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      <title>TRABALHO COLABORATIVO AUTORAL by NIKI ENZO FERREIRA CHEN</title>
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      <description>ANSIEDADE E DEPRESSÃO</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-12 16:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>DISTINÇÃO ENTRE A DOENÇA E ATOS TÍPICOS DA ADOLESCÊNCIA ( THIAGO )</title>
         <author>nikiefchen09052007</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 21:55:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rodrigobrodrigues06042005</author>
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         <description><![CDATA[<div>FATORES QUE LEVAM A DEPRESSÃO. (RODRIGO)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 21:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>A DOENÇA SILENCIOSA QUE PODE LEVAR AO SUICÍDIO ( KAUA )</title>
         <author>jesusalveskaua013</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cada 100 pessoas com doenças decidem tirar própria vida.<br>&nbsp;<br>&nbsp; As pessoas provavelmente costuma lutar muito por depressão e doenças a depressão é uma doença muito grave, que as pessoas tira até própria vida, e tem outras pessoas que consegue lutar e batalha para curar e consegue tipo pode ser tratados com medicação e psicoterapia.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;O primeiro passo para ajudar a pessoa depresiva a reverter essa situação. São várias as causas da doença, tipo em muitos casos seu oparecimento está anunciado fortes impostos vividos, com perdas, mortes,doenças, lutos,conflitos e relacionamento, dificuldade ou perdas financeiras.&nbsp;<br>&nbsp; Nesses casos mais difícil,&nbsp; que ocorre tentativas de suicídios ou , acontece mesmo suicídio,&nbsp; a pessoa diagnósticado não necessariamente deseja. Dar fim na vida, mas ,más pede ajuda ainda por socorro.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Procurar ajuda a que identifica muito a depressão,&nbsp; ajuda muito a cura<br><br><br>&nbsp; &nbsp; "A depressão&nbsp; é o distúrbios mental mais frequentemente associado ao ato, tameun por causa da frequência da depressão ".&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Como a depressão,&nbsp; as causas do suicídio são varias. E complexos. E o resultado de uma combinação de fatores de risco que, num determinado momento faz com que a pessoa se afunde numa crise.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 22:21:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>evertonmatos987</author>
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         <description><![CDATA[<div>O AGRAVAMENTO DA DOENÇA NA PANDEMIA (EVERTON MATOS) &nbsp;</div><ul><li><a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/"><br>Home</a> &gt;</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li><a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/depressao-ansiedade-e-estresse-aumentam-durante-a-pandemia/">Depressão, ansiedade e estresse aumentam</a> &gt;</li></ul><div><strong><br>Depressão, ansiedade e estresse aumentam durante a pandemia<br></strong><br></div><div>&nbsp;Nathállia Gameiro&nbsp; 13 de agosto de 2020<br><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/depressao-ansiedade-e-estresse-aumentam-durante-a-pandemia/">&nbsp;</a></div><div><br></div><div><em>Dado foi apresentado durante evento online com pesquisadores da Fiocruz, que abordaram as necessidades de cuidados com a saúde mental durante o teletrabalho<br></em><br></div><div><em><br>Nathállia Gameiro<br><br><br></em><br></div><div>A mudança brusca de rotina que a pandemia causou na vida e no trabalho das pessoas trouxe impactos também para a saúde mental. É o que mostra um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet. De acordo com o artigo, os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril deste ano. &nbsp;<br><br><br></div><div>Preocupada com a saúde mental dos colaboradores, a Fiocruz promoveu, nesta quarta-feira (12/8), o evento <em>Diálogos com os trabalhadores da Fiocruz: Saúde mental e trabalho na pandemia. </em>Risco de contaminação, medo de contaminar a família e colegas de trabalho, redução significativa de postos de trabalho e desemprego foram algumas situações citadas pelos especialistas como desencadeadoras de depressão, ansiedade e outros danos psicológicos.<br><br><br></div><div>Os problemas de saúde mental no trabalho estão ligados a três pilares: tempo, espaço e condições. A afirmação foi feita pela diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio. Para ela, ao analisar o tempo, percebe-se uma ausência de limites entre trabalho e vida pessoal e o entrecruzamento do trabalho com as atividades domésticas. A psicóloga lembrou que as questões das desigualdades sociais eclodem neste momento quando nos deparamos com a pandemia, em que os espaços físicos foram transferidos para redes comunicacionais como mídias sociais, plataformas virtuais e tecnologias para garantir que essas redes permaneçam.<br><br><br></div><div>O terceiro pilar é a condição de trabalho remoto que, para Damásio, tem sido um grande desafio, assim como a retomada das atividades presenciais e a garantia da convivência segura. Ela destacou que é preciso estar atento à regulação social do trabalho, pois pode causar interferências nas redes colaborativas que se formam como caminho de proteção social e funcionam como redes de apoio e contribuem para estratégias dos problemas de saúde mental que surgem.<br><br><br></div><div>“Precisamos pensar nos problemas de saúde mental como problema de saúde pública, assim como o luto. Cada categoria profissional é acometida por um conjunto de eventos que depende da natureza do seu trabalho”, disse. A pandemia aumentou a intensidade das atividades de colaboradores das unidades de assistência e reorganizou os espaços de colaboradores da educação, gestão e pesquisa com o teletrabalho e de equipes e espaços de laboratórios, transformou salas de aula em plataformas com a educação remota e emergencial e os espaços de gestão passaram a ocupar todo o espaço das nossas casas – salas, quartos e cozinhas. “Há uma porosidade da membrana que separa a casa do trabalho. Este é um dos eventos que podem trazer consequências para o trabalhador, que acaba sendo integralmente ocupado pelo seu tempo de trabalho, pela quantidade de tarefas, e vive na ausência de sociabilidade. Precisamos reconhecer que as categorias estão expostas a eventos que levam à exaustão e impactam diretamente no modo de levar a vida e na capacidade de dar respostas”, disse.<br><br><br></div><div>A pesquisadora mencionou que a OMS (Organização Mundial da Saúde) já aponta aumento dos índices de suicídio, depressão, preocupação, medo, ansiedade, da violência doméstica, fragilidade das redes de proteção e uso abusivo de álcool e outras drogas. “É a constatação de que há uma dor presente em todas essas situações que vêm sendo presenciadas, até mesmo a ausência de sociabilidade”, completou. &nbsp;<br><br><br></div><div>Para Damásio, as ações internas e externas da Fiocruz refletem que o tema é uma prioridade da instituição, a partir da tese 11, que reafirma a saúde como um direito, além do reconhecimento da diversidade e a necessidade de garantir a equidade nos serviços prestados ao público e no cotidiano das ações dos trabalhadores em todas as unidades. De acordo com ela, as pautas foram ampliadas, colocando como premissa básica o cuidado, a convivência segura e ações no enfrentamento à Covid-19.<br><br><br></div><div>A psicóloga citou as estratégias de cuidado com os trabalhadores da saúde desenvolvidas pela Fiocruz Brasília, como o suporte aos trabalhadores que atuam na linha de frente do novo coronavírus, as <a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/coronavirus/saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/">20 cartilhas de saúde mental</a> com orientações aos trabalhadores sobre como agir em determinados temas e que contou com o trabalho de 145 pesquisadores e técnicos da Fiocruz, as <a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/depressao-ansiedade-e-estresse-aumentam-durante-a-pandemia/bit.ly/conexaofiocruzbrasilia">oito edições do programa Conexão Fiocruz Brasília</a>, o teleatendimento psicológico que está sendo organizado com a OPAS/OMS para trabalhadores e população, além do <em>Curso Nacional de Atenção Psicossocial e Saúde Mental na Pandemia covid-19</em>, com mais de 70 mil inscritos.<br><br><br></div><div>“É o reconhecimento do coletivo como uma unidade que precisa ser permanentemente ressignificado com a participação dos gestores e trabalhadores para discutir as questões sanitárias, sociais, econômicas e ecológicas. O novo sujeito trabalhador é um sujeito de direito, reflexão e de ação colaborativa. O que é necessário construir para garantir a dignidade no trabalho?”, questionou.<br><br><br></div><div><strong>Saúde mental antes da pandemia<br></strong><br></div><div>A coordenadora de Saúde do Trabalhador da Fiocruz, Sônia Gertner, afirmou que a saúde mental já aparecia em destaque antes da pandemia, e agora o tema eclodiu. “Estamos o tempo todo perguntando como o trabalhador vai lidar com o trabalho e as questões relacionadas ao medo, riscos e aumento de possibilidade de contrair a doença”, afirmou. Para ela, todos estão se reinventando a cada dia, seja na forma de trabalhar ou de lidar com os sentimentos e as situações em casa, são todos aprendizes. Sônia destacou que a pesquisa vem sendo cada vez mais valorizada, e que o momento exige mais atenção às questões que impactam a maior parte do Brasil, especialmente as questões sociais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 20:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>O que não é depressão?</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <pubDate>2021-09-16 13:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <pubDate>2021-09-16 14:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>EPÍGRAFE</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <pubDate>2021-09-16 14:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>JUSTIFICATIVA</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <pubDate>2021-09-16 14:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVOS</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
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         <pubDate>2021-09-16 14:05:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>evertonmatos987</author>
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         <description><![CDATA[<div>A IMPORTÂNCIA DO SETEMBRO AMARELO (EVERTON MATOS)<br><br>Apesar de o assunto ser delicado, é importante conversamos sobre o suicídio e maneiras como preveni-lo. Muitas pessoas pensam que esse ato é uma realidade distante e que afeta poucas pessoas, mas, infelizmente, os dados da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/organizacao-mundial-saude-oms.htm">Organização Mundial de Saúde</a> (OMS) mostram o contrário. De acordo com a OMS, a cada <strong>40 segundos</strong>, uma pessoa morre por suicídio em algum lugar do nosso planeta. Isso significa que, em um ano, mais de <strong>800 mil pessoas perdem sua vida dessa forma.<br></strong><br></div><div>As causas do suicídio são variadas e, segundo o CVV, especialistas identificam transtornos mentais na maior partes das pessoas que se suicidam ou que tentam fazê-lo. Dentre os principais transtornos observados, destacam-se a<strong> </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/depressao.htm"><strong>depressão</strong></a> na forma simples, a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/depressao-1.htm">depressão na forma<strong>&nbsp;bipolar</strong></a><strong>,</strong> a <strong>dependência química</strong> e a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/esquizofrenia.htm"><strong>esquizofrenia.<br></strong></a><br></div><div>Entretanto, não podemos afirmar que todas as pessoas que cometem suicídio apresentam esses transtornos. Não podemos nos esquecer de que, muitas vezes, o suicídio acontece de maneira impulsiva diante de algumas <strong>situações muito impactantes e inesperadas</strong> da vida, como final de relacionamentos, perda de pessoas queridas, abusos ou mesmo crises financeiras. O suicídio também é comum em <strong>pessoas que sofrem discriminação,</strong> como refugiados, imigrantes, gays, lésbicas, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sexualidade/cisgenero-transgenero.htm">transgêneros</a> e intersexuais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenção</title>
         <author>edilmaracarvalho7545185</author>
         <link>https://padlet.com/nikiefchen09052007/gqa3on7q4przy7p2/wish/1772238798</link>
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         <pubDate>2021-09-27 19:16:14 UTC</pubDate>
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