deste modo, um mundo sem emoções e sem sentimentos não daria lugar a qualquer tipo de relações interpessoais quer de amor, de amizade ou até mesmo negativas como de ódio. Podemos então concluir que os indivíduos de “robôs” apenas programados a nascer, viver e morrer, sem que qualquer uma das suas vivências lhes proporcionasse alegria ou tristeza,  tornando-se, de certo modo, “irracionais”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 16:02:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a32071</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>Na psicologia um dos objetivos principais é estudar o comportamento humano e, entender porque nos emocionamos e sentimos e a maneira como influencia as nossas ações, faz parte desse objetivo.  </div><div>Primeiramente, podemos definir emoções como sendo um conjunto de reações corporais e fisiológicas, de elevada intensidade e curta duração, que se manifestam perante certos estímulos. Para além disso, este estado afetivo de carácter automático e inconsciente, devido à sua elevada intensidade, quando vivido num período alongado, põe em causa o equilíbrio orgânico do ser humano. Por tudo isto, podemos dizer que estas são públicas, pois a sua manifestação é visível por todos aqueles que nos rodeiam.  </div><div>Neste seguimento, as emoções têm uma grande influencia na nossa vida quotidiana, regulando a nossa interação com o mundo, quer na seleção dos aspetos a que prestamos atenção, como reagimos e percebemos o mundo que nos rodeia, como aprendemos, os percursos pessoais e interpessoais que delineamos, os julgamentos sociais que fazemos, as decisões que tomamos e, inclusive, os nossos processos criativos.  </div><div>Da mesma forma, este estado afetivo está bastante associado à comunicação não verbal nas sociedades mundiais, por existirem um conjunto de emoções básicas, inatas e universais ao homem, que são reconhecidas em qualquer ser humano. Assim, ao exteriorizar o que sentimos, conseguimos comunicar com o outro, mas também o outro consegue comunicar connosco, estabelecendo-se uma conversa involuntária, não guiada por simples palavras, mas sim, pelos sinais que manifestamos. Por tudo isto, podemos também falar da sua função adaptativa ao mundo que nos rodeia, pois, a partir das informações que retiramos face ao que se passa com o outro, conseguimos moldar a nossa forma de agir e assim, viver em sociedade.  </div><div>Posto isto, como seria vivermos num mundo sem emoções? O que seria o ser humano? - Ora, num mundo sem expressão emocional, não haveria comunicação involuntária entre as pessoas, sendo o homem um ser apático e inexpressivo, onde o corpo não era palco das emoções, mas sim apenas um constituinte passivo de um indivíduo. Da mesma forma, é possível estabelecer uma relação entre as emoções e sentimentos, na medida em que, as primeiras originam os sentimentos, quando há uma tomada de consciência, e estes geram emoções, num ciclo contínuo. Assim, se vivêssemos sem emoções, também não teríamos sentimentos, o que afetaria as relações com os outros. Por último, não posso deixar de referir, que sem emoções não existiria motivação para agir em torno de um objetivo, pois das nossas ações não retiraríamos experiências quer agradáveis quer desagradáveis, ou seja, agir seria igual a não agir.   </div><div>Em suma, enquanto seres humanos somos incapazes de viver na ausência de emoções, pois, se tal acontecesse, passávamos a ser meros “robôs”.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 18:19:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a29192</author>
         <link>https://padlet.com/deboravaleixorana/gr5vfz75n50gj5i1/wish/1224009456</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>  No sentido de dar uma resposta à questão apresentada podemos definir emoções como sendo o conjunto de     reações intensas e de curta duração, que se caracterizam por um conjunto de alterações fisiológicas no organismo e que se manifestam por um conjunto de sinais visíveis e facilmente reconhecíveis por aqueles que nos rodeiam.  De facto, estas desempenham uma importante função adaptativa, já que são, em boa parte, sinais que enviamos aos outros sobre o que se passa em nós, constituindo, assim, uma forma de comunicação. Por exemplo, um rosto fechado pode comunicar apreensão ou aborrecimento.  <br><br></div><div>   Além disso, é importante salientar que as emoções estabelecem uma relação com os sentimentos, na medida em que estas originam sentimentos e, por sua vez, estes também podem gerar emoções, num ciclo contínuo. Ainda mais, as emoções são o cenário no qual diariamente atuamos na interação com mundo, sendo que é de realçar que este cenário não é estático ou estanque, já que os processos emocionais influenciam a seleção dos aspetos a que prestamos atenção, a maneira como percebemos e reagimos, o modo como aprendemos, os julgamentos sociais que fazemos e as decisões que tomamos, os nossos processos criativos, os percursos pessoais e interpessoais que delineamos, entre muitas outras coisas. <br><br></div><div>   Por tudo isto, se vivêssemos num mundo sem emoções, não haveria esta tal comunicação involuntária entre as pessoas, e, consequentemente, iriamos viver num mundo de pessoas apáticas que nada expressam. Além disso, não havendo emoções, não iria existir sentimentos, nem motivação para agir em torno de um objetivo, na medida em que nada nos nossos atos despertaria em nós sentimentos quer positivos ou negativos, agradáveis ou desagradáveis, de prazer ou de dor, de satisfação ou de insatisfação; deixávamos de ser capazes de orientar o nosso comportamento no sentido de satisfazer as nossas necessidades e preferências, pois se deixa de haver emoções, seriamos incapazes de nos aproximar daquilo que nos faz sentir bem e a afastar daquilo que nos faz sentir mal, precisamente porque, esse “bem” e “mal” deixaria de existir e, deste modo, as pessoas seriam meros robôs, não sendo, sequer, capazes de agir por iniciativa própria. <br><br></div><div>   Deste modo e em jeito de suma, um mundo sem emoções e sem sentimentos não daria lugar a qualquer tipo de relações interpessoais quer de amor, de amizade ou até mesmo negativas como de ódio, o que, de certo modo, conduziria a uma certa irracionalidade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 19:40:59 UTC</pubDate>
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         <author>a1618</author>
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         <pubDate>2021-02-22 15:53:59 UTC</pubDate>
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         <author>MarianaCruzPereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos principais objetivos da psicologia é o estudo do comportamento humano e, desta forma, perceber como e porque é que nos emocionamos e a forma como essa emoção influência as nossas ações.<br>Para este estudo devemos começar por definir emoções. Assim, emoções são conjuntos de reações corporais de elevada intensidade e, por conseguinte, de curta duração que se manifestam perante determinados estímulos. Para além disso, estas são inconscientes e automáticas tendo um carácter público e sendo observáveis por terceiros.<br>Deste modo, é possível afirmar que as emoções têm um forte impacto na nossa vida quotidiana uma vez que nos ajudam a selecionar os aspetos a que prestamos atenção, a forma como reagimos a determinadas situações e como percebemos o mundo e nos permitem expressar de forma mais intensa do que com meras palavras, regulando a nossa interação com o mundo. Podemos ainda dizer que as emoções têm influencia na forma como aprendemos, nos percursos pessoais e interpessoais que delineamos e nos nossos processos criativos.<br>Assim, se vivêssemos sem emoções não teríamos sentimentos (intelectualização das emoções) e não seria possível estabelecer relações com os outros, a motivação para a realização das ações ficaria comprometida pois destas ações não restariam experiências positivas ou negativas sendo igual e preferível a não agir.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-01 11:49:40 UTC</pubDate>
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