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      <title>1º EM - Pequeno Mural Antirracista by </title>
      <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9</link>
      <description>Inspirados no livro &quot;Pequeno Manual Antirracista&quot;, de Djamila Ribeiro, alunas e alunos do Ensino Médio do Colégio Mater Dei-SP/2020, sob orientação da Profª Gisa Gasparotto, criaram este espaço para conversarem e refletirem sobre Racismo. Trata-se do olhar de uma pessoa afrodescendente sobre essa problemática, do qual podemos discordar, com o qual podemos concordar, sem, no entanto, perdermos de vista a condição humana que aproxima todos os povos do universo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-18 13:01:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-19 19:13:49 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title> inserção dos negros na educação                          (por joão Pedro) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A história da educação e escolarização de negros e negras no Brasil foi marcada por um caminhar de desigualdades que se estende até os dias de hoje. Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a trajetória e a luta pela educação do negro no Brasil, do período colonial até os dias de hoje. Questiona-se como os avanços legais contribuíram para a inclusão e valorização da população negra na educação. Verifica-se que os avanços legais foram e são significativos para a ascensão representativa do negro na educação, porém ocorreram tardiamente e ainda não são suficientes para reparar mais de um século de exclusão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2i-fA4toCBE" />
         <pubDate>2020-08-18 14:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidao                    (por Bruna Filardi)</title>
         <author>brunafilardi</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>escravidão</strong>, também chamada de escravismo, escravagismo e escravatura é a prática social em que um ser humano adquire direitos de propriedade sobre outro denominado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força.<br><a href="https://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/p1.php#:~:text=A%20escravid%C3%A3o%2C%20tamb%C3%A9m%20chamada%20de,condi%C3%A7%C3%A3o%20por%20meio%20da%20for%C3%A7a."><br></a><br></div><div><a href="https://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/p1.php#:~:text=A%20escravid%C3%A3o%2C%20tamb%C3%A9m%20chamada%20de,condi%C3%A7%C3%A3o%20por%20meio%20da%20for%C3%A7a."><br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/p1.php#:~:text=A%20escravid%C3%A3o%2C%20tamb%C3%A9m%20chamada%20de,condi%C3%A7%C3%A3o%20por%20meio%20da%20for%C3%A7a." />
         <pubDate>2020-08-18 14:11:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que são as senzalas                 (por Anna Luiza ) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As senzalas foram moradias destinadas aos escravizados africanos (Diáspora Africana) <br>As senzalas se relacionavam com a casa-grande onde os senhores brancos e sua família viviam. <br>As tais senzalas se caracterizavam pela organizacão por parte dos senhores que visavam prevenir uma possível fuga dos indivíduos escravizados, colocando nas moradias, telas e  janelas resistentes. Além disso, eles distribuíam os negros escravos de maneira bruta e cruel, uma vez que os mesmos se viam amontoados e tinham de compartilhar o ambiente com outros de seus familiares e companheiros, sem nem sequer, possuir uma cama para dormir, o jeito era se acomodar e deitar no chão do local.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/historia/senzala/" />
         <pubDate>2020-08-18 14:11:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lei de terras de 1850       (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lei de terras de 1850, tinha como objetivo determinar parâmetros e normas sobre a posse, a manutenção e a comercialização de terras. Ela foi criada por D. Pedro II, em setembro de 1850. Basicamente ela era uma lei que determinava que o único jeito de se obter terras públicas, era por meio de compra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.historiadobrasil.net/resumos/lei_terras.htm#:~:text=A%20Lei%20de%20Terras%2C%20sancionada,no%20per%C3%ADodo%20do%20Segundo%20Reinado.&amp;text=%2D%20Estabelecer%20a%20compra%20como%20%C3%BAnica%20forma%20de%20obten%C3%A7%C3%A3o%20de%20terras%20p%C3%BAblicas." />
         <pubDate>2020-08-18 14:11:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tráfico de escravos         (por Eduarda Oliveira) </title>
         <author>eduardaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>No período dos séculos XV e XIX, a mão-de-obra escrava atraiu comerciantes de várias partes da Europa para o continente africano. Estes, se estabeleceram no local, e deram início a uma das principais atividades econômicas do período colonial: o tráfico de escravos.<br>  Com isso, a África passou a ser parte integrante do chamado "comércio triangular" (Europa, América e África). Este comércio teve como principal objetivo fornecer e negociar a mão-de-obra escrava, que era muito útil na agricultura, como o cultivo do açúcar, tabaco, algodão e café. Os escravos também podiam ser adquiridos por meio do escambo (troca por produtos manufaturados como tecidos, rum, armas de fogo e melaço).<br>  Os navios negreiros partiam do Senegal, Gâmbia, Costa do Ouro, Níger, Congo e da Angola e transportavam os escravos adquiridos em expedições à outras terras e continentes. No Brasil, os primeiros escravos vieram de Guiné, e chegaram após uma expedição de 1530, realizada por Martim Afonso de Souza. <br>  Na década de 1550, o comércio negreiro se intensificou e se oficializou em 1568. Devido à expansão da cultura canavieira crescente necessidade de mão-de-obra foi gerada, esta, depois de não ser resolvida pelos portugueses, passou para à escravização da população indígena local.<br> O tráfico de escravos entrou em declínio de pois que foi estabelecida as leis proibitivas, resultado da pressão para extinção do comércio escravocrata, realizada pela Inglaterra. O país, que estava no momento da revolução industrial proibiu o tráfico de escravos em seu império, dando início, mais tarde,  à luta pelo fim do comércio e do trabalho escravo. No ano de 1810, o príncipe regente D. João a aboliu o tráfico de escravos africanos. E em 1850, com a Lei Eusébio de Queiroz, o tráfico negreiro, no Brasil, foi proibido, porém, a escravidão em si foi abolida somente 38 anos depois, no ano de 1888.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://historialuso.an.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5141&amp;Itemid=336" />
         <pubDate>2020-08-18 14:12:03 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta da Chibata           (por Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> A revolta da chibata foi um movimento com represálias aos marinheiros negros recém libertos, onde quando não cumpriam com as ordens eram severamente castigados com chibatadas e explorados com jornada de trabalho longas<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/revolta-da-chibata/#:~:text=A%20Revolta%20da%20Chibata%20foi,as%20principais%20causas%20da%20revolta." />
         <pubDate>2020-08-18 14:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Revolta dos Malês          (por Rafael Vaz)   </title>
         <author>rafaelvaz</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Revolta dos Malês</strong> foi uma revolta do <a href="https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/periodo-regencial/">período regencial</a>. Aconteceu na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835, em Salvador, na Bahia. Foi uma revolta que se destacou no período por ter motivação religiosa, tendo sido levada a cabo por escravos de religião islâmica, os chamados malês, que diferiam dos escravos tradicionalmente trazidos ao Brasil, que possuíam muitas vezes, diferentes religiões próprias.<br>Esses escravos tinham como objetivo a libertação de todos os escravos de religião islâmica, a garantia da liberdade de culto e eram, em sua maioria, das etnias hauçá, igbo mina e pica pó. Suas ações foram baseadas em experiências de combate que trouxeram da África e visavam aplicar num momento propício.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/historia/revolta-dos-males/" />
         <pubDate>2020-08-18 14:13:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Livro &#39;&#39;Racismo Estrutural&#39;&#39;  (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro, escrito por Silvio Almeida, se trata de uma obra que tem o objetivo de apresentar e discutir o chamado racismo estrutural. O conceito do racismo institucional, apresentado pela primeira vez no livro ''Black Power'', de Kwane Turu e Charles Hamilton, nos anos 1970, mostra como o racismo vai muito além das práticas e vontades individuais, faz parte da construção e está infiltrado na nossa sociedade. Visto isso, Silvio Almeida procura apresentar na obra dados estatísticos e discute como o racismo está na estrutura social, política e econômica da sociedade brasileira.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.livrariadavila.com.br/racismo-estrutural-507754/p#sinopse" />
         <pubDate>2020-08-18 14:14:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Zumbi dos Palmares        (por Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Zumbi dos Palmares, é um dos grandes símbolos da luta anti escravista durante o período colonial brasileiro. Foi o principal líder do Quilombo dos Palmares na Serra da Barriga, atual Alagoas, durante os anos de 1665 e 1692, ano em que foi assassinado com a invasão de bandeirantes portugueses. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/zumbi-dos-palmares.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:19:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lvivro racismo estrutural         (por Daniel Lerner)</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684887559</link>
         <description><![CDATA[<div>A escravidão, também conhecida como escravidão, escravidão e escravidão é uma prática social em que uma pessoa obtém direitos de propriedade para outra pessoa chamada de escravo e impõe isso à escravidão doença.<br>A escravidão moderna é uma expressão universal aplicável às relações trabalho-gestão, especialmente na história moderna ou recente, segundo a qual as pessoas são obrigadas a agir contra sua vontade sob ameaças de destruição, detenção, violência ou mesmo morte. </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho_escravo_contempor%C3%A2neo#:~:text=Escravid%C3%A3o%20moderna%20%C3%A9%20uma%20express%C3%A3o,deten%C3%A7%C3%A3o%2C%20viol%C3%AAncia%20ou%20mesmo%20morte." />
         <pubDate>2020-08-18 14:21:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quilombo dos Palmares    (por Lorena) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684891911</link>
         <description><![CDATA[<div>Os quilombos, no passado, constituíram-se em locais de refúgio de escravos africanos. O Quilombo dos Palmares foi o maior quilombo que existiu na América Latina. Foi construído na região do atual estado de Alagoas e chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes. Foi um dos grandes símbolos da resistência dos escravos no Brasil e foi alvo de expedições organizadas por portugueses e holandeses. Foi destruído em 1694 e seu líder, Zumbi, foi morto no ano seguinte em uma emboscada. O Quilombo dos Palmares surgiu no final do século XVI, no território da capitania de Pernambuco, mais precisamente em uma região em que hoje está localizado o estado de Alagoas. </div><div>O quilombo foi formado por escravos que tinham fugido de engenhos da região de Pernambuco e que escolheram a região da Serra da Barriga, na zona da mata de Alagoas. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/quilombo-dos-palmares.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:23:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolta da Chibata          (por Matheus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684895444</link>
         <description><![CDATA[<div>A revolta da chibata se constituiu em um motim pela marinha Brasileira na Baia de Guanabara em 1910, essa revoltada começou pelo incomodo dos marujos que sofriam de agressões através de chibatadas, essas chibatadas era dadas somente aos que violassem as regras, e o uso dessa agressão era normal com negros e mestiços que ocupavam cargos menores, e todo esse incomodo veio pelo abuso dessas chibatadas, tendo relatos que alguns sofriam de 250 chibatas, que era muito mais do que o normal, assim dando um gatilho pra revolta, os marinheiros dominaram os navios, e pediram ao governo que parassem com as chibatadas ou iriam atacar a capital, o governo concordou e logo que os marinheiros deixaram o navio, essa promessa feita pelo governo foi descumprida, e todos foram caçados, mortos ou capturados, detalhe que a liderança do motim foi do João Cândido, Almirante Negro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/revolta-chibata.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:24:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo que chocaram o Brasil                           (por Arthur França) </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684901910</link>
         <description><![CDATA[<div>São Paulo – Episódios de <a href="https://exame.com.br/topicos/racismo"><strong>racismo</strong></a> são recorrentes no Brasil, alguns vêm à tona, mas a grande maioria não.  O caso mais recente aconteceu no último fim de semana, <a href="https://exame.com/negocios/noticias/loja-da-animale-na-oscar-freire-em-sp-e-acusada-de-racismo">após um menino de 8 anos ser expulso da calçada de uma loja da grife Animale</a>, na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por uma funcionária do próprio estabelecimento.<br> O pai da <a href="https://exame.com.br/topicos/criancas"><strong>criança</strong></a>, um americano erradicado no Brasil, Jonathan Duran, por meio de relato no Facebook, fez um desabafo afirmando que “em certos lugares em São Paulo, a pele do seu filho não pode ter a cor errada”.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/brasil/5-casos-de-racismo-que-chocaram-o-brasil/" />
         <pubDate>2020-08-18 14:26:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A cultura negra                  (por Enzo)</title>
         <author>enzopagliara</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684902807</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz201110.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:26:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Expectativa de vida para negros e brancos            (por Heloísa) </title>
         <author>heloisamagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684910973</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisa divulgada pelo Ipea mostra que, entre 1993 e 2007, as expectativa de vida foi maior a população branca na comparação com a negra. O estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça mostra que, em 1993, o total de mulheres brancas com mais de 60 anos de idade representava 9,4% da população e o de negras, 7,3%. Esses percentuais alcançaram, em 2007, 13,2% e 9,5%, respectivamente. O grupo dos homens brancos com 60 anos ou mais, em 1993, era de 8,2% e passou para 11,1%, em 2007. Já os negros na mesma faixa etária saltou de 6,5% para 8% no mesmo período.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.douradosagora.com.br/noticias/brasil/expectativa-de-vida-de-populacao-branca-e-maior-do-que-negra" />
         <pubDate>2020-08-18 14:28:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escravidão-Escrito           (por Pedro Alonso Davantel) </title>
         <author>pedroalonso</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684919621</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde milênios, em todos os cantos do mundo, a escravidão foi uma prática comum e aceita por diversos povos. Somente a partir do século XIX é que o comércio de pessoas passou a ser criticado, e em muitas regiões foi abolido (pelo menos legalmente). Hoje em dia, apesar da existência de milhões de indivíduos ainda trabalhando como escravos, tal situação é considerada um crime pela comunidade internacional.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/historia-da-escravidao-exploracao-do-trabalho-escravo-na-africa.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apropriação Cultural       (por Julia)   </title>
         <author>julia_hwa</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/684926977</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>apropriação cultural</strong> ocorre quando uma pessoa ou grupo social hegemônico em uma sociedade passa a reproduzir comportamentos, hábitos, vestuários, objetos, linguagens de grupos sociais marginalizados. Essa prática desinveste o significado sagrado ou político que esses últimos conferem aos elementos culturais, substituindo-os por outros significados, geralmente ligados ao entretenimento e à estética, promovendo o esvaziamento e colonização desses elementos sem, em contrapartida, gerar benefícios ao grupo que produziu aquela cultura.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/apropriacao-cultural.htm" />
         <pubDate>2020-08-18 14:33:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> A Princesa Isabel                                     (Por: Victoria Maria)</title>
         <author>victoriamendes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697018815</link>
         <description><![CDATA[<div>A Princesa Isabel foi uma das figuras da família real que mais geram debates, ela foi responsável por assinar as leis do Ventre Livre e Áurea, em 1871 e 1888. </div><div>A abolição do trabalho escravo não foi resultado da bondade da princesa mas foi resultado da luta do movimento abolicionista, dos escravos e de uma parcela da sociedade brasileira durante a década de 1880. O mérito da princesa está no fato de ter assinado um documento que seu pai nunca teria coragem de assinar.<br><br> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/princesa-isabel.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:12:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quilombolas                  (por Luca van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697044571</link>
         <description><![CDATA[<div>comunidades formadas por escravizados fugitivos (os quilombos), entre o século XVI e o ano de 1888 (quando houve a abolição da escravidão no Brasil) Atualmente as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura, baseada na ancestralidade negra, indígena e branca. No entanto, os quilombolas sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm#:~:text=Quilombolas%20s%C3%A3o%20os%20descendentes%20e,da%20escravatura)%2C%20no%20Brasil." />
         <pubDate>2020-08-25 13:21:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Senzalas                               (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697057395</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é?<br>A senzala era uma espécie de habitação ou alojamento dos escravos brasileiros. Elas existiram durante toda a fase de <a href="https://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/escravidao.htm">escravidão</a> (entre o século XVI e XIX) e eram construídas dentro da unidade de produção (engenho, mina de ouro e fazenda de café).<br><br>Principais características:<br>    As senzalas eram galpões de porte médio ou grande em que os escravos passavam a noite. Muitas vezes, os escravos eram acorrentados dentro das senzalas para evitar as fugas.</div><div>    Costumam ser rústicas, abafadas (possuíam poucas janelas) e desconfortáveis. Eram construções muito simples feitas geralmente de madeira e barro e não possuíam divisórias.</div><div>    Os escravos dormiam no chão duro de terra batida ou sobre palha. Costuma haver na frente das senzalas um pelourinho (tronco usado para amarrar o escravo para a aplicação de castigos físicos).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.suapesquisa.com/colonia/senzala.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nina Rodrigues                         (por: Victoria) </title>
         <author>victoriamendes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697058774</link>
         <description><![CDATA[<div>Raimundo Nina Rodrigues foi um médico legista, psiquiatra, professor, escritor, e escreveu um artigo sobre racismo, ele elaborou descrições de aspectos culturais brasileiros e de tipos humanos e inferiu que o racismo científico manteve-se hegemônico até a década 1930. O racismo permaneceu como uma categoria ideológica. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-73722003000200004" />
         <pubDate>2020-08-25 13:25:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Casa-grande &amp; senzala      (por Anna Luiza)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697060980</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro "Casa-grande &amp; senzala", citado na producão "pequeno manual antirracista", foi produzido em 1933 pelo sociólogo Gilberto Freyre" é considerado um clássico, uma vez que nos apresenta a formacão do povo de nosso país pela mistura de culturas.<br>No livro, Gilberto comenta também, sobre a  sociedade quanto a sua organizacão, composicão e arquitetura.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://globaleditora.com.br/catalogos/livro/?id=2389" />
         <pubDate>2020-08-25 13:26:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kabengele Munanga            (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697067158</link>
         <description><![CDATA[<div>Kabengele Munanga é um antropólogo e professor brasileiro-congolês. Ele é um especialista em antropologia da população afro-brasileira, destacando a questão do racismo na sociedade brasileira. Kabengele é graduado pela Université Oficielle du Congo e doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo. O antropólogo já ganhou o prêmio Ordem do Mérito Cultural e também escreveu vários livros. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/kabengele-munanga-professor/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:28:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apartheid - sul africano                         (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697069547</link>
         <description><![CDATA[<div>O apartheid, foi uma politica racial implantada em 1948 na Africa do sul, onde apenas a minoria branca tinha direito a votos e entre outros vários direitos, enquanto os negros eram obrigados a seguir ordens dos brancos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/apartheid.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:28:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Democracia racial           (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697070364</link>
         <description><![CDATA[<div>A Democracia Racial é a igualdade de pessoas que independe da sua raça, cor ou etnia. Apesar do fim da escravização e da condenação de práticas racistas, no mundo de hoje, ainda é inexistente a democracia racial, uma vez que há uma diferença muito grande que separa a população negra e indígena da população branca.<br>  Quando pensamos em democracia racial, devemos pensar em uma sociedade em que todas as pessoas tenham direitos iguais, independentemente da cor de suas peles e raça.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/historia/democracia-racial.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:29:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raimundo nina rodrigues          (Por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697071276</link>
         <description><![CDATA[<div> em seu livro <em>Os Africanos no Brasil</em> Raimundo nina rodrigues foi um grande e renomado medico legista no Brasil. Ele tambem era, psiquiatra , professor, escritor, antropologo e etnologo. Notório Eugenista tambem foi  dietologo tropicalista, sexologista higienista e biografo. Raimundo analisou em profundidade os problemas do negro no Brasil. Ele  é considerado o fundador da antropologia criminal  brasileira e pioneiro nos estudos sobre a cultura negra no país. Foi o primeiro estudioso brasileiro a abordar a temática do negro como questão social relevante para a compreensão da formação racial da população brasileira , apesar de adotar uma perspectiva racista e nacionalista em seu livro Os africanos no Brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/raimundo-nina.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:29:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O feminismo negro                (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697081442</link>
         <description><![CDATA[<div>    O feminismo negro é a designação utilizada para nomear o movimento de mulheres atuantes tanto na esfera da discussão de gênero quanto na luta anti-racista.<br>    No Brasil, seu início se deu no final da década de 1970, a partir de uma forte demanda das mulheres negras feministas: o Movimento Negro tinha sua face sexista, as relações de gênero funcionavam como fortes repressoras da autonomia feminina e impediam que as ativistas negras ocupassem posições de igualdade junto aos homens negros, por outro lado, o Movimento Feminista tinha sua face racista, preterindo as discussões de recorte racial e privilegiando as pautas que contemplavam somente as mulheres brancas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/feminismo-negro-sobre-minorias-dentro-da-minoria/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brancos e negros em São Paulo                           (por Matheus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697094275</link>
         <description><![CDATA[<div>Brancos e negros em São Paulo é um ensaio sociológico sobre aspectos de formação, manifestações atuais e efeitos do preconceito racial na sociedade paulistana, essa obra foi escrita por Florestan Fernandes e Roger Bastide.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/brancos-e-negros-em-sao-paulo-florestan-fernandes/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:36:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é segregação racial        (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697098164</link>
         <description><![CDATA[<div>É um processo de discriminação contra um individuo, por sua etnia. Consequentemente, se baseia num viés preconceituoso que desrespeita os direitos humanos. A desigualdade social é, por exemplo, um dos efeitos da segregação racial.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/sociologia/segregacao-racial/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Angela Davis                  (por Anna Luiza) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697098862</link>
         <description><![CDATA[<div>Angela Davis, mencionada no livro, é uma filósofa, professora, ativista e escritora estadunidense. <br>A filósofa, luta desde de a década de 60 pelos direitos das mulheres negras em seu país- ou seja, defende a igualdade racial, entre negros e brancos, e também, a igualdade de gêneros.  <br>Angela enfrentou diversas situacões difíceis, e lidou forte e constantemente com o racismo em sua vida. Isso a motivou na acão na luta pelos direitos das mulheres desde muito jovem- por exemplo, na sua adolescência, já participava de grupos ativistas-  negras, sendo influenciada pelo marxismo e pela Escola de Frankfurt.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/angela-davis.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:38:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo nas escolas       (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697101521</link>
         <description><![CDATA[<div>Em escolas, é possível ver vários casos de racismo (principalmente me públicas), não apenas no ato de violência entre os alunos, mas também no ensino geral da escola..muitas escolas costumam dar ensinos racistas para seus alunos (a minoria das escolas, não todas)... </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/o-racismo-que-se-perpetua-entre-os-muros-das-escolas-do-brasil/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:38:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697101521</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simone de Beauvoir        (por Lívia Zarzur) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697104134</link>
         <description><![CDATA[<div>Simone de Beauvoir é citada no livro através de sua afirmação de que não há crime maior do que destituir um humano da sua própria humanidade, reduzindo-o a condicão de objeto. Ela foi uma escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa. Beauvoir é considerada uma das principais teóricas do feminismo moderno, sendo integrante do movimento existencialista francês. Ela é autora de diversas obras literárias, frases e pensamentos revolucionários para sua época.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/simone-de-beauvoir/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:39:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teatro Experimental do Negro (TEN)                                   (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697107918</link>
         <description><![CDATA[<div>Surgindo em 1944, no Rio de Janeiro, o Teatro Experimental do Negro (TEN), foi um projeto idealizado por Abdias Nascimento e tinha como objetivo a valorização  da cultura afro-brasileira por meio da educação e arte. Também tinha o propósito criar um novo estilo dramatúrgico, com uma estética própria e assim, se diferenciar do conteúdo dos outros países.<br>  funcionários públicos. O TEN os habilitou a enxergar criticamente os espaços destinados aos negros no contexto nacional.<br>   Este projeto, contou com a contribuição dos professores Rex Crawford, Maria Yeda Leite e José Carlos Lisboa, do poeta José Francisco Coelho e do escritor Raimundo Souza Dantas, que ajudaram o tal grupo por meio de palestras. O teatro, também disponibilizou cursos de alfabetização e de iniciação à cultura geral aos seus membros, mesclando aulas, debates e exercícios práticos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.palmares.gov.br/?p=40416" />
         <pubDate>2020-08-25 13:40:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Angela Yvonne Davis                   (Por Luca Van der voo) </title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697115746</link>
         <description><![CDATA[<div>.Angela Yvonne Davis e uma professora e filosofa socialista estadunidense que consegui alcançar a notoriedade mundial na decada de 70 como integrante do partido comunista dos Estados Unidos. Ela consegui isso  por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos e por ser personagem  de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais da recente historia dos EUA. Quando ainda na sua juventude, Angela ja fazia parte de grupos ativistas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.hypeness.com.br/2017/01/a-vida-e-a-luta-de-angela-davis/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:43:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joice Berth                   (por Matheus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697115905</link>
         <description><![CDATA[<div>Joice Berth é uma escritora, feminista negra, arquiteta e urbanista, autora do livro "O que é empoderamento?", ela normalmente debate muito sobre o empoderamento e o feminismo negro, além da relação da internet com os temas citados acima.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/tag/joice-berth/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:43:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697115905</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Kathleen Cleaver                          (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697118579</link>
         <description><![CDATA[<div>    <strong>Kathleen Cleaver foi</strong> a primeira mulher a compor o Comitê Central na figura de Secretária de Comunicações, foi personagem importante na articulação dos programas sociais dos Panteras Negras. O programa que ganhou mais repercussão foi o café da manhã gratuito, com início em Janeiro de 1969.<br>    A professora afirma que para a importância de que pessoas negras quebrem com a visão de que somente pessoas brancas são bonitas, valorizando o cabelo natural e características típicas do povo negro e criando para ele uma nova consciência.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://letraspretas.com/2018/07/17/kathleen-cleaver-pantera-negra-parte-ii/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:43:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697118579</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasil como a maior nação negra, fora da África       (por Anna Luiza) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697128688</link>
         <description><![CDATA[<div>Nosso país conta com uma porcentagem de mais de 56% de negros, sendo que desses, nem metade se encontra com os mesmos "privilégios" dos brancos, não ocupando, muitas vezes, os mesmos cargos de trabalho, sofrendo altas violências e possuindo estaticamente, uma maior probabilidade de morte, entre outros. <br>A população negra, em um futuro próximo, tenderá a representar 40% de toda a população mundial, sendo que, em média 25 de milhões descendentes de africanos, vivem fora de seu país, se instalando principalmente, em nosso país.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cadaminuto.com.br/noticia/2017/11/05/brasil-e-o-pais-com-maior-populacao-negra-fora-da-africa" />
         <pubDate>2020-08-25 13:46:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grada Kilomba               (por Matheus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697137131</link>
         <description><![CDATA[<div>Grada kilomba é uma escritora, psicóloga, teórica e artista interdisciplinar portuguesa, trabalhando sempre em cima dos temas (exame da memória, racismo, trauma, gênero e pós colonialismo), no texto ela diz que o racismo é uma problemática branca, até serem homogenizados pelo processo colonial, quando passaram a ser tratados como "o negro".</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/19/cultura/1566230138_634355.html" />
         <pubDate>2020-08-25 13:49:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697137131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Negros no Brasil</title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697143808</link>
         <description><![CDATA[<div>( Arthur França ) <br><strong>Racismo</strong> é o preconceito e discriminação direcionados a quem possui uma raça ou etnia diferente, define o dicionário. No <strong>Brasil</strong>, essa palavra ganhou forma e cor com a chegada de cerca de 5 milhões de africanos, traficados pelos portugueses entre os séculos 16 e 19</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/abolicao130anos/2018/05/11/noticia-abolicao130anos,95783" />
         <pubDate>2020-08-25 13:51:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697143808</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Privilégios e responsabilidades da branquitude                       (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697147508</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante da assimetria das experiências relacionadas à racialidade do branco e do negro, pode-se dizer que os brancos são poupados da responsabilidade de pensar e agir contra o racismo de nossa sociedade. Uma vez que o sujeito branco não é apenas favorecido racialmente falando, mas é também é o responsável por por em prática a discriminação e a produção de um discurso hipócrita propagando a democracia racial.<br>  Essa prática de desigualdade racial foi tão bem construída, que asseguraram aos brancos posições mais altas na hierarquia social, porém, fazendo com que isso não fosse encarado como privilégio de raça. Sendo assim, a ideologia racial oficial brasileira nos induz a produzir um mecanismo que isenta o sujeito branco de qualquer responsabilidade pelos problemas sociais dos negros, como se estas tais relações raciais fossem apenas questão para os negros resolverem.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sescsp.org.br/online/artigo/14477_BRANQUITUDE+E+PRIVILEGIOS" />
         <pubDate>2020-08-25 13:52:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697147508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grada Kilomba                      (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697151308</link>
         <description><![CDATA[<div>    <strong>Grada Kilomba</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1968">1968</a>) é uma escritora, psicóloga, teórica e artista interdisciplinar <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">portuguesa</a> reconhecida pelo seu trabalho que tem como foco, o exame da memória, trauma, género, racismo e pós-colonialismo e está traduzido em várias línguas, publicado e encenado internacionalmente. Ela afirma que "o rascismo é uma problemática branca".<br>    Conhecida principalmente pelo espaço híbrido que o seu trabalho cria, onde as fronteiras entre as linguagens académicas e artísticas se confinam. A multidisciplinaridade da sua obra expande-se desde à escrita, à leitura encenada dos seus textos, assim como instalações de video e performance, criando o que ela chama de “Performing Knowledge”.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grada_Kilomba#:~:text=Grada%20Kilomba%20(Lisboa%2C%201968),l%C3%ADnguas%2C%20publicado%20e%20encenado%20internacionalmente." />
         <pubDate>2020-08-25 13:53:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697151308</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diferenças nos empregos entre negros e brancos hoje </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697154051</link>
         <description><![CDATA[<div>Como mencionado pela autora, uma pesquisa feita pelo G1 a partir de dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que a maioria das vagas de baixa qualificação é ocupada por trabalhadores negros, enquanto em cargos de profissões altamente qualificadas vemos muito mais trabalhadores brancos, como os dados da reportagem abaixo comprovam. De acordo com especialistas, essa diferença vem do abismo social que distancia brancos e negros na educação e nas oportunidades de ascensão profissional, ainda consequências da escravidão que perdurou por tanto tempo no Brasil. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/economia/noticia/brancos-sao-maioria-em-empregos-de-elite-e-negros-ocupam-vagas-sem-qualificacao.ghtml" />
         <pubDate>2020-08-25 13:54:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697154051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Lei 10639 de 2003       (por Anna Luiza) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697164109</link>
         <description><![CDATA[<div>A lei 10639, alteração da de 1996, estabelece as diretrizes da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", além de dar outras providências.<br>A Lei passa a vigorar, acrescida aos arts: <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm#art26a"><mark>Art. 26-A</mark></a>- Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.</div><div>§ 1<sup>o</sup> O conteúdo programático a que se refere o <strong>caput</strong> deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.</div><div>§ 2<sup>o</sup> Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.</div><div><mark>"Art. 79-B</mark>. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 13:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grada Kilomba                        (Por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697166384</link>
         <description><![CDATA[<div>Grada Kilomba é uma escritora, psicóloga, teórica e artista interdisciplinar portuguesa reconhecida pelo seu trabalho que tem como foco, o exame da memória, trauma, género, racismo e pós-colonialismo e está traduzido em várias línguas, publicado e encenado internacionalmente</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/tag/grada-kilomba/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:58:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697166384</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amelinha Teles                   (por Matheus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697170790</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Amélia de Almeida Teles, foi uma militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), já foi presa em 28 de dezembro de 1972, e torturada, hoje em dia ela é diretora da União de Mulheres de São Paulo, coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares, entre outros, além de ter escrito o livro "Breve história do feminismo no Brasil", citado na leitura do livro "Pequeno Manual Antirracista".</div>]]></description>
         <enclosure url="http://memoriasdaditadura.org.br/biografias-da-resistencia/maria-amelia-de-almeida-teles/" />
         <pubDate>2020-08-25 13:59:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697170790</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que define racismo </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697174176</link>
         <description><![CDATA[<div>( Arthur França )<br> - <strong>Quando há crime de ódio ou discriminação racial direta <br>- Quando há o racismo institucional <br>- Quando há o racismo estrutural<br>( CAUSA DO RACISMO )  <br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/racismo.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 14:00:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697174176</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Audre Lorde                              (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697175269</link>
         <description><![CDATA[<div>    Audre Lorde foi uma escritora americana de descendência caribenha, feminista lésbica e ativista na luta pelos direitos humanos. Escreveu romances que abordam temáticas como feminismo e opressão, além de direitos humanos. <br>    Sua obra poética foi publicada a partir da década de 60. Os temas mais abordados em sua obra são amor, traição, nascimento, classe social, idade, raça, sexualidade, gênero e saúde, haja vista que veio a falecer devido a um câncer de mama. Sua poesia é um espaço também em que ela se afirma como lésbica e feminista negra.<br>    Seu principal princípio de sua opinião está em diversos livros como o "Pequeno Manual Antirrascista", de Djamila Ribeiro e Audre fala que "é necessário matar o opressor que há entre nós, e isso não é feito apenas se dizendo antirrascista, é preciso fazer cobrancas".</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/a-poesia-de-audre-lorde/" />
         <pubDate>2020-08-25 14:00:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697175269</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Feminismo no Brasil                (Por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697177158</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento feminista no Brasil surgiu no século 19 com a luta pela educação feminina, direito de voto e abolição dos escravos. Atualmente, existem várias organizações feministas no Brasil que defendem a equiparação do direito das mulheres ao dos homens. Igualmente, há organizações específicas de feministas negras, indígenas, homossexuais, trans, etc.  Inclusive, existem movimentos de mulheres que são contra o feminismo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/feminismo-no-brasil/" />
         <pubDate>2020-08-25 14:01:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697177158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os Panteras Negras                      (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697189864</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi um partido americano que lutava contra a segregação racial. Esteve em atividade durante os anos de 1966 a 1982, sendo responsável na criação de inúmeros programas sociais. Sua rivalidade com o governo americano fez com que o partido fosse perseguido por forças armadas do governo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/os-panteras-negras-e-o-movimento-racial-nos-eua.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 14:04:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697189864</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A dificuldade dos negros em obter um diploma           (por Anna Luiza)   </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697197049</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas vezes, romantizamos e ignoramos o fato de que, para um negro obter um diploma, ou, passar em um concurso público, o mesmo se vê a enfrentar maiores dificuldades e obstáculos quando comparado a uma pessoa branca.<br>Entre os anos de 2005 e 2015, o número de negros no nível superior, veio a quase dobrar.  Em 2005- um ano após a implementação de ações afirmativas (cotas)- 5,5% dos jovens pretos ou pardos na  frequentavam uma faculdade, enquanto, em 2015, 12,8% chegaram ao nível superior, porém, isso não é suficiente, os brancos em questão, se veem ocupando (2015) uma porcentagem de quase 27% nas universidades, gerando um aumento de 10% desde o ano de 2005.<br>Pesquisas do IBGE mostram que, mais de metade da população negra que, por sua idade, deveria se encontrar em uma universidade, ainda se vê no ensino fundamental, enquanto essa porcentagem, ao se referir aos brancos, é muito menor, sendo de 29%. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-12/percentual-de-negros-em-universidades-dobra-mas-e-inferior-ao-de-brancos" />
         <pubDate>2020-08-25 14:06:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697197049</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O rascismo estrutural           (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697204427</link>
         <description><![CDATA[<div>     Racismo estrutural é o termo usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base na discriminação que privilegia algumas raças em detrimento das outras. No Brasil, nos outros países americanos e nos europeus, essa distinção favorece os brancos e desfavorece negros e indígenas.<br>Ainda hoje existe racismo?<br>     Sim. Por mais que as leis garantam a igualdade entre os povos, o racismo é um processo histórico que modela a sociedade até hoje. Uma prova disso é o contraste explícito entre o perfil da população brasileira e sua representatividade no Congresso. Enquanto a maior parte dos habitantes é negra (54%), quase todos (96%) os parlamentares são brancos. <br><br></div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.uol.com.br/ecoa/listas/o-que-e-racismo-estrutural.htm" />
         <pubDate>2020-08-25 14:08:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697204427</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Livro Breve história do Feminismo no Brasil        (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697204890</link>
         <description><![CDATA[<div>Citado no capítulo, o livro 'Breve história do feminismo do Brasil', de Maria Amélia de Almeida Teles foi publicado pela primeira vez em 1993. A obra trata de como o feminismo se desenvolveu na sociedade brasileira. A história da condição da mulher brasileira não foge à regra universal da opressão do feminismo ao longo dos tempos. Reunindo algumas ações individuais e coletivas de mulheres brasileiras - incluindo a repressão específica às mulheres durante a ditadura - com uma vivência no movimento feminista de São Paulo, a autora incita a pensar na possibilidade de criar um novo pensamento, prática e ação, diferente do poder patriarcal.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books/about/Breve_hist%C3%B3ria_do_feminismo_no_Brasil.html?id=qf0pAAAAYAAJ&amp;source=kp_book_description&amp;redir_esc=y" />
         <pubDate>2020-08-25 14:08:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697204890</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exclusão social no Brasil                            (Por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697208793</link>
         <description><![CDATA[<div>.A Exclusão social designa um processo de afastamento e privação de determinados indivíduos ou de grupos sociais em diversos âmbitos da estrutura da sociedade. No Brasil, a exclusão social está longe de ser um problema resolvido. Com tantas desigualdades e comportamentos intolerantes, nosso país tem apresentado diversos casos de exclusão. Destacam-se as escolhas relacionadas com a sexualidade, religião e culturas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/exclusao-social/#:~:text=A%20Exclus%C3%A3o%20Social%20designa%20um,%C3%A2mbitos%20da%20estrutura%20da%20sociedade.&amp;text=Elas%20s%C3%A3o%20marginalizadas%20pela%20sociedade,livremente%20seus%20direitos%20de%20cidad%C3%A3os." />
         <pubDate>2020-08-25 14:10:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697208793</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jacques Wainer              (por Matheus) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697210697</link>
         <description><![CDATA[<div>Jacques Wainer é um pesquisador e professor titular do Instituto da Computação na Universidade Estadual de Campinas(UNICAMP), possui graduação em Engenharia Eletrônica e doutorado em Computação, ele também é o autor do livro "Advances in Artificial Intellingence: 12th Braziliam Symposium on Artifial Intelligence".</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ic.unicamp.br/~wainer/oldwelcome.html" />
         <pubDate>2020-08-25 14:10:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697210697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Racismo despercebido     (por Eduarda Oliveira) </title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697222418</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje em dia, o racismo, muitas vezes passa despercebido e por mais que as pessoas falem que não são racistas e que não tem preconceitos, é impossível, visto que fomos criados em uma sociedade racista, e por mais que não haja a intenção, muitas vezes utilizamos expressões preconceituosas e racistas. Mesmo que não tenhamos a intenção, essas expressões são ensinadas, e passadas de geração em geração, se tornando assim, naturais ao nosso dia a dia, por isso, não notamos o tamanho preconceituosas presentes nelas, passando assim, despercebidos.<br>   Desde pequenos nos é ensinado que o lápis "co de pele" é aquele beje ou rosado, porém, é evidente que aquele tom não representa a pele de todas as pessoas. Utilizada como elogio, a expressão "da cor do pecado", se associa à mulher negra sensualizada e a ideia de pecado é o que dá mais negatividade à expressão, devido às sociedades pautadas na religião. Existem muitas outras expressões que são utilizadas sem a intenção de agredir, porém, elas são agressivas e passam despercebidas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/18-expressoes-racistas-que-voce-usa-sem-saber/" />
         <pubDate>2020-08-25 14:13:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desde o Fim da Escravidão </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697228161</link>
         <description><![CDATA[<div>( Arthur França ) <br>Mesmo após 130 anos do fim da escravidão, ainda não fizemos da Educação um caminho para eliminar a desigualdade entre brancos e negros no Brasil . </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todospelaeducacao.org.br/conteudo/O-combate-ao-racismo-passa-pela-escola" />
         <pubDate>2020-08-25 14:15:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meritocracia (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697241929</link>
         <description><![CDATA[<div>A meritocracia se trata de uma ideologia política que estabelece uma ligação direta entre mérito e poder. Citado no segundo parágrafo do capítulo pela autora, esse sistema defende que todo indivíduo é capaz de prosperar somente com suas capacidades sem precisar da ajuda da sociedade, Estado ou família, privilegiando as qualidades do mesmo, como inteligência e capacidade de trabalho, não suas origens familiares ou relações pessoais. Porém, essa ideologia só é válida em uma sociedade onde todos possuem exatamente as mesmas condições sociais, econômicas e psicológicas, que não é o nosso caso. A autora menciona que muito defensores da meritocracia não entendem que esse debate acerca das diferenças entre negros e brancos  não é sobre capacidade, mas sim sobre oportunidades.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/meritocracia/" />
         <pubDate>2020-08-25 14:19:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697241929</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cotas raciais                 (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697271145</link>
         <description><![CDATA[<div>As chamadas "cotas raciais", são reservas de vagas em vestibulares, provas e concursos públicos destinados às pessoas de origem negra, parda ou indígena. Estas,  visam acabar com desigualdade racial e o racismo estrutural, que são resultado de anos de escravidão no Brasil. Por esse motivo, pessoas negras e indígenas são excluídas de universidades, mercado de trabalho e dos espaços públicos. Dessa forma, as universidades públicas oferecem um sistema duplo de cotas, que consiste em: uma parcela da reserva de vagas, é destinada aos estudantes de escolas públicas que não tem condições de irem para uma universidade particular, e a outra parcela é para os estudantes de escola pública autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/educacao/sistema-cotas-racial.htm#:~:text=Cotas%20raciais%20s%C3%A3o%20reservas%20de,origem%20negra%2C%20parda%20ou%20ind%C3%ADgena." />
         <pubDate>2020-08-25 14:27:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locus social                   (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697304800</link>
         <description><![CDATA[<div>Locus, vem do latim "lugar", e junto com social, ficaria basicamente lugar social, ou seja, posições que pessoas ocupam na sociedade..é mais comum vermos brancos ocupando grandes cargos em grandes empresas, do que negros, isso se deve a descriminalização na hora de contratar alguém, e por isso é difícil uma pessoa negra subir de cargo nas empresas..</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-92302017000300412" />
         <pubDate>2020-08-25 14:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A onde está o racismo?   (por Lucas Cavaleiro) </title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697582841</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas vezes somos racistas sem nem perceber, falamos frases que não nos tocamos que é racista, por exemplo "Você é preto, de alma branca", ás vezes ele está no nosso modo de pensar, por exemplo quando estamos andando na rua, e você percebe que vai cruzar com uma pessoa estranha (as pessoas desconfiam muita mais, quando a pessoa é negra), você automaticamente se preocupa, ou talvez em grandes empresas, onde é difícil ter negros empregados, enfim, o racismo aparece despercebido em várias ocasiões... </div>]]></description>
         <enclosure url="https://jus.com.br/artigos/54745/racismo-disfarcado-impactos-sociais" />
         <pubDate>2020-08-25 15:46:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697582841</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes(ENADE)        (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697618322</link>
         <description><![CDATA[<div>O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos formandos dos cursos de graduação em relação ao desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial. Isso não se aplica apenas a negros e brancos...</div>]]></description>
         <enclosure url="http://inep.gov.br/enade" />
         <pubDate>2020-08-25 15:56:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é antirracismo                   (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697734726</link>
         <description><![CDATA[<div>Na luta contra o racismo, não baste se declarar não racista, é necessário se declarar antirracista. Ser antirracista, significa não ficar quieto depois de uma fala racista, significa entender seus próprios privilégios (caso seja branco) e lutar contra qualquer prática de disseminação de racismo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.agazeta.com.br/revista-ag/comportamento/antirracismo-saiba-quais-sao-os-primeiros-passos-para-participar-desta-luta-necessaria-0620" />
         <pubDate>2020-08-25 16:25:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/697734726</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A falta de representatividade no cinema e outros meios artísticos                                  (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/698717745</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente, a maior parte das produções artísticas brasileiras (cinema, teatro etc), não contam com a participação de pessoas negras, mesmo na frente como atrás das câmeras. Isso se dá pela falta de investimento em atores, diretores e retoristas negros por parte da produtora da obra. Tal problema acaba por estar fortemente ligado com o racismo estrutural. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://medium.com/@labdejo2018/falta-de-representatividade-no-cinema-nacional-refor%C3%A7a-preconceitos-6471d50c5965" />
         <pubDate>2020-08-25 21:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Politicas Públicas                       (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/701384253</link>
         <description><![CDATA[<div>São ações realizadas de maneira direta ou indireta por órgãos governamentais, para garantir que os direitos presentes na constituição sejam aplicados à toda população. Politicas públicas, por exemplo, podem ser aplicadas para ajudar certas partes da população, como é o caso de politicas públicas que garantem a inclusão de minorias em diversas áreas, como na educação e na arte. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.politize.com.br/politicas-publicas/" />
         <pubDate>2020-08-26 22:59:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/701384253</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Herança Escravista                 (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/703489651</link>
         <description><![CDATA[<div>Historicamente, a escravidão persistiu como principal forma de trabalho no Brasil, durante o período em que o país foi colônia de Portugal e no período de pós independência. Durante mais de 300 anos, o trabalho escravo permaneceu como base da economia brasileira, sendo abolido em 13 de Maio de 1888 através da Lei Áurea,assinada pela Princesa Isabel.</div><div>Mesmo extinta a escravidão, o governo não planejou e nem criou formas para promover a inserção social do negro: ele permaneceu marginalizado. Apesar de constituir a maior parcela da população, o negro permaneceu sem ser reconhecido como cidadão. Raras vezes pôde ter acesso à educação e, consequentemente, arranjar um bom emprego e então ter condições de adquirir uma moradia segura. Mas, principalmente, continuou sofrendo com o preconceito étnico, o que pode justificar a violência que a população negra sofre no Brasil, como vem sendo noticiado atualmente.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www2.eca.usp.br/njsaoremo/?p=4427" />
         <pubDate>2020-08-27 18:40:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lélia Gonzalez                             (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/703503304</link>
         <description><![CDATA[<div>     Lélia Gonzalez foi uma intelectual, política, professora e antropóloga brasileira. Nascida na cidade de Belo Horizonte, muda-se com toda família em 1942 para o Rio de Janeiro. Fez graduação em História e Filosofia, mestrado em Comunicação e doutora Antropologia Social.<br>     Lélia Gonzalez tornou-se nome de uma escola pública estadual no bairro de Ramos, no Rio de Janeiro, de um centro de referência de cultura negra, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Goi%C3%A2nia">Goiânia</a>, de um coletivo de alunos do curso de Relações Internacionais da USP, de uma cooperativa cultural, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aracaju">Aracaju</a>. Foi citada pelo bloco afro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%AA_Aiy%C3%AA">Ilê Aiyê</a> em duas edições do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval">Carnaval</a> baiano: em 1997, como parte do enredo <em>Pérolas negras do saber</em>, e em 1998, com <em>Candaces</em>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9lia_Gonzalez" />
         <pubDate>2020-08-27 18:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Negros na indústria Audiovisual                              (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/703670524</link>
         <description><![CDATA[<div>     Cinquenta e quatro por cento da população brasileira é composta por pessoas negras. As mulheres representam 48,5% da sociedade. Esses são dados do IBGE. No entanto, mesmo assim, a representação dessas parcelas em diversos âmbitos é extremamente menor. O cinema é um deles. Nos filmes brasileiros de 2016, as mulheres representaram 40% do elenco, já os negros, apenas 13,3%. Em 75,3% dos longas nacionais, os negros são, no máximo, 20% do elenco.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2018/02/21/interna_diversao_arte,661107/pesquisa-ancine.shtml" />
         <pubDate>2020-08-27 19:43:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pactos Narcísicos da Branquitude                   (por Eduarda Oliveira) </title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707452824</link>
         <description><![CDATA[<div>   Esta expressão desenvolvida por Maria Aparecida Silva Bento aponta a defesa e os privilégios do sujeito branco, relatando que ao se posicionar sobre igualdade com os brancos, os negros são tachados como pessoas agressivas, uma vez que o sujeito branco, mesmo que inconscientemente, tendem a pensar nos negros como inferiores e com o estilo subserviente (servos). <br>   Em sua tese, Cida também defende que a branquitude pode ser vista como algo territorial e com um poder que não é compartilhável.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/entre-o-pacto-narcisico-da-branquitude-e-eu-nao-sou-seu-sua-negro-negra-consideracoes-acerca-do-silenciamento-e-da-nao-legitimidade-de-pessoas-negras-como-sujeitos-capazes-de-opinar/" />
         <pubDate>2020-08-30 19:21:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abdias do Nascimento          (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707461373</link>
         <description><![CDATA[<div>   Um dos maiores defensores da cultura e igualdade para as populações afrodescendentes do Brasil, Abdias do Nascimento, foi um nome que teve muita importância para a reflexão das questões negras na sociedade brasileira. Teve uma trajetória longa e produtiva, desde o Movimento Integralista, até o ativismo do chamado Movimento Negro.<br>   Abdias também era escritor, e uma de suas obras foi o livro "O Genocídio do negro brasileiro", no qual é retratado o conceito da democracia racial. Inserindo testemunhos pessoais, reflexões, comentários e críticas em sua obra, o escritor descartava o discurso oficial sobre a condição social e cultural do negro brasileiro e dava mais voz à realidade, desconstruindo o discurso da "democracia racial", um cenário irreal no qual o sujeito branco e o preto poderiam conviver em harmonia, obtendo iguais privilégios e oportunidades de existência, sem interferência da sua origem racial.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abdias_do_Nascimento#:~:text=Militante%20movimento%20negro.&amp;text=Abdias%20do%20Nascimento%20(Franca%2C%2014,humanos%20das%20popula%C3%A7%C3%B5es%20negras%20brasileiro." />
         <pubDate>2020-08-30 19:36:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707461373</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apropriação Cultural            (por Eduarda Oliveira)</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707471330</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando adotamos algum elemento específico de qualquer cultura que se distingue da sua é chamado de Algumas formas de vestir ou adornos pessoais como turbantes e tranças, se apropriar de gírias locais, são exemplos de apropriações culturais.<br>    E com estes pequenos gestos, mesmo que sem intenção, podemos acabar cometendo atos de racismo, ou alguma intolerância, uma vez que esses elementos, quando são removidos de seus contextos culturais, assumem significados diferentes daqueles que deveriam ter, ou seja, uma pessoa branca de <em>dreads</em> pode ser vista como descolada, porém, uma pessoa negra que possui o mesmo penteado é tachada de suja. A apropriação cultural dos elementos da cultura negra são os mais problemáticos quando observamos e podem ser considerados racismo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://catracalivre.com.br/cidadania/apropriacao-cultural/#:~:text=Apropria%C3%A7%C3%A3o%20cultural%20%C3%A9%20quando%20voc%C3%AA,ou%20comportamento%20social%20(g%C3%ADrias)." />
         <pubDate>2020-08-30 19:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que leva ao consumo cultura para os negros?- Rafael Vaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707626948</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira edição (2012), o foco foi produtores e patrocinadores – <strong>Cultura e Mercado</strong> publicou uma série de matérias com base nos dados (clique aqui para ler). Desta vez, a ideia foi compreender o consumo cultural do brasileiro e suas motivações, tendo em vista que entender o que faz o consumidor decidir por determinado produto pode revelar predisposições e perspectivas ainda não conhecidas pelo setor cultural. “A comunicação caracteriza-se como fundamental para o acesso à cultura e a compreensão do consumidor como premissa para se estimular o consumo. Este conhecimento – e interesse – no campo cultural parece (ainda) não ter importância”, avalia Gisele.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.culturaemercado.com.br/site/o-que-leva-ao-consumo-cultural/" />
         <pubDate>2020-08-30 23:45:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desigualdade no trabalho no racismo- Rafael Vaz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707631468</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estudos mostram que a cor da pele é componente central na estruturação das desigualdades no Brasil, afetando o acesso ao emprego e a maiores níveis de desenvolvimento. No país, negros vivem, estudam e ganham menos do que brancos.</strong></div><div><strong>“Desenvolvimento humano é quase um sinônimo de liberdade. Para que haja desenvolvimento humano é imprescindível que as oportunidades e capacidades existentes em uma sociedade sejam amplas, para que as pessoas possam escolher a vida que desejam ter”, disse Vanessa Zanella, integrante da equipe responsável pelo relatório do PNUD. Leia reportagem especial sobre o tema.<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://nacoesunidas.org/desigualdades-raciais-no-brasil-comprometem-oportunidades-de-trabalho-e-desenvolvimento-humano/" />
         <pubDate>2020-08-30 23:49:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707631468</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O genocídio do negro brasileiro- Rafael Vaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707635158</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo do século passado, prevaleceu a visão de que os descendentes dos africanos se encontravam, no Brasil, numa condição muito mais favorável do que a vivida pelos negros no sul dos Estados Unidos ou na África do Sul do apartheid. Mais do que estabelecida, essa era uma visão oficial: o Brasil seria uma democracia racial, um lugar em que o grande problema do negro era a pobreza e não o preconceito de cor. Foi contra essa falácia que Abdias Nascimento se insurgiu ao apresentar, no Segundo Festival de Artes e Culturas Negras, em Lagos (Nigéria, 1977), em plena vigência da ditadura militar, um texto combativo, a começar pelo título, demonstrando que a condição dos negros no Brasil não era realmente como aquela nos EUA ou na África, era pior, vítimas que são de um racismo insidioso, de uma política que conduz a um genocídio, para usar o termo do autor, que, ausente das leis e dos discursos políticos, se revela cotidianamente.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://editoraperspectiva.com.br/produtos/genocidio-do-negro-brasileiro-o/" />
         <pubDate>2020-08-30 23:53:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo Científico               (por Otavio Louzado) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo cientifico é uma corrente de ideias que busca justificar o racismo a partir dos conceitos científicos. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/sociologia/racismo-cientifico/" />
         <pubDate>2020-08-31 00:43:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segregação Racial                (por Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A segregação racial consiste na separação de determinado grupo social por conta de suas características físicas, seu fenótipo. Essa prática é baseada em ideários higienistas, que classificam a humanidade em raças, atrelando traços culturais, intelectuais e habilidades a fatores biológicos e genéticos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/segregacao-racial.htm" />
         <pubDate>2020-08-31 00:48:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Branquitude                                 (por Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707703744</link>
         <description><![CDATA[<div>A branquitude significa pertença étnico-racial atribuída ao branco. Podemos entendê-la como o lugar mais elevado da hierarquia racial, um poder de classificar os outros como não brancos, que, dessa forma, significa ser menos do que ele.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books/about/Branquitude_Estudos_sobre_a_Identidade_B.html?id=IDJKDwAAQBAJ&amp;printsec=frontcover&amp;source=kp_read_button&amp;redir_esc=y#v=onepage&amp;q&amp;f=false" />
         <pubDate>2020-08-31 00:54:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solipsismo Branco                (por Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Solipsismo é a concepção <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosófica</a> de que, além de nós, só existem as nossas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_(filosofia)">experiências</a>. O solipsismo é a consequência extrema de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, não se conseguindo estabelecer uma relação direta entre esses estados e o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento">conhecimento</a> objetivo de algo para além deles. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Solipsismo#:~:text=S%C3%B3%20que%20assim%20ainda%20poderia,t%C3%A3o%20radical%20do%20pr%C3%B3prio%20Eu." />
         <pubDate>2020-08-31 01:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A população negra nas universidades                     (por Otavio Louzado)       </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/707720563</link>
         <description><![CDATA[<h1>Negros são maioria nas universidades públicas do Brasil pela primeira vez</h1><div>Pesquisa do IBGE afirma que mudança é reflexo de políticas públicas que proporcionaram o acessos da população preta e parda na rede de ensino. Recém-formada critica falta de docentes negros nos cursos</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/13/politica/1573643039_261472.html" />
         <pubDate>2020-08-31 01:08:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reinaldo Bulgarelli          (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
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         <description><![CDATA[<div>É sócio-diretor, educador e atua na área social desde 1978, sobretudo com direitos humanos.<br>Coordenador da área de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Terceiro Setor do Programa de Educação Continuada na FGV/SP, professor da UNICAMP no Instituto de Economia – Curso de Especialização em Gestão da Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, do Instituto Palas Athena, Sustentare (Joinville) e Fundação Dom Cabral.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dialethoseventos.com.br/palestrante/1428/reinaldo-bulgarelli-racismo-genero-diversidade" />
         <pubDate>2020-08-31 18:07:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epistemicídio                 (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/709683143</link>
         <description><![CDATA[<div>Epistemicídio é um termo normalmente utilizado por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Sousa_Santos">Boaventura de Sousa Santos</a> desde o seu <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pela_M%C3%A3o_de_Alice&amp;action=edit&amp;redlink=1">Pela Mão de Alice</a> " até as obras que se seguiram. Contudo, também tem sido muito utilizado por autores e autoras que analisam a influência da colonização europeia (branca) e do imperialismo capitalista sobre os processos de produção e reprodução da vida. O epistemicídio é, em essência, a destruição de conhecimentos, de saberes, e de culturas não assimiladas pela cultura branca/ocidental. É um subproduto do colonialismo instaurado pelo avanço imperialista europeu sobre os povos da Ásia, da África e das Américas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemic%C3%ADdio#:~:text=Epistemic%C3%ADdio%20%C3%A9%20um%20termo%20normalmente,as%20obras%20que%20se%20seguiram." />
         <pubDate>2020-08-31 18:12:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A negação do Brasil        (por Lucas Cavaleiro)</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/709728251</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário faz uma retrospectiva das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Telenovelas">telenovelas</a> no Brasil, analisando os papéis destinados aos atores negros, concluindo que estes sempre representavam papéis coadjuvantes, estereotipados e submissos. Tendo por ponto de partida sua memória e uma subsequente pesquisa, o filme serve de manifesto para que entendamos que se a identidade etno-cultural do negro foi negativamente moldada por essas telenovelas, elas podem ser alteradas para buscar uma imagem mais benéfica da posição que o negro ocupou, ocupa e ocupará em nossa sociedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Nega%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil" />
         <pubDate>2020-08-31 18:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ceert                                (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/710287011</link>
         <description><![CDATA[<div>O Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades, é uma organização não-governamental que tem como intuito acabar com a desigualdade sobre negros no Brasil. Foi fundado em 1990, e tem como diretora executiva a ativista e psicóloga Cida Bento.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ceert.org.br/" />
         <pubDate>2020-08-31 22:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joice Berth                           (por Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Joice Berth é escritora, feminista negra, arquiteta e urbanista, formada pela Universidade Nove de Julho. Autora do livro O que é Empoderamento?, terceiro da coleção Feminismos Plurais, organizada pela mestra em Filosofia Djamila Ribeiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Joice_Berth" />
         <pubDate>2020-08-31 23:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sueli Carneiro                       (Otavio Louzado)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/710306561</link>
         <description><![CDATA[<div>Aparecida Sueli Carneiro Jacoel é uma filósofa, escritora e ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro. Sueli Carneiro é fundadora e atual diretora do Geledés — Instituto da Mulher Negra e considerada uma das principais autoras do feminismo negro no Brasil. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-08-31 23:08:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Black face                           (Otavio Louzado)                      </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/710308108</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Black face </em>é o nome dado para a caracterização de personagens do teatro com estereótipos racistas atribuídos aos negros.<br>Os <a href="https://www.geledes.org.br/?s=blackfaces"><em>blackfaces </em></a>surgiram no começo do século XIX nos Estados Unidos, como uma das atrações dos <em>Minstrel Shows</em> (shows de menestréis ou jograis), que eram bastante populares naquela época.<br>Os atores brancos utilizavam carvão de cortiça e outras tintas para pintar os seus rostos de preto, com exceção dos olhos e lábios (estes eram realçados com uma coloração vermelha intensa).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/significado-de-blackface/" />
         <pubDate>2020-08-31 23:10:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chimamanda Ngozi Adichie           (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ativista e escritora nigeriana Chimamanda Ngozi é, atualmente, uma das mais influentes jovens autoras do mundo segundo inúmeros analistas. Aos seus 42 anos, Chimamanda, já realizou várias palestrar visando ressaltar assuntos sobre o feminismo e antirracismo. Conta, também, com seis livros lançados desde 2003, todos alcançando grande sucesso comercial e critico.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=02561" />
         <pubDate>2020-09-01 00:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joel Zito Araújo                            (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/710469108</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascido em 1950 na cidade mineira de Nanuque, Joel é grande responsável no crescimento do cinema negro brasileiro. Garante em sua filmografia diversas obras de curta, média e longa metragem. Comumente, aborda em suas produções, a luta contra o racismo no Brasil. Alumas de suas obras incluem: ‘‘Ondas Brancas nas Pupilas Negras’’ (1995), ‘‘A Negação do Brasil’’ (2000) e ‘‘As Filhas do Vento’’ (2004).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa214998/joel-zito-de-araujo" />
         <pubDate>2020-09-01 00:58:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lázaro Ramos </title>
         <author>arthurfranca</author>
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         <description><![CDATA[<div>( Arthur Franca ) <br>Nascido em Salvador (BA), Lázaro Ramos é muito conhecido por sua carreira como ator, no entanto, é de longa data que ele já figura no meio literário também. Escritor desde a  juventude, Lázaro tem três livros lançados para o público infantil, A Velha Sentada, Caderno de Rimas do João e <a href="https://leiturinha.com.br/blog/caderno-sem-rimas-da-maria/">Caderno Sem Rimas da Maria</a> (os dois últimos já enviados pelo Clube Leiturinha). Em seus textos infantis, Lázaro Ramos capta o mundo e o expressa em versos, abordando temas que introduzem sutilmente a poesia política e social no mundo dos pequenos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://leiturinha.com.br/blog/8-grandes-autores-negros-da-literatura-infantil/" />
         <pubDate>2020-09-01 14:37:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo na sociedade </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711865148</link>
         <description><![CDATA[<div>( Arthur Franca ) <br>O <strong>racismo</strong> é um dos principais problemas sociais enfrentados nos séculos XX e XXI, causando, diretamente, exclusão, desigualdade social e violência. <strong>Racismo</strong> é a denominação da discriminação e do preconceito (direta ou indiretamente) contra indivíduos ou grupos por causa de sua etnia ou cor.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-01 14:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo estrutural (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711883914</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo no Brasil não é à toa. É estrutural. O Brasil foi o último país do continente americano a abolir a escravidão. Até 130 anos, os negros traficados eram mantidos em condições subumanas de trabalho, sem remuneração e debaixo de açoite. Quando, no papel, a escravidão foi abolida, em 1888, nenhum direito foi garantido aos negros. Sem acesso à terra e a qualquer tipo de indenização ou reparo por tanto tempo de trabalho forçado, muitos permaneciam nas fazendas em que trabalhavam ou tinham como destino o trabalho pesado e informal. As condições subumanas não se extinguiram.<br><br></div><div>Maria Sylvia, presidente do portal Geledés, e Helena Teodoro, voluntária Instituto de Filosofia e Ciência Sociais – IFCS, explicam como o racismo se estruturou no Brasil, durante e após a escravidão, e como a imagem do negro foi associada à vadiagem, ao subalterno, ao sujo. Não à toa, as tarefas mais árduas, as piores remunerações e as formas mais cruéis de castigo ainda são reservadas aos pretos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/entenda-o-que-e-racismo-estrutural/" />
         <pubDate>2020-09-01 14:43:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Floyd</title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711884363</link>
         <description><![CDATA[<div>( Arthur Franca ) <br>policial que matou George Floyd asfixiado, nesta quarta (27), depois de abordá-lo por supostamente ter usado uma nota falsificada de 20 dólares em uma loja.<br><br></div><div>George Floyd era negro. No vídeo gravado por uma testemunha, ele é imobilizado no chão pelo policial, que aperta seu pescoço com o joelho. Antes de morrer, ele repetiu diversas vezes que não conseguia respirar. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/o-caso-george-floyd-e-o-debate-sobre-racismo-e-viol" />
         <pubDate>2020-09-01 14:43:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elisa Lucinda                 (por Anna Luiza)  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711887860</link>
         <description><![CDATA[<div>Mencionada no livro, Elisa Lucinda nasceu em Vitória, ES. É uma escritora que  exerceu a profissão até 1986 quando se mudou para o Rio de Janeiro desejando se tornar uma atriz.  <br>Em 1994 publicou seu primeiro livro de poesias <em>O Semelhante. A</em>presentou também, outras peças, participou do Fórum Internacional de Culturas, em Barcelona, nos meses de junho e julho de 2004. A escritora é marcada pela maneira coloquial de escrever poesia  e declamá-la.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://globaleditora.com.br/autores/biografia/?id=1404" />
         <pubDate>2020-09-01 14:44:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tranças de Africanas (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711902631</link>
         <description><![CDATA[<div>Termos étnicos como Nagôs, Angolas, Jejes e Fulas representavam identidades criadas pelo tráfico de escravos, e cada termo continha um leque de tribos escravizadas de cada região. Nagô era o nome dado a todos os negros da Costa dos Escravos que falavam o Iorubá. Mas muita gente não sabia que as divisões e reconhecimentos de cada um era feito devido a seu penteado que contém sempre um mapa para ajudar nas suas longas caminhadas e traçados.<br>Na Grécia, e depois em toda a Europa durante a Idade Média (essa é outra história que vou contar pra vocês depois), a trança foi adotada pela maioria das mulheres.<br><br></div><div>No início do século XV, com a escravidão das sociedades africanas, o cabelo exerceu a importante função de condutor de mensagens. Nessas culturas, o cabelo era parte integrante de um complexo sistema de linguagem. A manipulação do cabelo era uma forma resistência e de manter suas raízes. Coisa que nos dias atuais vem tendo um grande poder não só nas mulheres e sim na sociedade como um todo.<br>As tranças serviram como pano de fundo de diversos movimentos como, Marcha dos Direitos Civis nos Estados Unidos, o aparecimento de movimentos negros como o Black Power e os Panteras Negras, que lutavam pelos direitos e enaltecem a cultura afro.<br><br></div><div>A Trança Africana, especificamente a nagô, é bastante antiga na África. Penteados com tranças abrangem um amplo terreno social: religião, parentesco, estado, idade, etnia e outros atributos de identidade podem ser expressados em penteado. Tão importante quanto o desenho é o ato da trança, que transmite os valores culturais entre as gerações, exprime os laços entre amigos e estabelece o papel do médico profissional.<br><br><br></div><div>Há uma grande variedade de estilos tradicional de tranças africanas, que vão desde  curvas complexas e espirais para a composição estritamente linear. Pode parecer estranho olhar um modelo de trança e comparar a geometria, mas estes são os estilos bastante tradicionais na África. A matemática faz parte do penteado Africano e, como muitos outros africanos no Novo Mundo (escravidão), o conhecimento sobre ele sobreviveu. <br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.vozdascomunidades.com.br/geral/trancas-africanas-eis-historia/" />
         <pubDate>2020-09-01 14:48:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711902631</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A &quot;guerra às drogas&quot;       (por Anna Luiza)        </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711918515</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, contamos com mais de 60 mil assassinatos todos os anos, sendo que desses, uns 30 mil devem ocorrer em decorrência da própria guerra.<br>Podemos dizer que a "guerra às drogas" serve como uma espécie de pretexto para uma guerra contra  a populacao negra, haja vista que quem julga o traficante e o usuário são juízes que muitas vezes sem baseiam apenas em condicões sociais, raciais, etc.<br>Muitas pessoas acabam por relacionar, cor de pele, condicão financeira, e outros, ao tráfico de drogas e a muitos dos crimes cometidos, injusticando um indivíduo apenas por questões preconceituosas ou por esteriótipo. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://theintercept.com/2019/01/17/guerra-as-drogas-fracasso/" />
         <pubDate>2020-09-01 14:52:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711918515</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Branquitude crítica e Branquitude acrítica (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711934527</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante analisar dois tipos de branquitudes distintas e divergentes: a branquitude crítica que desaprova o racismo “publicamente”, e a branquitude acrítica que não desaprova o racismo, mesmo quando não admite seu preconceito racial e racismo, a branquitude acrítica sustenta que ser branco é uma condição especial, uma hierarquia obviamente superior a todos não-brancos.<br><br></div><div>O termo branquitude crítica e branquitude acrítica surge inspirado pelos critical whiteness studies. Essas linhas de pesquisas dos Estados Unidos e do Reino Unido procuraram descobrir e distinguir os diferentes tipos de racismos desde os praticados sutilmente pela polícia até os assassinatos perpetrados por grupos como a Ku Klux Klan. Porém, a literatura científica sobre a identidade racial branca de língua inglesa, assim como a de língua portuguesa, de maneira geral concentra-se em pesquisar os tipos de racismos praticados por brancos que discordam da tese de superioridade racial branca. Isto significa que existe uma produção crescente sobre a branquitude crítica que pratica racismos que não chegam ao homicídio, enquanto praticamente inexistem trabalhos que pesquisam sobre a branquitude acrítica que possui característica homicída. Branquitude acrítica que age feito quem diz: você que é “diferente”, leia-se não-branco, portanto é justificável que seja assassinado.<br><br></div><div>Ainda a respeito dos critical whiteness studies vale acrescentar que os autores salientam que a branquitude são muitas, assim como as práticas de racismo. Contudo, esses pesquisadores geralmente distinguem os tipos de racismos praticados como aquele perpetrado por um grupo neonazista com agressão física; daquele praticado, às vezes sem intenção, por um profissional de Recursos Humanos.<br><br></div><div>Assim como se faz necessário definir as diferentes práticas de racismos, igualmente, não se pode deixar de distinguir a pessoa ou grupo que pratica racismo. Essa é uma das razões da nomeação da branquitude de forma distinta como branquitude crítica e branquitude acrítica. Pois nesta perspectiva esses conceitos podem contribuir para maior observação, análise e pesquisa do conflito racial.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/definicoes-sobre-branquitude/" />
         <pubDate>2020-09-01 14:55:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pessoas brancas também devem se conscientizar e se responsabilizar pela luta antirracista                   (por Anna Luiza) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711967693</link>
         <description><![CDATA[<div>Como é dito no livro, todos, sejamos brancos ou negros, devemos nos responsabilizar e fazer parte desta causa e dessa luta antirracista. A partir do momento em que ficamos calados, mesmo que não contribuamos com  a acão preconceituosa de algum indivíduo, não estamos sendo antirracistas. <br>O primeiro passo na construção de uma atitude antirracista é nos reconhecermos como parte do problema, identificando e desconstruindo o racismo através de pequenas e grandes atitudes, em situacões mais íntimas (como em nossa casa, escola, etc) e também, em âmbitos maiores e mais expansivos que se referem ao futuro e ao mundo como um todo.<br>Assim, podemos concluir, que é de extrema importância que não normalizemos atitudes preconceituosas e racistas, mesmo que as mesmas parecam inofensivas e simples. Precisamos sair de cima do muro e nos posicionarmos quanto a tal luta, apoiando-a e fazendo nossa parte, ajudando o mundo e pessoas à nossa volta.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/qual-e-o-papel-do-branco-na-luta-antirracista/" />
         <pubDate>2020-09-01 15:03:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711967693</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Feminismo Negro no Brasil (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711979311</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Dentre as vertentes do Movimento Feminista, existe aquele que foca nas especificidades próprias das mulheres negras, denominado de <strong>Feminismo Negro</strong>. No Brasil, essa vertente teve início propriamente na década de 1970 com o Movimento de Mulheres Negras (MMN), a partir da percepção de que faltava uma abordagem conjunta das pautas de gênero e raça pelos movimentos sociais da época.<br><strong>A luta das mulheres negras<br></strong>O Movimento Feminista não tinha uma abordagem interseccional e racial, não pautando, dessa forma, a dupla discriminação que as mulheres negras passam, tanto de gênero quanto de raça. Além disso, dentro do Movimento Negro, liderado por homens, não havia interesse em atuar nas lutas contra o sexismo.<br>Nesse contexto, tem início o MMN e, como consequência, do Feminismo Negro no Brasil, que fez com que os demais movimentos começassem a entender sobre a importância dos recortes raciais e de gênero nas mobilizações de direitos humanos.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.politize.com.br/feminismo-negro-no-brasil/" />
         <pubDate>2020-09-01 15:06:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/711979311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POLÍTICAS EDUCACIONAIS (Lorena) </title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712005325</link>
         <description><![CDATA[<div>as políticas que visam à inclusão de negros no ensino superior, destacando o fenômeno da emergência de uma nova etnicidade a partir da adoção de tais políticas nas instituições de ensino superior brasileiras. A partir dos anos 2000, uma série de experimentos adotou cotas, bônus ou reserva de vagas, a fim de possibilitar o acesso de negros ao ensino superior brasileiro. Essas medidas são popularmente chamadas de ações afirmativas, devido a semelhanças, no que diz respeito ao público-alvo, com experimentos americanos dos anos 1960. Em geral, essas medidas se justificam por promoverem, no sentido lato, a diversidade e, no sentido estrito, a inclusão de grupos historicamente excluídos. Podemos concluir que as políticas promotoras da diversidade são responsáveis pela introdução de um novo modelo de acesso ao ensino superior e promovem a emergência de uma nova etnicidade negra. Esse modelo de inclusão de negros vem se desenhando como híbrido por combinar vários fatores, tais como: cor/raça, renda, região e origem escolar. Diverso, graças à autonomia universitária, tem fomentado a implantação de experimentos diferenciados, contribuindo para o aumento do alunado negro nas instituições de ensino superior. Assim, o negro se institui como beneficiário de políticas públicas. Próximo em alguns pontos e distante em outros dos modelos clássicos: o americano sensível Ã  raça, e o francês daltônico e universalista (<em>color blindness</em>). O modelo brasileiro firma-se com suas especificidades adaptado a nossa nação e à composição de nosso povo.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.seer.ufu.br/index.php/criticasociedade/article/view/27017" />
         <pubDate>2020-09-01 15:11:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O preconceito no mercado de trabalho (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712012724</link>
         <description><![CDATA[<div>Estamos vivendo em pleno século XXI, em um momento de modernidade. Novas tecnologias estão surgindo a todo momento e, teoricamente, pessoas com a mente mais aberta para aceitar diferentes ideias. Era de se esperar que no mercado de trabalho cada um se destacasse apenas pelo seu bom desempenho ou perdesse oportunidades pela falta dele. A prática, no entanto, é bem diferente disso: o preconceito racial no mercado de trabalho ainda existe e é um problema sério que fecha as portas para grandes talentos.<br><br></div><ul><li>Índice De Negros Ocupando Cargos De Alto Escalão Nas Empresas<br><br></li></ul><div>Mais de 50% da população brasileira é composta por negros, portanto, seria de se esperar que mais da metade das empresas também fosse dirigida por representantes dessa etnia. Seria o mais natural. Mas é claro que isso não acontece e é o primeiro sinal do preconceito racial no mercado de trabalho.<br><br></div><div>Uma análise das 500 maiores corporações do nosso país mostra que menos de 5% delas é dirigida por negros, de acordo com um levantamento do Instituto Ethos.<br><br></div><ul><li>Diferenças Salariais<br><br></li></ul><div>Quando duas pessoas ocupam o mesmo cargo em uma empresa, com a mesma carga horária e as mesmas responsabilidades, o certo seria que essa igualdade toda se refletisse também na remuneração. Mais uma vez, nem sempre é assim quando há um negro envolvido nesse cálculo. Números do Instituto Jones dos Santos Neves revelam que, no Espírito Santo, o homem negro recebe apenas 64% do salário do homem branco. Isso é pouco mais do que a metade. A justificativa para isso? Não existe, é claro.<br><br></div><div>Os dados que vêm da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) são ainda mais alarmantes: em 2015, em média, o rendimento salarial dos negros correspondia a 59% quando comparado ao dos brancos.<br><br></div><div>E quando a mulher negra entra em cena, fica tudo ainda mais preocupante. Uma mulher negra recebe, em média, 50% daquilo que ganha o homem branco. Em 2003, essa porcentagem era menos de 40%, ou seja, houve uma evolução nos últimos anos, mas é importante que a mudança continue acontecendo e com mais intensidade.<br><br></div><ul><li>Preconceito No Dia A Dia<br><br></li></ul><div>Além das diferenças nos salários e cargos, o negro sofre diversas  formas de preconceito no seu dia a dia de trabalho. Um caso emblemático que aconteceu em julho deste ano, em Belo Horizonte, comprova essa teoria. Luana Tolentino, historiadora e professora negra, foi abordada por uma senhora e questionada se era a faxineira daquele estabelecimento.<br><br></div><div>Casos assim são recorrentes, tanto dentro da própria empresa quanto por parte do público que é atendido. O simples fato de o colaborador ser negro já evidencia para muita gente que ele não pode ocupar um cargo de grande responsabilidade, como se não fosse capaz disso. Uma pessoa negra, especialmente se for uma mulher, precisa se esforçar muito mais para se estabelecer no mercado de trabalho, mostrando-se competente e digna da função que ocupa. Não importa quantos diplomas tenha e nem a vasta experiência profissional. A cor da pele ainda se sobressai.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://movimentoblackmoney.com.br/o-preconceito-no-mercado-de-trabalho/" />
         <pubDate>2020-09-01 15:13:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712012724</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Machado de Assis (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712052809</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis foi o principal nome do Realismo brasileiro, o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras e um dos escritores mais aclamados da literatura. O carioca nascido no Morro do Livramento atuou como jornalista, crítico, cronista, dramaturgo e poeta.</div><div>Machado escreveu contos, crônicas, poemas e romances, deixando a sua contribuição para diferentes gêneros literários. No começo da carreira, apostou em textos mais conservadores, com influência romântica. Depois, foi o Realismo que ficou mais presente nas suas obras. O autor, inclusive, é lembrado como um dos escritores mais importantes do Realismo.</div><div>Com sua extensa produção, conseguiu influenciar escritores como Olavo Bilac e Lima Barreto. Além de ganhar a admiração de outros tantos, em especial do amigo José de Alencar.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://educacao.globo.com/literatura/assunto/autores/machado-de-assis.html#:~:text=Machado%20de%20Assis%20foi%20o,%2C%20cronista%2C%20dramaturgo%20e%20poeta." />
         <pubDate>2020-09-01 15:23:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre tranças e apropriação cultural (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712095931</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um breve Histórico</strong></div><div>As tranças existem há milênios e foram usadas por diversos povos e culturas ao longo da história. Egípcios e uma grande variedade de etnias africanas, chineses, gregos clássicos,celtas antigos, Europa medieval, nativos americanos, entre outros, faziam uso das tranças. As tranças serviram ao longo do tempo para identificar desde origem e posição social, a fase da vida (idade, estado civil), etnia, religião, moda ou apenas pq mulheres não deveriam mostrar o cabelo em público, etc…</div><div>Em África os penteados sempre foram carregados de grande simbologia, essas todas citadas acima e muitas outras, como na religião, como rito de passagem, de transformação, ex: quando o indivíduo ocupa um novo papel na sociedade, passagem chamada de feitura do santo, onde é realizada cerimonia de raspagem dos cabelos, é uma espécie de renascimento, onde a pessoa é “batizada” com um novo nome, inclusive. Então é nítido que o significado social do cabelo era e continua sendo uma riqueza para o/a africano/a e hoje para todos/as os negros/as.Sabemos que após a escravização dos povos africanos o cabelo foi também um instrumento importante de comunicação, com a utilização dos penteados para esconder e disseminar mensagens por todo o mundo, também há estudos que apresentam a utilização das tranças para a alimentação, via a guarda de sementes nos cabelos pelas mulheres escravizadas, que com elas tinham a oportunidade de praticar um pouco de agricultura e suplementar a alimentação das suas famílias. Algumas pessoas têm trazido as redes esse papel das tranças na alimentação. Acho pertinente, mas fiz esse histórico porque me incomoda muito a idéia de buscar a origem de tudo relacionado a cultura negra na escravidão. Acordem, negros não são escravos,foram escravizados e isso é muito diferente. A cultura africana é milenar e está espalhada pelo mundo em grande medida pela escravização dos negros, mas antes disso ela existia,forte e pujante. É é esse passado de beleza, riqueza, resistência cultural e ancestralidade que temos que resgatar…<br><br></div><div><strong>ApropriaçãoCultural existe?<br></strong>Apropriação cultural existe sim! No Brasil as tranças chegaram pelas negras (trazidas a força) e se tornaram famosas, sobretudo as nagôs. Mas pra além da “fama” é preciso saber que a relação da mulher africana com o cabelo é plasmada na memória e ancestralidade. A trança é um penteado fundamental na identidade da menina negra, momento de relação, conversa e ensinamentos entre as gerações de mulheres da família. Que menina negra não lembra dos momentos de tranças e penteados? Alguns divertidos, outros bem doloridos…<br>De modo que o cabelo como identidade, cultura e resistência da população negra é importante, porque supera um o aspecto estético e assume um lugar de importância na cultura africana e negra de modo geral.No século passado, quando sociedade ocidental começa a caminhar para “incluir” socialmente os negros ela ao mesmo tempo tenta forçar seu embranquecimento de diversos modos, seja pela proibição e negação da religiosidade e culturas ancestrais, seja pela estética, clareamento da pele, alisamento ou raspagem de cabelo, etc. De modo a bombardear a culttura e autoestima dos negros. A aceitação sempre atada em grande medida ao embranquecimento e negação da identidade negra. Mas mulheres e homens resistiram, aqui no Brasil com sincretismo religioso, rodas de capoeira na mata durante a madrugada, black power, etc…</div><div>Quando a cultura negra e a negritude são negadas aos negros, mas elementos importantes seus são adotados pela cultura dominante (branca) isso é apropriação. Não é que brancos não podem usar tranças ou turbantes (até pq a história mostra que seus usos remontam a tempos milenares em distintos povos),é que, quando um branco usa trança ele deve entender que não é apenas um apetrecho, é a representação do empoderamento e da resistência de uma cultura massacrada por séculos. A branca precisa entender que enquanto ela trança o cabelo e é vista como linda a negra tem que alisar o cabelo pra arrumar emprego. Por fim, mais que brancos usando tranças, me incomoda ver o capital branco ganhando dinheiro com a cultura negra, explorando artistas, vendendo cabelo e roupa com estampa étnica, entre outros, enquanto negros são vitimas genocídio, estão majoritariamente desempregados, enchem cadeias e passam necessidade por falta de oportunidades.Povo negro uni-vos! O sistema capitalista é racista e opressor, mas não pode negar que #BlackIsBeautiful.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://vermelho.org.br/2019/01/14/tamara-naiz-sobre-trancas-e-apropriacao-cultural/" />
         <pubDate>2020-09-01 15:33:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Black Lives Matter (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712124774</link>
         <description><![CDATA[<div>Black Lives Matter (Vidas Negras Importam, em português) é um movimento ativista internacional, com origem na comunidade negra nos Estados Unidos, que luta contra a violência às pessoas negras. <br><br></div><div>Ele começou em 2013, com o uso da hashtag #BlackLivesMatter em mídias sociais, após a absolvição de George Zimmerman que atirou fatalmente no adolescente negro Trayvon Martin. O movimento ficou conhecido nacionalmente por suas manifestações de rua após a morte, em 2014, de dois afro-americanos.<br><br></div><div>Em maio de 2020, o movimento ganhou proporções maiores com a morte de Floyd depois de uma ação policial em Minneapolis, nos Estados Unidos. Milhares de pessoas foram às ruas protestar a favor da vida das pessoas negras no mundo todo. <br><br></div><div>O movimento teve origem nos Estados Unidos, porém ultrapassa as suas fronteiras pois a realidade de países como o Brasil não é melhor para as pessoas negras.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.benandjerry.com.br/novidades/2020/06/Porque-vidas-pretas-importam-black-lives-matter" />
         <pubDate>2020-09-01 15:40:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712124774</guid>
      </item>
      <item>
         <title>como eu posso ser antirracista? (Lorena)</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/712170484</link>
         <description><![CDATA[<div>Para ajudá-lo nesse processo de reeducação para se tornar uma pessoa antirracista na prática, listei abaixo algumas atitudes ensinadas pela autora como caminhos de reflexão e ação para você que deseja assumir a responsabilidade pela transformação de nossa sociedade.<br><br></div><ol><li><strong>Informe-se sobre o racismo</strong><ul><li>É preciso identificar os mitos que fundam as peculiaridades do sistema de opressão operado aqui, e certamente o da democracia racial é o mais conhecido e nocivo deles.</li><li>Devemos aprender com a história do feminismo negro, que nos ensina a importância de nomear as opressões, já que não podemos combater o que não tem nome. Reconhecer o racismo é a melhor forma de combatê-lo. Não tenha medo das palavras “branco”, “negro”, “racismo”, “racista”. Dizer que determinada atitude foi racista é apenas uma forma de caracterizá-la e definir seu sentido e suas implicações.</li></ul></li><li><strong>Questione-se!</strong><ul><li>Faça perguntas como: o que, de fato, cada um de nós tem feito e pode fazer pela luta antirracista? O autoquestionamento—fazer perguntas, entender seu lugar e duvidar do que parece “natural” — é a primeira medida para evitar reproduzir esse tipo de violência, que privilegia uns e oprime outros.</li></ul></li><li><strong>Enxergue a negritude</strong><ul><li>A falta de reflexão sobre a negritude é o que constitui uma das bases para a perpetuação do sistema de discriminação racial.</li><li>É importante ter em mente que para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade. Portanto, frases como “eu não vejo cor” não ajudam.</li><li>O problema não é a cor, mas, seu uso como justificativa para segregar e oprimir. Vejam cores, somos diversos e não há nada de errado nisso – se vivemos relações raciais, é preciso falar sobre negritude e também sobre branquitude.</li></ul></li><li><strong>Reconheça os privilégios da branquitude</strong><ul><li>Pessoas brancas não costumam pensar sobre o que significa pertencer a esse grupo, pois o debate racial é sempre focado na negritude.</li><li>A ausência ou a baixa incidência de pessoas negras em espaços de poder não costuma causar incômodo ou surpresa em pessoas brancas.</li><li>Se a população negra é a maioria no país, quase 56%, o que torna o Brasil a maior nação negra fora da África, a ausência de pessoas negras em espaços de poder deveria ser algo chocante. Portanto, uma pessoa branca deve pensar seu lugar de modo que entenda os privilégios que acompanham a sua cor. Isso é importante para que privilégios não sejam naturalizados ou considerados apenas esforço próprio.</li><li>Observe que os homens brancos são maioria nos espaços de poder. Esse não é um lugar natural, foi construído a partir de processos de escravização.</li></ul></li><li><strong>Entenda que a responsabilidade histórica pela criação do racismo é da branquitude</strong><ul><li>Até serem homogeneizados pelo processo colonial, os povos negros existiam como etnias, culturas e idiomas diversos – isso até serem tratados como “o negro”.</li><li>Tal categoria foi criada em um processo de discriminação, que visava ao tratamento de seres humanos como mercadoria. Portanto, o racismo foi inventado pela branquitude, que como criadora deve se responsabilizar por ele.</li><li>Não se trata de se sentir culpado por ser branco: a questão é se responsabilizar. Diferente da culpa, que leva à inércia, a responsabilidade leva à ação.</li></ul></li><li><strong>Perceba o racismo internalizado em você</strong><ul><li>A maioria das pessoas admite haver racismo no Brasil, mas quase ninguém se assume como racista. Pelo contrário, o primeiro impulso de muita gente é recusar enfaticamente a hipótese de ter um comportamento racista. No entanto, é impossível não ser racista tendo sido criado numa sociedade racista. É algo que está em nós e contra o que devemos lutar sempre.</li><li>Note que o racismo é algo tão presente em nossa sociedade que muitas vezes passa despercebido. Um exemplo é a ausência de pessoas negras numa produção cinematográfica – aí também está o racismo. Ou então quando, ao escutar uma piada racista, as pessoas riem ou silenciam, em vez de repreender quem a fez – e o silêncio é cúmplice da violência.</li><li>Aceite que ser antirracista é assumir uma postura incômoda. É estar sempre atento às nossas próprias atitudes e disposto a enxergar privilégios. Isso significa muitas vezes ser tachado de “o chato”, “aquele que não vira o disco”.</li><li>Entenda que é preciso deixar de lado expressões racistas como “ela é negra, mas é bonita” – que coloca uma preposição adversativa ao elogiar uma pessoa negra, como se um adjetivo positivo fosse o contrário de ser negra.</li></ul></li><li><strong>Transforme seu ambiente de trabalho</strong><ul><li>É preciso romper com a estratégia do “negro único”: não basta ter uma pessoa negra para considerar que determinado espaço de poder foi “dedetizado contra o racismo”.</li><li>Se você tem ou trabalha numa empresa, algumas questões que você deve colocar são: Qual a proporção de pessoas negras e brancas em sua empresa? E como fica essa proporção no caso dos cargos mais altos? Como a questão racial é tratada durante a contratação de pessoal? Ou ela simplesmente não é tratada, porque esse processo deve ser “daltônico”? Há, na sua empresa, algum comitê de diversidade ou um projeto para melhorar esses números? Há espaço para um humor hostil a grupos vulneráveis? Perguntas desse tipo podem servir de guia para uma reavaliação do racismo nos ambientes de trabalho.</li><li>Se a sua empresa está focada em quem cursou universidades de elite ou tem inglês fluente, isso pode significar que apenas pessoas privilegiadas poderão enviar seus currículos, pois sabemos que, no Brasil, estudar outro idioma ou fazer um intercâmbio não é acessível para todo mundo. Somente uma parcela privilegiada da sociedade tem acesso a isso.</li></ul></li><li><strong>Combata a violência racial</strong><ul><li>Os negros representam 55,8% da população brasileira e são 71,5% das pessoas assassinadas. Entre 2006 e 2016 a taxa de homicídios de indivíduos não negros (brancos, amarelos e indígenas) diminuiu 6,8%, enquanto no mesmo período a taxa de homicídios da população negra aumentou 23,1%.</li><li>Segundo dados da Anistia Internacional, a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil, o que evidencia que está em curso o genocídio da população negra, sobretudo jovens.</li><li>No Brasil, existem vários movimentos e organizações engajadas em combater abusos por parte do Estado, como a Iniciativa Negra, a Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio, o projeto Movimentos, o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outros. Há várias maneiras de apoiar o trabalho dessas pessoas, quer seja financeiramente, divulgando as iniciativas ou comparecendo a eventos e manifestações.</li></ul></li><li><strong>Seja antirracista!</strong> Duvide do status quo. Estude. Escute. Apoie. Seja a mudança que você deseja ver no mundo. Afinal, o antirracismo é uma luta de todas e todos.</li></ol><div>P.S. Essas dicas foram extraídas do livro <em>Pequeno manual antirracista,</em> da autora Djamila Ribeiro, editora Companhia das Letras. Quer ser mesmo um antirracista? Sugerimos a leitura completa do livro que traz exemplos, contexto histórico e argumentos sólidos para a sua transformação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.grupomulheresdobrasil.org.br/grupo-mulheres-do-brasil/o-que-e-e-como-eu-posso-ser-antirracista/" />
         <pubDate>2020-09-01 15:50:50 UTC</pubDate>
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         <title>Joice Berth                  (por: Victoria)  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Joice Berth é escritora, feminista negra, arquiteta e urbanista, formada pela Universidade Nove de Julho. Autora do livro O que é Empoderamento?, terceiro da coleção Feminismos Plurais. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 19:34:53 UTC</pubDate>
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         <title>Reinaldo Bulgarelli                        (por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Reinaldo Bulgarelli é  sócio-diretor, educador e atuo na área social desde 1978, sobretudo com direitos humanos. Coordenador da área de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Terceiro Setor do Programa de Educação Continuada na FGV/SP, professor da UNICAMP no Instituto de Economia – Curso de Especialização em Gestão da Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, do Instituto Palas Athena, Sustentare (Joinville) e Fundação Dom Cabral. Autor do livro Diversos Somos Todos trata de valorização, promoção e gestão da diversidade nas organizações – Editora de Cultura/2008. Foi membro do UNICEF, diretor da Fundação Projeto Travessia, diretor da Fundação BankBoston, diretor da Secretaria do Menor do Estado de São Paulo e um dos fundadores do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, em 1985. Foi indicado ao Prêmio Nacional de Direitos Humanos em 2002 por minha atuação na área da infância e adolescência. Recebeu o Prêmio África-Brasil em 2007 pela realização de ações afirmativas no campo das relações raciais e diversidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dialethoseventos.com.br/palestrante/1428/reinaldo-bulgarelli-racismo-genero-diversidade" />
         <pubDate>2020-09-02 14:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Epistemicídio                              (por Luca Van Der Voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/714989917</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Epistemicídio</strong> é um termo normalmente utilizado por Boaventura de souza santos desde o seu pela mao de alice " até as obras que se seguiram. Contudo, também tem sido muito utilizado por autores e autoras que analisam a influência da colonização europeia (branca) e do imperialismo capitalista sobre os processos de produção e reprodução da vida. O epistemicídio é, em essência, a destruição de conhecimentos, de saberes, e de culturas não assimiladas pela cultura branca/ocidental.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.almapreta.com/editorias/realidade/epistemicidio-a-morte-comeca-antes-do-tiro" />
         <pubDate>2020-09-02 14:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>apropriação cultural                     (por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715013510</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>apropriação cultural</strong> ocorre quando uma pessoa ou grupo social hegemônico em uma sociedade passa a reproduzir comportamentos, hábitos, vestuários, objetos, linguagens de grupos sociais marginalizados. Essa prática desinveste o significado sagrado ou político que esses últimos conferem aos elementos culturais, substituindo-os por outros significados, geralmente ligados ao entretenimento e à estética, promovendo o esvaziamento e colonização desses elementos sem, em contrapartida, gerar benefícios ao grupo que produziu aquela cultura.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/apropriacao-cultural.htm" />
         <pubDate>2020-09-02 14:46:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Virou regra? de Claudete Alves                           (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715017751</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro ''Virou regra?'', publicado por Claudete Alves em 2010, é mencionado pela autora como um exemplo do fato da solidão da mulher negra ter se tornado objeto de pesquisas acadêmicas. A obra, na verdade, é a tese de mestrado em Ciências sociais na PUC-SP da autora, com o tema mencionado O livro traz uma reflexão sobre o assunto e também aborda a subjetividade dessas mulheres face ao preterimento pelo homem negro, na cidade de São Paulo. Nos estudos que embasaram a produção, Claudete observou vários casais inter-raciais em vários espaços públicos e analisou depoimentos de 73 mulheres negras sobre matrifocalidade, relações familiares, vida amorosa, felicidade, solidão e também sobre a relação entre a etnia e a escolha do parceiro afetivo-sexual. Por meio de ''Virou regra?'', a autora procura mostrar a importância que têm os relacionamentos interpessoais íntimos, para o alcance de um nível satisfatório de qualidade de vida e o impacto da falta destes na autopercepção das mulheres pesquisadas sua solidão e sua dor.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books/about/Virou_regra.html?id=X5NLYgEACAAJ&amp;source=kp_book_description&amp;redir_esc=y" />
         <pubDate>2020-09-02 14:47:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>BLM/George floyd                      (por Luca van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715021728</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Black Lives Matter</em></strong> é um movimento ativista internacional, com origem na comunidade afro-americana, que campanha contra a violência direcionada as pessoas negras. O BLM regularmente organiza protestos em torno da morte de negros causada por policiais, e questões mais amplas de discriminação racial, brutalidade policial, e a desigualdade racial no sistema de justiça criminal dos Estados Unidos. Esse movimento ganhou força quando, no dia 25 de março de 2020 George Floyd foi assassinado em Minneapolis. Estrangulado por um policial branco  que ajoelhou em seu pescoço durante uma abordagem por supostamente usar uma nota falsificada de vinte dólares em um supermercado. Após sua morte, protestos  contra o racismo começaram a acontecer nos Estados Unidos e no mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52868252" />
         <pubDate>2020-09-02 14:48:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Todos antiracistas                      (por Luca Van der voo)</title>
         <author>lucavoo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715053025</link>
         <description><![CDATA[<div>A luta antirracista não é nova, tampouco cessou ou arrefeceu em algum momento, mas há fatos que a fazem recrudescer, ganhar notoriedade e visibilidade. A constatação de que é maior a vulnerabilidade das populações negras na pandemia de Covid-19 é uma delas; declarações racistas (conscientes ou não) outra; os casos de violência e morte por ação ou omissão outras. Porém nenhuma superou nos últimos tempos, em consequências práticas globais, a morte do norte-americanos George Floyd, negro, morto por sufocamento, aliás como tantos outros antes, frente a uma câmera, por um policial supremacista branco em Minneapolis, EUA. Voce nao precisa ser negro para ser antirracista. Quanto mais pessoas do mundo inteiro antirracistas, o planeta sera um lugar melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://amazoniareal.com.br/racismo-e-antirracismo-um-ano-de-tensoes-globais/" />
         <pubDate>2020-09-02 14:56:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferenças nos dados sobre violência entre as etnias  (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715548468</link>
         <description><![CDATA[<div>Como a autora apresenta, podemos observar diferenças marcantes entre negros e brancos em relação aos dados da violência no país. Isso fica evidente, por exemplo, no Atlas da Violência 2019, um relatório que nos apresenta todos os dados sobre violência e assassinatos no Brasil referentes ao ano de 2017. Foi registrado que 75,5% das vítimas de homicídios neste ano eram negras, ou seja, para cada indivíduo não negro assassinado em 2017, 2,7 negros foram mortos. Essas informações apontam um crescimento dessa divergência: em 2016, 71,5% dos assassinados eram negros. Outra informação que o Atlas trouxe foi que, no período de 2007 a 2017, a taxa de letalidade de negros cresceu 33,1%, enquanto a de não negros apresentou um aumento de apenas 3,3% e, já na variação do último ano, enquanto a taxa de não negros apresentou uma redução de 0,3%, a de negros cresceu 7,2%, dados alarmantes que nos mostram como o racismo está longe de desaparecer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.almapreta.com/editorias/realidade/atlas-da-violencia-2019-75-5-das-vitimas-de-homicidio-no-brasil-sao-negras" />
         <pubDate>2020-09-02 17:00:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O conceito de antirracismo (por Lívia Zarzur)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715665001</link>
         <description><![CDATA[<div>O antirracismo, principal conceito abordado e discutido no livro, se trata, formalmente, de qualquer sentimento, opinião ou sentimento de oposição ao racismo. A postura antirracista é aquela que escolhe, como estratégia de administração dos conflitos ocasionados pelo racismo, a colaboração; ela é tanto assertiva quanto cooperativa. Se trata de aprofundar o assunto para identificar as necessidades e interesses dos dois lados e encontrar uma solução satisfatória para todos os envolvidos, de forma que o indivíduo busca aprender com  os desacordos, olhar do ponto de vista do outro, procurar soluções e, acima de tudo, estar aberto a ouvir pessoas negras contando o que é ser uma pessoa negra no Brasil e no mundo hoje, e compreender como o sistema racista e escravocrata influencia diretamente a sociedade atual.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.grupomulheresdobrasil.org.br/grupo-mulheres-do-brasil/o-que-e-e-como-eu-posso-ser-antirracista/" />
         <pubDate>2020-09-02 17:30:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/715665001</guid>
      </item>
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         <title>Racismo </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/717640797</link>
         <description><![CDATA[<div><br>( Arthur Franca ) <br><strong>CAUSAS</strong> DO <strong>PRECONCEITO</strong>:<br><br>Crenças preconceituosas são sempre estereótipos negativos. Segundo Allport (1954) o <strong>preconceito</strong> é o resultado das frustrações das pessoas, que, em determinadas circunstâncias, podem se transformar em raiva e hostilidade.<br>No Brasil, as <strong>causas</strong> do <strong>racismo</strong> podem ser associadas, principalmente, à longa escravização de povos de origem africana e a tardia abolição da escravidão, que foi feita de maneira irresponsável, pois não se preocupou em inserir os escravos libertos na educação e no mercado de trabalho. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-03 12:33:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A violência contra a mulher negra. - Rafael Vaz</title>
         <author>rafaelvaz</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723647710</link>
         <description><![CDATA[<div> A violência domestica é alta com as mulheres negras. São vitimas de homicídio e feminicídio. A raca negra é vitima dessas historias macabras.<br> Segundo o IBGE dados de 2018 780 mulheres negras sofrem algum tipo de violência. <br> O padrão da mulher negra construindo ao longo dos seculos passados , vulnerabilizou a violência .A raca e a condição social ( preta x pobre ) facilitou e facilita ate hoje a situação que a negra vive. <br> Vários movimentos sociais estão em pauta para uma construção de laços de polipolaridade e comunidade para combater condição precárias da mulher negra no Brasil. O objetivo é oferecer mudanças na vida cotidiana desses mulheres com o auxilio do poder publico.<br> Felizmente atualmente a mulher negra se movimenta mudando a estrutura da sociedade , só assim haverá em rearranjo da sociedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://azmina.com.br/especiais/entre-machismo-e-racismo-mulheres-negras-sao-as-maiores-vitimas-de-violencia/" />
         <pubDate>2020-09-06 21:25:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Violência contra o negro- Rafael Vaz</title>
         <author>rafaelvaz</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723679788</link>
         <description><![CDATA[<div> Segundo dados do IBHGE 45% dos homicídios ocorrem com os negros. Para uma sociedade XXI o índice é preocupante. <br> Os Jovens negros são vitimas dessa violência absurda 58% de jovens entre 15 a 25 anos são assassinados no pais.<br> A desigualdade social por cor e Raca no Brasil é assustadora , taxas de imortalidade de negros não recuam.<br> As condições são precárias de parar essa população negra e pobre.<br> Mais uma vez essa desvantagem ;e de origem histórica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/brasil/ibge-populacao-negra-e-principal-vitima-de-homicidio-no-brasil/" />
         <pubDate>2020-09-06 22:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ser antirracista - Rafael Vaz</title>
         <author>rafaelvaz</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723695283</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de reeducação da sociedade depende de nos. As mudanças só virão acontecer se queremos mudanças.<br>É necessários entender sobre o assunto e iremos conseguir mudanças quando a causa e consequências foram entendidas. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.grupomulheresdobrasil.org.br/grupo-mulheres-do-brasil/o-que-e-e-como-eu-posso-ser-antirracista/" />
         <pubDate>2020-09-06 22:44:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723695283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Casa-Grande e Senzla                  (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723740283</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O livro "<em>Casa Grande e Senzala</em>", do sociólogo Gilberto Freyre, foi lançado em 1933.<br><br></div><div>Nesta obra, Freyre discute a formação da sociedade brasileira a partir de temas como a comida, arquitetura, hábitos, sexualidade, vestimentas, etc.<br><br>Nos Estados Unidos, a escravidão gerou duas populações, uma negra e outra branca, separadas legalmente. Já no Brasil, isso não ocorreu devido à flexibilidade do português católico tinha em relação ao negro e ao indígena.<br><br></div><div>Precisamos lembrar que Freyre foi educado em colégios americanos no Recife, cursou a universidade nos Estados Unidos e ali morou por dez anos. O sociólogo ficou horrorizado com a separação legal entre negros e brancos que vigorava neste país e refletiu esta surpresa nas páginas de sua obra.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todamateria.com.br/casa-grande-e-senzala/" />
         <pubDate>2020-09-06 23:46:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723740283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Violência Racial                       (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723756362</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dados estatísticos de mortalidade por homicídios vêm ocupando destaque nas discussões sobre violência no Brasil. O tema é foco de análises e debates em instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil e pela sociedade em geral, que procura refletir sobre o fenômeno que ceifa vidas de brasileiros, cada vez mais cedo. Homens jovens, particularmente da raça negra e dos centros urbanos, são as principais vítimas de homicídios. <br><br>Os dados registrados pela série documental Mapa da Violência: os jovens do Brasil , revelam que nossas taxas de homicídios são elevadas e tem como principal vítima a população do sexo masculino pertencente a raça negra. Negros é o grupo racial brasileiro mais vulnerável à morte por homicídios. O estudo aponta que no ano de 2004, a taxa de vitimização desse grupo foi de 31,7 em 100 mil negros, enquanto para a população branca foi de 18,3 homicídios em 100 mil brancos. A população negra teve 73,1% de vítimas de homicídio a mais do que a população branca (WAISELFISZ, 2006, p.58).<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/violencia-racial-uma-leitura-sobre-os-dados-de-homicidios-brasil/" />
         <pubDate>2020-09-07 00:04:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sueli Carneiro                            (por Filippo Cafaro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/723759487</link>
         <description><![CDATA[<div>Sueli Carneiro é doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra – primeira organização negra e feminista independente de São Paulo. Teórica da questão da mulher negra criou o único programa brasileiro de orientação na área de saúde física e mental específico para mulheres negras, onde mais de trinta mulheres são atendidas semanalmente por psicólogos e assistentes sociais.<br><br></div><div>Em 1988 foi convidada a integrar o Conselho Nacional da Condição Feminina, em Brasília. Após denúncias de um grupo de cantores de rap da cidade de São Paulo, que queriam proteção porque eram vítimas frequentes de agressão policial. Ela decidiu criar em 1992 um plano específico para a juventude negra, o Projeto Rappers, onde os jovens são agentes de denúncia e também multiplicadores da consciência de cidadania dos demais jovens.<br><br></div><div>A filósofa também é autora da obra Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil que traz uma abordagem crítica dos comportamentos humanos e apresenta os principais avanços na superação das desigualdades criadas pela prática da discriminação racial – indicadores sociais, mercado de trabalho, consciência negra, cotas, miscigenação racial no Brasil, racismo no universo infantil, obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas públicas do País, entre outros.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/sueli-carneiro/" />
         <pubDate>2020-09-07 00:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gilberto Freyre                      (Matheus)</title>
         <author>matheusleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gilberto Freyre foi um escritor dedicado à ensaística da interpretação do Brasil sob ângulos da sociologia, antropologia e história, além de ter sido autor de ficção, jornalista, poeta e pintor, considerado um dos mais importantes sociólogos do século XX, e foi ele que escreveu o livro Casa-Grande &amp; Senzala que foi citado no livro que estamos lendo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/gilberto-freyre.htm" />
         <pubDate>2020-09-07 20:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carla Akotirene                        (Matheus)</title>
         <author>matheusleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725425594</link>
         <description><![CDATA[<div>Carla Akotirene  é militante, teórica e autora no tema feminismo negro brasileiro junto com Djamila Ribeiro, Sueli Carneiro, entre outras, sendo várias delas também citadas no livro, mostrando até algum de seus argumentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/tag/carla-akotirene/" />
         <pubDate>2020-09-07 20:53:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Claudete Alves                           (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725512872</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida na cidade de Londrina, PR, Claudete Alves da Silva, é uma politica e autora brasileira. Tem tido participação importante na luta contra o racismo no Brasil. Durante seus tempos como vereadora na cidade de São Paulo, propôs o feriado do Dia Nacional da Consciência Negra no dia 20 de novembro, mais tarde aceito. Também produziu diversas obras a respeito do racismo no Brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Claudete_Alves" />
         <pubDate>2020-09-07 22:31:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gilberto Freyre (por João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gilberto Freyre (1900-1987), foi um importante sociólogo brasileiro, levando em conta que fez uma obra inteiramente dedicada as relações sociais no período colonial brasileiro. Na época, era comum pensar que uma pureza social era boa para a sociedade, porém, Gilberto pensava diferente, dizia que a miscigenação era positiva.<br>Gilberto nasceu na cidade de Recife, em Pernambuco.<br>Gilberto foi estudar sociologia nos Estados Unidos, pois no Brasil este curso só veio a existir em 1933.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 22:40:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estereótipo racial (por João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725531472</link>
         <description><![CDATA[<div>Como mostrado no livro pelo exemplo do irmão de Djamila, existe um esteriótipo com os negros ao realizar diversos tipos de atividades, no caso do irmão da escritora, ele era músico, tocava trompete em orquestras, porém sempre que dizia ser músico, era questionado se tocava pandeiro ou instrumentos relacionados ao pagode e samba. <br>Esse preconceito existe nas mais diversas atividades, como por exemplo, um negro jornalista ser aplaudido por algo bem corriqueiro, escrever um e-mail, ou o fato de um negro tirar uma nota maior que um branco significar que na verdade, o professor gosta mais do negro e não por que o negro era mais inteligente, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 22:53:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O negro&#39;&#39; (João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725539864</link>
         <description><![CDATA[<div>Como diz Grada Kilomba no texto, o racismo foi gerado pelos brancos, tendo em conta que na época em que se originou, ser branco era um privilégio, e você seria de uma classe superior por conta de sua pele.<br>Grada Kilomba explica, que os povos negros existiam em etnias, culturas diferentes, idiomas diferentes, até que a branquitude juntou todos esses povos diferentes em um, ''o negro''.<br>O povo branco ignorou suas culturas, suas origens, suas religiões, e juntou todos em um, apenas para dizer que era superior, e com isso, qualquer negro no mundo, mesmo sendo diferente de outra pessoa negra, falando outra língua, acreditando em outra religião sofria também de racismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 23:02:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MULHERESEMPRISAO                 (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725550168</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma instituição controlada pela organização não governamental ITTC (Instituto Terra, Trabalho e Cidadania). Tem como missão erradicar quaisquer desrespeitos contra os direitos das mulheres. Um de seus principais focos é lutar contra o encarceramento desenfreado de mulheres, que na maioria das vezes, não deveriam ser presas.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://mulheresemprisao.org.br/" />
         <pubDate>2020-09-07 23:14:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Cláudia Lemos Pacheco (João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Cláudia Lemos Pacheco, autora do livro <em>Mulher Negra: Afetividade e solidão, formada em bacharelado e em licenciatura em Ciências Sociais.<br>Participou de movimentos negros, sua obra, Mulher Negra: Afetividade e solidão, conta como mulheres negras são sexualizadas, ''brancas para casar, mulatas para f.... e negras para batalhar''.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 23:22:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mensagem final do livro               (Daniel Fagundes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725578988</link>
         <description><![CDATA[<div>No último capitulo do Manual, Djamila, relembra nossas principais missões para combater o racismo. Para combatermos esse mal que ataca nossa sociedade, devemos sempre estar ativos, indo contra qualquer atitude racista cometida. Devemos, também, compreender o funcionamento da sociedade racista brasileira, entendendo nosso papel na luta. Pessoas brancas também devem participar, principalmente ao entender e lutar contra seus próprios privilégios.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-07 23:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carla Akotirene (João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725581376</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma escritora, militante, teórica e ativista no tema feminismo negro, tendo feito obras sobre, e citada no texto por algumas de suas frases nessa batalha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 23:41:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vamos ser antirracistas (João Ricardo)</title>
         <author>joaoricardo2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725614222</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo final do livro é nos informar sobre o racismo em todo território brasileiro, assim como nos mostrar como os negros sofrem por conta do racismo, e como podemos ajudar essa causa, e acabar com esse preconceito nojento criado pelos seres humanos menos desenvolvidos do passado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-08 00:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O estupro na escrivadão (João Pedro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725672924</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas embarcações negreiras as mulheres negras eram vítimas de estupro dos oficiais e marinheiros que abusavam de seu poder, aproveitando da situação de estarem indefesas (já que o compartimento de escravos homens e mulheres eram separados) e de literalmente serem posse deles já que eles não eram considerado como humanos, mas sim como produtos. No fim podemos ver que não se passava apenas nos navios mas antes de partirem onde os oficiais poderiam se ¨divertir¨ já que ela lhe serviria 'na mesa e na cama , assim com cada um deles podendo escolher uma escrava.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.em.com.br/app/noticia/pensar/2019/12/06/interna_pensar,1106156/novo-livro-de-laurentino-gomes-descreve-os-horrores-da-escravidao.shtml" />
         <pubDate>2020-09-08 00:42:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A justiça deveria ser igual a todos (João Pedro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725732638</link>
         <description><![CDATA[<div>A desigualdade não está apenas nas ruas com os policiais mas também nos grandes tribunais onde diversos casos de injustiça ocorrem. Nosso método jurídico ele se mostra falho não pela forma que é estruturada mas pelas pessoas que fazem parte  dele, um exemplo claro de injustiça foi a condenação de 14 anos a Natan Vieira da Paz tendo como motivo de prisão o fato dele ser negro.  Infelizmente vemos todos os dias tais coisas absurdas ocorrerem, ou pior vemos diversos casos sendo ignorados e jogados no vasto esquecimento.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/08/14/crime-sem-solucao-motiva-criacao-de-instituto-para-ajudar-negros-na-justica.htm" />
         <pubDate>2020-09-08 01:15:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>¨Não basta não ser Racista, temos que ser antirracista¨ (João Pedro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/725873151</link>
         <description><![CDATA[<div>Não existe sentença que descreva melhor esse livro do que ¨Não basta não ser Racista, temos que ser antirracista¨, essa famosa frase já foi dita por diversas celebridades como: Negra li, Bia Ferreira e etc... Não é coincidência o do porque se tornou tão forte e presente, já que uma vez em que um grupo sofre uma desigualdade isto apenas poderá  acabar se todos lutarem juntos, isto é respeitar o outro e o lugar dele com individuo evitando todo tipo de desrespeito, no entanto não adianta fazer comentários antirracistas apenas para ter ¨likes¨ mas sim porque é algo urgente e quanto mais pessoas são antirracistas, mais podemos afetar e mudar por fim essa sociedade tão intolerante que acredita ser diversa. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.jj.com.br/politica/atos-antirracistas-reacendem-a-importancia-do-ativismo-social/" />
         <pubDate>2020-09-08 02:33:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>encerrado</title>
         <author>gisagasparotto2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/727265601</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-08 14:12:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768062639</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo no mercado de trabalho.</div><div>No Brasil, historicamente, as causas do racismo estão ligadas ao longo período de escravidão dos povos de origem africana, e à abolição tardia dessa prática, que foi também mal feita, <strong>pois não se preocupou em inserir os negros no mercado de trabalho, deixando-os à margem da sociedade, fatos que constam no livro ''Manual Antirracista'' de Djamila Ribeiro com ideias muito bem desenvolvidas.</strong></div><div>A população negra enfrenta muitas dificuldades na progressão de carreira, na igualdade de salários, e são os mais vulneráveis ao assédio moral no ambiente de trabalho. <strong>O professor Cleber Santos Vieira, da Universidade Federal de São Paulo, que é mebro da Associação Brasileira de pesquisadores negros, apontou que a maior descriminação frequente no trabalho é o questionamento da capacidade do negro de desempenhar tarefas mais complexas, mesmo que este profissional seja capacitado para tais funções.</strong></div><div>No livro ''Manual Antirracista'', Djamila Ribeiro afirma que, historicamente a <strong>branquitude</strong> desenvolveu métodos de manutenção do que seria politicamente correto em relação a pauta racial e à reserva de espaço para o ''negro único''.  Uma pesquisa do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), apontou que pessoas negras não somam 1%  entre advogados e sócios de escritórios de advocacia.</div><div><strong>A herança</strong> escravista faz com que o mundo do trabalho seja particularmente racista, o que também o torna um dos espaços em que a luta antirracista pode ser mais transformadora.  Para fazer uma reavaliação do racismo nos ambientes de trabalho é importante perceber, qual é a proporção de pessoas negras e brancas na sua empresa ou onde <strong>você</strong> trabalha?  Como a questão racial é tratada durante a contratação de pessoal? <strong>Introduzir essas questões na sua empresa,ou a que trabalha, contribui para um ambiente mais diverso, democrático e produtivo.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-22 13:35:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como se engajar na luta antirracista no Brasil?</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768063452</link>
         <description><![CDATA[O racismo é uma agrura social. Mesmo após anos da abolição da escravidão, os negros ainda são julgados pela sua cor, esse preconceito ocorre no emprego, em escolas, lojas, e às vezes até mesmo em casa, e para que se encerre definitivamente, devemos nos juntarmos as práticas antirracistas. No livro “Pequeno Manual Antirracista” de Djamila Ribeiro, é discutido vários fatores racistas que a sociedade possui, e como nós podemos lutar contra isso. Mas para estarmos hábeis a se juntar a causa, devemos compreender o papel que o racismo ocupa em nossa sociedade.

Primeiramente, devemos analisar o locus social no mundo, ou seja, o lugar que o negro ocupa na sociedade. Se formos analisar os cargos que os negros ocupam em uma cidade, já veremos esse locus. Os negros ocupam cargos muito menores que os brancos, dificilmente vemos negros como gerentes de banco, ou donos de empresa e isso se deve ao racismo na hora de contratar um negro. Com isso, devemos lembrar que o Brasil foi a última nação ocidental a abolir a escravidão, com a Lei Áurea, de 1888, contudo, essa lei não garantiu um lugar para os negros na sociedade, apenas proibiu o uso da mão escrava, e foi a partir daí que se iniciou esse locus social. No livro, “Racismo Estrutural”, de Silvio Almeida, é retratado o racismo que está nas “fundações” da sociedade, o qual está muito ligado ao locus social. Silvio fala sobre o “racismo infiltrado”, ou seja, o racismo que não vemos. Ele diz que o racismo faz parte da estrutura da sociedade, é um preconceito que está enraizado em nossos cérebros, por isso é algo fatigante de ser combatido.

Ademais, existe o “racismo despercebido”, em termos mais leigos, “ser racista sem querer”. Costumamos a utilizar diversas frases em nosso dia a dia que são racistas, por exemplo: “está vendo aquele ‘negão’ ali?” ou “você é um negro de alma branca”, todas essas frases podem ser consideradas racistas. Djamila, em seu livro, comenta sobre esse tipo de racismo, ela argumenta que esse racismo não está apenas na forma de nos comunicarmos, mas também em tudo que fazemos, por exemplo: quando estamos caminhando na rua, e vemos um negro encapuzado vindo em nossa direção, nós automaticamente mudamos de lado na rua, e isso se deve ao “racismo estrutural” comentado no último parágrafo.

Fica evidente, portanto, que a sociedade tem muito a melhorar ainda e podemos nos engajar na luta antirracista hoje, entretanto é um dever do Ministério da Justiça garantir a igualdade, com políticas mais igualitárias que julgam o réu de forma igual, sem julgar pela cor ou raça, e também do Ministério da Educação garantir a conscientização dos estudantes através de livros ou eventos didáticos. Dessa forma, a sociedade terá um futuro mais próspero, onde pessoas são pessoas, independente de sua cor ou raça.]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:35:28 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os princípios da luta contra o racismo</div><div>O racismo é algo que infelizmente está entre nós há décadas, como na época dos escravos, e até hoje, nas ruas, escolas, bares e outros locais. O livro "Pequeno Manual Anti Racista" de Djamila Ribeiro, apresenta fatos muito interessantes sobre racismo, e outras curiosidades e características da cultura afrodescendente, e o posicionamento da autora Djamila e de outros influenciadores do movimento contra o racismo sobre como esse preconceito pode afetar os outros e sua opinião sobre os preconceituosos. Pessoas como Kathleen Cleaver, Grada Kilomba e Audre Lorde, estão citadas no livro, cada um com sua opinião sobre o assunto dada.</div><div>O feminismo negro é um assunto importante abordado em um dos capítulos do livro de Djamila, como todos sabem, o feminismo é um movimento com o intuito de fazer com que as mulheres sejam melhores reconhecidas na sociedade, com os mesmos direitos que os homens, e principalmente, a luta contra o machismo. O feminismo negro é composto principalmente por mulheres negras onde elas lutam não só contra o machismo e o direito das mulheres, mas também contra o racismo no Brasil e em todo mundo. No século XX, as mulheres negras entendiam que a discriminação era algo que afetava homens e mulheres da mesma medida, ou seja, com características meramente semelhantes. O feminismo negro foi muito importante ao trazer a discriminação de gênero para o centro das discussões sobre preconceito.</div><div>O livro "Casa-grande &amp; senzala", de Gilberto Freyre trata-se sobre o rascismo no período colonial e outras vertentes do preconeito, essa obra possuí trecho citados no livro de Djamila, que foram usados de inspiração para a autora concluir sua opinião em forma de livro. A obra de Gilberto Freyre apresenta a formação de povos do nosso país, pela mistura de diversas culturas, e o começo do racismo. O racismo começou no período colonial, onde os Europeus obrigavam os negros a realizarem trabalhos forçados sem obterem lucros. As pessoas associavam os qualquer pessoa negra como escravo, que influenciou o início do racismo e está indiretamente ligado ao racismo que está presente nos dias de hoje.</div><div>O racismo ainda é muito presente atualmente. Muitas pessoas de todas as idades sofrem muito devido a esse preconceito. A falta de ética e de respeito das pessoas gera a realização dessa discriminação. Para o racismo acabar ou pelo menos diminuir drasticamente, é preciso mostrar para as pessoas a falta de ética que elas estão cometendo fazendo elas entenderem que todos os seres humanos são iguais, fazendo os preconceituosos entenderem que ninguém é melhor que ninguém por causa da cor da pele da pessoa. Com várias organizações, e ensinos em escolas sobre o assunto, aos poucos as pessoas vão entendendo o mal que o racismo pode O racismo ainda é muito presente atualmente. Muitas pessoas de todas as idades sofrem muito devido a esse preconceito. A falta de ética e de respeito das pessoas gera a realização dessa discriminação. Para o racismo acabar ou pelo menos diminuir drasticamente, é preciso mostrar para as pessoas a falta de ética que elas estão cometendo fazendo elas entenderem que todos os seres humanos são iguais, fazendo os preconceituosos entenderem que ninguém é melhor que ninguém por causa da cor da pele da pessoa. Com várias organizações, e ensinos em escolas sobre o assunto, aos poucos as pessoas vão entendendo o mal que o racismo pode gerar, que não é uma simples brincadeira. Desse jeito, o rascismo pode diminuir aos poucos em larga escala.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:35:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo e a luta antirracista<br><br><br></div><div>Você tem alguma noção da desigualdade racial existente no mundo em que vivemos? Do quão recorrente se tornaram as "piadinhas" referentes a cor de pele?  Segundo o IBGE, mais da metade da população brasileira é negra, sendo que a mesma, em sua maioria, compõe os 10% mais pobres de todo o páis, e também,  a maior parte dos indivíduos mortos por ano, sem contar com o trágico passado escravista que sofreferam, haja vista que enfrenteram mais de 3 séculos de escravidão, epidemias de homicídios, e outros desastres que os atingem até os dias de hoje em diversos âmbitos de suas vidas.</div><div>Através desses fatores, passaram a surgir, por exemplo no Brasil em 1931, movimentos e lutas  pelos direitos da população negra, ou seja, as tais lutas antirracistas, que visam diminuir as diferenças ainda existentes entre os negros e brancos. As lutas estão ganhando visibilidade com o passar dos anos, como é o caso do movimento internacional "Black Lives Matter" iniciado em 2013, e  o próprio livro da Djamila Ribeiro, "Pequeno manual antirracista", que nos nos motiva a fazer parte da causa, e nos mostra o quão importantes e significativos somos na busca por uma solução, isso então, através de seus chocantes capítulos, como é o caso do terceiro (Negritude) em que temos um exemplo de guerra e superação de Angela Davis, americana, filósofa, escritora e ativista, que defende e luta pelas mulheres negras desde os anos de 1960.</div><div>Seguindo por este caminho, podemos analisar o último capítulo do livro (Sejamos todos antirracistas) que nos indica e nos prova, através de dados e argumentos a fundamentalidade do engajamento de todos no tal assunto e de que devemos nos responsabilizar por tudo que acontece. Ficar quieto ao se depararar com um ato racista, seja ele verbal, ou até mesmo fisicamente violento, deixar de se posicionar, realizar simples "brincadeirinhas" pejorativas, ou, apoiar um caso de preconceito, mesmo que o tal ocorra em sua vida pessoal, dentro de sua residência, é não ser antirracista, e portanto, é de maneira indireta, espalhar e disseminar o racismo por toda a parte.</div><div>Para concluir, é necessário então enfatizar novamente, que nos deparamos cotidianamente com dados catastróficos, como, com o fato de muitos negros não possuírem um nível superior completo pela dificuldade que encontram em conquitar um simples diploma escolar por exemplo, e precisamos assim, fazer algo para melhorar esta situação, e para que assim, levemos todos uma vida plena. Devemos começar em casa e nas escolas, propondo rodas de conversas entre os alunos e familiares, nos policiando de pensamentos aparentemente "inocentes" e alertando aqueles que são próximos de nós, precisamos acompanhar e fazer parte de movimentos em plataformas on-line, tais como de maneira presencial, além de pressionarmos o governo e exigir que haja maiores punições no descumprimento antirracista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:35:35 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[No livro Pequeno Manual Antirracista de Djamila Ribeiro no capitúlo ¨Reconheca os privilegios da branquitude¨, fala sobre o privilegio das passoas brancas.

O brasil conta com mais de 56% de negros e nem metade desse número se encontra com os mesmos privilegios das pessoas brancas. Um dos principais privilegios dos brancos é a maior ocupacão nos melhores empregos (no mercado de trabalho).

Outro privilegio que a maioria das pessoas negras não possuem, é uma melhor opcão de escolaridade. Segundo o G1 a porcentagem de negros em escolas particulares é baixa.

As empresas de trabalho mais importantes como Google, Amazon, entre outras, deveriam abrir um setor de emprego apenas para pessoas negras, para elas poderem ter a mesma chance de garantir um cargo no mercado de trabalho. Diversos negros perdem seu cargo por simplesmente o dono da impresa achar que um branco tem uma capacidade melhor que um negro. Essa proposta não tem a intencão de privilegiar mais os negros e sim de equilibrar  a porcentagem de negros e brancos no mercado de trabalho.]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>A urgência do Antirracismo</title>
         <author>joaomachado6</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Não se a dúvida de que o mundo sofre de diversas desigualdades e dentre muitas uma das mais tristes é o racismo. A música "hold on just a little while longer" de Cleophus Robinson Jr aborda este assunto mostrando que mesmo com sua etnia sendo silenciada, depredada e morta eles nunca irão desistir de lutar por uma vida digna. Mesmo esta musica sendo dos anos 80 ela continua muito presente, onde cada dia vemos a desinformação e a desigualdade mais aparente nesta sociedade tão segregada.</div><div>O principal fator que alimentam esse mal da sociedade não é apenas a apatia mas também a censura que essa minoria sofre ao ser ignorada e escondida do resto da população, ao se depararem com esse silenciamento, diversos movimentos que buscam por igualdade foram criados como os:"Panteras Negras", ou até mesmo a luta pelos direitos civis que geraram o icônico discurso "I Have a Dream". Como qualquer movimento que busca mudança sempre haverá um grupo contrario, vemos isto presente com o recente "Black Lives Matter" onde diversas pessoas mostrar ódio e incompreensão ao não entender que não era apenas um estrelismo barato, mas sim um ato que busca por mais igualdade.</div><div>A grande discussão que vivenciamos é a repeito do fato de termos que ser obrigatoriamente antirracistas e não apenas o fato de não ser racista, como é abordado no livro "Pequeno Manual Antirracista" de Djamila Ribeiro. Essa frase não pode estar correta ao vermos que quase toda a parte que tem poder é majoritariamente branca mesmo no Brasil onde o percentual negro é de 55%. Isso então nos mostra que esse grupo não causa efeito por si só e que é papel da maioria se juntar a causa para atingir pessoas que antes nunca teriam escutado.</div><div>Vendo isto cabe as escolas abordarem fortemente o grande risco que o racismo é a nossa sociedade. Também podemos aumentar a diversidade nas escolas e faculdades com cotas, pois os alunos irão conviver com grupos de vivências diferentes, o que de incio causará um choque, no entanto, além de promover uma maior igualdade também fará com que as pessoas que não fazem parte deste grupo tenham uma visão mais plural e aberta o que ajudará ao engajamento antirracista, vale apena lembrar que este modo de diversividade teve resultados extraordinários na Finlândia que é a numero em educação no mundo .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:36:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Movimento antirracista</div><div>O racismo começou a surgir por volta do século XV após uma pesquisa cientifica afim de elaborar doutrinas raciais. Porém, tempo depois, essas doutrinas raciais passaram a se tornar uma justificativa para o imperialismo europeu e colonização do continente africano. E essa ideia de superioridade racial passou a se espalhar pelo mundo, como, por exemplo na áfrica do sul criaram politicas com o intuito de menosprezar os negros e o mesmo ocorreu nos Estados Unidos, que ficou conhecido como apartheid, ou seja, “vidas separadas”. E mesmo após mais de 500 anos ainda existem restigios desse movimento racista, porem atualmente ele passa a ser velado, ou seja, as pessoas dizem não serem, mas tem atitudes e pensamentos racistas.</div><div>O movimento antirracista sempre existiu, porém, especificamente esse ano, ele ganhou mais força após a morte de George Floyd após uma ação policial em Minneapolis. Apos o ocorrido o movimento de Black Lives Matter ganhou muito enfoque e iniciaram-se uma proporção de manifestações com o intuito de expressar a insatisfação da população negra perante o movimento racista. Mas não  são  só os negros que abracaram o movimento já que o caso teve uma repercussão global.</div><div>Muitas pessoas são contra o movimento antirracista, mas não sabem como "lutar" contra ele. Não é preciso ir a uma manifestação ou colocar fogo em carros, ou quebras lojas para mostrar que nao concordamos com algo.  Ser antirracista, antes de tudo, é reconhecer privilégios, é não se omitir diante das injustiças.</div><div>Podemos começar por atitudes simples e muito presentes no cotidiano, como evitar as piadas racistas, muito comum por grande parte das pessoas, mesmo aquelas que dizem ser antirracistas.  Além disso, existem também  as expressões racistas que devem ser excluídas do nosso cotidiano como "mulata", "criado mudo", "fazer nas coxas". Podemos também apoiar as cotas raciais que tem intuito de criar oportunidades para negros adentrar em universidades.  Além disso, nas escolas, onde as crianças aprendem os ensinos básicos, é preciso que passem a existir conversas e aulas como intuito de ensinar que a cor da pele de uma pessoa nao muda o intelecto dela e muito menos torna ela mais desprezível que uma pessoa branca, já que somos todos iguais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:36:17 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento antirracista</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao estudar a história Brasileira, é evidente alguns pontos históricos importantes para o que hoje nos conhecemos como o racismo, que alguns anos atrás eram dito como comércio ou a escravidão, por exemplo: no livro “Pequeno Manual Antirracista” da Djamila Ribeiro foi  citado a famosa revolta da chibata, que marinheiros brancos com superioridade de cargo, usavam seu poder para punir marinheiros negros que desobedecessem ou fizessem algo errado, já buscando uma verdade mais recente, é fato quando se diz que um negro(a) tem uma maior dificuldade em buscar ter um diploma/emprego ou que consiga um cargo maior na empresa, por que já está embutido na mente da maioria das pessoas que o negro é mais de trabalho físico e que o branco geralmente é mais intelectual, mas isso se deve a história de nosso país, onde negros sempre tiveram menos oportunidades.</div><div>Muitos anos atrás Martin Luther King disse “Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de pele” e desde então o mundo vem aumentando a luta contra o racismo, já que ele foi uma grande inspiração, tanto que hoje o ato de cometer racismo é considerado um crime. E ele é a prova de que um negro pode ser um intelectual, a cor da pele não definia isso, não define e não definirá, mas é claro que o racismo ainda exista no mundo e sempre irá existir, é inevitável.</div><div>Como prova de que a desigualdade social entre brancos e negros ainda é absurda, um estudo do IBGE mostra que mais da metade da população negra, tendo em mente sua idade, deveria estar em uma universidade, porém, estão no ensino fundamental, no entanto, somente 26% dos brancos estão na mesma situação, e isso mostra o desequilíbrio social de nosso país, onde brancos tem uma vantagem clara no mercado,  tanto que em escolas particulares, em grande maioria não tem nem professores ou alunos negros, e quando têm um negro presente, é a faxineira, a moça da cantina, entre outros trabalhos que podem se dizer “mais simples ou menos lucrativos", mas que deveriam ser muito respeitados.</div><div>Tendo isso em mente, precisamos lutar contra o racismo e evitar que ele se expanda, a sociedade como um todo poderia criar ONGs, qualquer um que tenha um conhecimento bom sobre o assunto pode conversar com quem for racista e discutir com ele, e tentar mudar a opinião do mesmo, debatendo, explicando, incentivando o próximo a participar da causa. E em escolas privadas como o Colégio Mater Dei poderia ser trabalhado o movimento antirracista através de palestras ou aulas voltadas pro assunto e em casa os pais deveriam ensinar o mesmo as crianças, assim com certeza todos os males racistas podem ser impedidos ou reduzidos, pessoas mudariam sua opiniões e poderiam participar da causa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:36:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não podemos negar que o mundo enfrenta um forte preconceito racial, principalmente com os negros. Atos e relatos dessa natureza acontecem ao redor do mundo todos os dias, sendo na internet ou pessoalmente, gerando muitas polemicas e revoltas, mas a pergunta que não quer calar é: "como se engajar na luta antirracista?" Primeiramente, devemos entender que o racismo não é implantado naturalmente logo quando a pessoa nasce, mas sim implantado em torno da nossa convivência, amigos e educação familiar, sendo assim, nós, cidadãos do Brasil com auxilio do governo brasileiro, deveriamos trazer instruções e treinamentos antirracistas nas escolas desde pequeno, sendo assim, aprender a lidar e observar o outro com empatia e visão de mundo histórica. Com ajuda da internet e da tecnologia, as coisas podem ser melhores, tendo campanhas de marketing e hashtags de força contra essas ações, expandindo esse efeito ao redor das pessoas e fazendo com que elas fossem atrás de buscar esse conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>O crescimento do racismo nos dias atuais</title>
         <author>otaviosantos2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo é um grande problema enfrentado pela população negra há muito tempo, e nos últimos anos ouvimos falar muito mais sobre ele, que vem crescendo mais a cada dia. Muitos movimentos  e protestos estão sendo feitos para tentar combater o racismo, como o ´´Black Lives Matter``, que ganhou muita força nesse ano de 2020, com a morte do americano George Floyd, após uma abordagem de um policial branco. A democracia racial como é mencionado no livro <strong>Pequeno Manual Anti Racista </strong>da Djamila Ribeiro é um conceito que deveria ser muito mais válido em nosso país, para assim tentarmos combater cada dia mais o racismo.</div><div>O movimento Black Lives Matter fundado em 2013, após uma violência policial contra pessoas negras na cidade de Los Angeles, ganhou muita força neste ano após a morte do americano George Floyd, no qual muitas pessoas saíram às <strong>ruas</strong> protestando em busca de justiça. O objetivo desse movimento é combater a violência <strong>as </strong>pessoas negras<strong>, e f</strong>azer com que os outros tenham uma visão <strong>melhor </strong>sobre o que é o racismo, e o <strong>mau</strong> que ele pode causar.</div><div><strong>Outro </strong>tema muito importante é a democracia racial no qual se refere <strong>a</strong> igualdade das pessoas <strong>idependente</strong> da sua raça<strong>, e </strong>defende os direitos iguais de toda a população. Porém <strong>mesmo</strong> com as condenações das práticas racistas e o fim da escravidão <strong>esse </strong>movimento ainda <strong>e</strong> inexistente no Brasil, pois <strong>constantemente </strong>enxergamos uma grande diferença que separa a população negra e os <strong>idígenas</strong> dos povos brancos.</div><div><strong>Para tentarmos combater o racismo devemos procurar nos informar mais sobre ele. As escolas de todo o país também deveriam dar aulas sobre o assunto para que as crianças desde pequena aprenda a combater o racismo, e a não praticar um ato racista. E outro ponto muito importante é os governos estaduais apoiarem os movimentos anti racistas, para que</strong> <strong>assim possamos acabar com o racismo e viver em um mundo no qual possa haver a democracia racial.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Antirracismo: nossa maior arma contra o racismo</title>
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         <description><![CDATA[<div>'Não há crime maior do que destituir um humano da sua própria humanidade, reduzindo-o a condicão de objeto', Simone de Beauvoir. Essa afirmação da revolucionária francesa representa a realidade de muitas pessoas, ainda hoje, no mundo inteiro. E um dos maiores grupos que sofre com isso desde a chegada dos europeus na África são os negros, que dia após dia enfrentam preconceito pela cor da sua pele. Além do racismo explícito, observado em xingamentos e violência, existe outro ainda mais difiícil de combatermos: o racismo estrutural.</div><div>Muitos podem dizer que não são racistas, já que não discriminam pessoas de outras etnias. Porém, esse preconceito faz parte da construção da nossa sociedade. Primeiramente, os dados comprovam isso: no terceiro trimestre de 2019, 64% dos 13 milhões de desempregados no Brasil eram negros. A renda domiciliar per capita média dos brancos brasileiros é maior que o dobro daquela dos negros. Em seguida, podemos observar isso no nosso cotidiano: com que frequência vemos pessoas negras em cargos altos de grandes empresas? Por outro lado, a grande maioria dos empregados reponsáveis pela limpeza por exemplo são afrodescendentes.  A história do nosso país carrega essa desigualdade: os africanos chegaram aqui escravizados, produtos sem qualquer direito. Após séculos de luta, a princesa Isabel assina, em 1888, a Lei Áurea, tornando o Brasil o último país da América a abolir a escravidão. Mas a discriminação racial não acabou aí: os negros libertos não tinham direito ou recurso algum assegurado, eram vistos como sujos, inferiores. E a sociedade contemporânea é fruto dessa realidade.</div><div>No livro 'Pequeno Manual Antirracista', Djamila Ribeiro procura apresentar e desenvolver o racismo estrutural junto ao leitor, apresentando um conceito fundamental no combate desse preconceito: o antirracismo. Esse termo se trata de qualquer postura, opinião ou sentimento de oposição ao racismo. A autora traz diversas referências que incluem dados, estudiosos, obras literárias e experiências. Mais de 56% da população brasileira é constituída por negros, e mesmo assim essas pessoas perdem para os privilégios da branquitude, tendo menos acesso a empregos, educação, cultura, e outros elementos essenciais.</div><div>Visto isso, apresento o que vejo como a maior arma contra o racismo: a postura antirracista; é aquela que escolhe como estratégia de administração dos conflitos ocasionados pelo racismo a colaboração, é tanto assertiva quanto cooperativa. Essa é uma luta de todos nós, brancos, negros, de toda uma sociedade buscando igualdade. Precisamos estar dispostos a ouvir as pessoas que encaram isso todos os dias, entender e debater como nós fazemos parte disso e podemos transformar nossa própria visão do racismo e da sociedade. O maior agente somos nós mesmos; essa iniciativa precisa partir de cada um e ser disseminada o máximo possível, com conversas, debates, e práticas cotidianas. O efeito: uma sociedade mais justa, com mais igualdade e respeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:37:18 UTC</pubDate>
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         <title>A luta antirracista</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro "Pequeno manual antirracista", de Djamila Ribeiro. No livro apresenta sobre a luta antirracista, uma das teses apresentadas no livro é "combata a violência racial",  infelizmente até hoje existe a violência, movimentos como o Black lives matter (Vidas pretas importam) foram criados para lutar contra a violência. No livro também aprensenta sobre  a tese "Racismo", ainda há seres humanos que discriminam pela etinia de outras pessoas,  o preconceito ainda existe hoje em dia.</div><div>O livro mostra como podemos ajudar nessa luta antirracista, eu acho muito importante se conscientizar sobre isso para podemos ajudar a mudar nossa sociedade, é importante conhecer a história, assim podemos conscientizar mais pessoas para ajudar nesta luta antirracista. O racismo não pode mais viver no nosso mundo, precisamos mais de igualdade e respeito e empatia.</div><div>A autora Djamila conta um sobre a história do racismo no Brasil, inferiorizados, massacrados e escravizados foram o povo preto por muitos anos no nosso país. e foram anos de lutas, leis, abolição da escravatura, e ainda existe esse preconceito nos dias de hoje.</div><div>No livro mostra como podemos se engajar na luta antirracista, a autora apresenta várias ações que devemos fazer como: se imformar sobre o racismo, enxergar a negritude, reconhecer os privilégios da branquitude, combater a violência racial, ser antirracista, entre outras ações.</div><div>Eu vejo o racismo como algo desumano, um ato de maldade, é cruel, as pessoas não nascem racistas, elas apredem com o convivio da nossa sociedade, as escolas do Brasil e do mundo inteiro devem tratar sobre esse assunto, ensianar as crianças sobre a igualdade a independente da etinia, nas redes sociais devemos também se manifestar sobre essa luta, fazer mais manifestações nas ruas antirracistas, a justiça do Brasil precisa agir, as que cometem o racismo devem ser punidas na cadeia, qualquer ato de racismo deve ser punido com a justiça nessesária.</div><div>Todas as pessoas devem ajudar na luta antirracista, construir uma sociedade melhor sem preconceitos e descriminações, assim tendo o respeito e a empatia em primeiro lugar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:37:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Privilégio e responsabilidade da branquitude</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768078642</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo é um sistema político fundado sobre o direito de domínio de uma raça sobre a outras e para compreendermos melhor este conceito recomendo a obra de Djamila Ribeiro,  o livro "Pequeno manual antirracista". Esse exemplar aborda assuntos muito discutidos na sociedade hoje em dia, como os privilégios da <strong>branquitude</strong> e como os brancos são poupados da responsabilidade de pensar e agir contra o mal do racismo, já que o sujeito branco não é favorecido apenas racialmente, mas é também o responsável por colocar em prática a discriminação e a produção de um discurso hipócrita propagando a democracia racial, que foi muito <strong>discutida</strong> no segundo  capítulo do livro. <strong>Esta deveria ser a igualdade das pessoas, independentemente de sua raça, cor ou etnia, porém, apesar do fim da escravização e da condenação de práticas racistas, ela é inexistente no mundo de hoje, uma vez que ainda há uma diferença muito grande que separa a população negra e indígena da população branca, os mais favorecidos.</strong></div><div>Com os privilégios da <strong>branquitude</strong> vem suas responsabilidades, mas a prática de desigualdade racial foi muito bem construída, e assim, asseguraram aos brancos posições mais altas na hierarquia social, fazendo com que isso não fosse encarado como privilégio de raça. <strong>Sendo assim, a ideologia racial brasileira induz à população a produzir um mecanismo que anula o sujeito branco de qualquer responsabilidade por problemas sociais dos negros, assim, fazendo com que estas tais questões raciais que envolvessem apenas para os negros e que os mesmos resolvam seus problemas.</strong> Porém, essa luta é de todos, não é apenas para uma pequena parte da população mundial, os direitos devem ser de todos.</div><div><strong>De acordo com</strong> o livro, quando pensamos em democracia racial, devemos pensar em uma sociedade em que todas as pessoas tenham direitos iguais e liberdade garantida à todas as pessoas, sendo essa liberdade dada independentemente da cor de suas peles ou raça. Porém, devido ao histórico de escravidão, racismo e exploração de territórios africanos por parte de nações europeias, refletindo na nossa sociedade hoje em dia, com resquícios de preconceito e discriminação. <strong>A Constituição da República Federativa Brasileira, assinada em 1988, ressalta que todos são iguais perante às leis, no entanto não basta apenas esta proclamação sobre os direitos igualitários, é necessário também sua prática</strong>, e além disso, é preciso de atitudes sociais para que um país seja considerado uma democracia racial.</div><div>Com isso, fica apenas uma pergunta: Como se engajar na luta antirracista no Brasil? E a resposta é simples, a população deve querer esse <strong>ma</strong> extinto, o racismo destrói vidas e esta enraizado na cultura do mundo, principalmente aqui no Brasil. Para a maioria da população branca do país, participar de lutas e movimentos contra o racismo, como manifestações e protestos,  é algo fundamental. <strong>O Governo Federal deve se comprometer em manter a igualdade entre as raças, legalmente e socialmente, dando apoio e repudiando qualquer tipo de práticas racistas causadas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:38:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroalonso</author>
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         <description><![CDATA[<div>A população negra, em um futuro próximo, tenderá a representar 40% de toda a população mundial, sendo que, em média 25 de milhões descendentes de africanos, vivem fora de seu país, se instalando principalmente, em nosso país.</div><div><br></div><div>Brasil é o país com maior população negra fora da África.</div><div>Em torno de 25 milhões de pessoas que têm origem africana vivem fora do continente negro, porém há também afrodescentes que nasceram em toda parte do mundo. No futuro próximo, a população africana aumentará, atingindo em torno de 40% da população mundial até o final deste século.</div><div>cadaminuto</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:38:41 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur</title>
         <author>arthurfranca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Racismo no Brasil</div><div>O racismo é uma <strong>questao</strong> muito grave para a sociedade, mais <strong>espesificamente</strong> a sociedade Brasileira.  Ao lermos o livro " Pequeno manual antirracista " e estudarmos mais sobre o caso, realizou se que o racismo é um problema diário. Lendo o livro 2 capítulos me chamaram atenção, " Racismo internalizado” e “ Combate a violência racial“. <strong>Os capítulos abordam a causa do racismo, o que pode ser considerado racismo, um caso muito de famoso que gerou uma repercussão muito grande que teve certo e errado, ocaso de george Floyd.</strong></div><div>No quinto capítulo, Racismo internalizado, no que define sua origem . No Brasil e em outros países que utilizaram a mão de obra escrava, o racismo resulta, principalmente, da colonização e da escravidão. <strong>No dia 13 de maio de 1888, a promulgação da Lei Áurea ( na qual teve muitas limitacoes )  proibiu a escravidão, mas não foram criadas políticas de inserção dos negros recém-libertos no mercado de trabalho e na educação.</strong> E o que define racismo, no caso quando há um crime de ódio ou <strong>discriminacao</strong> racial direta, quando há um racismo institucional quando a racismo estrutural.</div><div><strong>No décimo</strong> primeiro capítulo, Combate a violência racial, no meu caso caso citei o caso de George Floyd,George Floyd era negro. No vídeo gravado por uma testemunha, ele é imobilizado no chão pelo policial, que aperta seu pescoço com o joelho. Antes de morrer, ele repetiu diversas vezes que não conseguia respirar.  ,que teve uma repercussão muito grande nesses últimos meses. Com isso surgiu um movimento Black <strong>lives</strong> <strong>matter</strong>, na qual teve o objetivo de levar  justiça sobre o caso de Floyd e diversos outros casos de racismo .</div><div>Com tudo, o combate ao racismo deve acontecer no mundo, mais especificamente no nosso caso no Brasil, <strong>tratar todos com igualdade, começando por nós e trazendo justiça sobre todos os casos de racismo, observar todos os acontecimentos relacionados sobre racismo e criar um movimento com hashtag e outros meios dentro da escola</strong>, <strong>comecando</strong> por promover algo com a professora Gisa ou a <strong>cordenadora</strong> Regina  como uma troca de opiniões .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:38:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Racismo no mercado de trabalho</title>
         <author>gisagasparotto2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768081488</link>
         <description><![CDATA[<div>Racismo no mercado de trabalho.</div><div>Racismo no mercado de trabalho.</div><div>O Brasil é um país cujo 56% da população é dada como negra, mas que ainda sim, conta com milhares de inconvenientes para se contraporem a essa mesma parcela de sua população,  tendo este contado com dois séculos de escravidão, <strong>que mesmo depois de findada tal pratica, em 1888, não houveram políticas para que a população negra fosse integrada na sociedade e na divisão do trabalho.</strong></div><div>Atualmente 64% dos desempregados  são pessoas negras, <strong>sendo que  43% dos cargos  de trabalho que são denominados como informais pertencem a  pessoas negras, além disso sabe-se que o  rendimento médio do salário de pessoas brancas é 73% maior do que entre pessoas negras</strong>, e por fim, também se tem que quando se trata de  cargos gerenciais, apenas 29% é ocupado por pessoas negras.</div><div>É visto que existem três subterfúgios principais no mercado que são frequentemente  utilizados contra  os negros, no caso,  desculpa ocupacional, quando se é questionada injustamente  a possibilidade de um trabalhador  negro de elaborar tarefas abstrusas, mesmo que este profissional seja capacitado, em seguida, temos a  discriminação salarial, argumento utilizado para justificar que o trabalho feito por uma pessoa negra tem menor valor. E a terceira é a discriminação pela imagem, onde a tonalidade escura e o cabelo crespo são alvo de preconceito e fazem com que os negros percam diversas oportunidades de empregos.</div><div><strong>Para combater</strong> esse mal, é  necessário que haja iniciativa de empresas com campanhas de diversidade e inclusão, afinal, não foram os negros que deram <strong>inicio</strong> ao racismo, e não cabe a eles toda a parcela da responsabilidade <strong>É preciso que a sociedade branca assuma seus deveres nesta relação a partir de seu lugar de privilégios sociais, entre outros, e seu vínculo entre a performance financeira das empresas e a divercidade.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:38:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julia_hwa</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768087037</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o tom de pele de um indivíduo é o item principal na estruturação de desigualdade, que afeta a habilidade de uma pessoa de receber boa educação e acesso a empregos e oportunidades de trabalho. Segundo a PNAD Contínua, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, 64% das pessoas desempregadas são negras, entre 13 milhões.</div><div>O racismo é enraizado na ideia que aqueles que não são iguais a nós são ameaças ou indignos a estar no mesmo parâmetro que nós. A população negra brasileira sofre pela falta de oportunidades, tanto no ensino quanto no trabalho, tendo apenas 47% de adolescentes maiores de 18 anos com o ensino fundamental completo. A falta de oportunidades promove a ideia que negros são inferiores por não ser capazes de alcançar algo que nos olhos dos privilegiados é uma meta conseguível, por isso, sistemas que promovem espaços para pessoas de outras culturas e etnias são importantes, junto do direito daqueles marginalizados, receberemos liberdade como um grupo.</div><div>Atualmente, existem movimentos antirracistas mundiais, como o movimento BLM (black lives matter), que lutam contra a violência às pessoas negras, instigados pela morte injusta de pessoas negras por culpa de policiais e a absolvição destes mesmos. A partir de 2013, o movimento teve diversos picos de atenção, sempre causados pela morte ou violência contra alguma pessoa negra por um corpo governamental (em grande parte, a polícia). Em maio de 2020, o movimento ganhou atenção nunca vista antes, com a morte de George Floyd, nas mãos do agora ex-policial Derek Chauvin. A morte de Floyd unificou milhares de pessoas, levando-as às ruas para protestar a favor da vida negra. O movimento, apesar de ser centrado nos Estados Unidos, atingiu diversos países, visto que a condição de vida das pessoas negras em outros não é tão diferente daquela encontrada nos EUA.</div><div>Como se engajar na luta antirracista no Brasil? A melhor forma de ajudar é educando-se, ouvindo as vozes daqueles que sofrem diretamente pelo preconceito, e aplicando os conhecimentos no dia a dia, para melhorar e facilitar a vida daqueles que sofrem preconceitos. Pode-se assistir TED Talks de pessoas que buscam informar o coletivo, como Kimberlé Crenshaw, Heather C. McGhee, David R. Williams e muitos outros, pode-se também ouvir pessoas do dia a dia, mantendo em mente que a experiência de todos é diferente e muitos não possuem a mesma visão no assunto, ou até ler livros, como o livro "pequeno manual antirracista" de Djamila Ribeiro, onde a autora dedica um capítulo inteiro com a visão pessoal em sua própria raça e a sociedade diante seu tom de pele. Pode-se apoiar o negócio empreendedor de pessoas negras, deixando de comprar roupas de fábricas com práticas não éticas e investindo em negócios locais. Pode-se proteger aqueles que não gozam do privilégio branco, como visto diversas vezes em protestos recentes, onde homens e mulheres brancos de todas as idades colocam-se entre a polícia e pessoas negras, para protegê-las de agressões. Pode-se também tomar atitudes em espaços sociais, na presença de atitudes racistas, informando aqueles na sua volta que as atitudes são prejudiciais a pessoas de cor, e muitas outras formas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Daniel Lerner</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768090953</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O racismo é uma forma de preconceito e discriminação baseada num termo controverso, que sociologicamente é revisto e do qual a genética também inicia uma revisão: a raça. No século XIX, compreendia-se que a cor da pele e a origem geográfica de indivíduos promoviam uma diferenciação de raças.</strong></div><div><strong>Além do racismo explícito, casos de racismo estrutural são ainda frequentes nas instituições escolares brasileiras.</strong> <strong>Um exemplo disso é a discriminação contra os cortes de cabelo ou penteados afro, como o black power, tanto para meninas quanto para meninos negros.</strong></div><div><strong>A base, mal definida, do racismo é o conceito de raça pura aplicada aos homens, sendo praticamente impossível descobrir-lhe um objeto bem delimitado. Não se trata de uma teoria científica, mas de um conjunto de opiniões, além de tudo pouco coerentes, cuja principal função é alcançar a valorização, generalizada e definida, de diferenças biológicas entre os homens, reais ou imaginárias.</strong></div><div><strong>O fenômeno, cujas origens são complexas, ocorre com maior ou menor intensidade em todas as etnias e em todos os países e suas origens são muito complexas. Quando o Japão, por exemplo, conseguiu, na primeira metade do século XX, um desenvolvimento econômico comparável ao da Europa, surgiu no seio do povo japonês uma ideologia racista muito semelhante à que justificava o colonialismo europeu.</strong></div><div><strong>Uma proposta para nos nos engajarmos a combater o racismo é um simples fato de uma menina negra de 4 anos estar sujeita a levar um tiro de policiais por simplismente ela se de etnia negra, enquanto a menina branca de 4 anos não corre este risco, essa injustiça tem que acabar e como diria o livro ''Pequeno Manual Anti Racista'', ''todos somos gente''.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:40:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768092985</link>
         <description><![CDATA[O racismo é uma forma de preconceito e discriminação baseada num termo controverso, que sociologicamente é revisto e do qual a genética também inicia uma revisão: a raça. No século XIX, compreendia-se que a cor da pele e a origem geográfica de indivíduos promoviam uma diferenciação de raças.

Além do racismo explícito, casos de racismo estrutural são ainda frequentes nas instituições escolares brasileiras. Um exemplo disso é a discriminação contra os cortes de cabelo ou penteados afro, como o black power, tanto para meninas quanto para meninos negros.

A base, mal definida, do racismo é o conceito de raça pura aplicada aos homens, sendo praticamente impossível descobrir-lhe um objeto bem delimitado. Não se trata de uma teoria científica, mas de um conjunto de opiniões, além de tudo pouco coerentes, cuja principal função é alcançar a valorização, generalizada e definida, de diferenças biológicas entre os homens, reais ou imaginárias.

O fenômeno, cujas origens são complexas, ocorre com maior ou menor intensidade em todas as etnias e em todos os países e suas origens são muito complexas. Quando o Japão, por exemplo, conseguiu, na primeira metade do século XX, um desenvolvimento econômico comparável ao da Europa, surgiu no seio do povo japonês uma ideologia racista muito semelhante à que justificava o colonialismo europeu.

Uma proposta para nos nos engajarmos a combater o racismo é um simples fato de uma menina negra de 4 anos estar sujeita a levar um tiro de policiais por simplismente ela se de etnia negra, enquanto a menina branca de 4 anos não corre este risco, essa injustiça tem que acabar e como diria o livro ''Pequeno Manual Anti Racista'', ''todos somos gente''.]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:41:08 UTC</pubDate>
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         <title>Pelo Antirracismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Assinada no dia 13 de maio de 1888, pela então princesa Dona Isabel, a Lei Áurea definia uma proibição contra qualquer método de escravidão e servidão no Brasil libertando, assim, centenas de milhares de escravos. Com o tratado, acreditava-se que problemas sociais que ex povos escravizados sofriam, seriam extinguidos e que a sociedade brasileira viveria unida para sempre. Infelizmente, tal realidade não se passa de uma mera ilusão, dado que tais problemas sociais que essas pessoas sofriam, continuam no cotidiano de negros e negras no Brasil. O racismo é um sistema complexo, uma bacia cheia de afluentes, que corrói cada vez mais nossa humanidade.</div><div>No início da era Moderna, nações europeias se lançavam ao mar em busca de terras e rotas comerciais mais lucrativas. Com isso, tais reinos se enriqueciam, se tornavam potências militares e econômicas, porém, aquilo motivava a cobiça por mais ganhos. Para alcançar seus desejos, os europeus iniciaram um processo de dominação territorial e de subjugação de povos, que eram obrigados a obedecer regras de seus colonos. Junto a isso, formava-se na cabeça dos europeus uma ideologia que se estagnaria por séculos, que acreditava na superioridade fictícia do povo branco. O racismo não possui caráter individual, já que o próprio sistema de um país age de maneira racista. Pessoas negras, comumente não possuem acesso aos melhores sistemas de ensino, saúde, segurança e saneamento básico, pois o próprio governo nacional às impossibilitou de alcançar.</div><div>Defendido pela filósofa brasileira Djamila Ribeiro em seu livro ‘‘Pequeno manual antirracista’’, a luta contra o racismo não pode ser apenas protagonizada por pessoas negras, já que é necessário que brancos se tornem contra práticas racistas. Numa questão de combate contra o racismo, não basta não ser racista, é necessário ser antirracista, é preciso questionar práticas e sistemas racistas, falas de caráter racista vindas de conhecidos, é necessário se posicionar e não permanecer calado esperando uma resolução. O branco precisa, também, compreender seus próprios privilégios, entendendo sua branquitude para poder lutar de maneira correta nessa guerra.</div><div>Além das lutas individuais  é preciso, também, alterar a estrutura governamental, que muitas vezes ignora e assassina pensamentos negros. Para isso, cabe ao Governo Federal Brasileiro tomar ações para acabar com o esse método oligárquico que se opõem a democracia. Precisa, assim, formar programas sociais de integração, para que possa haver um processo de interação entre diferentes culturas, garantindo uma convivência sem base na discriminação. Acabaria, assim, com as barreiras sociais que tanto impedem o avanço social e econômico do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:41:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Racismo em Escolas</div><div><strong>Tudo comeca quando existe desigualdades racial com pessoas de cores diferentes dentro do mesmo ambiente e costumam nao aceitar por nao ser da mesma cor chamada de normal  ( branca) </strong>. <strong>Esse cenario em colegios e bem preocupante por ter muitas pessoas fazendo essa difamacao e o proprio preconceito com seus colegas , funcionarios, amigos,etc... de seu local de estudo </strong>.<strong> O livro  “Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro ajuda muito as escolas como a minha que lemos esse livro para  ajudarem o outro a compreender que existe diversidade entre pessoas dentro de qualquer lugar e que ninguem tem o direito de falar , violentar, ameacar, xingar ninguem por nao ser igual pensa</strong>m<strong>.De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais , por conta dessas muitas coisas que acontecem iremos engajar na luta antirracista no Brasil.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:42:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>enzopagliara</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768114256</link>
         <description><![CDATA[<div>''QUANDO CRIANÇA, fui ensinada que a população negra havia sido escrava e ponto… '' foi assim que Djamila Ribeiro começou seu livro (pequeno manual antirracista) esse livro foi um livro que me marcou bastante porque me fez pensar sobre coisas que eu ja pensava antes e muitas outras coisas, de diferentes pontos de vistas como, por exemplo: qual o problema de não ser um antirascista? Depois que li esse livro apenas tive mais dúvidas, hoje ainda não tenho certeza da resposta da questão, se fosse para responder essa pergunta minha resposta seria não, mas com muita dúvida…<br>vou estar falando sobre os capítulos um e sete.<br>No primeiro capítulo do livro Djamila faz uma introdução do livro dizendo que se tratava o livro e o que íamos ler no meio deste capitulo já tinha perdido a vontade de ler, se fosse ler o resto do livro ia ter que ler de forma forçada, mas mesmo assim li todo o livro.<br>No sétimo capítulo A autora conta que o racismo esta muito presente nos trabalhos e diz que nos temos que lutar para isso acontecer, eu escolhi esse capitulo porque é algo muito pesado você deixar de trabalhar com um parceiro so pelo fato da cor de pele dele não ser a que você quer, isso este errado, mas não penso que devíamos fazer o que Djamila nos diz para fazer que é (resumidamente) lutar para combater os racistas nos tornando antirracistas, basicamente ela nos diz isso e que digo que não gostei do livro, penso que a autora forca muito para as ''defesas'' das pessoas negras.<br>Como se engajar na luta antirracista no Brasil?<br>Nesse parágrafo irei falar como participar da luta antirracista e como isso acontece e as pessoas lutam por isso.<br>Eu não sou a melhor pessoa para falar sobre engajamentos em lutas porque nunca participei de nenhuma então não sei muito oque falar, enfim se você quiser participar dessas lutas e etc… vai atrás no próximo paragrafo vou deixar alguns jeitos de participar.<br>Hoje em dia um dos melhores jeitos para achar e fazer oque você quiser é pela internet já que nela você encontra oque você quiser, então se você quiser participar dessa luta, procure por grupos de Facebook, WhatsApp e outras redes sociais para você ficar por dentro dos assuntos e participar das passeatas e conversas do grupo.<br>Porque você deveria se juntar a luta antirracista no Brasil? Na minha opinao não é uma obrigação, se caso você quiser lutar por isso você pode, mas acho muito importante todas as pessoas saberem o básico de racismo e de antirracismo já que é um assunto muito difícil e você facilmente pode ofender alguém com uma simples frase.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>Revisor: Victoria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768114300</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Revisor: Matheus</title>
         <author></author>
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         <title>Revisor: Lucas Cavaleiro</title>
         <author>lucasmilan</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Revisor: Filippo C</div>]]></description>
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         <title>Revisor: Anna Luiza </title>
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         <title>Revisor: Daniel Fagundes</title>
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         <title>Revisor: João Guilherme</title>
         <author></author>
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         <title>Revisor: Enzo </title>
         <author>enzopagliara</author>
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         <title>Revisor: Heloísa Magalhães</title>
         <author>heloisamagalhaes</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Revisor: Gabriel Guimaro</div>]]></description>
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         <title>Revisor: Lorena</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
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         <title>Revisor: Eduarda Oliveira</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title>Revisor:Manuela Dejean</title>
         <author></author>
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         <title>Revisor: João Pedro</title>
         <author>joaomachado6</author>
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      <item>
         <title>Primeira pergunta: </title>
         <author>lucasmilan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><strong>SIM</strong><br><br></div>]]></description>
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         <title>Primeira Pergunta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeira pergunta: <br>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><br>R: Sim.</div>]]></description>
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         <title>Primeira pergunta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><strong>Sim </strong></div>]]></description>
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         <title>Primeira Pergunta:</title>
         <author>matheusleonardo</author>
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      <item>
         <title>primeira pergunta:</title>
         <author>enzopagliara</author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><br>R: Não</div>]]></description>
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         <title>Primeira pergunta: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><strong>SIM</strong></div>]]></description>
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         <title>Primeira Pergunta:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768152869</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeira pergunta: <br>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>Sim </div>]]></description>
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         <title>Revisor : Arthur F</title>
         <author>arthurfranca</author>
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      <item>
         <title>Primeira pergunta: </title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768154834</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>Não</div>]]></description>
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         <title>Revisor: Otavio</title>
         <author>otaviosantos2</author>
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         <title>primeira pergunta</title>
         <author>joaomachado6</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><br>R: Não</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Primeira Pergunta:</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768158230</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><strong>Resposta: </strong>Sim</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Pergunta 1 : </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768158471</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>R : Sim</div>]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danielguy</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não podemos negar que o mundo enfrenta um forte preconceito racial, principalmente com os negros. Atos e relatos dessa natureza acontecem ao redor do mundo todos os dias, sendo na internet ou pessoalmente, gerando muitas polemicas e revoltas, mas a pergunta que não quer calar é: "como se engajar na luta antirracista?" Primeiramente, devemos entender que o racismo não é implantado naturalmente logo quando a pessoa nasce, mas sim implantado em torno da nossa convivência, amigos e educação familiar, sendo assim, nós, cidadãos do Brasil com auxilio do governo brasileiro, deveriamos trazer instruções e treinamentos antirracistas nas escolas desde pequeno, sendo assim, aprender a lidar e observar o outro com empatia e visão de mundo histórica. Com ajuda da internet e da tecnologia, as coisas podem ser melhores, tendo campanhas de marketing e hashtags de força contra essas ações, expandindo esse efeito ao redor das pessoas e fazendo com que elas fossem atrás de buscar esse conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:56:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revisor:Daniel Lerner</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768169646</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:56:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeira Pergunta:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768170387</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."?<br><strong>SIM </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:56:38 UTC</pubDate>
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         <title>Revisor: Julia </title>
         <author>julia_hwa</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768170533</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeira pergunta <br>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>SIM. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:56:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Primeira Pergunta:</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768171981</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><strong>SIM</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768175727</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: Se engajar na luta antirracista através da educacão, da troca de experiências, ou seja, através da leitura de livros, etc.<br>b) agente: Não tem.<br>c) modo/meio: Livros, experiências, escola, etc.<br>d) efeito: Não tem<br>e) detalhamento: O melhor jeito de participar da luta antirracista é através da observacão no dia-a-dia, percebendo o enorme sofrimento e histórias de muitas vítimas. Leituras, ensinamentos na vida pessoal, escola, etc, também são acões importantes e válidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:57:33 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Vaz</title>
         <author>rafaelvaz</author>
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         <description><![CDATA[<div>No livro “Pequeno manual antirracista”, Djamila Ribeiro propõe questionamentos que envolvem a sociedade e o racismo nela intrínsecos.<strong> Após os países da África, o Brasil é o local que mais tem negros em sua população, que soma cerca de 56%.</strong> Além disto, em pesquisa de campo, o Datafolha registrou que 89% das pessoas afirmam que existe racismo no Brasil, mas que 90% se identifica como não racista. <strong>Como diz a escritora e ativista norte-americana Angela Davis: não basta não ser racista, é necessário levantar a bandeira do antirracismo.</strong></div><div>No começo do livro, Djamila escreve sobre a nossa história corrompida. Será que pode-se mesmo dizer que o Brasil foi "descoberto" pelos europeus? <strong>Como assim</strong> "descoberto", se já havia povos que viviam no País? Como foi o início da perseguição aos negros e a escravidão? Será mesmo que a escravidão terminou? É com estes questionamentos a escritora introduz o começo do livro e o conceito do racismo estrutural, no qual diz que, mesmo que <strong>você</strong> não se considere racista no pensamento, desenvolve discursos e atitudes que são racistas, em ações ações pertencentes à sociedade de forma estrutural.</div><div>Ao lado de “Pequeno Manual Antirracista”, há outras obras escritas por autores pretos ou com temática da história dos negros no Brasil. <strong>Entre elas: “Minha História”, biografia de Michelle Obama, “Escravidão“, de Laurentino Gomes, “Mulheres, Raça e Classe” e “Educação e Libertação” (15º), ambos de Angela Davis, além de “Racismo Estrutural” de Silvio Almeida.</strong></div><div>É fato que todo e qualquer ser humano gosta e precisa ser respeitado. O respeito, além de ser considerado uma valiosa virtude, é essencial para que, nas empresas, possa haver um ambiente cujo clima organizacional seja harmonioso, logo, isto se torna propício à produtividade, caso contrário, a mesma poderá ficar comprometida.</div><div><strong>Por fim</strong>, é preciso conscientizar que a empresa é composta por seres humanos, que devem não somente compartilhar, mas somar <strong>idéias</strong>, ideais, valores, princípios, conhecimentos, habilidades, talentos e compromissos, caso contrário, estará em pouco tempo fadada ao fracasso; <strong>portanto, verifica-se que é de suma importância a empresa zelar pela agregação de todos esses valores</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:57:47 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda Pergunta:</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768178561</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) <strong>ação proposta:</strong> postura antirracista.<br>b) <strong>agente:</strong> Nós mesmos.<br>c) <strong>modo/meio:</strong> ouvir as pessoas que encaram o preconceito racial todos os dias e ajuda-las a combater esse mal. <br>d) <strong>efeito:</strong> criar uma sociedade mais justa, com mais igualdade e respeito.<br>e) <strong>detalhamento</strong>: debater como podemos transformar nossa visão sobre o racismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768178795</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: conscientização própria e de outras pessoas <br>b) agente: todos nós<br>c) modo/meio: conhecimento da história, se informar sobre o racismo, enxergar a negritude, reconhecer os privilégios da branquitude, combater a violência racial e ser antirracista, além de divulgar isso nas redes sociais e incluir nas escolas.<br>d) efeito: conscientização das pessoas e o fim/diminuição do racismo na sociedade<br>e) detalhamento: todos nós devemos buscar informação e compreensão do racismo na nossa sociedade, e depois procurar passar isso adiante, conscientizando cada vez mais pessoas, seja por diálogo, na escola ou nas redes sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira pergunta:</title>
         <author>otaviosantos2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768179998</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>Sim</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:58:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768180972</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeira pergunta: <br>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema." <br>SIM.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:58:38 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768187160</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>R: Sim<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 13:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda Pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768187755</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: É preciso lutar contra o racismo, e impedir que ele se expanda.<br>b) agente: ONGs e Escolas<br>c) modo/meio: Ensino nas escolas e em casa, projetos sociais, etc.<br>d) efeito: ‘‘Poderia ser trabalhado o movimento antirracista através de palestras ou aulas voltadas pro assunto e em casa os pais deveriam ensinar o mesmo as crianças.’’<br>e) detalhamento: ‘‘Assim com certeza todos os males racistas podem ser impedidos ou reduzidos, pessoas mudariam sua opiniões e poderiam participar da causa.’’ </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:00:01 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta:</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768188060</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: Não apresenta a proposta de ação, o texto só apresenta fatos no número populacional de pessoas africanas.<br>b) agente: Não apresenta o agente.<br>c) modo/meio: O texto foge da proposta, seus meios apresentam matematicamente falando da população africana no Brasil.<br>d) efeito: novavente fugindo da proposta, efeito apresenta dados matemáticos. <br>e) detalhamento: o texto só conta do número populacional de pessoas afros aumentando no Brasil, etc... texto está errado em todos os aspectos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:00:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768192077</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br>Sim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:00:55 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta: Proposta de intervenção</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768196084</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: "tomar ações para acabar com o esse método oligárquico que se opõem a democracia"<br>b) agente: Governo Federal Brasileiro<br>c) modo/meio: "formar programas sociais de integração"<br>d) efeito: "para que possa haver um processo de interação entre diferentes culturas, garantindo uma convivência sem base na discriminação"<br>e) detalhamento: "Acabaria, assim, com as barreiras sociais que tanto impedem o avanço social e econômico do Brasil"</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:01:44 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Pergunta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768216781</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 120/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:06:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>- Terceira Pergunta:</title>
         <author>lucasmilan</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768217057</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200 pontos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:06:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terceira pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768236967</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:09:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeira pergunta:</title>
         <author>heloisamagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768239744</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor do texto seguiu a orientação do tema em relação à<br>"Observação: O livro “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, deverá obrigatoriamente referenciar um dos argumentos ou introduzir o tema."<br><br>.Sim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:10:17 UTC</pubDate>
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         <title>Pergunta 2 </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768256400</link>
         <description><![CDATA[<div> Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: Identificar as diferenças entre o tratamento do branco e o negro, com isso garantir a igualdade <br>b) agente: não tem <br>c) modo/meio: Garantir que no futuro não tenha problemas e diferenças raciais .<br>d) efeito: mostrar as diferenças raciais  <br>e) detalhamento: Desse modo tende ser uma boa igualdade </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:13:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda Pergunta: Proposta de intervenção</title>
         <author>joaomachado6</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768257808</link>
         <description><![CDATA[<div><br>a) ação proposta:<br>trazer instruções e treinamentos antirracistas nas escolas desde pequeno<br><br>b) agente:<br>cidadãos do Brasil e governo brasileiro<br><br>c) modo/meio:<br><br>d) efeito:<br>aprender a lidar e observar o outro com empatia e visão de mundo histórica<br><br>e) detalhamento:</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:13:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768257808</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768259467</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) ação proposta:  <strong>O Governo Federal deve se comprometer em manter a igualdade entre as raças, legalmente e socialmente, dando apoio e repudiando qualquer tipo de práticas racistas causadas.</strong><br>b) agente:  <strong>O Governo Federal.</strong><br>c) modo/meio: D<strong>ando apoio e repudiando qualquer tipo de práticas racistas causadas. </strong><br>d) efeito: <strong>Diminuir o Racismo</strong><br>e) detalhamento: T<strong>odos são iguais perante às leis, no entanto não basta apenas esta proclamação sobre os direitos igualitários, é necessário também sua prática</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:13:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda Pergunta</title>
         <author>matheusleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768260201</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de intervenção</div><div>a) ação proposta: Garantir a igualdade</div><div>b) agente: Ministério da educação<br>c) modo/meio: Garantir a conscientização dos estudantes através de livros ou eventos didáticos.<br>d) efeito: Não tem<br>e) detalhamento: Dessa forma, a sociedade terá um futuro mais próspero, onde pessoas são pessoas, independente de sua cor ou raça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:14:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda Pergunta.</title>
         <author>heloisamagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768261559</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: começar a debater mais esses assuntos <br>b) agente: o passado escravista<br>c) modo/meio:Alertar pessoas que estão próximas a nós, participar de movimentos feitos através de plataformas tanto online, como presenciais,   e exigindo maiores punições para tais praticas. <br>d) efeito: Poder viver uma vida com plenitude<br>e) detalhamento: ¨e precisamos assim, fazer algo para melhorar esta situação, e para que assim, levemos todos uma vida plena¨</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:14:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768272552</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: identificars as diferencas entre negros e brancos.<br>b) agente: nao tem <br>c) modo/meio: garantir o  emprego dos negros<br>d) efeito: nao tem<br>e) detalhamento: mostrar aprofundadmente a porcentagem de negros no mercado de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:16:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda Pergunta: proposta de intervenção</title>
         <author>julia_hwa</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768284869</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: Para fazer uma reavaliação do racismo nos ambientes de trabalho é importante perceber, qual é a proporção de pessoas negras e brancas na sua empresa ou onde <strong>você</strong> trabalha?  Como a questão racial é tratada durante a contratação de pessoal? <br>Introduzir essas questões na sua empresa,ou a que trabalha, contribui para um ambiente mais diverso, democrático e produtivo.<br>b) agente: o leitor e aqueles em seu ambiente de trabalho. <br>c) modo/meio: chamar atenção para caracterização racial diante de oportunidades de trabalho. <br>d) efeito: tornar o espaço de trabalho um ambiente diverso. <br>e) detalhamento: o texto foca no racismo no mercado de trabalho, apresentando dados sobre o número de oportunidades em relação ao seu tom de pele. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:18:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segunda pergunta: Proposta de intervenção</title>
         <author>otaviosantos2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção</div><div>a) ação proposta: Essa frase não pode estar correta ao vermos que quase toda a parte que tem poder é majoritariamente branca mesmo no Brasil onde o percentual negro é de 55%<br>b) agente:  escolas e faculdades<br>c) modo/meio:  Também podemos aumentar a diversidade nas escolas e faculdades com cotas, pois os alunos irão conviver com grupos de vivências diferentes<br>d) efeito: promover uma maior igualdade também fará com que as pessoas que não fazem parte deste grupo tenham uma visão mais plural e aberta o que ajudará ao engajamento antirracista,<br>e) detalhamento: vale apena lembrar que este modo de diversividade teve resultados extraordinários na Finlândia que é a numero em educação no mundo .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Vaz</title>
         <author>rafaelvaz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segunda Pergunta: proposta de intervenção</div><div>a) ação proposta: Para fazer uma reavaliação do racismo nos ambientes de trabalho é importante perceber, qual é a proporção de pessoas negras e brancas na sua empresa ou onde <strong>você</strong> trabalha?  Como a questão racial é tratada durante a contratação de pessoal? <br>Introduzir essas questões na sua empresa,ou a que trabalha, contribui para um ambiente mais diverso, democrático e produtivo.<br>Sim.<br>b) agente: o próprio leitor (você/sua) <br>c) modo/meio: chamar atenção para caracterização racial diante de oportunidades de trabalho. <br>d) efeito: tornar o espaço de trabalho um ambiente diverso. <br>e) detalhamento:</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:19:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768293388</link>
         <description><![CDATA[<div>Terceira Pergunta:<br>Nota da Competência 5: 180/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768299941</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: Saber mais sobre o movimento</div><pre>b) agente: O leitor</pre><div>c) modo/meio: Ficar por dentro dos grupos do Whatsapp ou Facebook, para saber mais sobre o assunto e as passeatas  <br>d) efeito: Maior engajamento do movimento antirracista<br>e) detalhamento: O autor diz nao saber muito bem sobre o movimento mas acredita que a melhor forma para quem se interessar sobre é ir atrás de grupos que entendam sobre o assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira pergunta</title>
         <author>lorenaxerfan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nota da competência 5: 70/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Pergunta:</title>
         <author>eduardaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nota da competência 5: 200/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:23:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terceira Pergunta:</title>
         <author>otaviosantos2</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768325633</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200 pontos</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:26:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768326321</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) ação proposta: ¨Alertar pessoas que estão próximas a nós, participar de movimentos feitos através de plataformas tanto online, como presenciais,   e exigindo maiores punições para tais praticas. <br>b) agente:<br>c) modo/meio:<br>d) efeito:<br>e) detalhamento:</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:26:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pergunta Três</title>
         <author>matheusleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768329823</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5:  160</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda pergunta</title>
         <author>enzopagliara</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768337484</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: contar sobre o racismo e a negritude<br><br>b) agente:<br><br>c) modo/meio:<br><br>d) efeito:<br><br>e) detalhamento:</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:28:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768338544</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:29:03 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Pergunta </title>
         <author>julia_hwa</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768340087</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 180/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:29:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>segunda pergunta:</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768343664</link>
         <description><![CDATA[<div>Segunda pergunta: Proposta de intervenção<br>a) ação proposta:<br>Acababar com o racismo que vem afetando muitas coisas e pessoas<br>b) agente:<br>Cidadoes e Governos brasileiros<br>c) modo/meio:<br><br>d) efeito:<br>Aprender a lidar com este bal que nos abala.<br>e) detalhamento:</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:30:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terceira pergunta</title>
         <author>joaomachado6</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768346686</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da competência: 120</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:30:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Terceira Pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768360105</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>Vitor Antunes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:34:35 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Pergunta:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768369511</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 120/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:35:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terceira Pergunta:</title>
         <author>danielguy</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768375923</link>
         <description><![CDATA[<div>nota da competencia 5: 120/200</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:36:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Terceira pergunta</title>
         <author>heloisamagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768380227</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 200 pontos</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:37:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pergunta 3 </title>
         <author>arthurfranca</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768381680</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota : 160 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 14:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda Pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768786405</link>
         <description><![CDATA[<div>a) ação proposta: contar sobre o racismo e a negritude: A explicacão do racismo no Brasil e ideia de criar um movimento por uma hashtag e uma troca de opinões na escola.<br><br>b) agente: Escolas e Redes Sociais, <br><br>c) modo/meio: A partir da criacao de uma hashtag nas redes sociais para encorajar o movimento.<br><br>d) efeito: tratar todos com igualdade, começando por nós e trazendo justiça sobre todos os casos de racismo, observar todos os acontecimentos relacionados sobre racismo<br><br>e) detalhamento: Desconhecido<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 15:56:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Terceira Pergunta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto2/g8kr97z01us8vpq9/wish/768802683</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota da Competência 5: 120/200 pontos</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 15:59:37 UTC</pubDate>
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