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      <title>DIÁRIO DE BORDO by BEATRIZ GONÇALVES</title>
      <link>https://padlet.com/BEASG/aula</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-13 00:52:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-05 15:31:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula - 12/08</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1677524874</link>
         <description><![CDATA[<div>- Aula de apresentação da matéria<br>- Houve a apresentação de todos os alunos e professoras, além da determinação de grupos<br>- O prelúdio será baseado no livro O Quarto de Despejo<br>- Meu grupo: Beatriz, Gabrielle, Renata e Yasmim<br>- Filme: Pacarrete (para o dia 23/09)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-13 00:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - 26/08</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1699368840</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PRELÚDIO</strong> - por Júlia, Lucas e Rodrigo<br> - Leitura de alguns capítulos do Quarto Despejo *editar aqui <br>- Dias 15, 16 e 17 (do mês), em comentários: o livro trás uma linguagem específica para a população periférica; é a introdução do livro <br>- Alguns outros alunos comentaram sobre sua vivência e como se identificaram com a vida da autora<br><br><strong>OFICINA </strong><br>- Oficina para criação do podcast da disciplina (para fazer roteiro atéeee a edição)<br>- Datas: 14, 16 e 30 de setembro (haverá mais datas que ainda não foram divulgadas)<br><br><strong>AULA - CULTURA, IDENTIDADE, ARTE E TECNOLOGIAS</strong><br>- A cultura é algo construído conjuntamente (nos constrói e nós construímos); aquilo que nos permite compreender aquilo a nossa volta (ações cotidianas).<br>- Há inúmeros conceitos de cultura, sobre diferentes pontos de vista.<br>- Não se existe uma cultura única.<br>- Tecnologia existe a todo longo da história (arranjar definição)<br>- VÍDEO: sobre identidade cultural <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - O que é identidade cultural?:&nbsp; sentimento de pertencimento de um individuo a um grupo. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - VER O VÍDEO INTEIRO<br><br>- Atualmente se existe uma valorização da cultura com marcação das diferenças, valorizando o que é próprio (indo contra a disseminação da cultura estadunidense)<br>- EU E O OUTRO: como eu me defendo e como eu me relaciono com o outro - a partir se dai se construí as relações e que existem desde qualquer micro ação social.<br><br><strong>FILME: </strong><strong><em>Lixo Extraordinário</em></strong> - Por Ana Camila, Liza Modesto e Maria Alice<br>- VIC MUNIZ cria artes a partir de itens inusitados<br>- No filme, ele atua junto com catadores, do qual é são pessoas com uma identidade cultural diferente, em nível individual, e também tem um cultura coletiva ali. Além de que, conduzem-se a uma nova cultura ao participar da criação das artes plásticas.&nbsp;<br>- A vida dos catadores passou por uma transformação após a chegada do artista plástico - o lixo se tornou uma oportunidade para mudar de vida.<br>- Os catadores passam a enxergar um mundo além do que trabalharam - referência as oportunidades sociais<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 22:54:34 UTC</pubDate>
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         <title>Minha visão sobre o documentário: Lixo Eletrônico</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1703031385</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário mostra a realidade de tantas pessoas que vivem que no Brasil, do qual se submetem a condições extremas para poder sobreviver. Ainda que tenha sido publicado em 2011, o desenrolar da história ainda é muito atual, principalmente pelo governo que vivemos hoje. 🤡<br><br>De outro ponto de vista, fica o questionamento se todo essa material teria outra finalidade se não houvessem esses indivíduos os reciclando. Sabemos que nosso sistema de recolhimento de lixo não tem uma próxima finalidade para o que consumimos, sendo deixados nos aterros para a "decomposição".<br><br>Outros dois pontos importantes: <strong>não somos ensinados (considero muito superficial) a separar nossos detritos. </strong>Separar cada um deles certamente pode ajudar catadores do nosso próprio bairro. <strong>Nossos lixos, independente da nossa posição social, vão para o mesmo lugar.</strong><br><br>Necessário também, foi ver que muitas das pessoas ali presentes são tão instruídas e cultas quanto pessoas formadas. De um lado, é chocante ver que pessoas jogam livros no lixo como se fosse algo descartável, mas de outro, é bom saber que esse produto poder ir para mão de pessoas interessadas pela leitura, e principalmente, ajudar sua população local a enriquecer seu conhecimento e sua cultura.<br><br>Além de todo descaso que podemos enxergar, me emocionei muito com a história de cada personagem ali presente. Todo o trabalho realizado pelo Vik Muniz fez mudar a realidade de cada pessoa dentro de Gramacho. Aqueles indivíduos não tinham uma visão de vida além de seu próprio mundo no aterro. É extremamente necessário que nós nos enxerguemos como arte, que podemos ser mais que nós mesmos somos e cito uma fala de uma das personagens: <strong><em><mark>"A gente às vezes se coloca muito pequeno, mas pessoas lá fora acham a gente tão grande, tão bonito".</mark></em></strong><br><br>A história de Vik Muniz também me deixou surpreendida. Pesquisei e não achei de que bairro em São Paulo ele cresceu, mas tenho certeza que não foi muito longe de onde eu mesma nasci e cresci. Uma cena, ainda que fosse de relance, de um ônibus verde passando ao fundo ao contar a história dele me fez ter certeza que é pertinho daqui de onde estou. É importantíssimo ver pessoas do nosso bairro e ao redores crescer na vida. <br><br>Outras falas que considero importante: <strong><em><mark>"A luta é grande, companheiro, mas a vitória é certa!"</mark></em></strong>, que foi seguida por <strong><em><mark>"Ser pobre não é ruim. Ruim é ser rico no mais alto degrau da fama com a moral coberta de lama".</mark></em></strong> Tenho certeza que muitas pessoas ali, mesmo sem terem tantos bens materiais (ainda que super importantes), conseguem ser mais felizes que muitas pessoas com tanto. <br><br>Por fim, fiquei muito feliz em saber que as pessoas que participaram do projeto mudaram de vida e que os outros catadores também. O rumo de muitas pessoas poderiam ser diferentes caso houvesse um investimento maior na arte e na cultura. Descobrir nossos talentos e vocações podem nos fazer mudar de vida, porém, muitas vezes as necessidades e falta de recursos falam mais alto. <br><br><strong><mark>Edit:</mark></strong> Sabemos que nossa(s) identidade(s) são uma construção, provinda da interação entre o eu e a sociedade. Me vem em mente dizer que cada pessoa ali no lixão tinha um identidade semelhante, obvio que nunca podemos dizer igual, visto que viviam sobre as mesma condições, sendo alguns mais envolvidos com leitura, projetos sociais, família, enfim, muitas coisas inomináveis. Assim como, o Vik Muniz também tem uma construção de identidade diferente, pois mesmo ele vindo de baixo, teve muito mais oportunidades que o pessoal do aterro. <br><br>Em resumo e relação ao texto, atualmente, as identidades tornou-se algo provisório, variável e problemático. Então, sabemos que ela está sempre sendo moldada e que ela nunca está estática, portanto, a junção de duas visões diferentes, do Vik Muniz junto com pessoal do aterro, produziu uma nova identidade, mesmo que para eles, tenham sido temporariamente <del>(ainda que tenha gerado muitas coisas boas para vida de cada um, como emprego e uma melhor condição de vida).</del><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-29 23:57:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1703031385</guid>
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         <title>Minha visão sobre o filme: Meia-noite em Paris</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1728928117</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme conta a história de um escritor, Gil, estadunidense que vai passar alguns dias com sua noiva e a família dela, que estava&nbsp; a negócios em Paris. Gil sempre esteve visivelmente desconfortável ao lado dos familiares da noiva, principalmente por descordarem politicamente.<br><br>Apesar disso, o escritor se vê apaixonado pela cidade e pelo romantismo que ela transparece, principalmente na chuva. Além disso, ao decorrer do filme, ele está escrevendo mais um livro, do qual se inspira em grandes nomes de movimentos artísticos passados, quem sempre sonhou em conhecer e conviver em sua época. <br><br>Do outro lado, sua noiva encontra um amigo antigo, que tenta a todo custo se mostrar inteligente e culto e que tem interesses comuns. Os passeios entre o casal e colega não agradam Gil, tanto pelos locais quanto pela companhia. <br><br>Durante um momento só andando pelas ruas de Paris, Gil entra em um carro antigo, com pessoas desconhecidas, mas que os levam para o ano de 1920, da <em>Belle Époque</em>. Primeiro, ele fica chocado por encontrar suas referencias artísticas, e passa então, a acompanhar de perto suas vidas e suas vivências na cidade. <br><br>O filme trás uma grande reflexão:<strong> </strong><strong><mark>por quê sempre idolatramos e queremos viver no passado? Por quê nossa mente se apega a momentos bons do passado e esquece os ruins dessa mesma época? <br><br></mark></strong>Esse questionamento não se remete somente a história do filme, mas algo comum na nossa sociedade. Como exemplo, podemos citar a pessoas que tanto idolatram a época da Ditadura Militar, sem levar em conta os prejuízos e o quanto as pessoas sofreram presas e torturadas.<br><br>Isso também se remete quando Gil conhece Adriana, e ao final do filme, quando eles retornam para outra época, do qual ela adoraria ter vivido. <br><br>Ao fim da história, Gil descobre a traição de sua noiva e decide ir morar em Paris, e conhece Gabrielle, alguém com quem tem muito em comum a ele, principalmente em achar Paris mais bonita na chuva.<br><br><strong><mark>Edit 1</mark></strong>: ainda estou lendo o texto, masssssss como sabemos, ele fala sobre as culturas, as interações entre elas e que não existe uma cultura fechada, pois vai ter um momento que alguma vai interagir com outra de alguma forma. Enfim, essa semana (12/11) está rolando um bafafá em Portugal pois as crianças portuguesas estão viciadas nos conteúdos infantis brasileiros e aderindo ao nosso palavreado. Pois bem, os pais portugueses não estão felizes com isso pois a "cultura original" deles está se misturando a nossa, mas eles não acham ruim de terem praticamente exterminado as culturas dos povos que foram colonizados não, é? Mesmo que uma hora houvesse um interação cultural, nós, colonizados, poucos sabemos da nossa verdadeira história, mas os bonitões não perder a pose. Agradeço o Luccas Neto pela reparação histórica.&nbsp;<br>Deixo o link do post: https://www.instagram.com/p/CWJbmeJsGsx/&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CWJbmeJsGsx/" />
         <pubDate>2021-09-09 18:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Pacarrete x Cultura Contemporânea: a fronteira entre o digital e o popular</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1761285432</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Antes de iniciar a discussão e ligação entre o filme e o texto, descrevei o filme <strong>Pacarrete</strong> sob minha visão.<br><br>A história se passa no interior do Ceará, na cidade de Russas e narra a vida de Pacarrete, uma simpática senhora bailarina e que mora com sua irmã.<br><br>Pacarrete, quando jovem, foi para a cidade grande, Fortaleza, para se desenvolver e se aprimorar no Ballet. Quando aposentada, voltou para sua cidade natal para morar e cuidar de sua irmã. Ainda que aposentada, ela continuou sua ligação com a dança e tentando impor um pouco da cultura do ballet pela cidade.<br><br>Enquanto isso, na cidade de Russas, haverá uma grande festa local e Pacarrete não perde a oportunidade de tentar conseguir uma vaga para fazer uma apresentação de Ballet. Ao mesmo tempo, é possível ver um desprezo e a não vontade da organizadora do evento de fazer com a mulher se apresente.<br><br>Vale dizer que ela também queria um evento todo voltado para os seus gostos culturais e sua dança, sem levar em conta o que a organização do evento iria fazer.<br><br>Após inúmeras tentativas, ela desiste de tentar se mostrar para o público, e principalmente depois do falecimento da irmã, ela larga mão do ballet. Somente depois de muito tempo, quando ocorre a festa local e que ela se incomoda com o barulho e pessoas passando em sua porta, ela retorna ao gosto de suas músicas clássicas e o ballet.<br><br>Por fim, o filme termina com ela se "apresentando" em um teatro. Pode ser que eu não tenha entendido esse final e não sei explicar se aquilo era real ou algo da imaginação dela, mas que com certeza, realizava seu maior desejo: uma apresentação em um grande palco com todas atenções voltadas para ela.<br><br>Pelas atitudes de Pacarrete e o seu modo de expressão e desejo de apresentar a todos uma cultura diferente da popularmente consumida pela cidade, ela claramente era tirada como louca. <strong>E então questiono, quantas pessoas já não foram tiradas de malucas somente por serem incompreendidas?</strong><br><br>--------------------------------------------------------------<br><br>O texto, por sua vez, fala sobre cultura e a fronteira entre o digital e o popular. Primeiro, vale dizer, que há uma grande variedade de definição para cultura. A primeira citação que mais me chamou atenção e que conectou-se a história do filme é quando é citado Heródoto: <strong><em><mark>"Se oferecêssemos aos homens a escolha entre todos os costumes do mundo, aqueles que lhes parecessem melhor, eles examinariam a totalidade e acabariam preferindo os seus próprios costumes, tão convencidos de que estes são melhores do que todos os outros".</mark></em></strong> Quando aplicado ao filme, cabe-se em duas visões, a primeira relacionada a própria Pacarrete, que ainda que convivendo com diferentes costumes, de sua própria cidade e da atualidade, ainda prefere aquilo que ela consumia quando era jovem. O segundo ponto, é sobre a visão da cidade e também da secretária de cultura Michelle, que apesar de ser possível compreender o porquê da negar a apresentação de Pacarrete, leva somente em consideração apresentações do que está em alta.<br><br>Outra importante citação, é dúvidas, de Montaigne:<strong><em><mark> "Cada um considera bárbaro aquilo que não não pratica em sua terra".</mark></em></strong> É nítido que sempre observamos algo com certa ignorância ou até mesmo repudiamos aquilo que não faz parte da nossa cultura. Isso é algo que todo ser humano devia observar e mudar em sua conduta, aceitar que nem tudo que é feito em outras culturas é algo ruim ou pior que aquilo que cultuamos.<br><br>Em outro ponto do texto, é falado sobre como<strong><em><mark> "o Brasil é uma poderosa "máquina" de criação de significações e de repertórios simbólicos [...]".</mark></em></strong> Eu ligo isso ao regionalismo, que cria diversos sinônimos sobre um mesmo item, seja objetos, vestimentas ou simples gírias faladas no dia a dia de cada região. Ainda no mesmo parágrafo é falado sobre como indústria cultural estando aliada aos grupos detentores dos meios de comunicação, que ainda numa visão particular, fala sobre como as mídias mostram aquilo que querem, independente de ser ligado a cultura popular ou não.<br><br>Lembro de um momento do filme, onde a secretária de cultura fala sobre a festa e comenta sobre chamar bandas de forró. De certa forma, esse ritmo é diretamente ligado ao nordeste, diferente do Ballet, que além de ser considerado algo clássico é algo muito mais ligado ao exterior.<del> - opinião totalmente baseada no senso comum</del><br><br><strong><em><mark>&nbsp;"As culturas estão em permanente estado de mutação e mobilidade e não estaques em redomas como pretende um certo tipo de pensamento ingênuo"</mark></em></strong>. O Ballet já deve ter sido uma cultura/dança popular, mas diante das mudanças do mundo, aquilo que é mais consumido pela população também muda. <br><br>Como também dito no texto, não há uma definição do que é cultura popular. Particularmente, acredito que seja algo que esteja em alta, fazendo sucesso em tudo quanto é canto e consumido pela maior parte da população. Isso não quer dizer que outros tipos culturais também não sejam populares.<br><br>A cultura também é guiada pela sua posição social, mas isso não quer dizer que uma posição social de elite não dite algum movimento, o próprio texto diz isso:<strong><em><mark> "A cultura do povo pode ser lida como uma recusa intencional a uma cultura de elite, mas também pode ser lida como a reprodução popular da cultura das elites.".</mark></em></strong> Um grande exemplo disso <strong>é o funk, que surgiu nas comunidades, pela população que está na base da sociedade, mas ao mesmo tempo, também seguimos (ou ao menos queremos seguir) o que a elite produz ao usarmos roupas de marca</strong>, que nem Lacoste e Oakley, super comentada no momento (interessante dizer que ambas marcas se recusam a chamar artistas que tanto citam elas para serem patrocinados por puro preconceito de ser pelo pessoal periférico). <del>- página 9 do texto, em citação a Marilena Chauí</del><br><br>Pra finalizar, acredito que a concepção de cultura, tanto pra Pacarrete quanto pros moradores da cidade onde ela mora deviam mudar. Entender que nem só aquilo que cultuamos é correto nos faz ter uma visão mais ampla do mundo, e consequentemente, aceitar e respeitar as decisões do outro.<br><br>--------------------------------------------------------------<br>Deixei anexado um artigo que comenta sobre a origem do ballet e também sobre a origem do carnaval, suas ligações junto com outros modos culturais. Acredito que seria bem interessante não só para nós lermos, mas para própria Pacarrete. 😀</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 22:45:04 UTC</pubDate>
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         <title>nota pra falar da ausência </title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1878318071</link>
         <description><![CDATA[<div>A faculdade está atrasando eu fazer minhas coisas da faculdade.<br><br>Estou ausente e nem mesmo publiquei minhas notas justamente por ter deixado tudo atrasar&nbsp; k k k. No último mês, arranjei um trabalho (ótimo ganhar uma grana viu), mas confesso que to bem estressada. Trabalhar em agência não é o foco na minha vida de RP, mas é o que tá tendo e o que vou precisar sustentar até ir morar em João Pessoa, coisa que não vejo a horaaaaaaaaaaaa.<br><br>Massssssss, saibam que minhas anotações estão todas guardadinhas e privadas. Estou organizando para soltar tudo de uma vez e fazer bonito. Peguei todos os textos para ler um por um e ir fazendo uns edits nos posts anteriores.&nbsp; Enfim, vai demorar mas vai sair bom, num é?<br><br>A faculdade tá sendo um ponto alto na minha vida, não vejo a hora de mudar de SP pois cada dia que passa me estresso mais nessa cidade e a ansiedade tá a mil. Mas cada coisa no seu tempo e já já tudo passa.<br><br>Peço perdão por quem tá lendo isso e vendo que estou mega atrasada, não fiquem furiosos, em breve tudo estará aqui pra ler tudo de uma vez. Por fim é aquele papo: "<strong><em><sub>olho pro lado e não encontro as respostas / e ainda assim, transparecer que é nois que tá</sub></em></strong>"<br><br>Beijinhossssssss.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ZUtBJvVn5Sg&amp;ab_channel=CeiaEnt." />
         <pubDate>2021-11-09 14:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Minha visão sobre a série: Self Made</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1913113812</link>
         <description><![CDATA[<div><del>Apesar da demora, estou escrevendo no off </del><br>hellooooooo, venho aqui contar minha visão sobre a série tal. De inicio, deveriamos assistir os dois primeiros episódios por recomendação das professoras, porém para um maior entendimento, assisti tudinho.<br><br>A série conta a história de Sarah, uma mulher negra retinta que trabalhava como lavadeira para diversas pessoas. Diante do uso de panos na cabeça e maus cuidados, seu cabelo se tornou escasso e ralo com o passar do tempo. Após conhecer Addie, uma mulher que estava começando a empreender no ramo da beleza, Sarah teve a oportunidade de recuperar seu cabelo.<br><br>Depois de alguns anos e vendo que Addie estava recrutando mulheres para vender seus produtos, Sarah teve a vontade de vender também, porém para Addie, a lavadeira não tinha o perfil correto – geralmente eram mulheres negras de pele clara, conhecidas como lightskin, e acabou levando Sarah a revolucionar e criar seu próprio produto.<br><br>Sarah destinou seu produto para mulheres como ela, negras retintas, no qual muitas viviam de lavadeiras nos ao redores das cidades. Com o lançamento, o produto teve muito mais sucesso que o de Addie, justamente por atingir um público além das lightskins. O creme carregava o nome de Madam CJ Walker, em referência ao marido de Sarah, CJ Walker. <br><br>O sucesso foi tanto que Sarah teve de ir além e decidiu abrir uma fábrica para fabricação do produto, além de capacitar outras mulheres para lhe dar uma profissão, a de cabelereira. Porém, para criar tudo isso, ela necessitava de investidores, algo muito difícil de se conseguir quando se via uma mulher a frente dos negócios. <br><br>Vale-se dizer que a época do qual se passa a história era bem machista (não que o problema tenha se resolvido nos dias de hoje), portanto, quem via marcas, acreditava que só existiam somente homens por trás dos negócios. <br><br>Dito isso, Sarah passou a dar muito mais atenção para os negócios do que para outras coisas que rodeiam sua vida. Naquela época, uma mulher ter sucesso era algo muito incomum, então, claramente dá pra entender o porquê de toda essa euforia dela com sua marca. Além disso, para qualquer pessoa que sai de baixo e começa a ter sucesso, querer desenvolver mais e mais é um sentimento inevitável. <br><br>Com o passar do tempo, sua marca foi expandindo, tendo uma maior produção e também sucesso, do qual permitiu ela instalar novas fábricas e vender seus produtos em lugares específicos. Por mais que fosse comum chamar a esposa como senhora + nome do marido, CJ Walker só estava com Sarah, após a criação da marca, por puro interesse no dinheiro e fama dela.<br><br>E não só ele, mas muitas pessoas presentes ao redor de Sarah só estavam ali pelos mesmos desejos de CJ Walker. Por fim, é descoberto que a Sarah roubou <del>(ou poderia dizer se apropriou?)</del> da mesma receita utilizada por sua Addie, sua patroa anterior. Mas né, convenhamos, pelo ponto de vista comunicacional, o marketing de Sarah e o público alvo mais abrangente, já que ela deu espaço para as mulheres negras, retintas e lavadeiras, assim como ela, conquistou ainda mais as pessoas. <br><br>Esse ponto, é com certeza, um dos fatos do filme que mais me chamou atenção, afinal estudando comunicação, passamos a nos tornar mais críticos e avaliar as coisas ao nosso redor sobre outro ponto de vista. <br><br>Atualmente, ainda não é muito comum vermos pessoas negras ascender tão positivamente na vida (com raras exceções), então, ver uma série como essa, nos permite acreditar na ascensão, principalmente por ela se passar numa época passada.<br><br>É de extrema necessidade de todo o mundo passar a enxergar mulheres, e principalmente as negras, em posições de grande destaque. Obviamente que, a sociedade não ajuda nesse fato, a meritocracia não existe e a cada dia que passa, nos dias atuais, isso se torna cada vez mais difícil. <br><br>Por último, digitando tudo isso, me veio a cabeça aquela discussão da galera lightskin ser considerada branca demais para ser negro, e negro demais para ser branco <del>(eu me incluo nesse meio, não tenho a menor ideia do que eu sou),</del> mas que é importante dizer que, quanto mais unidos formos, mais podermos mudar a realidade branca e cis e transformar numa realidade ampla e com muiiita diversidade,<del> porém, não carregando o nome do marido para por em destaque quem ELA é. </del><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 18:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Minha visão sobre o filme: Garota Dinamarquesa </title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1913138791</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme Garota Dinamarquesa retrata a vida de Einar, casado com Gerda, ambos são pintores e vivem da arte. A história se passa no ínicio do XX, portanto, uma sociedade conservadora e bastante preconceituosa. Importante salientar que a história é real e a artista Lili Elbe foi uma das primeiras pessoas submetida a cirurgia de mudança de gênero. <br><br>Voltando ao filme, Einar passou a se vestir como mulher, servisse de modelo, e então, pousar para que sua esposa pudesse criar suas pinturas. Ao mesmo, Einar se descobriu e entendeu sua verdadeira identidade, e então, dentro de uma enorme transição, se torna Lili.<br><br>Um dos pontos abordados pela história é como seria viver naquela época se descobrindo, e então é mostrado cenas terríveis de exames, ou melhor, torturas médicas que tinham como objetivo manter Lili como sua identidade antiga. Claramente, nada dessas maluquices conseguiram retroceder isso, mas com certeza, deixou muitos traumas psicológicos.<br><br>Em eventos, grandes bailes daquela época, Lili ia como uma mulher, e se apresentava como prima de Einar. Muitos não desconfiavam, mas estranhavam o fato de Gerda ir sempre desacompanhada. Por outro lado, Lili sempre chamava atenção e despertava olhares por onde passava.<br><br>Obvio que por isso o casal passou a discutir muito mais, afinal Gerda não havia se casado com uma mulher. Isso é algo comumente visto na sociedade, como por exemplo a Caitlyn Jenner<del> (ainda que eu ODEIE esse exemplo)</del>, mulher transgenero ex mulher da Kris Jenner, mãe das Kardashians. <br><br>Claro que se assumir com mais idade é o menor dos problemas. A questão é viver reprimido achando que você tem algo errado por não estar de "acordo" com as características que tem grande parte da população. Inclusive, li uma reportagem interessante sobre isso (olha o link: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/04/26/politica/1493232819_903824.html), falando justamente sobre homens que se assumiram tardiamente e enfrentaram diversas situações por acharem ter algo de errado. <br><br>Esse filme sempre é duramente criticado diante do fato de o ator de Einar/Lili não ser uma pessoa trans de fato. Mas vale o questionamento: se realmente fosse uma mulher trans naquele papel, o filme teria todo o sucesso que teve? Em minha opinião, também acredito que deveria alguém que fizesse jus ao papel, mas que ao mesmo tempo, a participação do ator Eddie Redmayne deu abertura para essa e outras discussões, como a masculinidade frágil de quem se recusa a fazer papeis como esses e até mesmo sobre a falta da presença de pessoas LGBTs no meio artístico. <br><br>Outra reflexão importante que a gente tem ao se ver filmes como esse, é que na grande maioria as pessoas pertencentes a comunidade LGBT+, são sempre retratadas como pessoas&nbsp; extremamente felizes <del>(não lembro uma palavra boa pra por aqui e lembrei do meme </del><strong><del>amo os gays lgbt povo animado</del></strong><del>)</del> , ou rebeldes, ou como prostitutas, e enfim, uma monte de coisa que estereotipa esse público, quando na verdade são pessoas normais como qualquer outra.&nbsp;<br><br>Ver Lili passar por aquelas situações de "cura" faz lembrar de famílias que chamam padres, pastores e sei lá que mais para "exorcizar" e tirar aquilo de ruim que o filho tem. Enfim né, é nessas que me revolto demais, pois o que há de errado em se conhecer e entender que é uma pessoa diferente, gostar de algo diferente? No final vai todo mundo pro mesmo buraco.&nbsp;<br><br>O filme é uma obra maravilhosa, mega triste no final, porém, a história original da Lili Elbe deve ser eternamente lembrado, afinal, abriu espaço para essa discussão e também para que outras pessoas pudessem se conhecer. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 19:21:10 UTC</pubDate>
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         <title>Minha visão sobre o filme: Luta de Classes</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1913289448</link>
         <description><![CDATA[<div><em><del>Confesso que corri pra fazer as publicações anteriores, ainda que não terminadas, para poder vir fazer essa aqui. Então fiquem com esse textão, bjs.</del></em><br><br>O filme Luta de Classes, entre todos visto nessa cadeira, foi um dos que me deu mais agonia, diante de tantos acontecimentos absurdos no decorrer da história. <br><br>Inúmeros pontos comunicacionais além da cultura podem ser comentados, entre eles: <mark>questões políticas de cada um (atitudes que não condizem com a posição), religião, comunicação não-violenta na escola e todo despreparo tido naquela organização, a falação de todos os lados (um dos pontos mais importantes), representatividade nas empresas, o privilégio branco, e além disso, o "casamento" terrível da Sofia e Paul. Meu Deus, se for pra pontuar tudo de louco da história, passaria a noite aqui digitando. <br></mark><br>Para início de conversa, o filme francês narra a história de um casal, antes morador de um bairro que teve uma grande valorização, se mudam para um bairro suburbano. O bairro novo conta com muitos imigrantes e pessoas providas de diferentes religiões. A mãe, Sofia, tem origens norte-africana, já seu marido Paul é branco, portanto são um casal inter-racial, algo bem julgado na Europa, já que vivem uma onda de nacionalismo fortíssima.&nbsp; <br><br>Em primeiro ponto, um tanto curioso, é o fato do Paul querer vender o apartamento antigo por um preço mais baixo por não concordar que pessoas com menos grana não possam estar ali naquele bairro. Entendo a valorização (ou o absurdo a ser cobrado), mas não é ele vender por um preço mais baixo que vai fazer toda população menos endinheirada morar resolver seus problemas.<br><br>O casal coloca o filho numa escola onde ele é o único branco, mas desejam a ele somente que ele seja feliz onde quer que ele esteja e apoiando o que quer que seja. Importante dizer que entre as crianças não existem tratamentos diferentes e que todos preconceitos que vão reproduzindo ao longo da vida, foram ensinados e são um espelho dos adultos. <br><br>Relativo a isso, há um caso de violência na escola, no qual todos os colegas de Coco são colocados em uma escola particular pelos pais e ele se torna o único branco na sala de aula. Me surgiu um questionamento, mas meio difícil de se confirmar, pois da a entender que eles que o menino seja visto também como uma minoria. Tipo aquelas pessoas que falam que pelo fato de apoiarem algumas comunidades, sofrem tão quanto eles. <br><br>De todo jeito a gente vê que o Paul, não é lá aqueles militantes né, pois ele se contradiz mil vezes. Tipo quando eles vão tocar aquela música horrorosa pras pessoas em situação de rua ??????????. Enfim, muito mico. Tudo bem que ele diz que compactua com o Anarquismo, mas sinceramente não tenho muita base pra falar sobre isso.<br><br>Ainda que devo falar sobre o multiculturalismo, quero ainda falar sobre religião. Entendo que cada religião tem suas pregações, sua fé e devoção, mas ainda não entra na minha cabeça o fato das pessoas não aceitarem quem as outras são, independente da sua religião, orientação sexual, enfim. Além disso, há o fato de querer por a sua ideia sempre acima dos outros para dizer que está correta (???????). Acredito que, se todos compreendessem o multiculturalismo, teríamos um mundo mais igualitário, respeitoso e com uma melhor convivência. <br><br>Bom, voltando. Outra cena que julgo super interessante é quando chega uma família para participar da horta comunitária, mas elas não podem plantar o que quer e tem que seguir uma pá de coisas imposta pelo pessoal que organiza lá. É aquela história, quero te ajudar mas tem que fazer como eu quero e do meu jeito, se não não ajudo kkkkkkkkkkkk. <br><br>Isso me lembrar uma música no verso que diz<mark> "</mark><em><mark>No fundamento a colheita pra quem merece é o mínimo do mínimo do mínimo do mínimo / Só o grid de largada é o que desfavorece / Por isso damos o máximo do máximo do máximo"</mark></em>. (https://www.youtube.com/watch?v=cGgtnqoY-z0&amp;ab_channel=TudubomRecords). E novamente retornamos, a ajuda tem que ser feita do jeito que o ajudante quer para que ele saia de bonzinho, enquanto quem realmente dá o máximo pra isso, ganha quase nada em troca.<br><br>O fato do filme trazer a tona o tema refugiados, me lembrou o videoclipe da música <mark>Borders</mark>, da cantora M.I.A., principalmente uma das últimas cenas, após o acidente na escola, onde há a personagem de uma mulher escalando o muro e utilizando seu véu para resgatar outra pessoa. Deixo o link aqui: https://www.youtube.com/watch?v=r-Nw7HbaeWY&amp;ab_channel=MIAVEVO.<br><br>Por fim, repito que o filme dá um enorme discussão na comunicação. O multiculturalismo se faz presente em todo e qualquer lugar atualmente, afinal como visto em textos passados, uma hora ou outra, as culturas poderão de chocar e rolar a apropriação (no sentido de agir igual ou semelhante) com outras culturas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 22:33:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1913289448</guid>
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         <title>Pontos finais.</title>
         <author>BEASG</author>
         <link>https://padlet.com/BEASG/aula/wish/1918932901</link>
         <description><![CDATA[<div>Hello gatinhos e gatinhas, como vão?<br><br>Bom, essa nota vai servir como a auto avaliação da disciplina Comunicação e Culturas Contemporâneas. <br><br>Em primeiro ponto, esse semestre foi uma loucura, muito além do que foram os outros. Tive a oportunidade de pagar essas disciplina incrível, assim como uma outra, mas por outro lado tive a péssima sorte de pegar uma cadeira que está sendo terrivelmente horrível, todo mundo não vê a hora de acabar. <br><br>Acredito que se fosse presencialmente, essa cadeira teria discussões maravilhosas e que com certeza eu participaria muuuuito mais. A dispersão e o "hm vou fazer depois" atrapalham demais. Junto a faculdade, ainda trabalhar <del>(passando muita raiva nesse ponto aqui)</del>, ainda participar da EJ, cuidar da vida pessoal e ainda de eu mesma, vem sendo um caos. Não vejo a hora de me mudar pra João Pessoa e mudar tudo isso completamente. Mesmo agora estando pertinho da minha família, desde que passei na faculdade dar um "até logo" pra São Paulo é minha maior vontade, pois aqui vivemos bem, mesmo mal. <br><br>Mas enfim, voltando. Essa cadeira me deu muitos aprendizados, ainda mais pela facilidade de assistirmos tudo isso pelos filmes e associar facilmente aos textos (alguns estavam difícil viu, dava um soninho). Entender mais sobre a cultura popular, dar espaço e voz para populações minoritárias, enxergar a falsa militância... Haja coisa para poder ser posta aqui. <br><br>Creio que a parte mais complicada de toda essa cadeira tenha sido o podcast, afinal, preparar todo um assunto e debater isso em grupo deixou eu passando um pouco de raiva, viu? Mas, ainda bem que tenho uma amiga espetacular que manja muito bem de discutir tudo quanto é assunto <del>(beijos para Yasmim Paula)</del> e ajudou demaaaaaais nisso tudo. <br><br>O podcast ficou meio quadrado? Sim. Poderia estar melhor? Talvez.&nbsp; Foi o segundo que fiz <del>(fiz um na cadeira de Gestão com Pessoas, dada por Carol e Maria Livia)</del>, e confesso que a edição dessa vez foi bem melhor, pelo Anchor. Nessa outra vez tinha usado o FL Studio, enfim difícil mas ainda vou aprender a usa-lo um dia <del>(faz anos que digo isso)</del>. Na próxima quem sabe, com o grupo gravando presencial, tenho certeza que vai ser mil vezes melhor. De toda forma, o resultado foi além do esperado já que foi entregue kkkkkkk. <br><br>A participação no Projeto ComSonoridades também foi algo muito bacana e que ajudou bastante na hora da produção do podcast. Ainda não chegamos no nível do PodPah nem no Mano a Mano, mas um dia nossas edições e participações chegarão lá. Confesso que, particularmente, participar de projetos no meio do audiovisual são experiências incríveis e quem sabe um dia não atuo nessa área rsrs.<br><br>Quanto as professoras, Jamile e Josilene, só agradecimentos e elogios pois foram aulas muito enriquecedoras, com discussões pertinentes, além do fato de terem ensinado tudo muito bem. A Maria, um amor de pessoa, mega simpática, só elogios também, pois também ajudou a enriquecer a cadeira.<br><br>Chegando ao fim e voltando a falar de mim, acredito que euzinha poderia ter contribuído muito mais em tudo, seja no diário de bordo, quanto nas aulas, nos trabalhos, etc. Mas é aquela coisa, dei o meu melhor e cada esforço foi válido. <strong><mark>Como nota, é muito difícil dizer um número, mas para não ser injusta, creio que cabe um 8</mark></strong> <del>(talvez alimentando um pouco do ego kkkkkkkkk).<br><br></del>Quanto minha dedicação na disciplina, sei que errei em ter deixado acumular, mas minha vida doida não permitiu eu fazer tudo nos conformes. Precisei descansar também kkkkkkkk. Mas mesmo assim, tenho certeza que pude fazer construções ótimas e relatorias bem detalhadas, como sempre gostei de fazer. <br><br>Não tive dificuldades em relação a matéria, somente mesmo quanto ao conciliar tudo isso. Eu mesma nunca gostei muito de ver filme pois acho tudo muito longo e acabo demorando dias pra finalizar um negócio de 2 horas. Ultimamente, também desapeguei de ver série pelos mesmo motivos (e também pelo $$ que não tá permitindo muita coisa então cancelei tudo quanto foi streaming). Isso tudo, acabou prejudicando meu estudo, mas ainda assim, dei meus pulos para fazer tudo sair nos conformes necessários. <br><br>Enfim né, pra reduzir essa dificuldade, gostaria de agradecer ao Netflix por permitir aumentar a velocidade do filme, pois assisti tudo na velocidade x2 e cortei metade do tempo. Quanto os textos, fiz um investimento que já queria há um tempão e comprei um Kindle, ajudou demais e li <del>quase</del> tudo. <del><br></del><br>Agradeço a todos que fizeram parte dessa cadeira. Foi um prazer enorme poder viver tudo isso, mesmo que com mil loucuras e não dando 100% de mim, foram momentos intentos com aprendizados eternos.&nbsp;<br><br>Finalizo por aqui meu Diário de Bordo. Beijinhos para você que está lendo. Espero que outras cadeiras façam atividades como essa também. Nos encontramos em João Pessoa, se tudo der certo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 20:33:29 UTC</pubDate>
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