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      <title>Poesia Romântica by Aldina Tatiana Silva Pereira</title>
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      <description>William Blake, Coloridge, Keats, Lord Byron, Percy Shelley</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-09 11:52:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>John Keats</title>
         <author>paulovinicius050</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi um poeta inglês. Foi o último dos poetas românticos do país, e, aos 25, o mais jovem a morrer. Juntamente com Lord Byron e Percy Bysshe Shelley foi uma das principais figuras da segunda geração do movimento romântico, apesar de sua obra ter começado a ser publicada apenas quatro anos antes de sua morte. Durante sua vida seus poemas não foram geralmente bem recebidos pelos críticos; sua reputação, no entanto, cresceu à medida que ele exerceu uma influência póstuma significativa em diversos poetas posteriores, como Alfred Tennyson e Wilfred Owen.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:25:46 UTC</pubDate>
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         <title>John Keats e Fanny Brawne</title>
         <author>paulovinicius050</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fanny Brawne foi uma inglesa que viveu no século XIX e é conhecida por causa do seu romance com o poeta romântico <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/John_Keats">John Keats</a>, um fato desconhecido até 1878, ano em que as cartas que Keats lhe tinha enviado foram publicadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>Kubla Khan</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://shadowstosoul.blogspot.com/2012/11/traducao-kubla-khan-de-samuel-taylor.html?m=1</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:29:04 UTC</pubDate>
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         <title>Traduções de Ode on a Grecian Urn.</title>
         <author>paulovinicius050</author>
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         <description><![CDATA[<p>Original e traduções de Ivo Barroso, Augusto de Campos e Leonardo de Magalhaens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Análise Kubla Khan </title>
         <author>jm8wjj9q7d</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:32:31 UTC</pubDate>
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         <title>Kubla Khan vídeo – recited poem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://youtu.be/AK5EcMxuQzk?si=Xr38PFCKyy5saXEN</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:35:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>The Rime of the Ancient Mariner⛴️</title>
         <author>alicelimaferreira1212</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poetry:</p><p>https://www.poetryfoundation.org/poems/43997/the-rime-of-the-ancient-mariner-text-of-1834</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>The Rime of the Ancient Mariner⛴️</title>
         <author>alicelimaferreira1212</author>
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         <description><![CDATA[<p>Comic summary:</p><p>https://youtu.be/X5Aggjibq5w?si=HBTuDhnis9OCghg5</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>The Rime of the Ancient Mariner⛴️</title>
         <author>alicelimaferreira1212</author>
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         <description><![CDATA[<p>Analysis:</p><p>https://www.litcharts.com/lit/rime-of-the-ancient-mariner/part-i</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:43:39 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Coloridge</title>
         <author>jm8wjj9q7d</author>
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         <description><![CDATA[<p>Samuel Taylor Coleridge:</p><p>Biografia de Samuel Taylor Coleridge</p><p>Nascimento e Infância:</p><p>Samuel Taylor Coleridge nasceu em 21 de outubro de 1772, em Ottery St Mary, Devon, Inglaterra. Ele era o segundo de dez filhos de um pastor anglicano. Desde jovem, Coleridge demonstrou interesse pela literatura e pela filosofia.</p><p>Educação:</p><p>Ele estudou na Christ’s Hospital School, onde se destacou em literatura e filosofia. Mais tarde, ingressou na Universidade de Cambridge, mas não completou seus estudos devido a dificuldades financeiras e problemas pessoais.</p><p>Início da Carreira Literária:</p><p>Coleridge começou sua carreira como poeta e crítico no final da década de 1790. Em 1798, ele se uniu a William Wordsworth para publicar "Lyrical Ballads", uma coletânea que é frequentemente considerada o marco do Romantismo na literatura inglesa. Essa obra enfatizava a simplicidade da linguagem e a beleza da natureza.</p><p>Vida Pessoal e Lutas:</p><p>Coleridge teve uma vida pessoal tumultuada. Casou-se com Sarah Fricker em 1795, mas enfrentou problemas financeiros e questões de saúde que o levaram a lutar contra a dependência de opiáceos. Essa luta afetou sua produção literária e sua vida familiar.</p><p>Obras Notáveis:</p><p>Entre suas obras mais conhecidas estão "The Rime of the Ancient Mariner," "Kubla Khan," e "Christabel." Seus poemas são marcados por uma profunda exploração da imaginação, do sobrenatural e da relação entre o homem e a natureza.</p><p>Contribuições Filosóficas:</p><p>Além da poesia, Coleridge escreveu extensivamente sobre crítica literária e filosofia. Sua obra "Biographia Literaria" é uma combinação de autobiografia e teoria literária que discute suas ideias sobre poesia e estética.</p><p>Últimos Anos:</p><p>Nos últimos anos de sua vida, Coleridge trabalhou como conferencista e professor. Ele continuou a escrever até sua morte em 25 de julho de 1834, em Londres.</p><p>Legado:</p><p>Samuel Taylor Coleridge é lembrado como um dos principais poetas do Romantismo inglês. Sua influência se estende além da poesia, afetando críticos literários e filósofos posteriores. A profundidade emocional e a riqueza imagética de suas obras continuam a ressoar com leitores até hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:43:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ode on a grecian urn</title>
         <author>paulovinicius050</author>
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         <description><![CDATA[<p>Keats se inspirou nas urnas gregas que viu em museus, refletindo seu fascínio pela arte clássica e sua busca pela beleza duradoura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:44:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://john-keats-blog-blog.tumblr.com/post/1500118752/ao-outono">https://john-keats-blog-blog.tumblr.com/post/1500118752/ao-outono</a></p><p>Link do poema traduzido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:45:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ode ao outono </title>
         <author>naypsfamilia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pintura de Josephine Wall</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Tigre </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Publicado em 1794, como parte de sua coleção Songs of Experience. O poema O tigre é um dos mais antalogados dos canôni literário inglês, e tem sido objeto de críticas literárias e muitas adaptações. O poema explora e questiona os paradigmas religiosos cristãos.  </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.eder.blog.br/2023/03/o-tigre-de-william-blake.html?m=1">https://www.eder.blog.br/2023/03/o-tigre-de-william-blake.html?m=1</a></p><p><br/></p><p>Fortuna crítica: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/4266/1/umtigredoistigrestrestigres.pdf">https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/4266/1/umtigredoistigrestrestigres.pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:49:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2016/03/21/ode-ao-outono-john-keats/&amp;ved=2ahUKEwj8gbv0qoGJAxV0r5UCHW2QGXoQFnoECBIQAQ&amp;usg=AOvVaw19PhZ9Eenlezn2A-xnhcY0">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2016/03/21/ode-ao-outono-john-keats/&amp;ved=2ahUKEwj8gbv0qoGJAxV0r5UCHW2QGXoQFnoECBIQAQ&amp;usg=AOvVaw19PhZ9Eenlezn2A-xnhcY0</a></p><p>Link do poema Ode ao Outono.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:51:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>naypsfamilia</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161036507</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo o site Século Diário, "Ode ao Outono" encerrou a série das grandes odes produzidas por John Keats.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>A poison tree - William Blake</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161042069</link>
         <description><![CDATA[<p>"I was angry with my friend:</p><p>I told my wrath, my wrath did end.</p><p>I was angry with my foe:</p><p>I told it not, my wrath did grow.</p><p><br/></p><p>And I watered it in fears</p><p>Night and morning with my tears,</p><p>And I sunned it with smiles</p><p>And with soft deceitful wiles.</p><p><br/></p><p>And it grew both day and night,</p><p>Till it bore an apple bright,</p><p>And my foe beheld it shine,</p><p>And he knew that it was mine,--</p><p><br/></p><p>And into my garden stole</p><p>When the night had veiled the pole;</p><p>In the morning, glad, I see</p><p>My foe outstretched beneath the tree."</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/fmjbtfTlivg?si=W7MmxsR_67UQsmmj</p><p><br/></p><p>Resenhas literárias:</p><p>https://www.bbc.co.uk/bitesize/guides/zg4rg82/revision/1</p><p>https://medium.com/@ashmostrowski/hanan-analysis-of-william-blakes-a-poison-tree-2a9a6e4950ae</p><p><br/></p><p>In "A Poison Tree" the speaker presents a powerful argument against the suppression of anger. By clearly laying out the benefits of talking about anger, and the consequences of keeping negative emotions within, the poem implies to the reader that the suppression of anger is morally dangerous, leading only to more anger or even violence.</p><p><br/></p><p>The speaker presents two distinct scenarios to illustrate the danger of suppressing anger. In the first two lines of the poem, the speaker describes admitting his or her "wrath" to a friend; as soon as the speaker does so, this "wrath" ends. Honesty and frankness, the speaker makes clear, causes anger to disappear.</p><p><br/></p><p>By contrast, as described in lines 2 through lines 16 of the poem, the poem details the negative consequences of suppressed anger. In these lines, the speaker does not open up about being angry.</p><p>Instead, the speaker actively tends to his or her wrath as if it were a garden, watering it with "fears" and "tears," and "sunning" it with "smiles" and cunning deceit in a way that indicates a kind of morbid pleasure. The speaker's careful cultivation of this rage-garden implies an inability to move on from whatever made the speaker angry in the first place, as well as the self-perpetuating nature of negative emotions; anger encourages fear, despair, and deceit which, in turn, simply nourish more anger. The suppression of emotion thus begins a cycle of festering negativity that eventually takes on a life of its own. Through the growth of the tree and its poisonous apple, the repression of anger is shown to cause a chain reaction that makes the problem far worse than it would have been had the speaker and the "foe" just talked through their issues.</p><p><br/></p><p>A poison tree inspired song:</p><p><br/></p><p>-Spotify</p><p>https://open.spotify.com/track/6Q5uDNuuFYa8ToL3CCoHPC?si=FlZWdQtrQgOWUR0_YxvbAg</p><p>-YouTube</p><p>https://youtu.be/6gnKBDlJutA?si=8aGQsZCJ1oOAQZQq</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:56:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Who was William Blake ?</title>
         <author>elisamamoraes04</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>William Blake (1757 -- 1827) was an English poet, artist, and visionary.  Considered something of an oddity during his lifetime, he is now celebrated as one of the central figures of the Romantic Movement in art and literature. </p><p><br/></p><p>"Poet, painter, engraver, and visionary William Blake worked to bring about a change both in the social order and in the minds of men. Though in his lifetime his work was largely neglected or dismissed, he is now considered one of the leading lights of English poetry, and his work has only grown in popularity.</p><p>In his Life of William Blake (1863) Alexander Gilchrist warned his readers that Blake “neither wrote nor drew for the many, hardly for work’y-day men at all, rather for children and angels; himself  ‘a divine child,’ whose playthings were sun, moon, and stars, the heavens and the earth.” Yet Blake himself believed that his writings were of national importance and that they could be understood by a majority of his peers. Far from being an isolated mystic, Blake lived and worked in the teeming metropolis of London at a time of great social and political change that profoundly influenced his writing. In addition to being considered one of the most visionary of English poets and one of the great progenitors of English Romanticism, his visual artwork is highly regarded around the world."</p><p><br/></p><p> If you want to know more about it, check this out : https://www.poetryfoundation.org/poets/william-blake</p><p>Bibliographic video: https://youtu.be/SzPyeLQO8DE?si=lXNL0Z8hjc_bHFfb</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 12:59:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ode ao Outono</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A estrutura do poema “To Autumn” (traduzido como “Ao Outono”) é composta por três estrofes, cada uma com 11 versos. A análise da estrutura pode ser dividida em três aspectos principais: métrica, rima e desenvolvimento temático dentro da progressão das estrofes.</p><p><br/></p><p>Métrica</p><p>O poema é escrito em pentâmetro iâmbico, um dos metros mais comuns da poesia inglesa. Isso significa que cada verso tem dez sílabas, divididas em cinco pés, com o padrão de uma sílaba átona seguida por uma tônica (iâmbico). A métrica regular confere um ritmo fluido e calmo, adequado para o tom contemplativo do poema. O uso do pentâmetro iâmbico, apesar de rígido, não soa forçado, pois as imagens e os sons naturais que Keats evoca parecem em harmonia com essa cadência, criando uma sensação de naturalidade e equilíbrio.</p><p><br/></p><p>Esquema de Rima</p><p>O esquema de rima em cada estrofe é estruturado como ABABCDEDCCE, uma variação do soneto shakespeareano, mas expandida para 11 versos por estrofe. Essa organização cria uma harmonia suave que vai ecoando ao longo do poema. </p><p><br/></p><p>Divisão em Tripartição</p><p>A divisão em três partes também sugere uma espécie de tripartição temporal, como um reflexo do próprio ciclo natural:</p><p>A primeira estrofe representa o auge do outono, com toda a sua fecundidade.</p><p>A segunda estrofe é o momento intermediário, onde há uma pausa reflexiva após o trabalho da colheita.</p><p>A terceira estrofe marca o declínio da estação, à medida que o outono avança para o inverno, mas com uma aceitação da passagem do tempo.</p><p>Essa divisão em três estrofes reflete o ciclo natural de crescimento, maturação e declínio, de forma quase simbólica da passagem do tempo e da vida, reforçando a estrutura tripartida que Keats emprega não apenas no conteúdo, mas também na forma.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:03:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uma taça feita de um crânio humano</title>
         <author>isapastana29</author>
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         <description><![CDATA[<p>George Gordon Byron nasceu em 22 de janeiro de 1788, na Holles Street , em Londres; seu local de nascimento é agora supostamente ocupado por uma filial da loja de departamentos John Lewis . Sua família nas Midlands inglesas pode ser rastreada sem interrupção até Ralph de Buran, que chegou à Inglaterra com Guilherme, o Conquistador, no século XI. Suas propriedades de terra estão listadas no Domesday Book . </p><p><br/></p><p>O poema é uma obra de Lord Byron, um dos poetas do Romantismo britânico que aborda temas como a mortalidade, a beleza efêmera da vida e a relação entre a morte o amor. Tem uma estrutura lírica com uso de imagens visuais. A escolha da taça pode simbolizar até mesmo momentos de alegria e celebração, no entanto, especificamente nesse não.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(link do poema)</title>
         <author>isapastana29</author>
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         <description><![CDATA[<p>https://escamandro.wordpress.com/2012/10/22/uma-certa-taca-de-cranio-de-byron-em-varias-bocas/</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:11:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isapastana29</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161071609</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:12:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>isapastana29</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161077264</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:15:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isapastana29</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161079183</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: O oceano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Este poema de Lord Byron, traduzido por Castro Alves, explora a relação entre o ser humano e a vastidão do oceano, simbolizando a insignificância humana diante das forças naturais incontroláveis. Através de imagens vívidas e poderosas, Byron ilustra a impotência dos feitos humanos, como as guerras e conquistas, frente à imensidão do mar, que permanece indiferente e imutável ao longo do tempo.</p><p><br/></p><p>O oceano, na visão do poeta, é uma força que transcende o controle humano. As frotas e os poderes de guerra, apesar de poderosos, não têm efeito sobre o oceano. Mesmo os grandes impérios e destruições que o homem causa em terra não deixam marcas no mar, que simplesmente os engole e os devolve sem cerimônia. Byron descreve como o mar pode tragar o homem, deixando-o sem túmulo, sem sinal de sua existência, anônimo, "desconhecido".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 13:34:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>isapastana29</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:02:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>isapastana29</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:02:35 UTC</pubDate>
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         <title>Entre o Belo e o Verdadeiro – Perseguição e Fuga em “Ode sobre uma Urna Grega” </title>
         <author>josinhaleonez</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste trabalho, Sueli Cavendish, escreveu uma análise sobre o poema a partir uma ótica filosófica de Immanuel Kant. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:03:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A influência de Byron e do Romantismo Gótico em Álvares de Azevedo, </title>
         <author>beatrizpantoja250</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161256946</link>
         <description><![CDATA[<p>Fialho de Almeida e Apollinaire.</p><p>Discute a associação do poeta Lord Byron com o satanismo e temas fúnebres, explorando como suas excentricidades e lendas em torno de sua vida alimentaram essa conexão. Um dos principais fatores que contribuíram para essa imagem foi o local que Byron herdou, a abadia de Newstead, uma antiga sede de monastério em ruínas, que tinha a reputação de ser assombrada, segundo uma lenda sobre o fantasma de um frade malvado.</p><p>Além disso, o texto menciona o poema "Lines inscribed in a cup made of a skull" ("A Uma Taça Feita de Um Crânio Humano"), onde Byron transforma uma caveira em uma taça e sugere que beber e aproveitar a vida é melhor do que ser comido por vermes após a morte. Embora o poema tenha um tom humorístico e brincalhão, ele reforçou a imagem de Byron como um poeta associado ao macabro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOHANN VON GOETHE E LORD BYRON: A EXPRESSÃO DE UMA </title>
         <author>beatrizpantoja250</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161264776</link>
         <description><![CDATA[<p>LITERATURA GÓTICA</p><p>O texto menciona o poema "A Uma Taça Feita de um Crânio Humano" de Lord Byron como uma obra que faz parte do imaginário fúnebre e macabro associado ao autor. A referência à taça-crânio tem como pano de fundo o uso de um crânio esculpido como taça, algo que, para os seguidores de Byron, simbolizava mais do que o próprio conteúdo do poema. O poema expressa uma visão de vida fugaz, em que a caveira aconselha os vivos a aproveitar a vida, sugerindo que servir como taça é um destino melhor do que apodrecer no túmulo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:53:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analysis Reader-Response Theory</title>
         <author>beatrizpantoja250</author>
         <link>https://padlet.com/aldinapereira2/g97nxmqv3k58ib8r/wish/3161297158</link>
         <description><![CDATA[<p>O autor do documento destaca como Byron dedica a composição ao mar, explorando temas como a relação entre o ser humano e a natureza, e como essa relação pode evocar emoções variadas. A análise sugere que a interpretação do poema depende das experiências e percepções individuais de cada leitor, refletindo a abordagem da teoria da resposta do leitor, que enfatiza a participação ativa do leitor na construção de significado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scribd.com/document/503061845/Analysis-Reader-Response-Theory" />
         <pubDate>2024-10-09 15:11:48 UTC</pubDate>
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