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      <title>Biologia - Epilepsia by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-27 00:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>Epilepsia</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
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         <description><![CDATA[<p>A epilepsia é uma condição neurológica bastante comum, acometendo aproximadamente uma em cada 100 pessoas. A doença é caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas, que se repetem a intervalos variáveis. Essas crises são as manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios, que são as células que compõem o cérebro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:34:12 UTC</pubDate>
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         <title>Causas</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
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         <description><![CDATA[<p>A doença pode ter diversas causas, que variam de acordo com o tipo de epilepsia e com a idade do paciente. Em crianças, por exemplo, a anóxia neonatal (falta de oxigênio no cérebro durante o parto) e os erros inatos do metabolismo (alterações metabólicas que existem desde o nascimento) são causas frequentes de epilepsia.</p><p>Em idosos, por outro lado, as doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral, ou AVC), bem como os tumores cerebrais, estão entre as causas mais frequentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
         <link>https://padlet.com/eduardawolffsouza/gjz71jq8u7yqup30/wish/3556149194</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem vários tipos de crises epilépticas, cada uma com características diferentes. Um dos tipos mais comuns é a crise tônico-clônica, chamada habitualmente de “convulsão”. Esse tipo de crise é facilmente reconhecível, pois o paciente apresenta abalos musculares generalizados, sialorreia (salivação excessiva) e, muitas vezes, morde a língua e perde urina e fezes.</p><p>Outras crises, entretanto, podem não ser reconhecidas por pacientes, seus familiares e até mesmo por médicos, pois apresentam manifestações sutis, como alteração discreta de comportamento, olhar parado e movimentos automáticos.</p><p>Em crianças, por exemplo, é comum a ocorrência de crises de ausência, caracterizadas por uma breve parada da atividade que a criança estava fazendo, às vezes associadas a piscamentos ou movimentos automáticos das mãos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
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         <description><![CDATA[<p>É feito por meio da avaliação do histórico do paciente, com informações sobre os tipos de crise apresentados, a idade de início dos sintomas, a história familiar, entre outras. Exames complementares são importantes para auxiliar no diagnóstico, como o eletroencefalograma, a tomografia de crânio e a ressonância magnética do cérebro. O diagnóstico apropriado da epilepsia e do tipo de crise apresentado pelo paciente permite a escolha do tratamento adequado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
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         <description><![CDATA[<p>Algumas causas de epilepsia, como a anóxia neonatal e as doenças cerebrovasculares podem ser prevenidas. Assim, um acompanhamento pré-natal adequado e uma boa assistência ao parto certamente podem colaborar para reduzir o número de casos de epilepsia relacionados aos problemas do parto.</p><p>Da mesma forma, o controle apropriado dos fatores de risco para doenças cerebrovasculares, como a hipertensão arterial e o diabetes, levam a uma redu​ção no número de acidentes vasculares cerebrais e, portanto, dos casos de epilepsia decorrentes dessa enfermidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:39:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
         <link>https://padlet.com/eduardawolffsouza/gjz71jq8u7yqup30/wish/3556157564</link>
         <description><![CDATA[<p>As crises epilépticas são tratadas com o uso de medicações específicas, denominadas fármacos antiepilépticos. Há mais de 20 fármacos disponíveis atualmente para o tratamento da epilepsia – nem todas comercializados no Brasil.</p><p>Com o tratamento clínico (com medicamentos antiepilépticos), cerca de dois terços dos pacientes têm suas crises controladas. Um número significativo – cerca de um terço – porém, continua tendo crises a despeito do tratamento clínico.</p><p>Para esses pacientes, outras opções de tratamento podem ser consideradas, como o uso da dieta cetogênica (semelhante à dieta Atkins), principalmente em crianças, e o tratamento cirúrgico. A neuromodulação, com a estimulação do cérebro ou de nervos periféricos, também pode ser uma opção terapêutica em pacientes com epilepsia de difícil controle.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:42:06 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos na vida dos pacientes</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
         <link>https://padlet.com/eduardawolffsouza/gjz71jq8u7yqup30/wish/3556161273</link>
         <description><![CDATA[<p>O impacto da epilepsia é multifacetado e extenso em seus efeitos. A ocorrência de convulsões é imprevisível e frequentemente perigosa, aumentando o risco de lesões, hospitalização e mortalidade, e afetando negativamente a saúde mental do paciente, frequentemente resultando em ansiedade, depressão ou comprometimento cognitivo. As convulsões também podem resultar em estigmatização e exclusão social, com efeitos prejudiciais na confiança e autoestima do indivíduo. No entanto, o ônus da epilepsia se estende além dos efeitos das convulsões em si. Em particular, indivíduos com epilepsia são significativamente mais propensos a ter comorbidades médicas ou psiquiátricas do que aqueles sem epilepsia</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade de Vida</title>
         <author>eduardawolffsouza</author>
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         <description><![CDATA[<p>A epilepsia tem um impacto significativo na qualidade de vida, mas o tratamento adequado permite um controlo das crises, o que pode restaurar a normalidade e permitir uma vida ativa e saudável. Uma vida com epilepsia controlada pode incluir estudar, trabalhar, ter relações sociais e uma família. Contudo, existem desafios, como o impacto na saúde mental, o estigma social, e a necessidade de adaptações no dia a dia e na segurança. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:46:51 UTC</pubDate>
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