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      <title>My smart stream by </title>
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      <description>Made with a quick smile</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-13 23:43:29 UTC</pubDate>
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         <title> Educação de Jovens e Adultos e educação profissional.</title>
         <author>robertaanovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marcélia Amorim Cardoso</div><div><em>Docente (Fabel), mestre em Educação (UERJ), doutoranda em Educação (UFRRJ)<br></em><br></div><div>Gisele de Andrade Louvem dos Passos</div><div><em>Graduanda em Pedagogia (Fabel), docente da rede particular de ensino<br></em><br></div><div><br>Introdução<br><br></div><div>A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino amparada por lei e voltada para pessoas que não estão em causa, por algum motivo, acesso ao ensino regular na idade apropriada. O EJA tem como objetivo criar e corrigir algumas questões comuns como exclusão e exploração, entre outras que geram consecuências maiores, como a perigosa marginalização. A história da EJA no Brasil está muito ligada a Paulo Freire. O projeto de alfabetização que implementou em 1963 atendeu 380 trabalhadores em Angico-RN, repercutindo por todo o país, mas sendo sufocado pelo golpe militar de 1964.<br><br></div><div>Retornando ao Brasil após experiências de alfabetização de adultos na África e na América Latina, influenciou programas de ações educacionais. Essa proposta favorece a Inclusão econômica, social e política de uso.<br><br></div><div>A inserção na realidade da Educação de Jovens e Adultos pelo estágio supervisionado nas diversas disciplinas do Curso de Pedagogia, que prevê estágios em várias modalidades de ensino. Essa atividade deve "atuar para o estagio uma reflexão contextualizada, conferir-como condições para ser formado como autor da sua prática" (Brasil, 2005). Nesse sentido, o estágio supervisionado em Educação de Jovens e Adultos possibilita uma articulação das atividades de ensino e pesquisa e vivência de situações reais de trabalho.<br><br></div><div><br>Paulo Freire e suas contribuições para uma EJA<br><br></div><div>A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino amparada por lei; é voltada para pessoas que não têm acesso a uma escola por uma situação na idade própria. Segundo Ribeiro (2001), uma alfabetização de adultos e uma pratica de caráter político, pois é destinada a corrigir ou resolver uma situação de exclusão, na maioria das vezes parte de um quadro de marginalização maior.<br><br></div><div>Não Brasil, pense em Educação de Jovens e Adultos e Pense em Paulo Freire. O mais célebre educador brasileiro, com atualização e reconhecimento internacional, ideal principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para ele, o objetivo maior da educação é mais importante em relação às parcelas da população desfavorecidas. A educação religiosa está voltada para uma conscientização de vencer primeiro o analfabetismo político para concomitantemente seu mundo em sua experiência e sua cultura. Perceber-se como oprimido e libertar-se esta condição é uma premissa que Freire (2013, p.31) defende:<br><br></div><blockquote>Quem, melhor que os oprimidos, se encontra preparado para entender o significado de uma sociedade opressora? Quem sentirá, melhor que eles, os efeitos da opressão? Quem, mais que eles, para entender a necessidade da libertação? Libertação a quem não está acessado por acaso, mas por práxis de sua busca; Pelo conhecimento e reconhecimento da necessidade de lutar por ela. Luta que, pela finalidade que sofrem, oprimidos, seja um ato de amor, com o qual se oporão ao desamor contido na violência dos opressores, até mesmo quando esta é revista da falsa generosidade referida.</blockquote><div>Freire mostra que é necessário na educação uma pratica da liberdade; quanto mais se problematizam os educandos como seres no mundo, mais se sentirão desafiados e respondendo de forma positiva, ao contrário de uma escola bancária, domesticadora, que apenas "depositante" os conteúdos nos alunos. Para Freire, "não há mais saber ou menos; há saberes diferentes" (2013, p. 49). Defensor do sabre popular e da conscientização para a participação, Paulo Freire inspirou muitos movimentos sociais que lutaram em busca da equidade social. Como premissas de Freire, como ações da sociedade civil em prol da efetivação da cidadania.<br><br></div><div>Atual Política de Educação de Jovens e Adultos, fruto das reivindicações de grupos e movimentos de base, obrigatório de resgatar um compromisso histórico da sociedade brasileira e contribuição para igualdade de oportunidades, inclusão e justiça social, fundamenta sua construção nas exigências legais Definições para a Constituição Federal de 1988.<br><br></div><div>Essa Constituição incorpora o princípio de toda a vida e conhecimento do desenvolvimento de uma pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (artigo 205). Retomado pelo Art. 2º Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, nº 9.394 / 96), esse princípio abriga o conjunto das pessoas e dos educandos como um universo de referência sem limites. Assim, uma EJA (modalidade que visa, além da escolarização, à inclusão e ao resgate da cidadania e à reparação de anos de segregação educacional) esforça-se em prol da igualdade de acesso à educação como bem social.<br><br></div><div>O Art. 37 da LDB prevê que "uma educação de jovens e adultos tem um articulo especial, preferencialmente, com uma educação profissional, na forma do regulamento"; Daí, está em muito mais jovem dentro das escolas. O jovem quer trabalho, mas faltam qualificação e oportunidades, principalmente uma conclusão para Educação Básica e ter parcial domínio das novas tecnologias.&nbsp;<br><br>O papel do professor em Educação de Jovens e Adultos<br><br></div><div>Paulo Freire, em suas obras visando à libertação, um significado especial para essa relação professor / aluno: "Para ser um conhecimento, um processo de alfabetização de jovens e adultos, entre educadores e educadores, uma relação de autêntico diálogo".<br><br></div><div>O papel do professor é destacar uma curiosidade, indagar a realidade, problematizar, ou seja, transformar os obstáculos em dados de reflexão para entender os processos educativos, que, como qualquer faceta do social, estão relacionados com seu tempo, sua história e seu espaço .<br><br></div><div>Nesse sentido, como alerta Fonseca (2015), é fundamental que os professores<br><br></div><blockquote>conheçam os saberes e como habilidades para os alunos desenvolvidos em função do seu trabalho sem dia e dia e seu cotidiano; Assim como cada vez mais, os professores da EJA têm de lidar e outras situações: uma especificidade socioeconômica do seu aluno abaixa um autoestima decorrente das trajetórias de desumanização, uma questão geracional, uma diversidade cultural, uma diversidade étnico-racial, como diferentes perspectivas dos alunos em relação à escola, como questões de dilemas políticos da configuração do campo da EJA como espaço e direito do jovem e adulto, principalmente os trabalhadores.</blockquote><div>Assim, a relação professor-aluno é fundamental para o processo de conscientização / libertação / conhecimento. Tudo que o professor faz em sala de influência ou desenvolvimento da apropriação dos conceitos. A maioria dos alunos de EJA vem de um longo e cansativo dia de trabalho e anos sem frequentar a escola; o professor precisa de muita responsabilidade, dedicação e criatividade para que esses alunos sejam incentivados a permanecer na escola.<br><br></div><div>O professor é o mediador e incentivador de cada aluno, o bom relacionamento, a preocupação eo carinho com alunos, o seu desenvolvimento intelectual, incentivando-os a continuar frequentes como aulas. Criatividade, solidariedade e confiança são essenciais na relação entre o professor eo aluno de EJA. Uma autoestima de capacidade elevada de aprendizagem e ensino.<br><br></div><div><br>Estágio e formação<br><br></div><div>Os alunos da Educação de Jovens e Adultos apresentam um acervo de experiências muito denso. Em geral, são pessoas excluídas socialmente em processos de desigualdade escolar que os afastaram da escola e reiteraram processos profundos de analfabetismo. Encontramos jovens que ultrapassaram a idade estabelecida para o estudo diurno por sucessivas reprovações. Por serem considerados problemáticos nos turnos matutino e vespertino, ou devido ao emprego e outras questões, solicitam ou são transferidos para o turno da noite. Muitos desses jovens sentem-se fracassados e de certa forma excluídos. E esse é um dos aspectos que geram alto índice de evasão escolar nesse período.<br><br></div><div>Em contrapartida estão os adultos, idosos (empregados ou não, alguns não tiveram ainda a possibilidade do emprego formal, enquanto outros estão aposentados). No que diz respeito às mulheres, algumas em período gestacional e outras já com filhos. Nesse contexto há também avós buscando uma nova expectativa de vida após décadas de exclusão e trabalho desqualificado, entre outras questões sociais.<br><br></div><div>Tais afirmações são baseadas em nossas observações ao longo do período de estágio, em uma turma de 18 alunos do 5° ano, com duas jovens (de 18 e 19 anos) gestantes e quatro mulheres com mais de quarenta anos, em que três são avós, sendo uma aposentada e apenas uma delas solteira e sem filhos.<br><br></div><div>O grupo masculino tem apenas um aposentado por tempo de serviço, três ainda jovens, com idade entre 18 e 20 anos (disseram no ter tido a possibilidade de ser possível). Encontramos oito homens acima de trinta anos, todos eles trabalhando (dois formatos e seis em empregos informais).<br><br></div><div>Observamos que as experiências difíceis são o ponto comum entre essas gerações. Ambas sofrem ou sofreram graves problemas sociais gerados por desigualdade e exclusão. A característica desses alunos é buscar o letramento para dar sentido às questões básicas do cotidiano. Está embutida aí a necessidade de elevar sua escolaridade, tentar inserir-se ou manter-se no mercado de trabalho, assumindo uma identidade estudantil, na tentativa de construir uma nova identidade, a de cidadão crítico consciente capaz de utilizar a leitura e a escrita, afirmar e conquistar novos espaços na sociedade, na tentativa de diminuir o abismo que a desigualdade social cria da cidadania plena.<br><br></div><div><br>Materiais didáticos em turmas de jovens e adultos<br><br></div><div>Todo o processo de aprendizagem voltado aos discentes de EJA deve ter como prioridade a contextualização da realidade. A adoção de estratégias e materiais didáticos condizentes com os interesses e necessidades dos alunos é fundamental, pois, além de tornar a aula mais dinâmica, menos cansativa e mais interessante, possibilita que os estudantes pensem sobre suas identidades e subjetividades, suas formas de ser e estar no mundo, lendo e modificando esse mundo, tendo como principais objetivos a redução das faltas, a evasão e a conscientização dos processos sociais que os excluem, das organizações estruturais que os segregam e dos processos educacionais que os oprimem.<br><br></div><div>Os materiais / procedimentos didáticos - livros, jornais, aparelhos eletrônicos ou até mesmo uma roda de conversa - devem servir a alunos como referência para fazer comparações e análises, corrigir conceitos e estimular o interesse, a participação e autonomia dos alunos. Uma das suas funções são importantes, permitindo uma concretização dos conteúdos estudados e, assim, uma construção do conhecimento (Schmitz, 1993). É de suma importante ressaltar que, mesmo com toda a eficácia dos materiais didáticos, não são substituídos ou diminuem o papel do professor no processo.<br><br></div><div>A aprendizagem confiável da maneira como estes recursos são passados, orientado e aprovado ao máximo, excel professor de cabelo, como é, outros processos de aprendizagem, o facilitador. Ensinar por meio da realização de projetos interdisciplinares para um dos recursos bastante explorados nas turmas observadas por nós. Mota (2007, p. 7) mostra que<br><br></div><blockquote>Uma das principais vantagens de trabalho por meio de projetos e uma aprendizagem passa a ser significativa, centrada nas relações e nos pass. Uma vez identificado o problema e formulado algumas hipóteses, é possível traçar planos para os passos, como uma definição do material de apoio para pesquisa, que é usado para pesquisas de respostas e de confirmação ou não das hipóteses levantadas.</blockquote><div>Uma assimilação do assunto em desenvolvimento e interação pessoal são resultados fundamentais de recurso. Uma interdisciplinaridade presente e promovida pelos projetos permite que a visão que constrói do objeto de conhecimento seja multifacetada, possibilitando amplas e variadas interpretações e construções de conceitos, enriquecidas por experiências de vida.<br><br></div><div><br>Considerações finais<br><br></div><div>Entendemos que a Educação de Jovens e Adultos é um direito importante e valioso, uma posição prévia para que seja cidadão, Entre em contato com os bens básicos da sociedade: ler livros, escrever ou entender cartas, enviar para o frente de um computador e saber Manuseá-lo, receba o conhecimento e escreva o nome em registros, um manual de instrução, e, tratando-se de poetas e músicos, escreva seus próprios versos e notas (Cury, 2001).<br><br></div><div>Observamos que os alunos integrantes da EJA retornam às instituições escolares não só em busca de um certificado ou diploma. Esperam muito mais do que postar e escrever, eles pretendem continuar os estudos e a utilização para a sua formação crítica e social. Enxergam a escola como uma chance, uma oportunidade para um futuro melhor.<br><br></div><div>Após contato com os alunos da modalidade de ensino, algumas das nossas concepções e nossas formas de produção, são modificados e alguns definitivamente extintos. Pensar que existe um tempo definido para aquisição de conhecimentos e transformação de vida é inconcebível. "Pensar em excluir o jovem e o adulto do processo da educação e da sentença - uma vida de comodismo em situações difíceis como essa fumaça a sua vez e um dos conceitos que precisam de ser extinto na sociedade" (Cury, 2001), a começar por Nós somos ligados à possibilidade de modificar ou conduzir uma mudança de vida em sua totalidade, pois, enfim, conhecimento é transformação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-13 23:50:00 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2017-09-14 22:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional</title>
         <author>robertaanovais</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resumo)<br>A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino que permite que pessoas adultas, que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola na idade convencional, possam retomar seus estudos e recuperar o tempo perdido.<br>O que se tem pensado até o momento é que o trabalho pedagógico desenvolvido neste seguimento de ensino é apenas para alfabetizar. No entanto, alfabetizar é somente a primeira parte do processo. O que não se pode é pensar que só alfabetização poderá garantir desenvolvimento social deste educando.<br>Para uma pessoa adulta que retoma seus estudos, o desejo maior é o de se preparar para o trabalho, de ter autonomia e de se dar bem profissionalmente. A abordagem metodológica neste sentido não deve ser desenvolvida com os mesmos parâmetros utilizados para se trabalhar com crianças. Um aluno com idade de 30 anos, por exemplo, retomando os anos escolares correspondente ao 4º ano do ensino fundamental não se interessará por uma atividade caracterizadamente infantil. Daí a necessidade de abordar conteúdos equivalentes, mas com uma linguagem adulta e que vá ao encontro daquilo que esse público deseja. Esta aqui o ponto que deve ser melhorado, é necessária a abordagem de recursos de ensino que busquem o interesse profissional dos adultos, usar meios mais atualizados para a alfabetização, acompanhar o desenvolvimento e suas especificidades, ou seja, renovar e promover a interação com o novo.<br>O Brasil já deu um grande passo nas questões que se referem a alfabetização de jovens e adultos, embora continuamos dentro da escola dos países com maior taxa de analfabetos. E o problema, como já mencionado, é que o adulto que procura a escola não quer apenas aprender a ler e a escrever, ele quer e necessita é de atualização com o contexto social em que vive e faz parte.<br>A defasagem escolar é grande, segundo a Lei 9.394/96 art. 37 “a educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, na forma do regulamento”, dessa forma, e se realmente acontecesse o que está previsto em lei, teríamos muito mais jovens dentro das escolas. Em consequência do desemprego, a busca pelo ensino profissional e técnico aumentou significativamente. O jovem quer trabalhar, mas falta qualificação e oportunidades, principalmente a de concluir a educação básica e ter parcial domínio das novas tecnologias.<br>A educação é um direito de todos. <br>Referencias; <a href="http://brasilescola.uol.com.br/educacao/a-eja-preparo-para-trabalho.htm">http://brasilescola.uol.com.br/educacao/a-eja-preparo-para-trabalho.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 22:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo sobre a História da Educação Brasileira</title>
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         <title>Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos</title>
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         <pubDate>2017-09-14 23:22:39 UTC</pubDate>
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         <title>Os desafios da Educação de Jovens e Adultos</title>
         <author>robertaanovais</author>
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         <pubDate>2017-09-14 23:24:53 UTC</pubDate>
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