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      <title>Elaboração de um parque urbano by Andrea Andrade</title>
      <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u</link>
      <description>Apresentar aos alunos de graduação em Arquitetura o que deve ser observado para elaboração de um projeto de um parque urbano</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-07 18:21:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-12 12:46:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407032728</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho tem como proposta destacar a <strong>importância da implantação de um parque urbano na cidade de Mossoró</strong>, com ênfase na <strong>sustentabilidade ambiental</strong> e na <strong>valorização do espaço público</strong>. A iniciativa surge diante da necessidade crescente de espaços que promovam <strong>lazer, convívio social e contato com a natureza</strong>, ao mesmo tempo em que contribuam para a <strong>educação ambiental</strong> e a <strong>preservação dos recursos naturais</strong>, especialmente nas <strong>margens do Rio Mossoró</strong>, atualmente degradadas.</p><p>O objetivo central é a <strong>recuperação e urbanização da área afetada</strong>, por meio de um projeto que contemple soluções <strong>arquitetônicas e paisagísticas sustentáveis</strong>, capazes de revitalizar o espaço tanto em seus aspectos naturais quanto funcionais. Isso se justifica pela <strong>carência de infraestrutura urbana voltada à cultura e ao lazer ecológico</strong> no município.</p><p>Entre os objetivos específicos, destacam-se: o <strong>uso de materiais regionais</strong>, como o barro para a produção de <strong>tijolos de adobe</strong>; a <strong>elaboração de uma proposta paisagística integrada ao meio natural</strong>; e a criação de <strong>espaços que beneficiem a comunidade local, artistas e turistas</strong>, incentivando práticas culturais, educativas e ambientais.</p><p>A pesquisa está dividida em dois capítulos. O primeiro aborda a <strong>história e evolução dos parques urbanos</strong> no mundo e no Brasil, os conceitos da <strong>arquitetura paisagística</strong>, as <strong>legislações ambientais</strong>, o papel do <strong>poder público</strong> e os <strong>tipos de unidades de conservação</strong>. O segundo capítulo apresenta as <strong>referências técnicas e conceituais</strong> que servirão de base para o desenvolvimento do anteprojeto, a ser elaborado em fase posterior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 11:33:52 UTC</pubDate>
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         <title>BREVE HISTÓRICO</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407046577</link>
         <description><![CDATA[<p>Para começar a entender melhor o que são parques urbanos, deve-se primeiramente conceituar, e isso é muito importante devido à confusão do termo parque com a proximidade com outros espaços livres como praça e jardim. No entanto, KLIASS (1993, p.19) diz: Os parques urbanos são espaços públicos com dimensões significativas e predominância de elementos naturais, principalmente cobertura vegetal, destinados à recreação. &nbsp;</p><p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp; PARQUES INGLESES</p><p>b)    PARQUES FRANCESES</p><p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp; PARQUES AMERICANOS</p><p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp; PARQUES BRASILEIROS</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 11:59:54 UTC</pubDate>
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         <title>EVOLUÇÃO DE PROJETO</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407050721</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto ao desenvolvimento das linhas projetuais dos parques urbanos, pode-se dizer que esses evoluem continuamente, sempre buscando mostrar novas soluções.</p><p>As alterações podem ser observadas em dois aspectos, tanto na sua forma quanto ao programa apresentado. Quanto a esse último, refere-se às possibilidades de uso que o parque oferece. Assim a elaboração do programa, diz respeito à escolha de equipamentos e a construção do próprio parque, obedecendo sempre os interesses da população, as características do terreno e a disponibilidade de verbas para sua implantação. Já a forma, é a configuração, ou seja, é a partir da forma que se define os espaços e equipamentos que farão parte do parque. &nbsp;No entanto é o conjunto (forma e programa), que acontece a concepção do parque.</p><p>Ao longo dos anos, características definiram o corpo das três linhas projetuais paisagísticas: a eclética, a moderna e a contemporânea.</p><ul><li><p>LINHA ECLÉTICA</p></li><li><p>LINHA MODERNA</p></li><li><p>LINHA CONTEMPORÂNEA</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:08:38 UTC</pubDate>
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         <title>METODOLOGIA</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407052113</link>
         <description><![CDATA[<p>O procedimento metodológico adotado será de natureza exploratória e descritiva. Conforme Gil (2002), as pesquisas exploratórias visam oferecer maior familiaridade com o problema, buscando torná-lo mais claro ou permitindo a formulação de hipóteses, com foco principal no desenvolvimento de ideias ou na obtenção de novas percepções. Já as pesquisas descritivas têm como objetivo central descrever as características de uma determinada população ou fenômeno, além de estabelecer relações entre variáveis. A abordagem utilizada será tanto qualitativa quanto quantitativa, uma vez que a combinação de ambas proporciona mais informações do que se realizadas de forma isolada, conforme Gerhardt e Silveira (2009).</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme POLIT, BECKER E HUNGLER, 2004:</p><p>“A pesquisa quantitativa, que tem suas raízes no pensamento positivista lógico, tende a enfatizar o raciocínio dedutivo, as regras da lógica e os atributos mensuráveis da experiência humana. Por outro lado, a pesquisa qualitativa tende a salientar os aspectos dinâmicos, holísticos e individuais da experiência humana, para apreender a totalidade no contexto daqueles que estão vivenciando o fenômeno.” (POLIT, BECKER E HUNGLER, 2004).</p><p>Quanto a técnica de coleta de dados buscou-se realizar uma pesquisa bibliográfica no que se refere especificamente a linha e que tipo de parque deverá ser inserido na área urbana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:11:14 UTC</pubDate>
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         <title>RESULTADOS ESPERADOS</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407063002</link>
         <description><![CDATA[<p>Para iniciar a elaboração de um projeto arquitetônico, muitas vezes é necessário que se façam estudos referenciais, sobre outros projetos e/ou construções já executados, ou do tema relacionado ao projeto que irá executar. Esses estudos servem de base para o desenvolvimento do projeto, já que a partir deles são observados os pontos positivos e negativos. Essas referências podem ser diretas, estudo realizado in-loco, indiretas, estudos realizados através de livros, sites e outros meios, e por fim formais, que pode ser observada em qualquer categoria do projeto, nele podemos observar materiais, formas, etc.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>PROJETOS</title>
         <author>andreaandradearq</author>
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         <description><![CDATA[<p>ANTE-PROJETO COMPLEXO AMBIENTAL DO OESTE POTIGUARE IMPLANTAÇÃO DO ECO PARQUE RIO VERDE</p><p>Projeto arquitetônico elaborado como Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Potiguar – UnP, como parte dos requisitos para obtenção do título de Arquitetura e Urbanista de Andréa do Nascimento Nogueira de Andrade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>LEITURA COMPLEMENTAR</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407069330</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>andreaandradearq</author>
         <link>https://padlet.com/andreaandradearq/g7b4uftenrvdhw3u/wish/3407070426</link>
         <description><![CDATA[<p>ARTUR, Daniela. Prefeitura monitora as obras de construção do Parque Municipal Lagoa do Jappim.&nbsp; <strong>PARQUE MUNICIPAL LAGOA DO JAPPIM</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=637942">http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=637942</a>. Acesso em: 17/03/09.</p><p>&nbsp;</p><p>ALVES, Fernando M. Brandão – <strong>Avaliação da Qualidade do Espaço Público Urbano. </strong>Proposta Metodológica. Ed. Fund. Calouste Gulbenkian, 2003.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>ANA E LAURO.<strong> &nbsp;PARQUE MUNICIPAL, MACEIO, AL.</strong> Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.overmundo.com.br/guia/parque-municipal-2">http://www.overmundo.com.br/guia/parque-municipal-2</a>. Acesso em: 17/03/09.</p><p>&nbsp;</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. <strong>NBR: 14724: </strong>informação e</p><p>documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.</p><p>_____. <strong>NBR: 9050: </strong>Lei de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaço e equipamentos urbanos. &nbsp;Rio de Janeiro, 2004.</p><p>BOAVENTURA, Edivaldo M. <strong>Metodologia da Pesquisa</strong>: monografia, dissertação, tese. 1ª ed. SP: Atlas, 2004.</p><p>&nbsp;</p><p>BRASIL ESCOLA. Definição de Paisagem. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.brasilescola.com/geografia/definicao-de-paisagem.htm"><strong>http://www.brasilescola.com/geografia/definicao-de-paisagem.htm</strong></a><strong>. </strong>Acesso em: 04/06/09</p><p>&nbsp;</p><p>BRASILIA. <strong>SNUC – Sistema Nacional de Unidades de Conservação</strong>. Brasília, 2000.</p><p>&nbsp;</p><p>FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. <strong>Desenho Ambiental</strong>: Uma Introdução à Arquitetura da Paisagem com o Paradigma Ecológico. 1ª ed. SP: Annablume: Fapesp, 1997.</p><p>&nbsp;</p><p>FERREIRA, Adjalme. <strong>Efeitos Positivos Gerados Pelos Parques Urbanos</strong>: O caso do passio público da cidade do Rio de Janeiro. Trabalho de Conclusão de Pós-Graduação em Ciência Ambiental. Universidade Federal Fluminense – UFF, 2005.</p><p>&nbsp;</p><p>KLIASS, Rosa Grena. <strong>Parques Urbanos de São Paulo</strong>: e sua evolução na cidade. 1ª ed. SP. 1993.</p><p>&nbsp;</p><p>LEITÃO FILHO, Hermógenes de F., AZEVEDO, Dennis B. <strong>Critérios Gerais para Implantação de um Parque Ecológico</strong>. 1ª ed. SP: Ed. UNICAMP, 1989.</p><p>&nbsp;</p><p>MARCATTO, Celso. <strong>Educação Ambiental</strong>: conceitos e princípios. Belo Horizonte: FEAM. pág. 14.2002.</p><p>&nbsp;</p><p>MACEDO, Silvio Soares. SAKATA, Francine Gramacho. <strong>Parques Urbanos no Brasil</strong>. 2ª ed. SP: Imprensa Oficial, 2003.</p><p>&nbsp;</p><p>MACEDO, Silvio Soares. Quadro do Paisagismo no Brasil. 1ª ed. SP. 1999.</p><p>&nbsp;</p><p>MAPA DE LOCALIZAÇÃO DE MOSSORÓ. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www2.ufersa.edu.br/posgraduacao/mcc2/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1&amp;Itemid=8">http://www2.ufersa.edu.br/posgraduacao/mcc2/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1&amp;Itemid=8</a>. Acesso em: Agosto/2009.</p><p>&nbsp;</p><p>MELAZO, Guilherme. COLESANTI, Marlene T. M. <strong>Parques Urbanos</strong>: Importantes Espaços Verdes na Dinâmica Ambiental das Cidades. II Simpósio Regional de Geografia. Universidade Federal de Uberlândia. Novembro/2003.</p><p>&nbsp;</p><p>PARQUES URBANOS. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="HTTP://virtual.br/courses/PAISAGOII/document/AULA_PARQUES1.pdf?cidReq=PAISAGOII">HTTP://virtual.br/courses/PAISAGOII/document/AULA_PARQUES1.pdf?cidReq=PAISAGOII</a>. Acesso em: maio/2009.</p><p>&nbsp;</p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ. Secretaria Municipal do Desenvolvimento Territorial e Ambiental.&nbsp; <strong>Código de obras e edificação do Município de Mossoró</strong>. Mossoró, 2001.</p><p>____________. <strong>Plano Diretor do Munícipio de Mossoró</strong>. Mossoró, 2006.</p><p>____________. <strong>Código Municipal de Meio Ambiente de Mossoró. </strong>Mossoró, 2008.</p><p>&nbsp;</p><p>PEREIRA. Anacleto B. ECOTIETE<strong>.&nbsp; PARQUE ECOLÓGICO DO TIETE</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://ecotiete.sites.uol.com.br/">http://ecotiete.sites.uol.com.br/</a>. Acesso em: 20/03/09.</p><p>&nbsp;</p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. <strong>FUNDAÇÃO DE PARQUES MUNICIPAIS.</strong> Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&amp;pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&amp;app=fundacaoparque&amp;tax=15257&amp;lang=pt_BR&amp;pg=5521&amp;taxp=0&amp;">http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&amp;pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&amp;app=fundacaoparque&amp;tax=15257&amp;lang=pt_BR&amp;pg=5521&amp;taxp=0&amp;</a><strong>.</strong> Acesso em: 24/03/09.</p><p>REVISTA VEJA. <strong>Casa sobre palafitas</strong>. Edição Especial. Publicada em: 24/12/97.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 12:46:16 UTC</pubDate>
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