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      <title>O Diário de Gabriela Ferreira  by Gabriela Luiz</title>
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      <description>Publique o seu blogue!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-28 12:58:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-15 18:16:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>GabiLuiz</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Gabriela Ferreira, mas prefiro que me chame de Gabi, tenho 18 anos e sou católica.</p><p> </p><p>Gosto muito de ler, principalmente se for romance, gosto de animes de ação, doramas fofinhos e pintar pixel art em papel.</p><p><br/></p><p>Sou um pouco tímida mas se me der confiança, falo igual uma matraca :D</p><p><br/></p><p>E essa sou eu✨</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1- Reflexões sobre “O homem e as máquinas”, de Lucia Santaella</title>
         <author>GabiLuiz</author>
         <link>https://padlet.com/GabiLuiz/gigh3ba7is4hftvh/wish/3434705265</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Hoje li um texto que me fez pensar bastante sobre a nossa relação com a tecnologia: “O homem e as máquinas”, da Lucia Santaella. Ela fala de como as máquinas, desde as mais antigas até as digitais, foram mudando a forma como vivemos, sentimos e até pensamos. O que mais me marcou foi perceber que, mesmo sendo criações humanas, as máquinas acabam moldando a gente também. A autora não critica nem idealiza a tecnologia, ela mostra que o importante é entendermos como estamos nos transformando com tudo isso. Fiquei pensando como isso afeta até o jeito que ensinamos e aprendemos, sobre como a tecnologia está presente na nossa forma de aprender e ensinar. Hoje em dia, usamos o tempo todo computadores, celulares, plataformas digitais e até inteligência artificial para estudar e ensinar. Essas ferramentas tornam tudo mais acessível, mais rápido e até mais interessante. A gente aprende vendo, ouvindo, interagindo. Mas, ao mesmo tempo, elas mudam o jeito como nos conectamos com o conhecimento. Às vezes, ficamos tão dependentes dessas tecnologias que esquecemos de questionar, de pensar com mais profundidade. O que mais me chamou atenção no texto da Santaella foi justamente esse convite à reflexão. Em vez de simplesmente aceitar ou rejeitar a tecnologia, ela nos faz pensar em como estamos sendo transformados por ela. Enfim, entender como nos relacionamos com as máquinas é também um jeito de entender quem estamos nos tornando.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 00:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2- Humanidade e Tecnologia: Evolução, Vida digital, e Pós humanismo | Lúcia Santaella</title>
         <author>GabiLuiz</author>
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         <description><![CDATA[<p>O vídeo “Humanidade e Tecnologia”, com Lúcia Santaella, é uma verdadeira reflexão sobre como a linguagem e a tecnologia moldam quem somos. Ela mostra que o ser humano está em constante evolução e que a linguagem, mais do que comunicação, é uma tecnologia cultural essencial para nossa formação.</p><p><br/></p><p>Santaella percorre a história, da oralidade à era digital, explicando como cada avanço tecnológico transformou nossas relações com o mundo e com nós mesmos. O ponto mais forte é quando ela fala do pós-humanismo — não como algo futurista e distante, mas como uma realidade já presente, com tecnologias que alteram nosso corpo, mente e emoções.</p><p><br/></p><p>No fim, ela nos faz encarar uma verdade importante: já não existe humanidade sem tecnologia. Estamos transformando o que significa ser humano — e isso é, ao mesmo tempo, desafiador e fascinante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 00:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3- Seriado Adolescência </title>
         <author>GabiLuiz</author>
         <link>https://padlet.com/GabiLuiz/gigh3ba7is4hftvh/wish/3440739521</link>
         <description><![CDATA[<p>Dia 14/04 foi minha primeira aula de Tecnologia e Educação, a prof e meus colegas discutiram sobre a mini série da Netflix “adolescência” (eu não participei do debate porque tinha acabado de começar no curso e não sabia que tinha que assistir a série, mas assim que cheguei em casa assisti tudo). A série conta a história de Jamie Miller, um garoto que assassinou sua colega de escola. A história se desenrola a partir da prisão do garoto, mostra o impacto que causou na família dele, as investigações dos detetives e até as consultas que o menino teve com uma psicóloga.</p><p><br/></p><p><em>Adolescência</em> não é só uma série sobre um crime, ela vai muito além. Mostra, de forma bem crua e real, tudo que pode estar por trás de um ato violento cometido por um adolescente: bullying, abandono dos pais, influência de grupos tóxicos na internet… tudo isso aparece como parte de um quebra-cabeça que ajuda a entender o comportamento do protagonista.</p><p><br/></p><p>A série também traz à tona aquela distância emocional entre pais e filhos, o quanto é difícil conversar de verdade, e como isso pode afetar profundamente um jovem.</p><p><br/></p><p>No fim das contas, <em>Adolescência</em> é uma série que faz a gente parar e pensar sobre os desafios de crescer no mundo de hoje, sobre a responsabilidade de toda a sociedade nessa jornada.</p><p><br/></p><p>Meus colegas compartilharam o ponto de vista de cada um, os detalhes da série que tinham muitos significados e assuntos polêmicos que haviam na série. A professora também compartilhou conosco a visão dela e nos instigou a pensar nos assuntos da série e trazer para a realidade. Foi uma aula incrível!! (Gosto bastante de aulas dinâmicas com debates, escutar o ponto de vista e a opinião de cada colega)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 00:43:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4- Produção Cultural Infantil Diante da Tela</title>
         <author>GabiLuiz</author>
         <link>https://padlet.com/GabiLuiz/gigh3ba7is4hftvh/wish/3444372500</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto fala sobre tecnologia na infância. Antes de ler o texto eu já tive um “preconceito” quando li o título, porque pra mim criança não deve ter esse contato direto com a internet, mas ao longo do texto ele foi me mostrando um outro lado que eu nunca tinha visto antes, um lado da internet que incentiva a criatividade das crianças (inclusive falei isso em aula com meus amigos e a prof :D ).</p><p>Essa aula foi muito legal para mim, realmente gostei do texto que foi trabalhado, meus colegas me mostraram outras perspectivas do texto que eles tiveram e eu não tive, algumas positivas, outras negativas e outras foram reflexivas, mas todas foram incríveis!! Alguns me mostraram pontos negativos que eu não tinha percebido no texto, como a romantização da internet na infância e que o texto é antigo e provavelmente não daria certo na realidade em que vivemos. Também me mostraram a desigualdade que foi dita no texto, onde as crianças que não tinham computador diziam ser o objeto preferido delas, enquanto as que tinham não ligavam tanto, “a ânsia de ter e o tédio de possuir” ela resumiu com essa frase.</p><p><br/></p><p>Minha parte preferida do texto foi quando contaram que colocaram uma menina na frente de com computador com imagens de vários animais numa floresta, e ela começou a brincar com eles, inventar histórias, criar vozes para cada um, tudo isso através do computador, e depois ela larga o computador com a história que estava criando pela metade e pede para continuar brincando lá fora, onde (provavelmente) ela continuaria a história que inventou quando brincava no computador. Essa parte do texto me mostrou que a internet pode sim ser boa para crianças, desde que seja vigiada, monitorada e com pouco tempo de uso.</p><p>Discutimos também que a internet pode ser boa para a infância quando estimula a criatividade e a imaginação, porém não pode ser algo da rotina da criança e deve ser rigidamente monitorado por conta dos perigos das redes sociais e da internet. Certas redes sociais devem ficar longe das crianças e as telas não podem substituir os brinquedos e brincadeiras.</p><p><br/></p><p>Enfim, foi uma aula muito boa, tive muitos aprendizados e entendi que de um texto, podemos ter várias visões e perspectivas totalmente diferentes. Vou deixar aqui uma frase que ficou marcada para mim e que resume tudo…</p><p><br/></p><p>“ A internet é um direito de todos e não deve ser proibida, as redes sociais sim!!!”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 11:56:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5- Vídeo “Uma Professora de Cinema Trancada em Casa”
</title>
         <author>GabiLuiz</author>
         <link>https://padlet.com/GabiLuiz/gigh3ba7is4hftvh/wish/3445193181</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistimos a esse pequeno vídeo em aula, sobre uma professora trancada em casa na época da pandemia. O vídeo é muito interessante e nos mostra a visão do professor durante o período de quarentena, além de como foi difícil exercer sua profissão.</p><p><br/></p><p>Na época da pandemia, a maioria dos meus colegas eram do 8º ano, inclusive eu. Foi um período extremamente difícil: uma doença nova e desconhecida, sem vacinas nem remédios, matando várias pessoas no mundo inteiro todos os dias. Todos estavam trancados em casa, sem contato físico, com a saúde física e mental abalada. Tivemos que “parar” nossas vidas por causa da quarentena, inclusive nossos estudos, já que o ensino a distância era muito difícil e não tínhamos o auxílio dos nossos professores. Partilhamos tudo isso em aula: nossas dores, sofrimentos e traumas da época, mas também falamos sobre as dificuldades que os professores enfrentaram para ensinar nesse momento tão desafiador.</p><p><br/></p><p>Eu nunca tinha parado para pensar que os professores também sofreram por não conseguirem ensinar, pela ansiedade de não saber se os alunos estavam conseguindo aprender com o ensino a distância, pela solidão diária e pela cobrança interna de fazer tudo ao mesmo tempo, sem parar. Eles tiveram que trabalhar 24 horas por dia, todos os dias, sem ter um horário definido para começar ou terminar. Enfrentaram surtos diários e uma saúde mental cada vez mais fragilizada.</p><p><br/></p><p>Foram muitas reflexões, compartilhamento de histórias e até lágrimas (chorei um pouco, porque é um tema muito difícil para mim até hoje). Mas, mesmo sendo uma aula que mexeu com o emocional de todos, foi interessante perceber como me senti acolhida, ao ser escutada e ao escutar os meus colegas, por partilharmos uma dor que todos entendem, inclusive os professores. Uma aula difícil e desconfortável, e ao mesmo tempo acolhedora e empática. Foi uma aula com muitas reflexões, que me deixou bem pensativa e com novos aprendizados.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-11 18:33:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 6-O que dizem os memes da educação na pandemia? Dilemas e possibilidades formativas</title>
         <author>GabiLuiz</author>
         <link>https://padlet.com/GabiLuiz/gigh3ba7is4hftvh/wish/3452918877</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O artigo “O que dizem os memes da educação na pandemia? Dilemas e possibilidades formativas” propõe uma reflexão muito atual e sensível sobre como os memes revelaram experiências, tensões e sentimentos vividos durante o período da pandemia, especialmente no campo da educação.</p><p>Durante o isolamento social, quando o ensino remoto se tornou a única alternativa possível para manter o vínculo com os estudantes, surgiram diversos desafios: professores sobrecarregados, alunos desmotivados, famílias confusas e uma forte desigualdade no acesso à tecnologia. Nesse contexto, os memes começaram a funcionar como uma espécie de “diário coletivo”, onde se misturavam ironia, crítica, frustração e também tentativas de dar leveza ao caos.</p><p>As autoras tratam esses memes não como simples piadas da internet, mas como verdadeiros documentos culturais, capazes de dizer muito sobre o que vivemos e sentimos. Eles expressam dores, mas também apontam para a criatividade e a resistência das pessoas frente a um cenário tão difícil. Assim, os memes são analisados como instrumentos que nos ajudam a pensar a formação docente, a prática pedagógica e até o papel da escola em momentos de crise.</p><p>O artigo convida a olhar para essas manifestações com mais sensibilidade, entendendo que a educação vai além dos conteúdos escolares, também envolve emoções, relações humanas, escuta e acolhimento. Nesse sentido, os memes podem ser usados como ferramentas pedagógicas, pois nos aproximam das vivências reais de quem está dentro da escola, seja no papel de educador, aluno ou família.</p><p>O texto nos faz repensar a educação de forma mais crítica, sensível e comprometida com a realidade das pessoas, especialmente em tempos de incerteza e transformação como o que vivemos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 18:06:44 UTC</pubDate>
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