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      <title>Do cogito a Deus, de Deus ao Mundo by Edgar Manuel Rendeiro</title>
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      <pubDate>2022-12-13 22:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Descartes tem a certeza que existe, mas pode ele sair do solipsismo do cogito e afirmar a existência de outras verdades além do cogito?</title>
         <author>edgarrendeiro</author>
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         <pubDate>2022-12-13 23:01:58 UTC</pubDate>
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         <title>Acede a um vídeo através deste código</title>
         <author>edgarrendeiro</author>
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         <title>Acede a um vídeo lendo este código</title>
         <author>edgarrendeiro</author>
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         <pubDate>2022-12-15 19:17:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Através da aplicação da dúvida metódica, Descartes chegou à primeira verdade da sua torre do conhecimento, o cogito. Para tirar a conclusão da existência do cogito utiliza como exemplo o próprio ato de duvidar, pois ao duvidar, faz uso do pensamento e para pensar tem de existir. A segunda verdade que ele articula é a da existência de Deus, usando o argumento ontológico. Este argumento defende que como Deus é considerado um ser perfeito, é normal que possua todas as perfeições possíveis, entre as quais, a própria existência, pois caso não existisse, não seria um ser perfeito.&nbsp;<br>Assim, Descartes consegue sair do solipsismo do cogito visto que afirma a existência de Deus e é a partir deste último que se pode deduzir outras verdades, como a existência do mundo, construindo assim o edifício do conhecimento.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-16 20:04:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O cogito é a evidência que se impõe ao espírito de forma clara e distinta. A existência do cogito foi provada através da dúvida metódica, que consiste em duvidar de tudo em que se acredita.Descartes defende ainda a existência de Deus. Para defender esta ideia utilizou o argumento ontológico, que nos diz que a existência decorre da perfeição,ou seja, um ser perfeito que não existisse não poderia ser considerado perfeito,logo Deus existe. Podemos concluir que, é possível sair do solipsismo do cogito e chegar ao conhecimento de outras verdades através da existência de Deus, sendo assim o cogito e a existência de Deus as bases seguras para o conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-19 09:30:36 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O Solipsismo é a doutrina segundo a qual só existem, efetivamente, o eu e os seus pensamentos, sendo os outros entes (seres humanos e objetos) partícipes da única mente pensante. Descartes, então, cria uma ponte entre o pensamento subjetivo e uma suposta realidade objetiva.&nbsp;</div><div><br></div><div>Ficou historicamente conhecido o solipsismo cartesiano, quando o filósofo francês René Descartes afirma o primado da substância pensante (res cogitans) traduzida na célebre máxima “penso logo existo” (cogito ergo sum). Partindo do substancialismo cartesiano pode afirmar-se que Deus (res divina) é, do ponto de vista ontológico, a substância mais importante, a res cogitans.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-19 10:16:58 UTC</pubDate>
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