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      <title>BEHAVIORISMO - Julia Domec, Natan De Carolis Santana, Luiz Felipe Reis Vidal by Natan de Carolis Santana</title>
      <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2</link>
      <description>LINHA DO TEMPO BEHAVIORISMO </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-21 14:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>GALILEU - SÉC XVII</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Galileu, contrariando a filosofia clássica, que focava na busca pela essência metafísica dos objetos, trouxe para a ciência uma nova forma de se produzir conhecimento, um método pautado na observação pretensamente imparcial (sem preconceito filosófico/religioso) dos fenômenos da natureza, buscando a compreensão objetiva das relações funcionais dos objetos. Além disso, Galileu também possuía em sua metodologia específica, a criação e o teste de hipóteses e o uso de linguagem matemática para expressar o conhecimento produzido. Assim, Galileu demonstrava um certo grau de empirismo na construção de seu conhecimento, opondo-se ao racionalismo difundido até então.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:30:07 UTC</pubDate>
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         <title>RACIONALISMO X EMPIRISMO:</title>
         <author>natancarolis</author>
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         <description><![CDATA[<div><br> O Racionalismo é a corrente filosófica que afirma que o método racional, do pensamento, é o único possível para produzir conhecimento. Já o Empirismo, em contrapartida, é focado na observação do mundo e experimentação de teses, concentrando-se na experiência sensorial como a fonte de produção de conhecimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>O POSITIVISMO - SÉC XIX</title>
         <author>natancarolis</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959040961</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Com a expansão do pensamento empirista surge o positivismo, uma versão mais radical do empirismo. Essa vertente filosófica, muito popular no século XIX, era focalizada na produção de conhecimento estritamente científica, com um método único e rigoroso para todas as ciências. Sendo assim, muitas ciências humanas acabaram perdendo seu espaço ou tornaram-se deterministas. Da mesma forma aconteceu com a Psicologia, por ser até então o estudo da alma humana, essa ciência perdeu espaço no mundo positivista da construção de conhecimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>O PRIMEIRO LABORATÓRIO DE PSICOLOGIA EXPERIMENTAL DE WILHELM WUNDT, DE 1879:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Porém, dentro do próprio positivismo, diversos movimentos filosóficos e grandes cientistas contribuíram para que a psicologia fosse incluída no mundo das ciências. O marco histórico para essa conquista foi a construção do laboratório de psicologia experimental, em 1879, por Wilhelm Wundt. Uma das grandes contribuições foi a de Darwin que, ao equiparar os seres humanos com outros animais na escala evolutiva, ajudou a trazer de volta a luz das ciências o estudo do comportamento humano.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:34:44 UTC</pubDate>
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         <title>NEO-POSITIVISMO - SÉC XX</title>
         <author>natancarolis</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959047861</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>No início do Século XX, a psicologia ainda era tida como uma corrente mais filosófica do que científica. Nesse contexto ocorre o surgimento de uma teoria ainda mais radical, o neo-positivismo que afirmava, dentre outras considerações, que o discurso filosófico deve ser empiricamente verificável. Sendo assim, o neo-positivismo, negava veementemente qualquer alegação metafísica, prejudicando o fortalecimento da psicologia, tendo em vista que essa se pauta em alguns conceitos considerados até então como metafísicos, como a mente, os pensamentos, sentimentos e memórias. Dessa forma, o pensamento neo-positivista adotava o método indutivo, de criar teorias gerais a partir de experiências individuais analisadas de maneira imparcial em um laboratório, para criar conhecimento, sendo então, determinista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:36:03 UTC</pubDate>
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         <title>KARL POPPER - SÉC XXI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse contexto, surge um grande contestador do método indutivista, Karl Popper (1975). Segundo o autor, a psicologia deveria possuir seus próprios métodos empíricos pautados em seus próprios objetos de estudo, para que a ciência não se torne um campo restrito de produção de conhecimento. Assim, cabe a ciência como um todo, validar empiricamente as teorias já criadas, e não as podar antes mesmo de sua formulação. Assim, Popper cria o método dedutivo de prova, segundo o qual "uma hipótese só admite prova empírica - e tão somente após ter sido formulada" (Popper, 1975, p.30).&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>RUDOLF CARNAP - SÉC XXI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Como uma resposta a Popper, surge Carnap, um grande expoente do Neo-positivismo que, após refletir diante das críticas a seu movimento filosófico, decide por criar a linguagem fisicista. Partindo do pressuposto que, para a compreensão de qualquer teoria de qualquer área das ciências, se faz necessária a compreensão prévia de conceitos de outras áreas do saber que se articulem de maneira intersubjetiva. Assim, Carnap sugere a criação de uma linguagem, única, intersubjetiva e universal para que as ciências conversem entre si. Assim nasce a linguagem fisicista, que abrange conceitos da física que se apliquem em outras áreas do saber. Formalizando o conceito de fenômenos mensuráveis e verificáveis. O pensamento e os eventos mentais, por serem tidos como individuas em relação ao corpo humano, permanecem no campo da metafísica, segundo Carnap.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>A INCORPORAÇÃO DA PSICOLOGIA PELAS CIÊNCIAS NATURAIS, O BEHAVIORISMO</title>
         <author>natancarolis</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959066691</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A psicologia passa por uma revisão, perde seus conceitos tidos como ´´metafísicos`` e é incorporada no mundo das ciências naturais.&nbsp;<br>O behaviorismo nasce nesse contexto, enquadrado por essas leis e expressando-se através da linguagem fisicista. Sendo a vertente que, ao estudar aspectos mensuráveis, como a interação organismo-ambiente, é absorvida como psicologia científica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>EDWARD L. THORNDIKE - SÉC XIX</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Edward Lee Thorndike (1874-1949) foi um dos estudiosos da psicologia comportamental do século XIX. Estudou a aprendizagem em humanos e não humanos e formulou a lei do efeito, mesmo antes de Watson, que é considerado o "primeiro behaviorista". Segundo Hearst (1999), os estudos de Thorndike em 1898 teriam sido reconhecidos por Watson e por outros autores, como Pavlov, como “a primeira aplicação ampla e deliberada do método experimental à aprendizagem animal”.<br><br>No que concerne à lei do efeito, o que é tido como uma<br>versão final apareceu apenas em 1911, mas, como aponta<br>Catania (1999), uma primeira versão formal já era encontrada em um texto de 1901.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:54:33 UTC</pubDate>
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         <title>JOHN B. WATSON - SÉC XX</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Considerado o fundador do behaviorismo. Liderou um movimento contra o funcionalismo e o estruturalismo.<br>Phd na Universidade de Chicago.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:57:06 UTC</pubDate>
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         <title>BURRHUS F. SKINNER - SÉC XX</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959093544</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do final da década de 1930, o sistema skinneriano começou a se destacar e assumir seus contornos definitivos, dando origem as pesquisas que viriam a exercer<br>grande impacto na Psicologia Experimental das três décadas seguintes. O livro O Comportamento dos Organismos (Skinner, 1938), restaurou o interesse pelas consequências do comportamento.<br><br>Em 1945, Skinner chama a<br>sua versão de Behaviorismo de “Behaviorismo<br>Radical”, com o intuito principal de diferenciar-se do<br>Behaviorismo de Boring e Stevens, a quem chama de<br>behavioristas, apenas, “metodológicos”. O<br>Behaviorismo Radical seria a filosofia por trás da<br>Ciência do Comportamento que ele estava tentando<br>erguer e que deveria no futuro substituir a própria<br>Psicologia, profunda e irremediavelmente impregnada<br>por pressupostos mentalistas.<br><br>A elaboração skinneriana afastou o mecanicismo, incentivando a bidirecionalidade, variabilidade e dependência mútua das relações entre respostas e estímulos, e o caráter probabilístico da determinação das primeiras.<br><br>O livro Comportamento Verbal foi publicado somente&nbsp;<br>em 1957. Mais tardiamente, na década de 80, os analistas do comportamento começaram a se dedicar a programas de pesquisa sobre o comportamento verbal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:00:27 UTC</pubDate>
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         <title>BEHAVIORISMO METEDOLÓGICO - SKINNER</title>
         <author>lvidal39</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959139124</link>
         <description><![CDATA[<div>Considera somente os fatos que podem ser objetivamente observados, desconsiderando os eventos mentais como causadores do comportamento, mas apenas como frutos de antecedentes já passados.<br>De acordo com Skinner (1982), ao focar nos antecedentes genéticos e ambientais, o behaviorismo metodológico minimizou o forte interesse na vida interior.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>BEHAVIORISMO ANALÍTICO - SKINNER</title>
         <author>natancarolis</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959140879</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma nova abordagem proposta por Skinner e pautada no Behaviorismo radical. Essa vertente não nega os acontecimentos privados e nem a existência de uma mente, mas apenas afirma que as sentenças mentais são de ordem comportamental, e não metafísica.&nbsp;Opondo-se novamente à abordagem metafísica do behaviorismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>BEHAVIORISMO METAFÍSICO - WATSON</title>
         <author>natancarolis</author>
         <link>https://padlet.com/natancarolis/gl52zemcvhquucq2/wish/1959147881</link>
         <description><![CDATA[<div>Behaviorismo metafísico (1919 - 1925):&nbsp;<br>- J.B. Watson (o primeiro behaviorista);<br>- Nega a existência de processos mentais, como a introspecção;<br>- Estudo do comportamento manifesto como a única fonte verdadeira de ciência;<br>- Simplismo na formulação de teorias acerca do comportamento;<br>- Indutivismo e determinismo na produção de conhecimento;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:32:41 UTC</pubDate>
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