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      <title>Espécies Endémicas em Portugal / Península Ibérica by Rute Soraia Boto</title>
      <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n</link>
      <description>Entende-se por espécie endémica a que possui uma área de distribuição restrita, isto é, existe apenas numa determinada área, e em nenhum outro lugar do planeta, em estado selvagem. 
A turma 10ºB, 2022/2023, da Escola Secundária de Loulé, apresenta um conjunto de espécies endémicas restritas à área geográfica de Portugal /Península Ibérica.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-28 11:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Canis lupus signatus (Lobo-ibérico)</title>
         <author>rsboto</author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2497877382</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: Atualmente o lobo-ibérico é o maior carnívoro existente em Portugal. Alimenta-se de presas de grande porte e utiliza técnicas de caça sofisticadas para conseguir o seu alimento. Esta subespécie existe apenas na Península Ibérica, estando as suas populações constantemente em perigo, face às atividades humanas.<br></em></strong><br><strong>Classificação:</strong> Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Chordata</strong>; Classe <strong>Mammalia; </strong>Ordem <strong>Carnivora; </strong>Família <strong>Canidae; </strong>Género <strong><em>Canis;</em></strong> Espécie <strong><em>Canis lupus; </em></strong>Subespécie <strong><em>Canis lupus signatu<br></em></strong><br></div><div><strong>Características gerais: </strong>&nbsp;É um carnívoro de grande porte, com cabeça grande e maciça, com orelhas triangulares relativamente pequenas e olhos oblíquos de cor amarelada. O focinho tem uma área clara, de cor branco-sujo, ao redor da boca; é um pouco menor e mais esguio do que as outras subespécies do lobo-cinzento: os machos medem entre 130 a 180 cm de comprimento, enquanto as fêmeas medem de 130 a 160 cm. A altura ao garrote pode chegar aos 70 cm. Os machos adultos pesam geralmente entre 30 a 40 kg e as fêmeas entre 25 a 35 kg. É carnívoro, por vezes necrófago. A época do acasalamento abrange o final do inverno e princípio da primavera (entre março e maio).<br><br></div><div><strong>Distribuição atual: </strong>Em Portugal a área de distribuição do lobo abrange cerca de 18 000 km² no norte do país. Existem cerca de 300 exemplares em Portugal e 2300 no total de toda a Península Ibérica (dados de 2016).&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas:</strong> O lobo está no topo da sua cadeia alimentar. O lobo-ibérico vive em alcateia de forte organização hierárquica. A vida em grupo (<strong>cooperação</strong>) permite-lhe caçar <strong>(predação</strong>) animais bastante maiores do que ele próprio. As suas principais presas são o porco-montês, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra. Estabelece com os elementos de alcateias vizinhas <strong>competição intraespecífica</strong> e com outros predadores, como a raposa, a geneta o texugo ou a fuinha, <strong>competição interespecífica</strong>.<br><br></div><div><strong>Conservação: </strong>o lobo, de uma forma geral, sempre foi temido pelas pessoas na Península Ibérica desde tempos remotos; a alegada ferocidade do lobo e o roubo de animais de criação levaram à caça sistemática destes canídeos, o que levou à sua diminuição drástica. A diminuição do número de presas naturais do lobo, como o javali, o corço e o veado, levam os lobos a atacar animais domésticos e a entrar em conflito com as populações rurais. Calcula-se que hoje esses animais ocupem apenas 20% da sua área de distribuição original. Apesar de a caça ser hoje proibida, o lobo ainda é ameaçado pela destruição da vegetação nativa e a construção de grandes infraestruturas, como autoestradas, que fragmentam os habitats. Em Portugal, o lobo-ibérico é classificado como <strong>espécie “em perigo” </strong>e no resto da Península Ibérica, como <strong>espécie "quase ameaçada"</strong>. <br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong><em>Por Rute Boto</em></strong></div><div><strong><em>Bibliografia:</em></strong><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Portugal Selvagem, 2021, consultado em <a href="https://portugalselvagem.pt/lobo-iberico/">https://portugalselvagem.pt/lobo-iberico/</a> , a 28/02/2023</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Brochura_MED-WOLF_online, O lobo ibérico em Portugal – Situação no leste da Beira Interior, 2016, consultado em&nbsp; <a href="https://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http:/grupolobo.pt/images/Documentos/Brochura_MED-WOLF_online.pdf">https://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http://grupolobo.pt/images/Documentos/Brochura_MED-WOLF_online.pdf</a>, a 28/02/2023</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Wikipédia, a enciclopédia livre, 2021, consultado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo-ib%C3%A9rico</a>, a 28/02/2023</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-28 12:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lynx pardinus (Lince-Ibérico)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: Raro e exclusivo da Península Ibérica, o lince-ibérico é um dos felinos mais ameaçados do mundo e o carnívoro mais ameaçado da Europa, existindo cerca de mil animais na natureza, a sua maioria em Espanha. Em Portugal, onde existem poucos núcleos populacionais em estado selvagem, no Vale do Guadiana, a espécie mantém-se criticamente em perigo.</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Classificação:</strong> Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Chordata</strong>; Classe <strong>Mammalia</strong>; Ordem <strong>Carnivora</strong>; Família <strong>Felidae</strong>; Género <strong><em>Lynx</em></strong>; Espécie <strong><em>Lynx pardinus</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Características gerais:</strong> O lince-ibérico é considerado um animal de médio porte apresentando entre 50 a 70 cm de altura e 85 a 100 cm de comprimento. Os machos pesam mais do que as fêmeas, tendo estes um peso de 12 a 14 kg e as fêmeas pesando de 9 a 10 kg. A pelagem do lince-ibérico serve como excelente camuflagem entre a vegetação da paisagem mediterrânica, apresentando uma pelagem castanho-amarelada com manchas negras e em que o seu padrão difere de indivíduo para indivíduo (serve como distinção de todos os outros da sua espécie). Apresenta membros muito robustos e quatro garras, que pode recolher completamente, em cada pata, os membros posteriores mais longos (permitem-lhe impulsionar o corpo a vários metros de altura) e os membros anteriores mais curtos e fortes. Estas características tornam-no num excelente caçador, conseguindo facilmente perseguir e capturar as suas presas. O lince-ibérico apresenta características inconfundíveis que o permitem distinguir de outros felinos. Entre elas a cauda curta, com cerca de 14 cm de comprimento, com a ponta negra, um conjunto de pelos compridos nas extremidades das orelhas, em forma de pincel, e umas patilhas de longos pelos pretos e brancos de ambos os lados do focinho que se assemelham a barbas e que crescem com o avançar da idade. Como todos os felídeos, o lince-ibérico tem pupilas verticais e uma visão excelente, especialmente quando há pouca visibilidade. Têm também reflexos apurados; os bigodes fornecem dados táteis muito detalhados e as orelhas proporcionam uma excelente audição.</div><div><br></div><div><strong>Distribuição atual:</strong> Em 2021, um estudo realizado em Portugal e Espanha apresenta um censo com um simbólico número de 1111 exemplares a habitarem os dois países. A população em 2020 aumentou em cerca de trinta por cento. Nasceram 414 linces, dos quais 239 fêmeas reprodutoras. O Vale do Guadiana tem 140 exemplares, os territórios de Castilha-La Mancha albergam cerca de um terço do total da espécie.</div><div><br></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas:</strong> O lince-ibérico caça e alimenta-se maioritariamente de coelho-bravo (<strong>predação</strong>). Outros vertebrados como roedores, lebres, perdizes e aves podem também ser presas do lince-ibérico, no entanto, em percentagens significativamente inferiores. O lince-ibérico pode coexistir com outros carnívoros selvagens, mas não os tolera nos seus territórios, podendo chegar a matar carnívoros como a raposa, saca-rabos, gato-bravo ou geneta. Embora não se alimente de outros predadores, expulsa-os dos seus territórios. Estabelecendo com estes uma <strong>competição interespecífica</strong>. Estudos científicos realizados na década de 90, revelaram que a presença do lince-ibérico em determinada área favorece as populações de coelho-bravo, pois controla a densidade de outros predadores como a raposa e o saca-rabos, capturando-os ou mantendo-os afastados do seu território. Assim, o lince-ibérico e os coelhos estabelecem entre si um género de <strong>comensalismo</strong>.</div><div><br></div><div><strong>Conservação:</strong> O lince-ibérico é uma <strong>espécie em perigo</strong>, sendo o carnívoro em maior perigo na Europa. De acordo com várias organizações, incluindo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), esta espécie encontra-se em perigo crítico de conservação. No entanto, devido a programas de reintrodução o seu número tem aumentado. Em 2013, a Andaluzia tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem e em dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em Portugal, com previsões para mais reintroduções durante o primeiro semestre de 2015. Numa tentativa de salvar esta espécie da extinção, teve início o projeto Europeu de Vida Natural que inclui a preservação do habitat, monitorização da população do lince, e gestão das populações de coelho.</div><div><br></div><div><em>Por Carolina Gonçalves, 10.º B</em></div><div><br><br></div><div><strong>Bibliografia</strong></div><ul><li>Liga para a protecção da natureza, consultado em <a href="https://www.lpn.pt/pt/educacao/projetos/natureza-e-essencial/lince-iberico">https://www.lpn.pt/pt/educacao/projetos/natureza-e-essencial/lince-iberico</a>, a 13/03/2023 e a 17/03/2023</li><li>Wikipédia, A enciclopédia livre, consultado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">Lince-ibérico – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a>, a 13/03/2023</li><li>Knôôw.net, consultado em <a href="http://www.old.knoow.net/ciencterravida/zoologia/lince-iberico.htm">Lince Ibérico - Enciclopédia de Zoologia (knoow.net)</a>, a 15/03/2023 e a 17/03/2023</li><li>Museu Virtual Biodiversidade, consultado em <a href="https://www.museubiodiversidade.uevora.pt/elenco-de-especies/biodiversidade-actual/animais/lynx-pardinus/">Lynx pardinus - Museu Virtual Biodiversidade (uevora.pt)</a>, a 17/03/2023</li><li>Territórios de Lince, consultado em <a href="https://territoriosdelince.pt/ecologia-da-especie/">Ecologia | Territórios de Lince (territoriosdelince.pt)</a>, a 17/03/2023</li><li>BioDiversity4All, consultado em <a href="https://www.biodiversity4all.org/taxa/41975-Lynx-pardinus">Lince-Ibérico (Lynx pardinus) · BioDiversity4All</a>, a 23/04/2023</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 11:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>Vipera Latastei (Víbora-cornuda)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571673291</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo:</em></strong><em>&nbsp; </em><strong><em>A víbora-cornuda é uma das duas espécies de víboras que existem em Portugal. É venenosa, mas só ataca quando se sente encurralada. Tem um papel muito importante no controlo de pragas e, por isso, merece a nossa proteção e admiração. Ela é uma espécie vulnerável, considerada já ameaçada, que apresenta um declínio na sua extensão de ocorrência.<br></em></strong><br></div><div><strong>Classificação</strong>:&nbsp; Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Chordata</strong>; Classe <strong>Reptitia</strong>; Ordem <strong>Squamata</strong>; Família <strong>Viperidae</strong>; Género <strong><em>Vipera</em></strong>; Espécie <strong>Vipera Latastei</strong>.<br><br></div><div><strong>Características Gerais:</strong> É uma víbora de porte médio que varia dos 60 a 70 cm de comprimento, quando adultos. Ela tem uma cabeça muito diferente do corpo, com forma triangular. Na extremidade do focinho tem 3 a 7 escamas apicais que formam um apêndice nasal (daí o nome “cornuda”). O dorso tem escamas carenadas. A cauda é curta e muito mais fina que o resto do corpo (os machos têm a cauda mais larga a seguir à cloaca e ligeiramente mais comprida do que as fêmeas). Além disso, ela é coberta por escamas cefálicas. Sobre a pigmentação da víbora, tem a pupila vertical e a íris amarelada. A coloração do dorso varia de cinzenta nos machos e castanhas nas fêmeas. Na região vertebral nota-se um desenho que consiste numa banda dorsal escura disposta em ziguezague. Na cabeça existem duas manchas escuras em forma de “V” ao contrário. O ventre pode ser esbranquiçado ou acinzentado, com algumas manchas irregulares. A época de acasalamento tem início na Primavera ou inícios de Outono. As fêmeas reproduzem-se de 3 em 3 anos sendo uma espécie ovovivípara. <strong>Curiosidade:</strong> estas cobras são fáceis distinguir por causa no apêndice nasal, no entanto, são frequentemente confundidas com a víbora-de-Seoane (<strong><em>Vipera seoanei</em></strong>) e com a cobra-de-água-viperina <strong><em>(Natrix maura)</em></strong>.<br><br></div><div><strong>Distribuição Atual:&nbsp; </strong>Esta espécie está espalhada por quase toda a Península Ibérica, exceto no Nordeste. Em Portugal, de uma forma geral, estão restritas às zonas montanhosas e é relativamente rara da metade para sul de Portugal. Não há contagem do número de indivíduos encontrados.<br><br></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas:&nbsp; </strong>A víbora-cornuda tem como lugar consumidora secundária, na cadeia/teia alimentar, ou seja, ela caça outros animais de pequeno e de médio porte, como também pode ser caçada <strong>(Predação)</strong>. Ela tem como presas micromamíferos, lagartixas, juvenis de sardão e lagarto-de-água, também se alimentam de passeriformes, insetos e outros invertebrados e pequenos anfíbios, e como predadores, cobras (ex: cobra-rateira/<strong><em>Malpolon monspessulanus</em></strong>) aves de rapina e mamíferos (javali, saca-rabos, gineta, ouriço-cacheiro, entre outras). É uma cobra pacífica, porém, quando ameaçada, ela morde libertando um veneno proteolítico tóxico prejudicial, ou então tenta fugir. Ela apresenta uma forma de caça de espera pois fica imóvel por imenso tempo, camuflada no solo, enquanto aguarda a presença da presa por perto. Esta espécie não se desloca muito além do seu território exceto o macho quando quer acasalar e está à procura de fêmea. A víbora precisa de locais abrigados com boa insolação então, no Inverno, vários indivíduos de víbora-cornuda agrupam-se em tocas ou sob pedras <strong>(Cooperação)</strong>. Nestes locais entram em período de hibernação, com duração muito variável que está dependente da altitude e latitude.<br><br></div><div><strong>Conservação:&nbsp; </strong>Esta espécie foi classificada como <strong>Quase Ameaçada</strong> segundo a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. É assim considerada porque provavelmente encontra-se em declínio significativo (com uma taxa menor que 30% em 10 anos) devido a perda generalizada de habitat e perseguição em grande parte da região que habita. <strong>Curiosidade:</strong> É comum as pessoas olharem para uma víbora e de todo não a verem. Esta aparente incapacidade deve-se não só à frequente imobilidade da víbora, mas sobretudo ao processo cerebral humano de “ver”. Para ver, a mente humana necessita, em geral, de recorrer instantaneamente ao banco de imagens armazenado na memória, pela experiência pessoal, e comparar o objeto real com as imagens inconscientemente memorizadas. Raramente temos em memória a configuração tipicamente enrolada da víbora camuflada no solo, o que dificulta muito a sua deteção pelo nosso sentido da visão. A mordedura pode, por isso, ocorrer quando alguém coloca a mão ou pisa o corpo da víbora, que reage defensivamente ao aparente ataque humano.<br><br></div><div><strong>Bibliografia:<br></strong><br></div><ul><li>Portugal Selvagem, publicado a 2020, consultado em <a href="https://portugalselvagem.pt/vibora-cornuda-%F0%9D%98%9D%F0%9D%98%AA%F0%9D%98%B1%F0%9D%98%A6%F0%9D%98%B3%F0%9D%98%A2-%F0%9D%98%AD%F0%9D%98%A2%F0%9D%98%B5%F0%9D%98%A2%F0%9D%98%B4%F0%9D%98%B5%F0%9D%98%A6%F0%9D%98%AA/">https://portugalselvagem.pt/vibora-cornuda-𝘝𝘪𝘱𝘦𝘳𝘢-𝘭𝘢𝘵𝘢𝘴𝘵𝘦𝘪/</a>, a 16/03/2023</li><li>Wikipédia, a enciclopédia livre, publicado em 2021, consultado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADbora-cornuda">https://pt.wikipedia.org/wiki/Víbora-cornuda</a>, a 16/03/2023</li><li>Mitra-Nature Uevora, data de publicação não encontrada, consultado em <a href="http://www.mitranature.uevora.pt/Especiesehabitats/Repteis/Serpentes/Viperidae/Vipera-latastei">http://www.mitranature.uevora.pt/Especiesehabitats/Repteis/Serpentes/Viperidae/Vipera-latastei</a>, a 16/03/2023<br><br></li></ul><div><br></div><div>Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Biologia,&nbsp;<br><br></div><div>Docente: Rute Boto,<br><br></div><div>Discente: Duarte Magalhães, 10ºB.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 11:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Hogna ingens (Tarântula da Deserta)</title>
         <author>a701621514</author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571673857</link>
         <description><![CDATA[<div>@oceanretreat&nbsp;</div><div>Tarântula da Deserta</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Resumo:A Tarântula da Deserta pertence à família das Aranhas-Lobo. Ela é provavelmente a maior aranha-lobo do mundo e a sua mordida é considerada muito venenosa, mas não há informações sobre isso na literatura médica recente.</em></strong></div><div><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><div><strong>Classificação</strong>: Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Arthropoda</strong>; Classe <strong>Chelicerata</strong>; Ordem <strong>Araneae</strong>; Família <strong>Lycosidae</strong>; Género <strong><em>Hogna</em></strong>; Espécie <strong><em>Hogna ingens</em></strong>.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Características Gerais:&nbsp; </strong>A Tarântula da Deserta tem até 4 centímetros de comprimento do corpo e até 12 cm de envergadura das pernas, possivelmente a maior aranha europeia. Ela tem a parte da frente do corpo com uma cor cinza-acastanhado escuro, o abdómen de castanho-acinzentado, as pernas longas de castanho-escuro com anéis e manchas brancas, os seus dentes são castanho-avermelhados e está coberta por pêlos castanho-acinzentado. A Tarântula da Deserta é<strong> canibal</strong>, por isso estima-se que pouquíssimas cheguem à fase adulta. Além disso, as fêmeas costumam comer o macho após a cópula. Podem ter entre 100 e 200 filhos, que a fêmea carrega no abdómen nos primeiros dias de vida.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Distribuição atual</strong>: É uma espécie endémica que está restrita a um vale no extremo norte da ilha Deserta Grande, localizada na Ilha da Madeira. Esse vale tem aproximadamente 2,8 km de comprimento, com uma largura entre 180m e 400m, a sua área é de cerca de 83 hectares e o vale está a uma altitude de 150 a 350 metros.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Relação com outras espécies nativas: </strong>A Tarântula da Deserta, uma vez que não existem mamíferos terrestres nativos no Vale da Castanheira, é um dos <strong>principais predadores</strong> na sua pequena área de distribuição.</div><div>As suas <strong>principais presas</strong> são parentes menores ou outros invertebrados como o escaravelho preto, milípede português, outros insetos e até pequenos lagartos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Conservação: </strong>&nbsp;A Tarântula da Deserta requer terrenos abertos com fendas e cavidades onde possa se esconder, infelizmente a área em que ela pode viver tem estado a diminuir porque o seu habitat está a ser invadido pelas Phalaris aquatica, enquanto a vegetação é danificada por cabras e coelhos que foram introduzidos na ilha. O número de adultos foi estimado em menos de 5.000, tornando-a uma das espécies mais raras de aranha-lobo. A <strong>Tarântula da Deserta</strong> está listada como criticamente ameaçada pela IUCN.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Por David Sousa, 10ºB</em></strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Bibliografia:</strong> Wikipédia, a enciclopédia livre, 2021,consultado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tar%C3%A2ntula_da_Deserta">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tar%C3%A2ntula_da_Deserta</a>, a 15/03/2023;&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Ocean Retreat, consultado em <a href="https://www.ocean-retreat.com/nature/meet-hogna-ingens-aka-desertas-wolf-spider/">https://www.ocean-retreat.com/nature/meet-hogna-ingens-aka-desertas-wolf-spider/</a>, a 15/03/2023.</div><div><em>&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 11:23:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anthus berthelotii ( Corre-caminhos)</title>
         <author>a701621513</author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571706789</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: A espécie corre-caminhos é uma ave da família Motacillidae. Endémica da Macaronésia. Vista maioritariamente no arquipélago da Madeira, em zonas com pouca vegetação ou rasteira.&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><div><strong>Classificação: </strong>Reino: Animalia, Filo: Chordata, Classe: Aves, Ordem: Passeriforme, Família: Motacillidae,&nbsp; Género<em>: Anthus</em>, Espécies: <em>Berthelotii</em>.</div><div><strong>Características gerais:</strong> Anthus berthelotii é uma espécie endémica dos arquipélagos das Canárias e Madeira. Petinha algo desproporcionado, com cauda curta o que faz com que pareça pesada à frente. A plumagem é pálida, com o peito riscado e o ventre e supercílio conspícuo brancos. As coberturas das asas têm centros escuros proeminentes. É encontrada com frequência à procura de alimento no solo em zonas abertas secas com vegetação rasteira.&nbsp;</div><div><strong>Distribuição atual: </strong>&nbsp;O Anthus berthelotii, é uma espécie de ave que é endêmica da Ilha da Madeira, um arquipélago português localizado no Oceano Atlântico, próximo à costa africana. Portanto, sua área de distribuição natural é limitada à Ilha da Madeira e algumas ilhas próximas.</div><div><strong>Relação com outras espécies nativas: </strong>A predação de Anthus Berthelotii são minhocas e sua relação com outras espécies nativas varia de acordo com a ilha em que vive. Mas é comum compartilhar habitat com o Estorninho-negro (Sturnus unicolor), o Pardal (Passer domesticus), a Toutinegra (Sylvia atricapilla) e o Melro (Turdus merula), enquanto que em Fuerteventura, é comum ver Anthus berthelotii conviver com a Águia-pesqueira (Pandion haliaetus) e o Falcão-maltez (Falco eleonorae). Em geral, a espécie em questão interage com outras aves que buscam alimento nos mesmos habitats, porém sem grandes disputas de território.</div><div><strong>Conservação:</strong> Para a conservação do Anthus Berthelotii, são necessárias várias medidas, tais como, Proteção e gestão adequada do habitat natural da espécie, como campos agrícolas, pastos e florestas de laurissilva.Controlo ambiental das ameaças que afetam a espécie, como a introdução de espécies invasoras, alterações climáticas e poluição.Educação e sensibilização da população local e dos turistas sobre a importância da conservação da espécie e do seu habitat.Monitorização e estudo da população de Anthus Berthelotii, para avaliar as ameaças e implementar medidas de conservação adequadas.Realização de campanhas de sensibilização por meio de programas de educação ambiental nas escolas, eventos públicos e meios de comunicação. Promoção do turismo responsável como uma forma de valorizar a espécie e sua importância ecológica, social e cultural para a região, entre outros recursos de conservação de Anthus Berthelotii. Em Portugal, o Anthus Berthelotii é classificado como&nbsp; <strong>espécie estável&nbsp; “pouco preocupante”</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em>Por Daniely Fernandes 10º B</em></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Bibliografia</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>⠈ </strong>wikipédia, publicado a 2022, consultado em<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corre-caminhos">https://pt.wikipedia.org/wiki/Corre-caminhos</a>, 15/03/2023</div><div><strong>⠈ </strong>biodiversidade, publicado a 2023, consultado em <a href="https://www.museubiodiversidade.uevora.pt/elenco-de-especies/biodiversidade-actual/animais/cordados/aves/anthus-berthelotii/">https://www.museubiodiversidade.uevora.pt/elenco-de-especies/biodiversidade-actual/animais/cordados/aves/anthus-berthelotii/</a>, 15/03/2023</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 12:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Priolo (Pyrrhula murina)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: Atualmente o priolo é uma espécie de pássaro ameaçado de extinção da família dos fringilídeos. É endémico da parte leste da Ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores da Macaronésia. Os últimos censos estimam que existem entre 700 e 1900 indivíduos vivos. <br><br></em></strong><strong>Classificação:</strong> Reino Animalia, Filo Chordata, Classe Aves, Ordem Passeriformes, Família Fringilídea, Género P<em>yrhula,</em> Espécies P<em>yrrhula murina</em>. <br><br><strong>Características gerais:</strong> Este passeriforme, que atinge um comprimento de 16 a 17 cm, tem o bico negro e forte, o corpo de cor cinza e a cauda preta. Nos juvenis, a cabeça é castanha. É facilmente reconhecido à distância pelo seu cantar característico, curto, flautado e melancólico, bastante distintivo. <br><br><strong>Distribuição atual:</strong> A população atual está estimada em cerca de 1182 indivíduos*, limitada a fragmentos de vegetação nativa ainda existentes e fruto do esforço desenvolvido ao longo dos anos para a sua proteção. No entanto, trata-se de um dos passeriformes mais ameaçado de extinção em toda a Europa. Estes dados são de 2017. Relação com outras espécies nativas: O Priolo depende da floresta Laurissilva a dieta desta ave tem como base diversos tipos de vegetação, cerca de 40 espécies diferentes, sendo que a grande maioria destas espécies são nativas da floresta Laurissilva Alimenta-se basicamente da flora (flores) da floresta Laurissilva. <br><br><strong>Conservação: </strong>A floresta Laurissilva é autóctone da região açoriana estando o Priolo completamente adaptado e dependente da mesma. Contudo, esta sofreu grandes alterações. Algumas áreas foram cortadas para a plantação de cultivos (pastagens e outros cultivos agrícolas), outras sofreram uma profunda alteração nas espécies vegetais devido à proliferação descontrolada de espécies exóticas invasoras (como a Conteira Hedychium gardnerianum). O desaparecimento desta floresta levou também a um enorme declínio da população de Priolo, chegando apenas a existir 400 aves reprodutoras. Após um enorme esforço de várias entidades públicas, privadas e populares, foi possível em 2010, reduzir o grau de ameaça de Criticamente Ameaçado para em Perigo. <br><em>Por Diogo Sousa,10B </em><br><br><strong>Bibliografia:</strong>&nbsp;<br>- wikipedia,a enciclopedia livre,27 de julho de 2021,Consultado em ,https://pt.wikipedia.org/wiki/Priolo, a 28/04/2023 -centro ambiental do priolo,2019,https://www.centropriolo.com/o-priolo, a 28/04/2023&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 12:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>Columba-Trocaz (pombo-da-Madeira)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571720134</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: </em></strong><strong>Espécie endémica da ilha da Madeira, onde é o único pombo grande residente. Encontra-se sobretudo restrito à floresta de laurissilva nativa. Do tamanho de um pombo-torcaz, mas com as asas mais curtas e a cauda mais comprida. O corpo é sobretudo cinzento com uma banda púrpura-rosada no peito, um colar verde e uma mancha prateada em cada lado do pescoço. A íris é amarela, tendo também um anel orbital vermelho.<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>Classificação:</strong> Reino Animalia; Filo Chordata; Classe Aves; Ordem Columbiformes; Família Columbidae; Género<em> Columba; </em>Espécie<em> Columba trocaz.</em></div><div><strong>Características gerais:</strong> O pombo-trocaz, espécie que derivou de <em>Columba palumbus</em>, apresenta-se muito mais escuro que este, com dorso e asas cinzento-azulado escuro. As barras brancas das asas foram perdidas, o que é típico de espécies de ilhas isoladas, que aparentemente perdem essas marcas quando o isolamento reprodutor perde a sua importância. Contudo, a marca branca no pescoço alargou-se, formando uma área completa de branco sobre o topo do pescoço.</div><div>A plumagem iridescente do pescoço apresenta tons acastanhados e esverdeados e é mais baça que em <em>C. palumbus</em>. O bico é vermelho, apresentando o olho amarelo pálido com um anel orbital também vermelho. Apresenta um comprimento médio de 38 a 40 cm, e uma amplitude de asa de 72 a 76 cm.</div><div>Não existe qualquer problema de identificação, uma vez que na Ilha da Madeira não ocorre qualquer outro pombo grande e escuro.</div><div>Existe ligeiro dimorfismo sexual, sendo os machos um pouco mais corpulentos que as fêmeas, mas diferenças significativas apenas são encontradas nas asas e tarsos. Os juvenis são facilmente separáveis, já que são mais baços e acastanhados que os adultos, não apresentando plumagem iridescente</div><div><br></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas:</strong> Ela é granívora, alimentando-se de bolotas e sementes de vários cereais. A<strong> competição </strong>por comida com ratos pode ser significativa em partes da ilha.&nbsp;</div><div><strong>Conservação: </strong>Ocorre exclusivamente na Ilha da Madeira, constituindo, conjuntamente com o bis-bis <em>Regulus madeirensis</em>, os únicos endemismos da avifauna terrestre do arquipélago. É uma população que se mantém estável e com um estatuto de conservação favorável, apresentando flutuações expectáveis para este tipo de populações selvagens,<strong> </strong>estando garantida a sua estabilidade. É classificado como <strong>Pouco Preocupante.<br></strong><br></div><div><strong>Distribuição atual: </strong>O pombo-trocaz é uma espécie endémica da ilha da Madeira. Estando atualmente restrito à ilha da Madeira, existem com tudo evidências fósseis que sugerem uma distribuição mais alargada, que inclui a ilha do Porto Santo. A população está estimada em 12000 indivíduos (dados de 2022).<br><br></div><div><em>Beatriz Silva Costa, 10º B<br></em><br></div><div><strong>Bibliografia<br></strong><br></div><ul><li>Instituto das florestas e conservação da natureza IP.RAM,&nbsp; publicado a 2022, <a href="https://ifcn.madeira.gov.pt/biodiversidade/projetos/pombo-trocaz.html">https://ifcn.madeira.gov.pt/biodiversidade/projetos/pombo-trocaz.html</a>, consultado a 16/03/2023</li><li>Wikipédia, a enciclopédia livre, publicado a 2023, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Columba_trocaz">https://pt.wikipedia.org/wiki/Columba_trocaz</a>, consultado a 16/03/2023</li><li>Parque biológico Gaia, <a href="https://www.parquebiologico.pt/animais-plantas/fauna/aves/item/pombo-torcaz">https://www.parquebiologico.pt/animais-plantas/fauna/aves/item/pombo-torcaz</a> consultado a 16/03/2023<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 12:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Pterodroma madeira ( Freira-da-madeira)</title>
         <author>a701621593</author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571733695</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: A Freira-da-Madeira também é conhecida como Petrel-de-Zino e Grazina-da-Madeira. Esta ave é uma espécie endémica da Ilha da Madeira.&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>É uma das aves marinhas mais raras do Mundo e das mais ameaçadas da Europa, com uma população mundial de 65 a 80 casais (dados de 2022), tendo sido considerada extinta até ao final de 1960.&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><div><strong>Classificação:</strong>Reino <strong>Animalia; </strong>Filo <strong>Chordata; </strong>Classe <strong>Aves;&nbsp;</strong></div><div>Ordem <strong>Procellariiformes; </strong>Família <strong>Procellariidae; </strong>Género<em> </em><strong><em>Pterodroma</em></strong><strong>; </strong>Espécie <strong><em>Pterodroma Madeira</em></strong><strong>;</strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Características gerais: </strong>A Freira-da-Madeira tem uma cauda e umas asas longas. O bico é preto, tal como a região à volta dos seus olhos. O seu dorso e a sua cauda apresentam uma tonalidade muito escura, ao contrário do ventre, que é esbranquiçado. Esta ave atinge aproximadamente os 34 centímetros de comprimento, possuindo uma asas de 24,1 a 25,4 cm e um bico de 2,2 a 2,6 cm. Geralmente a Freira-da-Madeira vive até aos 15 anos de idade, reproduzindo apenas aos 6 anos em saliências inacessíveis e com boa vegetação nas montanhas centrais do Pico do Areeiro e do Pico Ruivo. A sua época de acasalamento é em abril. O peso da Grazina-da-Madeira varia entre os 175 e os 231 gramas. A Freira-da-Madeira distingue-se das outras, pois esta voa&nbsp; formando um V pronunciado. A ave alimenta-se de pequenos peixes e lulas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Distribuição atual: </strong>A espécie tem uma distribuição muito restrita sendo uma espécie endémica da Madeira, nomeadamente da região do Atlântico Nordeste. Esta apresenta uma população de 65 a 80 casais (dados de 2022).</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas: </strong>Esta ave alimenta-se no mar, de pequenos peixes, lulas e crustáceos. Os seus predadores são essencialmente gatos e ratos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Conservação:</strong> Esta ave marinha está <strong>ameaçada de extinção à escala mundial</strong>. Esta espécie encontra-se, hoje, ameaçada de extinção e está classificada, segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), como espécie <strong>“Ameaçada em Perigo Critico”</strong>.</div><div>A espécie está ameaçada devido à predação por parte dos mamíferos introduzidos, ratos e gatos, nomeadamente a ratazana preta (Rattus rattus) e ao gato assilvestrado (Felis catus) e à perda de habitat devido à degradação deste pela presença de herbívoros.</div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Trabalho realizado por: </strong>Letícia Candeias, 10ºB</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Bibliografia:</strong></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;BioDiversity4All, consultado em <a href="https://www.biodiversity4all.org/taxa/4058-Pterodroma-madeira"><strong>Freira-da-Madeira (Pterodroma madeira) · BioDiversity4All</strong></a><strong> </strong>, a 15/03/2023&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;IFCN, atualizado em 01 agosto 2022, consultado em <a href="https://ifcn.madeira.gov.pt/biodiversidade/projetos/freira-da-madeira.html"><strong>Freira-da-madeira</strong></a>, a 15/03/2023<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Atlas das aves marinhas, Meirinho A, Barros N , Oliveira N , Catry P, Lecoq M, Paiva V, Geraldes P, Granadeiro JP, Ramírez I &amp; Andrade J (2014). Atlas das Aves Marinhas de Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, consultado em <a href="https://www.atlasavesmarinhas.pt/freira-da-madeira/">Freira-da-madeira, Pterodroma madeira (atlasavesmarinhas.pt)</a>, a 15/03/2023<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;</strong>Nota Positiva, publicado a 3/08/2011, consultado em <a href="https://www.notapositiva.com/old/pt/trbestbs/geologia/10_freira_da_madeira_d.htm">NotaPositiva - Freira-da-Madeira</a>, a 15/03/2023</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;</strong>GreenSavers, publicado a 5/08/2021, consultado em <a href="https://greensavers.sapo.pt/freira-da-madeira-uma-das-aves-marinhas-mais-raras-do-mundo/">Freira da Madeira: uma das aves marinhas mais raras do mundo (sapo.pt)</a>, a 15/03/2023&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;</strong>Passaro.org, consultado em <a href="https://www.passaro.org/freira-da-madeira/">Freira-da-madeira: características, reprodução, alimentação, habitat e conservação da espécie| Pássaros (passaro.org)</a> a 15/03/2023</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 12:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>Lacerti dugesi( Lagartixa-da-madeira)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571741291</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>R</strong><strong><em>esumo: A Lagartixa-da-Madeira é o único réptil terrestre do arquipélago dos Açores , trata-se de uma espécie endémica do arquipélago da Madeira&nbsp; que foi introduzida nos Açores em meados do séc. XIX e apesar de ser uma espécie essencialmente insectívora, frutos maduros e bagas (em especial amoras-silvestres) também fazem parte da sua alimentação.</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Classificação: </strong>Reino<strong> Animalia;</strong> Filo<strong> Chordata;</strong> Classe<strong> Reptilia; </strong>Ordem<strong> Squamata;</strong> Família<strong> Lacertidae; </strong>Género<strong> Teira; </strong>Espécie <strong><em>Teira dugesii</em></strong><strong>, </strong>Subespécie<strong> Teira Dugesii mauli</strong></div><div><br></div><div><strong>Características gerais: </strong>Trata-se de um lagarto que pode atingir os 20 cm de comprimento, apesar dos adultos terem, normalmente, entre 10 a 15 cm. A sua cor pode variar entre o castanho claro e o cinzento escuro, podem&nbsp; apresentar cores iridescentes, como o verde, azul e violeta. Os machos podem ser facilmente distinguidos das fêmeas devido à presença de uma prega nupcial de cor amarela na parte inferior das suas patas traseiras. Como todos os lacertídeos, possui a capacidade de destacar a sua cauda se se sentir em perigo, servindo o rabo solto, que se contorce energicamente, de distracção para os predadores, permitindo a fuga do animal. A cauda volta a crescer novamente, ocorrendo por vezes o fenómeno de um destes animais acabar por possuir duas caudas, quando a cauda antiga não é completamente seccionada.</div><div><br></div><div><strong>Distribuição atual: </strong>distribui-se por todas as ilhas dos Açores embora a sua presença apenas tenha sido detectada em algumas ilhas, nomeadamente nas Flores e no Corvo, por volta do ano de 2007 ou um pouco antes, encontra-se associado a uma grande diversidade de habitats desde o nível do mar até aos cerca de 1861 m de altitude na sua distribuição original. Contudo, a sua presença é mais abundante abaixo dos 500 m onde pode ser encontrada em áreas rochosas, praias e zonas de vegetação arbustiva e esparsa, sendo particularmente abundante em meios urbanos, rurais e zonas agrícolas , sendo habitual em muros de pedras e pode trepar árvores.</div><div><br></div><div><strong>Relação com outras espécies nativas:&nbsp; </strong>As lagartixas têm vários predadores e possíveis inimigos num mesmo ambiente. Porém, existem diversos animais que costumam predar a lagartixa<strong> ( predação )</strong> , como por exemplo , as tarântulas e as cobras , e até por animais domésticos , no entanto , também tem alguns como suas presas <strong>( predação)</strong> , como por exemplo , os insetos e as baratas .&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Conservação: </strong>Atualmente,a espécie pode ser considerada como<strong> não ameaçada</strong>, devido às grandes densidades que apresenta. No entanto, como é encontrada num ambiente insular, poderá estar mais vulnerável a alguns <strong>tipos de ameaças</strong>. Os principais fatores de ameaça às populações de Lacerta dugesii estão relacionados com a perda de habitat devido à expansão urbana. Este tipo de alteração tem maior impacto na redução dos substratos utilizados por esta espécie para efetuar as posturas. Apesar disso, atinge maiores densidades em locais com presença humana. Estes locais caracterizam-se, essencialmente, pela presença de muros de pedra próximos de locais com acumulação de resíduos orgânicos e pela grande exposição solar. A perseguição directa motivada pelos eventuais prejuízos causados na agricultura por estas lagartixas pode constituir um factor adicional de ameaça.&nbsp; <br><strong><em>Diogo Miguel , 10ºB</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Bibliografia: ICNF , publicado em 2017 , consultado em 28/04/2023 </strong><a href="https://www.icnf.pt/api/file/doc/858b04865f452813"><strong>Layout 1 (icnf.pt)</strong></a><strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Portugalin , publicado em 2018 , consultado em 28/04/2023 </strong><a href="https://portugalin.eu/madeira/natureza-das-ilhas-selvagens/"><strong>Natureza das Ilhas Selvagens - Madeira - Portugal In</strong></a></div><div><strong>&nbsp;Siaram Azores , publicado em 2015 , consultado em 28/04/2023 </strong><a href="http://siaram.azores.gov.pt/fauna/repteis/Repteis-terrestres.pdf"><strong>Repteis-terrestres.pdf (azores.gov.pt)</strong></a></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Wikipedia , publicado em 2017 , consultado em 28/04/2023 &nbsp; pt.wikipedia.org/wiki/Lagartixa-da-madeira</strong></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lagartixa-da-madeira" />
         <pubDate>2023-04-28 12:38:02 UTC</pubDate>
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         <title>Nyctalus Azoreum ( Morcego-dos-Açores)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2571832401</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: Especula-se que a espécie Morcego-dos-Açores foi introduzida acidentalmente nos Açores,<br>acabando por evoluir. É o único mamífero endémico do arquipélago e caracteriza-se pela sua<br>atividade diurna, que é invulgar entre as espécies de morcegos. É uma espécie bastante vulnerável<br>que se encontra em ameaça de extinção, maioritariamente devido às atividades humanas.<br><br></em></strong><strong>Classificação:</strong> Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Chordata</strong>; Classe <strong>Mammalia</strong>; Ordem <strong>Chiroptera</strong>; Família <strong>Vespertilionidae</strong>;<br>Género <strong><em>Nyctalus</em></strong>; Espécie <strong><em>Nyctalus azoreum</em></strong>.<br><br><strong>Características gerais:</strong> Morcego-dos-Açores a sua subespécie mais pequena em tamanho e atingindo um<br>comprimento corporal máximo de 54 mm, 35mm de cauda e 15 gramas de peso; O pêlo é longo e apresenta uma<br>tonalidade negra com um torso de cor castanha, as suas orelhas são largas, triangulares e com a ponta arredondada,<br>as asas são compridas e estreitas, com pêlo denso. É um animal que se alimenta essencialmente de insetos. A época<br>de acasalmento é entre os meses de abril e outubro.<br><br><strong>Distribuição atual: </strong>O Morcego-dos-Açores pode ser encontrado em todas as ilhas do arquipélago, à exceção das<br>Flores e do Corvo. Na ilha de São Miguel, São Jorge e Faial, este é bastante comum, sendo mais raro nas ilhas de<br>Santa Maria e Graciosa. Estima-se que a sua atual população consista de 2000 a 5000 indivíduos (dados de 2022).<br>Relação com outras espécies nativas: O Morcego-dos-Açores está no topo da sua cadeia alimentar. Come<br>insetos que caça (predação) especialmente nas agriculturas.<br><br><strong>Conservação:</strong> Apesar do morcego ser uma espécie localmente abundante, possui o estatuto de espécie rara,<br>porque possui populações pequenas; é uma espécie em ameaça de extinção apesar da falta de predadores<br>naturais.Alimenta-se de insetos e assim ajuda a combater pragas de agricultura. Devido ao seu isolamento geográfico<br>esta espécie apresenta maior sensibilidade a desastres naturais e destruição de habitats. A constante perturbação de<br>abrigos importantes constitui uma enorme ameaça a uma espécie bastante vulnerável.<br><br>Por Beatriz Reis, 10B<br><br><strong>Bibliografia</strong><br>espécies da diretiva Aves/ habitat, consultado em<br>http://www.ibigbiology.com/fotos/publicacoes/publicacoes_Nyctalus_azoreum_Pipistrellus_sp_EspeciesDirectivaAvesHabitats140_99_DiarioRepublicaAnexoB-VI.pdf, a 14/03/2023<br>wikipedia, a eciclopédia livre, 2019, consultado em https://pt.wikipedia.org/wiki/Nyctalus_azoreum ,a 14/03/2023<br>o Morcego-dos-Açores- Nyctalus-Azoreum, consultado em, https://pt.azoresguide.net/o-morcego-dos-acores-nyctalus-azoreum/ ,a 14/03/2023</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 13:53:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regulus regulus sanctae-mariae (Estrelinha-de-Santa-Maria)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; Fotos de Nelson Moura<br><br><strong><em>Resumo:</em></strong><em> A estrelinha-de-santa-maria é uma subespécie da estrelinha-de-poupa endémica dos Açores, da ilha de Santa Maria. Esta ave é uma espécie discreta, que se movimenta nas copas das árvores o que torna a sua observação complicada.</em><br><strong>Classificação científica:</strong><br><strong>Reino</strong> Animalia; <strong>Filo</strong> Chordata; <strong>Classe</strong> Aves; <strong>Ordem</strong> Passeriformes; <strong>Família</strong> Regulidae; <strong>Género</strong> Regulus; <strong>Espécie</strong> Regulus.<br><br>&nbsp; Características gerais: É uma ave de pequeno porte, medindo entre os 8 e os 10 cm, tem uma envergadura de 13 a 15 cm e pode pesar entre as 4.6 a 7.1 gramas. A plumagem é castanha-esverdeada, tem asas pretas com margens esbranquiçadas e amareladas na parte superior. Apresenta uma tonalidade esbranquiçada na garganta, com o peito e o abdómen acastanhados a creme. Tem os tarsos na cor escura, quase preta e as patas na cor amarela. Os seus olhos são relativamente grandes. O seu bico é curto, fino e na cor preta. Nesta espécie o topo da cabeça apresenta características que nos permitem distinguir se esta ave é uma fêmea ou um macho, no caso de a ave ser uma fêmea o topo da sua cabeça terá uma cor amarela brilhante e no caso de ser macho a tonalidade que passa a ter no topo da sua cabeça e alaranjada.<br>Distribuição atual: Esta subespécie é residente não-migratória e restrita na ilha do Pico Alto, na região central da ilha de Santa Maria nos Açores.<br>Relação com outras espécies nativas: A estrelinha-de-santa-maria é uma espécie endémica da ilha de Santa Maria, nos Açores. Esta espécie vive em alcateia, com hierarquia bem definida. Esta ave, alimenta-se de insetos, vermes e aranhas. Esta ave estabelece com as aranhas, os vermes e os insetos uma relação de mutualismo.<br>Conservação: Esta espécie encontra-se em estado de perigo crítico a população encontra-se no território da ilha de Santa Maria, e a sua população tem vindo a ter decréscimo nos últimos 20 anos. A ave pode ser avistada, de forma dispersa um pouco por toda a ilha, nomeadamente nas zonas de mato misto, mas, de forma mais concentrada o habitat da subespécie está mais limitado às encostas do Pico Alto e a zonas florestadas da costa norte em torno do Barreiro da Faneca. Sendo assim, os principais fatores de ameaça são a substituição da floresta nativa, a implantação de pastagens e a rápida expansão de algumas espécies de plantas invasoras. Por estas razões a Regulus regulus sanctae-mariae, foi considerada "Ave do Ano 2012", pelo CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património-Cultural e Natural de Santa Maria). Em comunicado do Governo, saiu o compromisso do avanço de um plano de proteção, já indicando algumas medidas específicas.<br>Realizado por Rita Mestre,10 B<br>Bibliografia:<br>● https://www.lpn.pt/pt/educacao/projetos/natureza-e-essencial/estrelinha-d e-poupa-(santa-maria)<br>● https://pt.wikipedia.org/wiki/Regulus_regulus_sanctae-mariae</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 20:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regulus madeirensis   (Bis-bis)</title>
         <author>fabioms2006</author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2580184164</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>bis-bis</strong> (<em>Regulus madeirensis</em>) é uma ave endémica muito pequena e arredondada do Arquipélago da Madeira, sendo uma das aves mais pequenas da Madeira e da Europa. Todas as espécies <em>de Regulus</em> são quase exclusivamente insetívoras, atacando pequenos&nbsp; colêmbolos, pulgões e aranhas, e também de musgos e líquens. O bisbis-da-madeira alimenta-se em árvores, explorando principalmente a superfície superior dos ramos em coníferas. Os maiores predadores dessa espécie e o maior perigo para elas, é o urubu e o francelho-comum, sendo elas aves carnívoras.</div><div><br></div><div><strong>Classificação:</strong></div><div><strong>Reino: </strong>Animalia</div><div><strong>Filo: </strong>Chordata</div><div><strong>Classe: </strong>Aves</div><div><strong>Ordem: </strong>Passeriformes</div><div><strong>Família:</strong> Regulidae</div><div><strong>Género:</strong> <em>Regulus</em></div><div><strong>Espécie:</strong> <em>Regulus madeirensis Harcourt, 1851</em></div><div><strong>Subespécie: </strong><em>Regulus madeirensis ignicapillus</em></div><div><br></div><div><strong>Características gerais:</strong></div><div>É relativamente comum ser visto em florestas mistas, plantações e jardins e geralmente, em plantações coníferas. Durante o outono-inverno por vezes associa-se a bandos de chapins e outras pequenas aves florestais. É inconspícua, mas ativa, frequentando a zona mais alta do dossel. Os machos têm a coroa alaranjada, sendo amarelada nas fêmeas. Tem o rosto moreno com uma faixa branca no supercílio que não ultrapassa o olho e uma linha de contorno branca abaixo do olho.&nbsp;</div><div>O bis-bis pode medir entre 9-10 cm e pesar 6g.</div><div>É uma ave que nunca fica parada, sempre pulando ou voando de um galho para outro na copa das árvores ou na folhagem do arbusto.</div><div><br></div><div><strong>Distribuição e habitat:</strong></div><div>O bisbis-da-madeira encontra-se por toda a ilha da Madeira mas não em nenhuma outra ilha do arquipélago. É relativamente comum ser visto em florestas mistas, plantações e jardins e geralmente, em plantações coníferas, junto à costa.</div><div>Ocorre principalmente em níveis mais altos de 600 a 1.550 m (1.950–4.900 pés) em todos os tipos de florestas e arbustos, mas com preferência por charnecas arbóreas. Também pode descer para áreas mais baixas após a reprodução.</div><div>Existem cerca de 300 mil indivíduos nas florestas da ilha, estando a aumentar.&nbsp;</div><div><em>(Dados retirados em agosto de 2017).</em></div><div><br></div><div><strong>Relação entre outras espécies nativas:</strong></div><div>O que distingue principalmente a espécie madeirense <em>Regulus madeirensis</em> da sua congénere europeia <em>Regulus ignicapillus</em> é o supercílio branco mais curto, o bico mais comprido e as asas mais escuras.</div><div>As vocalizações dos bisbis-da-madeira e dos bis-bis-comuns são ambas de notas agudas, mas a ave madeirense tem o seu canto mais forte.</div><div>Esse tipo de aves raramente coopera entre si, preferindo procurar o seu alimento, ou para as suas crias, sozinhos. Enquanto a fêmea está a proteger as crias nos ninhos feitos de musgo, raminhos, teias de aranha e líquen, o macho vai procurar alimento para a sua família <strong>(cooperação</strong>).&nbsp;</div><div>Eles caçam, preferencialmente, insetos <strong>(predação)</strong>, mas também podem alimentar-se de líquenes.</div><div>Essa espécie ocupa o <strong>2º nível trófico da cadeia alimentar.</strong>&nbsp;</div><div><strong>Conservação:&nbsp;</strong></div><div>Não há ameaças atuais, embora haja uma preocupação potencial por causa da fragmentação e perda do habitat da floresta nativa, por causa dos fatores antropogénicos.&nbsp;</div><div>Portanto, é classificado como <strong>menos preocupante</strong> na Lista Vermelha da IUCN 3.1.&nbsp;</div><div><strong>(espécie “pouco preocupante”)</strong></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong><strong><em>Por Fábio Sova&nbsp; 10ºB</em></strong></div><div><br></div><div><strong>Bibliografia:</strong></div><div><a href="https://ebird.org/species/firecr3?siteLanguage=pt_PT">https://ebird.org/species/firecr3?siteLanguage=pt_PT</a>,a 12/03/2023</div><div><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Madeira_firecrest">https://en.wikipedia.org/wiki/Madeira_firecrest</a>,a 12/03/2023</div><div><a href="https://www.gbif.org/pt/species/4408806">https://www.gbif.org/pt/species/4408806</a>,a 12/03/2023</div><div><a href="https://www.madeirabirds.com/madeira-firecrest-regulus-madeirensis">https://www.madeirabirds.com/madeira-firecrest-regulus-madeirensis</a>,a 12/03/2023</div><div><a href="https://biogilde.wordpress.com/2009/07/30/populacao-mundial-de-300-mil-bisbis-concentrada-nas-florestas-da-madeira/">https://biogilde.wordpress.com/2009/07/30/populacao-mundial-de-300-mil-bisbis-concentrada-nas-florestas-da-madeira/</a>,a 12/03/2023</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 08:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lacerta Schreiberi (Lagarto de água) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2598406961</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Resumo: O lagarto de água é uma espécie endémica da Península-Ibérica,&nbsp; podendo ser considerado um dos lagartos mais bonitos de Portugal. Na sua&nbsp; época de reprodução, os machos adquirem uma coloração azul por toda a&nbsp; cabeça. &nbsp;</em></strong></div><div><strong><br>Classificação: </strong>Reino: <strong>Animalia</strong>; Filo: <strong>Chordata </strong>; Classe: <strong>Reptilia ; </strong>Ordem: <strong>Squamata ;&nbsp; </strong>Família: <strong>Lacertidae; </strong>Género: <strong><em>Lacerta ; </em></strong>Espécie: <strong><em>Lacerta schreiberi ; </em></strong>Subespécie: <strong>Espécie&nbsp; monotípica </strong>(não possui subespécies).&nbsp;</div><div><strong><br>Características gerais: </strong>É um lagarto de tamanho médio e apresenta uma estrutura&nbsp; robusta. O seu comprimento total pode atingir os 40 cm, da ponta do focinho até ao&nbsp; princípio da cauda não se ultrapassam os 14 cm de comprimento, contudo a cauda costuma&nbsp; ser mais comprida podendo atingir o dobro do tamanho do corpo. Geralmente, as fêmeas&nbsp; costumam ser maiores e, os machos mais robustos em termos de cabeça e corpo.&nbsp;</div><div><br>O dorso do lagarto possui uma variação de cores podendo apresentar tons esverdeados e&nbsp; amarelados com pigmentos negros uniformes ou tons acastanhados com diversas manchas&nbsp; escuras, o ventre contém tons amarelados com pigmentação ou sem, por outro lado a zona&nbsp; da garganta adquire uma coloração azul no decorrer da época de reprodução e, durante o&nbsp; resto do ano a sua tonalidade é esbranquiçada. A época de acasalamento decorre entre a&nbsp; primavera e o verão (nomeadamente entre abril e junho).&nbsp;</div><div><strong>Distribuição atual: </strong>Em Portugal, atualmente podemos compreender pelo menos 45% da&nbsp; população mundial desta espécie. O lagarto de água costuma habitar na região noroeste da&nbsp; Península Ibérica devido às zonas montanhosas. &nbsp;</div><div><br>Esta espécie, em relação a Portugal demonstra um elevado grau de fragmentação, ou seja,&nbsp; as populações encontram-se dispersas e isoladas nas diversas regiões do país, estando a maioria a norte do Tejo, em regiões húmidas perto de ribeiras.&nbsp;</div><div><strong><br>Relação com outras espécies nativas: </strong>O lagarto-de-água alimenta-se de pequenos&nbsp; invertebrados (<strong>predação) </strong>como as moscas, mosquitos, lagartas, escaravelhos e gafanhotos,&nbsp; mas por vezes, frutos silvestres e pequenos lagartos fazem parte da sua alimentação. O&nbsp; lagarto pode-se localizar no meio de uma cadeia trófica sendo um consumidor de 2ª ou 3ª&nbsp; ordem, isto significa que esta espécie serve de alimento a outros animais, destacando-se&nbsp; assim as aves de rapina, a cegonha branca, a gineta e a lontra (<strong>relação interespecífica de&nbsp; predação)</strong>.&nbsp;</div><div><br>Para fugir aos seus predadores, o lagarto utiliza mecanismos de defesa tais como a&nbsp; camuflagem e a capacidade de libertar a cauda de forma voluntária, para distrair os&nbsp; predadores.&nbsp;</div><div><strong><br>Conservação</strong>: Em Portugal, o lagarto de água encontra-se classificado como <strong>espécie&nbsp; “pouco preocupante” </strong>entretanto no resto da Península Ibérica é classificado como <strong>espécie&nbsp; “quase ameaçada”</strong>.&nbsp;</div><div><br>Apesar de esta espécie ser distribuída geograficamente por diversas regiões do país,a sua&nbsp; população tem sofrido um declínio significativo, que pode ser causado por diversos fatores&nbsp; sendo a principal a perda de habitat e a sua alteração.&nbsp;</div><div><br>A perda de habitat desta espécie deve se maioritariamente a causas antrópicas como as&nbsp; obras de regularização das margens das linhas de água, a construção de barragens, o&nbsp; despejo de lixos e entulhos, a extração de inertes, a construção de estradas e a alteração da&nbsp; vegetação nas margens das linhas de água que afetam o desenvolvimento do lagarto de&nbsp; água.&nbsp;</div><div><em><br>Por Patrícia Sousa, 10ºB&nbsp;</em></div><div><strong><br>Bibliografia&nbsp;</strong></div><div><br>❖ <strong>Portugal Selvagem, publicado a 2021, consultado em https://portugalselvagem.pt/lagarto-de-agua/ a 15/03/2023&nbsp;</strong></div><div><br>❖ <strong>Wikipédia, a enciclopédia livre, 2021, consultado em https://pt.wikipedia.org/wiki/Lagarto-de- %C3%A1gua a 15/03/2023&nbsp;</strong></div><div>❖ <strong>Parque biológico de Gaia, consultado em https://www.parquebiologico.pt/animais plantas/fauna/repteis/item/lagarto-de-agua a 15/03/2023</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 16:00:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trirurus pygmaeus(Tritão-marmoreado-pigmeu)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rsboto/gdo0qqrr41fp4y3n/wish/2602222500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Resumo: É uma espécie endémica do quadrante ibérico ocidental-meridional que pode atingir os 11 cm de comprimento. Como mecanismo de defesa, este tritão segrega substâncias tóxicas pela superfície cutânea e exibe ainda posturas anti- predatórias (levanta e agita a cauda e estica as patas posteriores).&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Classificação: </strong>Reino <strong>Animalia</strong>; Filo <strong>Chordata</strong>; classe <strong>Amphibia</strong>; ordem <strong>Caudata</strong>; família <strong>Salamandridae</strong>; género <strong>Triturus</strong>; espécie <strong>T. Pyhmaeus</strong>.<br>&nbsp;</div><div><strong>Características gerais: </strong>O corpo é de secção redonda, podendo ser ligeiramente aplanado, terminando numa cauda lateralmente achatada. A zona dorsal é granulosa e de coloração verde, exibindo um padrão marmoreado formado por pequenas manchas escuras alternadas com manchas maiores, verde-alface; a zona ventral vai de esbranquiçada a rosada (característica que auxilia a distingui-lo do <em>Triturus marmoratus</em>), pintalgada de preto. As fêmeas apresentam uma linha vertebral amarelada, alaranjada ou avermelhada. Durante a época de acasalamento a linha&nbsp;</div><div>vertebral dos machos torna-se uma crista (da cabeça à cauda) com um padrão de bandas verticais que alternam entre tons claros e escuros. Na época de reprodução a cloaca é maior e mais proeminente nos machos. Os membros são bem desenvolvidos; possuem quatro dedos nas patas anteriores e cinco nas posteriores. Os machos exibem uma lista longitudinal branca nos flancos da cauda.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Distribuição atual: </strong>Ocorre em Portugal e em Espanha, aproximadamente a sul do Rio Tejo. Em Portugal, ocorre ainda ao longo da costa desde Aveiro. A Sua área de&nbsp;</div><div>distribuição vai desde o nível do mar até aos 1450m. Os seus habitats naturais são: florestas temperadas, matagais mediterrânicos, rios, rios intermitentes, marismas de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, áreas de armazenamento de água, lagoas, escavações a céu aberto, terras irrigadas, canais e valas. O <em>tritão-marmoreado- pigmeu </em>é comum em terrenos ricos em substrato silicioso. As populações presentes em solos calcários tem sofrido um declínio considerável.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Conservação: </strong>O seu estado de conservação é considerado quase ameaçado devido ao <strong>declínio </strong>observado nesta espécie, que é significativo, mas não preocupante principalmente devido à <strong>perda de habitat</strong>, decorrente da <strong>desertificação do sul da Península Ibérica</strong>. A desertificação provoca a <strong>dessecação de charcos </strong>temporários, essenciais como locais de reprodução destes tritões.<br>&nbsp;</div><div><strong>Relação com outras espécies nativas: </strong>A sua alimentação inclui lesmas, caracóis, insetos, minhocas, crustáceos de água doce e também larvas de inseto e até de anfíbios. Na água, entre os seus predadores, destacam-se os invasores lagostim- vermelho-do-Louisiana (<em>Procambarus clarkii</em>) e a perca-sol (<em>Lepomis gibbosus</em>), assim como as cegonhas e garças; em terra, cobras e mamíferos carnívoros são alguns dos que dele se alimentam.&nbsp;</div><div>Por Lara Rombinha&nbsp;</div><div><br><strong>Bibliografia:&nbsp;</strong></div><div>• Museu Virtual Biodiversidade, publicado em 2023, consultado em https://www.museubiodiversidade.uevora.pt/elenco-de- especies/biodiversidade-actual/anfibios/triturus-pygmaeus/ , em abril de 2023.&nbsp;</div><div>• Bio Diversity 4 All, publicado a 13 de Setembro de 2008, consultado em https://www.biodiversity4all.org/taxa/27719-Triturus-pygmaeus, em abril de 2023.&nbsp;</div><div>• Wikipedia, a inciclopédia livre, publicado em 2019, consultado em https://pt.wikipedia.org/wiki/Tritão-marmoreado-pigmeu, em abril de 2023.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 20:31:22 UTC</pubDate>
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