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      <title>Aspergilose AP1 by maisa schneider</title>
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      <description>Maisa Schneider e Mayara Dal Santo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-06 12:28:05 UTC</pubDate>
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         <title>FISIOPATOLOGIA</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>A aspergilose é causada por um fungo filamentoso e saprófito, do gênero&nbsp;Aspergillus, com destaque para a espécie patogênica&nbsp;Aspergillus&nbsp;fumigatus, responsável pela ocorrência de cerca de 90% dos casos. Outras espécies, como&nbsp;A. flavus,&nbsp;A. niger,&nbsp;A. terreus,&nbsp;A. nidulans&nbsp;e&nbsp;A. ustus&nbsp;também causam a doença, no entanto, com menor frequência. Esse fungo é encontrado em matéria orgânica em decomposição dispersa no ambiente.&nbsp;</p><p>Na maioria dos casos ocorre a API, aspergilose pulmonar invasiva. As hifas germinadas invadem rapidamente cavidades e vasos sanguíneos pulmonares e de outros órgãos, secretando produtos metabólicos de carga virulenta e iniciando o processo inflamatório, que pode se tornar granulomatoso, necrótico e supurativo. &nbsp;Um emaranhado de hifas e fibrina forma o aspergiloma, uma espécie de tumor não supurativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:07:43 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSMISSÃO</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fungo entra no organismo por via inalatória, afetando principalmente o pulmão e a partir dele ocorre a disseminação pela corrente sanguínea. Não existe transmissão inter-humana nem de animais ao homem em indivíduos imunocompetentes.</p><p>No ambiente hospitalar pode causam óbito nos pacientes imunocomprometidos por transmissão por exemplo, de esporos dos fungos por meio de sistemas de ventilação contaminados.</p><p><br/></p><p>Ministério da Saúde.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os sintomas mais frequentes da aspergilose incluem:</p><ul><li><p>Tosse persistente com catarro ou sangue</p></li><li><p>Dificuldade para respirar</p></li><li><p>Dor no peito</p></li><li><p>Febre acima de 38°C</p></li><li><p>Perda de peso</p></li></ul><p>As manifestações clínicas da aspergilose variam de acordo com o estado imunológico da pessoa, podendo ser classificadas em:</p><ul><li><p><strong>Aspergilose broncopulmonar alérgica</strong>: ocorre principalmente em indivíduos com fibrose cística ou asma.</p></li><li><p><strong>Aspergiloma</strong>: caracteriza-se pela presença de uma massa fúngica no pulmão, conhecida como "bola fúngica", frequentemente encontrada em pessoas com doenças pulmonares prévias, como tuberculose.</p></li><li><p><strong>Forma crônica necrotizante</strong>: também chamada de "semi-invasiva", esta forma apresenta uma infecção destrutiva nos pulmões, acometendo principalmente pessoas com doenças pulmonares como tuberculose, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou sarcoidose.</p></li><li><p><strong>Forma invasiva</strong>: afeta indivíduos imunocomprometidos, como aqueles que passaram por transplantes de medula óssea ou órgãos sólidos, em tratamento com quimioterapia ou em uso de altas doses de corticosteroides. Nesses casos, o fungo pode se espalhar pela corrente sanguínea, atingindo órgãos como rins, cérebro, fígado e coração. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:18:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>A escolha do tratamento dependerá da forma clínica da aspergilose apresentada pelo paciente e da disponibilidade do medicamento na unidade de saúde. Os antifúngicos utilizados para tratar a aspergilose incluem: itraconazol, fluconazol, voriconazol, posaconazol, caspofungina, micafungina e formulações de anfotericina B. Desde 2008, o complexo lipídico de anfotericina B e o itraconazol estão disponíveis no estoque estratégico do Ministério da Saúde, distribuídos pela área técnica de Vigilância e Controle das Micoses Sistêmicas.</p><p>A distribuição desses medicamentos ocorre após o preenchimento da ficha de solicitação de antifúngicos para o tratamento de micoses sistêmicas endêmicas ou oportunistas, como a aspergilose. Além disso, é necessária a comprovação da infecção fúngica ativa (com diagnóstico laboratorial recente) e o resultado da sorologia para HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). O tratamento da aspergilose deve incluir não apenas a administração de antifúngicos, mas também medidas para melhorar as condições gerais do paciente, tratar comorbidades, aplicar critérios de cura e garantir o acompanhamento pós-terapêutico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:22:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:28:35 UTC</pubDate>
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         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os fungos do gênero <em>Aspergillus</em> são filamentosos e oportunistas, com contaminação ocorrendo por via aérea.</p><p>O <em>Aspergillus fumigatus</em> é a espécie mais frequentemente associada a doenças em humanos (67-73%), sendo o fungo mais comum em ambientes hospitalares, seguido pelo <em>A. flavus</em> (10–16%) e <em>A. niger</em> (5–9%), que também estão entre os representantes típicos de mofos, agravando reações alérgicas e causando infecções locais e invasivas. O <em>Aspergillus terreus</em>, por sua vez, é responsável por apenas 3-4% das infecções clínicas provocadas por esse gênero.</p><p>O <em>Aspergillus terreus</em> é comumente encontrado em diversas amostras ambientais, como solo, água, plantas e alimentos, produzindo esporos facilmente dispersos pelo ar. Esta espécie é termotolerante, com crescimento ótimo entre 35-40°C e máximo em torno de 45-48°C.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 13:32:56 UTC</pubDate>
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         <author>maisaschneider1111</author>
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         <pubDate>2024-09-06 13:34:28 UTC</pubDate>
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         <author>maisaschneider1111</author>
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         <pubDate>2024-09-06 13:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico laboratorial de aspergilose invasiva</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <pubDate>2024-09-06 13:44:03 UTC</pubDate>
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         <author>maisaschneider1111</author>
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         <pubDate>2024-09-06 13:48:08 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-09-06 13:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aflatoxinas</title>
         <author>maisaschneider1111</author>
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         <description><![CDATA[<p>As aflatoxinas são substâncias tóxicas produzidas principalmente por fungos do gênero <em>Aspergillus</em>, especialmente <em>Aspergillus flavus</em> e <em>Aspergillus parasiticus</em>. Elas são metabólitos secundários que podem contaminar alimentos como grãos (milho, amendoim, nozes) e outros produtos agrícolas, especialmente em condições de armazenamento inadequadas, onde há umidade e calor excessivo.</p><p>Essas toxinas são potentes carcinógenos e representam um risco significativo à saúde humana, especialmente em países tropicais e subtropicais onde as condições ambientais favorecem o crescimento desses fungos. A exposição crônica a aflatoxinas está associada a diversos problemas de saúde, sendo os principais:</p><ul><li><p><strong>Carcinogenicidade</strong>: A aflatoxina B1 é uma das substâncias mais carcinogênicas conhecidas, afetando principalmente o fígado. A exposição prolongada pode levar ao desenvolvimento de câncer hepático, especialmente em indivíduos já portadores do vírus da hepatite B.</p></li><li><p><strong>Hepatotoxicidade</strong>: As aflatoxinas causam danos ao fígado, resultando em condições como hepatite tóxica, cirrose e insuficiência hepática.</p></li><li><p><strong>Efeitos imunossupressores</strong>: A exposição prolongada a aflatoxinas pode comprometer o sistema imunológico, tornando o corpo mais vulnerável a infecções.</p></li><li><p><strong>Efeitos agudos</strong>: Em casos de alta exposição, como ingestão de grandes quantidades de alimentos contaminados, as aflatoxinas podem causar envenenamento agudo, levando a sintomas como vômitos, dores abdominais, edema e, em casos graves, falência hepática e morte.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos/doc/toxinas/aflatoxinas.pdf" />
         <pubDate>2024-09-06 13:54:10 UTC</pubDate>
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