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      <title>Fernando Pessoa by Madalena Moreira</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-17 13:20:44 UTC</pubDate>
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         <title>Justificação do título e seu simbolismo </title>
         <author>josequadros2007</author>
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         <description><![CDATA[<p>O título Ode Triunfal simboliza a exaltação do progresso industrial, celebrando o triunfo das máquinas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:44:18 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura externa </title>
         <author>josequadros2007</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Ode </p></li><li><p>Classificação estrófica: irregular </p></li><li><p>Métrica: irregular </p></li><li><p>Rimática: irregular</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão- intrepertação e simbolismo do último verso</title>
         <author>mariacaneira</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3264881643</link>
         <description><![CDATA[<p>Interpretação: No último verso do poema, Álvaro de Campos expressa o desejo de transcendência e universalidade.</p><p>O sujeito poético anseia por escapar das limitações de sua individualidade, dissolvendo-se em uma existência total e abrangente.</p><p>Esse verso sintetiza a angústia de não ser suficiente como um único indivíduo e o desejo de abarcar todas as experiências, lugares e pessoas.</p><p>É uma declaração de insatisfação existencial característica do heterônimo, marcada pelo anseio de comunhão com o todo e pela impossibilidade de alcançá-la, refletindo a sua constante inquietação</p><p><br></p><p>Simbolismo: </p><p><strong>Angústia moderna</strong>: Representa o sentimento de fragmentação da modernidade, onde o indivíduo sente-se perdido em um mundo vasto e impessoal.</p><p><strong>Sensacionismo</strong>: Conecta-se à busca de experimentar tudo ao mesmo tempo, um dos pilares do sensacionismo de Álvaro de Campos.</p><p><strong>Impossibilidade</strong>: O verso simboliza a tensão entre o ideal e a realidade, ou seja, um desejo que nunca pode ser realizado, tornando-se a expressão máxima da condição humana.</p><p><br></p><p>“Eia, vós, homens superiores! / Celebremos a vida, o progresso e as rodas!” O último verso reforça o tom de exalto, celebração da modernidade, que por fim termina o poema com uma espécie de “hino” devido ao progresso e ao caos da civilização industrial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:54:37 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>fredericotrindade</author>
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         <description><![CDATA[<p>Localização espácio-temporal: Álvaro de Campos, o engenheiro, começa por demonstrar que está à luz da fábrica (“(…)lâmpadas elétricas da fábrica(…)” - v.1);</p><p><br></p><p>Estado de espírito do “eu” lírico: Define-se pela dor, violência e febre, causadas por sensações contraditórias: a beleza do que o rodeia é dolorosa e deixa-o doente (“Tenho febre e escrevo” -v.2)</p><p><br></p><p><br></p><p>Ação do sujeito poético («proposição»): Dedica-se à escrita, a partir da contemplação do que o rodeia e da sua dor ("Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,/ Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.-v.3 e 4);</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento - traços futuristas </title>
         <author>arianaandrade277</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3264901006</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Cântico da era moderna e do progresso:</p></li></ul><p>“Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!” (V.5)</p><p><br></p><ul><li><p>Fusão de todas as eras no momento presente:</p></li></ul><p>“Porque o presente é todo o passado e todo o futuro” (v.18)</p><p>“Eia todo o passado dentro do presente!/ Eia todo o futuro já dentro de nós! eia! (VV.90 e 91)</p><p><br></p><ul><li><p>Fusão do eu com a máquina:</p></li></ul><p>“Ah, poder exprimir-me todos como um motor se exprime! Ser completo como uma máquina!” (V.V. 26,27)</p><p><br></p><ul><li><p>Fusão de todos os génios nos maquinismos:</p></li></ul><p>“E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes elétricas/ Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão,/ E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinquenta,/ Átomos que hão de ir ter febre para o cérebro do Ésquilo do século cem”(v.v.19 a 23)</p><p><br></p><ul><li><p>Universalidade:</p></li></ul><p>“E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios/De todas as partes do mundo,/De estar dizendo adeus de bordo de todos os navios” (V.v. 60 a 62)</p><p><br></p><ul><li><p>Nova concepção de Beleza:</p></li></ul><p>“ Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus!” (V.47)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento - Traços sensacionistas</title>
         <author>arianaandrade277</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3265289052</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Presença dos cinco sentidos:</p></li></ul><p>“Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos  modernos, De vos ouvir demasiadamente de perto” (V.V. 10,11)</p><p><br></p><ul><li><p>Simultaneidade e exacerbação sensoriais:</p></li></ul><p>“E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios De todas as partes do mundo” (V.V 60,61)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 18:20:40 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento - Traços Disfóricos</title>
         <author>arianaandrade277</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3265302646</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Identificação de momentos distópicos:</p></li></ul><p>“Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos! Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos!” (V.V. 39,40)</p><p><br></p><ul><li><p>Temas abordados:</p></li></ul><p>“A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa” (V. 73)</p><p><br></p><ul><li><p>Simbolismo associado a esses momentos:</p></li></ul><p>“A luz do sol abafa o silêncio das esferas E havemos todos de morrer” (V.V. 53,54)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 18:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem e estilo</title>
         <author>madalenaacpmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3265330642</link>
         <description><![CDATA[<p>Linguagem corrente:“Eia! sou o calor mecânico e a eletricidade!”(v.100);</p><p>Linguagem literária: “O burro anda à roda, anda à roda,</p><p>E o mistério do mundo é do tamanho disto”(v. 50 e 51);</p><p><br></p><p>Estilo:</p><p>Inovação poética- Uso de palavras comuns: “O Momento de tronco nu e quente como um fogueiro” (v.78 e 79);</p><p>Irregularidade estrófica e métrica;</p><p><br></p><p>Estrutura rítmica:</p><p>Ritmo acelerado: “Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia!” (V.102)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 18:54:08 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos estilísticos </title>
         <author>madalenaacpmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3265351486</link>
         <description><![CDATA[<p>Apóstrofe- “Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó últimos figurinos!” (V.33)</p><p>Anáfora: “Olá grandes armazéns com várias secções!/</p><p>Olá anúncios elétricos que vêm e estão e desaparecem!/</p><p>Olá tudo com que hoje se constrói, com que hoje se é diferente de ontem! “(Vv. 35 a 37)</p><p>Aliteração: “Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força” (v.16)</p><p>Enumeração: “Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado!” (v.64)</p><p>Metáfora: “Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!” (V.32)</p><p>Onomatopeia: “Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!”(V.5)</p><p>Empréstimo: “Eia, e o rails (…)” (v.101)</p><p>Neologismos- “Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos!” (V.40)</p><p>Gradação- <em>"Eh-lá grandes desastres de comboios!/<br>Eh-lá desabamentos de galerias de minas!/<br>Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos!/<br>Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá, (vv.66 e 69)<br>Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões,"</em></p><p>Interjeição- "Ah, como eu desejaria ser o souteneur disto tudo!"</p><p>Sinestesia- <em>"Ó grandes ruídos modernos,<br>De vos ouvir demasiadamente de perto,<br>E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso<br>De expressão de todas as minhas sensações,"</em></p><p>Pontuação- <em>"Roçai-vos por mim até ao espasmo!<br>Hilla! hilla! hilla-hô!<br>Dai-me gargalhadas em plena cara,<br>Ó automóveis apinhados de pândegos e de putas,<br>Ó multidões quotidianas nem alegres nem tristes das ruas,"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 19:14:30 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo- inovação poética e estruturas rítmicas </title>
         <author>mariacaneira</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3265363054</link>
         <description><![CDATA[<p>Estruturas rítmicas: Álvaro de Campos adota uma estrutura livre, sem uma organização rígida de versos, o que transmite uma sensação de agitação e movimento, como se estivesse a capturar o ritmo do mundo moderno. As repetições e as enumerações ajudam a criar um efeito sonoro que remete ao dinamismo das máquinas.</p><ul><li><p>“Giro, rodo, movimento-me, agito-me, ferro, vapor, rodas de fogo, engrenagens, tropel de ferro.”<br>- A repetição e a sequência de imagens criam uma impressão de movimento rápido e contínuo.</p></li></ul><p>Esses aspetos ilustram a distância dos modelos tradicionais e a adesão a uma estética que celebra a modernidade.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 19:26:27 UTC</pubDate>
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         <title>Relação intertextual com uma expressão artística </title>
         <author>arianaandrade277</author>
         <link>https://padlet.com/madalenaacpmoreira/gdrmhlvqyqm3gjip/wish/3266096994</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme “Tempos modernos” realizado em 1937, relaciona-se com o poema “ode triunfal” em diversos aspetos.</p><p> </p><p><br></p><p> Em primeiro lugar, ambos abordam o impacto da modernidade na vida humana, refletindo os fascínios e desafios oriundos do progresso. </p><p>No poema, evidencia-se através da exaltação das máquinas como símbolo de inovação (“Ó rodas, Ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno”- v.5).</p><p>Já no filme, é visível através da fábrica, onde Charlie trabalha, tentado acompanhar os movimentos das máquinas, ficando evidente a eficiência mecânica. </p><p><br></p><p><br></p><p>Em segundo lugar, em ambas as obras, o ser humano perde a sua individualidade “transformando-se” numa máquina.</p><p>No poema, o sujeito poético mostra-se absorvido pelo caos da modernidade,  sentindo que deixa de ser uma pessoa para acompanhar o ritmo das máquinas: “Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!/Ser completo como uma máquina!”.</p><p>Já no filme, tal é representado através de uma cena, em que Charlie tenta apertar parafusos numa máquina, tornando-o numa “extensão” da mesma.</p><p><br></p><p><br></p><p>Por último, ambas as obras reconhecem os avanços materiais da modernidade, e destacam como esses não foram acompanhados pelo homem.</p><p>No poema, é evidente através do cansaço dos ruídos da modernidade exprimido pelo sujeito poético, (“Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,/ De vos ouvir demasiadamente de perto). </p><p>Já no filme, é visível através da cena em que Chaplin é preso por "acidente" o que simboliza o progresso material sem ser acompanhado pelos trabalhadores.</p><p><br></p><p>Em conclusão, é notória a relação entre o poema e o filme “tempos modernos”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 08:57:19 UTC</pubDate>
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