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      <title>Not pearls but shells - Das pérolas às conchas: moebius como percurso by MARTHA MARANDINO</title>
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      <description>Criação do Grupo 6 do Curso de Epistemologias do Sul 2022</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-05 15:41:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"The Mobius strip is a metaphor for magic and mystery, and a perpetual icon that stimulates us to dream new dreams and look for depths even in seemingly shallow waters."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 15:46:33 UTC</pubDate>
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         <title>Chico César maravilhoso cantando sobre/com as periferias</title>
         <author>marmaran</author>
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         <description><![CDATA[<div>sou tu sou ele e muitos que nem conheço&nbsp;</div><div>pelas fronteiras do mundo e no medo em seus olhos , jogado à própria sorte e à ambição de poucos</div><div>&nbsp;</div><div>soy tu soy él y muchos que aqui no llegan desperdigados del hambre despojados de la tierra olvidados del destino heridos en tantas guerras&nbsp;<br><br></div><div>sou tu sou ele nós todos e todos eles escravos do novo século obrigados ao desterro desterrados pela vida condenados ao inferno&nbsp;<br><br></div><div>soy tu soy él sou tu sou ele soy tu soy él mano de obra barata sin contrato sin papeles sin trabajo e sin casa ilegales sin derechos o legales sin palabra&nbsp;<br><br></div><div>sou tu sou ele e uma foto na carteira de onde te olham os olhos três meninos e uma velha que esperam poder salvar-se com o dinheiro que não chega&nbsp;<br><br></div><div>soy tu soy él en el nuevo paraíso horizonte de grandeza de los que serán más ricos construyendo su fortuna con la sangre de tus hijos&nbsp;<br><br></div><div>sou tu sou ele aquarela de mil cores humano de muitas raças caldo de muitos sabores nas portas de um futuro que nos nega seus favores&nbsp;<br><br></div><div>soy tu soy él sou tu sou ele soy tu sou ele sou tu soy él</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 16:01:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo Dialogo de Saberes produzidos pelo GEENF</title>
         <author>marmaran</author>
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         <description><![CDATA[<div>Reunindo diferentes atores e atrizes sociais, o vídeo revela a opinião dos e das participantes a partir de suas histórias de vida, profissões e experiências. Suas posições se complementam, mas também se contrapõem e geram tensões, com a intenção de provocar novos debates e posicionamentos sobre o tema.<br><br>Todos os depoimentos que aparecem no vídeo foram gravados em 2020, de modo remoto em razão da Pandemia do Covid-19. Os alunos e alunas de ensino médio e de graduação foram convidados para um debate on-line sobre o tema, que resultou nas gravações. Os demais participantes foram convidados a dar seus depoimentos a partir de sua experiência profissional e de vida.<br><br>O vídeo pode ser utilizado para o desenvolvimento de atividades educativas em escolas e em outros espaços educativos, em formato on-line ou presencial. Com ele pretende-se promover a reflexão, a participação e o engajamento de professores/as, divulgadores/as, crianças e jovens, buscando o diálogo entre as diferentes opiniões e saberes sobre o tema.A relação entre a ciência e as outras formas de conhecimento é um tema atual e controverso. É necessário reconhecer a importância da ciência, mas também a sua forma de hierarquizar outras maneiras de conhecer e estar no mundo. O diálogo entre os variados saberes é fundamental no processo de aprendizagem, de análise crítica de respeito à diversidade.</div><div>Neste vídeo estão reunidos relatos de vários atores sociais sobre o tema “Diálogo de Saberes”. Suas opiniões se complementam, se contrapõem e geram tensões. Abordar temas controversos em contextos educativos tem potencial de ampliar a percepção sobre o mundo, levando a reflexão sobre a complexidade e os desafios envolvidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 17:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre racismos no sul brasileiro/norte global</title>
         <author>marmaran</author>
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         <description><![CDATA[<div>O avesso da pele é a história de Pedro, que, após a morte do pai, assassinado numa desastrosa abordagem policial, sai em busca de resgatar o passado da família e refazer os caminhos paternos. Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, Jeferson Tenório traz à superfície um país marcado pelo racismo e por um sistema educacional falido, e um denso relato sobre as relações entre pais e filhos.<br>O que está em jogo é a vida de um homem abalado pelas inevitáveis fraturas existenciais da sua condição de negro em um país racista, um processo de dor, de acerto de contas, mas também de redenção, superação e liberdade. Com habilidade incomum para conceber e estruturar personagens e de lidar com as complexidades e pequenas tragédias das relações familiares, Jeferson Tenório se consolida como uma das vozes mais potentes e estilisticamente corajosas da literatura brasileira contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 17:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ciência colonizada: ficção e realidade </title>
         <author>marmaran</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste romance embebido de lirismo, Micheliny Verunschk joga luz sobre a história de duas crianças indígenas raptadas no Brasil do século XIX.</div><div>Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registrar suas impressões sobre o país. Três anos e 10 mil quilômetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegar em solo europeu.<br>Em seu quinto romance, Micheliny Verunschk constrói uma poderosa narrativa que deixa de lado a historiografia hegemônica para dar protagonismo às crianças — batizadas aqui de Iñe-e e Juri — arrancadas de sua terra natal. Entrelaçando a trama do século XIX ao Brasil contemporâneo, somos apresentados também a Josefa, jovem que reconhece as lacunas de seu passado ao ver a imagem de Iñe-e em uma exposição.<br>Com uma prosa embebida de lirismo, este é um livro sem paralelos na literatura brasileira ao tratar de temas como memória, colonialismo e pertencimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 17:32:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marmaran</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 17:42:48 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a palavra &quot;indígena&quot;:</title>
         <author>mairarieck</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, há muitos dizeres de ódio para branquear os indígenas, dentre eles se destaca um como método do etnocídio e do branqueamento cultural. A frase em questão é "esse/essa não é índio de verdade". Se o indígena está na universidade, se usa celular, se dirige, se usa roupas ocidentais… é dito deste sujeito que ele não é mais índio "de verdade". Esta frase traz, primeiramente, uma questão de ideia mítica de índigena, como se houvesse de fato um ser indigena, um jeito verdadeiro, materializável, de ser perdido e real da era pré invasão, pré colonização. Também implica uma unificação dos povos da floresta como este ser indigena, como se todas as etnias fossem ou devessem ser iguais. O que significaria uma impossibilidade lógica em vários âmbitos. Coloca, perversamente, a impossibilidade como imperativo para que o sujeito não perca a ideia de ser. Como seria possível pessoas e grupos não mudarem em mais de 500 anos de colonização? E como elas se manteriam "puras" (na ideia colonialista) pós invasão colonial que não cessa de não cessar no Brasil?Mas isso não é ignorância, é método. Em poucas palavras, o método de branqueamento indígena para que, aculturados, desenraizados, sem saber mais de suas línguas, culturas etc. possam vender suas terras para devastação predatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 17:46:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 11:33:48 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2022-07-06 11:36:11 UTC</pubDate>
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         <title>Mapping Racial Violence in the Australian settler state: from torturing Afghan refugees to Aboriginal deaths in custody</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.deathscapes.org/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 11:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>Other worlds have always existed. Subaltern perhaps, but complete, vivid, creative, and sacred ones. </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-07-06 11:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>A long pre-colonial history of relations between Islam and Aboriginal Australia </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-07-06 11:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>Los &quot;falsos&quot; indígenas.</title>
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         <description><![CDATA[<div>En concordancia con lo expuesto sobre los discursos de odio, colonizadores y el cuestionamiento sobre el "verdadero" indígena, en Colombia, os indígenas han sido vistos como “venidos a menos”, incluso, para la derecha política colombiana, los indígenas son llamados: “índios”, “indigentes”, “aprovechados”, “brujos” y hasta “guerrilleros” por defender sus causas y las causas del pueblo colombiano más pobre.&nbsp;</div><div>En el marco de las últimas protestas y manifestaciones sociales (2019 y 2021), los grupos indígenas han sido protagonistas de momentos históricos como derribar estatuas como la de Sebastián De Belalcazar, colono que hizo parte de la invasión y colonización.&nbsp;</div><div>Durante las protestas, los indígenas fueron reprimidos, asesinados y señalados, tildados de guerrilleros y ladrones del espacio público. </div><div>También es importante preguntarse sobre ¿quién es un indígena? ¿qué hace a una persona indígena? ¿cuál es el concepto que tenemos de un indígena y cómo se forma ese concepto?&nbsp;</div><div>Así que remontándonos a nuestro primer contacto con la escuela, las cartillas para enseñar a leer o dibujar, las propagandas en la televisión, algunos productos del supermercado, contribuyen al imaginario colectivo sobre “indígena”. La cuestión es, ¿y si eso que nos han dicho que es un indígena (acciones, formas de vestir, vivienda, costumbres) no encaja con lo que podemos encontrar hoy en día?&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:16:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>"Todos los días nos están asesinando y desplazando, estamos a merced de diferentes banderas ilegales y nadie dice nada, ni siquiera los acuerdos más básicos. La minga indígena seguirá caminando por la vida".&nbsp;<br>- Minga Nacional, social, popular y comunitaria por la defensa de la vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:20:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>El 24 de enero de 2022, hombres armados ingresan al territorio del resguardo indígena del Cauca, los sacan de su territorio y hacen un ataque armado que acaba con la vida del coordinador regional de la guardia indígena, lo que evidencia que estos pueblos siempre han estado en medio de conflicto armado y de las pretencioones de los gobiernos de turno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:26:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:28:37 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>Ambivalence and Contradiction: Biomythology as a process of justice </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>I make the claim that biomythmaking is an emancipatory tool for all people.&nbsp; I see biomythology as creating possibilities to respect the questions that arise from First Nations’ and decolonial scholars such as Linda Tuhiwai Smith,<a href="#_ftn1">[1]</a> Ambellin Kwaymullina,<a href="#_ftn2">[2]</a> Gary Foley,<a href="#_ftn3">[3]</a> and many others regarding people with power scrutinising themselves in their practice. It allows people to reconcile with their histories and in doing so creates new possibilities of justice. In my identity, I am both an oppressed person and an oppressor: I am a Muslim, Afghan-Iranian-Australian, cis-gendered male, who lives on stolen land as a settler. I experience daily encounters of racism and I feel the psychological pressure of epistemic violence, but I also own property in the Torrens Title system, my passport allows me to cross borders with ease, I walk city alleyways at night with a relative ease that only men have and my education and opportunities have allowed material and influential power. I am a liminal identity, but it is both my experiences of power and dispower, and the interaction between them, that offer possibilities of re-imagining justice. The ambivalence of my situation, “signifies that a person can experience oppositional emotions that co-exist and can remain in fluctuating opposition to each other. … Contradictory ideas / emotions / wishes transgress and disrupt polar opposites that idealize fixity and closure.”<a href="#_ftn4">[4]</a> Ambivalence is not a call to the inaction that is so central to those with power in modernity.&nbsp; Rather what’s powerful about this state of ambivalence is that it’s an invitation to dialogue, engagement, and social action.<br><br></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> L T Smith, <em>Decolonizing Methodologies: Research and Indigenous Peoples.</em> London; New York: Dunedin: New York: Zed Books; University of Otago Press; distributed in the USA exclusively by St Martin's Press, 1999.<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> A Kwaymullina, ‘Research, Ethics, and Indigenous Peoples: An Australian Indigenous perspective on three threshold considerations for respectful engagement’, <em>AlterNative,</em> 2016, 12(4), 440.<br><a href="#_ftnref3">[3]</a> G Foley, <em>Decolonising Activism, Deactivating Colonialism:</em> Maysar Forum Discussion, 31 August 2010, video available at: <a href="https://commonslibrary.org/advice-for-pro-indigenous-white-activists-in-australia/">https://commonslibrary.org/advice-for-pro-indigenous-white-activists-in-australia/</a> <br><a href="#_ftnref4">[4]</a> V Burrows. <em>Whiteness and Trauma: The Mother-Daughter Knot in the Fiction of Jean Rhys, Jamaica Kincaid and Toni Morrison</em>. New York: Palgrave Macmillan, 2004, pp 11-12 <br><a href="#_ftnref5">[5]</a> M Milatovic, above n6, p3.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 16:57:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:11:52 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>ainda sobre o conceito indígena:&nbsp;</div><div><br></div><div>“Indígena” e “índio” são termos genéricos. Conforme expressa Baniwa (2006 p.31), não existe nenhum povo, tribo ou clã com a denominação “índio”. Na verdade, cada “índio” 85 pertence a um povo, a uma etnia identificada por uma denominação própria, ou seja, a autodenominação, como o Guarani, o Kaingang, o Yanomami, o Charrua, o Funi- o, o Juruna, o Quechua, o Bororo, etc. Continua esclarecendo que, a partir do movimento indígena iniciado na década de 1970, esses povos chegaram à conclusão de que era importante manter, aceitar e promover a denominação genérica de “índio” ou “indígena” como uma identidade que une, articula, visibiliza e fortalece todos os povos originários do atual território brasileiro e, principalmente, para demarcar a fronteira étnica e identitária entre eles, enquanto habitantes nativos e originários destas terras, e aqueles com procedência de outros continentes, como os europeus, os africanos e os asiáticos. Com essa concepção, esses povos se mantêm unidos na luta por interesses comuns. Contudo, é imperioso ressaltar que a aceitação do termo genérico não significa que esses povos sejam semelhantes, muito antes pelo contrário: cada povo constitui uma forma única de se organizar. Eis que “A principal marca do mundo indígena é a diversidade de povos, culturas, civilizações, religiões, economias, enfim, uma multiplicidade de formas de vida coletiva e individual” (Baniwa, 2006, p.31). Nesse sentido, Bergamaschi (2008) corrobora a ideia ao dizer que cada um dos mais de 230 povos brasileiros gosta de ser reconhecido pelo seu nome próprio, entretanto todos reconhecem a importância de uma denominação que os identifique e os una nas lutas comuns como povos originários do Brasil e da América.</div><div><br></div><div>LUCIANO, Gersem dos Santos; HOFFMANN, Maria Barroso; OLIVEIRA, João Cardoso de. Olhares indígenas contemporâneos. Brasília: Centro Indígena de Pesquisas, 2010.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:13:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Apresentação de mulher Guarani, colaboradora na pesquisa: <strong>INDÍGENA-MULHER-MÃE-UNIVERSITÁRIA o estar-sendo estudante na UFRGS</strong></div><div><br></div><div>SANDRA: Mulher Guarani, prima de Araci e Ivanilde, também moradora da TI Tekoa&nbsp;</div><div>Nhundy. Fora aprovada em curso de Biologia no ano de 2011, em 2014 conseguiu transferência, em processo específico para indígena, para o curso de Odontologia. Nesse período engravidou e deu à luz a sua única filha. Diferente das suas primas, Sandra faz trajetos diários de Viamão a Porto Alegre. Sua fala ainda revela algo que é valorizado na sua cultura, que é o respeito aos sonhos – o pensar e agir a partir deles. Isso revela algo abordado por Viveiros de Castro (2002 p. 193), que é determinante no ser indígena: “as sociedades indígenas transpiram religiosidade por todos os poros, sendo verdadeiras teodicéias em estado prático”.&nbsp;</div><div><br></div><div>Fala de Sandra - Vou e volto todos os dias, vou de manhã e volto à noite. Saio cedo no ônibus das 6h. Às vezes não vou quando tenho algum sonho. Acordo com aquele sonho e fico pensando, aí é melhor não sair de casa.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:14:53 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem de um momento de roda de conversa com o povo guarani da aldeia- Estiva. - mulheres universitárias<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:18:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>encontros </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:19:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:26:45 UTC</pubDate>
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