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      <title>Magazine d&#39;estórias &amp; História by Biblioteca Pintor Mário Augusto</title>
      <link>https://padlet.com/biblioteca_eb23pma/gaok2ccgn95fc7ox</link>
      <description>Uma revista digital sobre acontecimentos históricos, filmes, livros, trabalhos de alunos relacionados com o tema e muito mais...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-02 17:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>As escolas portuguesas recebem recomendações para o ensino sobre o Holocausto. A Direção-Geral da Educação traduziu para português o manual que agora pode ser utilizado por professores e educadores no ensino do tema.   </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lusa. 9 de Janeiro de 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 17:20:38 UTC</pubDate>
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         <title>O Diário de Anne Frank</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, <em>O Diário de Anne Frank</em> foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.<br><br>Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 17:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>O rapaz do pijama às riscas</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de John Boyne<br>Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 17:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>A lista de Schindler</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Thomas Keneally.<br><br>Livro escrito em 1982, após o autor se deparar com sobreviventes do Holocausto que foram ajudados por Oskar Schindler. Oskar Schindler um industrial alemão, abrigava centenas de judeus em sua fábrica, de onde os transferia em segurança para a Checoslováquia. Um lugar na lista de Schindler significava a única hipótese de sobrevivência para um prisioneiro judeu. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 17:52:36 UTC</pubDate>
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         <title>- O Rapaz do Pijama às Riscas (2008)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Bruno, de oito anos de idade, é o filho protegido de um oficial nazista cuja promoção leva toda família a deixar sua confortável casa em Berlim para seguir para uma área desolada onde o menino solitário não tem o que fazer e nem com quem brincar. Muito entediado e movido pela curiosidade, Bruno ignora as insistentes recomendações da mãe de não explorar o jardim dos fundos e segue para a fazenda que ele viu a certa distância. Lá ele encontra Shmuel, um menino da sua idade que vive uma existência paralela e diferente do outro lado da cerca de arame farpado. O encontro de Bruno com o menino do pijama listrado o leva da inocência a uma profunda reflexão sobre o mundo adulto ao seu redor conforme seus encontros com Shmuel se transformam em uma amizade com conseqüências devastadoras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 18:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Filme animado do Diário de Anne Frank</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>A Lista de Schindler (1993)</title>
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         <description><![CDATA[<div>O alemão Oskar Schindler viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da História, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 18:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>Documentários sobre o Holocausto</title>
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         <title>Documentário sobre Auschwitz</title>
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         <title>Auschwitz</title>
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         <title>A casa de Anne FRANK</title>
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         <title>Sobrevivente de Auschwitz</title>
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         <title>Sobrevivente Brasileiro do Holocausto</title>
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         <title>Auschwitz &quot;A casa do horror&quot;</title>
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         <title>Os horrores de Auschwitz</title>
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         <title>Sobreviventes voltam a Auschwitz</title>
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         <title>Ex-contador nazista 🤬 desculpa às vítimas</title>
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         <title>Um dia em Auschwitz</title>
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         <title>Testemunho: &quot;Como escapei do Holocausto&quot;</title>
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         <title>Projeto de Escrita Criativa</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Duas propostas: </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta a um prisioneiro de um campo de concentração.</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Carta</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Texto sobre &quot;Confinamento&quot;</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Museu Virtual de Aristides de Sousa Mendes</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Casa do Passal - Fundação Aristides de Sousa Mendes</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Museu do Holocausto no Porto</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>Vilar Formoso - Fronteira da Paz</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>FIGUEIRA DA FOZ - OS REFUGIADOS DA 2ª GRANDE GUERRA (1ª PARTE)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 1 de setembro de 1939, as tropas alemãs invadem a Polónia. Inicia-se a 2ª Guerra Mundial e, no próprio dia, Salazar declara Portugal um país neutro.</div><div>Em 15 de Junho de 1940, no dia seguinte à ocupação de Paris pelos alemães, os diplomatas portugueses receberam instruções para que só emitissem vistos de trânsito por 30 dias a refugiados com bilhetes de passagem e visto de entrada num país de destino. </div><div>Isto é, os refugiados poderiam ficar um máximo de 30 dias em Portugal até seguirem para um país de destino.</div><div>Não obstante, alguns refugiados chegaram a Portugal clandestinamente e outros com documentos concedidos contra as ordens de Salazar e da polícia política, como foram os atribuídos pelo cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes. </div><div>Em Junho de 1940, Aristides de Sousa Mendes decidiu conceder vistos a todos os que lhe pediam, em Bordéus, Baiona e Hendaia, desobedecendo à circular n.º 14 do MNE e a Salazar.</div><div>Milhares de refugiados, a maioria dos quais munidos de vistos concedidos pelo cônsul em Bordéus, chegaram à fronteira portuguesa de Vilar Formoso em 24, 25 e 26 de Junho de 1940. </div><div>A PVDE - Polícia de Vigilância e Defesa do Estado, comandada pelo capitão Agostinho Lourenço, foi enviada para Vilar Formoso para averiguar a chegada de milhares de refugiados à fronteira portuguesa.</div><div>Os que tinham vistos concedidos por Sousa Mendes foram enviados para locais de "residência fixa", pois sabia-se que esses documentos não tinham sido dados segundo as regras oficiais de passagem e estada no país, enquanto os possuidores de vistos para países além-Atlântico de destino foram autorizados a seguir de imediato para Lisboa.</div><div>Ao confrontar-se com a necessidade de escoar a torrente de refugiados que aí se amontoavam, decidiu ainda desviar muitos deles para zonas balneárias e termais, onde havia hotéis e pensões. </div><div>À Figueira da Foz chegaram centenas de refugiados, de comboio e de automóvel, onde foram recebidos com “flagrantes provas de carinho e simpatia para que não sentissem tanto a sua desgraça”. </div><div>Em 1940, no dia de S. João, chegam os primeiros refugiados à Figueira da Foz. O jornal O Figueirense, de 26 de Junho, referia ser o grupo constituído por 85 exilados, de várias nacionalidades, chegados de comboio, provindo de Vilar Formoso, pela linha da Beira Alta, tendo sido distribuídos por hotéis e pensões, e alguns alugaram casas.</div><div>No início de Julho do mesmo ano, chegaram mais 600 refugiados à Figueira da Foz. Foram recebidos na estação da CP por uma comitiva constituída pelo vice-cônsul de França, na Figueira, membros da Comissão Municipal de Turismo e da colonia francesa e muitas outras pessoas.</div><div>Muitos dos refugiados eram intelectuais, artistas, escritores, músicos e escultores, outros comerciantes, alguns joalheiros e alguns muito ricos. </div><div>Também havia crianças, que rapidamente se inscreveram nas escolas figueirenses, principalmente na Academia Figueirense, como foi o caso de Edith Liliane Schwarz, cuja família terá recebido também visto de Aristides de Sousa Mendes.</div><div>Os refugiados integraram-se rapidamente na comunidade figueirense que, por sua vez, os recebeu com o maior carinho. Tiveram cinema grátis, os cardápios dos restaurantes estavam escritos nas suas línguas e o Grande Casino Peninsular permitia-lhes a entrada gratuita nas suas matinées. </div><div>Aqui se refugiou o judeu Eugen Tillinger, conhecido jornalista checo, colaborador do Paris-Soir e de outros jornais, e o casal de pianistas Colette Gaveau e Witold Malcuzynski, todos ajudados pelo nosso cônsul Aristides de Sousa Mendes que, desobedecendo a ordens expressas de Salazar, emitiu vistos de entrada em Portugal a milhares de refugiados, incluindo judeus.</div><div>Witold Malcuzynski, acabado de chegar, polaco, um pianista brilhante, atuou de imediato no Casino Peninsular, no dia 17 de Julho de 1940. </div><div>Quando a 2ª Grande Guerra começou, Malcuzynski estava em França .  Após a capitulação da França, Malcuzynski fugiu para Portugal, com a sua esposa Colette Gaveau, onde conheceu o maestro Grzegorz Fitelberg, que lhe ofereceu uma turnê na América do Sul. Małcużyński foi para a Argentina em outubro de 1940 e em abril de 1942 mudou-se para os Estados Unidos . </div><div>Finda a 2ª Grande Guerra, o casal Colette Gaveau e Witold Malcuzynski foi viver para a Suiça. Voltaria à Figueira da Foz, ao Casino Peninsular, em sinal de “agradecimento pelas atenções e carinhos que o rodearam e aos seus compatriotas numa hora incerta das suas existências”.</div><div>Muitos outros artistas estiveram exilados na Figueira da Foz, como Marcel Dalio, ator de cinema francês, Gisele Quittner Allatini, escritora francesa que proferiu varias conferências no Casino e escreveu na imprensa local, Ivan Sors, pintor checo, representado no Museu Municipal Santos Rocha, que é a personagem central da obra literária “O pintor debaixo do lava-louça “ do escritor figueirense Afonso Cruz.</div><div>No livro de Afonso Cruz, Sors residia em casa do fotógrafo figueirense Afonso Cruz, avô do escritor, dormindo num recanto da casa. “Por baixo do lava-loiças havia um espaço relativamente grande, que se prolongava por baixo do fogão. Foi aí que se estendeu um colchão e foi aí que Sors passou a dormir, escondido atrás da lenha, com medo que os agentes da PVDE aparecessem a meio da noite”.</div><div>Na realidade assim acontecera, o saudoso fotógrafo figueirense Afonso Cruz, preso por 3 vezes durante o Estado Novo, escondeu em sua casa Ivan Sors, o pintor checo refugiado na Figueira da Foz.<br><br>Por Fernando Curado. 5 de julho de 2020</div>]]></description>
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         <title>O Bairro Novo da Figueira da Foz &quot;ao rubro&quot; com os elegantes refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>O Bairro Novo da Figueira da Foz &quot;ao rubro&quot; com os elegantes refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>O Bairro Novo da Figueira da FoZ &quot;ao rubro&quot; com os elegantes refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>O Casino da Figueira um centro de reunião e de artistas refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>O Casino da Figueira um centro de reunião e de artistas refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>O Casino da Figueira um centro de reunião e de artistas refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <title>FIGUEIRA DA FOZ - OS REFUGIADOS DA 2ª GRANDE GUERRA (2ª PARTE)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Com os refugiados, a Figueira da Foz adquire uma nova vida no Inverno, sentida sobretudo nos cafés do Bairro Novo que passam a ter clientes permanentes durante todo o ano.</div><div>“Pelas artérias da cidade, nos jardins, nas avenidas, nos cafés, nos bancos, nota-se uma constante vibração de línguas estrangeiras, de polacos, de belgas, checos, holandeses e franceses, de ambos os sexos, que dão uma nota de cosmopolitismo a esta cidade”, lê-se no Figueirense de 9 de Julho de 1940.</div><div>A presença dos refugiados, alguns com categoria intelectual de relevo, altera a rotina figueirense, mexe com o seu conservadorismo, estimula novos hábitos e exige a aprendizagem de novas línguas.</div><div>Os jornais locais sugerem visitas à Figueira da Foz, “para se tomar contacto com a civilização do seculo XX”, “porque se terá ocasião de ver senhoras com calças e sem elas, e a fumarem como qualquer guarda-fiscal, vigilantes nas margens dos rios ou costas marítimas”, aconselha O Figueirense de 20 de Julho de 1940.</div><div>Para além do pianista Witold Malcuzynski, outros refugiados eram também exímios músicos, atuando nos diversos cafés e restaurantes do Bairro Novo.</div><div>No Café Nicola tocava a “Orquestra Ginasio Jazz”, com o violinista David Teller, refugiado russo, com o pianista Engleman Malanzer, também exilado, e o trompetista Joaquim Machado.</div><div>No Café Espanhol atuava a “Orquestra Portuguesa”, do Porto, e, no requintado “Casino Oceano” jantava-se ao som de orquestra e de outras variedades. </div><div>Na marisqueira-bar “Lagosta Vermelha”, “um dos mais luxuosos e frequentados da Figueira”, exibiam-se bailados clássicos espanhóis. </div><div>Os refugiados mais abastados, com hábitos de “casinar”, como se dizia ao tempo, jogavam aos jogos de fortuna ou azar, em particular a roleta, contribuindo para os lucros do Casino.</div><div>Mas, a intensa vida social dos refugiados era vigiada pela polícia política do regime, denominada PVDE - Polícia de Vigilância e Defesa do Estado de 1933 a 1945, cuja Seção Internacional era responsável por verificar a entrada, permanência e saída de estrangeiros do território nacional e a sua detenção se se tratasse de elementos indesejáveis.</div><div>Não existindo a PVDE na Figueira, a fiscalização dos refugiados era da competência dos funcionários camarários a quem pertencia informar da eventual atividade política dos refugiados.</div><div>Aos refugiados era interdito “fazerem uso de máquinas fotográficas, bem como de meios de pintura ou desenhos, tentarem fixar pontos que possam ser considerados de interesse estratégico na nossa zona marítima ou fronteira terrestre”.</div><div>E os proprietários dos estabelecimentos onde se alojassem estrangeiros eram obrigados, no prazo de 48 horas, a comunicar a sua presença, mesmo que se tratasse de uma única pernoita, sob pena de pagamento de multa. </div><div>“A fim de intensificar a fiscalização sobre moradas de estrangeiros”, deveria ser enviada, no início de cada semana, a relação de todos os estrangeiros hospedados em hotéis, pensões ou casa de hóspedes. </div><div>De igual forma, visitas de estrangeiros a refugiados a viver na Figueira deviam ser imediatamente comunicadas pelo proprietário da residência, sob pena de multa. </div><div>Os refugiados estavam proibidos de saírem para localidades a mais de 3 Km da Figueira da Foz, ainda que algumas saídas tenham acontecido, inclusive a uma festa de casamento na Curia, como nos contou Luís Cajão.</div><div>Luís Cajão, à época um jovem de 20 anos, nascido em Santa Luzia de Lavos a 20 de maio de 1920, membro do “Comité de Recepção aos Refugiados da Figueira da Foz”, apresenta, no seu livro “As torrentes da memória. Histórias e inconfidências do arco-da-velha”, muitos episódios ocorridos com os refugiados e mostra o seu encantamento perante a beleza da polaca Irene Kisterowna que “comia pescada com calda de açúcar” e lhe confidenciou que o nome mais bonito que conhecia em português era “alguidar”, que seria o nome do seu primeiro filho.</div><div>A generalidade dos refugiados da 2ª grande Guerra foi bem recebida na Figueira da Foz, como aliás ocorrera de 1936 a 1939, durante a guerra civil em Espanha, mas é justo sublinhar o papel dos donos da Casa Havanesa, os irmãos Santos Alves, que foram agraciados pelos governos belga e inglês pelos seus feitos em prol da liberdade.</div><div>José dos Santos Alves, vice-cônsul da Bélgica, e Mário dos Santos Alves, vice-cônsul de Inglaterra, não só desempenharam bem o seu papel diplomático, como socorreram todos os refugiados que os procuravam, recebendo-os nas suas casas e solicitando apoios financeiros para os mais desprotegidos.</div><div>A Casa Havanesa tornou-se ponto de encontro obrigatório dos refugiados e, muitos destes, aqui faziam chegar a sua correspondência.</div><div>Na Casa Havanesa, e no seio da família Santos Alves, os refugiados da 2ª Grande Guerra encontraram conforto, amizade e muita ajuda, e, terminada a guerra, muitos regressaram aos seus países, tendo mantido contacto e amizade com a família Santos Alves durante largos anos.</div><div>A hospitalidade figueirense foi reconhecida pelos refugiados, estando depositadas no arquivo histórico municipal algumas cartas de agradecimento, endereçadas a Oliveira Salazar, e ao presidente do município Dr. Rui Manuel Nogueira Ramos, onde se deixa expresso o “acolhimento caloroso” e a “simpatia da população local e dos funcionários camarários”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 22:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>FIGUEIRA DA FOZ - OS REFUGIADOS DA 2ª GRANDE GUERRA (2ª PARTE)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com os refugiados, a Figueira da Foz adquire uma nova vida no Inverno, sentida sobretudo nos cafés do Bairro Novo que passam a ter clientes permanentes durante todo o ano.</div><div>“Pelas artérias da cidade, nos jardins, nas avenidas, nos cafés, nos bancos, nota-se uma constante vibração de línguas estrangeiras, de polacos, de belgas, checos, holandeses e franceses, de ambos os sexos, que dão uma nota de cosmopolitismo a esta cidade”, lê-se no Figueirense de 9 de Julho de 1940.</div><div>A presença dos refugiados, alguns com categoria intelectual de relevo, altera a rotina figueirense, mexe com o seu conservadorismo, estimula novos hábitos e exige a aprendizagem de novas línguas.</div><div>Os jornais locais sugerem visitas à Figueira da Foz, “para se tomar contacto com a civilização do seculo XX”, “porque se terá ocasião de ver senhoras com calças e sem elas, e a fumarem como qualquer guarda-fiscal, vigilantes nas margens dos rios ou costas marítimas”, aconselha O Figueirense de 20 de Julho de 1940.</div><div>Para além do pianista Witold Malcuzynski, outros refugiados eram também exímios músicos, atuando nos diversos cafés e restaurantes do Bairro Novo.</div><div>No Café Nicola tocava a “Orquestra Ginasio Jazz”, com o violinista David Teller, refugiado russo, com o pianista Engleman Malanzer, também exilado, e o trompetista Joaquim Machado.</div><div>No Café Espanhol atuava a “Orquestra Portuguesa”, do Porto, e, no requintado “Casino Oceano” jantava-se ao som de orquestra e de outras variedades. </div><div>Na marisqueira-bar “Lagosta Vermelha”, “um dos mais luxuosos e frequentados da Figueira”, exibiam-se bailados clássicos espanhóis. </div><div>Os refugiados mais abastados, com hábitos de “casinar”, como se dizia ao tempo, jogavam aos jogos de fortuna ou azar, em particular a roleta, contribuindo para os lucros do Casino.</div><div>Mas, a intensa vida social dos refugiados era vigiada pela polícia política do regime, denominada PVDE - Polícia de Vigilância e Defesa do Estado de 1933 a 1945, cuja Seção Internacional era responsável por verificar a entrada, permanência e saída de estrangeiros do território nacional e a sua detenção se se tratasse de elementos indesejáveis.</div><div>Não existindo a PVDE na Figueira, a fiscalização dos refugiados era da competência dos funcionários camarários a quem pertencia informar da eventual atividade política dos refugiados.</div><div>Aos refugiados era interdito “fazerem uso de máquinas fotográficas, bem como de meios de pintura ou desenhos, tentarem fixar pontos que possam ser considerados de interesse estratégico na nossa zona marítima ou fronteira terrestre”.</div><div>E os proprietários dos estabelecimentos onde se alojassem estrangeiros eram obrigados, no prazo de 48 horas, a comunicar a sua presença, mesmo que se tratasse de uma única pernoita, sob pena de pagamento de multa. </div><div>“A fim de intensificar a fiscalização sobre moradas de estrangeiros”, deveria ser enviada, no início de cada semana, a relação de todos os estrangeiros hospedados em hotéis, pensões ou casa de hóspedes. </div><div>De igual forma, visitas de estrangeiros a refugiados a viver na Figueira deviam ser imediatamente comunicadas pelo proprietário da residência, sob pena de multa. </div><div>Os refugiados estavam proibidos de saírem para localidades a mais de 3 Km da Figueira da Foz, ainda que algumas saídas tenham acontecido, inclusive a uma festa de casamento na Curia, como nos contou Luís Cajão.</div><div>Luís Cajão, à época um jovem de 20 anos, nascido em Santa Luzia de Lavos a 20 de maio de 1920, membro do “Comité de Recepção aos Refugiados da Figueira da Foz”, apresenta, no seu livro “As torrentes da memória. Histórias e inconfidências do arco-da-velha”, muitos episódios ocorridos com os refugiados e mostra o seu encantamento perante a beleza da polaca Irene Kisterowna que “comia pescada com calda de açúcar” e lhe confidenciou que o nome mais bonito que conhecia em português era “alguidar”, que seria o nome do seu primeiro filho.</div><div>A generalidade dos refugiados da 2ª grande Guerra foi bem recebida na Figueira da Foz, como aliás ocorrera de 1936 a 1939, durante a guerra civil em Espanha, mas é justo sublinhar o papel dos donos da Casa Havanesa, os irmãos Santos Alves, que foram agraciados pelos governos belga e inglês pelos seus feitos em prol da liberdade.</div><div>José dos Santos Alves, vice-cônsul da Bélgica, e Mário dos Santos Alves, vice-cônsul de Inglaterra, não só desempenharam bem o seu papel diplomático, como socorreram todos os refugiados que os procuravam, recebendo-os nas suas casas e solicitando apoios financeiros para os mais desprotegidos.</div><div>A Casa Havanesa tornou-se ponto de encontro obrigatório dos refugiados e, muitos destes, aqui faziam chegar a sua correspondência.</div><div>Na Casa Havanesa, e no seio da família Santos Alves, os refugiados da 2ª Grande Guerra encontraram conforto, amizade e muita ajuda, e, terminada a guerra, muitos regressaram aos seus países, tendo mantido contacto e amizade com a família Santos Alves durante largos anos.</div><div>A hospitalidade figueirense foi reconhecida pelos refugiados, estando depositadas no arquivo histórico municipal algumas cartas de agradecimento, endereçadas a Oliveira Salazar, e ao presidente do município Dr. Rui Manuel Nogueira Ramos, onde se deixa expresso o “acolhimento caloroso” e a “simpatia da população local e dos funcionários camarários”.<br><br>Por Fernando Curado. <br>7 de julho de 2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 22:39:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com os refugiados, a Figueira da Foz adquire uma nova vida no Inverno, sentida sobretudo nos cafés do Bairro Novo que passam a ter clientes permanentes durante todo o ano.</div><div>“Pelas artérias da cidade, nos jardins, nas avenidas, nos cafés, nos bancos, nota-se uma constante vibração de línguas estrangeiras, de polacos, de belgas, checos, holandeses e franceses, de ambos os sexos, que dão uma nota de cosmopolitismo a esta cidade”, lê-se no Figueirense de 9 de Julho de 1940.</div><div>A presença dos refugiados, alguns com categoria intelectual de relevo, altera a rotina figueirense, mexe com o seu conservadorismo, estimula novos hábitos e exige a aprendizagem de novas línguas.</div><div>Os jornais locais sugerem visitas à Figueira da Foz, “para se tomar contacto com a civilização do seculo XX”, “porque se terá ocasião de ver senhoras com calças e sem elas, e a fumarem como qualquer guarda-fiscal, vigilantes nas margens dos rios ou costas marítimas”, aconselha O Figueirense de 20 de Julho de 1940.</div><div>Para além do pianista Witold Malcuzynski, outros refugiados eram também exímios músicos, atuando nos diversos cafés e restaurantes do Bairro Novo.</div><div>No Café Nicola tocava a “Orquestra Ginasio Jazz”, com o violinista David Teller, refugiado russo, com o pianista Engleman Malanzer, também exilado, e o trompetista Joaquim Machado.</div><div>No Café Espanhol atuava a “Orquestra Portuguesa”, do Porto, e, no requintado “Casino Oceano” jantava-se ao som de orquestra e de outras variedades. </div><div>Na marisqueira-bar “Lagosta Vermelha”, “um dos mais luxuosos e frequentados da Figueira”, exibiam-se bailados clássicos espanhóis. </div><div>Os refugiados mais abastados, com hábitos de “casinar”, como se dizia ao tempo, jogavam aos jogos de fortuna ou azar, em particular a roleta, contribuindo para os lucros do Casino.</div><div>Mas, a intensa vida social dos refugiados era vigiada pela polícia política do regime, denominada PVDE - Polícia de Vigilância e Defesa do Estado de 1933 a 1945, cuja Seção Internacional era responsável por verificar a entrada, permanência e saída de estrangeiros do território nacional e a sua detenção se se tratasse de elementos indesejáveis.</div><div>Não existindo a PVDE na Figueira, a fiscalização dos refugiados era da competência dos funcionários camarários a quem pertencia informar da eventual atividade política dos refugiados.</div><div>Aos refugiados era interdito “fazerem uso de máquinas fotográficas, bem como de meios de pintura ou desenhos, tentarem fixar pontos que possam ser considerados de interesse estratégico na nossa zona marítima ou fronteira terrestre”.</div><div>E os proprietários dos estabelecimentos onde se alojassem estrangeiros eram obrigados, no prazo de 48 horas, a comunicar a sua presença, mesmo que se tratasse de uma única pernoita, sob pena de pagamento de multa. </div><div>“A fim de intensificar a fiscalização sobre moradas de estrangeiros”, deveria ser enviada, no início de cada semana, a relação de todos os estrangeiros hospedados em hotéis, pensões ou casa de hóspedes. </div><div>De igual forma, visitas de estrangeiros a refugiados a viver na Figueira deviam ser imediatamente comunicadas pelo proprietário da residência, sob pena de multa. </div><div>Os refugiados estavam proibidos de saírem para localidades a mais de 3 Km da Figueira da Foz, ainda que algumas saídas tenham acontecido, inclusive a uma festa de casamento na Curia, como nos contou Luís Cajão.</div><div>Luís Cajão, à época um jovem de 20 anos, nascido em Santa Luzia de Lavos a 20 de maio de 1920, membro do “Comité de Recepção aos Refugiados da Figueira da Foz”, apresenta, no seu livro “As torrentes da memória. Histórias e inconfidências do arco-da-velha”, muitos episódios ocorridos com os refugiados e mostra o seu encantamento perante a beleza da polaca Irene Kisterowna que “comia pescada com calda de açúcar” e lhe confidenciou que o nome mais bonito que conhecia em português era “alguidar”, que seria o nome do seu primeiro filho.</div><div>A generalidade dos refugiados da 2ª grande Guerra foi bem recebida na Figueira da Foz, como aliás ocorrera de 1936 a 1939, durante a guerra civil em Espanha, mas é justo sublinhar o papel dos donos da Casa Havanesa, os irmãos Santos Alves, que foram agraciados pelos governos belga e inglês pelos seus feitos em prol da liberdade.</div><div>José dos Santos Alves, vice-cônsul da Bélgica, e Mário dos Santos Alves, vice-cônsul de Inglaterra, não só desempenharam bem o seu papel diplomático, como socorreram todos os refugiados que os procuravam, recebendo-os nas suas casas e solicitando apoios financeiros para os mais desprotegidos.</div><div>A Casa Havanesa tornou-se ponto de encontro obrigatório dos refugiados e, muitos destes, aqui faziam chegar a sua correspondência.</div><div>Na Casa Havanesa, e no seio da família Santos Alves, os refugiados da 2ª Grande Guerra encontraram conforto, amizade e muita ajuda, e, terminada a guerra, muitos regressaram aos seus países, tendo mantido contacto e amizade com a família Santos Alves durante largos anos.</div><div>A hospitalidade figueirense foi reconhecida pelos refugiados, estando depositadas no arquivo histórico municipal algumas cartas de agradecimento, endereçadas a Oliveira Salazar, e ao presidente do município Dr. Rui Manuel Nogueira Ramos, onde se deixa expresso o “acolhimento caloroso” e a “simpatia da população local e dos funcionários camarários”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 22:40:19 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com os refugiados, a Figueira da Foz adquire uma nova vida no Inverno, sentida sobretudo nos cafés do Bairro Novo que passam a ter clientes permanentes durante todo o ano.</div><div>“Pelas artérias da cidade, nos jardins, nas avenidas, nos cafés, nos bancos, nota-se uma constante vibração de línguas estrangeiras, de polacos, de belgas, checos, holandeses e franceses, de ambos os sexos, que dão uma nota de cosmopolitismo a esta cidade”, lê-se no Figueirense de 9 de Julho de 1940.</div><div>A presença dos refugiados, alguns com categoria intelectual de relevo, altera a rotina figueirense, mexe com o seu conservadorismo, estimula novos hábitos e exige a aprendizagem de novas línguas.</div><div>Os jornais locais sugerem visitas à Figueira da Foz, “para se tomar contacto com a civilização do seculo XX”, “porque se terá ocasião de ver senhoras com calças e sem elas, e a fumarem como qualquer guarda-fiscal, vigilantes nas margens dos rios ou costas marítimas”, aconselha O Figueirense de 20 de Julho de 1940.</div><div>Para além do pianista Witold Malcuzynski, outros refugiados eram também exímios músicos, atuando nos diversos cafés e restaurantes do Bairro Novo.</div><div>No Café Nicola tocava a “Orquestra Ginasio Jazz”, com o violinista David Teller, refugiado russo, com o pianista Engleman Malanzer, também exilado, e o trompetista Joaquim Machado.</div><div>No Café Espanhol atuava a “Orquestra Portuguesa”, do Porto, e, no requintado “Casino Oceano” jantava-se ao som de orquestra e de outras variedades. </div><div>Na marisqueira-bar “Lagosta Vermelha”, “um dos mais luxuosos e frequentados da Figueira”, exibiam-se bailados clássicos espanhóis. </div><div>Os refugiados mais abastados, com hábitos de “casinar”, como se dizia ao tempo, jogavam aos jogos de fortuna ou azar, em particular a roleta, contribuindo para os lucros do Casino.</div><div>Mas, a intensa vida social dos refugiados era vigiada pela polícia política do regime, denominada PVDE - Polícia de Vigilância e Defesa do Estado de 1933 a 1945, cuja Seção Internacional era responsável por verificar a entrada, permanência e saída de estrangeiros do território nacional e a sua detenção se se tratasse de elementos indesejáveis.</div><div>Não existindo a PVDE na Figueira, a fiscalização dos refugiados era da competência dos funcionários camarários a quem pertencia informar da eventual atividade política dos refugiados.</div><div>Aos refugiados era interdito “fazerem uso de máquinas fotográficas, bem como de meios de pintura ou desenhos, tentarem fixar pontos que possam ser considerados de interesse estratégico na nossa zona marítima ou fronteira terrestre”.</div><div>E os proprietários dos estabelecimentos onde se alojassem estrangeiros eram obrigados, no prazo de 48 horas, a comunicar a sua presença, mesmo que se tratasse de uma única pernoita, sob pena de pagamento de multa. </div><div>“A fim de intensificar a fiscalização sobre moradas de estrangeiros”, deveria ser enviada, no início de cada semana, a relação de todos os estrangeiros hospedados em hotéis, pensões ou casa de hóspedes. </div><div>De igual forma, visitas de estrangeiros a refugiados a viver na Figueira deviam ser imediatamente comunicadas pelo proprietário da residência, sob pena de multa. </div><div>Os refugiados estavam proibidos de saírem para localidades a mais de 3 Km da Figueira da Foz, ainda que algumas saídas tenham acontecido, inclusive a uma festa de casamento na Curia, como nos contou Luís Cajão.</div><div>Luís Cajão, à época um jovem de 20 anos, nascido em Santa Luzia de Lavos a 20 de maio de 1920, membro do “Comité de Recepção aos Refugiados da Figueira da Foz”, apresenta, no seu livro “As torrentes da memória. Histórias e inconfidências do arco-da-velha”, muitos episódios ocorridos com os refugiados e mostra o seu encantamento perante a beleza da polaca Irene Kisterowna que “comia pescada com calda de açúcar” e lhe confidenciou que o nome mais bonito que conhecia em português era “alguidar”, que seria o nome do seu primeiro filho.</div><div>A generalidade dos refugiados da 2ª grande Guerra foi bem recebida na Figueira da Foz, como aliás ocorrera de 1936 a 1939, durante a guerra civil em Espanha, mas é justo sublinhar o papel dos donos da Casa Havanesa, os irmãos Santos Alves, que foram agraciados pelos governos belga e inglês pelos seus feitos em prol da liberdade.</div><div>José dos Santos Alves, vice-cônsul da Bélgica, e Mário dos Santos Alves, vice-cônsul de Inglaterra, não só desempenharam bem o seu papel diplomático, como socorreram todos os refugiados que os procuravam, recebendo-os nas suas casas e solicitando apoios financeiros para os mais desprotegidos.</div><div>A Casa Havanesa tornou-se ponto de encontro obrigatório dos refugiados e, muitos destes, aqui faziam chegar a sua correspondência.</div><div>Na Casa Havanesa, e no seio da família Santos Alves, os refugiados da 2ª Grande Guerra encontraram conforto, amizade e muita ajuda, e, terminada a guerra, muitos regressaram aos seus países, tendo mantido contacto e amizade com a família Santos Alves durante largos anos.</div><div>A hospitalidade figueirense foi reconhecida pelos refugiados, estando depositadas no arquivo histórico municipal algumas cartas de agradecimento, endereçadas a Oliveira Salazar, e ao presidente do município Dr. Rui Manuel Nogueira Ramos, onde se deixa expresso o “acolhimento caloroso” e a “simpatia da população local e dos funcionários camarários”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 22:40:27 UTC</pubDate>
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         <title>As refugiadas ensinaram a fruir a praia</title>
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         <title>Os cafés locais de sociabilidade dos refugiados</title>
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         <title>Os cafés locais de sociabilidade dos refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <pubDate>2021-03-03 22:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>Os cafés locais de sociabilidade dos refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <pubDate>2021-03-03 22:50:08 UTC</pubDate>
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         <title>O Casino da Figueira um centro de reunião e de artistas refugiados</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <pubDate>2021-03-03 22:51:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Como sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Num emocionante relato, Nanette Blitz Konig conta a história de um período em que ela e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes – situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. Hoje, aos 86 anos, Nanette vive no Brasil e expõe as suas lembranças mais traumáticas aos leitores. As cenas vivenciadas por ela fizeram os mais experientes oficiais de guerra, acostumados a todos os horrores possíveis, chorarem ao tomar conhecimento. Numa luta diária pela sobrevivência, Nanette deveria suportar o insuportável para manter-se viva. Através de um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 17:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>Eu sobrevivi ao Holocausto (2015)</title>
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         <pubDate>2021-03-08 17:13:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-03-09 14:22:48 UTC</pubDate>
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         <title>O Diário de Anne Frank (2009)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Baseado em fatos reais, Anne Frank (Lea van Acken) foi uma jovem alemã de origem judia que com 13 anos foi morar com a família em um esconderijo, chamado por ela como Anexo Secreto, em Amsterdam, devido a perseguição dos nazistas. Por mais de dois anos no esconderijo, ela escreve seus pensamentos cotidianos. Uma jovem no limiar da vida adulta que, apesar das circunstâncias, é otimista expressando os seus sentimentos à flor da pele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 14:33:53 UTC</pubDate>
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         <title>O violino de Auschwitz</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Maria Angels Anglada.<br><br>É Dezembro de 1991 e, num concerto de homenagem a Mozart em Cracóvia, a primeiro violinista impressiona o seu colega de trio com um instrumento rústico e humilde. No dia seguinte, quando ele lhe pergunta como é que ela o obteve, uma notável história se revela: A da vida de Daniel, um luthier, que sobreviveu passando por grandes dificuldades em Auschwitz, como carpinteiro e trabalhando às tardes na fábrica IG Farben. A inesperada relação com o comandante do campo e a posterior encomenda de um violino com as especificações de um Stradivarius tornaram-se dois momentos decisivos na vida de Daniel, em Auschwitz, sobretudo após descobrir o segredo por trás dessa tarefa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:08:24 UTC</pubDate>
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         <title>O tatuador de Auschwitz</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Heather Morris.<br><br>Nesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista, o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração da Alemanha nazista e verá que o amor não pode ser limitado por muros e cercas. Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. No campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam, trazidos pelos nazistas – literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo. Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que nele tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver mesmo sabendo que a morte era iminente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>O rapaz do caixote de madeira</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Leon Leysen.<br><br>Leon Leyson tinha apenas dez anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi forçada a viver no gueto de Cracóvia. Neste seu livro de memórias, Leon começa por nos descrever uma infância feliz, na sua aldeia natal e felizmente para a família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Schindler que os incluiu na célebre lista dos trabalhadores da sua fábrica. Na altura com apenas 13 anos, Leon era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para chegar aos comandos das máquinas. Ao longo desta história, que reproduz com autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon Leyson deixa-nos entrever, no meio do horror que todos os dias enfrentavam, a coragem, a astúcia e o amor que foram necessários para poderem sobreviver.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:14:05 UTC</pubDate>
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         <title>A história de Erika</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Ruth Vander Zee.<br><br>"Nasci em 1944. Não sei a data exacta do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…"<br><br>As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:15:19 UTC</pubDate>
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         <title>Se isto é um homem</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Primo Levi.<br><br>Na noite de 13 de Dezembro de 1943, Primo Levi, um jovem químico membro da resistência, é detido pelas forças alemãs. Tendo confessado a sua ascendência judaica, é deportado para Auschwitz em Fevereiro do ano seguinte; aí permanecerá até finais de Janeiro de 1945, quando o campo é finalmente libertado.<br>Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objectividade, a vida no Lager e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta.<br>Se Isto é um Homem tornou-se rapidamente um clássico da literatura italiana e é, sem qualquer dúvida, um dos livros mais importantes da vastíssima produção literária sobre as perseguições nazis aos judeus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>O mundo em que vivi</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Ilse Losa.<br>"Numa escrita inexcedivelmente sóbria e transparente, e através de breves episódios, este romance conduz-nos em crescendo de emoção desde a primeira infância rural de uma judia na Alemanha, pelos finais da Primeira Grande Guerra Mundial, até ao avolumar de crises (inflação, desemprego, assassínio de Rathenau, aumento da influência e vitória dos Nazistas) que por fim a obrigam ao exílio mesmo na eminência de um destino trágico num campo de concentração. Há uma felicíssima imagem simbólica de tudo, que é a do lento avançar de uma trovoada que acaba por estar "mesmo em cima de nós". Assistimos aos rituais judaicos públicos e domésticos, a uma clara atracção alternativa entre a emigração para os E.U. e o sionismo. 🤬-se simultaneamente surpreendido pela correspondência e pelas diferenças entre o adolescer e o viver adulto em meios culturais muito diversos, pois há relances de vida religiosa luterana, católica e de agnosticismo à margem da experiência judaica ortodoxa. Perpassam figuras familiares de recorte nítido: os avós da aldeia, o pai, negociante de cavalos, desfeitado por anti-semitas e falecido de cancro, os tios progressistas Franz e Maria, o avô Markus, a amorável avozinha Ester (Kleine Oma), Paul (o jovem quase-namorado que se deixa intimidar pelo ambiente), Kurt (o jovem enamorado assolapado, culto e firme nas suas convicções). A acção é desfiada numa sucessão de fases biográficas progressivamente dramáticas - e nós acabamos por participar afectivamente de um destino ao mesmo tempo muito singular e muito típico, que bem nos poderia ter cabido. Um romance de características únicas na leitura portuguesa - e emocionalmente certeiro".<br>Óscar Lopes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:21:02 UTC</pubDate>
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         <title>O Rapaz que Seguiu o Pai para Auschwitz </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Jeremy Dronfield.<br><br>A inspiradora luta de um pai e um filho para permanecerem juntos e sobreviverem ao Holocausto. Uma história real verdadeiramente emocionante.<br><br>Viena, anos de 1930. A família Kleinmann vive um dia-a-dia pacato e tranquilo. Gustav trabalha como estofador e Tini trata da casa e dos quatro filhos: Fritz, Edith, Herta e Kurt.<br>Mas, com a anexação nazi da Áustria, a normalidade da vida dos Kleinmann dissipa-se abrupta e dramaticamente. Os vizinhos viram-se contra eles, o negócio de Gustav é-lhe retirado e a ameaça paira sobre toda a família de forma cada vez mais alarmante.<br><br>Gustav e Fritz são dos primeiros judeus austríacos a ser presos. Destino: Buchenwald, na Alemanha. Assim começou uma inimaginável provação - várias vezes espancados, quase mortos à fome e brutalmente forçados a construir o próprio campo de concentração em que estavam detidos. Ao longo dos horrores que testemunharam e do sofrimento por que passaram, uma constante ajudou a mantê-los vivos: o amor entre pai e filho.<br><br>Quando Gustav recebeu ordem de transferência para Auschwitz, uma sentença de morte certa, Fritz viu-se perante um dilema: deixar o pai morrer sozinho ou ir com ele... Baseado no diário secreto de Gustav e numa meticulosa pesquisa documental, este livro conta a sua história, e a de Fritz, pela primeira vez - uma história única e absolutamente incrível de coragem, amor e sobrevivência face ao terror sem paralelo que foi o Holocausto.<br><br><em>O Rapaz Que Seguiu o Pai para Auschwitz</em> confronta-nos com o pior e o melhor da humanidade. E com o espantoso poder do afecto e do espírito humano.<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:35:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O Homem em Busca de um Sentido </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Viktor E. Frankl <br><br>Nos seus momentos de maior sofrimento, no campo de concentração, o jovem psicoterapeuta Viktor E. Frankl entregava-se à memória da sua mulher - que estava grávida e, tal como ele, condenada a Auschwitz. Conversava com ela, evocava a sua imagem, e assim se mantinha vivo. Quando finalmente foi libertado, no fim da guerra, a mulher estava morta, tal como os pais e o irmão. No entanto, ele alimentara-se de outro sonho enquanto estava preso, e, este sim, viria a realizar-se: projetava-se no futuro, via-se a falar perante um público imaginário, e a explicar o seu método para enfrentar o maior dos horrores. E sobreviver. Viktor E. Frankl sobreviveu. E até morrer, aos 92 anos, divulgou por todo o mundo o método desenvolvido no campo de concentração - a Logoterapia.<br><br>O psicoterapeuta descobriu que os sobreviventes eram aqueles que criavam para si próprios um objetivo, que encontravam um sentido futuro para a existência - fosse ele, por exemplo, cuidar de um filho ou escrever um livro. Em <em>O Homem em Busca de um Sentido</em>, escrito em 1946, o autor narra na primeira parte a sua dramática luta pela sobrevivência. E na segunda, em breves páginas, sintetiza os mais de 20 volumes ao longo dos quais desenvolveu o seu método - aplicável a qualquer pessoa, em qualquer circunstância da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:37:32 UTC</pubDate>
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         <title>A Bibliotecária de Auschwitz </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Antonio G. Iturbe.<br><br>Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.<br><br>Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.<br><br>No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias».</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>Os Meninos que Enganavam os Nazis </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Joseph Joffo.<br><br>Joseph Joffo nasceu em Paris, em 1931. Filho de um barbeiro judeu, teve uma infância feliz até ao eclodir da Segunda Guerra Mundial. Durante a ocupação alemã, a sua família foi perseguida pelos nazis. Joseph conseguiu escapar e só regressou a Paris após o final da Guerra.<br><br>Escritor, guionista e ator, conheceu o sucesso com <em>Os Meninos Que Enganavam os Nazis</em> - o seu primeiro romance, publicado em 1971 e desde logo bestseller em França, encontrando-se traduzido em 20 países e tendo vendido desde então mais de 20 milhões de exemplares. Foi recentemente adaptado ao cinema.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>Os Bebés de Auschwitz. Nascidos para sobreviver </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Wendy Holden.<br><br>Entre as vítimas do Holocausto enviadas para Auschwitz em 1944, três mulheres levavam consigo um segredo quando passaram pelos portões do infame campo de concentração.<br>Priska, Rachel e Anka estavam grávidas de poucas semanas, enfrentando um destino incerto longe dos seus maridos. Sozinhas, assustadas, e após terem perdido tantos familiares às mãos dos nazis, sentiam-se determinadas em lutar pelo que lhes restava: as vidas dos seus bebés.<br>Estas mulheres deram à luz em circunstâncias inimagináveis, com intervalos de semanas entre si. Quando nasceram, os bebés pesavam menos de 1,5 Kg cada, e os seus pais haviam sido assassinados pelas forças alemãs, enquanto as mães se haviam transformado em «esqueletos andantes».<br><em>Os Bebés de Auschwitz</em> segue a incrível história das mães: primeiro em Auschwitz, onde sofreram o escrutínio cruel de Josef Mengele, o médico nazi conhecido como Anjo da Morte, que selecionava as mulheres grávidas à entrada do campo, destinando-as às câmaras de gás; depois num campo de trabalho alemão onde, esfomeadas, lutaram por esconder a sua gravidez; e, por fim, durante a viagem infernal de comboio, que durou 17 dias, até ao campo de concentração de Mauthausen, onde viriam a ser libertadas pelos Aliados.<br>A biógrafa Wendy Holden descreve toda a história com minúcia, destacando a coragem destas mulheres e a bondade dos desconhecidos que as ajudaram a sobreviver. <em>Os Bebés de Auschwitz</em> é um livro comovente e uma celebração da nossa capacidade de amar, ajudar e sobreviver mesmo nos contextos mais tenebrosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:43:16 UTC</pubDate>
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         <title>A rapariga que roubava livros.</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Markus Zusak.<br><br>Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em <em>A Rapariga Que Roubava Livros</em>, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sonata em Auschwitz </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Luize Valente.<br><br>Um bebé nascido nas barracas de Auschwitz em 1944 e uma sonata composta por um jovem oficial alemão dão origem a duas histórias que se cruzam…<br><br>Décadas depois do fim da II Guerra Mundial, Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, começa a levantar o véu do passado nazi da sua família a partir de uma partitura que lhe é revelada pela sua bisavó. A hipótese de que o avô, dado como morto antes do fim da guerra, possa estar vivo no Rio de Janeiro leva Amália a atravessar o oceano e a conhecer um casal de judeus sobreviventes do Holocausto.<br><br>A ascensão do nazismo em Berlim, a saga dos judeus húngaros, os mistérios ocorridos no campo de extermínio da Polónia e o pós-guerra numa casa cheia de segredos oferecem os caminhos que Amália irá percorrer para desvendar o enigma. Dando corpo a uma narrativa elaborada com extrema sensibilidade e precisão investigativa, Luize Valente envolve o leitor em mistério, suspense e nos sentimentos mais profundos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>A Fuga de Auschwitz  </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Joel C. Rosenberg.<br><br> Uma terrível escuridão ameaça a Europa. À medida que Hitler implementa a «solução final», um judeu e um pastor protestante precisam de confiar nas suas capacidades e num Deus que já não sabem se existe ou não, a fim de escapar aos horrores de Auschwitz. Inspirado em relatos reais de presos e deportados e nas histórias dos poucos que conseguiram escapar aos campos de extermínio, <em>A Fuga de Auschwitz</em> é uma obra impressionante que depressa se tornou bestseller internacional. Nele encontramos os horrores escondidos por trás dos muros dos campos de concentração, a luta diária dos sobreviventes e a coragem de todos aqueles que tentaram escapar aos nazis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:54:44 UTC</pubDate>
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         <title>Holocausto</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div> de Irene Flunser Pimentel.<br><br>Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?<br><br>«É para desfazer confusões, contribuindo para um conhecimento maior da Shoá, e também do papel de Portugal face a esse terrível acontecimento, com base na minha própria investigação, mas também na profusa bibliografia existente sobre o tema, em geral, e relativamente a Portugal, em particular, que proponho este livro.»</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>Holocausto - Das origens do povo judeu ao genocídio nazista </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Voltaire Schilling. <br>Formato: eBook Kindle.<br><br>O Holocausto, o assassinato em massa dos judeus europeus, não se deu numa planície ou em floresta distante do espaço civilizado. O espanto do mundo até hoje não conseguiu resolver a contento como uma ação cruel e inclemente foi executada no que até então era considerado o coração da Europa culta. Não foram somente os brutamontes orientados por suboficiais e sargentos dos integrantes da SS que levaram adiante a operação de extermínio. Nela foram envolvidos engenheiros, cientistas, médicos e outras categorias profissionais, como os ferroviários responsáveis pelas "transferências" e "deslocamentos" das vítimas para os campos de extermínio. Um historiador estimou que o total de homens e mulheres (alemães e outras etnias antisssemitas que com eles colaboravam) atingiu a meio milhão de pessoas envolvidas diretamente ou indiretamente no genocídio dos judeus europeus. Certamente o Holocausto causou um profundo abalo nas sociedades que se consideravam superiores e que se achavam bem acima do universo de primitivismo e barbárie que as cercavam. Talvez, pela sua dimensão, essa matança que seifou a vida de seis milhões ou mais de judeus, talvez tenha sido o derradeiro ato de selvageria e loucura que ainda se abrigava por detrás da civilização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 21:58:54 UTC</pubDate>
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         <title>Holocausto - Uma Nova História </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Laurence Rees.<br><br>Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas.<br><br>Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Auschwitz, Um Dia de Cada Vez </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Esther Mucznik.<br>«Um companheiro de Auschwitz pergunta a Primo Levi por que motivo já não se preocupa com a higiene. Ele responde simplesmente: "Para quê, se daqui a meia hora estarei de novo a trabalhar com sacos de carvão?" É desse companheiro que recebe a primeira e talvez principal lição de sobrevivência: "Lavarmo-nos é reagir, é não deixar que nos reduzam a animais; é lutar para viver, para poder contar, para testemunhar; é manter a última faculdade do ser humano: a faculdade de negar o nosso consentimento".»<br>A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade, ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver. Esther Mucznik, autora dos livros <em>Grácia Nasi</em> e <em>Portugueses no Holocausto</em>, dá-nos a conhecer o dia-a-dia de Auschwitz através das vozes daqueles que ali acabaram por perecer e dos seus carrascos, do insuportável silêncio das crianças massacradas, das mulheres e homens violentados em bárbaras experiências médicas, mas também através dos relatos daqueles que sobreviveram para contar e manter viva a memória do horror da máquina de morte nazi. Para que ninguém possa alguma vez esquecer.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>A história de Irena Sendlar</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anna Mieszkowska.<br><br>Durante a ocupação nazi, na Segunda Guerra Mundial, Irena Sendler dedicou a sua vida a salvar judeus. Ciente de que era questão de vida ou de morte para as crianças cuja única culpa era terem sangue não-ariano a correr-lhes nas veias, foi capaz de encontrar dentro de si uma energia extraordinária e imaginação para as salvar, revelando ainda um espantoso talento organizativo.<br>Ela, que trabalhava como assistente social, organizou então juntamente com as suas colaboradoras a saída de cerca de 2.500 crianças do Gueto de Varsóvia, para o seio de famílias católicas, orfanatos, conventos ou fábricas.<br>Não houve uma única criança salva - muitas delas disfarçadas sob a forma de pacotes - que tivesse sido atraiçoada ou descoberta pelos Nazis.<br>Irena Sendler não só salvou milhares de vidas, como incontáveis gerações dos seus descendentes.<br>Foi considerada como uma das grandes heroínas da resistência polaca ao nazismo, tendo estado nomeada para o Prémio Nobel da Paz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>Holocausto nunca mais</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Augusto Cury.<br><br>Nesta publicação, Augusto Cury oferece aos leitores a oportunidade de ler o seu mais importante romance histórico-psiquiátrico, o Holocausto nunca mais, de uma única vez. A nova versão reúne os dois livros que compõem a série – <em>Colecionador de lágrimas</em> e Em busca do sentido da vida –, num único volume.<br><br>Para esse trabalho, Cury redigiu novo prefácio, em que relembra a importância pessoal desse romance. “O fiz com lágrimas nos olhos. Sonho que ele funcione não apenas como um retrovisor da história, mas também como espelho para o futuro da nossa espécie. Escrevê-lo foi um dos maiores desafios da minha vida como psiquiatra, psicoterapeuta, pesquisador, escritor e investigador da história”, conta o autor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Portugueses no Holocausto</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Esther Mucznik .<br><br>Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Porper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte. Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento, e não hesitou em ajudar a resistência nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo. Esther Mucznik traz-nos um livro absolutamente original, baseado numa investigação profunda e cuidada em que nos conta a história que faltava contar sobre a posição de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>O Farmacêutico de Auschwitz</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Patricia Posner.<br><br>"O Farmacêutico de Auschwitz" relata a história pouco conhecida de Victor Capesius, um vendedor de produtos farmacêuticos que, em 1943, entrou para a SS e rapidamente se tornou o farmacêutico-chefe de Auschwitz, o maior campo da morte da Alemanha nazi.<br><br></div><div>Baseando-se em arquivos secretos e documentos até agora confidenciais, Patricia Posner revela o reinado de terror de Capesius naquele campo, a sua fuga à justiça – em parte alimentada pelo ouro que ele tinha roubado das bocas de cadáveres – e também como um punhado de corajosos sobreviventes e um destemido promotor público, finalmente, o levaram a julgamento por assassínio vinte anos depois do fim da guerra.<br><br></div><div>"O Farmacêutico de Auschwitz" apresenta-nos um vislumbre fascinante do pacto do Diabo feito entre os nazis e o maior grupo empresarial da Alemanha, a I. G. Farben. Esta é uma história de homicídio e de ganância com as suas raízes no coração do Holocausto. É relatada por meio de figuras de proa nazis e industriais transformados em criminosos de guerra, agentes secretos e promotores zelosos, intrépidos sobreviventes dos campos de concentração e caçadores de nazis.<br><br></div><div>Num cenário que abarca a guerra lançada por Hitler para conquistar a Europa, a Solução Final e os esforços da Alemanha do pós-guerra para encarar o seu passado sombrio, Patricia Posner mostra-nos as terríveis profundezas às quais homens banais são capazes de submergir, quando desconhecem limites impostos pela consciência e pela mais vaga noção de moral.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:14:46 UTC</pubDate>
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         <title>O Rapaz que Seguiu o Pai para Auschwitz</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>de Jeremy Dronfield.<br><br>A inspiradora luta de um pai e um filho para permanecerem juntos e sobreviverem ao Holocausto. Uma história real verdadeiramente emocionante. Gustav e Fritz são dos primeiros judeus austríacos a ser presos. Ao longo dos horrores que testemunharam e do sofrimento por que passaram, uma constante ajudou a mantê-los vivos: o amor entre pai e filho. Quando Gustav recebeu ordem de transferência para Auschwitz, uma sentença de morte certa,Fritz viu-se perante um dilema: deixar o pai morrer sozinho ou ir com ele...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 22:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>O Pianista (2002)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O filme conta a história do pianista judeu-polonês Wladyslaw Szpilman, que se depara com a invasão da Polônia pelos nazistas em 1939. Após escapar da ida ao Gueto de Varsóvia, que segregou cerca de 380.000 poloneses, Szpilman passa a se esconder em prédios abandonados e casas de amigos não-judeus, em busca de alimentos e proteção. Ele testemunha o levante de Varsóvia e escapa da morte por diversas vezes, até a derrota da Alemanha na Segunda Guerra</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 10:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>Olga (2004)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>A longa-metragem dirigida por Jayme Monjardim narra a biografia de Olga Benário Prestes, uma militante alemã que é deportada para Alemanha durante o governo Vargas, após o fracasso da Intentona Comunista.<br><br>A jovem tem uma filha na prisão, fruto do relacionamento com o líder comunista Luís Carlos Prestes, sendo enviada para um campo de concentração, onde passa anos sofrendo maus tratos e termina morta na câmara de gás. Baseado em fatos reais, o filme tem Camila Morgado, Caco Ciocler, Osmar Prado e Fernanda Montenegro no elenco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 10:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>Noite e Neblina (1955)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O documentário de 1955, dirigido pelo francês Alain Resnais, retrata o holocausto através de imagens, documentos e dados que comprovam a participação da Alemanha na formação dos campos de concentração. Fortes imagens sobre os locais abandonados e os corpos dos judeus retorcidos aparecem durante os trinta minutos de filme, com o intuito de chocar a sociedade da época sobre o que aconteceu na Segunda Guerra Mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 10:50:48 UTC</pubDate>
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         <title>A Vida é Bela (1997)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O aclamado longa se passa na Itália, onde o amoroso Guido é levado a um campo de concentração junto com seu filho, mas faz com que o menino acredite que eles estão em um jogo, para poupá-lo do sofrimento. A comédia dramática retrata o holocausto de forma cômica, sem esconder as tragédias que aconteciam nos campos de concentração. O filme, com direção de Roberto Benigni, venceu três Oscars em 1999, incluindo o de Melhor Filme Estrangeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 10:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Bent (1997)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Bent conta a história de Max, um homossexual que vive em um campo de concentração na Alemanha nazista. No entanto, ele se identifica como um judeu, usando uma estrela amarela. Por ironia do destino, Max se apaixona por Horst, que usa com orgulho o triângulo rosa que o identifica como gay.<br><br>O filme é baseado na peça de 1978, do dramaturgo norte-americano Martin Sherman e, para além do holocausto, aborda a intolerância sexual. Clive Owen, Lothaire Bluteau e Ian McKellen fazem parte do elenco do longa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Negação (2016)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar do testemunho dos sobreviventes, das inúmeras provas recolhidas pelos exércitos e investigadores Aliados, e outras fornecidas em grande parte pela obsessão por registos fiáveis dos nazis, demonstrarem uma evidência cruel, ainda há quem negue o Holocausto. É este o tema do filme de 🤬 Jackson, com argumento de David Hare, a partir do livro de Deborah Lipstadt, <em>History on Trial: My Day in Court with a Holocaust Denier</em>, onde relata a estranha história do processo judicial Irving vs. Penguin Books Ltd. A película, com Rachel Weisz exemplarmente deslumbrante no papel de Deborah E. Lipstadt, conta como a professora universitária americana, especializada no Holocausto, começou por ser atacada na sua seriedade académica para, mais tarde, ser processada pelo historiador pró-nazi David Irving, dando início a um julgamento onde o combate contra o revisionismo histórico negacionista proporciona uma dolorosa viagem pela história do Holocausto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>O filho de Saul (2015)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de <em>A Lista de Schindler</em>, o filme do realizador húngaro László Nemes é, sem dúvida, por um lado, o mais importante realizado sobre o Holocausto, e, por outro, uma das mais difíceis experiências cinematográficas a que um cinéfilo se pode sujeitar. Na sua primeira obra, Nemes criou uma corajosa e comovente película sobre o amor nas piores circunstâncias, dirigida com imaginação e eficácia e sinceridade, e considerável quinhão de poesia. Vencer o Globo de Ouro e o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro tem o seu significado, porém é o que menos importa nesta história do “sonderkommando” (um judeu obrigado a trabalhar para os alemães), Saul Ausländer (brilhantemente interpretado por Geza Rohrig, um poeta húngaro e actor ocasional), nos fornos crematórios do campo de concentração de Auschwitz/ Birkenau, o qual, desesperadamente, durante dois frenéticos dias, entre dificuldades muitas, oposições variadas e excepcional força de vontade (ou fé, se preferido), tenta salvar o corpo do filho de autópsia e cremação e ainda encontrar um rabino capaz de recitar as orações devidas e realizar um funeral de acordo com a sua religião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:08:51 UTC</pubDate>
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         <title>The Lady in Number 6: Music Saved My Life (2013) </title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Apenas 38 minutos bastaram para o filme de Malcolm Clarke contar a emocionante história Aliza Sommer-Herz, então com 109 anos, a mais velha sobrevivente do Holocausto, e arrebatar o Óscar para o Melhor Documentário de Curta-Metragem. Através desta película, nesta pouco mais de meia hora, acompanha-se a odisseia de Alice, uma pianista que, em 1943, com a mãe, o marido e o filho de seis anos, foi despachada para a cidade-fortaleza de Theresienstadt, que os nazi apresentavam como modelo da humanidade dos seus guetos (pois oficialmente não existia tal coisa como um campo de concentração), pior, como “o presente do Fuhrer aos judeus”. Aí, nessa fachada de civilidade nazi nem por isso menos opressiva, foi a música que lhe permitiu encontrar a força necessária à sobrevivência.<br>O Filho de Saul (2015)<br>Depois de <em>A Lista de Schindler</em>, o filme do realizador húngaro László Nemes é, sem dúvida, por um lado, o mais importante realizado sobre o Holocausto, e, por outro, uma das mais difíceis experiências cinematográficas a que um cinéfilo se pode sujeitar. Na sua primeira obra, Nemes criou uma corajosa e comovente película sobre o amor nas piores circunstâncias, dirigida com imaginação e eficácia e sinceridade, e considerável quinhão de poesia. Vencer o Globo de Ouro e o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro tem o seu significado, porém é o que menos importa nesta história do “sonderkommando” (um judeu obrigado a trabalhar para os alemães), Saul Ausländer (brilhantemente interpretado por Geza Rohrig, um poeta húngaro e actor ocasional), nos fornos crematórios do campo de concentração de Auschwitz/ Birkenau, o qual, desesperadamente, durante dois frenéticos dias, entre dificuldades muitas, oposições variadas e excepcional força de vontade (ou fé, se preferido), tenta salvar o corpo do filho de autópsia e cremação e ainda encontrar um rabino capaz de recitar as orações devidas e realizar um funeral de acordo com a sua religião.<br>Negação (2016) <br>Apesar do testemunho dos sobreviventes, das inúmeras provas recolhidas pelos exércitos e investigadores Aliados, e outras fornecidas em grande parte pela obsessão por registos fiáveis dos nazis, demonstrarem uma evidência cruel, ainda há quem negue o Holocausto. É este o tema do filme de 🤬 Jackson, com argumento de David Hare, a partir do livro de Deborah Lipstadt, <em>History on Trial: My Day in Court with a Holocaust Denier</em>, onde relata a estranha história do processo judicial Irving vs. Penguin Books Ltd. A película, com Rachel Weisz exemplarmente deslumbrante no papel de Deborah E. Lipstadt, conta como a professora universitária americana, especializada no Holocausto, começou por ser atacada na sua seriedade académica para, mais tarde, ser processada pelo historiador pró-nazi David Irving, dando início a um julgamento onde o combate contra o revisionismo histórico negacionista proporciona uma dolorosa viagem pela história do Holocausto.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:10:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Valentina&#39;s Mother (2008)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>A complicada relação entre Paula (Attel Kovenska), uma sobrevivente do Holocausto vivendo sozinha em Telavive, e Valentina (Silvia Drori), uma jovem imigrante polaca que vai viver com ela, como sua auxiliar, por insistência de um religioso, depois das muitas tentativas falhadas do filho, está no centro da acção deste filme dos realizadores israelitas Matti Harari e Arik Lubetzky. É uma história de atracção que se transformará em repulsa e conflito, povoada pelas memórias de ambas as mulheres que, com o tempo, se verá serem muito diferentes, senão mesmo contraditórias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>O leitor (2008)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme de Stephen Daldry confirma a atracção que os filmes sobre o Holocausto exercem sobre os eleitores dos Óscares, e, ironicamente, também as palavras de Kate Winslet num episódio de <em>Extras</em>, a série de Ricky Gervais, em que a actriz profetiza que a melhor maneira de ganhar um Óscar é fazer de deficiente ou entrar num filme antinazi. Que a película é antinazi não há qualquer dúvida e sobre ela está sempre presente a sombra do Holocausto. Como não há qualquer dúvida que o Globo de Ouro e o Óscar atribuídos a Winslet são completamente merecidos, pois a sua interpretação de uma guarda de campo de concentração a ser julgada por crimes de guerra é o perfeito retrato de uma mulher enredada por circunstâncias que não controla.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:16:09 UTC</pubDate>
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         <title>Europa Europa (1990)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Agnieszka Holland, que antes abordara o Holocausto na sua obra (e vira já Angry Harvest nomeado para Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 1985, antes de com esta película vencer idêntica categoria nos Globos de Ouro, em 1991), partiu da história verdadeira de um rapaz judeu, Solomon Perel (Marco Hofschneider), que se fez passar por militante nazi para escapar ao Holocausto. Na obra da realizadora alemã, o protagonista é separado da família durante a ocupação alemã da Polónia e enviado para um orfanato, onde destrói os seus papéis de identificação e declara ser um alemão chamado Josef Peters, que se juntará ao exército germânico na tentativa de invasão da União Soviética e, embora ferido, sobrevive e acaba por desembarcar em Israel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:17:49 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha de Sofia (1982)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois do seu importante papel na série de televisão <em>Holocausto</em> (com o qual ganhou um Emmy), diz a lenda, a escolha de Meryl Streep para o papel de Sophia (apesar de já ter recebido o Óscar de Melhor Actriz Secundária por <em>Kramer vs. Kramer</em>, de ter sido nomeada para o de Melhor Actriz por <em>A Amante do Tenente Francês</em> e de por este mesmo filme vencer a categoria nos Globos de Ouro) foi motivo de grande discussão entre a produção e o realizador, Alan J. Pakula. Ganhou o realizador. E a actriz, no papel de uma imigrante polaca com um segredo, vivendo em Brooklin com o seu namorado, Nathan (Kevin Kline), e o aspirante a escritor Stingo (Peter MacNicol), arrancou uma das mais belas e comoventes interpretações da sua carreira, justamente premiada com o Óscar de Melhor Actriz. Mais importante, através da sua interpretação desta história baseada em romance de William Styron, Streep conduz uma espécie de visita guiada pelos horrores dos campos de concentração que não deixa ninguém indiferente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>O Agiota (1964)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parece não ser o motivo principal, mas todo o contexto do filme de Sidney Lumet remete constantemente para o Holocausto através da sua personagem principal, Sol Nazerman, um sobrevivente da loucura nazi que se torna prestamista em Harlem. Magnificamente interpretado por Rod Steiger, Sol procura levar a sua nova vida em Nova Iorque com o menor número de sobressaltos possível. Contudo, todas as suas ações são psicologicamente determinadas pelo seu passado, dado em sucessivos e pungentes flashbacks que mostram a perda da família às mãos dos nazis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:22:28 UTC</pubDate>
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         <title>Os Falsificadores (2007)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Operação <strong>Bernhard</strong> é um plano secreto para desestabilizar o <strong>Reino Unido</strong>, inundando a sua economia com notas falsificadas. O <a href="https://www.imdb.com/title/tt0813547/?ref_=fn_al_tt_1">filme</a> é baseado no livro <em>The Devil’s Workshop: A Memoir of the Nazi Counterfeiting Operation </em>(1983), escrito por <strong>Adolf Burger</strong>, um judeu eslovaco preso por falsificar certificados de batismo para salvar judeus da deportação.<br><br></div><div><em>Die Fälscher </em>(nome original) de <strong>Stefan Ruzowitzky</strong>, teve entre o elenco <strong>Karl Markovics</strong>,<strong> August Diehl</strong>,<strong> Devid Striesow</strong>, <strong>Martin Brambach </strong>e<strong> August Zirner</strong>. Este foi ainda vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:25:21 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência (2013)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>1944, durante a Segunda Guerra Mundial. A aproximação cada vez maior do exército nazista faz com que a resistência britânica convoque todos os homens de uma pequena vila gaulesa para lutar contra as forças de Adolf Hitler. Só que o Dia D, que marcaria o grande ataque das forças aliadas, não deu certo e, com isso, o exército alemão conseguiu invadir a Grã-Bretanha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>Onde as mãos tocam (2018)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma <a href="https://cinema10.com.br/tipos/filmes-sobre-adolescentes1">adolescente</a> filha de uma branca alemã e um pai negro vive com constante medo na Alemanha da década de 40. No entando, ela conhece um garoto que é filho do oficial e membro da juventude hitlerista. Os dois se apaixonam e correm riscos para viver esse <a href="https://cinema10.com.br/tipos/filmes-sobre-amor">amor</a> em tempos de <a href="https://cinema10.com.br/tipos/filmes-sobre-nazismo">nazismo</a> e poder. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:31:51 UTC</pubDate>
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         <title>Meninos prodígio (2011) Wunderkinder</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Abrascha e Larissa são duas crianças judias e Hanna é uma menina alemã. Os três são prodígios da música e sonham com um futuro. Mas suas esperanças caem por terra quando a Alemanha e a Rússia entram em guerra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:33:59 UTC</pubDate>
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         <title>A chave de Sarah (2011)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>1942, durante a ocupação alemã na França, na 2ª Guerra Mundial. Sarah Starzynski (Mélusine Mayance) é uma jovem judia que vive em Paris com os pais (Natasha Mashkevich e Arben Bajraktaraj) e o irmão caçula Michel (Paul Mercier). Eles são expulsos do apartamento em que vivem por soldados nazistas, que os levam até um campo de concentração. Na intenção de salvar Michel, Sarah o 🤬 dentro de um armário escondido na parede de seu quarto e 🤬 que ele não saia de lá até que ela retorne. A situação faz com que Sarah tente a todo custo retornar para casa, no intuito de salvá-lo. Décadas depois, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas) é encarregada de preparar uma reportagem sobre o período em que Paris esteve dominada pelos nazistas. Ao investigar sobre o assunto, encontra um elo entre sua família e a história de Sarah.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:36:11 UTC</pubDate>
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         <title>O coração corajoso de Irena Sendler (2009)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Baseado na verdadeira história de Irena Sendler, uma assistente social polaca que durante a Segunda Guerra Mundial ajudou a salvar cerca de 2500 crianças Judias, contrabandeando-as para fora do Gueto de Varsóvia. Depois ela acabou presa pelos Nazistas. Filme produzido para a televisão, que foi indicado a vários Prémios Emmy…</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:39:29 UTC</pubDate>
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         <title>As crianças de Paris (2010)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joseph, judeu de 11 anos, é obrigado a ir para a escola com a estrela amarela ao peito, símbolo da impureza da sua raça. Entre a bondade e o desprezo da comunidade em seu redor, ele e a família tentam levar tudo isso da melhor maneira e, apesar de todas as contrariedades, continuam a viver em relativa harmonia e felicidade. Porém, tudo se desmorona no dia 16 de Julho, quando mais 13 mil judeus de nacionalidade francesa são conduzidos para o Velódromo de Inverno em Paris onde alguns serão posteriormente transportados para campos de concentração.<br>"As Crianças de Paris" segue o destino real de algumas destas pessoas: desde os que, à distância, tomaram as decisões governamentais que levaram aquele momento, até aos milhares de inocentes que morreram, sem esquecer os poucos que, contra todas as probabilidades, conseguiram escapar com vida.<br>Um filme dramático, realizado por Rose Bosch, cujas personagens apresentados existiram de facto e todos os eventos descritos, mesmo os mais dramáticos, aconteceram durante o terrível Verão de 1942, em França. Entre o elenco, Jean Reno, Mélanie Laurent, Gad Elmaleh e Hugo Leverdez. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 11:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>EICHMANN: O EXTERMINADOR (2007)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um filme baseado na confissão de Adolf Eichman, o arquitecto da “solução final” de Hitler.</div><div>Adolf Eichman, responsável pelo plano de Hitler para a exterminação dos judeus, a chamada “solução final”, foi capturado por agentes secretos na Argentina, 15 anos após o fim da II Guerra Mundial. Na véspera da sua execução, Eichman era interrogado pelo Capitão Avner Less, um jovem agente da Polícia Israelita, sobre o seu passado enquanto o mundo aguardava pela revelação de toda a verdade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:40:56 UTC</pubDate>
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         <title>O Senhor Batignole (2001)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Uma história comovente de coragem em tempo de conflito<br></strong><br></div><div>Paris no ano de 1942 está ocupada pelo exército alemão. O senhor Batignole, um homem tímido, começa a trabalhar para o exército nazi graças à ação de Jean-Pierre, noivo da sua filha. Jean-Pierre tornou-se um colaboracionista pronto a denunciar judeus. Quando a família Bernstein é presa, a sua casa é cedida a Batignole. Este decide dar uma festa de agradecimento aos nazis. No decorrer da festa, o jovem Simon Bernstein, que havia escapado aos nazis, regressa para se juntar à sua família.<br>O outro lado da guerra, o lado no qual os colaboracionistas se movem e ganham com o comportamento de ajuda ao invasor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:43:18 UTC</pubDate>
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         <title>Filhos do Mesmo Deus (2001)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romek é um garoto judeu que foi separado da família na II Guerra. Escondido dentro de um saco de batatas, ele acaba sendo levado para um pequeno vilarejo na Polônia onde é adotado por um fazendeiro e, cercado de novos amigos, procura refazer a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:46:54 UTC</pubDate>
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         <title>SUNSHINE - O DESPERTAR DE UM SÉCULO (1998)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Três gerações de uma família judaica - representadas por Ignatz Sonnenschein, Adam Sors, Ivan Sors, três personagens distintos interpretados por Ralph Fiennes - precisam sobreviver, cada uma à sua maneira e em seu tempo, às perseguições realizadas ao povo judeu desde a formação das ruínas do império Austro-Húngaro até os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>O Comboio da Vida (1998)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O Comboio da Vida", filme de abertura do Judaica, conta com a presença de Radu Mihaileanu, que também realizou filmes como "O Concerto" e “A Fonte das Mulheres”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:52:45 UTC</pubDate>
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         <title>A Rapariga no Comboio (2016)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de um divórcio algo traumatizante, Rachel desistiu de si mesma, entregando-se à depressão e ao alcoolismo. Todos os dias faz o mesmo percurso de comboio até ao local de trabalho. Durante a viagem, observa, através da janela da carruagem, as rotinas diárias de várias pessoas dentro das suas casas. Entre elas está um jovem casal com uma vida aparentemente perfeita. Recriando o seu dia-a-dia – em paralelo com o vazio da sua própria existência –, ela cria um cenário e uma narrativa, sentindo-se cada vez mais ligada a eles e a uma ideia de amor inabalável. Mas tudo se altera quando, numa dessas viagens, Rachel repara em algo perturbador. Nesse instante, vê colapsar todas as fantasias. Horas mais tarde, descobre que a mulher se encontra desaparecida e partilha a informação com a polícia. Sem que o esperasse, vê-se enredada na situação: ao procurar as autoridades, tornou-se uma das principais suspeitas.</div><div>Com realização de Tate Taylor ("As Serviçais") e argumento de Erin Cressida Wilson, um "thriller" que adapta o "best-seller" homónimo da inglesa Paula Hawkins. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:54:23 UTC</pubDate>
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         <title>O julgamento de Nuremberga (1991)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quatro juízes alemães são acusados de legalizar as atrocidades cometidas pelos nazistas durante a 2a. Guerra Mundial. O juiz aposentado Dan Haywood é designado para a árdua tarefa de presidir o julgamento deles na cidade de Nuremberg.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 15:58:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Triunfo do Espírito (1989)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ex-boxeador olímpico grego é levado como prisioneiro durante a Segunda Guerra Mundial e colocado no campo de prisioneiros de Auschwitz. Ele, seu pai e irmão só vão sobreviver enquanto ele lutar para a diversão de seus captores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 16:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>O último metro (1980)</title>
         <author>biblioteca_eb23pma</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paris 1942. Durante a ocupação nazi, Lucas Steiner, um judeu proprietário de um teatro, é forçado a sair do país.<br>A sua mulher Marion, uma actriz, dirige o teatro por ele. Ela tenta manter o teatro vivo com a encenação de uma nova peça e contrata um actor, Bernard Granger, para representar o principal papel.<br>Na realidade, porém, Lucas está escondido na cave...<br>Um filme sobre a arte e sobre a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 16:05:14 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Mosaico de cartoons sobre o Holocausto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 23:19:31 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2021-03-11 23:24:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Vítimas do Holocausto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 23:25:16 UTC</pubDate>
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         <title>Figueira da Foz - Anos 50</title>
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         <pubDate>2021-03-11 23:26:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Yad Vashem - Museu do Holocausto, Jerusalém </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 23:33:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenaromao1</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A história de um homem que salvou milhares de judeus.<br>É a história do Cônsul de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, que, em Junho de 1940 e desobedecendo às ordens emitidas por Salazar, passou e fez passar milhares de vistos a pessoas que fugiam do avanço nazi, entre os quais vários judeus. Considerado por muitos como o maior salvador individual de judeus, depois de Wallenberg, Sousa Mendes foi afastado da carreira diplomática por um processo de duvidosa legalidade e morreu na miséria. Embora em Israel seja tido por um dos "gentios virtuosos" e tenha sido alvo de várias homenagens, só recentemente se procedeu à sua reintegração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:29:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenaromao1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com recurso a um extenso arquivo fotográfico e documental, em grande parte inédito, o seu <strong>neto</strong>, António Moncada S. Mendes, desvenda o lado pessoal do cônsul e da sua família, lançando assim uma nova luz sobre a figura de um diplomata que se sacrificou para salvar a vida de muitos inocentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:37:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenaromao1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>My Sister's Eyes: A Family Chronicle of Rescue and Loss During World War II</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:40:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenaromao1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique lendo os livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um judeu que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela faz algumas tarefas para a mãe e brinca com o amigo Rudy.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:43:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>helenaromao1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao longo de mais de dois anos, Miep e o marido ajudaram a esconder judeus numa Holanda tomada pelos nazis. Como milhares de heróis desconhecidos do Holocausto, eles arriscaram diariamente a vida ao levar alimentos, livros, notícias e carinho às vítimas.</p><p>Miep trabalhava como assistente de Otto Frank, o pai de Anne Frank, e tornara-se íntima da família. Ao longo de 25 meses, ela e o marido mantiveram a família Frank escondida no anexo de um prédio de Amesterdão até serem traídos por uma denúncia anónima. Quando a Gestapo invadiu o esconderijo, a 4 de agosto de 1944, e prendeu todos os seus ocupantes, deixou para trás o diário de Anne e outros dos seus escritos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:45:55 UTC</pubDate>
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