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      <title>  Literatura e História EJA 6N by </title>
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      <description>Discurso literário e discurso histórico</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-03 04:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Ricordanza della mia gioventú</title>
         <author>vinnicultura</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 04:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>jaclesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este poema de Carlos Drummond de Andrade foi publicado em&nbsp;<br>1940, pouco antes da segunda guerra mundial. O poema fala&nbsp;<br>sobre tempos difíceis, um tempo onde o amor é algo inútil<br>pois as pessoas andam sem esperança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 21:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>Maria das vitórias Gomes de lima </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Do amor que tive<br>Que não seja imortal,&nbsp;<br>Posto que é chama&nbsp;<br>Mas que seja infinito enquanto dure.&nbsp;<br><br>"De tudo ao meu amor serei atento&nbsp;<br>Antes , e com tal zelo e sempre ,e tanto<br>Que mesmo em face do maior encanto&nbsp;<br>Dele se encante mais meu pensamento&nbsp;<br>Quero vive-lo em cada vão momento&nbsp;<br>E em seu louvor hei de espalhar meu canto&nbsp;<br>E rir meu riso é derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim quando mais tarde me procure&nbsp;<br>Quem sabe a morte, angústia de quem vive<br>Quem sabe a solidão, fim de quem ama<br>Eu possa me dizer do amor (que tive):<br>Que não seja imortal, Posto que é chama&nbsp;<br>Mas que seja infinito enquanto dure.&nbsp;<br>Vinicius de Moraes <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 02:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Poema  a máquina do mundo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Carlos Drummond de Andrade)<br><br>E como eu palmilhasse vagamente<br><br>uma estrada de Minas, pedregosa,<br><br>e no fecho da tarde um sino rouco<br><br>se misturasse ao som de meus sapatos<br><br>que era pausado e seco; e aves pairassem<br><br>no céu de chumbo, e suas formas pretas<br><br>lentamente se fossem diluindo<br><br>na escuridão maior, vinda dos montes<br><br>e de meu próprio ser desenganado,<br><br>a máquina do mundo se entreabriu<br><br>para quem de a romper já se esquivava<br><br>e só de o ter pensado se carpia.<br><br>Abriu-se majestosa e circunspecta,<br><br>sem emitir um som que fosse impuro<br><br>nem um clarão maior que o tolerável<br><br>pelas pupilas gastas na inspeção<br><br>contínua e dolorosa do deserto,<br><br>e pela mente exausta de mentar<br><br>toda uma realidade que transcende<br><br>a própria imagem sua debuxada<br><br>no rosto do mistério, nos abismos.<br><br>Abriu-se em calma pura, e convidando<br><br>quantos sentidos e intuições restavam<br><br>a quem de os ter usado os já perdera<br><br>e nem desejaria recobrá-los,<br><br>se em vão e para sempre repetimos<br><br>os mesmos sem roteiro tristes périplos,<br><br>convidando-os a todos, em coorte,<br><br>a se aplicarem sobre o pasto inédito<br><br>da natureza mítica das coisas.<br><br>___________________________<br>&nbsp;Achei interessante esse poema, porque A ideia de que o mundo era uma máquina esteve em voga desde a Antiguidade até a Renascença. No poema de Drummond, a máquina do mundo abre-se para o poeta em determinado momento, oferecendo-lhe uma "total explicação da vida".<br>Quando isso ocorre, ele, que por longo tempo havia buscado exatamente essa explicação, enigmaticamente a desdenha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 17:05:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ramilton6000</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema Solitário de augusto dos anjos<br><br>1912, Augusto dos Anjos, Pré-modernismo brasileiro, Poesia brasileira<br>Fica entre outros 15 melhores poemas de augusto dos anjos na literatura escola educação<br><br>O poema trás um sentimento de abandonou em um local frio e de desgraça como quem alguém abandonou e como se ele estive esperando a morte,<br>"Na última estrofe fica clara uma das suas principais características que é o apego à morte"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 12:07:14 UTC</pubDate>
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         <title>Jayany Jeminy</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vinnicultura/gpmwu4xlctwtjjc7/wish/1942637982</link>
         <description><![CDATA[<div>As pedras citadas no poema, podem ser interpretadas como um problema ou situações que surgem nas nossas vidas para nos fazer parar descrita como algo no nosso "caminho", e as mesmas, podem impedir de chegamos a tal percurso, ou seja, podemos até ser impedidos de avançar na vida.&nbsp;<br>Na parte escrita "nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas". repassa essa sensação de cansaço por parte do autor, e das coisas que ficará guardadas no pensamento do poeta. Assim, as pedras escritas nos estrofes, pode indicar algo que marca a vida de uma pessoa.&nbsp;<br><br>O poema foi lançado entre janeiro e fevereiro de 1927 foi encomendo ao escritor um poema para o primeiro número da revista de Antropofagia.<br>A publicação da revista saiu no ano seguinte, em 1928, consagrando o trabalho poético do autor.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-12 13:04:16 UTC</pubDate>
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