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      <title>Conhecendo os alimentos by Por Dentro dos Alimentos</title>
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      <description>Aqui você encontra nossa pesquisa mais aprofundada sobre a composição de diferentes alimentos, suas funções e efeitos no corpo humano.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-05 15:17:21 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>   A <em>Salvia hispanica </em>L<em>.</em>, conhecida popularmente como chia ou semente de chia, é considerada um pseudocereal e, devido ao seu alto teor de óleo, é considerada também uma oleaginosa. Cresce entre 1 e 2 m de altura com talos ramificados e possui um rendimento médio de 250g de sementes por pé. A semente, que apresenta formato oval, varia de coloração preta, cinzenta, manchada e branca, o que não promove diferenças na composição. A chia vem sendo estudada cada vez mais por conta do seu potencial de emprego na culinária, que se dá por suas propriedades emulsificantes, estabilizantes e por não conter compostos tóxicos e glúten, o que faz dela uma boa substituta para dietas celíacas.&nbsp;</div><div>   Este trabalho reúne informações e dados de diferentes autores referentes à semente de chia objetivando, desta forma, possibilitar um maior entendimento sobre a sua composição, além de seus benefícios e efeitos quando introduzida na dieta humana.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 15:20:18 UTC</pubDate>
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         <title>Composição</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A semente de Chia possui um alto valor nutricional, com quantidades significativas de lipídios, proteínas, minerais, fibras e vitaminas, além de conter antioxidantes naturais como: tocoferóis, fitoesteróis, carotenóides e alguns compostos fenólicos, incluindo o ácido clorogênico, miricetina, quercetina, kaempferol e ácido caféico.<br>&nbsp; &nbsp;A composição e concentração de seus compostos bioativos vai depender de alguns fatores como: condições climáticas, origem geográfica, métodos de extração e condições do solo.<br>&nbsp; &nbsp;Outro fator que pode alterar a composição da chia é o tempo de maturação. Com o desenvolvimento da planta, os níveis de ácido alfa-linolênico (Ω-3) são reduzidos em até 23%, enquanto os níveis de ácido linoleico (Ω-6) e lignina aumentam.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;O processamento também pode alterar a composição da chia. Os compostos bioativos são degradados quando expostos a altas temperaturas, portanto, durante a desidratação, a temperatura não deve exceder 90 ºC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 15:21:07 UTC</pubDate>
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         <title>Fibras</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As fibras presentes na chia são carboidratos não digeríveis pelo organismo humano, assim como as presentes em frutas, vegetais, grãos e legumes. Elas podem se apresentar de duas formas: insolúvel e solúvel.<br>&nbsp; &nbsp;As fibras insolúveis representam a maior parte, 85-93% das fibras da chia. Elas possuem a capacidade de absorver a água, retendo-a no seu interior. Esta capacidade provoca o aumento e amaciamento do bolo fecal, facilitando o trânsito intestinal. As fibras solúveis, por sua vez, compõem 7-15% do total de fibras da chia. Ao entrar em contato com água, ou qualquer outro líquido, as fibras solúveis formam a mucilagem.<br>&nbsp; &nbsp;Em termos de quantidades, a chia se destaca, pois apresenta a maior concentração de fibras&nbsp; quando comparada com frutas secas, cereais e oleaginosas, cerca de 34% de sua composição total.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 21:29:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
         <link>https://padlet.com/pordentrodosalimentos/g9g8fpq59c70lvyq/wish/2618633122</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;AGUIAR, A. <strong>Extração de Lipídios de Resíduos de Filetagem de Pescada-Olhuda </strong><strong><em>(Cynoscion striatus) </em></strong><strong>Utilizando Tecnologia Supercrítica. </strong>Tese (Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos) - Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina. Santa Catarina, 2011.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;ÁLVAREZ-CHAVEZ, L. M., VALDIVIA-LÓPEZ, M. A., ABURTO-JUÁREZ, M. L., TECANTE, A. Chemical characterization of the lipid fraction of mexican chia seed (<em>Salvia hispanica</em> L.). <strong>International Journal of Food Properties</strong>, v.11, p.687-697, 2008.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;AYERZA, R.; COATES, W. Influence of environment on growing period and yield, protein, oil and α-linolenic content of three chia (<em>Salvia hispanica</em> L.) selections.<strong> Industrial crops and products</strong>, v. 34, p. 1366-1371, 2011.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;CAPITANI, M. I.; SPOTORNO, V.; NOLASCO, S.M.; TOMÁS, M. C. Physicochemical and functional characterization of by-products from chia (<em>Salvia hispanica</em> L.) seeds of Argentina. LWT - <strong>Food Science and Technology</strong>, v. 45, n.1, p. 94-102, 2012.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;COELHO, M. SALAS-MELLADO, M. Revisão: Composição química, propriedades funcionais e aplicações tecnológicas da semente de chia (<em>Salvia hispanica</em> L) em alimentos. <strong>Brazilian Journal of Food Technology,</strong> v. 17, n. 4, p. 259-268, 2014.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;COELHO, M. <strong>Avaliação da Bioatividade de Hidrolisados e Frações Peptídicas das Proteínas Provenientes do Subproduto do Processamento de Óleo de Chia (</strong><strong><em>Salvia hispanica </em></strong><strong>L.</strong>). Tese (Doutorado em Engenharia e Ciência de Alimentos) - Escola de Química e Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande. Rio Grande. 2018.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;FAO/OMS. <strong>Dietary Reference Intakes for Energy, Carbohydrate. Fiber, Fat, Fatty Acids, Cholesterol, Protein, and Amino Acids.</strong> Washington, DC: National Academies Press, 2002. 1357p. Acesso em: 28 abr. 2023. Disponível em: https://posnutricao.ufv.br/wp-content/uploads/2019/08/DRI-for-Energy-Carbohydrate-Fiber-Fat-Fatty-Acids-Cholesterol-Protein-and-Amino-acids.pdf</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;FERREIRA, T.&nbsp; <strong>Caracterização Nutricional e Funcional da Farinha da Chia (</strong><strong><em>Salvia hispanica) </em></strong><strong>&nbsp;e sua Aplicação no Desenvolvimento de Pães. </strong>Tese (mestrado em ciência e tecnologia do alimento) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. São Paulo, 2013.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;IXTAINA, V. Y.; MARTÍNEZ, M. L.; SPOTORNO, V.; MATEO, C. M.; MAESTRI, D. M.; DIEHL, B. W. K.; NOLASCO, S. M.; TOMÁS, M. C. Characterization of chia seed oils obtained by pressing and solvent extraction. <strong>Journal of Food Composition and Analysis</strong>, v. 24, n. 2, p. 166-174, 2011.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;JIN, F., NIEMAN, D. C., SHA, W., XIE, G., QIU, Y., &amp; JIA, W.&nbsp; Supplementation of milled chia seeds increases plasma ALA and EPA in postmenopausal women. <strong>Plant Foods for Human Nutrition</strong>, v. 67, n. 2, p. 105–110, 2012.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;KHALID, W.; ARSHAD, M. S.; AZIZ, A.; RAHIM, M. A.; QAISRANI, B, D.; AFZAL, F.; ALI, A.; ANJUM, F. M. Chia seeds (<em>Salvia hispanica</em> L.): A therapeutic weapon in metabolic disorders. <strong>&nbsp;Food Science &amp; Nutrition, </strong>v. 11, n. 1, p. 3-16,<strong> </strong>2022.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;KULCZYNSKI, B., KOBUS-CISOWSKA, J., TACZANOWSKI, M., KMIECIK, D., GRAMZA-MICHLAOWSKA, A. The Chemical Composition and Nutritional Value of Chia Seeds—Current State of Knowledge. <strong>Nutrients,</strong> v. 11, n. 6, p. 1242, 2019</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;LIN, K. Y.; DANIEL, J. R.; WHISTLER, R. L. Structure of chia seed polysaccharide exudate.<strong> Carbohydrate Polymers</strong>, v. 23, n. 1, p. 13–18, 1994.&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp;MENGA, V.; AMATO, M.; PHILLIPS, T. D.; ANGELINO, D.; MORREALE, F.; FARES, C. Gluten-free pasta incorporating chia (<em>Salvia hispanica</em> L.) as thickening agent: An approach to naturally improve the nutritional profile and the in vitro carbohydrate digestibility. <strong>Food Chemistry</strong>, v. 221, p. 1954-1961, 2017.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;MORAES, F. P.; COLLA, L. M. Alimentos funcionais e nutracêuticos: definições, legislação e benefícios à saúde. <strong>Revista eletrônica de farmácia</strong>, v. 3, n. 2, p. 109-122, 2006.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;MOTYKA, S.; SKALA, E.; EKIERT, H.; SZOPA, A. Health-promoting approaches of the use of chia seeds. <strong>Journal of Functional Foods. </strong>v. 103, 2023</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;MUÑOZ, L. A.; COBOS, A.; DIAZ, O.; AGUILERA, J. M. Chia seeds: Microstructure, mucilage extraction and hydration.<strong> Journal of Food Engineering</strong>, v. 108, n. 1, p.216–224, 2012.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;OLIVEIRA, V. K. P<strong>ropriedades funcionais, nutricionais e antimicrobianas de chia em grão, farinha e aplicação em biscoito. </strong>Dissertação (pós graduação) - Curso de Nutrição, Faculdade de Nutrição, Universidade Federal de 🤬, 🤬, 2016.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;OLIVOS-LUGO, B. L.; VALDIVIA-LÓPEZ, M. Á.; TECANTE, A. Thermal and physicochemical properties and nutritional value of the protein fraction of Mexican chia seed (<em>Salvia hispanica</em> L.). <strong>Food science and technology international</strong>, v. 16, n. 1, p. 89-96, 2010.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;PICININ, C. T. R. <strong>Caracterização química, ação antioxidante e influência do consumo do grão de chia </strong><strong><em>(Salvia hispanica L.)</em></strong><strong> nos níveis glicêmicos</strong>. Tese (pós graduação) - Curso de pós graduação em ciência dos alimentos), Universidade Federal de Lavras, Minhas gerais, 2014</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;RUPFLIN, A.; IXMUCANÉ, D. Caracterización de la semilla del chan (<em>Salvia hispanica</em> L.) y diseño de un producto funcional que la contiene como ingrediente. <strong>Revista</strong>, v. 23, p. 43-49, 2011.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;ROCHA, Y. M. A.; SILVA, L. P. E.; REGIS, W. C. B. Chia (<em>Salvia hispanica</em>) benefícios para a saúde humana: uma revisão sobre ensaios clínicos em humanos<strong> Revista interdisciplinar da PUC Minas</strong>,&nbsp; v. 7, n. 14, p. 483-493, 2017.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;SANDOVAL-OLIVEROS, M. R.; PAREDES-LÓPEZ, O. Isolation and characterization of proteins from chia seeds (<em>Salvia hispanica</em> L.). <strong>Journal of agricultural and food chemistry</strong>, v. 61, n. 1, p. 193-201, 2013.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;SEGURA-CAMPOS, M. R., PERALTA GONZALEZ, F., CHEL GUERRERO, L., ANCONA, D., B. Angiotensin I-Converting Enzyme Inhibitory Peptides of Chia (<em>Salvia hispanica</em>) Produced by Enzymatic Hydrolysis. <strong>International Journal of Food Science</strong>, v. 2013, p. 8, 2013.</div><div><br></div><div>   SHRESTHA, M.; SHRESTHA, S.; SHRESTHA, N. K. Chemical Composition, Health Benefits and Applications of Chia seeds: A Review. <strong>Tribhuvan University Journal of Food Science and Technology</strong>, v. 1, n. 1, p. 31–37, 2022.</div><div><br></div><div>   SILVA, C. S.; KANAGUCH, G.; BRUNIERA, L. F. R.;. SAVIOLI, L. R. M; RADZIAVICIUS, C.. C.; FEDER, D.; PIRES P. C. R.; PERAZZO, F. F.; AZZALIS, L. A.; FONSECA, F. L. A. A chia (Salvia hispanica L.) como nova alternativa alimentar e no tratamento de doenças crônicas não transmissíveis. <strong>Revista Brasileira Clínica, </strong>v. 28, n. 3, p. 234-238, 2013.</div><div><br></div><div>   SILVA, M.; NAVES, M; OLIVEIRA, R; LEITE, O. Composição Química e Valor Protéico do Resíduo de Soja em Relação ao Grão de Soja. <strong>Ciência e Tecnologia dos Alimentos</strong>, v. 26, p.571-576,&nbsp; 2006.</div><div><br></div><div>   USDA - U.S. DEPARTAMENT OF AGRICULTURE. National<strong> Nutrient Database for Standard Reference</strong>. 2011. Disponível em: <a href="http://www.ars.usda.gov/ba/bhnrc/ndl">http://www.ars.usda.gov/ba/bhnrc/ndl</a>. Acesso em: 24 mar. 2023.</div><div><br></div><div>   VUKSAN, V. et al. Reduction in postprandial glucose excursion and prolongation of satiety: possible explanation of the long-term effects of whole grain Salba (<em>Salvia Hispanica</em> L.). <strong>European journal of clinical nutrition</strong>, v. 64, n. 4, p. 436-438, 2010.</div><div><br></div><div>   WHO/FAO. Fats and oils in human nutrition. FAO, 1994. Disponível em: https://ia800201.us.archive.org/13/items/bub_gb_SLUXC1WNr8UC/bub_gb_SLUXC1WNr8UC.pdf. Acesso em: 27 abr. 2023. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 21:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>Mucilagem</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A mucilagem é conhecida como o produto do metabolismo de vegetais que é acumulada como material de reserva energética e de água, e ainda, pode apresentar função estrutural, proporcionando elasticidade.<br>&nbsp; &nbsp;No caso da chia, a mucilagem está na parte externa e a envolve na forma de uma camada espessa quando adicionada à água ou qualquer outro líquido, mesmo em baixas concentrações.<br>&nbsp; &nbsp;Nessa mucilagem gelatinosa há xilose, glicose e o ácido glucurônico, que formam um polissacarídeo ramificado de alto peso molecular, resultando no aumento de volume. Esse aumento de volume, que se dá por conta da mucilagem, é atribuído como responsável pela saciedade vinda do consumo da semente em humanos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 21:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ácidos Graxos</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Uma das características diferenciais da semente de chia é o seu perfil lipídico. A chia pode ser considerada rica em ácidos graxos poli-insaturados, em especial o ácido α-linolênico (ômega-3), sendo a maior fonte vegetal conhecida deste. Entretanto, também podem ser encontrados, em menores proporções, os ácidos linoleico (ômega-6), palmítico e oleico.<br>&nbsp; &nbsp;Segundo a FAO, em uma dieta ideal deve haver uma razão de, no mínimo, 1:5 entre os ácidos linolênico (Ω-3) e linoleico (Ω-6), entretanto, o ideal é que a diferença entre esses ácidos seja a menor possível.<br>&nbsp; &nbsp;A chia, então, se apresenta como uma opção desejável para o cardápio cotidiano, já que apresenta 62% de ácido linolênico e 17% de ácido linoleico em sua composição.&nbsp;</div><div>&nbsp;O consumo frequente de alimentos ricos em ômega-3 reduz os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, também reduz a pressão arterial, havendo associação a menores índices de doença cardiovascular</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 21:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Proteínas</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As sementes de chia carregam uma grande qualidade proteica, apresentam cerca de 16% de proteína em sua composição. O seu teor de proteínas é maior do que grande parte dos grãos tradicionalmente usados para fabricação de farinha: trigo (14%), milho (14%), arroz (8,5%) e aveia (15%).<br>&nbsp; &nbsp;Entende-se que ela seja uma fonte de proteína vegetal de alta qualidade, pois apresenta todos os aminoácidos essenciais necessários, em quantidades satisfatórias. As sementes de chia também são ricas em aminoácidos não-essenciais, como o ácido glutâmico, arginina e ácido aspártico. É sabido que o ácido glutâmico modula a resposta imuno regulatória e melhora o desempenho esportivo. E a arginina, por sua vez, é conhecida pela prevenção de doenças cardíacas.<br>&nbsp; &nbsp;A proteína da chia apresenta também boa digestibilidade, a semente possui uma digestibilidade de cerca de 96%, sendo qualquer valor acima de 70% considerado de alta digestibilidade. Além disso, pode desempenhar diversas atividades, tais como: imunomodulatória, antimicrobiana, antitrombótica, hipocolesterolêmica, anti-hipertensiva e antioxidante.<br>&nbsp; &nbsp;No Quadro 3, podemos observar que os únicos valores da chia significantemente inferiores a soja são a lisina, leucina e fenilalanina, onde a soja apresenta melhores concentrações. Por outro lado, a chia apresenta melhores concentrações de&nbsp; isoleucina e triptofano. A semente de chia está de acordo com o teor de aminoácidos estabelecido pela FAO (2002), podendo, portanto, ser considerada uma fonte de proteínas tão importante quanto a soja.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 22:02:50 UTC</pubDate>
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         <title>Vitaminas e Minerais</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Vitaminas e minerais são micronutrientes indispensáveis para a formação e funcionamento do corpo humano. As sementes de chia apresentam valores significativos de minerais, mas não podem ser consideradas boas fontes de vitaminas.<br>&nbsp; &nbsp;Mesmo não sendo uma perfeita fonte de vitaminas, a semente de chia apresenta quantidades interessantes de Niacina (B3), além disso, também estão presentes a Vitamina E, Tiamina (B1) e Riboflavina (B2).&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;As sementes de chia apresentam valores significativos de minerais, estão presentes: manganês, fósforo, cobre, selênio, ferro, magnésio e cálcio, todos em quantidades satisfatórias. Esses minerais auxiliam na formação de ossos saudáveis, na boa digestão, saúde do coração, funcionamento do músculo, nervos, entre outros benefícios, atuam garantindo o bom desenvolvimento do corpo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 22:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Comparação da composição da chia com outras sementes</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Inúmeros estudos científicos comparam a chia com outras sementes, eles revelam que, devido à sua composição, valor calórico e conteúdo de vitaminas e minerais, ela se destaca entre as demais.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Além de possuir menor teor de&nbsp; lipídios, o perfil lipídico da chia&nbsp; chama mais atenção do que o de outras sementes analisadas. A comparação revela uma proporção entre ácido alfa linolênico (Ω-3) e linoleico (Ω-6) mais interessante na chia do que na linhaça.<br>&nbsp; &nbsp;Além disso, a chia se apresenta como uma melhor opção para dietas hipocalórica, em comparação à linhaça e à semente de girassol, pois possui menos calorias. Entretanto, vale ressaltar que, apesar de possuir boa quantidade de proteína quando comparada com outras fontes vegetais, a chia possui uma menor quantidade em relação a linhaça e semente de girassol</div><div>&nbsp; &nbsp;Entre as sementes analisadas, a chia também possui a maior quantidade de fibras e micronutrientes, principalmente Fe, Ca, and Zn, sendo 8 vezes maior em cálcio do que a semente de girassol e 2 vezes maior do que a semente de linhaça. A chia também contém vitaminas A, C e E, que estão em pouca quantidade ou ausentes nas outras sementes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 22:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios da chia à saúde</title>
         <author>pordentrodosalimentos</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As sementes de chia são ricas em proteína e carregam todos os aminoácidos essenciais. Por isso, essas sementes podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico e melhorar outras funções do organismo.&nbsp; Peptídeos da semente de chia atuam aumentando a produção de imunoglobulinas, aumentando a atividade fagocítica e o número de células produtoras de anticorpos IgA.<br>&nbsp; &nbsp;Em decorrência da grande presença de fibras, as sementes de chia promovem grande benefício para o sistema gastrointestinal. As fibras aumentam a sensação de saciedade, melhoram a consistência do bolo fecal, a liberação de secreções digestivas e estimulam os movimentos peristálticos. A porção insolúvel também é de grande importância para a flora intestinal e auxilia na manutenção das bactérias intestinais benéficas.<br>&nbsp; &nbsp;Graças à sua rica composição, a chia também apresenta atividade anti-inflamatória. O alto teor de ácido alfa linolênico, juntamente com as fibras presentes nas sementes reduzem o risco de arteriosclerose e o enrijecimento das artérias. Dessa forma, podemos classificar o consumo de chia como benéfico para reduzir o risco de AVC e problemas cardiovasculares.<br>&nbsp; &nbsp;As sementes de chia também apresentam função hipolipemiante, ou seja, atuam diminuindo os níveis de colesterol total, triglicerídeos e lipoproteína de baixa densidade (LDL). Além disso, atuam aumentando a concentração de lipoproteína de alta densidade (HDL).<br>&nbsp; &nbsp;Também foi apontado que as sementes de chia podem ajudar a prevenir a diverticulose, uma doença caracterizada por pequenas bolsas em formato de balão (divertículos) no intestino e que frequentemente estão associadas à falta do consumo de fibras.<br>&nbsp; &nbsp;Entre outros benefícios, a chia também se mostrou eficiente em diminuir a resistência à insulina, possui efeito hepatoprotetor, além de melhorar a absorção dos minerais ferro e zinco. Indiretamente, a chia pode atuar reduzindo&nbsp; o ganho de peso excessivo, obesidade e suas consequências.<br>   É sempre bom lembrar, entretanto, que nenhum alimento deve ser consumido em quantidades excessivas ou adicionado na sua dieta sem antes consultar um profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 22:41:11 UTC</pubDate>
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