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      <title>Poesia Prato do Dia  by Bruna Cristina De Almeida Silva</title>
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      <description>César cardoso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-12 22:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cesar Cardoso</title>
         <author>bcristina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escritor e fotógrafo, o carioca Cesar Cardoso nasceu em 1955 e é formado em Letras pela UFRJ. Escreveu para a revista <em>Caros Amigos</em>, para os jornais <em>O Pasquim</em> e <em>O Planeta Diário</em> e para programas de TV como TV Pirata, A Grande Família, Sai de Baixo e Toma Lá Dá Cá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:49:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tempos novos velhos</title>
         <author>bcristina</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Cesar trouxe o poema do Luiz Pimentel e Conceição Evaristo.<br><br>"Acordamos e nos perguntamos que tempos são esses?<br>Pra nosso desespero e para nossa alegria&nbsp;<br>Não é a 1° e nem será a última vez&nbsp;<br>Sobrevivemos a um filme que não sabemos como e nem quando acaba se é que acaba"<br><br>Esses poemas nos fizeram refletir sobre o medo e as incertezas que passamos não somente na pandemia, mas na vida adulta. Ainda que os tempos tenham mudado e sejam novos, há resquícios e ações que nos remetem a tempos antigos. A dor ganhou um novo significado e uma nova cor, mas embora tentem esconder nunca deixou de ser dor.&nbsp;<br><br>Parar e observar que o futuro que tanto desejamos alcançar é uma utopia pode ser libertador, é comum depositarmos a esperança ou a felicidade como um bem material, algum patamar que precisamos alcançar e nesse processo nos esquecemos de ser feliz no presente, no agora, já que a única felicidade que podemos ter certeza é a do agora, o amanhã não sabemos se chegará.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>Como nossos pais - Elis Regina</title>
         <author>bcristina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa música tem uma perfeita conexão com o tema da poesia que citamos, foi lançado em 1976 e agora em 2022 ainda seguimos repetindo os mesmos erros, e apesar de ser uma nova geração, ainda SOMOS OS MESMOS.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 00:00:08 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão atemporal. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema lido pelo Cesar faz com que quem quer que esteja escutando ou lendo, faça conexões com situações que já aconteceram há muito tempo, ou com situações que o mundo atual enfrenta. É claro que, a interpretação não abrange apenas para fatos históricos - como muitas pessoas podem ter pensado no período de pandemia de 2020/2022, ou na época da ditadura militar -, como também podem relacionar a poesia com acontecimentos de suas vidas pessoais. Muita gente passa ou passou por situações onde não conseguiam ver uma luz no fim do túnel, onde para elas, o acontecimento final do filme de suas vidas é uma morte fria e lenta. Mas, como o próprio Cesar menciona no fim do vídeo, é necessário algumas doses de esperança para que todos consigam passar por tempos difíceis. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 01:57:04 UTC</pubDate>
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         <title>Luis Pimentel. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este é o Luís Pimentel, autor da poesia lida pelo Cesar. Também&nbsp;jornalista e escritor. Tem livros publicados em variados gêneros (romance, contos, poesia, teatro, música e infantojuvenil), por diversas editoras. Baiano, do sertão, tem 66 anos e mora há muitos no Rio de Janeiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 02:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Sobrevivemos?&quot; - Luís Pimentel</title>
         <author>giuliacerqueira</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Um filme que não sabemos como nem quando<br>acaba, se é que acaba.&nbsp;<br>Não lembramos como começa.&nbsp;<br>Nem onde estávamos enquanto a tela<br>escurecia.<br><br>Um filme passado e presente. Sem qualquer futuro.<br><br>Que é todo horror.&nbsp;<br>E que assistimos passivamente&nbsp;<br>enquanto trememos na sala vazia, em som e fúria<br>ou dor e ausências, o inferno por dentro.<br><br>Um filme onde sangra a flor.<br><br>Filme-pesadelo que interrompe sonhos;<br>filme-labareda que incendeia troncos;<br>Filme-tempestade que apaga brasas.<br><br>Um filme que não sabemos por inteiro porque morremos no fim.&nbsp;<br>Mesmo quando sobrevivemos.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 02:48:32 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Para a menina&quot; - Conceição Evaristo</title>
         <author>giuliacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/gfqzsl6wxdeqeryd/wish/2182246705</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Desmancho as tranças da menina<br>e os meus dedos tremem<br>medos nos caminhos<br>repartidos de seus cabelos.<br></em><br></div><div><em>Lavo o corpo da menina<br>e as minhas mãos tropeçam<br>dores nas marcas-lembranças<br>de um chicote traiçoeiro.<br></em><br></div><div><em>Visto a menina<br>e aos meus olhos<br>a cor de sua veste<br>insiste e se confunde<br>com o sangue que escorre<br>do corpo-solo de um povo.<br></em><br></div><div><em>Sonho os dias da menina<br>e a vida surge grata<br>descruzando as tranças<br>e a veste surge farta<br>justa e definida<br>e o sangue se estanca<br>passeando tranquilo<br>na veia de novos caminhos,<br>esperança.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 02:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Conceição Evaristo</title>
         <author>bcristina</author>
         <link>https://padlet.com/bcristina/gfqzsl6wxdeqeryd/wish/2202105083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceição</strong> <strong>Evaristo</strong> <strong>é uma escritora mineira</strong>, de Belo Horizonte, nascida em 29 de novembro de 1946, e doutora em Literatura Comparada. Escritora <strong>de origem pobre e de etnia negra</strong>, seus textos trazem a experiência de opressão e marginalidade, com forte valorização da memória ancestral. A autora publicou seus primeiros textos literários na série <em>Cadernos negros</em>, e seu primeiro romance, <em>Ponciá Vicêncio</em>, foi publicado, pela primeira vez, em 2003.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 11:44:51 UTC</pubDate>
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