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      <title>Seres Extremófilos by CAROLINE RIBEIRO PESSANHA</title>
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      <description>Criado com um ar de ousadia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-04 01:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>SEJAM BEM VINDOS AO NOSSO MURAL VIRTUAL DE CIÊNCIAS</title>
         <author>carolinepessanha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Faça sua postagem de acordo com a instrução da atividade disponível na sala de aula do Google Classroom.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 01:11:32 UTC</pubDate>
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         <title>Trio:João Vitor, Guilherme Borges e Lucas Paravidino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os tardígrados sobrevivem até no vácuo do espaço. Mas, aqui na Terra, são vulneráveis a altas temperaturas em longos períodos. Eles são bem pequeninos: têm um milímetro de comprimento, mais ou menos. Tardígrados são animais microscópicos de oito patas e com cerca de 0,5 milímetro de comprimento que conseguem sobreviver a temperaturas abaixo de -270°C e até 150°C, suportam o vácuo do espaço e podem viver 30 anos sem água e sem comida. Em sua maioria, as espécies de tardígrados se alimentam do conteúdo de células vegetais, as quais são perfuradas por seu aparelho bucal que inclui um estilete protusível. Há também espécies de solo que se alimentam de algas, detritos, nematodos e outros pequenos animais (até mesmo outros tardígrados).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 15:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tarcisio Vinícius Luís</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Os tardigrados</em></strong><br><br><strong>Os tardígrados</strong> são chamados de urso-d' agua, que são derivados do nome filo e o nome tardigrada que foi dado por Spallanzani em 1776 depois de sua descoberta pelo alemão Johann August Ephraim Goeze no ano de 1773 vivem em agua doce e alguns em agua salgada também são encontrados em condições estremas como no espaço com ,exposição a temperaturas extremas, pressões extremas (altas e baixas), privação de ar, radiação , desidratação , e fome e conseguem sobreviver a temperaturas abaixo de -270°C ate 150°C no espaço podendo extrair de lá elementos essenciais como nitrogênio, carbono e fosforo. Mas, aqui na Terra, são vulneráveis a altas temperaturas em longos períodos. Os tardígrados têm geralmente cerca de 0,5 mm (0,02 pol). Os tardígrados têm corpos aproximadamente cilíndricos, com quatro pares de pernas atarracadas. Mas a maior espécie pode alcançar 1,2 milímetros. O corpo tem quatro segmentos (sem contar a cabeça), quatro pares de pernas sem articulações, e oito patas com quatro a oito garras em cada. A carapaça contém quitina e é trocada periodicamente De comprimento quando totalmente crescidos existem cerca de 1.300 espécies desses pequenos animais. E produzem um brilho azul intenso como mecanismo de defesa em caso de exposição à radiação ultravioleta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 18:55:07 UTC</pubDate>
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         <title>Isis Timbó e Clara Ramos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O verme-de-pompeia</div><div>É um anelídeo que habita fontes termais nas profundezas do Oceano Pacífico, se alimenta de . Ele sobrevive em temperaturas de até 105ºC e suporta um gradiente térmico de 60º C ou mais, vive na completa escuridão, sob baixa pressão e rodeado de compostos tóxicos expelidos pelas fontes termais. Seu nome vem da antiga cidade romana de Pompeia, destruída pelo calor e pelas cinzas da erupção do vulcão no monte Vesúvio, em Nápoles, na Itália.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 19:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Trio: Luna, Álvaro e Caio.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Krill é o nome colectivo dado a um conjunto de espécies de animais invertebrados semelhantes ao camarão.<br>Categorias: Animais, Crustáceos &nbsp;<br>O krill é um dos habitantes do continente antártico, trata-se de um crustáceo cujo comprimento varia de 7 a 8 cm de comprimento. A sua parte alimentícia (a cauda) constitui para o ser humano um complemento alimentar muito valioso. Este crustáceo, similar ao camarão, possui aproximadamente 90 espécies diferentes, ele é encontrado de acordo com a espécie, na superfície e até a 2000m de profundidade. O krill emite uma cor azul esverdeada que, provavelmente, o ajuda a reunir-se com seu grupo para desovar.<br><br>Esses animais vivem nos oceanos e são&nbsp;crustáceos, como os camarões, os&nbsp;caranguejos&nbsp;e as&nbsp;lagostas.&nbsp; Ele é uma fonte de alimentação importante para&nbsp;peixes,&nbsp;polvos,&nbsp;baleias, aves aquáticas e outros animais, especialmente na&nbsp;Antártica. Como os outros crustáceos, têm um esqueleto externo, chamado exoesqueleto, que é trocado várias vezes durante o crescimento.&nbsp; Seu corpo é quase transparente, com pequenas manchas avermelhadas. Suas inúmeras pernas servem para nadar e recolher alimento. Sob o corpo, a maioria tem órgãos especiais que emitem luz. Por isso, o Krill é visível à noite. Esses animais nadam em grandes grupos, formando às vezes uma massa tão densa que a água parece cor-de-rosa. Eles passam grande parte do tempo no fundo do oceano, a salvo dos inimigos. À noite, sobem à superfície para comer plantas ou pequenos animais, mas podem ficar sem se alimentar durante meses. O krill é pescado para servir de alimento para pessoas e animais terrestres, constituindo uma rica fonte de vitamina A.<br>Nome científico: Euphausiacea<br>Classificação superior: Eucarida<br>Classificação: Ordem<br>Filo: Arthropoda.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 17:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>Julia, Laura e Sophia Paola </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Pyrococcus furiosus</em></strong><br>Pyrococcus furiosus é uma espécie extremofílica do domínio Archaea. Tem uma temperatura de crescimento ótimo de 100 °C e é um dos poucos organismos identificados por possuir enzimas contendo tungsténio, um elemento raramente encontrado em moléculas biológicas.<br>Ela é encontrada na temperatura acima de 60°C ou em geleiras, próximo a 0°C alguns conseguem viver em ambientes com drenagem insuficiente, alcalinos e até ácidos. Nos locais onde são encontrados o nível de salinidade é até 10x maior do que o nível do mar.<br>Essa bactéria é conhecida pela sua rápida duplicação, que gira em torno<br>de 37 minutos sob condições ótimas.<br>A pyrococcus furiosus foi criada para consumir o CO2 e absorve ele mais rápido que a fotossíntese das plantas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 19:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando, Lucas Falquer e Gabriel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Artemia salina</em></strong><strong> (macaco do mar)<br></strong><br></div><div>&nbsp;Artemia salina, também conhecida como macaco do mar, é um halófilo que vive em habitats com altas concentrações de sal e a artemia salina sobrevive sob pressões enormes a 6 km de <strong><em>profundidade</em></strong> no oceano.<br><br></div><div>É uma artêmia capaz de viver em condições com concentrações extremamente altas de sal. Esses extremófilos vivem em lagos salgados, pântanos salgados, mares e costas rochosas. Eles podem sobreviver em concentrações de sal quase saturadas. Sua principal fonte de alimento são<a href="https://www.greelane.com/link?to=major-types-of-algae-373409&amp;lang=pt&amp;alt=https://www.thoughtco.com/major-types-of-algae-373409&amp;source=extremophiles-extreme-organisms-373905"> algas</a> verdes. Como todos os<a href="https://www.greelane.com/link?to=what-is-a-crustacean-2291790&amp;lang=pt&amp;alt=https://www.thoughtco.com/what-is-a-crustacean-2291790&amp;source=extremophiles-extreme-organisms-373905"> crustáceos</a> , os macacos-do-mar têm um exoesqueleto, antenas, olhos compostos, corpos segmentados e guelras. Suas guelras os ajudam a sobreviver em ambientes salgados, absorvendo e excretando íons, bem como produzindo urina concentrada. Como os ursos-d'água, os macacos-marinhos se reproduzem sexualmente e assexuadamente por meio da partenogênese.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 21:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>  Trio: Diego, Guilherme e Miguel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Archaea<br><br></div><div>&nbsp;Archaea, ou no português arqueia, é um domínio de seres vivos unicelulares morfologicamente semelhantes às bactérias, mas eles são genética e bioquimicamente tão distintos delas, quanto dos eucariontes.&nbsp;<br><br><br></div><div>As arqueias não possuem um núcleo celular, e por isso são procariontes.&nbsp;<br><br></div><div>No início de sua descoberta elas foram denominadas como um tipo de bactéria, a qual era chamada de archaebacteria, mas essa classificação foi extinta.<br><br><br></div><div>As células das arqueias possuem propriedades únicas, as diferenciando dos domínios Bacteria e Eukaryota.&nbsp;<br><br></div><div>A separação dos domínios Bacteria e Archaea deu-se na década de 70, quando Carl Woese&nbsp;<br><br></div><div>( microbiólogo ) , verificou que ao comparar as sequências de RNA ribossômico de várias espécies era possível separá-las em três grupos distintos.<br><br></div><div>As arqueias possuem características que podem ser encontradas em eucariotas ou em bactérias.<br><br></div><div>Geralmente, as arqueias possuem apenas um cromossoma celular, semelhante as bactérias, mas os seus cromossomas podem ter mais do que uma origem de replicação, fenômeno que antes parecia apenas estar presentes nos eucariotas.<br><br></div><div>Além disso elas possuem uma membrana celular com lípidos compostos de uma associação de glicerol-éter, enquanto as bactérias e os eucariotas são compostos de glicerol-éster.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 22:51:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laila, Vitoria, Duda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Halófilos<br></strong>Uma célula microbiana comum perderia água até secar se estivesse em um ambiente muito salino.&nbsp;<br><br>Porém, para um seleto grupo de microrganismos chamados halófilos, viver sob alta salinidade não é um problema.&nbsp;<br><br>Halófilos possuem mecanismos de adaptação que impedem os efeitos maléficos do excesso de sais.&nbsp;<br><br>Esses microrganismos habitam algumas das regiões mais salgadas do planeta, como o Mar Morto em Israel e o Grande Lago Salgado nos EUA, entre outros exemplos.<br><br>&nbsp;Para se ter uma ideia, a concentração de sais no Mar Morto é em média 10 vezes maior do que no oceano,&nbsp; o que acaba sendo fatal para quase toda forma de vida.<br><br>Um fato interessante é que muitas vezes os halófilos utilizam pigmentos em seu processo de obtenção de energia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 17:11:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Trio: Rayca, Rafaella e Sophia Paes.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Acidófilos<br>Acidófilos são microrganismos que, como o nome sugere, vivem em ambientes ácidos. Ambientes com pH menor que 4 são muito ácidos para a maioria dos seres vivos, e em geral existem devido à atividade vulcânica ou à mineração, embora haja exceções. Os acidófilos mais extremos que existem são arqueas do gênero Picrophilus. Os organismos acidófilos são os que preferem viver em condições ácidas. E são encontrados em todos os três domínios da vida: Archaea, bactérias e Eucarya. Tais organismos prospera em fontes de ácido de enxofre e em associação com atividades de mineração onde a oxidação microbiana<br>de pirita e outros compostos reduzidos de enxofre levam à formação de ácido sulfúrico 20. Os ambientes<br>ácidos naturalmente surgem de atividades geoquímicas tais como a produção de gases sulfurosos d<br>Os organismos acidófilos e os alcalófilos são tão adaptados a ambientes com valores de pH<br>extremos, de aproximadamente 0 e 11,5 respectivamente, que são incapazes de se reproduzirem em meios<br>com pH próximo da neutralidade. Porém, apesar desse nível de adaptação, ainda não foi elucidado qual o<br>mecanismo que consegue manter a homeostase do pH, se o pH intercelular dos acidófilos varia entre 5 e 7<br>e dos alcalófilos entre 7 e 9, isto é, dentro dos níveis encontrados dos mesófilos que habitam meios ácidos<br>e alcalinos respectivamente.<br>&nbsp;Como os componentes celulares não sofreram grandes alterações devido a semelhança de acidez ou<br>alcalinidade, dependendo da situação, os principais estudos sobre a adaptação desses organismos se<br>concentram em alterações nas membranas celulares.<br>&nbsp;Micro-organismos acidófilos mantém o seu pH intracelular perto de neutralidade e sua membrana<br>citoplasmática pode apoiar gradientes de prótons até cinco ordens de grandeza; o seu potencial de<br>membrana é frequentemente invertido em comparação com neutrófilos e alcalófilos, com uma carga positiva intracelular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 19:19:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Miguel Almeida Ricci</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Krill Antártico<br><br>Um exemplo de ser extremófilo é o Krill Antártico, ele está acostumado a viver em temperaturas baixas, muito menor que 0. O krill antártico é um crustáceo que pertence à ordem Euphaucea e ao gênero Euphausia. Ele é próprio das águas antárticas, onde pode se estimar 420 milhões de toneladas características a esse krill. Ele também é conhecido como camarão antártico, por conta das semelhanças físicas, sendo vermelho e muito pequeno, tendo o tamanho de até no máximo 6 centímetros. A característica diferenciadora dessa espécie são os orgãos bioluminescentes, denominados fotóforos, emissores de luz que se encontram pelo seu corpo. Eles vivem pouco, entre 6 a 7 anos, chegando a fase adulta aos 2 anos (reprodução a partir do acasalamento). Ele por ser uma criatura bem pacífica, é a presa de humanos que moram na área e muitos animais (além de ter muita proteína).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 19:35:22 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Pontes, Jp e Isabella</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Archaea<br><br>Atualmente, costumamos classificar os seres vivos em três domínios: Archaea, Bacteria e Eukarya. No Domínio Archaea, encontramos os organismos procariontes anteriormente classificados, juntamente com as bactérias, como organismos pertencentes ao Reino Monera, reino extinto após ser criada a classificação em Domínios. O reino archaea representa um pequeno número de espécies procarióticas e unicelulares. As arqueas vivem em habitats peculiares. O Reino - ou Domínio – Archaea (do grego – velho, antigo, em português - arquea) contempla um pequeno número de espécies procarióticas e unicelulares, geralmente microscópicas.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 20:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>Grylloblattodea </title>
         <author>pedrocosta28</author>
         <link>https://padlet.com/carolinepessanha/gmtsp3klc642o4qk/wish/1511035843</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Trio: Pedro, Nikolas e Heitor<br></em></strong><em>Grylloblattodea </em>é o nome de um inseto extremófilo que vive em situação de extremo frio.Ele seria um tipo de superinseto que consegue viver quase que congelado. Seria um supergrilo? Mais ou menos, porque o nome dele está relacionado à presença de características de ortópteros, que são uma classe de insetos, ligados em especial aos grilos e baratas. Sim, ele pode ser chamado de super-grilo, mas também poderia ser chamado de super-barata. Um grilo ou uma barata do gelo! Sim, nem na Era do Gelo as baratas vão nos deixar em paz. Mas, brincadeiras à parte, os <em>Grylloblattodea </em>são tipo primos das baratas e dos grilos.</div><div>Os Grylloblattodea são insetos sem asas. Eles medem mais ou menos de 2 a 3,5 cm de comprimento. Têm a cabeça achatada e não possuem os pequenos olhos dos insetos (ocelos). Isto é, são cegos por natureza.</div><div><br></div><div>A alimentação dele são insetos congelados. Eles se alimentam mais na primavera, quando a neve está derretendo, e principalmente durante a noite, de insetos congelados trazidos à superfície da neve pelo vento. Também se alimentam de matéria vegetal.&nbsp;</div><div>Enfrentam o inverno dependendo principalmente de suas reservas e de gordura.</div><div>Os Grylloblattodea são criptozóicos, e preferem locais úmidos e de temperatura baixa. São restritos ao Hemisfério Norte e podem ser encontrados no solo em ambientes de montanhas no norte dos Estados Unidos, sul do Canadá, China, Sibéria e Japão. Também podem ser encontrados em cavernas da Coreia e do Japão. Vivem também sob rochas, em dobras de bancos de neve, fendas rochosas, cavernas de gelo e tubos de lava e em troncos de árvore apodrecidos. Eles são mais encontrados em lugares de grandes altitudes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 20:32:51 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Gazal e Laís coutinho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Thermus aquaticus</em></div><div><br></div><div><strong><em>Thermus aquaticus</em></strong> é uma espécie de<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Bacteria"> bactéria</a> que pode tolerar altas temperaturas, uma das várias bactérias<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Thermophile"> termofílicas</a> que pertencem ao grupo<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Deinococcus%E2%80%93Thermus"> Deinococcus-Thermus</a>. É a fonte da enzima resistente ao calor<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Taq_polymerase"><em> Taq</em> DNA polimerase</a>, uma das enzimas mais importantes em<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Molecular_biology"> biologia molecular</a> devido ao seu uso na técnica de amplificação de DNA por<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Polymerase_chain_reaction"> reação em cadeia</a> da<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Polymerase_chain_reaction"> polimerase</a> (PCR). Pode ser encontrada nas fontes termais de Yellowstone e em outros lugares do planeta, onde a temperatura pode exceder 90 graus.</div><div>Na década de 70, a pesquisadora Alice Chien e outros estudiosos da Universidade de Cincinnati, em Ohio, nos Estados Unidos, isolaram uma das enzimas da bactéria. A nova enzima recebeu o nome de TAQ polimerase (TAQ é uma referência a <em>Thermus aquaticus</em>). A descoberta dessa enzima resistente a altas temperaturas acabou sendo crucial para o estudo do DNA. Mais tarde, essa enzima passou a ser utilizada nas técnicas de PCR, para exames e análises de DNA, sendo usada também nos exames de detecção do COVID-19.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 22:13:58 UTC</pubDate>
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