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      <title>A Conjura de José Eduardo Agualusa by </title>
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      <description>Análise da obra na Disciplina Literaturas de Língua Portuguesa IV</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-02 17:54:22 UTC</pubDate>
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         <title>Iconografia</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 17:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Iconografia</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capa da edição portuguesa</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 18:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Iconografia</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Eduardo Agualusa</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 18:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Info</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A Conjura</strong> foi o primeiro romance do angolano José Eduardo Agualusa e recebeu, em 1989, o Prêmio Revelação Sonangol. Agualusa escreve romances, contos, novelas, livros infantis e peças de teatro e já recebeu outros prêmios, tais como o Grande Prémio Literário RTP (1997) e o Dublin Literary (2017).</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 18:53:38 UTC</pubDate>
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         <title>Link</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma resenha do livro por Ricardo Bonacorci.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 18:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Link</title>
         <author>cesarcasella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Site da editora brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 18:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho</title>
         <author>danielaveronicaborges</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151058023</link>
         <description><![CDATA[<p>"Durante muito tempo acreditara que a sua opção pela carreira das armas se devera, em exclusivo, a uma grande ânsia de repetir os feitos dos seus heróis de menino. Mas intimamente reconhecia agora que fizera tal escolha convicto, sobretudo, de que a glória militar lhe traria a glória maior de ser tratado pelos portugueses de igual para igual. Toda a vida transportara consigo o estigma da cor; por isso fora sempre mais papista que o papa: quando diante de si alguém lançava uma afirmação de desprezo pelos negros, ele sentia-se forçado a lançar outra maior. Mas de cada vez que o fazia sangrava-lhe a alma."</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:01:41 UTC</pubDate>
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         <title>Análise - A relação entre Severino e Judite</title>
         <author>isabelavitoria0002</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151063343</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela é apresentada como um amor jovem e discreto, mantido em segredo com a ajuda de amigos que normalmente se encontravam na barbearia, que serve como ponto social além de sua função principal. Severino se sente inseguro e frustrado com a situação que pode separá-lo, mas o mesmo não desiste de sua amada. Porém, ele interrompe a relação com Carmo Ferreira, que ainda não são aliados, revelando a (falsa) gravidez de Judite. O romance vai dando ênfase no crescimento pessoal de Severino, que agora é pai e tem um emprego, e isso vai refletir em uma nova fase de responsabilidade e amadurecimento. Principalmente na sua reconciliação com Carmo Ferreira indica uma mudança significativa em sua vida, evidenciando um novo senso de comunidade.</p><p>Além disso, o drama se desenvolve através dos capítulos mesmo com toda a situação catastrófica das eleições e política no geral. O drama do amor dos dois se intensifica no encontro com Maria do Imaculado Coração a Ximinha, a história traz à tona um amor antigo, provocando uma mistura de nostalgia e desejo. Esse reencontro o força a confrontar sentimentos que ele pensava ter superado. Porém, o amadurecimento dele reflete exatamente na decisão de Severino de se afastar de Ximinha, e, mudar seu comportamento é uma tentativa de reconstruir sua vida e assumir responsabilidades. É um passo em direção à recuperação, apesar dos desafios que ainda terá pela frente.</p><p>A história de Severino não foi apenas romance e também não é apenas um lutador por uma ascensão social, mas também um reflexo da luta cultural e do desejo de ser reconhecido em uma sociedade que historicamente desconsidera os nativos. Explicarei melhor no trecho seguinte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:10:42 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho ou episódio relevante</title>
         <author>sandrapnn01</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151074139</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos episódios mais marcantes de <strong>A Conjura</strong> ocorre em Luanda, nos anos que antecedem a independência de Angola, quando a cidade se torna um centro de intrigas políticas e tensões entre os colonizadores portugueses e os movimentos de libertação angolanos. A narrativa de Agualusa captura a confusão e a incerteza desse momento de transição, no qual diferentes personagens, com seus próprios interesses e lealdades, conspiram em busca de poder.&nbsp;</p><p>Em uma passagem significativa, Agualusa descreve o clima de conspiração que permeia Luanda:&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;<em>"A cidade de Luanda era então um formigueiro de ambições, de medos e de esperanças. Todos se moviam, como peças de um jogo de xadrez, tentando adivinhar as jogadas do adversário. Ninguém sabia ao certo quem estava do lado de quem. Amigos se tornavam inimigos, e inimigos, aliados, numa dança frenética pelo poder."</em>&nbsp;</p><p>Esse trecho evidencia as complexas dinâmicas de poder que estavam em jogo durante o processo de descolonização, ressaltando as intrigas que surgem tanto entre os colonizadores quanto entre os próprios angolanos. A cidade, aqui retratada como um "formigueiro," simboliza o caos e a transformação, enquanto o "jogo de xadrez" sugere a incerteza e a ambiguidade moral que permeiam as ações dos personagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>Relação com o excerto de Pires Laranjeira</title>
         <author>sandrapnn01</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151074871</link>
         <description><![CDATA[<p>O excerto de Pires Laranjeira explora a necessidade de criação de uma literatura africana independente, que recuse os modelos coloniais e exalte elementos locais, como as línguas nativas e as tradições culturais africanas. Em <strong>A Conjura</strong>, Agualusa aborda essa questão ao construir uma narrativa polifônica, que incorpora múltiplas vozes e perspectivas, refletindo a diversidade da sociedade angolana.&nbsp;</p><p>Além disso, o romance utiliza o bilinguismo e o diálogo entre diferentes culturas como ferramentas de subversão do colonialismo. O uso de expressões em línguas locais e a presença de elementos culturais angolanos reforçam a ideia de uma literatura que busca sua própria identidade, em oposição à hegemonia cultural imposta pelo colonizador português. Essa estratégia narrativa está em sintonia com a "exposição africanística" mencionada por Laranjeira, pois Agualusa resgata e valoriza as tradições culturais angolanas em um contexto literário.&nbsp;</p><p>O conflito entre a herança colonial e a construção de uma nova identidade também está presente na própria trama do romance, onde os personagens enfrentam as consequências de um sistema colonial que continua a afetar suas vidas, mesmo após o início do processo de independência. A citação acima ilustra bem esse ambiente de desconfiança e ambiguidade moral, refletindo a tensão entre os que ainda defendem o legado colonial e os que desejam construir uma nova Angola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>Análise - O Grotesco e a Exclusão Social em A Conjura e Nós Matámos o Cão-Tinhoso.</title>
         <author>anaclaraugulino</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151075278</link>
         <description><![CDATA[<p>No trecho de A Conjura, de José Eduardo Agualusa, o papagaio Manaus, ao imitar a voz do falecido Velho Gama, cria uma confusão que mistura o grotesco com o cômico. Ele traz à tona um momento em que a morte e a memória se entrelaçam, gerando tanto pânico quanto humor entre os vivos. Essa situação explora a ideia de que o passado, simbolizado pelo Velho Gama, continua a influenciar o presente, mesmo que de uma maneira perturbadora. O papagaio, ao repetir os palavrões e ofensas do velho, mantém viva uma parte indesejada do falecido, revelando a dificuldade dos vivos de lidar com a morte e com o legado deixado por quem já se foi.</p><p>Ao relacionar esse excerto com Nós Matámos o Cão-Tinhoso, de Luís Bernardo Honwana, encontramos um paralelo entre Manaus e o Cão-Tinhoso, ambos seres marginalizados, que carregam a memória de uma figura que desperta incômodo nos vivos. O Cão-Tinhoso, assim como o papagaio, é uma figura que já não pertence ao mundo de forma plena: é um animal debilitado, rejeitado pela comunidade, cuja existência desperta nojo e medo, mas também uma certa compaixão. O cão, ao contrário de Manaus, não imita ninguém, mas sua própria condição miserável serve como um reflexo da sociedade que o cerca, que prefere eliminá-lo a lidar com sua presença.</p><p>Em ambos os textos, a morte e a exclusão social são centrais. O papagaio Manaus reproduz o grotesco que o Velho Gama representava em vida, perpetuando uma forma de presença fantasmagórica que perturba os vivos. Da mesma forma, o Cão-Tinhoso é visto como um fardo cuja morte é planejada pela comunidade que não consegue acolhê-lo. No entanto, em Nós Matámos o Cão-Tinhoso, essa morte é executada com um peso moral maior, pois as crianças que levam o cão para o matadouro sentem a tensão entre o dever imposto pelos adultos e a própria consciência, que percebe o sofrimento do animal.</p><p>A rejeição da fraternidade no caso de Manaus – que prefere os palavrões à palavra “fraternidade” – reflete a incapacidade de uma sociedade colonizada e dividida de se unir em torno de ideais elevados. Já no conto de Honwana, a falta de empatia pelos mais fracos, como o Cão-Tinhoso, revela a brutalidade de uma sociedade que prefere eliminar o que a incomoda em vez de tentar compreender e cuidar.</p><p>Em resumo, ambos os textos utilizam personagens marginalizados – o papagaio e o cão – para explorar como o grotesco, a morte e a exclusão social se entrelaçam, criticando uma sociedade incapaz de lidar com a alteridade e a diferença. Tanto Manaus quanto o Cão-Tinhoso são símbolos dessa resistência à aceitação do outro, e suas histórias revelam uma profunda crítica ao modo como os vivos tratam os “mortos-vivos” que ainda habitam seus mundos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do repertório teórico</title>
         <author>sandrapnn01</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151075610</link>
         <description><![CDATA[<p>Teoricamente, o romance pode ser analisado a partir das discussões sobre a literatura pós-colonial e o conceito de "escrita da descolonização," como proposto por Manuel Ferreira (1977). Ferreira argumenta que a literatura africana produzida nesse contexto é fundamentalmente comprometida com a crítica ao colonialismo e a construção de uma identidade nacional autônoma. <strong>A Conjura</strong>, ao revisitar o período que antecede a independência de Angola, oferece uma reinterpretação crítica dos eventos históricos, expondo tanto as lutas pela libertação quanto as complexidades de se construir uma nova nação.&nbsp;</p><p>Luis Kandjimbo (2023) também oferece uma perspectiva valiosa para a análise do romance. Kandjimbo discute a "disciplinarização" da literatura angolana após a descolonização, sugerindo que a produção literária desse período está profundamente marcada pela tensão entre o desejo de independência e as dificuldades de se criar uma nova ordem social e política. Em <strong>A Conjura</strong>, essa tensão é evidente nos personagens que, embora lutem contra o colonialismo, também se veem envolvidos em novas formas de opressão e corrupção no período pós-independência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:25:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Avaliação do sentido global da obra</title>
         <author>sandrapnn01</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151076265</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base nessa análise, o sentido global de <strong>A Conjura</strong> transcende a simples narrativa de um período histórico. O romance de Agualusa serve como uma metáfora para os desafios da construção de uma identidade nacional angolana no período pós-colonial, refletindo as ambiguidades e contradições inerentes a esse processo. A obra questiona tanto o legado do colonialismo quanto as dificuldades encontradas na busca por autonomia política e cultural.&nbsp;</p><p>Agualusa, assim, contribui para a criação de uma literatura angolana que, conforme discutido por Laranjeira, busca se libertar dos modelos coloniais, ao mesmo tempo em que utiliza elementos locais, como o bilinguismo e as tradições africanas, para construir uma nova narrativa. <strong>A Conjura</strong> é, em última análise, uma reflexão sobre o que significa ser angolano em um mundo pós-colonial, e como a literatura pode servir como um meio de reimaginar e reconstruir a identidade de uma nação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:27:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise </title>
         <author>wandersonbrunofirminoramos</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151078735</link>
         <description><![CDATA[<p>Na passagem em que Severino tem uma flexão do mundo nas percepções dos bichos e loucos, assim seguindo essa ideia pressupõe que a lucidez pode surgir de uma experiência quase onírica, podemos observar a força da obra de Agualusa, Nessa contexto, a passagem indicada ilustra os aspectos mapeados por Fonseca e Moreira (2007), a literatura angolana tem é marcada pela tradição da oralidade uma característica cultural, ademais as influências seguem os antecessores e precursores de caráter social, cultural e estético.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:31:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Selecionar e indicar o trecho: Cena que os pássaros são soltos.</title>
         <author>allinejhulianny</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151080993</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p><br></p><p>Há uma cena em que os conspiradores, durante um de seus encontros secretos, soltam pássaros que haviam sido presos. Isso simboliza a liberdade que eles desejam para o Brasil, que na época era controlado por Portugal. A ação de libertar os pássaros representa o sonho deles de libertar o povo da opressão. </p><p><br></p><p>Essa parte do livro usa os pássaros como uma metáfora: assim como as aves são soltas para voar livres, os conspiradores querem que o Brasil seja livre das regras impostas pelos colonizadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:34:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relacionar o trecho da cena em que os pássaros são soltos aos estudos da literatura angolana : </title>
         <author>allinejhulianny</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151082468</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A passagem em que os pássaros são soltos pode ser relacionada à literatura angolana, especialmente nas obras que tratam da luta pela liberdade e da busca por identidade cultural, refletindo sobre a luta contra o colonialismo e a busca por autonomia.</p><p><br/></p><p>A libertação dos pássaros em "A Conjura" remete à ideia de esperança e renovação presente na literatura angolana, onde personagens lutam para se livrar das amarras do colonialismo e afirmam sua identidade e cultura.</p><p><br/></p><p>Ambas as literaturas utilizam símbolos como a libertação para expressar o desejo de um futuro melhor e a superação de dificuldades, mostrando que a busca por liberdade é um tema universal na literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literaturas de Língua Portuguesa IV. Aluna: Ranayane G.Dantas </title>
         <author>ranaestudos2022</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151082604</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>“A Conjura” está ambientado em um período de forte agitação política em Angola. O livro se passa entre o final do século XIX e início do século XX, um período crucial para a Angola colonial, que estava passando por profundas mudanças políticas e sociais. O título “A Conjura” refere-se a conspirações políticas que moldam a narrativa, refletindo as tensões e os jogos de poder de uma sociedade dividida entre colonizadores e colonizados, e também as várias facetas da luta de resistência africana.</p><p><br/></p><p>A trama é impulsionada por uma série de intrigas políticas, romances e traições, com Lourenço (personagem)  envolvido em conspirações que refletem as tensões entre as elites angolanas e as forças coloniais. No entanto, o enredo é menos sobre grandes eventos históricos e mais sobre os indivíduos que vivem e navegam nesse período de turbulência. A forma como Agualusa constrói a narrativa a partir das vivências pessoais dos personagens traz uma profundidade íntima ao romance, conectando as questões políticas e sociais com o universo interior dos indivíduos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A cor preta e parda é considerada como uma palha movida pelo vento, Não somos chamados para nada por que entende o governo que nós somos escravos.</p><p>“[...] a ideia de independência está por toda a parte na província, todos já se congratulão, só resta pôr-se em prática a obra.</p><p>“[...] Avante, alerta e nada de medo. Vamos rapazes, cada um no posto que as circunstâncias destinarem e verão debaixo dos vossos pés, cahido e humilhado o tridente de Neptuno.</p><p>“Continuar-se-ha porque no interior faz-se mesma couza.”</p><p>“Dom Ferrabraz, Rei d’Alexan” [o fim da palavra está rasgado]</p><p>(Panfleto manuscrito apreendido em Luanda em 1874.) página 95.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>“Angolenses, emitae a grande América e o Brasil, por que o homem deve ser útil à pátria que o viu nascer.</p><p>“Um tiro dado em defesa da pátria é um título de glória.</p><p>“Os Dembos esperam a nossa voz, eles se oferecem para a causa comum e uma junta provizória dirige o nosso destino.</p><p>“Lembrae que os empregos é tudo só para os portugueses, para nós nada! Vede os nossos campos arrazados, a nossa riqueza aniquilada, as nossas irmãs prostituídas, os nossos concelhos do interior despovoados; a fome e a peste perseguindo-nos sempre por cauza d’uma administração pecima. Página 94.</p><p><br/></p><p>O trecho acima apresenta uma forte crítica à colonização portuguesa em Angola, destacando a opressão, a exploração e as consequências devastadoras que a administração colonial trouxe para os angolanos. O texto menciona a destruição dos campos, a pobreza imposta, a desumanização das mulheres angolanas e o controle absoluto dos empregos pelos colonizadores portugueses, ilustrando um cenário de violência, exploração e resistência por parte dos colonizados.</p><p><br/></p><p>Relacionando esse trecho com a obra <strong>“As literaturas africanas de língua portuguesa: identidade e autonomia”</strong> de Pires Laranjeira, podemos identificar um paralelo claro com o conceito de <em>literatura de resistência</em> abordado por Laranjeira. Na obra, o autor examina como as literaturas africanas de língua portuguesa emergem como um meio de expressão cultural e política contra o colonialismo, contribuindo para a formação de uma identidade nacional e de uma autonomia cultural.</p><p><br/></p><p>Laranjeira argumenta que a literatura africana de língua portuguesa serve como uma ferramenta para denunciar a violência colonial, ao mesmo tempo em que celebra a identidade e a cultura dos povos africanos. O trecho citado reflete essa resistência, ao evocar a luta dos angolanos contra a opressão portuguesa e a busca por uma voz e uma autonomia próprias, temas centrais discutidos por Laranjeira na análise da literatura africana. Assim, tanto o trecho quanto a obra de Laranjeira se interligam na exposição do papel da literatura como uma forma de resistência e um espaço para o questionamento da opressão colonial.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c1/JE_Agualusa.jpg/1200px-JE_Agualusa.jpg" />
         <pubDate>2024-10-02 23:37:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise: Com base em repertório teórico </title>
         <author>allinejhulianny</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151083050</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>A passagem em que os pássaros são soltos simboliza o desejo de liberdade, um tema central na literatura africana de expressão portuguesa. Assim como os personagens de Fischer buscam libertar o Brasil do colonialismo, muitos escritores africanos falam sobre a luta pela independência e emancipação do domínio colonial. Além disso, essa cena representa a busca por identidade, já que os pássaros voando livremente simbolizam a reconexão com a cultura e as tradições, algo comum nas obras de autores angolanos, que discutem a redescoberta de suas raízes. Por fim, a libertação dos pássaros é um ato de esperança, mostrando que, apesar das dificuldades, sempre existe a possibilidade de um novo começo e de transformação social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>Avalie esse trecho </title>
         <author>allinejhulianny</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151084084</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O primeiro é exploração da luta pela liberdade e a resistência contra a opressão colonial no Brasil do século XIX. A obra destaca a importância da solidariedade e da ação coletiva na busca por mudanças sociais e políticas. Através de seus personagens, o autor apresenta dilemas morais e as complexidades das relações humanas em tempos de crise, refletindo sobre a coragem necessária para desafiar. Assim, a narrativa não apenas resgata um momento histórico, mas também provoca reflexões sobre a identidade nacional, a liberdade e o papel do indivíduo na construção de um futuro&nbsp;mais&nbsp;justo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:39:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise </title>
         <author>danielaveronicaborges</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151086175</link>
         <description><![CDATA[<p>No trecho escolhido, é possível vermos uma relação ao gosto do personagem por armas, no qual ele acreditava existir por repetir algo que seus heróis antepassados já fizeram um dia, porém ele acaba notando que tem mais haver com a vontade de ter poder, de se sentir importante a ponto de ser bem visto pelos portugueses ( tema que é bastante debatido em textos do tipo, falando da luta pela liberdade e justiça social, consequências da colonização etc...). Também vemos a questão racial, e do estigma da cor que foi perpassado por toda a sua vida, e quando alguma ofensa era-lhe lançada, sentia necessidade de rebater, porém, com tristeza. Aqui notamos claramente, a relação racial e a maneira que era necessário meios de se desvencilhar de julgamentos de modo que não fosse demonstrado fraqueza, entretanto a reflexão e angústia por ser visto apenas através de sua cor  e raça o dilacerava. Como mostra a referência de Fonseca Moreira, "temos fortemente a influência de antecessores e precursores de caráter social, cultural e estético" ou seja, a identidade social, racial e de cultura costuma estar presente em temas dentro da literatura Africana, já que pode-se inserir como identidade. </p><p>Com base em meus conhecimentos prévios sobre o teor contido na literatura, pude perceber características marcantes no que diz respeito a cultura, a identidade, a origens, influências sociais, independência etc.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:42:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise II</title>
         <author>wandersonbrunofirminoramos</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151091383</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse sentido, as reflexões de Severino traçam as intersecções entre uma sociedade marcada pelo misticismo e o surrealismo presente na obra.</p><p><br/></p><p>O livro traça importantes características da cultura angolana, assim os marcadores de identidade angolana são bem presentes na história, ademais o surrealismo inserido no contexto do romance reforça a existência de uma sociedade onde a fantasia vai de encontro com o real. </p><p>A narrativa destaca a necessidade de compreender a alma do povo angolano, indo além das descrições superficiais para captar a essência de sua cultura e experiências.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 23:49:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise III</title>
         <author>wandersonbrunofirminoramos</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151092640</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra também se insere em um contexto histórico, abordando a luta do povo angolano pela liberdade e a resistência contra a opressão, o que é fundamental para entender a cultura e a sociedade angolana.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 23:51:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise - Trechos usados. </title>
         <author>isabelavitoria0002</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151092860</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu objetivo é analisar duas situações ao longo da obra. A primeira se refere a uma narrativa que despertou meu interesse de maneira particular (A relação de Severino com a Judite), uma vez que o romance apresenta diversas situações emocionantes e várias reviravoltas. No entanto, uma passagem específica destaca-se pelo foco no desenvolvimento pessoal de um personagem, será o trecho que analisarei e relacionarei com nossas aulas.</p><p><br/></p><p>“Carlos da Silva encolheu os ombros, continuou:</p><p>– Como entendeis vós a independência? Como eu talvez, isto é, a</p><p>desunião de Portugal, da nossa mãe pátria. Para quê, para nos acolhermos</p><p>em seguida a qualquer bandeira estrangeira? Não ficaremos pois</p><p>independentes. A cerimônia que se fizer não será mais do que a mudança</p><p>de papéis porque continuaremos a estar dependentes, se não de Portugal, da</p><p>nação a cuja bandeira nos formos acolher. E não será melhor que</p><p>continuemos a ser portugueses, e com bastante orgulho porque os nossos</p><p>avós o foram, os nossos pais o são?</p><p>Severino interrompeu-o:</p><p>– Orgulho? Pois você tem orgulho em ter por tutor um país como</p><p>Portugal? Que nada nos trouxe de bom, que nada fez para o</p><p>desenvolvimento de Angola! Que apenas nos assegura a miséria, o</p><p>embrutecimento, a fome, a morte enfim? É o orgulho do boi pela canga que</p><p>o traz cativo!”&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O trecho retirado do livro fica, de certa forma, descontextualizado. Mas, podemos conciliar a fala de Carlos, que mesmo defendendo sua “mãe pátria” ainda nos revela a constante busca pela identidade africana. Pode-se entender isso no trecho também retirado do livro, sendo ele:</p><p><br/></p><p>“Ainda que venha a república, Portugal não tem capacidade para</p><p>desenvolver Angola. Melhor seria que nos vendessem à França, à Alemanha</p><p>ou à Inglaterra, como de resto o pretendem alguns senhores deputados.”</p><p>&nbsp;</p><p>“Os povos do interior são, salvo raras exceções, gente</p><p>de paz. A sua luta é no fundo também a nossa luta. Combatem para se</p><p>libertarem da injustiça, da opressão, dos estrangeiros que lhes invadem as</p><p>terras, lhes roubam os bens, lhes desrespeitam os costumes e lhes</p><p>escravizam os irmãos. O falecido Arantes Braga muitas vezes me repetiu</p><p>isso mesmo. Digo, como ele dizia, que vai sendo tempo de Angola</p><p>despertar.”&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:52:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Avaliação da Obra- Ranayane</title>
         <author>ranaestudos2022</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151094119</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma avaliação breve do romance “A conjura” de José Eduardo Agualusa pode ser vista como uma obra que transcende o contexto específico da luta pela independência de Angola, abordando temas universais como poder, resistência, traição e o complexo processo de construção de uma nação. Agualusa utiliza uma linguagem rica e poética, conseguindo capturar não apenas a realidade política do período, mas também as nuances humanas de seus personagens, que muitas vezes se encontram divididos entre lealdades, ambições e a busca por liberdade.</p><p>O romance reflete a forma como as literaturas africanas de língua portuguesa abordam questões de identidade, memória e a herança do colonialismo, fazendo com que a obra seja relevante não só para leitores angolanos, mas também para qualquer público interessado em histórias de emancipação e transformação social. Ao entrelaçar realidade e ficção, Agualusa apresenta um retrato de uma sociedade em transição, explorando as ambiguidades e contradições que surgem em tempos de revolução.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 23:54:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151094119</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Avaliação </title>
         <author>danielaveronicaborges</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151095388</link>
         <description><![CDATA[<p>Como objetivo central da obra, pude compreender de modo geral, uma vasta exposição no que diz respeito a misturas de elementos de narrativa histórica, realismo dentre outros. Observei também questões latentes sobre identidade, memória histórica, questões sociais que contam um pouco da história angolana e suas questões durante o passar do tempo.</p><p>O romance também nos mostra a vida dos personagens envoltas pelas tradições culturais angolanas ou seja cada personagem ou um pouco deles podem estar caracterizando uma parte da sociedade, como passado, raízes, resistências, questões atemporais etc.</p><p>Por fim, a obra pôde me proporcionar uma boa ideia tanto da literatura angolana em si, quanto a passagem histórica que é necessário se ter de base para entender melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:55:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise - Justificando os trechos.</title>
         <author>isabelavitoria0002</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151096075</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os trechos abordam uma das maiores questões do livro, a colonização e a descolonização, e particularmente eu compreendi a partir desse trecho que ilustra as tensões sociais e políticas da época, evidenciando a luta pela identidade e o ressentimento colonial. As conversas refletem uma parte das interações entre colonizadores e nativos, destacando as diferentes perspectivas sobre a colonização e suas consequências. A dinâmica entre os personagens revela as complexidades das relações raciais e sociais em Angola, à medida que os angolanos buscam afirmar sua identidade em um contexto de opressão e luta por autonomia.</p><p>           É possível relacionar a complexidade na entrevista do antropólogo cabo-verdiano Manuel Brito-Semedo, que vai defender que a identidade de Cabo Verde é formada pela fusão entre Europa e África. Uma identidade crioula cujo destino não é africano, e isso, apesar da história se passar em Angola, ambas narrativas se passam pela mesma problemática.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E agora sobre a independência tanto literária quanto colonial, gostaria de relacionar também com as palavras de Laranjeira, quando o mesmo diz que a busca de autonomia passa, portanto, e em suma, pela identificação dos locutores entre si e com um projeto de independência literária face aos modelos coloniais de cultura. Reivindicação anti-colonial, afirmação nacional, assunção étnica e folclórica, uso do bilinguismo textual ou de linguas não européias (crioulo, forro, línguas bantas), exposição africanística, exaltação rácica, exultação independentista, todos os meios são aceitáveis pela comunidade de consciência não portuguesa, desde que possam inserir o texto no processo de instauração de uma comunidade africana.</p><p>           Ainda sobre a colonização e identidade em Angola, o tema vai se conectar com as ideias de Laranjeira sobre a busca por autonomia. A relação entre Carlos e Severino mostra a tensão entre diferentes visões sobre independência. Carlos defende uma ligação com Portugal, revelando resistência à ruptura, enquanto Severino critica essa dependência e clama por uma identidade africana própria. Essa conversa mostra as complexidades das relações coloniais e a luta interna dos angolanos em um contexto de opressão. Quando Carlos comenta de serem vendidos a potências estrangeiras ele questiona a verdadeira independência, ressaltando que a "mãe pátria" não trouxe benefícios. Isso ecoa a crítica anti-colonial de Laranjeira, que enfatiza a necessidade de afirmar uma identidade própria.</p><p>          Além disso, ao relacionar essa análise à identidade crioula de Cabo Verde, vemos como as experiências coloniais moldaram identidades únicas. Essa fusão de culturas destaca a complexidade das interações entre colonizadores e colonizados, gerando novas formas de se afirmar. A conexão entre os textos evidencia a literatura africana como um espaço de resistência e reavaliação cultural, onde se busca não apenas autonomia política, mas também uma reafirmação da identidade cultural. Assim, a luta pela autonomia é um tema central sobre as obras literárias quanto as discussões sobre colonialismo e identidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 23:56:54 UTC</pubDate>
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         <title>A Literatura Angolana / Luciana Ferreira </title>
         <author>cris_chocolate</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151106021</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi uma experiência demorada, violenta, a da luta armada , sofrida por tantos (todos) , na multiplicidade vivida que, obviamente , terminará por ser incisivamente expressa pelos criadores angolanos. Teremos talvez, isso sim, que esperar largos anos para que as novas e extraordinárias revelações aconteçam . Os factos estão ainda muito perto e haverá necessidade de uma longa sedimentação para que o ato da escrita se apure e adense na distanciação do tempo que, para a prática criativa, é meditação e espessura. </p><p><br/></p><p>A análise desse trecho da literatura angolana e de cabo verde estudada em aula de Literatura , contudo, também ministrada na obra : A Conjura cita uma história vivida pelos angolanos, na qual , eles eram violentados pelos povos europeus, nisso, deu- se então um esclarecimento que a história triste vivida pelos angolanos fizeram com que eles criassem uma escrita angolana em um modo de multiplicidade. </p><p>Os moradores de Luanda então começam a conspirar contra o governo .Era por Angola que muitos dos escravos eram enviados ao Brasil e muitos angolanos enriqueceram demasiadamente com o comércio de humanos . No livro , alguns brasileiros apoiam o revanche e enviam dinheiro e armamentos. È um livro muito rico, muitos personagens , muitas histórias. O quanto estamos ligados a Angola , ás vezes por motivos nada nobres, ou até mesmo por termos tido os mesmos colonizadores  e o mesmo idioma,  e o quão pouco conhecemos o país . </p><p><br/></p><p>Avaliação: Avalio a obra como uma lição passada para algumas pessoas que estavam fazendo a leitura sobre como foi a vivência de alguns negros que eram escravizados pelos portugueses e levar para essas pessoas que são descendentes de europeus não repetir o mesmo ato cruel que os seus antepassados fizeram com os povos angolanos , pois, esses atos não trouxeram uma consequência boa para os angolanos que sofriam nas mãos dos povos europeus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 00:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação pessoal.</title>
         <author>isabelavitoria0002</author>
         <link>https://padlet.com/cesarcasella/gf4iw0y5dguq3egj/wish/3151110950</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra me permitiu vivenciar toda a história do livro de maneira vivida, como se fosse uma novela, a história dos personagens e de como as histórias se costuram. Uso o exemplo do Carmo Ferreira que começou como um adversário no seu contexto amoroso, e no final, virou seu mais importante aliado, e isso foi construído com muito desenvolvimento. Uso como exemplo também o desenvolvimento do Severino e seu inesperado final, Severino sofre transformações ao mesmo tempo que Luanda também sofre, incluindo o aumento da violência contra os naturais e os conflitos em que a população está envolvida.</p><p>– Até a dignidade da morte lhes roubaram. – Murmurou Caninguili.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A obra trata sobre diversos temas importantes, mas o que mais me chamou atenção foi sobre a instabilidade da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 00:14:21 UTC</pubDate>
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