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      <title>TRILHA DE APROFUNDAMENTO: VARIAÇÃO ÉTNICA E CULTURAL        TURMA: 23.05                     PROFESSORA: ADELITA by ADELITA RIBEIRO DIAS CAVALCANTE</title>
      <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42</link>
      <description>Explorando a riqueza da Variação Étnica e Cultural no Brasil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-24 11:45:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-21 18:22:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Instrumentos musicais e regionais </title>
         <author>danyrcr300</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2975811275</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A música brasileira</strong> se formou a partir da mistura de elementos nativo-americanos, europeus e africanos. Mas, com o decorrer da <strong>história</strong>, elementos de outras nacionalidades e culturas foram integrando nossa musicalidade, e assim foram sendo criados, em cada região do país, ritmos musicais únicos</p><p>&gt;Historias,como é feito,e sua relevância para a musica regional.</p><p><strong>Na Idade da Pedra Lascada (quando o homem produzia objetos com pedra e madeira), surgiram os primeiros chocalhos e apitos, feitos com materiais retirados da natureza</strong>. Ossos, por exemplo, serviam como flautas e apitos. Os tambores também são muito antigos. Eram produzidos com bambu e pele de animais há 10 mil anos.</p><p><br/></p><p>A Música Regional tornou-se um dos principais produtos da cultura popular, pois ouvir e analisar música <strong>é um ato simbólico de identificação, representações de estilos de vida, visões de mundo e valores sociais</strong>. Sendo assim, elas nos fornecem elementos para a construção de identidades sociais e laços afetivos.</p><p><strong>Instrumentos Musicais brasileiros</strong>: </p><ul><li><p>Pandeiro. O pandeiro está entre os principais <strong>instrumentos musicais brasileiros</strong>, uma vez que é bastante utilizado em alguns estilos de música bem tradicionais do Brasil, tais como: o </p><p>pagode e o samba. ... </p></li><li><p>como é feito o pandeiro.</p></li><li><p><strong>utilizando membrana de pele de cabra para se conseguir, no pandeiro, os sons graves do surdo e patinelas de metais nobres para se alcançar um som brilhante e preciso</strong>.</p></li><li><p>Berimbau. ...</p></li><li><p>Cuíca. ...</p></li><li><p>Agogô ...</p></li><li><p>Cavaquinho. ...</p></li><li><p>Afoxé ...<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.genera.com.br/blog/ancestralidade-musica-brasileira/#:~:text=A%20m%C3%BAsica%20brasileira%20se%20formou,do%20pa%C3%ADs%2C%20ritmos%20musicais%20%C3%BAnicos."><br></a></p></li></ul><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.genera.com.br/blog/ancestralidade-musica-brasileira/#:~:text=A%20m%C3%BAsica%20brasileira%20se%20formou,do%20pa%C3%ADs%2C%20ritmos%20musicais%20%C3%BAnicos.">A ancestralidade da música brasileira - Genera</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Mitos e Lendas Regionais</title>
         <author>isabellamarques2_1</author>
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         <description><![CDATA[<p><br><strong>Lendas e mitos típicos das cinco regiões brasileiras.</strong></p><p>Os cinco cantos do país guardam muitos mistérios. A mata amazônica é perfeita para esconder segredos sob as sombras das folhas e troncos de suas árvores. Já o sertão nordestino é árido o suficiente para acobertar um dragão! Um país tão diversificado na cultura, com influências negras, indígenas e portuguesas por toda a parte, só poderia criar lendas e mitos riquíssimos. </p><p><br></p><p><strong>Região Norte: Boto</strong></p><p>Ao cair da noite, um homem muito belo se levanta das águas de um rio vestido inteiramente de branco. Ele é o boto, um formoso conquistador de jovens mulheres. Seu look é completado por um chapéu branco para disfarçar seu nariz grande – única coisa que confessa o contorno do seu corpo original. Seu charme e elegância são tamanhos que ele enlouquece todas as meninas da região em noites de festa junina, se transformando no mais requisitado homem da festividade. Ele atrai uma bela donzela desacompanhada, a leva para o fundo do rio e, ali, a engravida. Na manhã seguinte, volta a sua real natureza.&nbsp;Acredita-se que esta fábula era utilizada por mães solteiras para disfarçar sua situação que, em épocas passadas, era considerada degradante. A expressão “filho de boto” vem dessa história.</p><p><br></p><p><strong>Região Nordeste: Cuca </strong></p><p>Quando se pensa em Cuca, logo se lembra da personagem de Monteiro Lobato. Mas, apesar do autor morar no interior de São Paulo, a lenda da bruxa tem origens nordestinas e portuguesas. A Cuca foi inspirada em um dragão de lendas lusitanas, o coca. Com a colonização, a história se transformou no mito de uma velha muito feia, com feições de jacaré, que saia pelas ruas roubando as crianças malcriadas. A fábula era usada principalmente para fazer os menores dormirem. A frase “a cuca vem pegar” faz parte do imaginário e da tradicional musiquinha “nana neném”. </p><p><br></p><p><strong>Região Centro-Oeste: Romãozinho</strong></p><p>Crianças levadas são um tema muito recorrente entre as lendas brasileiras. Isso porque a maior parte desses mitos eram usados para fazer as crianças desobedientes tremerem na base! Uma das mais conhecidas para as crianças do centro do Brasil é a lenda do Romãozinho. Nela, um menino fica encarregado de levar um pacote com o almoço de seu pai, que a sua mãe  preparou. No caminho, ele come toda a comida e só deixa os ossos do frango. Ao entregar o embrulho ao pai, diz que a sua mãe comeu tudo juntamente de um amante e só enviou as sobras para ele. Enfurecido, o pai volta para casa e mata a esposa. A mãe, que não tinha culpa nenhuma, joga uma maldição sobre o filho: ele nunca morrerá e ficará vagando eternamente, sem jamais crescer. Alguns Enfurecido, o pai volta para casa e mata a esposa. A mãe, que não tinha culpa nenhuma, joga uma maldição sobre o filho: ele nunca morrerá e ficará vagando eternamente, sem jamais crescer. Alguns  acreditam que, até hoje, a criança fica vagando por aí, fazendo todo tipo de peripécias, travessuras e malvadezas. </p><p><br></p><p><strong>Região Sudeste: Curupira</strong></p><p>Em outras regiões do país, essa lenda é conhecida como caipora, mas as características são as mesmas: um menino (ou anão) levado, de cabelos vermelhos como fogo e com pés invertidos (calcanhares para frente), que tem como tarefa cuidar da floresta e de todos os seus seres vivos. Esse mito se originou no estado de São Paulo com os exploradores da região. Os índios, muito astutos, não queriam ser capturados pelos portugueses e bandeirantes que, no século XVI, andavam pelas matas brasileiras em busca de indígenas para escravizar ou catequizar. Para enganarem os nativos marcavam o caminho com folhas, pedras e rochas e andavam de costas para deixar rastros ao contrário, forjando uma&nbsp;trilha ao inverso, sendo impossível de rastreá-los. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:17:04 UTC</pubDate>
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         <title>Dança Tipicas  </title>
         <author>mikaelecarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2975819344</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A origem da Sússia</strong></p><p>A Sùssia é dançada pela comunidade nos Festejos do Divino Espírito Santo. Quando o Tocantins foi criado, em 1988, a dança ganhou destaque e foi reconhecida nacionalmente como patrimônio nacional. A Catira também foi uma dança que garantiu seu espaço como expressão da cultura regional tocantinense.</p><p><br/></p><p><strong>Importância cultura da Sùssia</strong></p><p> a importância da prática da sússia entre as crianças, tendo como objetivo a preservação de uma tradição, uma vez que <strong>e</strong>ssa dança representa a identidade cultural de um povo, sendo parte</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>Dicionário de Expressões</title>
         <author>kayquecosta1</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong> {São Paulo} [Pagar o pata</strong> ] Significa ser responsabilizado por algo que não fez ou sofrer as consequências de algo que não causou.</p></li><li><p><strong>[Chutar o balde ]</strong> Desistir de algo ou tomar uma atitude drástica.</p></li><li><p><strong>{Mato Grosso}[Ficar de nelso</strong> ] Ficar sem fazer nada, sem ocupação.</p></li><li><p><strong>{Rio Grade do Norte} [Fazer hora</strong> ] Gastar tempo, especialmente quando não há nada para fazer.</p></li><li><p><strong>[Deixar a desejar</strong> ] Não alcançar as expectativas ou não satisfazer completamente.</p></li><li><p><strong>[Meter o pé na jaca</strong> ] Exagerar em algo, principalmente em comer ou beber.</p></li><li><p><strong>[Ficar na bronca</strong> ] Ficar chateado ou irritado com algo ou alguém.</p></li><li><p><strong>[Esticar a corda</strong>] Levar algo ao limite, especialmente em situações onde a paciência é testada.</p></li><li><p><strong>[Bater perna</strong> ]Andar a pé, geralmente sem destino específico.</p></li><li><p><strong>[Dar um jeitinho</strong> ] Encontrar uma solução improvisada ou não comvencional para um problema.</p></li><li><p>[neuso] diz-se de ou indivíduo ingênuo, tolo, inexperiente.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 16:43:43 UTC</pubDate>
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         <title>Línguas indígenas</title>
         <author>ricardoramalho3</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982152548</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma língua indígena ou língua autóctone, é um língua que é nativa para uma região e falada por povos indígenas, mas foi reduzida ao nível de uma língua minoritária. Esta língua seria de uma comunidade linguisticamente distinta que fixou-se na área há muitas gerações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 19:52:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ricardoramalho3</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982152549</link>
         <description><![CDATA[<p>Estima-se que no ano de 1500, quando os europeus começaram a ocupar as terras do que hoje chamamos Brasil, havia nesse território uma população de mais de 5 milhões de pessoas, com <strong>mais de 1200 línguas e dialetos</strong> (ver Aryon Rodrigues). Ainda de acordo com o Censo 2010, contamos hoje com 274 línguas e dialetos nativos.31 de ago. de 2022</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 19:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ricardoramalho3</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982152551</link>
         <description><![CDATA[<p>São elas: <strong>guajajara, sateré-mawé, xavante, yanomami, terena, macuxi, kaingang, ticuna e guarani</strong>, sendo que as últimas contam com cerca de 30.000 falantes cada uma. Já as cerca de 170 línguas restantes possuem um número de falantes de cerca de 400 índios, cada uma. (Lopes, 1995, Rodrigues, 1999).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 19:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Variação  Linguística  em Comunidades  Migrantes </title>
         <author>marianasena4</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982160579</link>
         <description><![CDATA[<p>Os <strong>imigrantes</strong> levam consigo as línguas que eles falam para os <strong>diferentes</strong> países no qual passam a residir e, muitas vezes, se deparam com novas línguas que até então não conheciam ou não falavam. Para se adaptar ao novo país, o imigrante, muitas vezes se vê obrigado a aprender a língua que é falada nesse novo contexto.  </p><p>     <strong>Preservar a língua </strong>     <strong>é fundamental, pois ela reflete a história e os valores de uma comunidade de forma autêntica</strong>. Essa preservação não apenas fortalece a literatura, a música, a arte e as tradições, mas também promove uma comunicação genuína e baseada nas raízes culturais.           </p><p><br/></p><p>                                                     <strong>As variaçoes      linguísticas acontecem porque vivemos em uma sociedade complexa, na qual estão inseridos diferentes grupos sociais</strong>. Alguns desses grupos tiveram acesso à educação formal, enquanto outros não tiveram muito contato com a norma culta da língua.      </p><p>          </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 19:59:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Artesanato </title>
         <author>jaquelinepereiradossantos014</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982163688</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br>1 artesanato de madeira<br>Os artesanatos em madeira produzem objetos diversificados com motivos da natureza, do universo humano e a fantasia. Exemplos disso são as carrancas, ou cabeças-de-proa, os utensílios como cocho, pilão, gamelas e móveis simples e rústicos, os engenhos, moendas, tonéis, carroças e o maior produto artesanal em madeira – contando com poucas partes de metal – são os carros de bois.</p><p>2) Artesanato de renda</p><p><br><br>A renda, presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos, tem um importante papel econômico nas regiões Norte, Nordeste e Sul, e é desenvolvida pelas-mãos-das-rendeiras.</p><p>3) Artesanato feito de cerâmica</p><p><br>Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. Isso pode ser identi<br><br>ficado no período neolítico (6.000 a.C.) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. O mesmo pode ser percebido no Brasil no mesmo período. Pesquisas permitiram identificar uma indústria lítica e fabricação de cerâmica por etnias de tradição nordestina que viveram no sudeste do Piauí em 6.000 a.C<br></p><p>4) Artesanato Trançado</p><p><br/></p><p>A arte de trançar fibras, deixada pelos índios, inclui esteiras, redes, balaios, chapéus, peneiras e outros. Quanto à decoração, os objetos de trançados possuem uma imensa variedade, explorada através de formas geométricas, espessuras diferentes, corantes e outros materiais. Esse tipo de artesanato pode-se encontrar espalhados em diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil como, na Bahia, Mato Grosso, Maranhão, Pará e o Amazonas.</p><p><br>&nbsp;</p><p>5) Artesanato Indígena</p><p><br/></p><p>Cada grupo ou tribo indígena tem seu próprio artesanato. Em geral, a tinta usada pelas tribos é uma tinta natural, proveniente de árvores ou frutos. Os adornos ea arte plumária são outro importante trabalho indígena.</p><p>&nbsp;A grande maioria das tribos desenvolvem a cerâmica e a cestaria. E como passatempo ou em rituais sagrados, os índios desenvolveram flautas e chocalhos.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 20:03:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Culinaria Regional </title>
         <author>riquelaneramalho</author>
         <link>https://padlet.com/adelitacavalcante/ge4cxrkim8988f42/wish/2982165787</link>
         <description><![CDATA[<p>RECEITA DA REGIÃO NORDESTE  </p><p> </p><p>ACARAJÉ</p><p><br/></p><p>INGREDIENTES</p><p><br/></p><ul><li><p>500 g de feijão fradinho cru</p></li><li><p>500 g de cebola</p></li><li><p>Sal a gosto</p></li><li><p>1 cebola pequena com casca</p></li><li><p>500 ml de óleo</p></li><li><p>500 ml de azeite de dendê</p></li><li><p>2 xícaras de chá de vatapá</p></li><li><p>150 g de camarão seco</p></li></ul><p><br/></p><p>MODO DE PREPARO:</p><ol><li><p>Coloque os feijões inteiros num processador de alimentos e bata por alguns segundos para quebrar os grãos</p></li><li><p>Cuidado para não esmigalhar.</p></li><li><p>Coloque os feijões num recipiente e cubra com água.</p></li><li><p>Deixe de molho por no mínimo 12 horas.</p></li><li><p>Agite os feijões com uma colher e com uma peneirinha vá retirando todas as cascas que se desprendem dos feijões.</p></li><li><p>Depois de retirar bastante as cascas, lave os feijões sob a água corrente e continue retirando ?o olhinho? e o restante das cascas.</p></li><li><p>Retire o máximo possível.</p></li><li><p>Reserve.</p></li><li><p>Descasque as cebolas.</p></li><li><p>Corte em pedaços.</p></li><li><p>Reserve.</p></li><li><p>Num processador, coloque os feijões e as cebolas.</p></li><li><p>Bata por 3 minutos, ou até obter uma pasta lisa e uniforme.</p></li><li><p>Retire toda a pasta do processador e coloque dentro de uma panela grande e funda.</p></li><li><p>Com uma colher de pau, bata a massa do acarajé até que a massa triplique de volume.</p><p>Esse processo é bastante demorado mas é importantíssimo para a fermentação.</p></li><li><p>Coloque o óleo, o azeite de dendê, e a cebola com casca numa panela média e leve ao fogo alto para esquentar.</p></li><li><p>Com duas colheres de sopa, modele os acarajés: encha uma das colheres com a massa, passe de uma colher para a outra até que a massa fique com formato de bolinho.</p></li><li><p>Coloque os bolinhos no óleo bem quente e frite por 3 minutos de um lado.</p></li><li><p>Com uma escumadeira, vire os bolinhos e deixe fritar até que fiquem dourados.</p></li><li><p>Regule a temperatura do óleo.</p></li><li><p>Se for necessário, abaixe a chama do fogo para que o óleo não queime.</p></li><li><p>Retire os bolinhos com uma escumadeira e coloque sobre papel absorvente.</p></li><li><p>Corte os bolinhos ao meio e recheie com vatapá.</p></li><li><p>Coloque o camarão seco dentro do acarajé e feche.</p></li><li><p>Sirva a seguir</p></li></ol><p><br/></p><ol><li><p>Coloque os feijões inteiros num processador de alimentos e bata por alguns segundos para quebrar os grãos.</p><p>Cuidado para não esmigalhar.</p><p>Coloque os feijões num recipiente e cubra com água.</p><p>Deixe de molho por no mínimo 12 horas.</p><p>Agite os feijões com uma colher e com uma peneirinha vá retirando todas as cascas que se desprendem dos feijões.</p><p>Depois de retirar bastante as cascas, lave os feijões sob a água corrente e continue retirando ?o olhinho? e o restante das cascas.</p><p>Retire o máximo possível.</p><p>Reserve.</p><p>Descasque as cebolas.</p><p>Corte em pedaços.</p><p>Reserve.</p><p>Num processador, coloque os feijões e as cebolas.</p><p>Bata por 3 minutos, ou até obter uma pasta lisa e uniforme.</p><p>Retire toda a pasta do processador e coloque dentro de uma panela grande e funda.</p><p>Com uma colher de pau, bata a massa do acarajé até que a massa triplique de volume.</p><p>Esse processo é bastante demorado mas é importantíssimo para a fermentação.</p><p>Coloque o óleo, o azeite de dendê, e a cebola com casca numa panela média e leve ao fogo alto para esquentar.</p><p>Com duas colheres de sopa, modele os acarajés: encha uma das colheres com a massa, passe de uma colher para a outra até que a massa fique com formato de bolinho.</p><p>Coloque os bolinhos no óleo bem quente e frite por 3 minutos de um lado.</p><p>Com uma escumadeira, vire os bolinhos e deixe fritar até que fiquem dourados.</p><p>Regule a temperatura do óleo.</p><p>Se for necessário, abaixe a chama do fogo para que o óleo não queime.</p><p>Retire os bolinhos com uma escumadeira e coloque sobre papel absorvente.</p><p>Corte os bolinhos ao meio e recheie com vatapá.</p><p>Coloque o camarão seco dentro do acarajé e feche.</p><p>Sirva a seguir.</p><ol><li><p>Coloque os feijões inteiros num processador de alimentos e bata por alguns segundos para quebrar os grãos.</p></li></ol><ol start="2"><li><p>Cuidado para não esmigalhar.</p></li></ol><ol start="3"><li><p>Coloque os feijões num recipiente e cubra com água.</p></li></ol><ol start="4"><li><p>Deixe de molho por no mínimo 12 horas.</p></li><li><p>Agite os feijões com uma colher e com uma peneirinha vá retirando todas as cascas que se desprendem dos feijões.</p></li></ol></li><li><p><strong>6</strong></p><p>Depois de retirar bastante as cascas, lave os feijões sob a água corrente e continue retirando ?o olhinho? e o restante das cascas.</p></li><li><p><strong>7</strong></p><p>Retire o máximo possível.</p></li><li><p><strong>8</strong></p><p>Reserve.</p></li><li><p><strong>9</strong></p><p>Descasque as cebolas.</p></li><li><p><strong>10</strong></p><p>Corte em pedaços.</p></li><li><p><strong>11</strong></p><p>Reserve.</p></li><li><p><strong>12</strong></p><p>Num processador, coloque os feijões e as cebolas.</p></li><li><p><strong>13</strong></p><p>Bata por 3 minutos, ou até obter uma pasta lisa e uniforme.</p></li><li><p><strong>14</strong></p><p>Retire toda a pasta do processador e coloque dentro de uma panela grande e funda.</p></li><li><p><strong>15</strong></p><p>Com uma colher de pau, bata a massa do acarajé até que a massa triplique de volume.</p></li><li><p><strong>16</strong></p><p>Esse processo é bastante demorado mas é importantíssimo para a fermentação.</p></li><li><p><strong>17</strong></p><p>Coloque o óleo, o azeite de dendê, e a cebola com casca numa panela média e leve ao fogo alto para esquentar.</p></li><li><p><strong>18</strong></p><p>Com duas colheres de sopa, modele os acarajés: encha uma das colheres com a massa, passe de uma colher para a outra até que a massa fique com formato de bolinho.</p></li><li><p><strong>19</strong></p><p>Coloque os bolinhos no óleo bem quente e frite por 3 minutos de um lado.</p></li><li><p><strong>20</strong></p><p>Com uma escumadeira, vire os bolinhos e deixe fritar até que fiquem dourados.</p></li><li><p><strong>21</strong></p><p>Regule a temperatura do óleo.</p></li><li><p><strong>22</strong></p><p>Se for necessário, abaixe a chama do fogo para que o óleo não queime.</p></li><li><p><strong>23</strong></p><p>Retire os bolinhos com uma escumadeira e coloque sobre papel absorvente.</p></li><li><p><strong>24</strong></p><p>Corte os bolinhos ao meio e recheie com vatapá.</p></li><li><p><strong>25</strong></p><p>Coloque o camarão seco dentro do acarajé e feche.</p></li><li><p>Sirva a seguir</p><p><br/></p><ol><li><p>Coloque os feijões inteiros num processador de alimentos e bata por alguns segundos para quebrar os grãos.</p></li><li><p><br/></p></li><li><p><strong>2</strong></p><p>Cuidado para não esmigalhar.</p></li><li><p><strong>3</strong></p><p>Coloque os feijões num recipiente e cubra com água.</p></li><li><p><strong>4</strong></p><p>Deixe de molho por no mínimo 12 horas.</p></li><li><p><strong>5</strong></p><p>Agite os feijões com uma colher e com uma peneirinha vá retirando todas as cascas que se desprendem dos feijões.</p></li><li><p><strong>6</strong></p><p>Depois de retirar bastante as cascas, lave os feijões sob a água corrente e continue retirando ?o olhinho? e o restante das cascas.</p></li><li><p><strong>7</strong></p><p>Retire o máximo possível.</p></li><li><p><strong>8</strong></p><p>Reserve.</p></li><li><p><strong>9</strong></p><p>Descasque as cebolas.</p></li><li><p><strong>10</strong></p><p>Corte em pedaços.</p></li><li><p><strong>11</strong></p><p>Reserve.</p></li><li><p><strong>12</strong></p><p>Num processador, coloque os feijões e as cebolas.</p></li><li><p><strong>13</strong></p><p>Bata por 3 minutos, ou até obter uma pasta lisa e uniforme.</p></li><li><p><strong>14</strong></p><p>Retire toda a pasta do processador e coloque dentro de uma panela grande e funda.</p></li><li><p><strong>15</strong></p><p>Com uma colher de pau, bata a massa do acarajé até que a massa triplique de volume.</p></li><li><p><strong>16</strong></p><p>Esse processo é bastante demorado mas é importantíssimo para a fermentação.</p></li><li><p><strong>17</strong></p><p>Coloque o óleo, o azeite de dendê, e a cebola com casca numa panela média e leve ao fogo alto para esquentar.</p></li><li><p><strong>18</strong></p><p>Com duas colheres de sopa, modele os acarajés: encha uma das colheres com a massa, passe de uma colher para a outra até que a massa fique com formato de bolinho.</p></li><li><p><strong>19</strong></p><p>Coloque os bolinhos no óleo bem quente e frite por 3 minutos de um lado.</p></li><li><p><strong>20</strong></p><p>Com uma escumadeira, vire os bolinhos e deixe fritar até que fiquem dourados.</p></li><li><p><strong>21</strong></p><p>Regule a temperatura do óleo.</p></li><li><p><strong>22</strong></p><p>Se for necessário, abaixe a chama do fogo para que o óleo não queime.</p></li><li><p><strong>23</strong></p><p>Retire os bolinhos com uma escumadeira e coloque sobre papel absorvente.</p></li><li><p><strong>24</strong></p><p>Corte os bolinhos ao meio e recheie com vatapá.</p></li><li><p><strong>25</strong></p><p>Coloque o camarão seco dentro do acarajé e feche.</p></li><li><p>Sirva a segui</p></li></ol></li></ol><p><strong>Qual é a origem do Qual é a origem do acarajé?</strong></p><p>Difundida no candomblé e ofertada para a orixá Iansã, <strong>a receita chegou ao Brasil vinda do Golfo do Benim, na África Ocidental, por imigrantes africanos na época da escravidão</strong>. A palavra acarajé se origina da língua africana iorubá: akará = bola de fogo e jé = comer, sendo assim, “comer bola de fogo”.<strong> </strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 20:05:38 UTC</pubDate>
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         <title>Mapeamento Cultural</title>
         <author>guilhermeoliveira10_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Região Norte </p><p> Na região norte do Brasil, encontramos uma grande diversidade étnica e cultural, com a presença de diversos grupos indígenas. Dois exemplos de grupos étnicos indígenas que habitam essa região são os Yanomami e os Tikuna.<br><br>Os Yanomami são um dos maiores grupos indígenas da Amazônia, com uma população estimada em cerca de 35.000 pessoas. Eles habitam principalmente a região da Bacia Amazônica, nos estados do Amazonas e Roraima. A cultura Yanomami valoriza a vida comunitária e a coletividade, onde as decisões são tomadas em conjunto pela comunidade. Eles possuem um profundo conhecimento sobre a floresta e seus recursos naturais, desenvolvendo técnicas de cultivo e manejo sustentável.<br><br>Os Tikuna também são um grupo indígena presente na região norte do Brasil, principalmente nos estados do Amazonas e do Pará. Com uma população estimada em cerca de 30.000 pessoas, eles têm uma cultura rica e diversificada. Os Tikuna são conhecidos por sua habilidade na produção de artesanato, como cestarias e cerâmicas, que são importantes para a sua economia e também para a preservação de suas tradições culturais.<br><br>Esses grupos étnicos indígenas contribuem para a cultura local por meio da preservação de suas tradições, conhecimentos e práticas ancestrais. Suas línguas, danças, rituais, artesanato e técnicas de sobrevivência são transmitidos de geração em geração, enriquecendo a diversidade cultural da região norte do Brasil. Além disso, esses grupos indígenas também têm papel fundamental na proteção e preservação do meio ambiente, pois possuem um profundo respeito e conhecimento sobre a natureza.   </p><p><br/></p><p>Região Sul </p><p> Fortemente influenciada pela cultura dos imigrantes europeus, a região Sul do Brasil apresenta grande pluralidade cultural. Os estados integrantes são: o Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Os imigrantes europeus começaram a chegar ao fim do século XIX e contribuíram para o desenvolvimento econômico da região, baseado na pequena propriedade rural de policultura.</p><p><br>Essa região apresenta elementos culturais dos índios (primeiros ocupantes do território), espanhóis e portugueses (colonizadores), negros (escravos). Posteriormente, os imigrantes alemães, italianos, açorianos, eslavos, japoneses, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Sul do Brasil.</p><p><br/></p><p>Região Centro-Oeste </p><p> A cultura do Centro-Oeste é o conjunto de expressões culturais e de tradições que representam a identidade da população que habita essa região do Brasil, formada por três estados e pelo Distrito Federal. Originada a partir das influências indígenas, espanholas, africanas, portuguesas e de estados vizinhos, a cultura do Centro-Oeste é de grande importância para a riqueza cultural característica do território brasileiro.</p><p><br/></p><p>A região apresenta festas típicas como as Congadas, o Festival do Cururu e Siriri, que são também as danças tradicionais do Mato Grosso, e a Procissão do Fogaréu. A música local é composta por ritmos diversos, da moda de viola ao rock. Na culinária é possível identificar a influência da cultura indígena e dos povos vizinhos, com preparos tradicionais como os peixes, o arroz com pequi e o caldo de piranha.</p><p><br/></p><p>Região Sudeste</p><p> A cultura do Sudeste é o conjunto de manifestações culturais dos costumes expressos pela população dos quatro estados dessa região do território brasileiro. Formada a partir dos elementos e das tradições culturais pertencentes aos povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos, a cultura regional sudestina é muito rica e diversa, e contribui enormemente para o aspecto multicultural do Brasil.</p><p>É possível encontrar na região festas como o Carnaval, a Folia de Reis e o Congado. Os ritmos musicais e as danças são inúmeros, e muitos deles representam a cultura brasileira fora do país, como o samba, a bossa nova e o funk. A culinária é outro importante traço cultural do Sudeste, e nela é possível identificar as influências de povos diversos, tanto na tradicional feijoada carioca até na moqueca capixaba. </p><p><br/></p><p>Região Nordeste </p><p> A cultura do Nordeste do Brasil é o conjunto de tradições e de manifestações artísticas e culturais que exprimem a identidade da sua população. A riqueza e a diversidade cultural nordestina teve origem a partir dos elementos indígenas, africanos e europeus que foram introduzidos na região com o passar do tempo, resultando em um verdadeiro mosaico cultural que oferece importantes contribuições para a composição de uma cultura nacional do Brasil, desde as festas e danças típicas, como o São João, a Festa de Iemanjá e o frevo, até a culinária, com o baião de dois e o bolo de rolo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 16:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Festivais Regionais</title>
         <author>feliperondado</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>Festas juninas. As festas juninas realizam-se ao longo do mês de junho, mês dos santos populares - Santo Antônio, São João e São Pedro. ...</p></li><li><p>Bumba meu boi. ...</p></li><li><p>Carnaval. ...</p></li><li><p>Folia de Reis. ...</p></li><li><p>Congada. ...</p></li><li><p>Festa do Divino. ...</p></li><li><p>Círio de Nazaré ...</p></li><li><p>Oktoberfest.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 16:30:22 UTC</pubDate>
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