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      <title>Atlas de Lâminas de Micologia by Elisabeth Martins da Silva da Rocha</title>
      <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks</link>
      <description>Construindo um atlas de Micologia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-31 23:41:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-04-18 13:50:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>INSTRUÇÕES</title>
         <author>martinselisabeth</author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2124747685</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse atlas será construído de forma colaborativa pelos alunos da disciplina.<br>Os alunos de cada grupo, incluirão as imagens, descrição da lâmina, importância da espécie fúngica na coluna do respectivo Grupo taxonômico ( Microsporidia, Chytridiomycota, Zigomycota ( Sub filo Mucoromycotina), Glomeromycota, Ascomycota e Basidiomycota), além do endereço onde a a imagem foi encontrada.<br><br>Ao incluir sua espécie fúngica na coluna do respectivo filo, colocar no título o nome do fungo. Em seguida, colocar:<br>- Grupo : Os nomes dos alunos<br>-Lâmina : Descrição da imagem ( estruturas morfológicas, local de isolamento se descrito , tipo de coloração, objetiva utilizada.<br>- Importância : texto breve ( Ex : agente de doença em humanos ou animais, utilizado na biorremediação...)<br>- Link : da imagem<br><br>Os alunos&nbsp; deverão inserir o que foi pedido de forma padronizada. Na coluna do filo Microsporidia, há o exemplo de Encephalitozoon sp&nbsp; para seguir. O grupo responsável por esse grupo de fungos deverá procurar outro gênero desse grupo.<br><br>A atividade será uma das avaliações e deverá ser concluída em 18/04 até as 14:00 .Pontuação : 10,0 ( peso 1)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 03:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Encephalitozoon sp</title>
         <author>martinselisabeth</author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2124788546</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo :</strong> Elisabeth M. S. Rocha<br><strong>Lâmina :</strong> Esporos no interior de pseudocistos. Infecção cérebro de coelho. Coloração de Gram;&nbsp; (40X).<br><strong>Importância :</strong> Microsporídios surgiram como patógenos oportunistas em pacientes com <a href="https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/v%C3%ADrus-da-imunodefici%C3%AAncia-humana-hiv/infec%C3%A7%C3%A3o-pelo-v%C3%ADrus-da-imunodefici%C3%AAncia-humana-hiv">aids</a> e, em um grau menor, naqueles com outras condições de imunocomprometimento. <em>Especies de Encephalitozoon incluindo E. bieneusi</em> e <em>E.</em> (anteriormente <em>Septata</em>) <em>intestinalis</em> podem causar diarreia crônica em pacientes com aids e contagem de linfócitos CD4 &lt; 100/mcL. Os microsporídios provavelmente são causas comuns de doença autolimitada subclínica ou leve em pessoas saudáveis, mas só alguns casos de infecção humana foram notificados na era pré-aids— talvez porque a conscientização geral quanto à infecção por microsporídios fosse menor</div><div><br><strong>Link </strong>: 61802 http://vetmed.illinois.edu/research/departments/pathobiolog</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 03:52:21 UTC</pubDate>
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         <title>Microsporidium sp.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2136916698</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo: Taina Dominoni, Thaíssa Motta, Thallyta Estevez, Vítor Sousa e Zuleide Borges.<br>Lâmina: Esporos isolados e agrupados de <br>Microsporidium sp. X 400. Detalhe: esporos de microsporídios ampliados.<br>Importância: Microsporídios podem ser considerados agentes naturais no que diz respeito ao controle de certas espécies de insetos que passam por metamorfose completa, já que eles podem causar infecções nos estágios intermediários do desenvolvimento que podem levar à morte do hospedeiro.<br>A transmissão pode ocorrer de diferentes formas, seja pela ingestão dos esporos ou a transmissão genética dos pais para a prole. Eles são parasitas intracelulares obrigatórios e por conta disso necessitam do seu hospedeiro vivo.<br>De uma maneira geral, esses fungos podem ser utilizados para o desenvolvimento de programas de controle biológico de pragas por conta da sua capacidade patogênica de insetos contanto que sejam considerados seus possíveis efeitos ecológicos.<br>Link: <a href="http://higieneveterinaria.uff.br/wp-content/uploads/sites/270/2020/07/MoacirCerqueira.pdf">http://higieneveterinaria.uff.br/wp-content/uploads/sites/270/2020/07/MoacirCerqueira.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 20:56:37 UTC</pubDate>
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         <title>Chytriomyces spinosus</title>
         <author>jasserandlukas</author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2145326663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo: </strong>Bernardo Mendes Mattos Brandão, Lukas Jasserand, Mateus da Conceicao Silva, Melissa Eugenio Novato, Paulo Roger da Silva Nogueira</div><div><br></div><div><strong>Lâmina: </strong>Zoosporângio com projeções cônicas em forma de espinhos. É possível observar zoósporos em seu interior e rizóides ramificados surgindo da porção basal do zoosporângio. Isolados a partir de amostras de solo e corpos de água doce do Parque Estadual da Ilha do Cardoso. Lâminas semipermanentes preparadas com a coloração de lactofenol e azul de algodão. Barra na imagem = 10 µm. <strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Importância: </strong>É amplamente conhecido o potencial patogênico dessa espécie, tendo casos relatados de incidentes tanto com a vida animal quanto a vegetal. Entretanto, alguns membros apresentam uma significativa importância resultado de suas interações benéficas com o meio em que se encontra, uma dessas atuações é na decomposição de matéria orgânica que que beneficia grande parte dos outros seres que estão presentes naquele ecossistema em questão, outro exemplo é o Coelomomyces que parasita insetos, alguns deles vetores de doenças, como <em>Aedes aegypti</em>, <em>A. vexans</em> e <em>Anopheles quadrimaculatus</em>, se mostrou para pesquisadores como um grande candidato para servir como agente de controle biológico das das arboviroses e outras doenças causadas por estes insetos (Sparrow 1960, Alexopoulos et al. 1996, Barr 2001), e também há as espécies mutualistas, que frequentemente são encontradas habitando o rúmen e o ceco de alguns mamíferos herbívoros, como ovelhas e cavalos, e nestes casos se apresentam como fortes contribuintes cuja função é auxiliar a digestão de fibras celulolíticas e hemicelulolíticas (Alexopoulos et al. 1996, Barr 2001). E estas são apenas algumas demonstrações da diversidade de interações que estes fungos apresentam.<strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Link: </strong><a href="https://www.scielo.br/j/hoehnea/a/ZP69DZrJzGHBWQDHNWn8tgy/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/hoehnea/a/ZP69DZrJzGHBWQDHNWn8tgy/?lang=pt</a>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 04:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2145552283</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo:</strong> Fernanda Valois Pizzolante Mannarino, Julia Caetano de Oliveira, Matheus Quelhas Condeixa da Costa, Wanessa Santos Grijó<br><br><strong>Lâmina: </strong>Corte transversal de himênio em Basidiocarpo. Técnica: Campo claro; (300x)<br><br><strong>Importância:</strong> Os Basidiomicetos possuem papel importante na manutenção do equilíbrio ambiental. Podem ser encontrados sobre a serrapilheira, na superfície de troncos e galhos mortos e até próximos a nascentes, onde a disponibilidade de água é maior. São importantes aceleradores de decomposição pois se alimentam de matéria orgânica morta e favorecem o enriquecimento do solo com nutrientes que são aproveitados pela vegetação da floresta. A presença desses fungos sobre a serapilheira pode ser um fator indicativo de qualidade do solo por estar diretamente ligado à sua fertilização. Além disso, também estão presentes na nossa alimentação como o champignon (<em>Ag</em>aricus <em>bisporus e A. campestris</em>) e o shitake (<em>Lentinul</em>a edodes).<br><br><strong>Link: </strong>https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Basidiocarp_hymenium_(257_26)_Basidiomycota;_cross-section.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 16:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rhizophagus fasciculatus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2146249940</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo:</strong> Eduardo Costalonga, Gabrielle Ramos, José Francisco, Josiane Pinheiro, Lys Albuquerque.<br><strong>Lâmina:</strong>&nbsp; Isolado de raízes de plantas terrestres no campo Quijano, em Salta, na Argentina. Na imagem notam-se as hifas da espécie <em>Rhizophagus fasciculatus</em> seguidas pelos esporocarpos.<br><strong>Importância: </strong>As espécies do filo Glomeromycota são conhecidas por serem fungos micorrízicos arbusculares, estando associados às raízes da maioria das plantas vasculares, desempenhando uma importante função ecológica, à medida que esses fungos são responsáveis por aumentar a absorção de fósforo, nitrogênio e potássio pelas plantas, melhorar o crescimento em biomassa e produção de bulbos, fornecer tolerância à salinidade e estresse hídrico, além de reduzir a severidade de doenças causadas por patógenos radiculares, como a doença causada pelo fungo <em>Macrophomina phaseolina</em>. Todos esses benefícios que trazem para as plantas, os tornam alvos de estudos para a sua aplicação na agricultura, a fim de diminuir a utilização de fertilizantes nas plantações.<br><strong>Link:</strong> https://bgiv.com.ar/strains/Rhizophagus-fasciculatus/ga1<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-17 22:02:02 UTC</pubDate>
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         <title>Candida albicans </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2146270232</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo</strong>: Felipe Pinto Biolchini Pereira, Isar Veríssimo, Jorge Luiz de Lima Vaccari, Maickon dos Santos Lessa e Rute Ferreira Carvalho. <br><strong>Lâmina</strong> : Micromorfologia&nbsp; da cepa clínica C-02 de Candida albicans sob a ação do Miconazol ,sendo possível observar as pseudohifas&nbsp; e clamidoconídeos&nbsp;</div><div><strong>Importância</strong>: Os Ascomicetos tem um papel fundamental no ecossistema pois atuam como decompositores de matérias orgânicas complexas, liberando componentes inorgânicos que posteriormente serão reutilizados por vegetais. Além disso, é um filo importantíssimo economicamente pois atuam na produção de alimentos como trufas, diversos tipos de queijo e na fermentação de bebidas alcoólicas como vinhos e cervejas. Também tem significativa importância farmacêutica pois os metabólitos secundários de algumas espécies de Ascomycota são usadas na produção de medicamentos como a penicilina e alcalóides de ergot e outros antibióticos</div><div><br></div><div>Como parasitas, os Ascomicetos contam como patógenos tanto para animais quanto para plantas, como por exemplo o Pneumocystis jirovecii, causador da pneumonia em seres humanos com o sistema imune fragilizado. Alguns gêneros desse filo, como o magnaporthe, Glomerella, Guignardia são considerados fitopatogênicos pois causam danos consideráveis em plantas comercialmente importantes, dando mais ênfase a sua importância econômica</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-17 22:50:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Filo Ascomycota</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2146308763</link>
         <description><![CDATA[<div>O filo Ascomycota é monofilético com cerca de 64,000 espécies e 75% das espécies de fungos descritas. São unicelulares ou filamentosos ou&nbsp;</div><div>dimórficos. Quando em forma de hifas, tem septos perfurados. Esses fungos produzem esporanjos do tipo asco, que representam uma característica distintiva deste filo.Essas estruturas reprodutivas forma de saco contém os ascósporos -esporos não-móveis que funcionam como se fossem sementes. Os ascos podem formar-se isolados ou em corpos de frutificação, os chamados ascocarpos. Quando são fechados chamam-se cleistotécio, em forma de pêra, peritécio, em forma de taça ,apotécio, e quando num pseudo tecido formado pelas hifas, pseudotécio. Ascomicetos também são capazes de se reproduzirem do modo assexuado, através da produção de esporos. Uma curiosidade: seus fósseis datam cerca de 1 bilhão de anos, elucidando sua importância na conquista dos fungos e participação na cadeia evolutiva.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;	Especificando, o gênero Candida é formado por leveduras sapróbias que habitam os mais diversos ambientes e conta com uma diversidade de cerca de 200 espécies. Eles são encontrados no solo, na água, em vegetais e compondo a microbiota de animais, dentre eles, os seres humanos. Nos nossos corpos eles podem ser encontrados na pele e nas mucosas. Muitas espécies podem se tornar patógenos oportunistas em situações favoráveis ao seu crescimento como quando a competição por nutrientes cai ou no caso de infecção de&nbsp; indivíduos imunossuprimidos ou debilitados.</div><div>	</div><div>	A <em>Candida albicans </em>é a espécie de Candida mais comumente encontrada em humanos. Ela é encontrada na pele e em regiões de mucosa como a cavidade oral, gastrointestinal, no trato respiratório e na 🤬. A espécie é também a mais comum causadora de candidíase.Normalmente essa espécie de fungo mantém conosco uma relação harmônica, fazendo parte da nossa microbiota, mas numa situação de favorecimento do seu crescimento ela é capaz de desenvolver hifas com pontas como agulhas que invadem os tecidos que infectam.&nbsp;</div><div>Isso é possível porque o gênero apresenta um dimorfismo na forma patogênica e não patogênica. Em indivíduos saudáveis se apresenta como uma levedura comensal e na forma patogênica converte-se em hifa, sendo capaz de produzir hifas verdadeiras, pseudohifas, blastoconídios e clamidoconídios.</div><div><br></div><div>A morfologia da Candida é bem diversificada. Visto que é um fungo que possui dimorfismo invertido, se apresenta como levedura, quando não está consumindo o corpo que habita, caso contrário se apresenta em formato de hifas verdadeiras e pseudohifas. A cultura é feita sobre o meio Sabouraud. A macromorfologia de Candida em forma de levedura se caracteriza por um círculo com aspecto que pode ser pastoso, brilhoso ou opaco, com a coloração que vai do branco ao creme. Sua micromorfologia se caracteriza por células leveduriformes, ovóides ou alongados. No formato de hifas, macroscópicamente, se apresenta em lesões úmidas cobertas por pseudomembrana quando em mucosas e lesões de aspecto descamativo se for na pele. Microscopicamente, as hifas desse gênero de fungos são identificadas pela presença de blastoconídios. Ainda, para diferenciar as hifas verdadeiras das pseudo-hifas, verifica-se a presença ou ausência da constrição entre a célula-mãe e o comprimento do filamento. Se houver essa constrição, se trata de uma pseudo-hifa. Se não houver essa constrição entre a célula-mãe e o filamento e ao mesmo tempo houver formação de tubo germinativo, se trata de um hifas verdadeiras. &nbsp;</div><div><br></div><div>Essa alta variabilidade fenotípica&nbsp; é conhecida como fenômeno de switching, que resulta em mudanças comportamentais e de aparência das colônias. Nessas mudanças, esses fungos podem assumir a forma lisa, áspera, de estrela, pontiagudas, enrugadas e distorcidas.Estando associadas a adaptabilidade para se tornar mais virulenta e eficaz no processo de infecção.<br><br>Referências:</div><div>&nbsp;</div><div>https://www.biodiversity4all.org/taxa/48250-Ascomycota</div><div><br></div><div>ARAÚJO, Fábio Cézar Aguiar de. ATLAS DE AUXÍLIO ÀS AULAS PRÁTICAS EM MICOLOGIA. Niterói, p. 25, 2009.</div><div><br></div><div>BARBEDO, Leonardo S; SGARBI, Diana BG. Candidíase. DST - J. bras. Doenças Sex. Transm., [<em>s. l.</em>], v. 22, ed. 1, p. 22-38, 25 abr. 2010. link:</div><div>	<a href="http://ole.uff.br/wp-content/uploads/sites/303/2018/02/r22-1-2010-4-Candidiase.pdf">http://ole.uff.br/wp-content/uploads/sites/303/2018/02/r22-1-2010-4-Candidiase.pdf</a>&nbsp;</div><div><br></div><div>SANTANA, Diorgenes Pinto <em>et al</em>. Novas abordagens sobre os fatores de virulência de Candida albicans. Revista de Ciências Médicas e Biológicas, Salvador, v. 12, n. 2, p. 229-233, 2013.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 00:03:08 UTC</pubDate>
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         <title>Rhizopus stolonifer</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/martinselisabeth/Bookmarks/wish/2146987122</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo: </strong>Arthur Andrade, Bruna Breta, Patricia Baia, Pedro Feledi, Raul Rodrigues.<br><strong>Lâmina: </strong>estrutura completa de um rhizopus stolonifer: rizoides, esporangióforos, esporângios e aplanósporos. Lâmina preparada com três gotas de fixador de azul de metileno. Microscópio óptico; (40x). Fungo isolado de um recipiente de margarina. <br><strong>Importância:</strong> Mucoromycotina é um subfilo de Zygomycota, dentro do qual destaca-se a ordem Mucorales. Nesta ordem encontram-se várias espécies fundamentais por motivos diversos, como a decomposição da matéria orgânica (ciclagem de nutrientes), síntese de produtos industriais (amilase, lipase, pectinase, ácidos linolênico e láctico, entre outros) e até mesmo importância médica (capazes de causar infecções oportunistas conhecidas como mucormicoses).&nbsp;</div><div>Na ordem Mucorales encontra-se <em>Rhizopus stolonifer</em>, que é o principal agente da Podridão Mole, uma doença pós-colheita que consiste na infecção fúngica de alguns frutos quando estes alcançam a maturidade. Observa-se com frequência a presença de uma massa branca/cinzenta, densa e macia de micélio sobre a superfície de frutos maduros e, principalmente, os lesionados. A infecção faz com que, devido à ação de enzimas fúngicas, o fruto apodreça e adquira uma consistência mole e aquosa, impossibilitando o consumo e a comercialização.</div><div>Além disso, <em>Rhizopus stolonifer</em> também faz parte do cotidiano de muitas pessoas já que é conhecido popularmente como o Bolor-Preto-do-Pão, por conta da alta ocorrência de manifestações desse fungo na forma de bolores escuros sobre alimentos, principalmente sobre pães.<br><br><strong>Link: </strong><a href="https://fitopatologia1.blogspot.com/2010/11/aspectos-gerais-e-morfologicos-de_8904.html">https://fitopatologia1.blogspot.com/2010/11/aspectos-gerais-e-morfologicos-de_8904.html</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 13:40:08 UTC</pubDate>
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