<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Clara Almeida E1T13189 by </title>
      <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189</link>
      <description>Sou professora de Francês,  no Agrupamento de Escolas Henrique Sommer. Tenho um especial interesse por fotografia e cinema.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-04 20:11:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-04-22 21:01:54 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129094179</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/137232676/66c74f42bdb461175e70218e115591d1/DissertMestradoFilomenaSemiao.pdf" />
         <pubDate>2016-10-07 12:45:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129094179</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129095716</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/HmYcyzQK_rY" />
         <pubDate>2016-10-07 12:49:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129095716</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129099844</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/FEVWwCFGaLk" />
         <pubDate>2016-10-07 13:02:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129099844</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129278467</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Dh2IZDd6z6I" />
         <pubDate>2016-10-08 12:31:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129278467</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Considerações que me fazem refletir. Todos nós temos sempre algo a aprender, por isso aqui estou. </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129282501</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."</div><div><a href="https://pensador.uol.com.br/autor/paulo_freire/"><br>Paulo Freire</a> A Importância do Ato de Ler em Três Artigos que se Completam.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-08 13:57:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/129282501</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 1 </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/130398593</link>
         <description><![CDATA[<div><br>1.6 Tarefa tutoria Opção B<br><br>Embora todos os vídeos sejam bastante interessantes e transmitam mensagens importantes, escolhi o vídeo “Os sonhos escolhem pessoas” ao qual dei o título “Sobreviver”. A escolha deste vídeo teve em atenção o facto de poder ser interpretado de duas formas, (sobreviver ou sobre viver), pois considero que as ideias aí expostas assim o justificam .<br><br></div><div>Ao longo do vídeo indicado somos confrontados com o facto de nos deixarmos derrotar pelo medo e pela dúvida, os quais acabam por matar os sonhos que todos nós possuímos. É abordada a forma como vivemos , salientando-se que é preciso arriscarmos e lutarmos para conseguirmos superar os obstáculos que vão surgindo ao longo da nossa vida, o que nem sempre acontece.<br><br></div><div>Infelizmente, a maior parte das pessoas não vive verdadeiramente (não levanta voo), mas apenas sobrevive (vive no chão), desperdiçando o dom que possui ao deixar-se dominar pela falta de coragem e pelo receio. É isto que acontece com muitos de nós, adultos, e com muitos alunos que não sabem aproveitar a vida de uma forma completa, pois não se conhecem em profundidade, não conseguem comprometer-se e envolver-se num verdadeiro processo de mudança, quando esse processo é essencial para a sua evolução na escola e na vida, em geral. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-13 12:10:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/130398593</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 1 </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/130399696</link>
         <description><![CDATA[<div><br>2.3 Competências de relação interpessoal&nbsp; Opção B<br><br><br>Os três objetivos referidos representam, na realidade, todos eles, três grandes desafios ,sobretudo&nbsp; quando se trata de alguém que tem pouca experiência na área da tutoria, como é o meu caso. No entanto, tendo que indicar apenas um, escolherei o objetivo número dois, compreensão e envolvimento do tutorando, como sendo aquele que me tem colocado mais dificuldades ao longo das sessões de tutoria.<br><br></div><div>Como é referido no documento&nbsp; consultado, os tutorandos têm um papel essencial no processo de mudança e, para que esta ocorra, é necessário que se conheçam a si próprios&nbsp; e compreendam em profundidade os seus problemas. Devem sentir-se envolvidos e comprometidos em todo este processo, de modo a que possam passar à fase da ação, o que nem sempre é fácil de conseguir, principalmente quando o professor-tutor ainda não está devidamente preparado para ajudar ao longo de um caminho já marcado por várias retenções e uma vida familiar, por vezes, muito complicada.<br><br></div><div>As sessões de tutoria&nbsp; implicam o desenvolvimento de um ambiente de confiança e segurança, que penso estar a conseguir criar , porém , tem sido complicado ir mais longe na compreensão aprofundada dos problemas dos meus tutorandos, já que alguns alunos nem sempre comparecem a todas as sessões e outros já ali entram com uma visão muito negativa deles próprios, criando alguma resistência quando se trata de ir mais ao fundo dos problemas detetados.&nbsp;<br><br></div><div>Como tutora sinto que ,realmente, tem&nbsp; sido complicado entrar no mundo dos meus tutorandos, não possuindo ainda a formação adequada para o fazer de uma forma eficaz e produtiva, daí que me tenha inscrito neste curso para&nbsp; conseguir delinear as estratégias adequadas à implementação de um processo de mudança sólido e eficaz. <br><br></div><div><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-13 12:14:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/130399696</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 2</title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/132196406</link>
         <description><![CDATA[<div>1.7 Tarefa Tipos de conhecimento&nbsp;<br> Opção B<br><br></div><div>Construa uma ideia para um vídeo adequado a este tópico.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Guião do vídeo&nbsp;<br></strong><br></div><div>Local: sala de aula;&nbsp;<br><br></div><div>Intervenientes: professora de Francês, alunos de uma turma do oitavo ano (Francês, nível dois).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>1-Numa aula de Francês, a professora aborda um texto do manual relacionado com o tema já introduzido na aula anterior (a família) ;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>2-O texto é lido e interpretado pelos alunos através de um questionário do manual;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>3-Para introduzir a atividade seguinte, recorrendo aos conhecimentos prévios dos alunos, a docente pede a um discente para identificar, naquele texto, um adjetivo possessivo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>4-O aluno identifica o adjetivo pedido e é feita uma revisão, oral, dos adjetivos lecionados no ano anterior, no entanto, vários alunos manifestam algumas dificuldades em recordar essa matéria.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>5-A professora esclarece as dúvidas através de uma tabela com os adjetivos. É projetado, então, um PowerPoint, esclarecendo-se a forma como os adjetivos são utilizados, através de alguns exemplos de frases. É, assim, revista a matéria lecionada no ano anterior.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>6-Segue-se a consolidação dos conhecimentos através de uma ficha de trabalho, realizada a pares, e depois corrigida em aula. A ficha inclui exercícios variados: completamento de espaços, verdadeiro/ falso, exercícios de associação, traduçãom… Os alunos, em pares, ajudam-se uns aos outros. A professora circula pela sala e vai esclarecendo dúvidas a nível mais individual.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>7-Depois de alguns minutos, a ficha é corrigida na aula, com a colaboração dos discentes.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>8-Verificando que os alunos perceberam a matéria revista, a docente introduz novos adjetivos possessivos, que fazem parte dos conteúdos do oitavo ano. São consultados os apontamentos do manual e realizados exercícios do mesmo, recorrendo ao manual interativo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>9-Como tarefa final, e associada ao desenvolvimento de um programa de intercâmbio com uma escola francesa, a professora solicita a elaboração de um pequeno texto subordinado ao tema “A minha família”, no qual os discentes deverão utilizar vocabulário relacionado com a família (estudado na aula anterior) e os adjetivos possessivos abordados nesta aula. Esses textos serão elaborados em forma de carta e enviados aos correspondentes franceses que, por sua vez, enviarão também os seus textos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-20 18:52:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/132196406</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 3</title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/134042495</link>
         <description><![CDATA[<div><br>2.3 Tarefa Competências de relação interpessoal<br><br>Para que a fase da facilitação ocorra da maneira mais positiva possível, proporcionando a passagem para as fases seguintes do processo de ajuda, é necessário que o professor-tutor demonstre competências de empatia, respeito e afetividade. &nbsp;<br><br></div><div>No que diz respeito à empatia, deve o tutor procurar entender e compreender o tutorando, facilitando a sua autoexploração, através da escuta ativa, sem fazer juízos de valor como, por exemplo, dizendo ao tutor que, se estivesse no seu lugar, faria isto ou aquilo, teria agido desta ou daquela forma. (exercício não eficaz) O professor- tutor não deverá agir de acordo com a sua experiência de vida, deve procurar colocar-se no lugar do outro para o compreender e tentar ajudar melhor. Para que tal aconteça, o tutor deverá ter cuidado com a forma como coloca as questões ao tutorando, optando por aquelas que exijam uma autoexploração mais profunda, como, por exemplo, perguntando-lhe o que pensa sobre certas atitudes, quais os motivos que o levaram a agir daquela maneira. (exercício eficaz)<br><br></div><div>Em relação à competência relacionada com o respeito, deverá o tutor acreditar nas capacidades dos seus educandos para resolverem os seus próprios problemas. Neste caso, poderá elogiar o aluno pelos seus progressos e pelo seu esforço, ainda que estes sejam pequenos, ou seja, deverá dar “feedback” positivo em relação à forma como o aluno tem agido. (exercício eficaz) Por outro lado, sobretudo quando se trata de alunos vistos como “alunos problemáticos”, há que ter em atenção o facto de, por vezes, o tutor poder ser influenciado por sentimentos negativos, o que prejudicará a sua relação com o tutorando. Pode acontecer que o tutor, num momento complicado ou de “stress”, possa dizer ao tutorando que “é sempre a mesma coisa” e que “ele não tem emenda”. (exercício não eficaz) Todos nós temos aspetos positivos e estes deverão ser realçados perante os tutorandos a fim de que eles acreditem neles próprios e consigam entrar num processo de mudança.<br><br></div><div>Na fase da facilitação é também muito importante a competência da afetividade que se interliga com as duas competências já enunciadas, a empatia e o respeito. A afetividade tem a ver com “o cuidado e afeto demonstrados em comportamentos verbais e não-verbais” (quadro um, página 15, <em>Competências do Tutor</em>, módulo dois). Sendo assim, deve o tutor ter muito cuidado com a forma como age/ reage perante os seus tutorandos em determinadas situações. Para os tutorandos serem ajudados, o tutor deve preocupar-se verdadeiramente com eles e demonstrar isso, não só através de mensagens verbais como também através de expressões não-verbais; ou seja, o professor-tutor poderá incentivar o seu tutorando comentando positivamente algo que ele tenha feito, na escola ou fora dela. Uma palavra de incentivo ou um sorriso sincero no momento certo podem fazer a diferença e ajudarem o aluno a acreditar nele próprio. (exercício eficaz). Por outro lado, se o tutor não desenvolver essa afetividade nos momentos de tutoria ou até noutras alturas&nbsp; , irá criar-se uma barreira que poderá prejudicar bastante, ou até impedir, o processo de tutoria. Poderá tal acontecer se, por exemplo, perante um acontecimento negativo (teste negativo) o tutor confrontar o aluno de uma forma “agressiva”, dizendo algo como “ já sabia que isso iria acontecer, porque nunca estudas”. (exercício não eficaz).&nbsp;<br><br></div><div>Perante tudo o que foi analisado verifica-se, então, que na primeira fase do processo de ajuda, a facilitação, o professor-tutor deverá estabelecer uma boa base de relacionamento com os seus tutorandos, pois esta é fundamental e crucial para que todo o processo de tutoria se desenvolva de forma eficaz. Um bom relacionamento facilitará a implementação das fases seguintes, a transição e ação, essenciais para que o tutorando se comprometa com a sua mudança e adote as ações adequadas para que esta, de facto, aconteça.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-29 15:31:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/134042495</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 4 </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/135541653</link>
         <description><![CDATA[<div>1.4 Tarefa Autorregulação&nbsp;<br>Opção C<br><br><br><br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Planificação:&nbsp; </strong><br><br></div><div>Ao avistarem uma foca a descansar num pedaço de gelo, uma família de orcas decide atacar e estabelece, então, um objetivo: capturar/ caçar a foca. É delineado um plano ao avaliarem as condições em que a foca se encontra, pois os pedaços de gelo à sua volta não ajudam a concretizar as suas intenções. Algo tem de ser feito.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Executar: </strong><br><br></div><div>O plano para capturar a foca é colocado em prática, utilizando as estratégias que consideram adequadas. Afastam os pedaços de gelo da zona onde se encontra a foca, para que esta fique isolada e seja mais fácil atacar.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>A matriarca orienta o ataque que as restantes orcas irão realizar. Concretizando-se esse ataque, as orcas investem, juntas, contra o pedaço de gelo, ao criarem uma onda que, esperam, irá fazer a foca cair na água. Porém, não conseguem atingir o seu objetivo, pois a foca ainda consegue manter-se a salvo. O ataque não teve o efeito pretendido.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Avaliação:</strong><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O grupo de orcas investiu contra o pedaço de gelo e a foca, de facto, deslocou-se, mas não caiu na água. A matriarca avalia a situação e altera a estratégia, chamando mais elementos para o grupo, o qual irá criar uma onda suficientemente forte para obrigar a foca a cair na água. O objetivo delineado inicialmente foi atingido, depois da estratégia inicial ter sido avaliada e alterada. <br><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-05 12:30:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/135541653</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 5</title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137096215</link>
         <description><![CDATA[<div>1.3. Opção B&nbsp;<br>Estratégias de autorregulação da  aprendizagem<br><br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Segundo o que a frase transmite, os resumos utilizados pelo aluno, para estudar, foram elaborados pelo pai. Contudo, o aluno nunca consegue chegar à positiva, apesar do pai considerar que lhe fez “ a papinha toda”. E é aí que reside o problema.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; De facto, o aluno, ao usar os resumos feitos pelo pai, irá utilizar uma estratégia que não foi desenvolvida por ele e, sendo assim, não teve a oportunidade de traçar todo um caminho que conduziria à sua autorregulação e à aplicação autónoma de uma ou várias estratégias, tendo liberdade de decidir qual delas seria melhor para si.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O pai deveria ter agido de outra forma e, em vez de lhe “dar o peixe”, deveria tê-lo “ensinado a pescar”, ou seja, não faria o trabalho todo por ele, mas ajudá-lo-ia a elaborar os seus próprios resumos, se, no seu caso, essa fosse a melhor estratégia de aprendizagem. Poderia não ser…<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Caso quisesse ajudar, de verdade, o filho, o pai deveria ter seguido várias etapas até este ser capaz de utilizar a técnica do resumo com eficácia e de forma autónoma.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, no primeiro estádio, o pai: explicaria o que é um resumo e para que serve, apresentando vários exemplos que poderiam ser analisados em conjunto. (conhecimento declarativo); demonstraria como se faz um resumo. (conhecimento procedimental); apresentaria situações em que os resumos podem ser utilizados, ou seja, poderiam ser a estratégia mais eficaz e útil. (conhecimento condicional) Esta seria o estádio da observação.<br><br></div><div>Passando-se à fase seguinte (imitação), depois de observar como fazer um resumo, o filho iria, por imitação, colocar em prática a técnica apresentada, seguindo as orientações do pai.&nbsp;<br><br></div><div>Aos poucos, progressivamente, o filho iria tentando elaborar o seu resumo, ainda seguindo algumas orientações e ajudas, mas tendo já algum controle sobre o seu processo de aprendizagem (prática guiada com feedback).<br><br></div><div>Finalmente, na última fase (autorregulação), o aluno já conseguiria elaborar os seus resumos de forma independente, sendo capaz de decidir que estratégias deveria adotar e quando. As estratégias e a sua implementação seriam realizadas de acordo com aquilo que o filho sabia ser melhor para si e não seriam impostas pelo pai.&nbsp;<br><br></div><div>Desta forma, conseguir-se-ia chegar a uma prática independente e o filho poderia ser completamente autónomo sem necessitar que outros trabalhassem por ele e para ele. Infelizmente, por vezes, essa é a realidade nas nossas escolas…<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-11 20:34:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137096215</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137098597</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=66K-24pg_iM" />
         <pubDate>2016-11-11 20:54:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137098597</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137100423</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ocJja4WNDvc" />
         <pubDate>2016-11-11 21:08:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137100423</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137101527</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Nn_Py7lG6Iw" />
         <pubDate>2016-11-11 21:18:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/137101527</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1.7 Tarefa Envolvimento EscolarOpção B </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/138828495</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Módulo 6<br>O vídeo visionado mostra uma criança invisual inserida numa turma do ensino regular, em Espanha. Certo dia, a professora pediu aos alunos para elaborarem um texto sobre as cores das flores. Ao longo do vídeo, foi-se acompanhando a criança invisual  e as suas reações ao pedido feito pela professora. Assim, pude verificar que este aluno se encontra envolvido a nível cognitivo, comportamental e emocional.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Envolvimento cognitivo<br><br></div><div>Na aula, a professora solicitou a elaboração de um texto sobre as cores das flores. O aluno, apesar de invisual, não recusou a tarefa e esforçou-se, delineando diferentes estratégias para conseguir concretizar o seu objetivo: a elaboração do texto pedido pela professora. <br><br></div><div>Assim, o aluno decidiu fazer pesquisas sobre as cores, na net, mas como esta estratégia não resultou, ele recorreu às suas experiências do dia a dia para realizar o que lhe fora pedido (leitura do livro, pela mãe; passeio no parque) . Ele sempre demonstrou disponibilidade para se esforçar, usando as estratégias mais adequadas à sua situação. Foi capaz de questionar o resultado da pesquisa na net, o que lhe permitiu ir por outros caminhos de modo a ser capaz de concretizar o que lhe fora pedido.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Envolvimento comportamental<br><br></div><div>O aluno demonstra este envolvimento quando respeita as regras da escola e da sala de aula (levanta o braço para se oferecer para ler, por exemplo), participando ativamente nas atividades escolares. Tal acontece quando se oferece para ler na aula e realiza o TPC, apesar das suas dificuldades e das barreiras que encontra (a pesquisa na net não resultou). É um aluno que revela claramente interesse, esforço e atenção.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Envolvimento emocional<br><br></div><div>O aluno demonstra estar envolvido emocionalmente e isso verifica-se quando convive com os colegas e estes o procuram ajudar. Manifesta emoções positivas em relação às tarefas escolares, ao nunca desistir do seu objetivo, apesar das dificuldades encontradas. Também se verifica este envolvimento emocional no momento em que a professora de apoio o incita a fazer o texto, manifestando a certeza de que ele será capaz de cumprir o que lhe fora pedido. Este sentimento de suporte , provido pela professora, deu-lhe mais incentivo para realizar o trabalho.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-18 20:09:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/138828495</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/139965053</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/137232676/38d4b87c0d2b6076fc199af944fb5715/2003_estorias_para_estudar.pdf" />
         <pubDate>2016-11-26 12:28:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/139965053</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Módulo 7 </title>
         <author>claraalmeida5</author>
         <link>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/143229909</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Relatório Final <br><br>A primeira vez que assumi funções como tutora foi no ano letivo de 2002/2003. Não tinha qualquer experiência nem possuía qualquer formação nessa área, embora procurasse sempre dar e fazer o meu melhor. Foi assim que convivi e trabalhei com duas alunas, ao longo do ano letivo, uma delas presente nas sessões de forma voluntária. Nessa altura, admito que não estava muito sensibilizada para as questões relacionadas com a tutoria e, analisando a situação, neste momento, reconheço que não atuei da melhor forma em alguns momentos. Confesso que, nesta primeira experiência como tutora, segui mais o que o meu coração me fazia sentir e agir, pois, mais do que orientação nos estudos, as minhas tutorandas precisavam mesmo de se sentirem acolhidas, apoiadas, sentirem que alguém as queria ouvir e compreender. Foi uma experiência estimulante, de facto, apesar de me faltar a base teórica necessária para proceder da maneira mais adequada. </div><div>Quando fui designada como tutora, este ano letivo, e tendo conhecimento das intenções do Ministro da Educação, pensei nessa minha primeira experiência em 2002/2003, mas senti que, desta vez, precisava ir mais longe. Desta forma, inscrevi-me no curso assim que tive conhecimento do mesmo, esperando que este me fornecesse as ferramentas necessárias para o meu bom desempenho enquanto tutora.</div><div>O curso de formação iniciou-se já decorriam as sessões de tutoria há algumas semanas. Foram-me atribuídos quatro tempos com alunos do sétimo, oitavo e nono anos, nove alunos na totalidade, embora só comparecendo 6 alunos de forma sistemática. Sou a única professora- tutora na escola onde leciono. <br><br></div><div>Tendo alunos de três anos diferentes e com maturidade também diferente, senti-me muito perdida, no início, sem qualquer orientação. Para além disso, nem todos os alunos vão aos quatro tempos de tutoria, porque o seu horário não permite. Por vezes, por diversos motivos, alguns alunos faltam às sessões ou raramente comparecem. Outros há que nunca apareceram. Tenho dois tutorandos com Necessidades Educativas Especiais (que também têm apoio da Educação Especial), e ainda há o caso de uma aluna que falta constantemente às aulas e nunca foi às sessões de tutoria. <br><br></div><div>A variedade de situações enumeradas deixou-me, e ainda me deixa, um pouco angustiada, embora ao longo de tempo, à medida que o curso foi decorrendo, eu me tenha sentido mais segura através dos conhecimentos adquiridos desde o início da formação. Foi muito importante, por exemplo, a aquisição de conhecimentos relativos às competências de relação interpessoal no âmbito da tutoria, os quais me levaram a refletir sobre as minhas próprias ações e reações não só como tutora mas também enquanto professora. As diversas tarefas realizadas ao longo destas semanas, relativas a cada módulo, também me permitiram interiorizar comportamentos e atitudes que me ajudam a desenvolver as minhas sessões de tutoria.<br><br></div><div>Considero, no entanto, que a formação deveria ter sido realizada antes de se iniciarem as sessões de tutoria, pois, os primeiros contactos com os tutorandos são essenciais para o sucesso de todo o processo do ciclo de ajuda. Tendo em conta esse facto, seria bom que todos os tutores, ou futuros tutores, frequentassem este curso, o qual poderia prolongar-se por mais algumas semanas de modo a que pudessem realizar-se as duas tarefas propostas em cada módulo e houvesse mais tempo para se analisar todo o material fornecido durante a formação. <br><br></div><div>Contudo, independentemente destas considerações, classifico a frequência desta formação como uma experiência muito positiva, em termos profissionais e humanos, pois permitiu-me ver algumas situações de uma outra forma e ajudou-me a refletir sobre as minhas próprias experiências. Como afirma Paulo Freire:<br><br></div><div>“Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."</div><div><a href="https://pensador.uol.com.br/autor/paulo_freire/"><br> Paulo Freire</a><em>A Importância do Ato de Ler em Três Artigos que se Completam</em></div><div><em> </em></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-12-12 19:51:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claraalmeida5/claraalmeidaE1T13189/wish/143229909</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
