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      <title>Linha do tempo: Terra Sonâmbula, de Mia Couto by Fernanda Costa Ribeiro</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-17 13:14:53 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro Caderno de Kindzu: O tempo que o mundo tinha a nossa idade</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263303077</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Taímo é o pai de Kindzu que sonhou com a independência do país.</li><li>O pai decide prestar homenagem ao acontecimento, nomeando o filho de <em>Vinticinco de Junho</em>.</li></ul><div>"o sonho é o olho da vida, nós estávamos cegos"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 13:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Caderno de Kindzu: Uma cova no tecto do mundo</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263327218</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Kindzu sai da aldeia à procura dos guerreiros Naparamas - lutam pela paz.&nbsp;</li><li>É assombrado pela figura do pai e pela culpa de abandonar a mãe</li><li>Busca por sua identidade. Mia, nesse capítulo exibe seu posicionamento dentro da narrativa, o autor não escolhe o lado, todos que provocam a guerra são ruins e ele fica ao lado do povo.</li></ul><div>" As idéias, todos sabemos, não nascem na cabeça das pessoas. Começam num qualquer lado, são fumos soltos, tresvariados, rodando à procura de uma devida mente"</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Caderno de Kindzu: Matimati, a terra da água</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263328206</link>
         <description><![CDATA[<div>Chega a Tandissico, é atacado por um homem que cava um buraco e enterra Kindzu. Consegue voltar até a canoa</div><ul><li>Encontraria <em>mampfana</em></li></ul><div>"Às vezes quase desisto de vocês, massas populares. Penso: não vale a pena, é como pedir a um cajueiro para não entortar seus ramos. Mas nós cumprimos destino de tapete: a História há-de limpar os pés nas nossas costas. "a população não se comporta civilmente na presença da fome." (Fome de Tudo - Nação Zumbi)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Caderno de Kindzu: A filha do Céu</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263329160</link>
         <description><![CDATA[<div>Chegada à Matimati. Um navio naufragou com mantimentos, os moradores haviam tentado saqueá-lo</div><ul><li>É aconselhado a sair de lá por conta dos episódios inexplicáveis que ocorreram lá.&nbsp;<ul><li>Águas muito violentas</li><li>Pessoas desaparecidas</li></ul></li></ul><div>No meio da tempestade, caiu na canoa um tchóti (anão) que vinha buscar mantimentos do navio. Conhece Farida</div><div><br>''A felicidade é uma coisa que os poderosos criaram para ilusão dos mais pobres."</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:18:03 UTC</pubDate>
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         <title>Quinto Caderno de Kindzu: Juras, promessas, enganos</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263332735</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Farida, era uma filha gêmea, sinal de <em>grande desgraça</em>, assim, a mãe das meninas foi obrigada a matar uma. Porém, ela apenas <em>separou as meninas</em>. Tia Euzinha, era a única parente que ainda possuía contato.</div><ul><li>Após a morte da mãe, Farida sai da vila sendo acolhida por <strong><em>Virgínia e Romão Pinto</em></strong><em>,</em> portugueses que passaram a tratá-la como filha<ul><li>Virgínia possuía claros sinais de loucura</li><li>Romão vivia perseguindo Farida e por isso, foi morar em uma <em>missão religiosa</em></li><li>Farida retorna e&nbsp; é <em>estuprada</em> pelo português,<strong> </strong><em>deu à luz um menino </em>- <strong>Gaspar</strong> - entregando para a missão (Igreja)"</li><li>Mãe e filho <em>não se reencontram</em><strong>. </strong>Gaspar, quando descobre que sua mãe a procura, <em>foge</em> da missão</li><li>Farida então, refugiou-se no navio.</li></ul></li></ul><div>''Esses fantasmas nos falavam em nossas línguas indigenas. Mas nós já só sabíamos sonhar em português e já não havia aldeias no desenho do nosso futuro [...] encontrar um outro continente dentro de África.''</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:21:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sexto Caderno de Kindzu: O regresso a Matimati</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263336272</link>
         <description><![CDATA[<div>Kindzu retorna a Matimati, reencontrando velhos conhecidos - Antoninho, Surendra, Assane. Sonha com seu irmão Junhito<br>Surendra alheio a tudo, coloca a mulher em uma jangada e lança ao mar<br>Assane irá abrir um novo comércio. No dia do evento, Kindzu conhece Carolinda, esposa do administrador Estêvão Jonas<br>Ocorre um conflito entre homens armados e a multidão. Assma, esposa do indiano, morre.<br><br>" Tinha que haver guerra, tinha que haver morte. E tudo era para quê? Para autorizar o roubo. Porque hoje nenhuma riqueza podia nascer do trabalho. Só o saque dava acesso às propriedades. Era preciso haver morte para que as leis fossem esquecidas. Agora que a desordem era total tudo estava autorizado. Os culpados seriam sempre os outros. / A morte, afinal, é uma corda que nos amarra as veias. O nó está lá desde que nascemos. O tempo vai esticando as pontas da corda, nos estancando pouco a pouco. ''(Inferno- Nação Zumbi)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:24:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sétimo Caderno de Kindzu: Um guia embriagado</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2263338859</link>
         <description><![CDATA[<div>Kindzu é apresentado ao um guia que pode leva-lo ao campo de refugiados para procurar informações de Gaspar - Quintino<br>Kindzu se deita com Carolinda.<br><br>"Graças a Deus sou cega. Lá fora, o mundo está pior.Por causa essa guerra, já ninguem se compaixona por ninguém." ( Ensaio sobre a cegueira)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Oitavo Caderno de Kindzu: Lembranças de Quintino</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266323330</link>
         <description><![CDATA[<div>Quintino e Kindzu são presos por Estêvão Jonas (marido de Carolinda).<br>Enquanto aguardam, o guia conta como se reencontrou com Romão Pinto - que havia morrido, que também lhe revela como havia morrido<br>Teve relações com uma mulher casada e menstruada, gesto considerado tabu na sociedade. Isso o amaldiçoou e o levou à morte.<br>Carolinda apareceu e solta os dois.<br><br>" Não usaria a palavra roubar. Talvez nacionalizar. Nacionalizar uns bens a favor do povo original.''</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>Nono caderno de Kindzu: Apresentação de Virginia</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266323444</link>
         <description><![CDATA[<div>Quintino dá um bolo em Kindzu, que aproveita para ir atrás de D. Virgínia, portuguesa, mãe adotiva de Farida<br>Lhe revela que cuidou de Gaspar quando ele apareceu no quintal muito magro e fraco<br>Carolinda descobre negócios corruptos do marido e ameaçou denunciá-lo<br><br>Kindzu: "onde estão os princípios, a razão que pediram aos mais jovens para dar suas vidas?"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:32:51 UTC</pubDate>
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         <title>Décimo Caderno de Kindzu: No campo da morte</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266323542</link>
         <description><![CDATA[<div>Quintino e Kindzu partem para o campo de refugiados a fim de encontrar tia Euzinha<br>É revelado que Carolinda e Farida são irmãs gêmeas<br>Gaspar não está mais naquele campo<br>É mostrado os horrores do campo<br>Kindzu retorna a Matimati.<br><br>''Quem mais sofre na guerra é quem não tem serviço de matar. As crianças e as mulheres: essas são quem carrega mais desgraça."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Último Caderno de Kindzu: As páginas da Terra</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266323694</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Kindzu descobre que Farida morreu em uma explosão do farol.&nbsp;<br>Desolado ele parte, retornando a sua casa.<br>Durante a noite ele sonha com o fim dos tempos de maneira dolorosa e cruel<br>Um grupo de centenas de pessoas, tendo à frente o feiticeiro de sua aldeia. O homem fez previsões de terrores que atingiram a todos.<br>Nele, vê seu irmão, recebe poderes do Naparama e o salva dos fazedores de guerra<br>Viajando de ônibus, ele bate na árvore dando início ao incêndio. Kindzu morre com uma bala no peito.<br>Sua última visão é de um menino com seus cadernos, era Gaspar/Muidinga.<br><br><br>"E surgirão os doces acordes de uma canção, o terno embalo da primeira mãe. Esse canto, sim, será nosso, a lembrança de uma raiz profunda que não foram capazes de nos arrancar. Essa voz nos dará a força de um novo principio e, ao escutá-la, os cadáveres sossegarão nas covas e os sobreviventes abraçarão a vida com o ingénuo entusiasmo dos namorados. Tudo isso se fará se formos capazes de nos despirmos deste tempo que nos fez animais. Aceitemos morrer como gente que já não somos. Deixai que morra o animal em que esta guerra nos converteu."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro Capítulo: A estrada morta</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266324453</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui é onde as histórias se cruzam.<br>Fugindo da guerra, <em>Tuahir e Muidinga</em> se <strong>abrigam em um machimbombo </strong>(ônibus) queimado, que está cheio de corpos carbonizados.</div><ul><li>Enterram os corpos</li><li>Encontram um corpo não carbonizado, morto por um tiro. Junto há um mala com diários. Muidinga pega esses cadernos para ler, Muidinga os guarda para si, e passa a ler em voz alta os escritos que traziam.<ul><li>O <strong>corpo é de Kindzu, </strong>mas só nos é revelado ao final da narrativa.</li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Capítulo: As letras do sonho</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266324762</link>
         <description><![CDATA[<div>Muidinga se questiona sobre a própria identidade, interrogando Tuahir.</div><ul><li>Foi encontrado no <em>campo de refugiados</em></li><li>A conversa é interrompida por uma chegada de um elefante que foi caçado por seu marfim&nbsp;<ul><li>Elefante: é fedido, “aquela imagem do elefante moribundando por entre os matos, é a imagem da terra sangrando, séculos inteiros se perdendo na savana”. É a própria imagem do país sangrando.</li></ul></li></ul><div><br>&nbsp;''A vida é tão curta, você quer encher ela de tristezas?"</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Capítulo: O amargo gosto da maquela</title>
         <author>fernandaribeiro8</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266325146</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Encontram um cabrito que Muidinga decide mantê-lo, ao acordar ele havia sido levado. O desaparecimento do cabrito, e ainda a corda ter sangue, mostra a corte de ligação com a sua família pode ter sido de maneira sangrenta</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:40:07 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Capítulo: A lição de Siqueleto</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266325936</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong>Exploram mais a área, encontram <strong>Siqueleto</strong></div><ul><li>Quer se reencontrar com a aldeia, todos fugiram pela guerra somente ele permaneceu. Se mistura a própria terra, dedo no ouvido encolhe até desaparecer retornando à terra (absurdo fantástico). Lição de resistência, Siqueleto fica na aldeia o tempo todo.</li></ul><div>"Nossa terra se ia aquietar, todos se familiariam, moçambicanos. E nos visitaríamos como nos tempos, roendo os caminhos sem nunca mais termos medo. Longe se ouvem tiros, a guerra continua a infligir seus estrondos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>Quinto Capítulo: O fazedor de rios</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266326026</link>
         <description><![CDATA[<div>Muidinga volta ao ônibus, encontram um homem, <strong>Nhamataca</strong></div><ul><li>Cava um buraco para fazer um rio. chega uma chuva muito forte, enchendo o buraco de água, fazendo o rio e levando Nhamataca. Acreditar na <em>esperança</em>, mesmo sendo utópico. Cave seu buraco.</li></ul><div><br>"Ouve-se o tempo raspando seus ossos sobre as pedras. Em toda a savana o chão está deitado, sem respirar. A cauda do vento se enrosca longe. Até o capim que nunca tem nenhuns pedidos, até o capim vai&nbsp; miserando. Muidinga olha a paisagem e pensa. Morreu um homem que sonhava, a terra está triste como uma viúva."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:44:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sexto Capítulo: As idosas profanadoras</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266326181</link>
         <description><![CDATA[<div>Muidinga é atacado por senhoras, o cercam e agridem→ investida francamente sexual</div><ul><li>As mulheres eram feiticeiras. <strong><em>Revitalização</em></strong>&nbsp;</li></ul><div>⇒ Revitalizar uma terra destruída por século de domínio portugues e por guerra, com esperança e resistência.&nbsp;<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sétimo Capítulo: Mãos sonhando mulheres</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266327553</link>
         <description><![CDATA[<div>Tuahir revela por que Muidinga não se recorda de sua vida antes de se juntarem. Haviam levado a criança em um feiticeiro e apagado toda a sua memória.<br>" é melhor não ter lembrança deste tempo que passou. Ainda tiveste sorte com a doença. Pudeste esquecer tudo. Enquanto eu não, carrego esse peso..."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>Oitavo Capítulo: O suspiro dos comboios</title>
         <author>thorfrois</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tuahhir revela que nunca tinham ido para muito longe do carro. Entrega à Muidinga um apito que lhe servia como amuleto, tenta relembrar o menino da natureza.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:50:25 UTC</pubDate>
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         <title>Nono Capítulo: Miragens da solidão</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266327815</link>
         <description><![CDATA[<div>Tuahir e Muidinga brincam que são Kindzu e seu pai. Muidinga sente necessidade de acolhimento, de aconchego.&nbsp;<br>No entanto, Tuahir é quem lhe pede acolhida, Depois de muito brincar, Muidinga, cansado, se recolhe ao ônibus.<br><br>''Nosso mundo de então era feito de miséria e fome. O que valia o amor, a amizade? O único valor, nos atuais dias, é sobreviver.''</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:50:42 UTC</pubDate>
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         <title>Décimo Capítulo: A doença do pântano</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266327885</link>
         <description><![CDATA[<div>Saem em direção ao mar, passam pelo pântano sofrendo com os mosquitos. Tuahir passa a ter delírios por conta das picadas, ele mostra a Muidinga uma jangada que construíra, enquanto o menino explorava os arredores, para que saíssem do pântano.&nbsp;<br>Os dois partem. E a febre de Tuahir aumenta, e ele pede ao menino que o abrace, para que combatesse o frio terrível que sentia.<br><br>" Começa então a viagem de Tuahir<br>para um mar cheio de infinitas fantasias. Nas ondas estão<br>escritas mil estórias, dessas de embalar as crianças do<br>inteiro mundo.''</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:50:56 UTC</pubDate>
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         <title>Décimo Primeiro Capítulo: Ondas escrevendo histórias</title>
         <author>thorfrois</author>
         <link>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266328023</link>
         <description><![CDATA[<div>Vão chegando ao mar, mas Tuahir não melhora e encontra um barco com nome Taímo - mesmo nome da canoa de Kindzu.<br>Muidinga lê o último caderno para Tuahir que está dentro do barco, enquanto ele lê, a canoa se desprende e avança na água.&nbsp;<br>Encerrando dessa forma a narrativa dos dois.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-21 01:51:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandaribeiro8/gjwmwu6mj09o0ki2/wish/2266328023</guid>
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