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      <title>Portifólio de Aprendizagem - Epistemologia A - 4° Semestre de Psicologia/UFSM - Professor Victor Costa by Carolina</title>
      <link>https://padlet.com/cacacolome/portifolioepistemologia</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-04-09 22:25:04 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-08 02:24:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Conteúdos Programáticos da Disciplina de Epistemologia A - 4° Semestre de Psicologia/UFSM</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifolioepistemologia/wish/138949080</link>
         <description><![CDATA[<div><br>UNIDADE 1: A EPISTEMOLOGIA NA MODERNIDADE<br>1.1. Descartes e o racionalismo moderno<br>1.2. O nascimento da subjetividade moderna<br>1.3. Da epistemologia à metafísica<br>1.4. O dualismo entre corpo e mente<br><br>UNIDADE 2: O PENSAMENTO TRANSCENDENTAL <br>2.1. Kant e a virada copernicana<br>2.2. A subjetividade como forma<br>2.3 As categorias do entendimento e a "apercepção transcendental"<br><br>UNIDADE 3: O PENSAMENTO FENOMENOLÓGICO<br>3.1. Husserl e o movimento fenomenológico<br>3.2. A noção da intencionalidade e os objetos intencionais<br>3.3. Merleau-Ponty e a fenomenologia da percepção<br><br>UNIDADE 4: O GIRO HERMENÊUTICO<br>4.1. A questão das ciências do espírito no século XIX<br>4.2. Sobre verdade e método<br>4.3. Tempo e narratividade</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 17:52:43 UTC</pubDate>
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         <title>Anotações gerais sobre a disciplina</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifolioepistemologia/wish/138949674</link>
         <description><![CDATA[<div><br>**Ser humano como objeto natural a ser entendido - ciências naturais<br>Ser humano como objeto subjetivo a ser compreendido - ciências do espírito<br><br>**Racionalismo: desconfie do que você está vendo, provavelmente você terá que corrigir isso com raciocínios - não confie nos sentidos<br><br>**Platão: "this world is not real"<br><br>**Descartes como fundador da subjetividade moderna. <br><br>**Ideia de corrigir a nossa percepção com raciocínio - uso matemático da razão humana - a lógica não garante conhecimento seguro, apenas organização mental:<br>Quando propomos:<br>"Todo A é B<br>C é A<br>Então C é B"<br>Isso apenas propõe que organizemos os nossos pensamentos, mas não nos traz nenhum conhecimento novo e não nos garante certeza alguma, a não ser que "Todo A é B" seja verdadeiro. Mas como sabemos que algo é verdadeiro? Baseando-nos em nossos sentidos? Mas e se estes nos enganam? - o que sobra quando tiramos todas as características sensíveis de um objeto? Como poderíamos reconhecê-lo? - única verdade = "eu penso" (mente, alma espírito, sujeito)<br><br>**Descartes propõe que façamos ciência a partir de verdades indubitáveis como a matemática, e a única verdade indubitável que podemos encontrar é a certeza de que pensamos e por isso existimos. Todo o resto está em suspenso: a ideia de Aristóteles de que o ser humano é um animal racional se torna não mais adequada, uma vez que a ciência baseada em experiências/observação não pode ser comprovada como verdadeira (tendo em vista que os sentidos nos enganam). Para comprovar que algo é real, precisamos que seja tão indubitável quanto a matemática e como o "penso, logo existo". A única coisa que sobra para caracterizar o ser humano é a mente, o pensamento. A biologia, por exemplo, não é mais suficiente.<br><br>**Filme - Inception<br><br>**"Ideias reguladoras" - perfeição, infinito, plenitude - não vêm dos atos/experiências sensíveis - de onde vêm essas ideias, uma vez que não nos deparamos com elas na prática, já que não convivemos com nada perfeito, infinito ou pleno? Só pode ter vindo de algo/alguém que vivencia/possui essas características - Deus - comprovação científica de Descartes sobre a existência de Deus - como Deus é bom e perfeito, ele não permitiria que vivêssemos em uma ilusão - dessa forma, Deus garante que os dados sensíveis sejam verdadeiros , não um sonho, uma ilusão - ele traz para a realidade o que estava em suspenso - Deus é apenas intelectualmente concebível, não pode ser sensivelmente experenciado (dados sensíveis podem enganar) - A intuição de Deus é tão confiável quanto a intuição da autoconsciência (penso, logo existo)<br><br>**Descartes = EU - DEUS - MUNDO = Metafísica<br><br>**Kant - Crítica da razão pura (1787) - necessária para se fazer ciência - REALIDADE - MENTE - FENÔMENO DA NATUREZA - entendimento x sensibilidade - para Kant: "eu não sei se há realmente tempo, espaço e causalidade no mundo, mas na minha realidade sim" <br><br>**Kant desconstroi a Metafísica de Descartes (ALMA - DEUS - MUNDO), ele pede um método. A metafísica deverá fazer o que a matemática fez.<br><br>**David Hume - onde você vê causa e efeito, experimente ver associações - isso elimina todo e qualquer tipo de ciência produzida até então<br><br>**Descartes = dúvida metódica (ceticismo) - certeza do "eu" (a despeito do mundo) - prova da realidade da experiência (metafísica, Deus)<br>                                                                  x<br>Kant = juízo sintético à priori - traz algo novo - matemática<br>            juízo sintético analítico - reafirmar o que se sabe - não existe à posteriori<br><br>**Problema das experiências sensíveis e da observação: concluir a parte pelo todo, sempre há exceções (isso não ocorre na matemática)<br><br>**Mundo como espelho - pensamos que o que vemos é o que é, mas o que vemos diz muito mais de nós do que do mundo<br><br>**De Anima, Aristóteles - intelectiva, sensitiva, vegetativa - lógica: dedução - metafísica - causalidade<br><br>**Indução: particular + particular + particular + particular + ... + exceção = geral - o geral é formado de muitos particulares e das exceções (que são desconsideradas)<br><br>**Positivismo: ordem e progresso, frenologia - julgar pelos traços faciais - utilizar isso para higienizar.<br><br>**Ciências do espírito - hermenêutica - compreensão - circundar o objeto sem nunca esgotá-lo, não busca uma verdade sobre o objeto<br><br>**Levi Strauss - Jacques Lacan - Ferdinand de Saussure - estruturalismo - morte do homem ou morte do sujeito (liberdade, autonomia, subjetividade) - quando se considera apenas as estruturas e não há espaço para a subjetividade<br><br>**Paul Ricoeur - narração (modo de se fazer o discurso)<br>Hannah Arendt - discurso, relato<br>Charles Taylor<br>Quem não discursa/fala sobre si mesmo está aquém das características necessárias para ser considerado humano - nós não nos singularizamos se não somos capazes de falarmos sobre nós mesmos - falácia naturalista = SER-DEVER - por que eu relato de mim se eu sei que a imagem que os outros tem de mim não é a que eu faço de mim mesmo? - os outros conhecem mais sobre QUEM nós somos que nós mesmos - o agente se revela no ato e no discurso, mas ele se revela sempre de um modo diferente do que ele imagina que está fazendo - é na ação que as pessoas se mostram - o discurso mente (pode assumir ou não a forma narrativa).</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 18:02:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cacacolome/portifolioepistemologia/wish/138949674</guid>
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         <title>Sobre a paixão</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifolioepistemologia/wish/138954834</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nos foi pedido escrever sobre algo pelo qual somos apaixonados nas nossas vidas, algo que nos toca, nos afeta e nos mobiliza. Pensei que, dentro das muitas&nbsp; coisas que tem esse efeito sobre mim, eu poderia escrever sobre o curso de Psicologia.&nbsp;<br>Desde que entrei no curso, houve uma enorme modificação - embora lenta e progressiva - no meu jeito de ser e de agir no-mundo e com-o-mundo. O curso é extremamente humanizador e nos propõe que desenvolvamos opiniões e reflexões críticas acerca de diversos assuntos cotidianos que antes passavam desapercebidos pelos nossos olhos. Agora, esse olhar psicológico, que vem sendo construído dia após dia, aula após aula, direciona a nossa atenção a aspectos os quais não poderíamos imaginar num momento anterior. Aprendi a olhar para os sujeitos e para suas subjetividades sem julgamentos, sem falsos moralismos. Claro, que pensar que isso sempre acontece seria um tanto quanto utópico, mas o lembrete de que é esse o nosso dever como profissionais e como pessoas está sempre ecoando na nossa consciência.&nbsp;<br>Fazer psicologia, na minha opinião, é muito mais do que fazer um curso de graduação ou ter uma formação profissional. É transformar-se e transformar o mundo a sua volta, é fazer construções e desconstruções, é tornar-se uma nova pessoa.<br>A cada dia aumenta a minha certeza dessas palavras, as quais são confirmadas por cada professor, aula e colega. As pessoas com as quais convivo no curso - de modo geral - são pessoas transformadoras, as quais admiro infinitamente. É maravilhoso poder me (des)construir com elas.&nbsp;<br>Um exemplo disso são os grupos de pesquisa nos quais estou inserida. Me encanta o que fazemos, as discussões, a produção literária, as entrevistas, as análises... enfim, nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer. Antes de entrar no curso, eu não acreditava na frase "não me imagino fazendo outra coisa", achava que eu gostaria da Psicologia, mas não que ela fosse se tornar tão importante e insubstituível, que fosse me tocar e mobilizar de forma tão completa. Amor. É o que define.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 19:12:35 UTC</pubDate>
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