<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>CAATINGA by Renata Anjos</title>
      <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3</link>
      <description>CONHECENDO OS BIOMAS BRASILEIROS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-05 13:48:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-01 01:04:21 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Caatinga Localização</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494751627</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Caatinga</strong> é um bioma brasileiro encontrado no Nordeste, nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte de Minas Gerais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 16:49:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494751627</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Caatinga apresenta diversas particularidades, principalmente em relação à adaptação climática das plantas e animais. Esse bioma é afetado por secas extremas e períodos de estiagem, característicos do clima semiárido. Por essa razão, a vegetação precisou desenvolver mecanismos de sobrevivência em razão da pouca disponibilidade de água. A fauna é bastante diversificada e também é marcada pelas adaptações ao clima, como as recorrentes migrações nos períodos de estilagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494771794</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 16:53:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494771794</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fauna</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494780341</link>
         <description><![CDATA[<div>A Caatinga abriga um grande número de espécies da fauna brasileira, como, mamíferos, répteis, aves, anfíbios, entre eles, a cutia, o gambá, o preá, o veado-catingueiro, o tatu peba, gatos selvagens, a asa branca, e uma variedade de insetos, que exercem grande importância para o bioma.<br><br>Fonte toda matéria</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 16:55:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494780341</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494786244</link>
         <description><![CDATA[<div>caatinga</div>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.biologiatotal.com.br/wp-content/uploads/2018/04/destaque-blog-caatinga.jpg" />
         <pubDate>2021-05-05 16:56:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494786244</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494801155</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1146788641/7986843f7baabad09e376cf1f188e4cb/image.png" />
         <pubDate>2021-05-05 17:00:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494801155</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494804168</link>
         <description><![CDATA[A Caatinga abriga um grande número de espécies da fauna brasileira, como, mamíferos, répteis, aves, anfíbios, entre eles, a cutia, o gambá, o preá, o veado-catingueiro, o tatu-peba, gatos selvagens, a asa branca, e uma variedade de insetos, que exercem grande importância para o bioma.]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:00:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494804168</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caatinga Flora</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494805739</link>
         <description><![CDATA[<div>A vegetação da Caatinga é considerada por muitos como semelhante a de um deserto, pois o clima seco e a vegetação rasteira impossibilita a plantação de diversas espécies vegetais.<br><br></div><div><strong>Características da flora da Caatinga</strong></div><div>A principal característica da flora da Caatinga é a condição de sobrevivência dessas plantas, as quais estão submetidas ao clima seco e com pouca quantidade de água.<br><br></div><div>Mesmo nessas circunstâncias, a caatinga é um local propício para o crescimento e desenvolvimento de diversas espécies de vegetais.<br><br></div><div>Confira outras características típicas da flora da Caatinga:<br><br></div><ul><li>A casca das árvores são grossas;</li><li>As hastes das árvores possuem espinhos;</li><li>As folhas são pequenas;</li><li>As raízes são tuberosas para armazenar água.</li></ul><div><br>De forma geral a vegetação da Caatinga é formada por três grupos, sendo elas:<br><br></div><ul><li><strong>Arbóreo</strong>: representa as árvores que apresentam de 8 a 12 metros de altura;</li><li><strong>Arbustivo</strong>: representa a vegetação que apresenta de 2 a 5 metros de altura;</li><li><strong>Herbáceo</strong>: representa a vegetação que apresenta menos de 2 metros de altura.</li></ul><div><br>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 900 espécies de plantas compõem o bioma da caatinga, sendo as bromélias e cactos as mais comuns.<br><br></div><div>Porém, estima-se que há um número muito maior de espécies vegetais e animais que ainda não foram catalogadas.<br><br></div><div>Você também pode se interessar por:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caatinga/">Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/clima-da-caatinga/">Clima da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caracteristicas-da-caatinga/">Características da Caatinga</a></li></ul><div><strong>Lista de plantas da Caatinga</strong></div><div>Conheça a seguir <strong>25 espécies de plantas</strong> existentes na Caatinga.<br><br></div><div><strong>1. Angico (</strong><strong><em>Anadenanthera colubrina</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flores de Angico<br><br></div><div>Angico é uma árvore famosa por suas flores brancas que costumam atrair abelhas produtoras de mel.<br><br></div><div>Muito comum em diferentes biomas brasileiros, especialmente na Caatinga, <a href="https://www.todamateria.com.br/cerrado/">Cerrado</a> e Mata Atlântica, a Angico se caracteriza por apresentar um rápido crescimento.<br><br></div><div>É uma árvore com tronco robusto que produz uma alta quantidade de tanino, uma substância que evita o ataque de microrganismos que podem causar doenças.<br><br></div><div>A casca do tronco da angico também apresenta propriedades medicinais, sendo indicada para reduzir sangramento, combater diarreia e ajudar na cicatrização da pele.<br><br></div><div><strong>2. Aroeira-vermelha (</strong><strong><em>Schinus terebinthifolius Raddi</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Aroeira-vermelha<br><br></div><div>A aroeira-vermelha é uma espécie nativa do Brasil. Também conhecida como pimenta-rosa é muito comum na Caatinga, mas também pode ser encontrada em outros <a href="https://www.todamateria.com.br/biomas-brasileiros/">biomas brasileiros</a>.<br><br></div><div>Apresenta um tronco que pode chegar até 80 cm de diâmetro, tem cor castanho-escuro e origina uma madeira resistente à deterioração, pois produz substâncias com ação fungicida e inseticida.<br><br></div><div>Por ser amplamente explorada, é considerada uma espécie na categoria vulnerável na lista de espécies da flora brasileira que estão ameaçadas de extinção.<br><br></div><div><strong>3. Barriguda (</strong><strong><em>Ceiba glaziovii</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Barriguda<br><br></div><div>A barriguda é uma árvore muito encontrada na Caatinga, especialmente por sua capacidade de resistência à seca, pois ela tem o poder de absorver água em seu interior.<br><br></div><div>Seu caule pode chegar até a 1 metro de diâmetro, possui grande quantidade de espinhos e sua madeira é considerada mole, leve e apresenta pouca durabilidade.<br><br></div><div>É também conhecida como paineira, pois as sementes são envoltas na paina, liberadas após seu rompimento e levada pelo vento.<br><br></div><div><strong>4. Bromélia (</strong><strong><em>Bromeliaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Bromélia<br><br></div><div>A bromélia é uma planta que pertence à família Bromeliáceas, que possuem uma infinidade de espécies. A espécie mais popular da bromélia é o abacaxi, formada a partir da reunião de várias flores.<br><br></div><div>Uma das características das bromélias está na suas folhas, que normalmente são longas, estreitas, curvas e dispostas em camadas circulares.<br><br></div><div>Devido à formação das folhas, elas possuem grande capacidade de armazenar água, sendo muito consumida por diferentes espécies de animais.<br><br></div><div><strong>5. Cacto (</strong><strong><em>Cactaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Cacto<br><br></div><div>Os cactos são muito comuns em ambientes secos e quente, devido à sua alta capacidade de acumular água, por isso é tão comum na Caatinga. Possui uma variedade de espécies, sendo que algumas podem chegar até a 18 m de altura.<br><br></div><div>Apresentam caule suculento, formato cilíndrico e muitos espinhos, que nada mais são que as folhas que sofreram transformações para se adaptarem ao ambiente.<br><br></div><div><strong>6. Carnaúba (</strong><strong><em>Copernicia prunifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Carnaúba<br><br></div><div>A carnaúba é uma palmeira muito comum na região Nordeste que apresenta como principal característica sua altura, que pode chegar 15 m.<br><br></div><div>O caule é reto e cilíndrico, com diâmetro que pode variar entre 10 a 20 cm e apresenta espinhos na parte inferior.<br><br></div><div>Suas folhas são verdes e por conta da cera que produzem, podem apresentar tons azulados. A cera produzida na folha é uma proteção para evitar a perda de água, além de ser utilizada na indústria de diversos produtos e cosméticos, como sabonetes e batons.<br><br></div><div><strong>7. Caroá (</strong><strong><em>Neoglasiovia variegata</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Caroá<br><br></div><div>Caroá é um tipo de bromélia típica da Caatinga e também é conhecida como gravatá, caruá e coroatá.<br><br></div><div>Com poucas folhas, sempre em tons avermelhados ou rosados, ela produz fibras utilizadas na confecção de peças artesanais e decorativas, além de tecidos, barbantes e linha de pesca.<br><br></div><div>Estudos publicados indicam a produção de flavonoides que podem auxiliar no combate a inflamações, dores e úlceras gástricas.<br><br></div><div><strong>8. Catingueira (</strong><strong><em>Caesalpinia pyramidalis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Catingueira<br><br></div><div>A catingueira é uma espécie de árvore amplamente distribuída pela Caatinga que possui capacidade de rebrotar mesmo depois de ser cortada. É considerada um indicador de proximidade do período chuvoso, pois suas gemas brotam ao sentir a umidade.<br><br></div><div>As catingueiras costumam medir entre 4 e 8 m de altura, o caule pode chegar até 50 cm de diâmetro, desde que a raiz esteja em várzeas úmidas.<br><br></div><div>Em climas secos, a catingueira apresenta desenvolvimento diferenciado, com arbustos inferiores a 2 m e caule com poucos diâmetros.<br><br></div><div><strong>9. Coroa-de-frade (</strong><strong><em>Melocactus bahiensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Coroa-de-frade<br><br></div><div>A coroa-de-frade é uma espécie de cacto típico da Caatinga que apresenta formato arredondado, pequeno e achatado, podendo chegar a no máximo 12 cm de altura.<br><br></div><div><br></div><div><br>É repleto de espinhos que variam de espessura e tamanho, além de apresentar flores em tons de rosa e vermelho, atraindo assim muitas abelhas.<br><br></div><div>Recebe este nome pois na fase adulta apresenta o cefálio, que é muito semelhante, visualmente, a uma coroa e uma cabeça calva, fazendo referência assim a um frade franciscano.<br><br></div><div><strong>10. Cumaru (</strong><strong><em>Amburana cearensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Tronco de cumaru<br><br></div><div>A árvore de cumaru é típica da Caatinga e pode chegar a 20 m de altura, possui um tronco com casca em tons avermelhados que se soltam em finas camadas. Apresentam frutos do tipo vagem com uma única semente oleaginosa.<br><br></div><div>Suas cascas e sementes são conhecidas por apresentar uso medicinal, podendo auxiliar no tratamento de problemas respiratórios.<br><br></div><div><strong>11. Facheiro (</strong><strong><em>Pilosocereus pachycladus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Facheiro<br><br></div><div>O facheiro é uma espécie de cacto de grande porte, o qual pode apresentar até 10 m de altura.<br><br></div><div>É uma planta muito rica nutricionalmente, apresentando proteína, fibras, tanino e amido, assim, quando jovem serve de alimentação para animais pois ainda não possui espinhos.<br><br></div><div>Na fase adulta, o facheiro apresenta tronco e ramificações que variam de tons marrom ao verde-escuro e seus espinhos tornam-se agudos e amarelados.<br><br></div><div><strong>12. Faveleira (</strong><strong><em>Cnidoscolus phyllacanthus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Faveleira<br><br></div><div>A faveleira é uma planta endêmica da Caatinga conhecida por seu potencial medicinal, especialmente ao auxiliar na cicatrização de ferimentos. É encontrada com facilidade em afloramentos rochosos e locais de solos rasos.<br><br></div><div>Muito popular nos estados do Nordeste, o fruto da faveleira é utilizado como brinquedo pelas crianças, as sementes como parte da alimentação de diversas aves e para consumo humano como farinha.<br><br></div><div>Em estudos recentes, a semente da faveleira tem sido utilizada na extração de óleo para produção de biocombustíveis, extratos medicinais e recuperação de áreas degradadas.<br><br></div><div><strong>Veja também:</strong> <a href="https://www.todamateria.com.br/tipos-de-solo/">Tipos de Solo</a></div><div><strong>13. Flor de jitirana</strong></div><div><br><br>Jitirana azul<br><br></div><div>A flor de jitirana é uma espécie típica da Caatinga que se destaca pelo alta capacidade de resistência às condições climáticas e poder de adaptabilidade ao ambiente.<br><br></div><div>Do tipo trepadeira, a jitirana é suculenta e com odor agradável, sendo muito aceita por animais. Também é consumida pelo homem ao usar suas folhas para chás, que acredita-se auxiliar contra dermatites e reumatismo.<br><br></div><div>É facilmente encontrada crescendo em arbustos e cercas, sendo considerada por alguns como planta daninha, podendo inclusive causar danos em áreas agrícolas.<br><br></div><div><strong>14. Ipê roxo (</strong><strong><em>Tabebuia impetiginosa Mart</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Ipê roxo<br><br></div><div>O ipê-roxo é uma árvore que faz parte da paisagem nordestina. Ele apresenta tronco reto e fissurado, além disso suas flores se dispõem em um só ramo, formando um buquê.<br><br></div><div>As sementes são leves e facilmente disseminadas pelo vento. A madeira é pesada, dura e resistente, porém flexível, sendo muito utilizada na construção de móveis e instrumentos musicais.<br><br></div><div>Na medicina popular, as partes do ipê são utilizadas para auxiliar no combate à febre, disenteria, úlceras, reumatismo e doenças venéreas. Além disso, sua casca apresenta poder anti-inflamatório, antialérgico e cicatrizante.<br><br></div><div><strong>15. Jericó (</strong><strong><em>Selaginella convoluta Sprig</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jericó após período de chuva<br><br></div><div>O jericó é uma espécie típica da Caatinga e muitas vezes pode parecer que está morta, pois passa grande parte do ano com as folhas secas. Ao iniciar o período de chuva é uma das primeiras plantas a demonstrar reação, reaparecendo a cor verde.<br><br></div><div><br></div><div><br>Esta espécie é também conhecida popularmente pelo seu poder medicinal, sendo utilizada em forma de chá no combate à gripe e dores abdominais.<br><br></div><div><strong>16. Juazeiro (</strong><strong><em>Ziziphus joazeiro</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Juazeiro<br><br></div><div>O juazeiro é uma árvore com tronco espinhento, cerca de 60 cm de diâmetro e pode medir 10 metros de altura.<br><br></div><div>Uma de suas principais características é a capacidade de sobrevivência ao clima da Caatinga, especialmente por sua preferência por solos aluviais do tipo argiloso, ou seja, que apresentam deposição de sedimentos que são transportados pelos rios.<br><br></div><div>Apresenta raízes profundas que auxiliam na captura de água do subsolo, fazendo com que tenham a capacidade de estar sempre com as folhas verdes.<br><br></div><div><strong>17. Jurema branca (</strong><strong><em>Piptadenia stipulacea</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jurema branca<br><br></div><div>A jurema branca é uma espécie popular na Caatinga e também é conhecida como carcará, jurema, rasga-beiço e saia-velha.<br><br></div><div>Endêmica da Caatinga, a jurema branca é encontrada comumente na beira das estradas, pois tem comportamento de invasor, suportando assim terrenos secos.<br><br></div><div>A madeira da jurema-branca é utilizada em pequenas construções, para a confecção de estacas e também para utilização como lenha e carvão. Na estiagem, as folhas e lascas do tronco que caem no chão se tornam alimento para os ruminantes.<br><br></div><div><strong>18. Malícia (</strong><strong><em>Mimosa quadrivalvis L.</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flor de malícia<br><br></div><div>A malícia é uma espécie de herbácea muito comum na Caatinga, no Cerrado e na <a href="https://www.todamateria.com.br/mata-atlantica/">Mata Atlântica</a>. Possuindo ramos e frutos cobertos por pequenos espinhos, os acúleos, a malícia é facilmente encontrada em áreas abertas.<br><br></div><div>As abelhas nativas da região são atraídas pelo pólen e néctar expelido por usas flores.<br><br></div><div><strong>19. Malva branca (</strong><strong><em>Sida cordifolia L</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Malva branca<br><br></div><div>A malva-branca é uma espécie facilmente encontrada na Caatinga, podendo também ser vista nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e <a href="https://www.todamateria.com.br/amazonia/">Amazônia</a>.<br><br></div><div>É um tipo de arbusto que ocorre em terrenos com solo arenoso, possui flores na cor amarela e alaranjada. O pólen e néctar são um atrativo para abelhas e para a produção de mel, sendo muito utilizada em jardins de flora melífera.<br><br></div><div><strong>20. Mandacaru (</strong><strong><em>Cereus jamacaru</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Mandacaru<br><br></div><div>O mandacaru é uma espécie de cacto endêmico do Brasil e muito comum em locais com climas como o da Caatinga. Seu formato lembra um candelabro e pode medir até 6 metros de altura.<br><br></div><div>É uma planta repleta de espinhos, com grande capacidade de retenção de água e muito utilizada como cerca natural. Além disso, seus frutos e sua flor servem de alimento para aves a abelhas.<br><br></div><div><strong>21. Palma (</strong><strong><em>Opuntia cochenillifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Palma<br><br></div><div>A palma é um tipo de cacto originário do México e muito difundido no Nordeste brasileiro, sendo conhecido também como urumbeta, cacto-de-cochonilha, palmatória-doce, cacto-sem-espinhos, dentro outros nomes.<br><br></div><div>Possui caule cilíndrico e seus ramos são as palmas, que apresentam formato achatado, carnoso e formato oval.<br><br></div><div>Seu uso é muito amplo, podendo ser consumido na alimentação de humanos e de gado, como elemento paisagístico e produção de corante natural.<br><br></div><div><strong>22. Quixaba (</strong><strong><em>Sideroxylon Obtusifolium</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Fruto e folhas do quixaba<br><br></div><div>A árvore de quixaba é conhecida por seu poder medicinal, especialmente para o tratamento de doenças relacionadas ao rim e diabetes.<br><br></div><div><br></div><div><br>Podendo atingir 15 metros de altura, possui espinhos fortes, folhas alongadas, flores aromáticas e frutos roxo que pode ser consumidos pelas pessoas.<br><br></div><div><strong>23. Sabiá (</strong><strong><em>Mimosa caesalpiniaefolia</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Sabiá<br><br></div><div>O sabiá é uma árvore nativa do Nordeste brasileiro, com registros principalmente nos estados do Piauí, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Ceará.<br><br></div><div>Podendo chegar até a 8 metros de altura, esta árvore apresenta caule com diâmetro entre 20 e 30 cm, que ramifica-se em outros pequenos caules.<br><br></div><div>Sua madeira é muito utilizada na produção de estacas para cercas e para energia, caracterizando seu potencial para uso como lenha e carvão.<br><br></div><div><strong>24. Umbuzeiro (</strong><strong><em>Spondias tuberosa</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Umbuzeiro<br><br></div><div>O umbuzeiro é uma árvore de grande porte que tem a Caatinga como seu habitat natural. Ela pode chegar a 7 metros de altura, porém seu tronco é curto e a copa ampla, com formato semelhante a um guarda-chuva. Sua raiz apresenta grande capacidade de armazenar água.<br><br></div><div>Apresenta flores brancas que se agrupam entre sim, são perfumadas e costumam atrair abelhas que consomem seu néctar para produção de mel.<br><br></div><div>O fruto do umbuzeiro é muito apreciado pelos humanos por apresentar cheiro doce, sabor agradável e levemente azedo. A raiz também é consumida como alimento, que acreditam ter poder medicinal que previne diarreia.<br><br></div><div><strong>25. Xique-xique (</strong><strong><em>Pilocereus gounellei</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Xique-xique<br><br></div><div>O xique-xique é uma espécie de cacto muito comum na Caatinga, especialmente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.<br><br></div><div>Costuma de desenvolver em locais secos e com solo raso, especialmente entre as fendas das rochas.<br><br></div><div>Apresenta tronco ereto com galhos laterais afastados entre si e que podem chegar a medir 4 metros de altura. Seus espinhos são fortes e seu fruto é apreciado por ser rico em sais minerais e saboroso.<br><br></div><div><strong>Leia também sobre</strong>:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/flora-do-brasil/">Flora do Brasil</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pampa/">Animais do Pampa</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-amazonia/">Animais da Amazônia</a></li></ul><div>&nbsp;<br>Este conteúdo foi útil?<br><strong>Sim</strong><br><strong>Não</strong></div><ul><li><br></li><li><br></li><li><br></li></ul><div><br><br><br>A vegetação da Caatinga é considerada por muitos como semelhante a de um deserto, pois o clima seco e a vegetação rasteira impossibilita a plantação de diversas espécies vegetais.<br><br></div><div><strong>Características da flora da Caatinga</strong></div><div>A principal característica da flora da Caatinga é a condição de sobrevivência dessas plantas, as quais estão submetidas ao clima seco e com pouca quantidade de água.<br><br></div><div>Mesmo nessas circunstâncias, a caatinga é um local propício para o crescimento e desenvolvimento de diversas espécies de vegetais.<br><br></div><div>Confira outras características típicas da flora da Caatinga:<br><br></div><ul><li>A casca das árvores são grossas;</li><li>As hastes das árvores possuem espinhos;</li><li>As folhas são pequenas;</li><li>As raízes são tuberosas para armazenar água.</li></ul><div><br>De forma geral a vegetação da Caatinga é formada por três grupos, sendo elas:<br><br></div><ul><li><strong>Arbóreo</strong>: representa as árvores que apresentam de 8 a 12 metros de altura;</li><li><strong>Arbustivo</strong>: representa a vegetação que apresenta de 2 a 5 metros de altura;</li><li><strong>Herbáceo</strong>: representa a vegetação que apresenta menos de 2 metros de altura.</li></ul><div><br>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 900 espécies de plantas compõem o bioma da caatinga, sendo as bromélias e cactos as mais comuns.<br><br></div><div>Porém, estima-se que há um número muito maior de espécies vegetais e animais que ainda não foram catalogadas.<br><br></div><div>Você também pode se interessar por:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caatinga/">Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/clima-da-caatinga/">Clima da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caracteristicas-da-caatinga/">Características da Caatinga</a></li></ul><div><strong>Lista de plantas da Caatinga</strong></div><div>Conheça a seguir <strong>25 espécies de plantas</strong> existentes na Caatinga.<br><br></div><div><strong>1. Angico (</strong><strong><em>Anadenanthera colubrina</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flores de Angico<br><br></div><div>Angico é uma árvore famosa por suas flores brancas que costumam atrair abelhas produtoras de mel.<br><br></div><div>Muito comum em diferentes biomas brasileiros, especialmente na Caatinga, <a href="https://www.todamateria.com.br/cerrado/">Cerrado</a> e Mata Atlântica, a Angico se caracteriza por apresentar um rápido crescimento.<br><br></div><div>É uma árvore com tronco robusto que produz uma alta quantidade de tanino, uma substância que evita o ataque de microrganismos que podem causar doenças.<br><br></div><div>A casca do tronco da angico também apresenta propriedades medicinais, sendo indicada para reduzir sangramento, combater diarreia e ajudar na cicatrização da pele.<br><br></div><div><strong>2. Aroeira-vermelha (</strong><strong><em>Schinus terebinthifolius Raddi</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Aroeira-vermelha<br><br></div><div>A aroeira-vermelha é uma espécie nativa do Brasil. Também conhecida como pimenta-rosa é muito comum na Caatinga, mas também pode ser encontrada em outros <a href="https://www.todamateria.com.br/biomas-brasileiros/">biomas brasileiros</a>.<br><br></div><div>Apresenta um tronco que pode chegar até 80 cm de diâmetro, tem cor castanho-escuro e origina uma madeira resistente à deterioração, pois produz substâncias com ação fungicida e inseticida.<br><br></div><div>Por ser amplamente explorada, é considerada uma espécie na categoria vulnerável na lista de espécies da flora brasileira que estão ameaçadas de extinção.<br><br></div><div><strong>3. Barriguda (</strong><strong><em>Ceiba glaziovii</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Barriguda<br><br></div><div>A barriguda é uma árvore muito encontrada na Caatinga, especialmente por sua capacidade de resistência à seca, pois ela tem o poder de absorver água em seu interior.<br><br></div><div>Seu caule pode chegar até a 1 metro de diâmetro, possui grande quantidade de espinhos e sua madeira é considerada mole, leve e apresenta pouca durabilidade.<br><br></div><div>É também conhecida como paineira, pois as sementes são envoltas na paina, liberadas após seu rompimento e levada pelo vento.<br><br></div><div><strong>4. Bromélia (</strong><strong><em>Bromeliaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Bromélia<br><br></div><div>A bromélia é uma planta que pertence à família Bromeliáceas, que possuem uma infinidade de espécies. A espécie mais popular da bromélia é o abacaxi, formada a partir da reunião de várias flores.<br><br></div><div>Uma das características das bromélias está na suas folhas, que normalmente são longas, estreitas, curvas e dispostas em camadas circulares.<br><br></div><div>Devido à formação das folhas, elas possuem grande capacidade de armazenar água, sendo muito consumida por diferentes espécies de animais.<br><br></div><div><strong>5. Cacto (</strong><strong><em>Cactaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Cacto<br><br></div><div>Os cactos são muito comuns em ambientes secos e quente, devido à sua alta capacidade de acumular água, por isso é tão comum na Caatinga. Possui uma variedade de espécies, sendo que algumas podem chegar até a 18 m de altura.<br><br></div><div>Apresentam caule suculento, formato cilíndrico e muitos espinhos, que nada mais são que as folhas que sofreram transformações para se adaptarem ao ambiente.<br><br></div><div><strong>6. Carnaúba (</strong><strong><em>Copernicia prunifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Carnaúba<br><br></div><div>A carnaúba é uma palmeira muito comum na região Nordeste que apresenta como principal característica sua altura, que pode chegar 15 m.<br><br></div><div>O caule é reto e cilíndrico, com diâmetro que pode variar entre 10 a 20 cm e apresenta espinhos na parte inferior.<br><br></div><div>Suas folhas são verdes e por conta da cera que produzem, podem apresentar tons azulados. A cera produzida na folha é uma proteção para evitar a perda de água, além de ser utilizada na indústria de diversos produtos e cosméticos, como sabonetes e batons.<br><br></div><div><strong>7. Caroá (</strong><strong><em>Neoglasiovia variegata</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Caroá<br><br></div><div>Caroá é um tipo de bromélia típica da Caatinga e também é conhecida como gravatá, caruá e coroatá.<br><br></div><div>Com poucas folhas, sempre em tons avermelhados ou rosados, ela produz fibras utilizadas na confecção de peças artesanais e decorativas, além de tecidos, barbantes e linha de pesca.<br><br></div><div>Estudos publicados indicam a produção de flavonoides que podem auxiliar no combate a inflamações, dores e úlceras gástricas.<br><br></div><div><strong>8. Catingueira (</strong><strong><em>Caesalpinia pyramidalis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Catingueira<br><br></div><div>A catingueira é uma espécie de árvore amplamente distribuída pela Caatinga que possui capacidade de rebrotar mesmo depois de ser cortada. É considerada um indicador de proximidade do período chuvoso, pois suas gemas brotam ao sentir a umidade.<br><br></div><div>As catingueiras costumam medir entre 4 e 8 m de altura, o caule pode chegar até 50 cm de diâmetro, desde que a raiz esteja em várzeas úmidas.<br><br></div><div>Em climas secos, a catingueira apresenta desenvolvimento diferenciado, com arbustos inferiores a 2 m e caule com poucos diâmetros.<br><br></div><div><strong>9. Coroa-de-frade (</strong><strong><em>Melocactus bahiensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Coroa-de-frade<br><br></div><div>A coroa-de-frade é uma espécie de cacto típico da Caatinga que apresenta formato arredondado, pequeno e achatado, podendo chegar a no máximo 12 cm de altura.<br><br></div><div><br></div><div><br>É repleto de espinhos que variam de espessura e tamanho, além de apresentar flores em tons de rosa e vermelho, atraindo assim muitas abelhas.<br><br></div><div>Recebe este nome pois na fase adulta apresenta o cefálio, que é muito semelhante, visualmente, a uma coroa e uma cabeça calva, fazendo referência assim a um frade franciscano.<br><br></div><div><strong>10. Cumaru (</strong><strong><em>Amburana cearensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Tronco de cumaru<br><br></div><div>A árvore de cumaru é típica da Caatinga e pode chegar a 20 m de altura, possui um tronco com casca em tons avermelhados que se soltam em finas camadas. Apresentam frutos do tipo vagem com uma única semente oleaginosa.<br><br></div><div>Suas cascas e sementes são conhecidas por apresentar uso medicinal, podendo auxiliar no tratamento de problemas respiratórios.<br><br></div><div><strong>11. Facheiro (</strong><strong><em>Pilosocereus pachycladus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Facheiro<br><br></div><div>O facheiro é uma espécie de cacto de grande porte, o qual pode apresentar até 10 m de altura.<br><br></div><div>É uma planta muito rica nutricionalmente, apresentando proteína, fibras, tanino e amido, assim, quando jovem serve de alimentação para animais pois ainda não possui espinhos.<br><br></div><div>Na fase adulta, o facheiro apresenta tronco e ramificações que variam de tons marrom ao verde-escuro e seus espinhos tornam-se agudos e amarelados.<br><br></div><div><strong>12. Faveleira (</strong><strong><em>Cnidoscolus phyllacanthus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Faveleira<br><br></div><div>A faveleira é uma planta endêmica da Caatinga conhecida por seu potencial medicinal, especialmente ao auxiliar na cicatrização de ferimentos. É encontrada com facilidade em afloramentos rochosos e locais de solos rasos.<br><br></div><div>Muito popular nos estados do Nordeste, o fruto da faveleira é utilizado como brinquedo pelas crianças, as sementes como parte da alimentação de diversas aves e para consumo humano como farinha.<br><br></div><div>Em estudos recentes, a semente da faveleira tem sido utilizada na extração de óleo para produção de biocombustíveis, extratos medicinais e recuperação de áreas degradadas.<br><br></div><div><strong>Veja também:</strong> <a href="https://www.todamateria.com.br/tipos-de-solo/">Tipos de Solo</a></div><div><strong>13. Flor de jitirana</strong></div><div><br><br>Jitirana azul<br><br></div><div>A flor de jitirana é uma espécie típica da Caatinga que se destaca pelo alta capacidade de resistência às condições climáticas e poder de adaptabilidade ao ambiente.<br><br></div><div>Do tipo trepadeira, a jitirana é suculenta e com odor agradável, sendo muito aceita por animais. Também é consumida pelo homem ao usar suas folhas para chás, que acredita-se auxiliar contra dermatites e reumatismo.<br><br></div><div>É facilmente encontrada crescendo em arbustos e cercas, sendo considerada por alguns como planta daninha, podendo inclusive causar danos em áreas agrícolas.<br><br></div><div><strong>14. Ipê roxo (</strong><strong><em>Tabebuia impetiginosa Mart</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Ipê roxo<br><br></div><div>O ipê-roxo é uma árvore que faz parte da paisagem nordestina. Ele apresenta tronco reto e fissurado, além disso suas flores se dispõem em um só ramo, formando um buquê.<br><br></div><div>As sementes são leves e facilmente disseminadas pelo vento. A madeira é pesada, dura e resistente, porém flexível, sendo muito utilizada na construção de móveis e instrumentos musicais.<br><br></div><div>Na medicina popular, as partes do ipê são utilizadas para auxiliar no combate à febre, disenteria, úlceras, reumatismo e doenças venéreas. Além disso, sua casca apresenta poder anti-inflamatório, antialérgico e cicatrizante.<br><br></div><div><strong>15. Jericó (</strong><strong><em>Selaginella convoluta Sprig</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jericó após período de chuva<br><br></div><div>O jericó é uma espécie típica da Caatinga e muitas vezes pode parecer que está morta, pois passa grande parte do ano com as folhas secas. Ao iniciar o período de chuva é uma das primeiras plantas a demonstrar reação, reaparecendo a cor verde.<br><br></div><div><br></div><div><br>Esta espécie é também conhecida popularmente pelo seu poder medicinal, sendo utilizada em forma de chá no combate à gripe e dores abdominais.<br><br></div><div><strong>16. Juazeiro (</strong><strong><em>Ziziphus joazeiro</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Juazeiro<br><br></div><div>O juazeiro é uma árvore com tronco espinhento, cerca de 60 cm de diâmetro e pode medir 10 metros de altura.<br><br></div><div>Uma de suas principais características é a capacidade de sobrevivência ao clima da Caatinga, especialmente por sua preferência por solos aluviais do tipo argiloso, ou seja, que apresentam deposição de sedimentos que são transportados pelos rios.<br><br></div><div>Apresenta raízes profundas que auxiliam na captura de água do subsolo, fazendo com que tenham a capacidade de estar sempre com as folhas verdes.<br><br></div><div><strong>17. Jurema branca (</strong><strong><em>Piptadenia stipulacea</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jurema branca<br><br></div><div>A jurema branca é uma espécie popular na Caatinga e também é conhecida como carcará, jurema, rasga-beiço e saia-velha.<br><br></div><div>Endêmica da Caatinga, a jurema branca é encontrada comumente na beira das estradas, pois tem comportamento de invasor, suportando assim terrenos secos.<br><br></div><div>A madeira da jurema-branca é utilizada em pequenas construções, para a confecção de estacas e também para utilização como lenha e carvão. Na estiagem, as folhas e lascas do tronco que caem no chão se tornam alimento para os ruminantes.<br><br></div><div><strong>18. Malícia (</strong><strong><em>Mimosa quadrivalvis L.</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flor de malícia<br><br></div><div>A malícia é uma espécie de herbácea muito comum na Caatinga, no Cerrado e na <a href="https://www.todamateria.com.br/mata-atlantica/">Mata Atlântica</a>. Possuindo ramos e frutos cobertos por pequenos espinhos, os acúleos, a malícia é facilmente encontrada em áreas abertas.<br><br></div><div>As abelhas nativas da região são atraídas pelo pólen e néctar expelido por usas flores.<br><br></div><div><strong>19. Malva branca (</strong><strong><em>Sida cordifolia L</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Malva branca<br><br></div><div>A malva-branca é uma espécie facilmente encontrada na Caatinga, podendo também ser vista nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e <a href="https://www.todamateria.com.br/amazonia/">Amazônia</a>.<br><br></div><div>É um tipo de arbusto que ocorre em terrenos com solo arenoso, possui flores na cor amarela e alaranjada. O pólen e néctar são um atrativo para abelhas e para a produção de mel, sendo muito utilizada em jardins de flora melífera.<br><br></div><div><strong>20. Mandacaru (</strong><strong><em>Cereus jamacaru</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Mandacaru<br><br></div><div>O mandacaru é uma espécie de cacto endêmico do Brasil e muito comum em locais com climas como o da Caatinga. Seu formato lembra um candelabro e pode medir até 6 metros de altura.<br><br></div><div>É uma planta repleta de espinhos, com grande capacidade de retenção de água e muito utilizada como cerca natural. Além disso, seus frutos e sua flor servem de alimento para aves a abelhas.<br><br></div><div><strong>21. Palma (</strong><strong><em>Opuntia cochenillifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Palma<br><br></div><div>A palma é um tipo de cacto originário do México e muito difundido no Nordeste brasileiro, sendo conhecido também como urumbeta, cacto-de-cochonilha, palmatória-doce, cacto-sem-espinhos, dentro outros nomes.<br><br></div><div>Possui caule cilíndrico e seus ramos são as palmas, que apresentam formato achatado, carnoso e formato oval.<br><br></div><div>Seu uso é muito amplo, podendo ser consumido na alimentação de humanos e de gado, como elemento paisagístico e produção de corante natural.<br><br></div><div><strong>22. Quixaba (</strong><strong><em>Sideroxylon Obtusifolium</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Fruto e folhas do quixaba<br><br></div><div>A árvore de quixaba é conhecida por seu poder medicinal, especialmente para o tratamento de doenças relacionadas ao rim e diabetes.<br><br></div><div><br></div><div><br>Podendo atingir 15 metros de altura, possui espinhos fortes, folhas alongadas, flores aromáticas e frutos roxo que pode ser consumidos pelas pessoas.<br><br></div><div><strong>23. Sabiá (</strong><strong><em>Mimosa caesalpiniaefolia</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Sabiá<br><br></div><div>O sabiá é uma árvore nativa do Nordeste brasileiro, com registros principalmente nos estados do Piauí, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Ceará.<br><br></div><div>Podendo chegar até a 8 metros de altura, esta árvore apresenta caule com diâmetro entre 20 e 30 cm, que ramifica-se em outros pequenos caules.<br><br></div><div>Sua madeira é muito utilizada na produção de estacas para cercas e para energia, caracterizando seu potencial para uso como lenha e carvão.<br><br></div><div><strong>24. Umbuzeiro (</strong><strong><em>Spondias tuberosa</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Umbuzeiro<br><br></div><div>O umbuzeiro é uma árvore de grande porte que tem a Caatinga como seu habitat natural. Ela pode chegar a 7 metros de altura, porém seu tronco é curto e a copa ampla, com formato semelhante a um guarda-chuva. Sua raiz apresenta grande capacidade de armazenar água.<br><br></div><div>Apresenta flores brancas que se agrupam entre sim, são perfumadas e costumam atrair abelhas que consomem seu néctar para produção de mel.<br><br></div><div>O fruto do umbuzeiro é muito apreciado pelos humanos por apresentar cheiro doce, sabor agradável e levemente azedo. A raiz também é consumida como alimento, que acreditam ter poder medicinal que previne diarreia.<br><br></div><div><strong>25. Xique-xique (</strong><strong><em>Pilocereus gounellei</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Xique-xique<br><br></div><div>O xique-xique é uma espécie de cacto muito comum na Caatinga, especialmente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.<br><br></div><div>Costuma de desenvolver em locais secos e com solo raso, especialmente entre as fendas das rochas.<br><br></div><div>Apresenta tronco ereto com galhos laterais afastados entre si e que podem chegar a medir 4 metros de altura. Seus espinhos são fortes e seu fruto é apreciado por ser rico em sais minerais e saboroso.<br><br></div><div><strong>Leia também sobre</strong>:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/flora-do-brasil/">Flora do Brasil</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pampa/">Animais do Pampa</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-amazonia/">Animais da Amazônia</a></li></ul><div>&nbsp;<br>Este conteúdo foi útil?<br><strong>Sim</strong><br><strong>Não</strong></div><ul><li><br></li><li><br></li><li><br></li></ul><div><br><br><br>A vegetação da Caatinga é considerada por muitos como semelhante a de um deserto, pois o clima seco e a vegetação rasteira impossibilita a plantação de diversas espécies vegetais.<br><br></div><div><strong>Características da flora da Caatinga</strong></div><div>A principal característica da flora da Caatinga é a condição de sobrevivência dessas plantas, as quais estão submetidas ao clima seco e com pouca quantidade de água.<br><br></div><div>Mesmo nessas circunstâncias, a caatinga é um local propício para o crescimento e desenvolvimento de diversas espécies de vegetais.<br><br></div><div>Confira outras características típicas da flora da Caatinga:<br><br></div><ul><li>A casca das árvores são grossas;</li><li>As hastes das árvores possuem espinhos;</li><li>As folhas são pequenas;</li><li>As raízes são tuberosas para armazenar água.</li></ul><div><br>De forma geral a vegetação da Caatinga é formada por três grupos, sendo elas:<br><br></div><ul><li><strong>Arbóreo</strong>: representa as árvores que apresentam de 8 a 12 metros de altura;</li><li><strong>Arbustivo</strong>: representa a vegetação que apresenta de 2 a 5 metros de altura;</li><li><strong>Herbáceo</strong>: representa a vegetação que apresenta menos de 2 metros de altura.</li></ul><div><br>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 900 espécies de plantas compõem o bioma da caatinga, sendo as bromélias e cactos as mais comuns.<br><br></div><div>Porém, estima-se que há um número muito maior de espécies vegetais e animais que ainda não foram catalogadas.<br><br></div><div>Você também pode se interessar por:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caatinga/">Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/clima-da-caatinga/">Clima da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caracteristicas-da-caatinga/">Características da Caatinga</a></li></ul><div><strong>Lista de plantas da Caatinga</strong></div><div>Conheça a seguir <strong>25 espécies de plantas</strong> existentes na Caatinga.<br><br></div><div><strong>1. Angico (</strong><strong><em>Anadenanthera colubrina</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flores de Angico<br><br></div><div>Angico é uma árvore famosa por suas flores brancas que costumam atrair abelhas produtoras de mel.<br><br></div><div>Muito comum em diferentes biomas brasileiros, especialmente na Caatinga, <a href="https://www.todamateria.com.br/cerrado/">Cerrado</a> e Mata Atlântica, a Angico se caracteriza por apresentar um rápido crescimento.<br><br></div><div>É uma árvore com tronco robusto que produz uma alta quantidade de tanino, uma substância que evita o ataque de microrganismos que podem causar doenças.<br><br></div><div>A casca do tronco da angico também apresenta propriedades medicinais, sendo indicada para reduzir sangramento, combater diarreia e ajudar na cicatrização da pele.<br><br></div><div><strong>2. Aroeira-vermelha (</strong><strong><em>Schinus terebinthifolius Raddi</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Aroeira-vermelha<br><br></div><div>A aroeira-vermelha é uma espécie nativa do Brasil. Também conhecida como pimenta-rosa é muito comum na Caatinga, mas também pode ser encontrada em outros <a href="https://www.todamateria.com.br/biomas-brasileiros/">biomas brasileiros</a>.<br><br></div><div>Apresenta um tronco que pode chegar até 80 cm de diâmetro, tem cor castanho-escuro e origina uma madeira resistente à deterioração, pois produz substâncias com ação fungicida e inseticida.<br><br></div><div>Por ser amplamente explorada, é considerada uma espécie na categoria vulnerável na lista de espécies da flora brasileira que estão ameaçadas de extinção.<br><br></div><div><strong>3. Barriguda (</strong><strong><em>Ceiba glaziovii</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Barriguda<br><br></div><div>A barriguda é uma árvore muito encontrada na Caatinga, especialmente por sua capacidade de resistência à seca, pois ela tem o poder de absorver água em seu interior.<br><br></div><div>Seu caule pode chegar até a 1 metro de diâmetro, possui grande quantidade de espinhos e sua madeira é considerada mole, leve e apresenta pouca durabilidade.<br><br></div><div>É também conhecida como paineira, pois as sementes são envoltas na paina, liberadas após seu rompimento e levada pelo vento.<br><br></div><div><strong>4. Bromélia (</strong><strong><em>Bromeliaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Bromélia<br><br></div><div>A bromélia é uma planta que pertence à família Bromeliáceas, que possuem uma infinidade de espécies. A espécie mais popular da bromélia é o abacaxi, formada a partir da reunião de várias flores.<br><br></div><div>Uma das características das bromélias está na suas folhas, que normalmente são longas, estreitas, curvas e dispostas em camadas circulares.<br><br></div><div>Devido à formação das folhas, elas possuem grande capacidade de armazenar água, sendo muito consumida por diferentes espécies de animais.<br><br></div><div><strong>5. Cacto (</strong><strong><em>Cactaceae</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Cacto<br><br></div><div>Os cactos são muito comuns em ambientes secos e quente, devido à sua alta capacidade de acumular água, por isso é tão comum na Caatinga. Possui uma variedade de espécies, sendo que algumas podem chegar até a 18 m de altura.<br><br></div><div>Apresentam caule suculento, formato cilíndrico e muitos espinhos, que nada mais são que as folhas que sofreram transformações para se adaptarem ao ambiente.<br><br></div><div><strong>6. Carnaúba (</strong><strong><em>Copernicia prunifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Carnaúba<br><br></div><div>A carnaúba é uma palmeira muito comum na região Nordeste que apresenta como principal característica sua altura, que pode chegar 15 m.<br><br></div><div>O caule é reto e cilíndrico, com diâmetro que pode variar entre 10 a 20 cm e apresenta espinhos na parte inferior.<br><br></div><div>Suas folhas são verdes e por conta da cera que produzem, podem apresentar tons azulados. A cera produzida na folha é uma proteção para evitar a perda de água, além de ser utilizada na indústria de diversos produtos e cosméticos, como sabonetes e batons.<br><br></div><div><strong>7. Caroá (</strong><strong><em>Neoglasiovia variegata</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Caroá<br><br></div><div>Caroá é um tipo de bromélia típica da Caatinga e também é conhecida como gravatá, caruá e coroatá.<br><br></div><div>Com poucas folhas, sempre em tons avermelhados ou rosados, ela produz fibras utilizadas na confecção de peças artesanais e decorativas, além de tecidos, barbantes e linha de pesca.<br><br></div><div>Estudos publicados indicam a produção de flavonoides que podem auxiliar no combate a inflamações, dores e úlceras gástricas.<br><br></div><div><strong>8. Catingueira (</strong><strong><em>Caesalpinia pyramidalis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Catingueira<br><br></div><div>A catingueira é uma espécie de árvore amplamente distribuída pela Caatinga que possui capacidade de rebrotar mesmo depois de ser cortada. É considerada um indicador de proximidade do período chuvoso, pois suas gemas brotam ao sentir a umidade.<br><br></div><div>As catingueiras costumam medir entre 4 e 8 m de altura, o caule pode chegar até 50 cm de diâmetro, desde que a raiz esteja em várzeas úmidas.<br><br></div><div>Em climas secos, a catingueira apresenta desenvolvimento diferenciado, com arbustos inferiores a 2 m e caule com poucos diâmetros.<br><br></div><div><strong>9. Coroa-de-frade (</strong><strong><em>Melocactus bahiensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Coroa-de-frade<br><br></div><div>A coroa-de-frade é uma espécie de cacto típico da Caatinga que apresenta formato arredondado, pequeno e achatado, podendo chegar a no máximo 12 cm de altura.<br><br></div><div><br></div><div><br>É repleto de espinhos que variam de espessura e tamanho, além de apresentar flores em tons de rosa e vermelho, atraindo assim muitas abelhas.<br><br></div><div>Recebe este nome pois na fase adulta apresenta o cefálio, que é muito semelhante, visualmente, a uma coroa e uma cabeça calva, fazendo referência assim a um frade franciscano.<br><br></div><div><strong>10. Cumaru (</strong><strong><em>Amburana cearensis</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Tronco de cumaru<br><br></div><div>A árvore de cumaru é típica da Caatinga e pode chegar a 20 m de altura, possui um tronco com casca em tons avermelhados que se soltam em finas camadas. Apresentam frutos do tipo vagem com uma única semente oleaginosa.<br><br></div><div>Suas cascas e sementes são conhecidas por apresentar uso medicinal, podendo auxiliar no tratamento de problemas respiratórios.<br><br></div><div><strong>11. Facheiro (</strong><strong><em>Pilosocereus pachycladus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Facheiro<br><br></div><div>O facheiro é uma espécie de cacto de grande porte, o qual pode apresentar até 10 m de altura.<br><br></div><div>É uma planta muito rica nutricionalmente, apresentando proteína, fibras, tanino e amido, assim, quando jovem serve de alimentação para animais pois ainda não possui espinhos.<br><br></div><div>Na fase adulta, o facheiro apresenta tronco e ramificações que variam de tons marrom ao verde-escuro e seus espinhos tornam-se agudos e amarelados.<br><br></div><div><strong>12. Faveleira (</strong><strong><em>Cnidoscolus phyllacanthus</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Faveleira<br><br></div><div>A faveleira é uma planta endêmica da Caatinga conhecida por seu potencial medicinal, especialmente ao auxiliar na cicatrização de ferimentos. É encontrada com facilidade em afloramentos rochosos e locais de solos rasos.<br><br></div><div>Muito popular nos estados do Nordeste, o fruto da faveleira é utilizado como brinquedo pelas crianças, as sementes como parte da alimentação de diversas aves e para consumo humano como farinha.<br><br></div><div>Em estudos recentes, a semente da faveleira tem sido utilizada na extração de óleo para produção de biocombustíveis, extratos medicinais e recuperação de áreas degradadas.<br><br></div><div><strong>Veja também:</strong> <a href="https://www.todamateria.com.br/tipos-de-solo/">Tipos de Solo</a></div><div><strong>13. Flor de jitirana</strong></div><div><br><br>Jitirana azul<br><br></div><div>A flor de jitirana é uma espécie típica da Caatinga que se destaca pelo alta capacidade de resistência às condições climáticas e poder de adaptabilidade ao ambiente.<br><br></div><div>Do tipo trepadeira, a jitirana é suculenta e com odor agradável, sendo muito aceita por animais. Também é consumida pelo homem ao usar suas folhas para chás, que acredita-se auxiliar contra dermatites e reumatismo.<br><br></div><div>É facilmente encontrada crescendo em arbustos e cercas, sendo considerada por alguns como planta daninha, podendo inclusive causar danos em áreas agrícolas.<br><br></div><div><strong>14. Ipê roxo (</strong><strong><em>Tabebuia impetiginosa Mart</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Ipê roxo<br><br></div><div>O ipê-roxo é uma árvore que faz parte da paisagem nordestina. Ele apresenta tronco reto e fissurado, além disso suas flores se dispõem em um só ramo, formando um buquê.<br><br></div><div>As sementes são leves e facilmente disseminadas pelo vento. A madeira é pesada, dura e resistente, porém flexível, sendo muito utilizada na construção de móveis e instrumentos musicais.<br><br></div><div>Na medicina popular, as partes do ipê são utilizadas para auxiliar no combate à febre, disenteria, úlceras, reumatismo e doenças venéreas. Além disso, sua casca apresenta poder anti-inflamatório, antialérgico e cicatrizante.<br><br></div><div><strong>15. Jericó (</strong><strong><em>Selaginella convoluta Sprig</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jericó após período de chuva<br><br></div><div>O jericó é uma espécie típica da Caatinga e muitas vezes pode parecer que está morta, pois passa grande parte do ano com as folhas secas. Ao iniciar o período de chuva é uma das primeiras plantas a demonstrar reação, reaparecendo a cor verde.<br><br></div><div><br></div><div><br>Esta espécie é também conhecida popularmente pelo seu poder medicinal, sendo utilizada em forma de chá no combate à gripe e dores abdominais.<br><br></div><div><strong>16. Juazeiro (</strong><strong><em>Ziziphus joazeiro</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Juazeiro<br><br></div><div>O juazeiro é uma árvore com tronco espinhento, cerca de 60 cm de diâmetro e pode medir 10 metros de altura.<br><br></div><div>Uma de suas principais características é a capacidade de sobrevivência ao clima da Caatinga, especialmente por sua preferência por solos aluviais do tipo argiloso, ou seja, que apresentam deposição de sedimentos que são transportados pelos rios.<br><br></div><div>Apresenta raízes profundas que auxiliam na captura de água do subsolo, fazendo com que tenham a capacidade de estar sempre com as folhas verdes.<br><br></div><div><strong>17. Jurema branca (</strong><strong><em>Piptadenia stipulacea</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Jurema branca<br><br></div><div>A jurema branca é uma espécie popular na Caatinga e também é conhecida como carcará, jurema, rasga-beiço e saia-velha.<br><br></div><div>Endêmica da Caatinga, a jurema branca é encontrada comumente na beira das estradas, pois tem comportamento de invasor, suportando assim terrenos secos.<br><br></div><div>A madeira da jurema-branca é utilizada em pequenas construções, para a confecção de estacas e também para utilização como lenha e carvão. Na estiagem, as folhas e lascas do tronco que caem no chão se tornam alimento para os ruminantes.<br><br></div><div><strong>18. Malícia (</strong><strong><em>Mimosa quadrivalvis L.</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Flor de malícia<br><br></div><div>A malícia é uma espécie de herbácea muito comum na Caatinga, no Cerrado e na <a href="https://www.todamateria.com.br/mata-atlantica/">Mata Atlântica</a>. Possuindo ramos e frutos cobertos por pequenos espinhos, os acúleos, a malícia é facilmente encontrada em áreas abertas.<br><br></div><div>As abelhas nativas da região são atraídas pelo pólen e néctar expelido por usas flores.<br><br></div><div><strong>19. Malva branca (</strong><strong><em>Sida cordifolia L</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Malva branca<br><br></div><div>A malva-branca é uma espécie facilmente encontrada na Caatinga, podendo também ser vista nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e <a href="https://www.todamateria.com.br/amazonia/">Amazônia</a>.<br><br></div><div>É um tipo de arbusto que ocorre em terrenos com solo arenoso, possui flores na cor amarela e alaranjada. O pólen e néctar são um atrativo para abelhas e para a produção de mel, sendo muito utilizada em jardins de flora melífera.<br><br></div><div><strong>20. Mandacaru (</strong><strong><em>Cereus jamacaru</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Mandacaru<br><br></div><div>O mandacaru é uma espécie de cacto endêmico do Brasil e muito comum em locais com climas como o da Caatinga. Seu formato lembra um candelabro e pode medir até 6 metros de altura.<br><br></div><div>É uma planta repleta de espinhos, com grande capacidade de retenção de água e muito utilizada como cerca natural. Além disso, seus frutos e sua flor servem de alimento para aves a abelhas.<br><br></div><div><strong>21. Palma (</strong><strong><em>Opuntia cochenillifera</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Palma<br><br></div><div>A palma é um tipo de cacto originário do México e muito difundido no Nordeste brasileiro, sendo conhecido também como urumbeta, cacto-de-cochonilha, palmatória-doce, cacto-sem-espinhos, dentro outros nomes.<br><br></div><div>Possui caule cilíndrico e seus ramos são as palmas, que apresentam formato achatado, carnoso e formato oval.<br><br></div><div>Seu uso é muito amplo, podendo ser consumido na alimentação de humanos e de gado, como elemento paisagístico e produção de corante natural.<br><br></div><div><strong>22. Quixaba (</strong><strong><em>Sideroxylon Obtusifolium</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Fruto e folhas do quixaba<br><br></div><div>A árvore de quixaba é conhecida por seu poder medicinal, especialmente para o tratamento de doenças relacionadas ao rim e diabetes.<br><br></div><div><br></div><div><br>Podendo atingir 15 metros de altura, possui espinhos fortes, folhas alongadas, flores aromáticas e frutos roxo que pode ser consumidos pelas pessoas.<br><br></div><div><strong>23. Sabiá (</strong><strong><em>Mimosa caesalpiniaefolia</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Sabiá<br><br></div><div>O sabiá é uma árvore nativa do Nordeste brasileiro, com registros principalmente nos estados do Piauí, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Ceará.<br><br></div><div>Podendo chegar até a 8 metros de altura, esta árvore apresenta caule com diâmetro entre 20 e 30 cm, que ramifica-se em outros pequenos caules.<br><br></div><div>Sua madeira é muito utilizada na produção de estacas para cercas e para energia, caracterizando seu potencial para uso como lenha e carvão.<br><br></div><div><strong>24. Umbuzeiro (</strong><strong><em>Spondias tuberosa</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Umbuzeiro<br><br></div><div>O umbuzeiro é uma árvore de grande porte que tem a Caatinga como seu habitat natural. Ela pode chegar a 7 metros de altura, porém seu tronco é curto e a copa ampla, com formato semelhante a um guarda-chuva. Sua raiz apresenta grande capacidade de armazenar água.<br><br></div><div>Apresenta flores brancas que se agrupam entre sim, são perfumadas e costumam atrair abelhas que consomem seu néctar para produção de mel.<br><br></div><div>O fruto do umbuzeiro é muito apreciado pelos humanos por apresentar cheiro doce, sabor agradável e levemente azedo. A raiz também é consumida como alimento, que acreditam ter poder medicinal que previne diarreia.<br><br></div><div><strong>25. Xique-xique (</strong><strong><em>Pilocereus gounellei</em></strong><strong>)</strong></div><div><br><br>Xique-xique<br><br></div><div>O xique-xique é uma espécie de cacto muito comum na Caatinga, especialmente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.<br><br></div><div>Costuma de desenvolver em locais secos e com solo raso, especialmente entre as fendas das rochas.<br><br></div><div>Apresenta tronco ereto com galhos laterais afastados entre si e que podem chegar a medir 4 metros de altura. Seus espinhos são fortes e seu fruto é apreciado por ser rico em sais minerais e saboroso.<br><br></div><div><strong>Leia também sobre</strong>:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/flora-do-brasil/">Flora do Brasil</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pampa/">Animais do Pampa</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-amazonia/">Animais da Amazônia</a></li></ul><div>&nbsp;<br>Este conteúdo foi útil?<br><strong>Sim</strong><br><strong>Não</strong></div><ul><li><br></li><li><br></li><li><br></li></ul><div><br><br><br><br></div><div><a href="https://www.todamateria.com.br/autor/juliana-diana/">Juliana Diana</a></div><div>Licenciada em Ciências Biológicas pelas Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO) em 2007. Pós-graduada em Informática na Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2010. Doutora em Gestão do Conhecimento pela UFSC em 2019.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>VEJA TAMBÉM</strong></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/papa-figo/">Papa-Figo</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/lendas-da-regiao-centro-oeste/">Lendas da Região Centro-Oeste</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/bradador/">Bradador</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caatinga/">Caatinga</a></li></ul><div><a href="https://www.todamateria.com.br/autor/juliana-diana/">Juliana Diana</a></div><div>Licenciada em Ciências Biológicas pelas Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO) em 2007. Pós-graduada em Informática na Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2010. Doutora em Gestão do Conhecimento pela UFSC em 2019.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>VEJA TAMBÉM</strong></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/papa-figo/">Papa-Figo</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/lendas-da-regiao-centro-oeste/">Lendas da Região Centro-Oeste</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/bradador/">Bradador</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/caatinga/">Caatinga</a></li></ul><div><a href="https://www.todamateria.com.br/autor/juliana-diana/">Juliana Diana</a></div><div>Licenciada em Ciências Biológicas pelas Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO) em 2007. Pós-graduada em Informática na Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2010. Doutora em Gestão do Conhecimento pela UFSC em 2019.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>VEJA TAMBÉM</strong></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/papa-figo/">Papa-Figo</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-caatinga/">Animais da Caatinga</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/lendas-da-regiao-centro-oeste/">Lendas da Região Centro-Oeste</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-da-mata-atlantica/">Animais da Mata Atlântica</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-cerrado/">Animais do Cerrado</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/animais-do-pantanal/">Animais do Pantanal</a></li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/bradador/">Bradador</a></li></ul><div>Fonte: Toda matéria</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:01:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494805739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>fauna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494805812</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:01:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494805812</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494808994</link>
         <description><![CDATA[A vegetação da caatinga constitui um tipo de vegetação adaptada à aridez do solo e a escassez de água da região. Dependendo das condições naturais das áreas em que se encontram, apresentam diferentes características.

Quando as condições de umidade do solo são mais favoráveis, a caatinga se assemelha à mata, onde são encontradas árvores como o juazeiro, também conhecido por joá, ou laranjeira do vaqueiro, a aroeira e a baraúna.

]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:01:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494808994</guid>
      </item>
      <item>
         <title>vegetação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494809409</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:01:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494809409</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494812739</link>
         <description><![CDATA[<div>O "Dia da Caatinga" é comemorado desde 2003, no dia 28 de abril. Essa data representa o nascimento do ecólogo João Vasconcelos Sobrinho (1908-1989), pioneiro nos estudos do bioma.<br><br>infelizmente, em 2020 a caatinga sofreu uma queimada, assim como outros biomas brasileiros</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:02:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494812739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>curiosidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494813888</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:02:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494813888</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817347</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1146788641/31b52875311462d22a2b46372e34a969/image.png" />
         <pubDate>2021-05-05 17:03:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817347</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817351</link>
         <description><![CDATA[Caatinga é um bioma brasileiro que apresenta clima semiárido, vegetação com pouca folhas e adaptadas para os períodos de secas, além de grande biodiversidade.

Esse bioma é encontrado em áreas do Nordeste do Brasil, nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte de Minas Gerais. Toda essa área abrange cerca de 844 mil km2, ou seja, 11% do território brasileiro.

O nome Caatinga significa, em tupi-guarani, "mata branca". Esse nome faz referência a cor predominante da vegetação durante a estação de seca, onde quase todas as plantas perdem as folhas para diminuir a transpiração e evitar a perda de água armazenada. No inverno, devido a ocorrência de chuva, as folhas verdes e as flores voltam a brotar.

Apesar de sua importância ecológica, calcula-se que 40 mil km2 da Caatinga já foram transformados em quase deserto, o que é explicado pelo corte da vegetação para servir como lenha e pelo manejo inadequado do solo.]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:03:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>bioma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817600</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:03:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817600</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817835</link>
         <description><![CDATA[<div>caatinga<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://s2.static.brasilescola.uol.com.br/img/2019/01/solo-caatinga.jpeg" />
         <pubDate>2021-05-05 17:03:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494817835</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Caatinga e considerada uma das 37 regioes do planeta que devem ser conservadas pois contribui para a manutenção das caracteristicas climaticas locais e globais além de apresentar grande biodiversidade. Sua preservação e fundamental, principalmente porque esse bioma e o berço de diversas nascentes que abastecem o sertao nordestino.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494825541</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:05:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494825541</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caatinga fato</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494830715</link>
         <description><![CDATA[<div>Cerca de metade da paisagem de <strong>Caatinga</strong> já foi deteriorada pela ação do homem.<br>fonte: google<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:06:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494830715</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494845525</link>
         <description><![CDATA[Como acontece em muitos outros biomas, a Caatinga também sofre com uma série de ameaças que comprometem a conservação da sua biodiversidade, sendo que um desses riscos acontece por causa do tráfico de animais.

Dentre as principais ações responsáveis pela destruição da Caatinga estão: desmatamento, queimadas, exploração dos recursos naturais e mudanças no uso do solo.

Os órgãos ambientais do setor federal estimam que mais de 46% da área da Caatinga já foi desmatada. Vale ressaltar que muitas espécies são endêmicas desse bioma, ou seja, ocorrem apenas lá. Por isso, uma das formas de evitar o desaparecimento das espécies é criar novas unidades de conservação na área.]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:09:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494845525</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caatinga site toda materia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494848377</link>
         <description><![CDATA[<div>E um bioma brazileiro que apresenta clima semiárido, vegetação com poucas folhas e adapitadas para os períodos&nbsp; de secas, além de grande biodiversidade.<br><br>Esse bioma é encontrado em áreas do Nordeste do Brazil, nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte de Minas Gerais. Toda essa área abrange cerca de 844 mil km2, ou seja, 11% do teritório brazileiro. www.todamateria.com.br</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:09:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494848377</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esses elementos garantem uma maior resistência física das espécies vegetais, já que contribuem para a diminuição do processo de evapotranspiração e também possibilitam o armazenamento de água das chuvas. O processo natural de perdas das folhas das espécies da Caatinga durante a estiagem, por exemplo, reduz a quantidade de água evaporada pelas plantas e permite o maior armazenamento interno de água pela planta.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494855749</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:11:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494855749</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ameaças </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494868298</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:13:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494868298</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494887903</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://blog.biologiatotal.com.br/wp-content/uploads/2018/04/destaque-blog-caatinga.jpg" />
         <pubDate>2021-05-05 17:17:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494887903</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494900641</link>
         <description><![CDATA[<div>.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:20:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494900641</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494903830</link>
         <description><![CDATA[<div>fruta da caatinga</div>]]></description>
         <enclosure url="https://3.bp.blogspot.com/-uPP4lmAqdr0/V_rMfZjFzAI/AAAAAAAAIsk/Xnw-0ChSN2wLOQZWXEGqRHojkIqjNE9KQCLcB/s400/19499-MLB20172408788_102014-O.jpg" />
         <pubDate>2021-05-05 17:20:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494903830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>frutas da caatinga</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494907036</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FBeUQUYvfZxo%2Fhqdefault.jpg&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBeUQUYvfZxo&amp;tbnid=sSAuC0prxC4QbM&amp;vet=12ahUKEwiv6bDKhrPwAhU5s5UCHXvkB9UQMygJegUIARDKAQ..i&amp;docid=LDX6uLcT61OLzM&amp;w=480&amp;h=360&amp;q=frutas%20da%20caatinga&amp;ved=2ahUKEwiv6bDKhrPwAhU5s5UCHXvkB9UQMygJegUIARDKAQ<br>Fonte: youtube<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:21:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494907036</guid>
      </item>
      <item>
         <title>fauna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494918191</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O conjunto de animais que vive e compartilha de um mesmo ambiente ou espaço geografico e chamado de fauna.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://conhecimentocientifico.r7.com/fauna/" />
         <pubDate>2021-05-05 17:23:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494918191</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Frutas da caatinga</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494928637</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/BeUQUYvfZxo</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:25:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494928637</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caatinga</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494932753</link>
         <description><![CDATA[<div>A caatinga é um bioma exclusivo do Brasil. Ele é encontrado nas áreas do Nordeste. O nome caatinga significa mata branca em tupi Guarani, esse nome é devido a cor da vegetação durante a seca, onde quasé todas as planta perdem as folhas, para evitar a perda de água. A vegetação da caatinga é feita por plantas que conseguem sobreviver à falta de água e a solo seco. Nas áreas mais secas onde o solo é onde mais pedregoso a caatinga é apresentada por arbustos e plantas mais baixas, fazendo com que o solo não seja totalmente coberto, por exemplo plantas cactáceas, como o facheiro e o xique-xique, que servem de alimento para os animais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:26:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494932753</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mapa da caatinga</title>
         <author>henriquemaydana20</author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494937287</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1146788641/131c5ce862c1ed4e146d39913cb74d46/image.png" />
         <pubDate>2021-05-05 17:27:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494937287</guid>
      </item>
      <item>
         <title>                    caatinga</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494979584</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; por Gabriel De Lucchi<br>               fonte: toda matéria</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:35:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1494979584</guid>
      </item>
      <item>
         <title>                   05/05/2021</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1495000520</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:39:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1495000520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caatinga : fatos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1495049421</link>
         <description><![CDATA[<div>Caatinga<br>Clima caatinga<br>Caracteristica caatinga<br><br>: Há forte presença de arbustos com galhos retorcidos e com raízes profundas, além da presença cactos e bromélias. Além disso em épocas de seca, os arbustos costumam perder, quase que totalmente, as folhas. Essa é uma propiedade usada para evitar a água por evaporação.<br><br>O clima e predomina na caatinga&nbsp; é o semiárido. Ele constitui uma caracteristica importante que dertemina a natureza da Caatinga. O clima semiárido possui uma precipitação ( quantidade de chuva ) em torno de 800mm por ano.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-05 17:49:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1495049421</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519092399</link>
         <description><![CDATA[<div>CAATINGA<br>As principais características da Caatinga: fisionomia, vegetação, fauna e diversidade.<br><br>A Caatinga é o único bioma totalmente brasileiro, isto é, o único domínio florestal que não divide espaço com nenhum outro país. Isso significa que algumas características regionais desse bioma não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta.<br><br>Ocupa cerca de 10% do território brasileiro, com uma área de 844.400 km², estendendo-se pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e uma pequena porção ao norte de Minas Gerais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:14:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519092399</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519107259</link>
         <description><![CDATA[<div>A maior parte dos animais encontrados na região da caatinga é composta por répteis, a maioria cobras e lagartos. No total, existem aproximadamente 1.500 espécies distintas de animais catalogados, envolvendo aves, répteis, anfíbios, mamíferos e peixes.<br><br>Assim como os demais biomas brasileiros, boa parte da caatinga já foi desmatada, cerca de 46% de sua vegetação original. Os principais motivos para a sua acelerada devastação nos últimos anos foram a expansão da fronteira agrícola e, principalmente, a utilização de suas árvores para a produção de lenha.<br><br>Outro problema grave que atinge esse bioma é o processo de desertificação dos solos, que é causado pelo uso inadequado e intensivo dos solos, sobretudo pela produção agrícola dos grandes latifúndios.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:20:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519107259</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519108911</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1191722949/63f5ea568a2789a7f02173d153a5d7f4/Mapa_da_Caatinga.jpg" />
         <pubDate>2021-05-12 20:21:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519108911</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519115740</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1191722949/08e48fcabe432da5b2a85c8e516b881f/araraazuldelear_cke.jpg" />
         <pubDate>2021-05-12 20:23:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519115740</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519126190</link>
         <description><![CDATA[<div>A arara-azul-de-lear é uma ave que vive somente na Caatinga baiana e está ameaçada de extinção, sendo que sua principal ameaça está relacionada ao tráfico de animais e destruição do habitat em que vive.<br><br>Encontrada nos paredões de arenito das cidades de Jeremoabo e Canudos, na Bahia, a arara-azul-de-lear aproveita as cavidades existentes para reprodução e repouso.<br><br>Para se alimentar, elas costumam se deslocar por aproximadamente 60 km.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:27:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1519126190</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1540626018</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.carlosbritto.com/wp-content/uploads/2017/03/umbu-fruta.jpg" />
         <pubDate>2021-05-19 17:22:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1540626018</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1540633001</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1604980183129-e3c19d3a60e0?ixid=Mnw3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8N3x8Q2FhdGluZ2F8ZW58MHx8fHwxNjIxMzU1NzIw&amp;ixlib=rb-1.2.1" />
         <pubDate>2021-05-19 17:23:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorarenataanjos77/gm6mri0pd94c6fh3/wish/1540633001</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
