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      <title>Bio Insights: À descoberta da biologia 🗺️ by maria rodrigues</title>
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      <description>Sou a Maria da turma A1 e este é o meu espaço de partilha de descobertas científicas e também trabalhos variados, de maneira mais sintética e divertida! :)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-29 13:50:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-05-20 22:14:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Regulação hormonal da oogénese </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com a ajuda da professora Dina, realizámos um esquema sobre a regulação hormonal da oogénese caso haja / não haja fecundação, que vos vou explicar melhor.</p><p>Tudo começa no centro de comando:O<strong> Eixo Hipotálamo-Hipófise</strong></p><p>O <strong>hipotálamo</strong> liberta <strong>GnRH</strong>, estimulando a hipófise a produzir:</p><ul><li><p><strong>FSH (Hormona Folículo-Estimulante):</strong>Desenvolvimento inicial de gâmetas.</p></li><li><p><strong>LH (Hormona Luteinizante):</strong> Maturação final e eventos desencadeadores.</p></li></ul><p>A Oogénese ocorre por fases, que vou resumir para vos facilitar um pouco:</p><ol><li><p><strong>Fase Folicular:</strong> A FSH promove o crescimento folicular nos ovários.</p></li><li><p><strong>Pico de Estrogénio:</strong> Os folículos produzem <strong>estrogénio</strong>, que, em níveis elevados, desencadeia um pico súbito de LH.</p></li><li><p><strong>Ovulação:</strong> O pico de LH induz a libertação do óvulo maduro.</p></li><li><p><strong>Fase Lútea:</strong> O folículo maduro (que contém o oócito ii) , transforma-se em <strong>corpo lúteo</strong>, secretando <strong>progesterona</strong> para preparar o útero para uma possível gravidez.</p></li></ol><p><strong>Pequena curiosidade: </strong>As mulheres nascem com a sua reserva total de oócitos, libertando um por ciclo num processo altamente seletivo (o oócito escolhido não é aleatório, sendo geralmente o que apresenta as melhores condições para ser fecundado!)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 10:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Morte dos corais marca início de crise climática irreversível</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3635619892</link>
         <description><![CDATA[<p>Um relatório científico internacional indica que os recifes de coral tropicais já ultrapassaram um <strong>ponto de “não retorno climático</strong>”, marcando o início de uma <strong>crise ambiental irreversível</strong>. O aquecimento global — já acima de 1,2 °C — provocou o maior branqueamento de corais da história ( processo pelo qual os corais perdem a sua cor vibrante devido à expulsão das algas simbióticas, chamadas zooxantelas, que vivem nos seus tecidos), levando à morte em massa destes ecossistemas. A perda dos corais tem consequências ecológicas e socioeconómicas graves e é vista como o primeiro de vários “pontos críticos” que o planeta pode ultrapassar se as emissões de gases de efeito estufa não forem reduzidas brevemente.</p><p>A morte dos corais altera a dinâmica dos oceanos e afeta cadeias alimentares marinhas, influenciando espécies migratórias e recursos pesqueiros que também chegam às águas portuguesas.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Com o declínio dos recifes tropicais — que funcionam como barreiras naturais — prevê-se maior intensidade de tempestades e erosão costeira, o que agrava riscos para comunidades litorais e infraestrutura costeira em Portugal, especialmente nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.<br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 10:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>Fungo da Amazónia equatoriana «come» plástico e é considerado uma solução para o problema do ecocídio no planeta</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3663557896</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Cientistas descobriram que o fungo <strong><em>Pestalotiopsis microspora</em></strong>, encontrado na <strong>Amazónia, </strong>é capaz de <strong>decompor o poliuretano</strong>, um dos plásticos mais resistentes, e sobreviver em condições anaeróbias. Essa capacidade única foi identificada por pesquisadores da <strong>Universidade de Yale</strong> em 2011 e pode representar uma solução promissora para o problema global da poluição por plástico.</p><p>O fungo utiliza <strong>enzimas específicas</strong> para quebrar as ligações químicas do poliuretano, transformando-o em compostos simples que lhe servem de alimento. Diante das mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas anualmente, essa descoberta abre caminho para novas tecnologias de reciclagem biológica.</p><p>Os cientistas estudam agora como aplicar essas enzimas ou transferir os seus genes para outros microrganismos capazes de degradar diferentes tipos de plástico, como PET e PVC. Embora ainda experimental, o <strong><em>Pestalotiopsis microspora</em></strong> representa uma esperança concreta para reduzir a poluição por plásticos de forma natural e sustentável.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cfeelings.pt/fungo-da-amazonia-equatoriana-come-plastico-e-e-considerado-uma-solucao-para-o-problema-do-ecocidio-no-planeta/" />
         <pubDate>2025-11-03 13:40:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3663557896</guid>
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         <title>Trabalho “A Endometriose e Síndrome dos Ovários Policisticos “</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3666069961</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi desenvolvido por um dos grupos de trabalho ( por mim e pela Tallula) um jogo de tabuleiro e uma maquete de um ovário, uma maneira divertida de ficar a conhecer um pouco sobre a Endometriose e a Síndrome dos Ovários Policisticos.</p><p>De uma forma mais direta…:</p><p>A endometriose é uma doença crónica, ou seja, de longa duração, caracterizada pelo crescimento de tecido endometrial ectópico em locais anómalos, como os ovários, as trompas de falópio, os intestinos, a apêndice e até o diafragma.</p><p>Este tecido ectópico, fora do útero, reage às hormonas femininas da mesma maneira que o endométrio reagiria, registando-se ciclicamente o seu crescimento e descamação, a hemorragia menstrual, durante o ciclo menstrual, que levam à inflamação , e à formação de lesões de endometriose em outros orgãos.</p><p>O tecido endometrial ectópico e o sangramento causado por ele podem causar irritação nos tecidos próximos. Assim, pode haver a formação de tecidos cicatriciais, às vezes na forma de faixas de tecido fibroso, chamadas adesões, entre as estruturas abdominais.</p><p>Até hoje não se sabe exatamente qual é a causa da endometriose, mas existem várias teorias, como :</p><ul><li><p>Pequenos fragmentos do endometrio que são eliminados durante a menstruação subirem pelas trompas de Falópio em direção aos ovários, entrando na cavidade abdominal, em vez de descer pela vagina e sair do corpo da mulher na menstruação.</p></li><li><p>As células do endométrio poderem ser transportadas para outros locais pelos vasos sanguíneos ou linfáticos acidentalmente.</p></li><li><p>As células localizadas fora do útero poderem transformar-se em células endometriais.</p></li><li><p>E, por fim, a Hereditariedade.</p><p>O tratamento varia de acordo com os sintomas da mulher, dos planos para gravidez e da idade, assim como da fase da endometriose. Para a maioria das mulheres com endometriose moderada a grave, o tratamento mais eficaz é a remoção ou eliminação do tecido endometrial ectópico e dos endometriomas.</p></li></ul><p><br/></p><p>Relativamente à SOP:</p><p>A síndrome de ovários poliquísticos é um distúrbio hormonal que afeta os ovários, interferindo no ciclo menstrual, na ovulação e nos níveis hormonais. O termo “poliquístico” refere-se ao aspecto dos ovários na ecografia: geralmente aumentados e com vários pequenos folículos (que se assemelham a quistos).</p><p>Os ovários produzem estrogénios e androgénios, e esta doença é caracterizada pelo excesso de produção de androgénios, ou Hiperandrogenismo, que interfere com a ovulação e leva à formação de vários folículos que não amadurecem, consequentemente não havendo libertação do oócito 2, o gâmeta feminino, provocando mudanças no funcionamento do corpo da mulher.</p><p>Os sintomas da SOP podem variar, sendo os mais comuns a menstruação irregular, acne, crescimento excessivo de pelos em zonas como o rosto, peito ou abdómen (hirsutismo), dificuldade em engravidar e tendência para ganhar peso com facilidade.</p><p>O tratamento varia, dependendo dos sintomas e dos objetivos da mulher (como querer ou não engravidar), constituindo vários métodos , como:</p><ol><li><p>A Pílula anticoncepcional, que regula a menstruação e reduz os androgénios.&nbsp;</p></li><li><p>A Metformina, que melhora a resistência à insulina.&nbsp;</p></li><li><p>A Espironolactona, que reduz o crescimento de pelos e o acne</p></li><li><p>A Indução da ovulação: para o caso de quem deseja engravidar&nbsp;</p></li><li><p>E, Alterações no estilo de vida, como a perda de peso podem melhorar significativamente os sintomas.</p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 16:02:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Edição genética pode eliminar necessidade de remédios para colesterol </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3685140496</link>
         <description><![CDATA[<p>A edição genética CRISPR demonstrou potencial para reduzir de forma permanente o colesterol elevado, segundo resultados preliminares de um estudo piloto publicado no <em>New England Journal of Medicine</em>. A tecnologia funciona como uma “tesoura genética” capaz de desactivar genes associados à produção de colesterol e triglicéridos.</p><p>O estudo, conduzido por cientistas da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, envolveu 15 pacientes com doença cardiovascular grave e teve como objectivo principal avaliar a segurança do tratamento, administrado por infusão intravenosa. Os participantes que receberam a dose mais elevada do medicamento experimental registaram uma redução de quase 50% no colesterol LDL e de 55% nos triglicéridos. O colesterol LDL, conhecido como “mau colesterol”, está directamente ligado ao risco de doenças cardíacas, a principal causa de morte a nível mundial.</p><p>De acordo com o cardiologista Steven Nissen, director académico do Instituto Cardíaco, Vascular e Torácico Sydell e Arnold Miller Family da Cleveland Clinic, o tratamento poderá tornar-se uma solução permanente, especialmente para pessoas jovens com predisposição genética para colesterol elevado. O medicamento experimental tem como alvo o gene <strong>ANGPTL3</strong>, responsável por regular os níveis de colesterol e triglicéridos. Pessoas com mutações naturais neste gene apresentam níveis reduzidos de colesterol e menor risco de doenças cardiovasculares ao longo da vida, sem efeitos adversos aparentes.</p><p>A investigação procura reproduzir essa protecção genética em pacientes que não possuem a mutação, usando o CRISPR para desactivar o gene de forma segura no fígado — o que diminui o risco de alterações noutras partes do corpo.</p><p>Quanto à segurança, o tratamento foi administrado por infusão e os efeitos secundários observados foram leves, incluindo irritação no local da aplicação e alterações temporárias das enzimas hepáticas. Houve um caso de óbito, mas os autores destacam que o paciente tinha doença cardiovascular avançada e recebeu a dose mais baixa, não havendo relação directa com a terapia genética.</p><p>A FDA determinou um acompanhamento de 15 anos para monitorizar possíveis efeitos a longo prazo. Ensaios clínicos de Fase 2 e 3 estão previstos para 2026, com o objectivo de aumentar o número de participantes e testar a eficácia em diferentes perfis de pacientes. Especialistas alertam que o tratamento continua a ser experimental e que os medicamentos tradicionais permanecem essenciais para reduzir o risco de doenças cardiovasculares.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/ciencia/edicao-genetica-pode-eliminar-necessidade-de-remedios-para-colesterol/" />
         <pubDate>2025-11-17 00:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento embrionário de um pinto </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em laboratório, dois grupos de trabalho estudaram o desenvolvimento embrionário de um pinto, posteriormente apresentado à turma.</p><p>O desenvolvimento embrionário de um pinto ocorre dentro do ovo e tem a duração média de 21 dias.</p><p>Tudo começa com a <strong>fecundação</strong> na parte superior do oviduto da galinha, antes mesmo da formação da casca. Quando o ovo é posto, o embrião já é um disco minúsculo de células chamado <strong>blastodisco</strong> ou disco germinativo (a famosa "geminha" visível na gema).</p><p>Imediatamente após a postura, se houver fecundação e calor (incubação), a divisão celular acelera. Formam-se os primeiros órgãos: o <strong>coração</strong> começa a bater já no <strong>2º dia</strong>! Surgem os vasos sanguíneos que irão nutrir o embrião a partir da gema. O sistema nervoso e a medula espinhal aparecem, e no 4º dia já é possível distinguir os olhos.</p><p>Membros se formam: asas e pernas tornam-se visíveis.</p><p>O <strong>bico</strong> e as <strong>garras</strong> se desenvolvem.</p><p>As <strong>penas</strong> começam a surgir a partir de folículos, primeiro como pequenos tubos.</p><p>Os <strong>ossos</strong> começam a calcificar, ganhando rigidez.</p><p>O pintinho ocupa quase todo o espaço do ovo, exceto a câmara de ar. Prepara-se para a eclosão, absorvendo o saco vitelínico (gema) para dentro do abdómen, que fornecerá os nutrientes para as primeiras horas de vida fora do ovo.</p><p>O pintinho rompe as membranas internas, começa a respirar o ar da câmara de ar e, em seguida, utiliza o seu "dente de ovo" (uma pequena protuberância temporária no bico) para quebrar a casca, ocorrendo então o momento mais esperado: a eclosão.</p><p>Felizmente, um dos ovos na nossa escola conseguiu chegar à eclosão e tivemos a sorte de conhecer um lindo pintainho!!! (que evidentemente já foi devolvido ao seu habitat natural)<br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-18 10:45:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalho “Observação ao MOC de testículos e ovários”</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Realizou-se por um dos grupos de trabalho, no laboratório, a observação ao MOC de espermatozóides humanos e de boi, e de ovários de coelha.</p><p>Para consolidar o trabalho e aplicar conhecimentos, o Nuno e a Maria João fizeram uma ficha com imagens ( vistas no MOC) para legendarmos, o que eu acho que tenha ajudado bastante porque a qualidade das imagens permitia distinguir melhor do que apenas pela observação, certas estruturas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-24 09:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho “ Os métodos contraceptivos “</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalho realizado por um dos grupos de trabalho acerca dos tipos de métodos contraceptivos, a importância da sua correta utilização e efeitos secundários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-24 09:53:18 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho “ Reprodução do ouriço-do-mar “</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos grupos de trabalho desenvolveu um trabalho acerca do ouriço-do-mar, onde foram apresentados, o seu sistema circulatório, reprodutor, e a sua anatomia, destacando-se a fecundação.</p><p>A parte laboratorial do trabalho consistiu na indução da libertação dos gâmetas dos ouriços (um macho e uma fêmea), para o seu estudo, além da explicação do processo da fecundação deste animal.</p><p>Como tal não foi possível, O Rodrigo Correia e a Rosalina, como alternativa, sugeriram um simulador virtual, que continha todos os aspectos do ouriço, o que considerei como uma segunda via bastante interessante.</p><p>Disponibilizo-vos os links porque penso que são mesmo muito ilucidativos, para o caso de quererem descobrir mais sobre este pequeno animal! </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://depts.washington.edu/vurchin/index.php?view=anatomy">https://depts.washington.edu/vurchin/index.php?view=anatomy</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://depts.washington.edu/vurchin/index.php?view=fertlab">https://depts.washington.edu/vurchin/index.php?view=fertlab</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-24 10:04:41 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho “ Procriação medicamente assistida (PMA) “</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos grupos de trabalho desenvolveu um trabalho acerca da PMA, que contou com uma encenação de uma consulta, e uma parte teórica.</p><p>A Procriação Medicamente Assistida (PMA) representa um dos capítulos mais fascinantes da medicina reprodutiva, um domínio onde a biologia fundamental encontra a tecnologia de ponta para superar os obstáculos naturais à concepção. Longe de ser um mero procedimento mecânico, a PMA é uma sinfonia de precisão, que orquestra os elementos mais íntimos da vida – o óvulo e o espermatozoide – num ambiente controlado, fora do corpo humano.</p><p>No cerne deste processo está a <strong>Fertilização <em>In Vitro</em></strong> (FIV), a técnica mais emblemática da PMA. O termo <em>in vitro</em>, que significa "em vidro", é uma homenagem às placas de Petri e às incubadoras de laboratório que servem de berço provisional para os primeiros momentos da existência. A jornada inicia-se com uma estimulação hormonal cuidadosamente calibrada, destinada a recrutar não um, mas vários óvulos para uma "colheita" precisa. Estes óvulos, recolhidos por via cirúrgica mínima, são então apresentados a espermatozoides, previamente selecionados e preparados, num meio de cultura que mimetiza com notável fidelidade as condições das trompas de Falópio.</p><p>O momento da fertilização é um evento de profunda complexidade celular. Sob a vigilância de microscópios de alta potência, os embriologistas testemunham a fusão do material genético, observando a primeira divisão celular. O que se segue é um período de desenvolvimento crítico, onde os embriões são cultivados durante 3 a 6 dias, transformando-se de uma única célula numa estrutura complexa – a mórula e, posteriormente, o blastocisto. É neste estágio que ocorre um dos avanços mais notáveis: o <strong>Diagnóstico Genético Pré-Implantação (PGT)</strong>, que permite analisar geneticamente as células embrionárias, assegurando a transferência de embriões viáveis e saudáveis.</p><p>A etapa final, a transferência embrionária, é um ato de delicada esperança. Um ou dois embriões, selecionados pelo seu vigor e potencial, são delicadamente depositados no útero, onde, se a sorte e a ciência assim o permitirem, irão implantar-se no endométrio e dar início a uma gestação.</p><p>A PMA é, portanto, muito mais do que uma solução para a infertilidade. É um testemunho da capacidade humana de decifrar e auxiliar os processos da vida. Cada nascimento resultante destas técnicas é não só um “milagre” da natureza, mas também um triunfo da curiosidade científica, e do desejo de criar vida, mesmo quando não se pensa que seja possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-24 14:00:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Regulação hormonal da espermatogénese</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Realizou-se, em aula, um esquema dos acontecimentos envolvidos na regulação hormonal da espermatogénese .</p><p>É um processo ininterrupto e altamente produtivo, que começa na puberdade e é mantido por um sistema hormonal de precisão, ocorrendo em fases, que vos vou resumir brevemente: </p><ol><li><p><strong>Início e Manutenção (FSH e Testosterona):</strong> O FSH atua nas <strong>células de Sertoli</strong> no interior dos testículos, que suportam e nutrem as células germinativas em desenvolvimento. Em paralelo, o LH estimula as <strong>células de Leydig</strong> a produzir <strong>testosterona</strong>, que é crucial para todas as fases da espermatogénese.</p></li><li><p><strong>Diferenciação Celular:</strong> Sob a influência da testosterona e dos fatores das células de Sertoli, as células germinativas passam por uma complexa transformação: reduzem o seu citoplasma, compactam o material genético e desenvolvem um flagelo para locomoção.</p></li><li><p><strong>Feedback Negativo (Controlo Fino):</strong> A <strong>testosterona</strong> e a <strong>inibina</strong> (uma hormona produzida pelas células de Sertoli) exercem um <strong>feedback negativo</strong> sobre a hipófise e o hipotálamo. Este mecanismo mantém os níveis hormonais num equilíbrio estável, garantindo uma produção constante de espermatozoides.</p></li></ol><p><strong>Pequena Curiosidade: </strong>Um homem adulto saudável produz várias dezenas de milhões de espermatozoides por dia. Esta produção em massa reflete a natureza da competição espermática, onde a probabilidade de sucesso é aumentada pelo grande número de células.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-24 14:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Exposição temporária de fotografia sobre biodiversidade </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) integra a Aliança para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Portugal e, por isso, reconhece a importância da conservação e valorização da Biodiversidade que existe nos seus campi. Desde 2018/19, as cinco escolas do IPS têm sido galardoadas com a bandeira verde do programa Eco-Escolas, reconhecendo assim as suas boas práticas sustentáveis, e recentemente conquistaram também o galardão Eco-Campus.</p><p>Ao todo são mais de 800 espécies já identificadas e fotografadas e que agora podem ser vistas (embora apenas uma ínfima parte) pelos alunos da Escola Secundária da Moita.</p><p>Nesta seleção de imagens, é possível ficar a conhecer espécies tão emblemáticas como o <strong>sobreiro</strong>, que marca a paisagem do <em>campus</em> de Setúbal, ou o <strong>chapim-azul</strong>, um dos principais inquilinos das caixas-ninho aí instaladas, além de outras mais difíceis de observar, como a <strong>borboleta-cauda-de- andorinha</strong>, que usa dois olhos vermelhos desenhados nas asas para confundir os predadores, ou a <strong>erva-abelha</strong>, pequena orquídea que se faz passar por abelha como estratagema para garantir a polinização.</p><p>A exposição é fruto de uma forte aposta da instituição na valorização da biodiversidade, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 15 - Proteger a Vida Terrestre), que se vem traduzindo num conjunto de projetos e ações, entre eles o levantamento das espécies de fauna e flora que aí ocorrem, através da realização sistemática de saídas de campo para registo fotográfico, observações que podem ser conhecidas em detalhe na plataforma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.biodiversity4all.org/">Biodiversity4All.</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 12:48:17 UTC</pubDate>
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         <title>Acacia pycnantha : Um pom-pom amarelo</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Acacia pycnantha </em>é designada por <strong>mimosa-dourada</strong> e é uma árvore nativa da Austrália que se tornou uma espécie invasora em Portugal, especialmente nas regiões costeiras. Caracteriza-se por ter flores amarelas e perfumadas, que surgem na primavera, e por formar vagens com sementes que se espalham facilmente.&nbsp;</p><p>É considerada uma espécie invasora por poder formar povoamentos densos que impedem o crescimento da vegetação nativa, por alterar o solo e por aumentar o risco de incêndios, o que é uma pena por ser tão bonita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 11:16:58 UTC</pubDate>
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         <title>Uma amostra da biodiversidade em Nantes </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3707650006</link>
         <description><![CDATA[<p>Da família das&nbsp;<em>Aquifoliaceae</em>,&nbsp;o azevinho (<em>Ilex aquifolium</em>) é uma planta popular em várias regiões do mundo, nomeadamente pela sua ligação íntima ao Natal. Também conhecido por azevim, azevinheiro, pica-folha e espinho-de-cristo, o azevinho é um arbusto de médio porte que pode atingir entre os 10 e os 15 metros de altura, assemelhando-se não raras vezes a uma pequena árvore.</p><p>O azevinho apresenta folhas verdes brilhantes, alongadas e espinhosas; e, por ser uma espécie dióica, as suas folhas são acompanhadas de flores que podem ser masculinas (brancas ou rosáceas) ou femininas (globos encarnados). Embora estas flores nasçam na primavera, é entre o outono e o inverno que o azevinho dá os seus frutos – as características bagas vermelhas que são exclusivas das plantas femininas. Se, por um lado, as folhas do azevinho têm propriedades diuréticas, por outro, as suas pequenas e carnudas bagas vermelhas são tóxicas. </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Da família <em>Cupressaceae</em>, <em>Sequoiadendron giganteum, </em>de nome comum sequoia-gigante, é originária da<strong> </strong>California e muito conhecida por ser a  espécie de árvore mais volumosa a habitar o planeta nos dias de hoje. Possui uma casca que pode chegar até 90 cm de espessura e folhas perenes, em formato de agulha. </p><p>O poster na foto seguinte menciona que além destas árvores terem sido introduzidas na Europa há cerca de 200 anos, a idade máxima que podem alcançar nesta região é ainda desconhecida.</p><p>Foi plantada no dia 25 de Fevereiro de 2004.</p><p><br/></p><p>A <strong>Camélia Yuletide</strong>(<em>Camellia sasanqua</em> 'Yuletide' ou <em>Camellia x vernalis</em> 'Yuletide') é um arbusto de folha perene muito apreciado pelas suas características ornamentais e por florescer durante os meses mais frios.</p><p>Produz flores simples e vibrantes de cor vermelha (ou escarlate), com um proeminente centro de estames dourados que contrasta lindamente com a folhagem escura. As flores têm cerca de 7-8 cm de diâmetro e aparecem em profusão.</p><p>O <strong>Período de Floração </strong>ocorre no outono e inverno, geralmente de novembro a janeiro, trazendo cor ao jardim quando a maioria das outras plantas está dormente.</p><p>As folhas são verde-escuras, brilhantes, ovais e permanecem na planta durante todo o ano (perene). É um arbusto de crescimento moderado, com um hábito de crescimento compacto e vertical, podendo atingir entre 2 a 3 metros de altura e largura.</p><p>Prefere solo ácido, bem drenado e rico em matéria orgânica, e um local com sol parcial ou sombra parcial, protegida do sol forte da tarde e de ventos frios.</p><p><br/></p><p>A árvore de 'crabapple' chorão 'Red Jade' é conhecida em português principalmente pelo seu nome científico,</p><p><em>Malus×scheideckeri'Red Jade'</em> (cujo nome comum não consegui descobrir).</p><p>É uma árvore caducifólia ( de folha caduca) de pequeno porte com um hábito de crescimento distinto e chorão (pendular), com ramos que caem graciosamente até perto do chão.</p><p>Na primavera, a árvore é coberta por uma profusão de flores brancas perfumadas que se abrem a partir de botões rosa, atraindo abelhas e outros polinizadores.</p><p>Após a floração, surgem pequenos frutos vermelhos brilhantes, semelhantes a cerejas, que amadurecem no outono e persistem nos ramos nus durante o inverno, servindo de alimento para os pássaros. Estes frutos podem ser usados para fazer geleias.</p><p>As folhas verde-brilhante adquirem tons de amarelo e bronze no outono antes de caírem.</p><p>Geralmente atinge uma altura de 2,5 a 4 metros e uma largura semelhante, tornando-a adequada para jardins de pequeno e médio porte ou para cultivo em vasos.</p><p>Prefere locais com sol pleno ou sombra parcial e solo fértil e bem drenado. É resistente à geada e à poluição urbana.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 00:38:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Postal de Natal do AE Moita</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui vai a minha participação no concurso “Postal de Natal” do Agrupamento!</p><p>Boas festas :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-07 12:02:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reunião “ Ecoconselho “</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia de hoje alguns alunos, professores e entidades competentes da Freguesia da Moita compareceram na reunião que diz respeito à apresentação dos projetos Eco Escolas deste ano letivo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-15 17:16:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Drosophila melanogaster, pequena mas de importância gigante 🪰</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3764568072</link>
         <description><![CDATA[<p>O ciclo de vida de <em>Drosophila melanogaster</em> é muito curto – cerca de 12 dias a uma temperatura de 25°C. Temperaturas inferiores alongam o ciclo de vida, que</p><p>inclui os seguintes estádios: ovo, larva, pupa e adulto(a).</p><p><br></p><p>A observação dos diferentes fenótipos e a distinção dos sexos é feita à lupa, mantendo os insetos imóveis durante alguns minutos, e manipulando-os com um pincel de guache para que não sofram</p><p>danos na sua integridade física.</p><p>Se os indivíduos tiverem atingido o estado adulto, o dimorfismo é evidente: as fêmeas são maiores e apresentam alternância típica de listas claras e escuras nos segmentos abdominais, enquanto os</p><p>machos são de menores dimensões e têm a extremidade do abdómen negra. Porém, estas diferenças podem não ser</p><p>óbvias nos indivíduos que eclodiram há pouco tempo. Assim, deverá</p><p>recorrer-se à observação do metatarso do par de patas anterior (1ºjunto à cabeça), já que o macho possui aí uma estrutura pilosa</p><p>denominada pente sexual, que as fêmeas não apresentam.</p><p>É utilizada na investigação científica devido ao seu ciclo de vida curto (8-14 dias), facilidade de cultivo, baixo custo e semelhança genética com humanos, pois cerca de 75% dos genes associados a doenças humanas têm homólogos na mosca.</p><p>Nesta primeira etapa, realizámos os cruzamentos das gerações parentais, recíproco e direto, ou seja, moscas virgens ( para garantir a fiabilidade da experiência) que irão cruzar entre si de modo a obter descendência e observar as suas características.</p><p>O cruzamento reciproco consiste no cruzamento de machos de olhos vermelhos (fenotipo selvagem, ou seja, livre de mutação, o que é mais comum na natureza) com femeas de olhos brancos (fenotipo mutante).</p><p>O cruzamento direto consiste no cruzamento de machos de olhos brancos com fêmeas de olhos vermelhos, ou seja , as características opostas para cada sexo.</p><p>São realizados estes dois cruzamentos de modo a avaliar se o fenotipo da geração filial (F1) é influenciado pelo sexo dos progenitores.</p><p>Depois de concluída esta experiência, avaliámos que os resultados foram os esperados, os mesmos que na experiência de George Mendel, e podemos então concluir que sim, o fenótipo das gerações filiais é influenciado pelo sexo dos progenitores!<br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 13:16:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salvamento da nespereira </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3804867140</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de biologia de ontem, a professora Dina disse-nos ter notado que havia uma pequena nespereira mesmo ao pé da nossa sala, que estava tombada quase a chegar ao chão. Como isto poderia comprometer o seu crescimento, a professora propôs-nos que fôssemos tentar ajeitar a pequena árvore. </p><p>Com uma estaca e uma corda emprestada por uma senhora à janela, que assistia àquele cenário, conseguimos então salvar a vida da pequena nespereira!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-27 12:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eclipse Lunar Total de Março de 2026 — Perguntas Respondidas (NASA) 🌑</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3809649124</link>
         <description><![CDATA[<p>Um eclipse lunar total ocorre quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, fazendo com que a Lua atravesse completamente a região mais escura da sombra terrestre, denominada umbra. Este fenómeno acontece durante a fase de Lua cheia, quando o alinhamento entre os três astros é suficientemente preciso para que a Terra bloqueie a luz solar direta que normalmente ilumina a superfície lunar. Durante a totalidade, a Lua não desaparece do céu, mas adquire uma tonalidade avermelhada característica. Essa coloração resulta do facto de a luz solar atravessar a atmosfera terrestre antes de atingir a Lua: os comprimentos de onda mais curtos, como o azul, sofrem maior dispersão nas partículas atmosféricas, enquanto os comprimentos de onda mais longos, associados ao vermelho e ao laranja, conseguem atravessar a atmosfera e são refratados na direção da superfície lunar. Este mesmo princípio físico explica a cor avermelhada observada também no pôr do sol.</p><p>O eclipse lunar total de 3 de março de 2026 desenvolveu-se ao longo de várias horas e incluirá três fases principais. Inicialmente ocorre o eclipse penumbral, quando a Lua entra na zona de sombra parcial da Terra e se observa um ligeiro escurecimento. Segue-se o eclipse parcial, fase em que uma parte da Lua penetra na umbra e se torna visivelmente mais escura. Por fim, dá-se a totalidade, momento em que toda a superfície lunar se encontra na umbra e apresenta a coloração avermelhada típica. A fase de totalidade durou cerca de 58 minutos, enquanto o fenómeno completo, desde o início da penumbra até ao seu término, se prolongará por várias horas.</p><p>Este eclipse foi visível em amplas regiões do planeta onde a Lua esteve acima do horizonte durante o evento, nomeadamente no leste da Ásia, na Austrália, no oceano Pacífico e nas Américas, que poderão observar as fases parcial e total. Em grande parte da Europa e de África, a visibilidade será limitada ou inexistente, dependendo da hora local e da posição da Lua no céu. Trata-se de um acontecimento astronómico relevante, não apenas pela sua raridade — sendo o último eclipse lunar total visível globalmente até 31 de dezembro de 2028 — mas também pelo seu interesse científico, pois permite compreender a interação entre a radiação solar e a atmosfera terrestre, evidenciando processos de dispersão e refração da luz que são fundamentais para o estudo dos fenómenos naturais do planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://science.nasa.gov/solar-system/moon/march-2026-total-lunar-eclipse-your-questions-answered/?utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2026-03-03 10:48:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Doença de Machado-Joseph</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3809689772</link>
         <description><![CDATA[<p>A Liana e a Isaulena apresentaram o seu trabalho acerca da Doença de Machado-Joseph, a qual passámos a conhecer.</p><p>A Doença de Machado-Joseph ou Ataxia Espinocerebelar Tipo 3 (SCA3) é uma patologia neurodegenerativa hereditária, com padrão de transmissão autossómico dominante.</p><p>Esta doença resulta de uma expansão anómala de repetições do trinucleótido “CAG” no gene localizado no cromossoma 14. Essa alteração genética conduz à produção anormal da proteína Ataxina, o que provoca a degeneração progressiva dos neurónios.</p><p>Uma vez que o cromossoma 14 é um autossoma e a mutação apresenta carácter dominante, a transmissão pode ocorrer a partir de qualquer um dos progenitores com a mesma probabilidade, manifestando-se de igual modo em indivíduos do sexo masculino e do sexo feminino.</p><p><br></p><p><br></p><p>(fonte da imagem: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fj%2Fanp%2Fa%2FNKwNPtFnhDz3zWNh7Gvv7nd%2Fabstract%2F%3Flang%3Dpt&amp;ved=0CAMQjB1qFwoTCNC45arOg5MDFQAAAAAdAAAAABB1&amp;opi=89978449">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fj%2Fanp%2Fa%2FNKwNPtFnhDz3zWNh7Gvv7nd%2Fabstract%2F%3Flang%3Dpt&amp;ved=0CAMQjB1qFwoTCNC45arOg5MDFQAAAAAdAAAAABB1&amp;opi=89978449</a> )</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1088858451/669957265a85295f515bbc48b4563ecb/machado.jpg" />
         <pubDate>2026-03-03 11:25:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia Mundial da Vida Selvagem🌳🐢</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3810075454</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje , dia 3 de Março, comemora-se o Dia Mundial da Vida Selvagem.</p><p>Este ano, o dia tem como tema <strong>"Plantas Medicinais e Aromáticas: Conservar a Saúde, o Património e os Meios de Subsistência"</strong>.</p><p>Este ano, as Nações Unidas decidiram dar destaque à "arquitetura invisível" do nosso planeta: a flora.</p><p>Estas plantas são fundamentais não só para a medicina tradicional e moderna, mas também para o sustento de milhões de pessoas e para a estabilidade dos nossos ecossistemas. Além disso, aposto que não sabiam que mais de 70.000 espécies de plantas são utilizadas pelas suas propriedades curativas (e valor económico).</p><p>Em honra da nossa natureza, e este ano em especial da nossa flora, deixo-vos algumas das minhas fotos da nossa tão preciosa vida selvagem, este ano com destaque na flora!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-03 16:07:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possível pai canino🐾</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3810529241</link>
         <description><![CDATA[<p>O Nuno e a Maria João realizaram o trabalho do Kit Biogenius - "Possível pai canino"; impressão digital genética, questões éticas, oncogenes. </p><p>Oncogenes são formas mutadas ou ativadas de genes normais que, quando alterados, promovem a divisão celular descontrolada. Muito basicamente, eles atuam como um "acelerador" encravado na divisão celular, levando à proliferação desordenada e sobrevivência celular contínua, fundamental para o desenvolvimento do cancro. </p><p>No âmbito da atividade laboratorial, o possível pai canino, vou dar-vos algum contexto sobre a história por detrás desta experiência: O Sr. Alão adquiriu a um criador um cão de uma raça muito valorizada, solicitando expressamente o melhor exemplar disponível e sem impor limites de preço. O criador assegurou-lhe que o animal era filho de um cão da sua exploração, campeão nacional em exposições. No entanto, à medida que o cachorro cresceu, tornou-se evidente que o seu porte e características físicas não correspondiam às do alegado progenitor, não apresentando os traços típicos de um exemplar de excelência.</p><p>Perante a suspeita de possível engano, o Sr. Alão regressou à exploração e recolheu amostras de pêlo da mãe, do suposto pai e de outro cão existente no local que apresentava fortes semelhanças com o animal adquirido. Reunindo também uma amostra do seu próprio cão, solicitou a um geneticista molecular a realização de testes com marcadores genéticos, com o objetivo de determinar, de forma científica, a verdadeira paternidade do seu animal. Procedemos à preparação do tampão TBE (muito resumidamente, um líquido com substâncias para manter a integridade do DNA), à confeção do gel de agarose ( o gel azul) e à aplicação das amostras de DNA — correspondentes à mãe, ao filho e aos possíveis pais — nos respetivos poços do gel, com o objetivo de realizar a técnica de eletroforese, uma técnica laboratorial de separação de moléculas (DNA, RNA, proteínas) com base no seu tamanho e carga elétrica, utilizando um campo elétrico para as fazer migrar através do gel de agarose, do polo negativo  para o positivo, como é possível verificar nas imagens. Posteriormente, analisámos o padrão de bandas obtido para determinar a correspondência genética e, assim, identificar o pai biológico do indivíduo em estudo através da comparação dos perfis de fragmentos de DNA. Ou seja, o pai que tivesse o fragmento de DNA ao lado do do filho seria o pai biológico.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2026-03-03 23:10:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O daltonismo 👁️</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3810546813</link>
         <description><![CDATA[<p>O daltonismo, também denominado <strong>discromatopsia</strong> é uma condição que causa dificuldade em distinguir cores específicas ou tonalidades cromáticas.</p><p>É frequentemente genética e afeta uma proporção significativa da população, maioritariamente homens.</p><p>A perceção das cores depende de <em>proteínas fotossensíveis </em>as<em> opsinas</em>, presentes nos cones da retina.</p><p>Estas proteínas permitem que a luz seja convertida em sinais elétricos que o cérebro interpreta como cor.</p><p>Existem três tipos principais de opsinas, cada uma associada a um tipo de cone:</p><ul><li><p>Opsina L (dos cones L) sensível ao vermelho,</p></li><li><p>Opsina M (dos cones M) – sensível ao verde,</p></li><li><p>Opsina S (dos cones S) – sensível ao azul.</p><p>Na protanopia, os cones L, que normalmente percebem os tons de vermelho, estão ausentes ou não funcionam corretamente.</p></li><li><p>O vermelho torna-se muito escuro ou pode parecer castanho ou preto.</p></li><li><p>Existe grande dificuldade em distinguir <strong>vermelho</strong> com <strong>verde</strong>, laranja e castanho.</p></li></ul><ul><li><p>Os cones M, responsáveis pela perceção do verde, estão ausentes ou defeituosos.</p></li><li><p>Dificuldade em distinguir <strong>verde e vermelho</strong>, <strong>castanho </strong>e <strong>amarelo.</strong></p></li><li><p>As cores continuam relativamente brilhantes, mas confundem-se entre si.</p></li></ul><ul><li><p>Os cones S, que percebem o azul, estão ausentes ou defeituosos.</p></li><li><p>Confusão entre <strong>azul</strong> com verde, cinzento e <strong>amarelo</strong>.</p></li><li><p>O mundo parece com menos tonalidades frias.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1088858451/e760313c34eccb81a807c6ff7b8864fc/Daltonismo.pdf" />
         <pubDate>2026-03-03 23:30:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório Drosophila Melanogaster</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3813864780</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório científico da experiência de cruzamentos genéticos com <em>Drosophilas</em>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1088858451/5ea2e14c79e7aebc9392716ca8f1a375/relato_rio_drosophila_pdf.pdf" />
         <pubDate>2026-03-05 19:48:46 UTC</pubDate>
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         <title>Desdobramentos de enxames 🐝</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3827059516</link>
         <description><![CDATA[<p>No passado sábado, apesar da metrologia instável, foi dia de desdobramentos de enxames!</p><p>Neste momento devem estar a perguntar-se, mas o que é isso? </p><p>Um desdobramento é nada mais nada menos que a divisão controlada de uma colmeia populosa em duas ou mais unidades menores (núcleos ou novas colmeias). Esta técnica é utilizada para multiplicar enxames, prevenir a enxameação natural (perda de abelhas), repovoar colmeias perdidas ou até vender enxames.&nbsp;<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-16 12:32:53 UTC</pubDate>
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         <title>Alergias e imunodeficiências 🤧🧬</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3834287972</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-03-21 17:10:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vespa parasitária chega a Portugal? </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3907277686</link>
         <description><![CDATA[<p>A espécie Exephanes ischioxanthus foi recentemente registada pela primeira vez em Portugal, constituindo uma ampliação relevante da sua distribuição conhecida na Europa Ocidental. O registo foi efetuado no concelho de Baião, norte de Portugal, a partir de um exemplar observado e fotografado em fevereiro de 2020.</p><p>Esta espécie pertence à família Ichneumonidae, um grupo de himenópteros parasitoides cujas larvas se desenvolvem sobre ou no interior de outros insetos, conduzindo geralmente à morte do hospedeiro. No caso de E. ischioxanthus, o hospedeiro conhecido é a mariposa noctuídea Mesoligia furuncula. O seu ciclo biológico envolve a deposição dos ovos pela fêmea nas larvas do hospedeiro, desenvolvendo-se posteriormente a vespa no interior da pupa.</p><p>Morfologicamente, a espécie caracteriza-se por apresentar coloração predominantemente negra, abdómen parcialmente avermelhado e marcas brancas nas antenas e no abdómen nas fêmeas, bem como um ovipositor relativamente longo. Os machos distinguem-se pela presença de coloração amarela na face e na região central do abdómen.</p><p>O exemplar português foi encontrado num habitat agrícola tradicional em mosaico, com vegetação herbácea espontânea e proximidade de um bosque de carvalhos, ambiente onde também ocorre o hospedeiro conhecido da espécie. Esta associação sugere a possível existência de uma população estabelecida na região.</p><p>Do ponto de vista biogeográfico, este registo representa a extensão mais ocidental conhecida da distribuição continental europeia de E. ischioxanthus. Os autores salientam ainda que a espécie poderá encontrar-se subamostrada em Portugal, sendo necessários estudos adicionais para avaliar a sua distribuição e ecologia no território nacional. Além disso, o trabalho evidencia a importância das plataformas de ciência cidadã, nomeadamente o <a rel="noopener" class="decorated-link" href="https://www.inaturalist.org/?utm_source=chatgpt.com">iNaturalist</a>, na deteção e documentação de espécies das quais se tem reduzido conhecimento na nossa fauna.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.aegaweb.com/arquivos_entomoloxicos/ae34_2026_ferreira_grosso_silva_exephanes_ischioxanthus_hymenoptera_ichneumonidae_new_species_portugal.pdf" />
         <pubDate>2026-05-11 16:40:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Recolha de alvéolos reais</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3907297187</link>
         <description><![CDATA[<p>Um alvéolo real (ou mestreira) é uma célula especial construída pelas abelhas operárias para criar uma nova rainha.</p><p>Ao contrário dos alvéolos hexagonais comuns para mel ou obreiras, o alvéolo real assemelha-se a um "amendoim" pendurado verticalmente nos favos.</p><p>A larva dentro deste alvéolo é alimentada exclusivamente com geleia real, o que permite o seu desenvolvimento como rainha em vez de obreira.</p><p>Se encontrarmos muitos alvéolos (muitas vezes mais de cinco), a colónia pode estar a preparar-se para se dividir. Neste caso, a rainha antiga sairá com parte das abelhas para formar uma nova colónia, deixando as novas "princesas" para trás.</p><p> Se houver apenas <strong>poucos alvéolos</strong>, há a possibilidade de que as abelhas pretendam substituir a rainha atual por ela estar velha, doente ou com baixa postura.</p><p>Um dos fatores para esta necessidade de substituir a rainha é a falta de espaço na colmeia, uma vez que o congestionamento da área de cria impede a rainha de pôr ovos, desencadeando o instinto de enxameação (formação de um novo enxame a partir de outro).</p><p> À medida que a rainha envelhece, a produção de feromonas que inibem a criação de novas rainhas diminui, o que também pode ser uma causa para este comportamento.</p><p>De modo a decidir o que se deve fazer, devemos verificar a presença de postura do dia na colmeia:</p><p>Se houver ovos do dia, a rainha ainda está presente na colmeia. Se não houver, o enxame pode já ter saído.</p><p> Podemos travar o processo caso pensemos que este comportamento não tem motivo aparente destruindo os alvéolos reais (embora as abelhas possam refazê-los) ou, de forma mais eficaz, dividir o enxame  para criar um novo núcleo.</p><p> Se for um caso de substituição natural, é recomendável não destruir os alvéolos para não interromper a sucessão necessária da rainha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-11 16:57:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade laboratorial: A catálase e a influência da temperatura e do ph </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3908733565</link>
         <description><![CDATA[<p>O objetivo deste trabalho foi estudar a atuação da enzima catalase, utilizando a batata como fonte da mesma, e a sua atuação sob diferentes condições de temperatura e pH (divisão em 3 procedimentos, A, B e C, onde cada um deles possui 4 tubos, sendo 1 destes o controlo da experiência).</p><p>De modo a simular diferentes condições de ph, utilizou-se uma solução de água oxigenada com outros componentes:</p><p>No Procedimento A, pretendeu estudar-se apenas a atuação da enzima, não tendo em conta os fatores temperatura e pH.</p><p>Então, colocou-se em 4 tubos água oxigenada, apenas num dos tubos, dióxido de manganésio, e noutro, apenas uma pequena quantidade de batata.</p><p>Para estudar a atuação desta enzima, utilizou-se um palito em brasa da abertura de cada um dos tubos, que deveria intensificar a sua chama na presença desta enzima, uma vez que a sua reação com a água oxigenada produz oxigénio.</p><p>Confirma-se que a catalase está presente, uma vez que a chama do palito se intensificou.</p><p>Nos dois restantes tubos, a chama permaneceu igual, até se apagar.</p><p>Por fim, foi tirada a batata do tubo onde se encontrava e transferida para o tubo que continha apenas água oxigenada, de modo a verificar se a enzima ainda estaria a funcionar, pelo que se verificou que ainda ocorreu reação, uma que esta enzima não se consome na reação, só a catalisa.</p><p>No procedimento B, foi estudado o efeito da temperatura na ação desta enzima, pelo que se usaram pedaços de batata de diferentes temperaturas:</p><p>pedaços de bata à temperatura ambiente, conforme anteriormente, batata fria, e batata cozida. Neste procedimento, utilizou-se uma seringa, onde foram colocadas um de cada vez, o puré das diferentes batatas, tapando a ponta para que não saíssem durante a possível reação. Caso ocorresse reação, o êmbolo deveria mexer-se, o que se verificou na batata fria e na batata à temperatura ambiente. Não se verificou na batata quente, uma vez que com o calor extremo, as proteínas são desnaturadas e não conseguem voltar ao normal, impedindo o seu funcionamento. </p><p>No Procedimento 3, avaliou-se o efeito do pH na ação desta enzima.</p><p>Para simular pH neutro, utilizou-se água oxigenada com água, HCL ( ácido clorídrico) com água oxigenada para simular um pH ácido e NaOH (hidróxido de sódio) com água oxigenada, para simular um pH básico.</p><p>Em seguida, adicionou-se batata a cada um destes tubos e utilizou-se novamente o palito em brasa para verificar a ação da enzima. Nesta experiência, ocorreu reação em todos os tubos, o que não era suposto, mas que pensemos que pode ser explicado pela tolerância da enzima a pH´s que não sejam o pH ótimo. Ou seja, a reação ocorreu devido à capacidade de atuação da enzima num intervalo de pH que abrange desde o neutro ao ácido.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-12 10:49:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A mini oliveira 🌳🫒</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3910655510</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2025, decidimos adquirir uma mini oliveira- uma versão ornamental de tamanho reduzido da oliveira comum <em>Olea europaea</em> para colocar no quintal da minha avó, uma vez que ela adora tudo o que seja planta, desde flores e arbustos até árvores. Quando fomos à loja de plantas apenas para comprar terra e adubo, não resistimos a esta pequena beleza e tivemos de a trazer connosco. </p><p>Este ano, já maior e mais robusta, a pequena oliveira deu flor!!</p><p>A oliveira é uma planta de folha persistente, crescimento lento e manutenção reduzida, o que a torna ideal para pequenos espaços, como neste caso o quintal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-13 11:58:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A biotecnologia no controlo de pragas</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3910665821</link>
         <description><![CDATA[<p>A biotecnologia tem um papel cada vez mais importante no controlo de pragas, especialmente porque oferece alternativas mais sustentáveis e específicas em comparação com o uso tradicional de pesticidas químicos. Em vez de eliminar uma grande diversidade de organismos no ambiente, até aqueles que não são pragas, e prejudicar a qualidade dos solos, as soluções biotecnológicas permitem atuar diretamente sobre a praga-alvo, reduzindo impactos negativos na saúde humana, na biodiversidade e nos ecossistemas.</p><p>Além disso, o uso da biotecnologia contribui para aumentar a produtividade agrícola de forma mais segura, ajudando a reduzir perdas causadas por insetos, fungos e outros organismos prejudiciais. Também permite diminuir a resistência das pragas aos métodos de controlo, já que muitas dessas técnicas atuam de forma mais direcionada e inovadora. Além disso, outro benefício relevante é a redução da contaminação do solo e da água, o que promove práticas agrícolas mais ecológicas e sustentáveis.</p><p>Três das técnicas abordadas neste trabalho foram:</p><p><strong>Organismos geneticamente modificados (OGM):</strong> plantas que foram alteradas geneticamente para resistirem a pragas, como aquelas que produzem toxinas específicas contra insetos.</p><p><strong>Técnica do inseto estéril:</strong> libertação de insetos machos estéreis na natureza para reduzir a reprodução da população da praga.</p><p><strong>RNA interferência (RNAi):</strong> tecnologia que interfere na expressão genética das pragas, impedindo o seu desenvolvimento ou sobrevivência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-13 12:08:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kit Imunogénius e o teste ELISA🧪</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3911196727</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi realizada uma atividade laboratorial utilizando o kit biogénius com o objetivo de  descobrir o efeito da vacinação na imunidade dos cães contra a doença da esgana</p><p>Para tal, realizou-se um teste ELISA que que permite detetar infecções por agentes patogénicos, a partir da deteção</p><p>de antigénios ou anticorpos de uma determinada doença no sangue.</p><p>Foram explicados os 4 tipos principais deste teste, sendo utilizado nesta atividade laboratorial o teste ELISA indireto, principalmente por ser capaz de detetar quantidades reduzidas de anticorpos e pelo facto do procedimento ser relativamente fácil e permitir analisar várias amostras simultaneamente.</p><p>Procedimento:</p><p>Começa-se por adicionar o soro sanguíneo canino aos poços da microplaca.</p><p>Se o animal já teve contacto com o vírus, o seu sistema imunitário produziu anticorpos, presentes nesse soro, que vão ligar-se ao antigénio ( uma parte do vírus da esgana, como uma proteína) fixado nos poços.</p><p>A placa é incubada na estufa durante um determinado período, permitindo a formação do complexo antigénio-anticorpo. </p><p>Após a incubação, realiza-se a lavagem com a solução tampão fornecida no kit, de modo a remover componentes não ligados</p><p>, garantindo que apenas permanecem as ligações específicas.</p><p>Em seguida, adiciona-se um anticorpo secundário conjugado com uma enzima, que se liga aos anticorpos do animal, fixados ao antigénio. </p><p>Após a incubação na estufa, procede-se a nova lavagem dos poços para eliminar o excesso de conjugado não ligado.</p><p>Por fim, adiciona-se um substrato específico da enzima- esta catalisa uma reação que origina uma mudança de cor, cuja intensidade é proporcional à quantidade de anticorpos presentes na amostra.</p><p>Os resultados são interpretados comparando com controlos positivos e negativos ( soro com anticorpos e sem anticorpos, preparados ao mesmo tempo que as amostras).</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-13 19:10:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3911196727</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico de doenças genéticas e imunitárias</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3912554551</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste trabalho, foram abordados os métodos de diagnóstico de doenças genéticas e imunitárias:</p><ul><li><p>Microarrays de DNA- Técnica desenvolvida em 1995, para</p><p>identificar milhares de genes de uma vez. Permite prever o risco de ocorrência de doenças complexas num indivíduo. </p><p>A detecção ocorre por hibridização</p><p>entre sondas e moléculas-alvo</p><p>marcadas com fluoróforos.</p></li><li><p>Teste ELISA-  permite a deteção de</p><p>infecções por agentes patogénicos, a partir da deteção de antigénios ou anticorpos no sangue. Existem essencialmente quatro tipos: direto, indireto, sandwich e competitivo. </p></li><li><p>Testes rápidos- exame médico simples, fácil de usar e que dá resultados num curto espaço de tempo ao contrário dos testes laboratoriais tradicionais, que</p><p>costumam demorar mais tempo. Por exemplo, a imunofluorescência é uma técnica de laboratório que utiliza</p><p>anticorpos para detectar e localizar antigénios ou proteínas</p><p>específicas em células e tecidos, visíveis num microscópio de</p><p>fluorescência. Anticorpos marcados com fluorocromos ligam-se aos</p><p>antigénios e emitem luz, permitindo</p><p>a sua visualização.</p></li><li><p>Ensaios de precipitação- Os ensaios de precipitação (ou imunoprecipitação (IP)) é uma técnica laboratorial</p><p>usada para isolar e concentrar uma proteína específica de uma mistura complexa, utilizando um anticorpo que reconhece essa proteína.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 13:28:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elaboração e colocação das armadilhas de vespa-asiática</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3912565444</link>
         <description><![CDATA[<p>Para a elaboração das armadilhas caseiras de vespa-asiática utilizámos: </p><p>3 garrafas de plástico de 1,5 L;</p><p>3 pedaços de arame (para fixar as garrafas);</p><p>6 gargalos de garrafa pintados de amarelo, para a entrada das vespas na armadilha. </p><p>Para o líquido atraidor de vespas:</p><p>1L de água</p><p>1L de vinho branco</p><p>1Kg de açúcar </p><p>30g de fermento de padeiro (em cubo)</p><p>Deixar fermentar durante pelo menos 24h, antes de espalhar as armadilhas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 13:37:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A nossa 1ªa apanhada !</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3912573029</link>
         <description><![CDATA[<p>1ª vespa-asiática "vítima" das nossas armadilhas! Estamos um bater de asas mais perto do controlo desta praga que dizima as nossas queridas abelhas-do-mel!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 13:42:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto &quot;O Mel&quot;🍯🐝</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3913015658</link>
         <description><![CDATA[<p>É com muito gosto que eu e a minha colega Madalena Sancho, vos apresentamos o nosso projeto de cidadania/biologia intitulado "O Mel", a apresentar no dia 28 de maio no Eco-congresso.</p><p>Sem dar muito spoiler, este projeto consistirá numa abordagem ao mel, este super alimento que todos conhecem, mas que no entanto, muitas vezes não reconhecem o seu valor. </p><p>Além disto, é claro que não nos podíamos esquecer das grandes mestres por detrás da produção desta maravilha: as abelhas-do-mel, e da sua importância, não só neste processo, mas também para o meio ambiente em geral.</p><p>Tal como nada é perfeito, é importante que se ressaltem as adversidades que esta espécie de tamanha importância sofre, sendo uma delas, a famosa predadora vespa-asiática, que veio a tornar-se uma praga em Portugal.</p><p>Como tal, estamos a realizar este projeto, com muita dedicação, de modo a enfatizarmos estas questões ( e mais!) tão pertinentes para todos nós.</p><p>Irei publicar alguns pedaços do desenvolvimento deste projeto nesta aba do padlet, de modo a que possam acompanhar, e, posteriormente à realização do projeto, voltar a recordar!</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 20:28:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Plantação de uma macieira 🍎🌳</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
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         <description><![CDATA[<p>A macieira (<em>Malus domestica</em>) é uma árvore de folha caduca, pertencente à família Rosaceae, originária da Ásia e cultivada mundialmente pelo seu fruto saboroso e nutritivo, a maçã. Esta árvore refere climas temperados, necessitando de frio invernal para florescer e produzir bem. Floresce na primavera e entra em maturação no outono, sendo ideal para solos férteis e bem drenados. </p><p>Adapta-se bem a quintais e pomares, exigindo podas e, por vezes, tratamentos de inverno.</p><p>Espermos que esta planta prolifere na nossa escola, não só para embelezar o ambiente e contribuir para a variedade biodiversidade na escola, mas também para ser polinizada e servir de abrigo aos nossos insetos polinizadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 20:35:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3913019669</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os tipos sanguíneos </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3913036898</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizámos uma atividade laboratorial com o objetivo de compreender o funcionamento do sistema ABO e os diferentes tipos sanguíneos.</p><p>O kit existente no laboratório continha:</p><p>-Agulhas, para que dois voluntários picassem o dedo para descobrir qual o tipo sanguíneo de cada um;</p><p>-Frascos com anticorpos presentes nos diferentes tipos sanguíneos: anticorpos anti-A , anti-B e anti-D.</p><p>No tipo sanguíneo A, está presente o antigénio A , na membrana das hemácias, e os anticorpos anti-B, no plasma sanguíneo. O tipo B não pode doar para o uma vez que o sangue tipo A possui anticorpos anti-B no plasma. Se receber sangue B, o sistema imunitário destrói as células invasoras. </p><p>Resumindo, indivíduos cujo tipo sanguíneo é A rejeitam sangue B e AB.</p><p>No tipo sanguíneo B, está presente o antigénio B , na membrana das hemácias, e os anticorpos anti-A, no plasma sanguíneo, o que significa que O tipo A não pode doar para o B: O sangue tipo B possui anticorpos anti-A no plasma. Se receber sangue A, estes anticorpos atacam e destroem imediatamente as hemácias doadas.</p><p>Resumindo, indivíduos cujo tipo sanguíneo é B rejeitam sangue A e AB.</p><p>No tipo sanguíneo AB, são produzidos os antigénios A e B, presentes na membrana das hemácias, no entanto, este não possui anticorpos anti-A nem anti-B, caso contrário ocorreria uma reação autoimune grave e imediata. O próprio sistema imunitário destruiria as suas próprias células sanguíneas. Os anticorpos ligar-se--iam aos antigénios A e B das hemácias, fazendo com que os glóbulos vermelhos se colassem em aglomerados.</p><p> Estes aglomerados de células entupiriam os vasos sanguíneos, interrompendo a circulação do sangue.</p><p>A falta de anticorpos específicos no plasma permite que o AB receba sangue A, B, AB ou O sem que haja reação de aglutinação, tornando-o no recetor universal.</p><p>O que determina o tipo de sangue ser positivo ou negativo é a produção do anticorpo anti-D: caso seja produzido pelo organismo, então o tipo sanguíneo será positivo, caso contrário, será negativo.</p><p>Na última foto encontra-se um caso, que verificámos ser possível: um pai e uma mãe com tipos sanguíneos A e B possuem 25% de probabilidade de originar descendência de tipo sanguíneo O, caso sejam heterozigóticos ( genótipo I^A i e I^B i ), verificado pelo xadrez mendeliano ( realizado mentalmente, tendo em conta que os genes responsáveis pelos tipos sanguíneos A e B são dominantes e os responsáveis pelo tipo O são recessivos).</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 21:01:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3913036898</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A hereditariedade na minha família🧬</title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3913042627</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi realizado o trabalho de pesquisa sobre a hereditariedade de características na família de duas colegas, sendo as características avaliadas a capacidade de enrolar a língua e a mão dominante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-14 21:11:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Investigadores utilizam abelhas para estudar o impacto das bactérias no metabolismo humano </title>
         <author>mariarodrigues16724</author>
         <link>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3917609918</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo científico “Honey bees as models for gut microbiota research”, publicado na revista <a rel="noopener" class="decorated-link" href="https://www.nature.com/articles/s41684-018-0173-x?utm_source=chatgpt.com">Nature / Lab Animal</a>, defende que as abelhas melíferas (<em>Apis mellifera</em>) podem ser usadas como modelo experimental para estudar a relação entre o microbioma intestinal e o funcionamento do organismo, incluindo processos relevantes para a saúde humana. O microbioma intestinal corresponde ao conjunto de microrganismos que vivem no trato digestivo e que desempenham funções fundamentais na digestão, no metabolismo energético, na produção de moléculas bioativas, na proteção contra agentes patogénicos e na regulação do sistema imunitário. Nas últimas décadas, tornou-se evidente que alterações nesse microbioma estão associadas a doenças metabólicas e inflamatórias, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças intestinais.</p><p>O grande desafio da investigação em humanos é que o microbioma humano é extremamente complexo, contendo centenas de espécies bacterianas interagindo simultaneamente. Essa complexidade dificulta identificar quais bactérias são responsáveis por determinados efeitos metabólicos ou fisiológicos. As abelhas oferecem uma solução experimental importante porque possuem um microbioma intestinal muito mais simples e estável, composto por um pequeno número de espécies bacterianas dominantes. Apesar dessa simplicidade, vários princípios biológicos observados nas abelhas são funcionalmente semelhantes aos encontrados em humanos. Em ambos os casos, as bactérias intestinais concentram-se em regiões específicas do intestino, participam na digestão e fermentação de nutrientes, influenciam o metabolismo e a imunidade e são transmitidas socialmente entre indivíduos.</p><p>O artigo explica que essa simplicidade torna as abelhas especialmente úteis para estudos causais. Os investigadores conseguem criar abelhas completamente sem microbioma ou introduzir apenas espécies bacterianas específicas, formando microbiomas artificiais e controlados. Esse tipo de modelo, chamado gnotobiótico, permite observar com precisão como determinadas bactérias alteram o funcionamento do organismo. Em humanos e mesmo em mamíferos, experiências desse género são muito mais difíceis devido à enorme diversidade microbiana e às limitações éticas e técnicas.</p><p>Os estudos descritos mostram que o microbioma das abelhas influencia diretamente vários aspetos fisiológicos, incluindo o metabolismo de açúcares, o armazenamento energético, o ganho de peso, a digestão de compostos vegetais, a resposta imunitária e a resistência a infeções. Alguns resultados sugerem inclusive que certas bactérias intestinais conseguem alterar vias hormonais semelhantes às associadas à sinalização da insulina. Isso aproxima estas investigações de temas centrais da medicina humana, como obesidade, metabolismo energético e diabetes.</p><p>O ponto mais profundo do artigo é a ideia de que o metabolismo de um organismo não depende apenas dos seus próprios genes, mas também da atividade metabólica das bactérias que vivem no seu interior. Em vez de considerar o organismo e o microbioma como entidades separadas, os autores defendem que ambos funcionam como um sistema biológico integrado. Assim, parte da digestão, da regulação imunitária e até do equilíbrio metabólico resulta da cooperação entre células do hospedeiro e microrganismos intestinais.</p><p>Embora as abelhas não reproduzam toda a complexidade fisiológica humana, o artigo argumenta que elas funcionam como um modelo simplificado extremamente valioso para descobrir princípios universais da interação entre hospedeiro e microbioma. O objetivo não é substituir estudos humanos, mas identificar mecanismos fundamentais que depois possam ser investigados em organismos mais complexos. Dessa forma, as abelhas tornam-se uma ferramenta científica poderosa para compreender como as bactérias intestinais influenciam a saúde, o metabolismo e a doença nos seres vivos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nature.com/articles/s41684-018-0173-x" />
         <pubDate>2026-05-18 09:01:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariarodrigues16724/g84bh1unir6j614x/wish/3917609918</guid>
      </item>
   </channel>
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