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      <title>TURMA 2002 - A SAÚDE DO JOVEM by olivio frança</title>
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      <pubDate>2020-09-25 02:06:47 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental em Tempos de Pandemia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde o início da pandemia, é discutido o tópico da saúde mental do jovem. Contudo, mesmo com uma preocupação constante com o tópico, de acordo com estudos recentes, houve um crescente aumento nos índices de depressão. Com isso, agora, além de uma preocupação geral com um surto de covid 19, haverá um novo surto, mas não de covid, mas sim no índice de depressão. Porém, diversas medidas tem sido tomadas, através de empresas, artistas, músicos e diversas escolas, para aumentar a interação com os alunos e amenizar os casos da ausência de uma interação social.<br><br>De acordo com o site oficial da CNN Brasil, o índice de depressão aumentou consideravelmente, haja vista que antes da quarentena, cerca de 4,2% das pessoas eram diagnosticadas com depressão, atualmente, 8,0% são diagnosticados com depressão. Porém, aos poucos, com uma flexibilização das medidas de contenção contra o novo coronavírus, este índice, mesmo que de forma lenta, vem sendo reduzido, onde, diversas pessoas relataram que com tais medidas de flexibilização, voltaram a exercer atividades físicas fora de casa, como tênis e caminhadas, começaram a se sentir mais felizes e tranquila, demonstrando assim uma poderosa força que tais atividades físicas possuem para, não apenas a saúde física, mas também mental.<br><br>Bibliografia:<br>https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/05/09/estudo-indica-aumento-em-casos-de-depressao-durante-isolamento-social<br><br>- Artur Borborema Nunes - 2002 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Prática de esportes na pandemia - Pedro Araujo Monteiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>Durante a pandemia, a prática esportiva em geral limitou-se enormemente, tendo em vista que o exercício ao ar livre se tornou inviável para grande parte das pessoas. Com o objetivo de continuar a prática, muitos encontraram maneiras alternativas, realizando pequenos treinos em casa, seja batendo uma bola de basquete na varanda, fazendo embaixadinhas ou rebatendo uma bola de ping pong na parede. Dessa forma, pessoas que antes praticavam esportes como a natação, que tornaram-se inviáveis, podem encontrar na prática de outros esportes, uma maneira de se manter saudável. Portanto,  esse tipo de prática em casa se mostra muito importante para jovens que  mesmo durante a pandemia,  precisam praticar algum exercício para se manterem saudáveis, tanto fisicamente quanto mentalmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:31:33 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental do Jovem na Pandemia - Luigi Scofano</title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O confinamento social tem se mostrado um dos meios de impedir a propagação do novo coronavírus. Porém, ficar em casa impôs uma nova forma de viver e se relacionar, e o prolongamento e a incerteza do fim do isolamento podem gerar ansiedade, angústia, tristeza e estresse. Tais danos psicológicos devem ser monitorados e controlados, sobretudo em adolescentes, que tiveram de se afastar compulsoriamente de sua rede socioafetiva: amigos, colegas de escola, pessoa amada e familiares. "O ser humano é social. O contato é estruturante na vida psíquica e, principalmente, do adolescente, que se expõe a experiências sociais com mais intensidade, seja em relação à família ou amigos. Uma mudançadrástica pode ser fator de risco à saúde mental do jovem", afirma Elson Asevedo, psiquiatra e pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). </div><div><br>*Bibliografia*<br><br>Textos combinados e retirados das fontes a seguir: <br><br>https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/05/07/como-cuidar-da-saude-mental-do-adolescente-na-pandemia.htm?cmpid=copiaecola<br><br>- Luigi Scofano de Araujo (2002 - 2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>📹como encaixar a atividade física no horário de faculdade / trabalho?</title>
         <author>oliviofra</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Manutenção da saúde durante a pandemia</title>
         <author>rafaelpaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>O jovem do século XXI é muito marcado pelo sedentarismo e uso excessivo de aparelhos tecnológicos, com isso, muitos deixam de praticar atividades físicas e manter a saúde física e mental. Tendo isso em vista, realizei a coleta de dados de importantes artigos relativos a esse tema:<br>A atividade física regular na infância e na adolescência aumenta a força e a resistência, ajudando a construir ossos e músculos saudáveis. Outros benefícios muito importantes são o controle de peso, a redução da ansiedade e do estresse, o aumento da autoestima e o controle do colesterol.<br>Nas últimas décadas, os crescentes indicadores de morbimortalidade nesse grupo social, sobretudo devido às chamadas causas externas, reiteram a importância de uma maior atenção das políticas de saúde direcionadas à adolescência. Nesse sentido, o artigo expõe as diretrizes do Ministério de Saúde para o atendimento integral à saúde dessa população e ilustra, com o relato de uma intervenção direcionada à saúde de adolescentes em situação de rua, como os princípios de promoção de saúde podem ser colocados em prática. Por fim, sugere-se que a atuação dos psicólogos deve alicerçar-se nos princípios propostos pelo campo da promoção da saúde, tanto em termos de concepção do processo saúde-doença enquanto produção social quanto de objetivo da prática terapêutica - promoção de autonomia, co-responsabilização, empoderamento e conscientização.<br>A relação entre a prática de exercícios físicos e a manutenção da saúde mental já é um consenso entre os profissionais de saúde.<br> Fazer exercícios contribui para melhorar a autoestima, o autoconceito, a imagem corporal, as funções cognitivas e de socialização de pacientes que apresentam algum risco de saúde mental.<br>-Rafael Paiva 2002<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:40:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ansiedade em Tempos de Pandemia - Luigi Scofano</title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Se o fechamento da escola e as manchetes alarmantes fazem você sentir ansiedade, você não é a única pessoa a passar por isso. Isso é comum. A psicóloga Karen Scavacini lembra que "se a ansiedade estiver trazendo uma preocupação exagerada, impedindo você de fazer atividades ou dormir, vale pensar o que está contribuindo para tudo isso, como ficar vendo informações e notícias o tempo inteiro, excesso do uso da tecnologia ou se sentir incapaz perante a pandemia". Às vezes, a ansiedade pode aparecer de jeitos diferentes, como trazer frustração, cansaço, raiva, excessos na alimentação ou falta de vontade de cuidar da gente mesmo. “Um pouco de preocupação e nervosismo são completamente normais, assim como sentir falta dos amigos, do/a namorado/a, da rotina e até da escola”. Para escapar desse clima que vai tomando conta de você, pense que essa é uma forma de proteção que cada um tem e que você vai conseguir passar por isso, pois é sua capacidade de ficar em casa que vai proteger você, as pessoas com quem convive e até vai contribuir para toda a sociedade controlar a pandemia do coronavírus.<br><br>Embora a ansiedade em torno da Covid-19 seja totalmente compreensível, verifique se você está usando "fontes confiáveis [como os sites do UNICEF e da Organização Mundial da Saúde para obter dicas ou verificar qualquer informação que possa estar recebendo por canais menos confiáveis", recomenda a psicóloga Lisa Damour.<br><br>*Bibliografia*<br><br>Textos combinados e retirados das fontes a seguir: <br><br>https://www.unicef.org/brazil/historias/como-adolescentes-podem-proteger-sua-saude-mental-durante-o-surto-de-coronavirus<br><br>- Luigi Scofano de Araujo (2020 - 2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:47:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 12:55:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-09-25 12:56:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-09-25 12:56:49 UTC</pubDate>
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         <title>Jovens e Saúde Mental em um Mundo em Mudança</title>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>A adolescência e os primeiros anos da vida adulta são uma época da vida em que ocorrem muitas mudanças, por exemplo, mudar de escola, sair de casa e começar a universidade ou um novo emprego. Para muitos, estes são tempos emocionantes. Eles também podem ser momentos de estresse e apreensão, no entanto. Em alguns casos, se não forem reconhecidos e gerenciados, esses sentimentos podem levar à doença mental. O uso crescente de tecnologias on-line, sem dúvida trazendo muitos benefícios, também pode trazer pressões adicionais, à medida que aumenta a conectividade a redes virtuais a qualquer hora do dia ou da noite. Muitos adolescentes também estão vivendo em áreas afetadas por emergências humanitárias, como conflitos, desastres naturais e epidemias. Os jovens que vivem em situações como estas são particularmente vulneráveis a problemas mentais e doenças.<br><br></div><div>Metade de todas as doenças mentais começa aos 14 anos, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada. Em termos da carga da doença entre adolescentes, a depressão é a terceira causa principal. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos. O uso prejudicial de álcool e drogas ilícitas entre adolescentes é uma questão importante em muitos países e pode levar a comportamentos de risco, como sexo inseguro ou direção perigosa. Transtornos alimentares também são motivo de preocupação.<br><br></div><div>Ao longo da vida, uma em cada dez pessoas precisará de cuidados de saúde mental. Mas se depender do atual ritmo de investimento no setor, muitos desses indivíduos não terão acesso aos serviços e profissionais de que precisam. É o que revela o novo Atlas de Saúde Mental 2017  da Organização Mundial da Saúde (OMS). Publicação defende criação de clínicas baseadas nas comunidades para universalizar atendimento.</div><div><br></div><div>- Marcella Calheiros Missagia - <br><a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5779:folha-informativa-saude-mental-dos-adolescentes&amp;Itemid=839">https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5779:folha-informativa-saude-mental-dos-adolescentes&amp;Itemid=839</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 13:54:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-09-25 14:59:15 UTC</pubDate>
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         <title>Alimentação Saudável</title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-10-02 12:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Araujo Monteiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://rsph.org.uk/">https://www.rsph.org.uk/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-02 12:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos de alimentos industrializados na alimentação do jovem - Melissa Victorio Munis</title>
         <author>melissamunis</author>
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         <description><![CDATA[<div>O produto que tem rótulo não é um alimento, é um gênero alimentício que, de alguma forma, foi industrializado, contendo conservantes e espessantes, combinação que resulta em falta de nutrientes e que inflama e adoece o organismo.<br><br>Os jovens precisam se alimentar bem, ingerir alimentos que possuem nutrientes e que farão bem lá na frente, no futuro. Existe o que chamamos de tripé da longevidade e que, na adolescência, tem que ser consolidado: comer saudável, fazer atividade física e dormir bem. Nosso corpo é como se fosse um carro, quando abastecemos com o combustível de boa qualidade o rendimento do motor é ótimo, mas quando ele é abastecido com um combustível ruim ele começa a dar sinais de problema.<br>fonte: https://actbr.org.br/post/quais-os-impactos-dos-alimentos-industrializados-no-organismo-dos-jovens/17723/<br>O lema para a alimentação saudável, segundo o guia alimentar brasileiro, é desembalar menos e descascar mais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 21:45:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-10-09 11:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde do Jovem no Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>     Na adolescência, há indícios de que mudanças no cérebro são responsáveis por deixar os jovens destemidos. Pois a coragem típica dessa fase parece sumir na hora das refeições, quando uma folha de alface gera mais pavor do que escalar uma árvore. Pelo menos é o que dá para presumir a partir de dados divulgados nos últimos tempos, como um grande levantamento feito com 75 mil brasileiros de 12 a 17 anos, em escolas públicas e privadas. O estudo, batizado com a sigla Erica, revela que apenas um em cada três adolescentes coloca salada no prato. Pior: só um em cinco ingere pelo menos uma fruta ao dia.</div><div>    Os profissionais de saúde enfrentam as consequências dos maus hábitos no dia a dia. "Entre crianças e adolescentes, a incidência de obesidade cresce exponencialmente, e em todas as classe sociais", afirma Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. "Há 40 anos, atendíamos um adolescente obeso a cada 100. Hoje, são de seis a oito", estima.</div><div>   Números da Organização Mundial da Saúde refletem essa realidade. Em 1975, calcula-se que 11 milhões de adolescentes eram obesos. Em 2016, o número saltou para 124 milhões.</div><div><br>Bibliografia:<br><br><a href="https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/">https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/<br></a><br>- Sophia Chiara 2002<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 12:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde do Jovem no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oliviofra/g8hkk74ifyydtgif/wish/816468308</link>
         <description><![CDATA[<div>   A infância é um período determinante na aquisição de hábitos à mesa. Mas mesmo aquela criança que venerava brócolis pode virar o adolescente que rejeita qualquer vegetal. Não há uma explicação biológica para isso, mas, sim, comportamental: é nessa fase da vida que os filhos ganham mais independência, fazem refeições longe dos pais e recebem dinheiro para escolher o que vão comer.</div><div>   Sem falar na influência dos amigos. Quem vai optar por salada quando a turma toda vai de fast-food? Por isso é essencial manter o equilíbrio nas refeições em família", diz a nutricionista Renata Faria Amorim, da All Clinik, no Rio de Janeiro.</div><div>   A profissional alerta sobre o papel da escola nesse cenário. Mesmo que as cantinas não possam vender tranqueiras - alguns estados têm leis para regulamentar isso -, biscoitos, doces e bebidas açucaradas são as estrelas nos intervalos. E proibir não é solução definitiva.</div><div>   Uma pesquisa feita pela marca Capricho e pela área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, com 1 724 garotas-1046 delas com 14 a 17 anos -, mostra que 34% não resistem a um docinho. Elas poderiam sucumbir menos a essas gulodices caso tivessem aulas que ensinassem por que outras opções são mais vantajosas, por exemplo, "E preciso conscientizar", resume Adriano Segal, diretor de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).</div><div><br>Bibliografia:<br><br><a href="https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/">https://saude.abril.com.br/familia/adolescentes-como-esta-a-alimentacao-dos-jovens-no-brasil/</a><br><br>Sophia Chiara 2002<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 12:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Saude mental do jovem na pandemia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/oliviofra/g8hkk74ifyydtgif/wish/816510727</link>
         <description><![CDATA[<div>“A pandemia traz à tona vulnerabilidades. Questões emocionais são acentuadas. Acostumados ao contato social e vivenciando trocas interpessoais com intensidade, jovens experimentam os efeitos do isolamento, muitas vezes com consequências indesejadas, sob a ótica da saúde mental e também dos sentimentos. Alguns passam grande parte do tempo em casa atingidos pelo ócio, estão distantes do convívio com os amigos, dos dias na escola ao lado de colegas e professores, longe de atividades esportivas ou intelectuais complementares. Em tempo de mudanças drásticas, tantas privações podem ser gatilho para problemas mais sérios.”</div><div><br></div><div>- https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/08/10/interna_gerais,1174569/como-as-privacoes-no-isolamento-podem-afetar-a-saude-dos-jovens.shtml</div><div><br></div><div>Manuela Simões da Costa</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 12:47:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crescente reconhecimento da importância de construir resiliência mental:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Felizmente, há um crescente reconhecimento da importância de ajudar os jovens a construir a resiliência mental, desde as primeiras idades, a fim de lidar com os desafios do mundo de hoje. Crescem as evidências de que promover e proteger a saúde do adolescente traz benefícios não apenas à saúde dos adolescentes, tanto a curto como a longo prazo, mas também às economias e à sociedade, com jovens adultos saudáveis capazes de fazer contribuições maiores à força de trabalho, famílias e comunidades e a sociedade como um todo.<br><strong>-Marcella Calheiros Missagia-</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 13:15:53 UTC</pubDate>
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         <title>A prevenção começa com uma melhor compreensão:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A prevenção começa com o conhecimento e compreensão dos primeiros sinais e sintomas de alerta da doença mental. Pais e professores podem ajudar a construir habilidades para a vida de crianças e adolescentes para ajudá-los a lidar com os desafios cotidianos em casa e na escola. O apoio psicossocial pode ser fornecido em escolas e outros ambientes comunitários e, é claro, o treinamento de profissionais de saúde para que eles possam detectar e gerenciar transtornos de saúde mental pode ser implementado, aprimorado ou ampliado.<br><br>O investimento por parte dos governos e o envolvimento dos setores social, da saúde e da educação em programas abrangentes, integrados e baseados em evidências para a saúde mental dos jovens é essencial. Esse investimento deve estar vinculado a programas de conscientização de adolescentes e jovens sobre formas de cuidar da saúde mental e ajudar colegas, pais e professores a apoiar seus amigos, filhos e alunos.<br><strong>-Marcella Calheiros Missagia-</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 13:16:56 UTC</pubDate>
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         <title>Como conciliar estudos e atividades físicas? </title>
         <author>arturborboremanunes</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 2019, de acordo com a Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, aproximadamente 16,33% de crianças entre 5 e 10 anos, estão classificadas com um peso acima da média. Com isso, diversos jovens afirmam que não possuem tempo para realizar atividades físicas por causa dos estudos, que lhes são frequentemente cobrados.<br>Contudo, estas mesmas crianças afirmam que gastam diversas horas de seus dias vendo televisão e jogando videogames. Desta forma, todo esse tempo gasto sentados no sofá, os pais e professores devem estimular esses jovens a saírem de casa e realizarem mais atividades físicas, para reverter essa situação. Concomitantemente a isso, muitos especialistas afirmam que este tempo deveria ser substituído por estes esportes, contudo, outros afirmam que apenas parte desse tempo deveria ser aproveitado, haja vista que o entretenimento também é de suma importância para a saúde mental de todos.<br>Com isso, é possível compreender que mesmo com muitos estudos, pelo menos uma parcela do tempo livre, desperdiçado com atividades que não exigem movimentos, pode ser otimizado para o bem da saúde dos jovens brasileiros, tanto mental quanto física.<br><br>https://www.saude.go.gov.br/noticias/81-obesidade-infantil-desafia-pais-e-gestores<br><br>- Artur Borborema Nunes - 2002</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 13:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>Como o esporte é importante para o desenvolvimento do jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As atividades esportivas, além de prevenir doenças, também desempenham um papel importante no desenvolvimento esportivo, cognitivo, físico e social de crianças e adolescentes. A infância é a fase mais importante da vida na construção de hábitos - portanto, é bom aumentar o entusiasmo positivo. “Em geral, os adultos ativos praticam esportes desde muito jovens, ou têm professores de educação física muito importantes, e estabeleceram essa relação entre emoção e atividade física”, disse Doutora em Atividade Física e Saúde e Esporte Brasil A coordenadora do projeto Anelise Reis Gaya explicou. “Para se desenvolverem plenamente, as crianças precisam adquirir proficiência em uma série de habilidades fundamentais, como correr, chutar, arremessar e lançar”, explica Guilherme Menezes Lage, doutor em Neurociências e coordenador do Núcleo de Neurociências do Movimento (NNeuroM) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</div><div>Isso são alguns dos benefícios do esporte para a saúde do jovem. Estudos também mostram que jovens que praticam esportes regularmentes são os que têm menos dificuldade nas matérias escolares. Além de ir bem na escola, estudos mostra que jovens que praticam mais esportes são mais felizes. Isso porque, Por ser um "analgésico natural", pode trazer felicidade e tranquilidade, além de suprimir o estresse. O exercício físico também pode induzir a liberação de outras substâncias no cérebro, chamadas de neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina, que ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade. Então é muito importante um jovem fazer exercícios ou praticar um esporte pelo menos 3 vezes na semana e por 30 minutos. <a href="http://patrocinados.estadao.com.br/esporteparatodos/menos-tv-e-internet-veja-oito-beneficios-das-atividades-fisicas-para-criancas-e-adolescentes/">http://patrocinados.estadao.com.br/esporteparatodos/menos-tv-e-internet-veja-oito-beneficios-das-atividades-fisicas-para-criancas-e-adolescentes/</a></div><div>Maria Cecilia Libanio</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 13:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>A Saúde do Jovem na Pandemia</title>
         <author>rafaelguimaraes3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na atualidade, os jovens vêm enfrentando problemas como a falta de exercícios físicos em seu cotidiano. Tal problema foi imensamente intensificado pela pandemia atual, durante a qual todos estão evitando sair de casa para não prejudicarem sua saúde. Neste momento,  é importante ressaltar o papel das atividades físicas na manutenção de um estilo de vida saudável.<br><br>-Rafael Orioli</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 00:02:37 UTC</pubDate>
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         <title>A atividade fisica para o jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ciência tem mostrado, há anos, que a prática de atividade física regular é garantia de saúde e, quando praticada desde cedo pelos jovens, pode otimizar o desenvolvimento tanto físico como cognitivo, contribuindo tanto para um crescimento saudável, como nos resultados de aprendizagem. Em outras palavras, a manutenção da saúde e a prevenção de doenças têm como fator primordial o uso do movimento, através da prática de atividade física que contribui no desenvolvimento de adolescentes e jovens. <br><br>-  João Moll</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 18:56:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Saúde Do jovem - Mariana Lopez Arreguy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quatro em cada cinco adolescentes no mundo são sedentários, especialmente as meninas, informa estudo revelado nesta sexta-feira (22) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), elaborado entre 2001 e 2016, em 146 países. No Brasil, a situação é pior: 84% de jovens entre 11 e 17 anos não praticam uma hora diária de atividade física, conforme recomendação da OMS.<br><br></div><div>De acordo com o estudo, uma das causas desta tendência é a “revolução digital”. O documento foi publicado pela revista The Lancet Child &amp; Adolescent Health.<br><br></div><div>Para calcular o número de adolescentes sedentários, a OMS analisou pela primeira vez dados reunidos entre 2001 e 2016, envolvendo 1,6 milhão de estudantes de 146 países. Em todo o mundo, 81% dos jovens entre 11 e 17 anos escolarizados não cumpriram a recomendação de uma hora diária de atividade física em 2016, registrando uma ligeira queda em relação a 2001 (82,5%). A situação atual é muito mais preocupante entre as meninas, 85%, do que entre os meninos, 78%.<br><br></div><div>Os primeiros dados sobre tendências globais em termos de atividade física insuficiente entre adolescentes mostram a necessidade de medidas urgentes para aumentar os níveis de atividade física entre meninas e meninos dos 11 aos 17 anos de idade. O documento conclui que mais de 80% dos adolescentes em idade escolar em todo o mundo - especificamente, 85 % de meninas e 78% de meninos - não atingem o nível mínimo recomendado de uma hora de atividade física por dia.<br><br></div><div>A diferença entre a porcentagem de meninos e meninas que atingiram os níveis recomendados em 2016 excedeu 10 pontos percentuais em aproximadamente um em três países (29%, ou seja, em 43 dos 146 países), e as maiores diferenças foram registradas nos Estados Unidos da América e na Irlanda (mais de 15 pontos percentuais). Na maioria dos países considerados no estudo (73%, ou seja, em 107 de 146), observou-se um aumento nessa diferença de gênero entre 2001 e 2016.<br><br>Mariana Lopez Arreguy - 2002<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:33:03 UTC</pubDate>
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         <title>Como manter a saúde física durante  a pandemia?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Para manter o corpo ativo durante a quarentena, os exercícios feitos em casa são boas opções. Por meio de movimentos funcionais com o peso do próprio corpo, é possível ativar os músculos e conseguir bons resultados treinando, pelo menos três vezes na semana, mesmo não tendo os equipamentos adequados. “Até o exercício físico moderado ajudará bastante a diminuição de fatores emocionais decorrentes do ócio, como ansiedade, irritabilidade e insônia. É importante frisar que sedentários devem iniciar as atividades físicas de forma leve e moderada, respeitando suas limitações e restrições físicas”, conclui o ortopedista.</div><div><br>Um treino que trabalhe todos os músculos do corpo é o ideal para o momento. Flexões de braço, polichinelo, avanços, passadas, corridas ao redor da casa e movimentos de subida e descida de escada são boas opções para inserir na rotina de exercícios. Além disso, existem materiais que podem ajudar a simular um peso de academia como um pacote de arroz e garrafas de água, por exemplo.</div><div><br>Além das atividades físicas, é fundamental que o praticante mantenha uma dieta equilibrada com frutas, verduras e legumes e ingestão de líquidos, que irão fornecer os nutrientes necessários. <br><br>Murilo Jorge de Figueiredo <br><br>Fontes: </div><div><a href="https://www.prosaude.org.br/noticias/como-manter-a-saude-fisica-na-quarentena/"><br>https://www.prosaude.org.br/noticias/como-manter-a-saude-fisica-na-quarentena/</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:37:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>A Saude mental do jovem - Marina Lopez Arreguy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A adolescência é uma fase crucial para o aprendizado, o desenvolvimento e a manutenção de grande parte dos hábitos sociais e emocionais mais importantes para a estabilidade mental. Nesse sentido, <strong>a adoção de padrões de sono saudáveis, a realização regular de exercício físico e o desenvolvimento de habilidades que possibilitam o gerenciamento de dificuldades</strong> figuram na lista das ações mais relevantes para uma juventude saudável.<br><br></div><div>Diante disso, aprender formas de resolução de problemas interpessoais é essencial para gerenciar emoções e conseguir lidar melhor com as adversidades da vida, sobretudo quanto às eventuais frustrações que podem ocorrer. Assim, os ambientes como a família, a escola e a comunidade são vistos como suporte de proteção — ou de risco — no que se refere à adequação do comportamento dos jovens no âmbito social.<br><br></div><div>Listamos algumas questões determinantes e que podem elevar as chances de desordens mentais nos mais jovens. Veja quais são:<br><br></div><ul><li>desemprego;</li><li>conflitos familiares; </li><li>desejo de maior autonomia;</li><li>maior exposição ao estresse;</li><li>exploração da identidade sexual;</li><li>falta de qualidade de vida doméstica;</li><li>envolvimento precoce com drogas e álcool;</li><li>pressão para integrar-se a certos grupos ou comportamentos;</li><li>problemas de relacionamento com pais, professores ou colegas; </li><li>maior acesso, mais disponibilidade de recursos e uso da tecnologia;</li><li>vítimas de <em>bullying</em> ou exposição à violência, incluindo pais agressivos;</li><li>influência da mídia quanto à posição social, aos padrões estéticos e às diferenças de gênero.</li></ul><div><br></div><div>Além desses, há também outras questões que expõem os adolescentes ao maior risco de distúrbios mentais. As condições socioeconômicas, a exposição aos estigmas e aos preconceitos, a discriminação social e de gênero, a exclusão ou a ausência de serviços e de suporte de qualidade, também contribuem para elevar as complicações mentais e emocionais.<br><br>Mariana Lopez Arreguy - 2002<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:41:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:41:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-10-30 13:43:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luigiaraujo</author>
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         <pubDate>2020-10-30 13:44:23 UTC</pubDate>
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         <title>Índices de sedentarismo na adolescência são preocupantes -        João Pedro Bustamante </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>Um estudo comparativo mundial sobre a prática de atividades físicas entre as crianças e os adolescentes, lançado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), traz dados preocupantes.</div><div><br>        Oito em cada dez crianças e adolescentes de 11 a 17 anos não realizam atividade física suficiente. No Brasil, o índice é ainda maior: 84% dos adolescentes nessa faixa etária são menos ativos do que deveriam. A pesquisa mostra ainda que não ocorreu nenhuma melhora significativa nesses níveis nos últimos 15 anos.</div><div><br>        	O recomendado pelos profissionais de saúde é que jovens nessa faixa etária pratiquem, no mínimo, 60 minutos de atividade física moderada cinco vezes por semana, cujo tempo não está sendo cumprido pela maioria dos jovens.</div><div><br>Fonte: https://pebmed.com.br/sedentarismo-somente-15-dos-adolescentes-se-exercitam-o-suficiente/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 13:45:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quarentena e a Saúde dos Jovens - Maria Clara Lavieri</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No contexto da pandemia, ainda que eles sejam igualmente vulneráveis à contaminação, as manifestações dos sintomas quase não aparecem ou são mais brandos do que nos adultos e idosos, a vulnerabilidade psicológica deles é bem maior.<br>A necessidade de diminuir a disseminação da doença exige a manutenção do isolamento social, condição que gera ansiedade e instabilidade emocional em todas as pessoas. Entretanto, em crianças e adolescentes, a adequação a certas situações como a limitação da liberdade de ir e vir, a necessidade de afastamento de parentes de grupo de risco e de amigos próximos impôs drásticas mudanças na rotina.<br>Quando não tratados, os distúrbios emocionais que surgem na infância e na adolescência podem representar graves prejuízos à idade adulta. A preocupação da Saúde Pública é ainda maior devido às dificuldades de controlar os episódios de ansiedade, vistos com mais frequência na pandemia de corona vírus.<br><br></div><div>Quando comparados às condições normais, o risco de sequelas resultantes dos desajustes mentais na juventude é muito mais significativo durante esse período de quarentena. Por isso, os pais e responsáveis por esses indivíduos devem estar atentos aos sinais que sugerem algum tipo de desequilíbrio de ordem emocional.<br>Assim, é necessário minimizar os impactos negativos das mudanças de rotina, principalmente no que se refere às alterações do ambiente com aulas presenciais para o universo digital. Tais transformações ocorreram rapidamente, por isso nem todos os estudantes conseguiram adaptar-se de forma segura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 00:29:26 UTC</pubDate>
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