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      <title>TODOS OS PRESIDENTES DO BRASIL by Erickson Navarro dos Santos</title>
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      <description>Atividade do componente curricular de Sociologia como atividade de verificação da aprendizagem utilizando a Metodologia Ativa de Aprendizagem Colaborativa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-13 18:50:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mpv10araujo</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3083796099</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-22 01:26:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mpv10araujo</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3083800632</link>
         <description><![CDATA[<p>Getúlio Dornelles Vargas, nascido em 19 de abril de 1882, em São Borja, Rio Grande do Sul, foi um advogado e político brasileiro. Antes de se tornar presidente, Vargas teve uma carreira política marcada por diversos cargos importantes. </p><p>Ele começou sua vida pública como promotor de justiça em 1909. Logo em seguida, entrou na política como deputado estadual no Rio Grande do Sul, e, posteriormente, foi eleito deputado federal em 1923. Durante seu mandato, Vargas foi nomeado Ministro da Fazenda (1926-1927) durante o governo de Washington Luís. Ele também foi governador do Rio Grande do Sul entre 1928 e 1930.</p><p>Sua trajetória política ganhou notoriedade ao liderar a Revolução de 1930, que resultou na deposição do presidente Washington Luís e marcou o fim da Primeira República. A partir de então, Vargas assumiu o poder como chefe do governo provisório, abrindo caminho para suas futuras gestões presidenciais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-22 01:29:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Collor de Mello - 3°I02</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3088594934</link>
         <description><![CDATA[<p>CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>-Retorno da democracia (após ditadura militar)</p><p>-Disputado com o Luís Lula Inácio</p><p>-Fernando vence em 1990-1992.</p><p><br/></p><p>-O cenário econômico era caótico, com super inflação;</p><p>-Os preços subiam cada vez mais corroendo o poder de compra dos trabalhadores;</p><p>-A política do José Sarney causou uma crise financeira </p><p>-Causou desabastecimento, congelamento dos preços;</p><p>- Lojas foram saqueadas em busca de comida e produtos de higiene;</p><p><br/></p><p>FERNANDO COLLOR </p><p>Disputou por um pequeno partido PRN (partido da reconstrução nacional)</p><p>Ficou conhecido como Caçador dos Marajás </p><p>Discurso: iria acabar com velha politica e privilégios dos q ganhavam dinheiro sem trabalhar;</p><p>Ganhou confiança da população e mídia por trazer um discurso moderado e modernização do estado e pelo falto do outro candidato da esquerda ser mt radicial .</p><p><br/></p><p>GOVERNO </p><p>Desafio: crise e super inflação</p><p>Proposta: Plano Collor (uma série de medidas, entre elas, confiscação da poupança-18 meses, demissão de funcionários públicos, jaumento de juros- 20% ao mês) </p><p>Principal ponto: Abertura de mercado, importações de bens, carros de roupas foram bloqueadas. Objetivo aumentar produção, resultado: queda por conta da concorrência exterior. </p><p>Consequencia: aumento de desempregados</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Escândalos: Esquema PC Farias amigo pessoal e tesoureiro, disviou milhões em caixa dois. </p><p><br/></p><p>Protesto: jovens pintaram rostos de verde e amarelo pedindo a saida do presidente.</p><p>Congresso Abriram Impeachment contra colllor</p><p><br/></p><p>Discursou por apoio, sem exito e ele renunciou o cargo para manter seus direitos politicos, 29 de dezembro de 1992, mas o congresso prosseguiu com processo e ele foi isento dos seus direitos por 8 anos.</p><p><br/></p><p>Feito por Jullia Vieira e Maria Vitória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:11:22 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Henrique Cardoso </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3088597110</link>
         <description><![CDATA[<p> Fernando Henrique Cardoso é um sociólogo e político brasileiro que foi presidente do Brasil de 1995 a 2002. É conhecido por ter implementado reformas econômicas importantes que estabilizaram a economia do país, incluindo a criação do Plano Real, que controlou a hiperinflação. Cardoso desempenhou um papel fundamental na modernização da economia e no fortalecimento das instituições democráticas durante seu mandato. Antes de sua presidência, teve uma carreira acadêmica distinta e foi um importante intelectual e conselheiro de políticas públicas</p><p>   Fernando Henrique Cardoso, além de seu papel como presidente, é um renomado sociólogo que contribuiu significativamente para a teoria social e política. Sua obra mais conhecida, "Dependência e Desenvolvimento na América Latina" (1979), coautoria com Enzo Faletto, aborda a teoria da dependência e a relação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.</p><p><br/></p><p>Durante sua presidência, Cardoso focou na estabilidade econômica e na liberalização do mercado, promovendo privatizações de empresas estatais e reformas fiscais. Também foi responsável por avanços na inclusão social e na modernização das instituições democráticas.</p><p><br/></p><p>Após seu mandato, Cardoso continuou a influenciar o debate político e econômico como pensador e líder de opinião, e tem sido ativo em diversas organizações internacionais. Seu legado é amplamente reconhecido tanto no Brasil quanto internacionalmente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Adriano Monteiro Barrere e Felipe Pereira </p><ol start="3"><li><p>02</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:12:04 UTC</pubDate>
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         <title>Governo Juscelino Kubitschek</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3088611073</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo:Joyce e Rayane Pinheiro 3º02</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Quem foi?</strong> Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902-1976), conhecido como JK, nasceu na cidade de Diamantina, em Minas Gerais, em 12 de setembro de 1902.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Entrada na política: </strong>Entrou pelas mãos do interventor federal de Minas Gerais, Benedito Valadares, onde atuou como seu chefe de gabinete. Entre 1940 e 1945 foi prefeito de Belo Horizonte, onde realizou obras importantes como o complexo da Pampulha com projetos de Oscar Neyemer.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Governo JK: </strong>No dia 3 de outubro de 1955, Juscelino Kubitschek venceu as eleições para presidente e <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://www.todamateria.com.br/joao-goulart/">João Goulart</a> era o vice-presidente. Assumiu a presidência no dia 31 de janeiro de 1956. Ao assumir o poder, Juscelino Kubitschek estabeleceu o lema de sua política econômica, prometendo cinquenta anos de progresso em cinco de governo.</p><p>Apresentando na campanha eleitoral, o plano definia os principais objetivos a serem atingidos, agrupados em cinco setores: energia, transporte, indústria, educação e alimentação.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Os Anos Dourados e a Construção de Brasília:</strong> Consistia em incentivar o progresso econômico do país estimulando a industrialização. Igualmente, o otimismo vinha da construção de Brasília, inaugurada em 1960, a nova capital do país, da bossa nova e da primeira conquista da Copa do Mundo em 1958.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Inflação e a Dívida externa: </strong>Para custear a modernização do Brasil, JK teve que recorrer ao capital estrangeiro. O crescimento da dívida externa preocupava os credores estrangeiros. Deste modo, o Fundo Monetário Internacional (FMI) exigiu do governo a adoção de uma política recessiva, com diminuição das emissões, para que o Brasil pudesse receber novos empréstimos. JK recusa aceitar a pressão do FMI e rompe com o organismo temporariamente.</p><p>O mandato de Juscelino chegou ao fim em meio as crescentes dificuldades econômicas. A inflação e a alta do custo de vida resultaram em inúmeras greves, especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Acidente : </strong>Após deixar a presidência, lhe sucedeu Jânio Quadros e se elegeria senador pelo estado de Goiás. Com o Golpe Militar de 64 e a publicação do AI-1 que cassava mandatos de políticos considerados uma ameaça para o Brasil, JK retira-se do Congresso.</p><p>Mais tarde, resolve formar a Frente Ampla que reunia políticos de renome contra a ditadura militar como<a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://www.todamateria.com.br/carlos-lacerda/"> Carlos Lacerda.</a> Porém, o projeto termina de forma trágica. Juscelino Kubitschek de Oliveira faleceu em 22 de agosto de 1976, em um acidente automobilístico quando viajava de São Paulo para o Rio de Janeiro.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:20:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Michel Miguel Elias Temer Lulia - 3°I02</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3088736548</link>
         <description><![CDATA[<p>Michel Temer assumiu a presidência do Brasil em agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff. Seu governo focou na implementação de reformas econômicas e fiscais para enfrentar a crise econômica que o país vivia. Entre as principais medidas, destacam-se a reforma trabalhista, que modernizou as leis do trabalho, e tentativas de reforma da previdência.</p><p>Temer buscou estabilizar a economia, controlando a inflação e reduzindo o déficit fiscal por meio de cortes de gastos e privatizações. Apesar de algumas melhorias nos indicadores econômicos, seu governo foi marcado por uma forte crise política, com denúncias de corrupção que afetaram sua credibilidade e geraram descontentamento popular.</p><p>A popularidade de Temer foi baixa durante seu mandato, refletindo a resistência às suas reformas e a insatisfação da população. Ele deixou o cargo em dezembro de 2018, sucedendo Jair Bolsonaro.</p><p>Pontos Positivos:</p><p>1. Reformas Econômicas: Temer implementou reformas importantes, como a reforma trabalhista e a reforma da previdência, que visavam modernizar a economia e reduzir o déficit fiscal.</p><p>   </p><p>2. Estabilização Econômica: Durante seu governo, houve uma tentativa de estabilizar a economia após a crise de 2015 e 2016, com medidas que ajudaram a controlar a inflação e promover um crescimento moderado.</p><p>3. Abertura ao Mercado: Ele buscou aumentar a abertura do Brasil ao comércio exterior e atrair investimentos estrangeiros, visando impulsionar a economia.</p><p>4. Corte de Gastos: O governo fez esforços para cortar gastos públicos, o que foi visto como um passo necessário para equilibrar as contas do país.</p><p>Pontos Negativos:</p><p>1. Crise Política: O governo Temer enfrentou uma forte crise política, incluindo denúncias de corrupção e um processo de impeachment que minou sua legitimidade.</p><p>2. Descontentamento Social: As reformas trabalhistas e da previdência geraram descontentamento entre trabalhadores e sindicatos, resultando em protestos e greves.</p><p>3. Desigualdade Aumentada: Apesar das reformas econômicas, muitos críticos argumentaram que elas não beneficiaram as classes mais baixas e aumentaram a desigualdade social.</p><p>4. Baixa Popularidade: Sua aprovação popular foi baixa durante grande parte do mandato, o que dificultou a implementação de suas políticas.</p><p><br/></p><p>Vitório e Luís Cani.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 15:46:03 UTC</pubDate>
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         <title>NILO PEÇANHA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3089086849</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PRINCIPAIS PONTOS </strong></p><ul><li><p>Sétimo presidente do Brasil</p></li><li><p>Primeiro e único presidente negro</p></li><li><p>Criou a FUNAI E O CEFET</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>VIDA PESSOAL</strong></p><p>Nilo Procópio Peçanha foi <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-underline text-strikethrough-none" href="https://almapreta.com.br/sessao/politica/o-brasil-nao-esta-preparado-para-uma-presidente-negra-diz-candidata-vera-lucia/">presidente do Brasil</a> por 17 meses e é considerado o patrono da educação profissional e tecnológica do Brasil. Membro de uma família de origem pobre, Nilo é filho de Joaquina Anália de Sá Freire, que pertencia a uma família de agricultores envolvidos com o cenário político da região.</p><p>Em dezembro de 1895, casou-se com Ana Castro Belisário de Sousa. Nilo Peçanha faleceu em 1924, aos 56 anos, no Rio de Janeiro. Após sua morte, seguidores do ex-presidente passaram a ser chamados de “Niilistas”. As cidades de Nilópolis, Rio de Janeiro e Nilo Peçanha, na Bahia, foram nomeadas em sua homenagem.</p><p><br/></p><p><strong>VIDA PROFISSIONAL</strong></p><p>Vice presidente do Afonso Pena. Após a trágica morte do filho mais velho, Pena adoeceu e faleceu de pneumonia em 14 de julho de 1909 e Nilo Peçanha, que era o seu vice, aos 41 anos, o mais jovem até então e o segundo da história, assumiu e se torna o sétimo homem a ocupar o cargo de presidente do Brasil. Durante seu governo, criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria e o Serviço de Proteção ao Índio. Em setembro de 1909, três meses depois de assumir o cargo, inaugurou as primeiras 19 escolas de aprendizes. Depois elegeu-se presidente do Estado do Rio de Janeiro.</p><p>Em 1918, mais uma vez elegeu-se senador federal. Em 1921, foi candidato a presidente da República pelo Movimento Reação Republicana Candidatou-se a presidência em 1922 porém perdeu.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><em>Por: Lislen e Ranielly 302</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 20:19:54 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Inacio Lula da Silva</title>
         <author>juliocsjuvenal</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090634258</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>uiz Inácio Lula da Silva</strong> (nascido <strong>Luiz Inácio da Silva</strong>;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva#cite_note-4"><sup>[nota 2]</sup></a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Garanhuns">Garanhuns</a>,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva#cite_note-naturalidade-6"><sup>[nota 3]</sup></a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_outubro">27 de outubro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1945">1945</a>), mais conhecido como <strong>Lula</strong>, é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Metalurgia">ex-metalúrgico</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sindicato">ex-sindicalista</a> e político <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileiro</a>, filiado ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_dos_Trabalhadores">Partido dos Trabalhadores</a> (PT). É o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_presidentes_do_Brasil">39.º</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a> desde 2023, além de ter sido o 35.º presidente da República entre 2003 e 2011.</p><p>De origem pobre, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Migra%C3%A7%C3%A3o_interna_no_Brasil">migrou</a> ainda criança de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco">Pernambuco</a> para <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">São Paulo</a> com sua família. Foi metalúrgico e sindicalista, época em que recebeu a alcunha "Lula", forma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocor%C3%ADstico">hipocorística</a> de "Luís". Durante a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadura_militar_brasileira">ditadura militar</a>, liderou grandes <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Greves_de_1978-1980_no_ABC_Paulista">greves de operários no ABC Paulista</a> e ajudou a fundar o PT em 1980, durante o processo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abertura_pol%C3%ADtica">abertura política</a>. Lula foi uma das principais lideranças do movimento <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diretas_J%C3%A1">Diretas Já</a>, no período da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Redemocratiza%C3%A7%C3%A3o">redemocratização</a>, quando iniciou sua carreira política. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_gerais_no_Brasil_em_1986">Elegeu-se em 1986</a> deputado federal pelo estado de São Paulo com votação recorde. Em 1989 <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_1989">concorreu</a> pela primeira vez à presidência da República, perdendo no segundo turno para <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Collor">Fernando Collor de Mello</a>. Foi candidato a presidente por outras duas vezes, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_1994">em 1994</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_1998">em 1998</a>, perdendo ambas as eleições no primeiro turno para <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Henrique_Cardoso">Fernando Henrique Cardoso</a>. Venceu a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_gerais_no_Brasil_em_2006">eleição presidencial de 2002</a>, derrotando <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Serra">José Serra</a> no segundo turno. Na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2006">eleição de 2006</a>, foi reeleito ao superar <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geraldo_Alckmin">Geraldo Alckmin</a> no segundo turno.O <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Lula_(2003%E2%80%932011)">governo Lula</a> teve como marco a consolidação de programas sociais como o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa_Fam%C3%ADlia">Bolsa Família</a> e o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fome_Zero">Fome Zero</a>, ambos reconhecidos pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas">Organização das Nações Unidas</a> como iniciativas que possibilitaram a saída do país do mapa da fome. Durante seus dois mandatos, empreendeu reformas e mudanças radicais que produziram transformações sociais e econômicas no Brasil, que acumulou substanciais <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reserva_internacional">reservas internacionais</a>, triplicou seu <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/PIB_per_capita">PIB per capita</a> e alcançou o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grau_de_investimento">grau de investimento</a>. Os índices de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pobreza">pobreza</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desigualdade_social">desigualdade</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Analfabetismo">analfabetismo</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desemprego">desemprego</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mortalidade_infantil">mortalidade infantil</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho_infantil">trabalho infantil</a> caíram significativamente, enquanto o salário mínimo e a renda média do trabalhador tiveram ganhos reais e o acesso à escola, à universidade e ao atendimento de saúde se expandiram. Na política externa, desempenhou um papel de destaque, incluindo atividades relacionadas ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_nuclear_do_Ir%C3%A3">programa nuclear do Irã</a>, ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global">aquecimento global</a>, ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado_Comum_do_Sul">Mercosul</a> e aos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/BRICS">BRICS</a>. Lula foi considerado um dos políticos mais populares da história do Brasil e, enquanto presidente, foi um dos mais populares do mundo. Foi sucedido no cargo pela chefe da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Civil_(Brasil)">Casa Civil</a> no seu governo, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff">Dilma Rousseff</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2010">eleita em 2010</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2014">reeleita em 2014</a>.</p><p>Após a presidência, Lula manteve-se ativo no cenário político e passou a ministrar palestras no Brasil e no exterior. Candidatou-se à presidência nas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2018">eleições de 2018</a>, mas teve a sua candidatura indeferida por ter sido <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pris%C3%A3o_de_Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva">condenado à prisão</a> no âmbito da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Lava_Jato">Operação Lava Jato</a>, em um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vaza_Jato">julgamento controverso</a>. Em 2019, foi libertado com base em decisão do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal">Supremo Tribunal Federal</a>, que anulou paulatinamente suas condenações. </p><p><br/></p><p>De: Júlio Cézar, Emanuel,Pedro Henrique.</p><p>Turma:1° ano 01</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2384290018/424e72299bc65116e59a48f865de6030/Foto_oficial_de_Luiz_In_cio_Lula_da_Silva__ombros_.jpg" />
         <pubDate>2024-08-27 16:34:30 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho 1 ano 1</title>
         <author>hkgdpj9nwj</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 16:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>carreira política </title>
         <author>mpv10araujo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Getúlio Vargas iniciou sua carreira política como deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. Foi Ministro da Fazenda (1926-1927) e governador do Rio Grande do Sul (1928-1930). Em 1930, liderou a Revolução que depôs o presidente Washington Luís, assumindo o governo do Brasil. Vargas governou de 1930 a 1945, instaurando o Estado Novo em 1937, uma ditadura que durou até 1945. Após ser deposto, voltou ao poder como presidente eleito em 1950. Seu segundo mandato terminou com seu suicídio em 1954, em meio a crises políticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 16:44:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mpv10araujo</author>
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         <description><![CDATA[<p>- <strong>Leis Trabalhistas</strong>: Criou a CLT em 1943, garantindo direitos como salário mínimo e férias.</p><p>- <strong>Estado Novo</strong>: Governou como ditador de 1937 a 1945, com censura e perseguição política.</p><p>- <strong>Industrialização</strong>: Fundou empresas estatais como a CSN e a Petrobras, impulsionando o desenvolvimento.</p><p>- <strong>Suicídio</strong>: Em 1954, sob pressão política, Vargas se suicidou, deixando uma carta que o tornou mártir.</p><p>- <strong>Populismo</strong>: Usava rádio para se comunicar diretamente com o povo e fortalecer seu apoio.</p><p>- <strong>Ministério da Aeronáutica</strong>: Criou o ministério em 1941, consolidando a aviação no Brasil.</p><p>- <strong>Petrobras</strong>: Fundou a estatal em 1953, garantindo o monopólio do petróleo.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-27 16:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Temer 1°01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu em Tietê (SP), no dia 23 de setembro de 1940. Caçula de oito irmãos, Temer é católico. A família, sempre fiel aos preceitos cristãos, imigrou de Betabura, região de El Koura, no norte do Líbano, em 1925.</p><p><br/></p><p><strong><em>TEMER COMO PRESIDENTE DO BRASIL</em></strong></p><p><br/></p><p>Em 2010, negociações políticas levaram Michel Temer a ser convidado a assumir a posição de vice-presidente da chapa de Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores à presidência da república. Seu convite representou a vitória da proposta que ele defendia de o PMDB unir-se ao PT na disputa pela presidência.</p><p><br/></p><p>Era Michel Temer quem negociava os interesses de seu partido, o PMDB, com o governo petista. Além disso, cumpriu um importante papel diplomático, realizando uma série de viagens oficiais do governo em negociações econômicas. Para a eleição de 2014, foi cogitado que Temer poderia concorrer ao governo do estado de São Paulo pelo PMDB.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>No segundo governo de Dilma, a situação política se tornou delicada, e uma crise na relação dela com o PMDB se iniciou. A crise política resultou no rompimento do PMDB com o PT e em seu engajamento pelo impeachment de Dilma Rousseff. Logo, Michel Temer abandonou o papel de articulador do governo e tornou-se o articulador da derrubada de Dilma Rousseff.</p><p><br/></p><p>A derrubada de Dilma Rousseff assegurou a posse de Michel Temer na presidência, sendo que esse impeachment é entendido pelos historiadores como um golpe parlamentar. Atribui-se esse golpe, em partes, ao desejo de grupos políticos fisiológicos de derrubar a presidente para se livrarem das investigações que eram conduzidas em escândalos de corrupção.</p><p><br/></p><p>O governo de Michel Temer ficou marcado pela adoção de medidas de austeridade, como o teto de gastos, mas seu governo foi marcado, principalmente, por um escândalo de corrupção em que o presidente esteve diretamente envolvido. O governo de Temer quase caiu, mas ele recusou-se a renunciar e usou seu apoio parlamentar para se sustentar no poder.</p><p><br/></p><p>Em 2019, fez a passagem da faixa presidencial para Jair Bolsonaro, eleito presidente do Brasil em 2018.</p><p><br/></p><p>(Déborah, Ana Clara, Alyni)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a5/Michel_Temer_com_a_faixa_Presidencial_%28cropped%29_%28cropped%29.jpg" />
         <pubDate>2024-08-27 16:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alunos 1ºI01</title>
         <author>hkgdpj9nwj</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090652819</link>
         <description><![CDATA[<p>Sophia Rodrigues Amaral</p><p>Marcos Paulo Vieira de Araújo </p><p>Paulo Otávio dos anjos </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-27 16:47:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>yulgigongo</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090655787</link>
         <description><![CDATA[<p>Vargas foi presidente do Brasil por quase vinte anos. O primeiro período foi de 15 anos ininterruptos, de 1930 até 1945, e dividiu-se em 3 fases: de 1930 a 1934, como chefe do "Governo Provisório"; de 1934 até 1937 como presidente da república do Governo Constitucional, tendo sido eleito presidente da república pela Assembleia Nacional Constituinte de 1934; e, de 1937 a 1945, como ditador,[7] durante o Estado Novo[b] implantado após um golpe de estado.</p><p><br/></p><p>No segundo período, em que foi eleito por voto direto, Getúlio governou o Brasil como presidente da república, por 3 anos e meio: de 31 de janeiro de 1951 até 24 de agosto de 1954, quando se suicidou. Getúlio era chamado por seus simpatizantes de "pai dos pobres", pela legislação trabalhista e políticas sociais adotadas sob seus governos. A sua doutrina e seu estilo político foram denominados de "getulismo" ou "varguismo", cuja uma das bases era o desenvolvimento nacional a partir de uma política de colaboração de classes.[8] Os seus seguidores, até hoje existentes, são denominados "getulistas". As pessoas próximas o tratavam por "Doutor Getúlio", e as pessoas do povo se referiam a ele como "Getúlio". Getúlio, até os dias de hoje, foi o único presidente que chegou ao poder por forma indireta e direta. Também foi o presidente que mais tempo permaneceu no cargo na história do Brasil.[9]Getúlio Dornelles Vargas[a] GCTE • GCA (São Borja, 19 de abril de 1882 – Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1954)[5] foi um militar, advogado e político brasileiro,[6] líder da Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha, depondo seu 13.º e último presidente, Washington Luís, e impedindo a posse do presidente eleito em 1.º de março de 1930, Júlio Prestes.</p><p><br/></p><p>Yulgi pablo 1⁰01</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 16:49:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1°01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090663357</link>
         <description><![CDATA[<p>Linea, Cercedina, Letícia e davi</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2658214254/df547d7faa2e6f7b88480d9db88458b4/Apresenta__o_de_brainstorm_com_doodles_divertida_rosa_e_branca_20240827_135300_0000.pdf" />
         <pubDate>2024-08-27 16:55:32 UTC</pubDate>
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         <title>Deodoro da Fonseca </title>
         <author>aryanegongo</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090673316</link>
         <description><![CDATA[<p>Manuel Deodoro da Fonseca&nbsp;(Alagoas da Lagoa do Sul,&nbsp;5 de agosto&nbsp;de&nbsp;1827&nbsp;–&nbsp;Rio de Janeiro,&nbsp;23 de agosto&nbsp;de&nbsp;1892) foi um&nbsp;militar&nbsp;e&nbsp;político&nbsp;brasileiro,&nbsp;primeiro&nbsp;presidente do Brasil&nbsp;e uma das figuras centrais da&nbsp;Proclamação da República&nbsp;no país.</p><p>Período15 de novembro&nbsp;de&nbsp;1889</p><p>a&nbsp;23 de novembro&nbsp;de&nbsp;1891</p><p>Vice-presidente  Nenhum&nbsp;(1889–1891)</p><p>Floriano Peixoto&nbsp;(1891)</p><p>Antecessor(a)Cargo estabelecido&nbsp;(Dom Pedro II&nbsp;como&nbsp;Imperador do Brasil).</p><p>Após cursar artilharia na&nbsp;Escola Militar do Rio de Janeiro&nbsp;entre 1843 e 1847, participou de algumas campanhas militares durante o&nbsp;Império, dentre as quais se destacam a&nbsp;Revolução Praieira, a&nbsp;Guerra do Uruguai&nbsp;e a&nbsp;Guerra do Paraguai. Em 1885, tornou-se vice-presidente da&nbsp;província de São Pedro do Rio Grande do Sul; no ano seguinte, com a renúncia do então presidente&nbsp;Barão de Lucena, Deodoro torna-se presidente do Rio Grande.[4][5]&nbsp;Devido ao seu envolvimento no que ficou conhecido como a&nbsp;Questão Militar&nbsp;— embates entre as&nbsp;forças armadas&nbsp;e o governo civil imperial, — retornou ao Rio de Janeiro. Nomeado para o comando militar da&nbsp;província de Mato Grosso&nbsp;em 1888, exonerou-se do cargo no ano seguinte, face à nomeação do último gabinete ministerial do Império, encabeçado pelo&nbsp;Presidente do Conselho de Ministros&nbsp;Visconde de Ouro Preto. Em meio a diversas&nbsp;crises que assolavam a monarquia brasileira, Deodoro liderou o golpe de Estado que depôs o Império e proclamou a república no país.[5]</p><p>Com a mudança de sistema de governo, Deodoro assumiu o comando do país na qualidade de chefe do Governo Provisório da República. As primeiras mudanças de seu governo envolviam a criação do&nbsp;Código Penal Brasileiro, a reforma do&nbsp;Código Comercial do Brasil&nbsp;e medidas que oficializavam a&nbsp;separação da Igreja e o Estado, tais como a instituição do&nbsp;casamento civil&nbsp;e a laicização de cemitérios. No plano econômico, ocorreu a chamada&nbsp;crise do Encilhamento, caracterizada por uma grande&nbsp;bolha especulativa&nbsp;e&nbsp;inflação&nbsp;alta, devido às políticas econômicas de seu Ministro da Fazenda&nbsp;Ruy Barbosa.[3]&nbsp;Em 1891, foi promulgada a&nbsp;primeira constituição republicana&nbsp;do país e Deodoro foi&nbsp;eleito&nbsp;presidente em sufrágio indireto. Seu governo constitucional foi marcado por forte tensão política entre suas tendências centralizadoras e as inclinações federalistas da sociedade civil e de parte dos militares, que levou à&nbsp;dissolução do Congresso Nacional. Sob a ameaça da&nbsp;Primeira Revolta da Armada, Deodoro renunciou à presidência em 23 de novembro de 1891.No ano seguinte, morreu no dia 23 de agosto, vítima de uma forte crise de&nbsp;dispneia.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/09/Presidente_Deodoro_da_Fonseca.jpg" />
         <pubDate>2024-08-27 17:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dilma Vana Rousseff </title>
         <author>isabellysuanderhus1</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090682116</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeira mulher a se tornar Presidente da República do Brasil, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG). É filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva, nascida em Resende (RJ). O casal teve três filhos: Igor, Dilma e Zana.</p><p>A filha do meio iniciou os estudos no tradicional Colégio Nossa Senhora de Sion, e cursou o ensino médio no Colégio Estadual Central, então centro da efervescência estudantil da capital mineira. Aos 16 anos, Dilma dá início à vida política, integrando organizações de combate ao regime militar.</p><p><br/></p><p>Em 1969, conhece o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo. Juntos, sofrem com a perseguição da Justiça Militar. Condenada por “subversão”, Dilma passa quase três anos, de 1970 a 1972, no presídio Tiradentes, na capital paulista.</p><p><br/></p><p>Livre da prisão, muda-se para Porto Alegre em 1973. Retoma os estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul após fazer novo vestibular. Em 1975, Dilma começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho. No ano seguinte, dá à luz a filha do casal, Paula Rousseff Araújo.</p><p><br/></p><p>Dedica-se, em 1979, à campanha pela Anistia, durante o processo de abertura política comandada pelos militares, ainda no poder. Com o marido Carlos Araújo, ajuda a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Rio Grande do Sul. Trabalhou na assessoria da bancada estadual do partido entre 1980 e 1985. Em 1986, o então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares, escolhe Dilma para ocupar o cargo de Secretária da Fazenda.</p><p><br/></p><p>Com a volta da democracia ao Brasil, Dilma, então diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre, participa da campanha de Leonel Brizola ao Palácio do Planalto em 1989, ano da primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar. No segundo turno, Dilma vai às ruas defender o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).</p><p><br/></p><p>Isabelly, Caio e Fernanda. 1°01</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:09:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Jânio Quadros (1961) 1°01</title>
         <author>gabriellsilva10</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090710537</link>
         <description><![CDATA[<p>Jânio da Silva Quadros (Campo Grande, 25 de janeiro de 1917 – São Paulo, 16 de fevereiro de 1992), assinava Janio Quadros (sem acento e aceito), foi um advogado, professor, letrólogo, escritor e político brasileiro. Foi prefeito e governador do estado de São Paulo nos anos 1950. Em seguida, foi o 22.º presidente do Brasil, entre 31 de janeiro de 1961 e 25 de agosto de 1961, data em que renunciou ao seu mandato.</p><p><br/></p><p><strong>AS ELEIÇÕES DE 1960</strong></p><p>As eleições de 1960 marcaram a continuidade do processo democrático iniciado em 1946, logo após o fim da ditadura do Estado Novo (1937-1946). Eram eleições livres, com os candidatos à presidência escolhidos pelos seus partidos e os eleitores podendo escolher quem era o melhor para receber seu voto.</p><p><br/></p><p>Ao contrário das eleições anteriores, em 1955, o clima político estava mais ameno, sem tensões ou traumas. Em 1960, aconteceriam as primeiras eleições presidenciais logo após a inauguração de Brasília. O eleito seria o primeiro a tomar posse na nova capital federal.</p><p><br/></p><p>As eleições ocorreram em 3 de outubro de 1960, e Jânio Quadros foi eleito presidente da república, conquistando 5,6 milhões de votos e tornando-se, até aquele momento, o presidente mais votado de toda a história republicana. Naquela época, o vice-presidente também era eleito. Milton Campos era o vice da chapa de Jânio, enquanto João Goulart, pela segunda vez, disputava a vice-presidência na chapa de Lott. Jango foi eleito vice.</p><p><br/></p><p>A posse de Jânio Quadros e João Goulart aconteceu em 31 de janeiro de 1960, em Brasília. A capital federal ainda não estava totalmente pronta, e o evento aconteceu em meio à poeira e prédios inacabados, porém Juscelino Kubitschek cumpria sua promessa de fazer a sua sucessão em Brasília.</p><p><br/></p><p><strong>O GOVERNO DE JÂNIO QUADROS</strong></p><p>Quando Jânio Quadros assumiu a presidência da república, no começo de 1961, o mundo vivia a Guerra Fria, a disputa ideológica entre Estados Unidos e União Soviética. Essa bipolaridade influenciava as decisões governamentais, porém Jânio determinou que as relações externas do Brasil não seriam pautadas pela guerra, mas sim de forma independente, sem levar em conta as ideologias. Surgia assim a política externa independente.</p><p><br/></p><p>Os meios de comunicação sofreram censura prévia quando Quadros publicou um decreto proibindo cenas imorais que “exercesse influência nefasta ao espírito infanto-juvenil” ou que explorassem a superstição e a crendice popular. Quando era prefeito de São Paulo, Jânio Quadros também havia adotado medidas moralistas. Era comum vê-lo em repartições públicas para fiscalizar o cumprimento do horário pelo servidor municipal.</p><p><br/></p><p>Apesar dessas medidas excêntricas, o governo de Quadros não tinha enfrentado nenhuma crise política ou militar, ao contrário dos seus sucessores. Sua eleição não foi contestada, afinal, foi o candidato presidencial que mais votos recebeu ao longo da história republicana até aquele momento. A oposição ainda não tinha encontrado um caminho para questionar o governo, apesar de fazer-lhe algumas críticas pontuais. Os udenistas, que foram oposicionistas radicais, estavam no governo.</p><p><br/></p><p>Os sete primeiros meses de governo Jânio Quadros não tinham passado por nenhuma revolta militar como aconteceu em anos anteriores. No entanto, o próprio presidente resolveu iniciar uma crise que quase se transformou em guerra civil.</p><p><br/></p><p><strong>A RENÚNCIA</strong></p><p>No dia 25 de agosto de 1961, Jânio Quadros enviou um bilhete ao Congresso comunicando a sua renúncia com a justificativa de que “forças terríveis” impediam-no de governar. Os parlamentares foram pegos de surpresa porque não havia motivos para tal ato extremado.</p><p><br/></p><p>A renúncia de Jânio Quadros foi, na verdade, uma tentativa de golpe que não deu certo. O plano do presidente era obter amplos poderes, enfraquecer o Congresso e governar como um ditador. A renúncia era um pretexto para que a população saísse às ruas e pedisse a sua permanência. Supôs-se que o apoio popular lhe daria forças para obrigar o Parlamento a ser-lhe submisso.</p><p><br/></p><p>A resistência dos ministros militares cessou quando o Congresso Nacional aprovou o parlamentarismo. Dessa forma, João Goulart poderia tomar posse, mas com poderes restritos. Em 7 de setembro de 1961, finalmente, ele foi empossado como o novo presidente do Brasil.</p><p><br/></p><p>FEITO POR: Gabriel, Janaina, e Yulgi</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:29:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Washington Luís </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>QUEM FOI</strong></p><p><br/></p><p>Washington Luís foi o último presidente da República Velha.</p><p>Carioca de nascimento, mas com a carreira política construída no estado de São Paulo, Washington Luiz dizia-se aberto ao diálogo com outras forças, mesmo que fosse unilateral o diálogo. Na aparência, seguiu o mesmo caminho dos seus antecessores: barba, cabelo e bigode no estilo. Desde Deodoro da Fonseca que os chefes do Executivo tinham pelos no rosto.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>SEU GOVERNO</strong></p><p>Washington Luís Pereira de Sousa começou a carreira política como vereador da cidade de Batatais (SP), em 1897. Já em 1900, candidatou-se a deputado federal por São Paulo, não obstante, ter obtido a maioria dos votos nas urnas não assumiu o cargo. Em 1904, transferiu-se para São Paulo capital e aliou-se a grandes cafeicultores, os barões de Piracicaba. Assim, superados os óbices iniciais à atividade pública, conseguiu eleger-se e atuar como deputado estadual.</p><p>Washington Luís foi um presidente considerado “moderno”, pois como prefeito de São Paulo e governador do estado incentivou o desenvolvimento de técnicas de racionalização administrativa, o gerenciamento técnico-científico e impulsionou outras ciências, como a historiografia, museologia, ciências sociais, estatísticas e censos, além de apoio às manifestações esportivas e culturais, que dentre as mais importantes se destacou a abertura do Teatro Municipal de São Paulo. Em seu governo ainda criou um plano de construção de estradas de rodagem, que incluía as estradas Rio-São Paulo e Rio-Petrópolis, apresentando o lema “Governar é abrir estradas”.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Letícia Barbosa,  Letícia Peters 2º02</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:29:50 UTC</pubDate>
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         <title>Manoel Ferraz de Campos Salles, kauan Almeida, Arthur 2ª02 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://www.canva.com/design/DAGNHaFVEkY/X48RTDq0NmZjgrKXTBX2gw/view?utm_content=DAGNHaFVEkY&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=editor</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>Dilma Vana Rousseff</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>  Dilma Vana Rousseff </em></strong>nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG) e foi a primeira mulher a se tornar Presidente da República do Brasil. Formou-se em Ciências Econômicas e atuou politicamente em gestões do município de Porto Alegre e do estado do Rio Grande do Sul.</p><p>  Durante parte de sua juventude, participou de movimentos de esquerda, ingressando na luta armada contra a Ditadura Militar, tendo sido presa e torturada em 1970 e liberta da prisão em 1972. Depois que saiu da cadeia, Dilma Rousseff retomou os estudos e ingressou na política. Dilma ingressou no Partido Democrático Trabalhista (PDT), criada por Leonel Brizola, herdeiro político do trabalhismo. Em 2000, o PDT e o PT romperam no Rio Grande do Sul. Por conta disso, Dilma saiu do PDT, ingressando no PT em março de 2001.</p><p>  No segundo turno das eleições, realizado em 31 de outubro de 2010, aos 63 anos de idade, Dilma Rousseff é eleita a primeira mulher Presidenta da República Federativa do Brasil, com quase 56 milhões de votos.</p><p><strong>                        Primeiro Mandato</strong></p><p>Seu primeiro mandato (2011-2014) foi marcado pela postura centralizadora da presidenta, e no ano de 2012 iniciou-se a crise em relação ao PMDB, importante partido aliado desde a primeira eleição de Lula, após a demissão de ministros do partido.</p><p>O governo Dilma Rousseff manteve o foco do governo Lula, procurando investir em políticas sociais de combate à pobreza por meio de ações de transferência de renda. Houve também investimentos no campo da educação e no desenvolvimento de ações em defesa das minorias sociais, mas houve uma forte reação de grupos conservadores contra essas políticas.</p><p>                   <strong>Segundo Mandato</strong></p><p>O segundo mandato de Dilma (2015- 2016) se deu em um clima social e político tenso, pois, em meados de 2015, surgiu um novo escândalo que comprometeu a continuidade do governo: o das pedaladas fiscais e a consequente rejeição das contas do seu governo pelo Tribunal de Contas da União.</p><p>Operação Lava Jato (2014): Turbinou as manifestações populares contra o governo iniciadas cerca de um ano antes. Sem o apoio do Congresso, Dilma não conseguia aprovação para ações que pudessem contornar a crise financeira, que se tornava cada vez mais preocupante.</p><p>               <strong>         Impeachment</strong></p><p>  No dia 2 de dezembro de 2015, Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, acolheu um pedido de impeachment contra Dilma sob a acusação de realizar crime de responsabilidade fiscal e iniciou sua deposição.</p><p>Em 31 de agosto de 2016, o processo de impeachment foi confirmado, e ela deixou a presidência, mas manteve os seus direitos políticos. O seu vice-presidente, Michel Temer, assumiu a presidência.</p><p>Em 2018, Dilma Rousseff procurou dar continuidade à sua carreira política, candidatando-se ao Senado por Minas Gerais, mas não conseguiu ser eleita.</p><p><br/></p><p>Maria Eduarda França e José Arthur Franco 2º|02</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:41:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nilo Peçanha - 2°I02</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090725843</link>
         <description><![CDATA[<p>Nilo Peçanha (1867-1924) foi um político brasileiro que assumiu a presidência do Brasil de forma interina. Ele era vice-presidente de Afonso Pena e tornou-se presidente em 1909, após a morte de Pena. Peçanha foi o 7º presidente do Brasil e governou até 1910.</p><p><br></p><p>Pontos positivos de seu governo:</p><p><br></p><p>Apoio às Reformas Sociais e Econômicas: Durante seu governo, houve uma continuidade das reformas iniciadas por Afonso Pena, com foco em modernização e desenvolvimento econômico.</p><p><br></p><p>Integração Nacional: Nilo Peçanha promoveu a integração de regiões isoladas, o que ajudou a fortalecer a unidade nacional e o </p><p>desenvolvimento das infraestruturas regionais.</p><p><br></p><p>Estímulo ao Desenvolvimento Regional: Ele incentivou a construção de estradas e a expansão da malha ferroviária, o que contribuiu para a expansão econômica e a integração das regiões brasileiras.</p><p><br></p><p>Pontos negativos de seu governo:</p><p><br></p><p>Crise Política e Instabilidade: Seu governo enfrentou crises políticas e dificuldades em manter a estabilidade, o que enfraqueceu a sua administração.</p><p><br></p><p>Falta de Medidas Reformistas Aprofundadas: Embora tenha dado continuidade a algumas reformas, seu governo não implementou mudanças mais profundas e significativas que poderiam ter avançado ainda mais a modernização do país.</p><p><br></p><p>Conflitos Regionais: Durante seu governo, houve conflitos regionais e tensões que não foram totalmente resolvidas, o que refletiu a dificuldade em manter a ordem em um país com grandes disparidades regionais.</p><p><br></p><p>Em resumo, o governo de Nilo Peçanha é visto como uma continuidade das políticas de modernização e desenvolvimento, mas com limitações em termos de estabilidade política e profundidade das reformas.</p><p>seu mandato ficou marcado pela crise entre as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais, abalando a política do café com leite.</p><p><br></p><p>Feito por: Guilherme Soares, João Miguel Almeida &amp; Kauan Riquelme.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:42:26 UTC</pubDate>
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         <title>1º03  Arthur ferraz e Jefferson neto Epitácio Pessoa</title>
         <author>arthur2almeida5ferraz</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090870773</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Epit%C3%A1cio_Pessoa#cite_note-1"><sup>[nb 1]</sup></a> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Umbuzeiro_(Para%C3%ADba)">Umbuzeiro</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/23_de_maio">23 de maio</a>de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1865">1865</a> – <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Petr%C3%B3polis">Petrópolis</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/13_de_fevereiro">13 de fevereiro</a>de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1942">1942</a>) foi um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Magistrado">magistrado</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Diplomata">diplomata</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Professor_universit%C3%A1rio">professor universitário</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jurista">jurista</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico">político</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a>, filiado ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Republicano_Mineiro">Partido Republicano Mineiro</a>. Foi o 11.º <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a> entre os anos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1919">1919</a> a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1922">1922</a>, tendo o seu governo marcado por revoltas militares que acabariam na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1930">Revolução de 1930</a>, a qual levou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas">Getúlio Vargas</a> ao governo central.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>COMO FOI O SEU GOVERNO ?</p><p><br/></p><p>Epitácio teve forte carreira política,</p><p>ocupando os cargos de Promotor Público</p><p>na cidade de Bom Jardim, Deputado</p><p>Federal, Senador da Paraíba, Ministro da</p><p>Justiça, Ministro do Supremo Tribunal</p><p>Federal, Procurador-geral da República,</p><p>Ministro da Justiça e Negócios Interiores,</p><p>Ministro da Indústria, Viação e Obras</p><p>Públicas e Juiz da Corte Internacional da</p><p>Haia (Tribunal Internacional de Justiça),</p><p>nos Países Baixos, até 1930.</p><p>Mesmo estando na Europa (França),</p><p>onde liderava a delegação brasileira à</p><p>Conferência da Paz (1918-1919), em</p><p>Versalhes, disputou a presidência do</p><p>país, pelo Partido Republicano Mineiro</p><p>(PRM), contra Rui Barbosa (1849-1923),</p><p>vencendo com 286.373 votos contra</p><p>116.414 votos de seu adversário. Tomou</p><p>posse do cargo quando retornou ao</p><p>Brasil, dia 28 de julho de 1919.</p><p>Seus Principais atos</p><p>como presidente !</p><p><br/></p><p>Nomeação de um civil — o historiador</p><p>João Pandiá Calógeras — como Ministro</p><p>da Guerra;</p><p><br/></p><p>1.</p><p>Vitória na Revolta dos 18 do Forte de</p><p>Copacabana;</p><p>2.</p><p>Aboliu, em 1920, a lei que bania a Família</p><p>Imperial do Brasil;</p><p>3.</p><p>Realização de obras contra as secas no</p><p>nordeste.</p><p>4.</p><p>Rompeu com o sistema político chamado</p><p>de “café com leite”</p><p>, cuja oligarquia paulista</p><p>e mineira alternavam o poder. Além disso,</p><p>Epitácio destacou-se como Jurista e</p><p>professor de Direito e ainda, foi Patrono</p><p>da cadeira n° 31 da Academia Paraibana</p><p>de Letras.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Henrique Cardoso </title>
         <author>isabellalopeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090872950</link>
         <description><![CDATA[<p>Fernando Henrique Cardoso, conhecido popularmente como FHC, é uma figura central na história política recente do Brasil. Nascido em 18 de junho de 1931, em São Paulo, Cardoso é sociólogo, professor e político. Ele é descendente de uma família militar e política, o que influenciou sua trajetória desde cedo. Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), ele se destacou como acadêmico, publicando estudos importantes sobre o desenvolvimento e a sociologia do Brasil.</p><p><br/></p><p><strong>Vida Acadêmica</strong></p><p>FHC é um dos sociólogos mais respeitados do Brasil e internacionalmente. Ele foi um dos fundadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e trabalhou como professor na USP e em outras instituições, incluindo a Universidade de Paris e a Universidade de Stanford. Seu livro "Dependência e Desenvolvimento na América Latina", coautorado com Enzo Faletto, é uma obra seminal na teoria da dependência, que analisa as relações de poder e desenvolvimento econômico na América Latina.</p><p><br/></p><p><strong>Vida Política</strong></p><p>A vida política de Fernando Henrique Cardoso começou a ganhar destaque durante a ditadura militar no Brasil. Ele foi um dos intelectuais que criticou o regime militar, embora sem atuar diretamente na política partidária até a redemocratização. Com o fim do regime militar, FHC ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), e mais tarde, ajudou a fundar o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em 1988, partido pelo qual se elegeu senador por São Paulo.</p><p>Em 1992, durante o governo de Itamar Franco, FHC foi nomeado Ministro das Relações Exteriores e, posteriormente, Ministro da Fazenda. Nessa última função, ele foi o responsável pela implementação do Plano Real, um conjunto de medidas econômicas que estabilizou a economia brasileira, combatendo a hiperinflação.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Presidência da República (1995-2002)</strong></p><p>Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente do Brasil em 1994, e reeleito em 1998, sendo o primeiro presidente reeleito da história do país após a Emenda Constitucional que permitiu a reeleição. Seu governo foi marcado pela continuidade do Plano Real, que conseguiu reduzir drasticamente a inflação e estabilizar a economia. Ele também promoveu reformas estruturais, incluindo privatizações de empresas estatais, abertura econômica e reformas na previdência e no sistema financeiro.</p><p>Entretanto, seus mandatos também enfrentaram desafios, como a crise econômica de 1999, que forçou uma desvalorização do real, e questões sociais, com críticas ao aumento da desigualdade e desemprego. Apesar disso, ele manteve uma imagem de estadista e é amplamente creditado por modernizar a economia brasileira.</p><p><br/></p><p><strong>Situação Atual</strong></p><p>Após deixar a presidência, FHC continuou ativo como intelectual e político. Ele tornou-se uma voz importante em debates públicos, escrevendo artigos e livros, e participando de conferências internacionais. Embora não esteja mais diretamente envolvido na política partidária, FHC é uma referência dentro do PSDB e continua a influenciar a política brasileira, muitas vezes comentando sobre os rumos do país e defendendo a democracia.</p><p>Hoje, FHC vive em São Paulo e é considerado uma das figuras mais respeitadas na política brasileira. Ele continua escrevendo e participando ativamente de discussões sobre o futuro do Brasil e do mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:29:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Presidente Prudente de Morais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em 4 de outubro de 1841, Itu, São Paulo, faleceu em 3 de dezembro de 1902, Piracicaba, São Paulo.</p><p><br></p><p>Seus filhos são Gustavo de Morais Barros, Júlia Prudente de Morais, entre outros..., seu Partido era Republicano Federal, seu Mandato era de 15 de novembro de 1894 – 15 de novembro de 1898, Cargo anterior: Presidente do Brasil (1894–1898).</p><p><br></p><p>Formação: Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP)</p><p>Prudente José de Morais Barros foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do estado de São Paulo, senador, presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1891 e terceiro presidente do Brasil, tendo sido o primeiro civil a assumir o cargo e o primeiro presidente por eleição direta. </p><p>Temendo um golpe político militar, Prudente de Moraes declarou Estado de Sítio e promoveu uma intensa perseguição policial contra os que fossem considerados contrários ao seu governo. Esse seria o golpe final contra os defensores de um regime controlado pelos “mantenedores da ordem”.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1°03 Washington Luís • Jan, Sabrina &amp; Maria Júllya</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3090876645</link>
         <description><![CDATA[<p>Washington Luís Pereira de Sousa GCC foi um advogado, historiador e político  </p><p>brasileiro, 13º Presidente do Brasil e o último da chamada República Velha, além de ter  </p><p>anteriormente, ocupado os postos de 18º Presidente do Estado de São Paulo, e 3º  </p><p>Prefeito da Cidade de São Paulo. </p><p>  </p><p>Washington Luís foi o último presidente da República Velha, governando entre 1926 e  </p><p>1930, quando deposto por um golpe de Estado. Seu governo ficou marcado pela crise  </p><p>econômica mundial de 1929 e pela ruptura com a antiga política do café com leite. </p><p> Carioca de nascimento, mas com a carreira política construída no estado de São Paulo,  </p><p>Washington Luís foi um presidente considerado “moderno”, pois como prefeito de São  </p><p>Paulo e governador do estado incentivou o desenvolvimento de técnicas de  </p><p>racionalização administrativa, o gerenciamento técnico-científico e impulsionou outras  </p><p>ciências, como a historiografia, museologia, ciências sociais, estatísticas e censos, além  </p><p>de apoio às manifestações esportivas e culturais, que dentre as mais importantes se  </p><p>destacou a abertura do Teatro Municipal de São Paulo para a realização da Semana de  </p><p>Arte Moderna de 1922.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:33:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Goulart (Jango)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Vida pessoal</em></strong></p><p><em>NOME COMPLETO: João Belchior Marques Goulart -&gt; APELIDO: Jango </em></p><p><em>NASCIMENTO: 1 DE MARÇO DE 1919 EM São Borja no Rio Grande do Sul, Brasil </em></p><p><em>MORTE: 6 DE DEZEMBRO DE 1976 (57 Anos ) Mercedes,Corrientes,Argentina </em></p><p><em>ESPOSA:Maria Thereza Fontella Goulart </em></p><p><em>PAIS: Vicente Rodrigues Goulart e Vicentina Marques Goulart </em></p><p><em>FILHOS: João Vicente (N.1956) , Denise Goulart (N.1957) E Noé Da Silveira </em></p><p><em>PARENTESCO: Neusinha Brizola ( Sobrinha) </em></p><p><em>PARTIDO: PTB ( 1945-1965)</em></p><p><em>PROFISSÃO: ADVOGADO </em></p><p><br></p><p><strong><em>Sobre seu governo</em></strong></p><p><strong><em>João Goulart</em></strong><em> foi o 24º presidente do Brasil e seu governo estendeu-se de setembro de 1961 a abril de 1964. Muito conhecido como Jango, o político gaúcho assumiu a presidência após a renúncia de </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/governo-janio-quadros.htm"><em>Jânio Quadros</em></a><em>, em um cenário de grande crise política. O governo de João Goulart foi um dos mais atribulados da </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/brasil-republica.htm"><em>história republicana</em></a><em> de nosso país.</em></p><p><em>A governo de João Goulart pode ser dividido nas </em><strong><em>fases</em></strong><em> </em><strong><em>parlamentarista</em></strong><em> e </em><strong><em>presidencialista</em></strong><em>. Os principais acontecimentos dele estão relacionados com a discussão em torno das Reformas de Base, reformas estruturais propostas pelo presidente, e da conspiração golpista, que se realizou durante o mandato de Jango e resultou na sua destituição por meio do </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/golpe-militar.htm"><em>Golpe Civil-Militar de 1964</em></a><em>.</em></p><p><br></p><p><strong><em>Pontos positivos </em></strong></p><p>A <em>tentativa de estabelecer reformas de base (algumas delas postas em prática, como o aumento do salário mínimo e proteções trabalhistas), de modo a tornar um país mais igualitário, assim como o experimento do modelo Parlamentarista</em></p><p><br></p><p><strong><em>Pontos negativos</em></strong></p><p><em>baixas taxas de crescimento e a elevação da inflação do período a razões estruturais, enquanto a política econômica normalmente é vista como errática e hesitante.</em></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tancredo Neves </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascimento: 4 de março de 1910, São João del Rei, Minas Gerais</p><p>Falecimento: 21 de abril de 1985, São Paulo, São Paulo</p><p>Seu pai: Francisco de Paula Neves.</p><p>Sua mãe: Antonina de Almeida Neves.</p><p>Teve onze irmãos ao todo.</p><p>Partido: Movimento Democrático Brasileiro</p><p>Cargos anteriores: Governador de Minas Gerais (1983–1984), foi um advogado, empresário e político brasileiro, tendo sido o 33.º primeiro-ministro do Brasil (o primeiro do período republicano) e presidente da República eleito, porém não empossado devido a problemas relacionados à saúde. Seu vice- presidente foi José Sarney. Antecessor João Figueiredo. Sucessor José Sarney.Eleito presidente do Brasil, em 1985, passou mal um dia antes de sua posse, precisando ser internado e operado. Faleceu vítima das complicações de seu problema de saúde, e a presidência foi assumida pelo vice, José Sarney</p><p>Tentou ingressar nas carreiras de engenheiro, marinheiro e médico, mas fracassou ou desistiu dessas opções de carreira e acabou ingressando na área do Direito, quando se viu sem opções. A Faculdade de Direito ficava em Belo Horizonte, forçando Tancredo a mudar-se para a capital de Minas Gerais. Lá ele trabalhou em diferentes ofícios para poder sobreviver até a conclusão do seu curso, em 1932.</p><p>Tancredo Neves na política</p><p>Os biógrafos de Tancredo Neves contam que ele tinha um interesse por política já demonstrado durante a sua juventude. O primeiro grande evento em que Tancredo Neves manifestou suas posições políticas foi na Revolução de 1930. Ele apoiou o levante militar que resultou na deposição de Washington Luís e levou Getúlio Vargas à presidência.</p><p>A partir de 1932, além de ter iniciado sua carreira de advogado, Tancredo também foi preso pela primeira vez, justamente por participar de um evento de apoio aos paulistas que participavam da Revolução Constitucionalista de 1932. No ano seguinte, Tancredo filiou-se a um partido político de pequena expressão e iniciou, oficialmente, o seu envolvimento com a política.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 19:56:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Saulo, Ana Julia, Beatriz,  2º02</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 12:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>2°|02 Ana Luíza e Evillyn </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 12:51:59 UTC</pubDate>
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         <title>Floriano Peixoto Tais m. e Isabella 2ª02</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://www.canva.com/design/DAGNT5JBhNo/P2EffzRWbrwIdQGgXbU1Ng/view?utm_content=DAGNT5JBhNo&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=editor</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 13:08:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ana Carla, Ana Rosa, Pablo, Renato, Luan e Kaira 3° 01</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2672359476/c3e3ecfe404e8a387d9dd7c87e00d470/Presidentes_Brasileiros.pdf" />
         <pubDate>2024-08-28 16:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 ano 1 (Maria Clara, Maria Alice e Beatriz)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>PRUDENTE JOSÉ DE MORAIS<br></p><p>Prudente de Moraes (1841-1902) foi o primeiro presidente civil do Brasil e o primeiro eleito pelo voto popular. Foi o terceiro presidente da República, tomou posse em 15 de novembro de 1894 e permaneceu no cargo até 1898.</p><p>Infância e Formação:</p><p>Prudente José de Moraes Barros nasceu em Itu, São Paulo, no dia 4 de outubro de 1841. Filho de José Marcelino de Barros, agricultor e tropeiro, e de Catarina Maria de Moraes, ficou órfão de pai quando tinha 3 anos de idade. Algum tempo depois sua mãe se casou com o Major José Gomes Carneiro. Aprendeu com a mãe as primeiras letras. Foi aluno do Colégio Manuel Estanislau Delgado.Em 1857, Prudente de Moraes mudou-se para São Paulo, onde em 1858 concluiu seus estudos preparatórios no Colégio João Carlos da Fonseca. Em 1859 entrou para a Faculdade de Direito de São Paulo, onde fez amizade com futuros líderes da República e notórios homens públicos, entre eles, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">Campos Sales</a>, Francisco Rangel Pestana e Bernardino de Campos.</p><p>Carreira Política:</p><p>Em 1863, já formado, Prudente de Moraes mudou-se para Piracicaba, onde morava seu irmão Manuel, fazendeiro, advogado e político. Abriu um escritório de advocacia e iniciou sua vida pública.Pertencente ao Partido Liberal foi eleito vereador em 1864. Em janeiro de 1865 foi eleito presidente da Câmara Municipal. Por petição, conseguiu mudar o nome da cidade, antes Vila Nova da Conceição, para Piracicaba, como era popularmente conhecida.Em 1866, Prudente de Moraes viajou para Santos onde se casou com Adelaide Benvinda, filha de seu padrinho. Dessa união nasceram oito filhos.Em 1876, Prudente de Moraes declarou-se republicano, tendência que representou na Assembleia Provincial e depois na Assembleia Geral do Império. Em 1877 foram eleitos três deputados por São Paulo e Prudente foi o que recebeu o maior número de votos.Em 1885 foi eleito deputado para a Câmara do Império. Com a Proclamação da República, formou-se uma junta para governar São Paulo e Prudente foi designado, junto com Francisco Rangel Pestana e o Tenente Coronel Joaquim de Souza Mursa.Em 18 de outubro de 1890, Prudente deixou o governo paulista para participar da Assembleia Constituinte da República, como senador. A sessão começou em 15 de novembro de 1890, um ano após a Proclamação da República. Prudente foi escolhido para presidir a Assembleia que redigiu a <strong>Primeira Constituição Republicana</strong>. Só em 24 de fevereiro de 1891 a Constituição foi aprovada.Elaborada a Constituição, Prudente de Moraes disputou com <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/deodoro_fonseca/">Deodoro da Fonseca</a> à presidência da República. Embora a constituição estabelecesse que a eleição para presidente fosse direta, Prudente foi derrotado por Deodoro da Fonseca, eleito pelo Congresso Nacional. Com a derrota. Morais voltou ao Senado até o fim do mandato. Com o clima político tumultuado, Deodoro renunciou e assumiu seu vice, Floriano<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/floriano_peixoto/"> Peixoto</a>.</p><p><br/></p><p>Presidente da República:</p><p>Ao término do mandato de Floriano Peixoto, o recém-fundado Partido Republicano Federal apresentou Prudente de Moraes como candidato único, escolhido em reunião prévia dos partidos estaduais, foi eleito em 1 de março de 1894, <strong>o primeiro presidente eleito pelo voto popular</strong>, tomando posse em 15 de novembro como o primeiro presidente civil.A vitória de Prudente de Moraes simbolizou o término do poder político dos militares e a ascensão política dos fazendeiros, ou das oligarquias <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">agrárias.Ao</a> assumir a presidência, Prudente de Moraes se viu diante de um país que passava por momentos de intensa agitação política, tanto na Capital Federal, resultado ainda da instalação da República, e das lutas partidárias no Rio Grande do Sul, que se transformaram numa violenta guerra civil. Seu governo enfrentou a queda do preço do café no mercado internacional e a desvalorização da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">moeda.As</a> manifestações tornaram-se mais intensas quando o vice-presidente Manuel Vitorino, elemento ligado aos radicais, ocupou interinamente o cargo de presidente da República, pois Prudente de Moraes havia se afastado por doença. Só em 1897, Prudente estava de volta.</p><p>A Guerra dos Canudos:</p><p>A Guerra dos Canudos foi um movimento de resistência à opressão dos latifundiários comandada por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/antonio_conselheiro/">Antônio Conselheiro</a>, no sertão baiano, foi o problema mais grave do governo de Prudente de Moraes. Ocupou grande parte do seu governo, de 1896 a 1897.Para dispersar o movimento de resistência no Arraial de Canudos, comandado por Antônio Conselheiro, o governo da Bahia enviou para a região três expedições militares, todas derrotadas.O Presidente, ao reassumir o governo, ordenou ao Ministro da Guerra Marechal Bittencourt que se dirigisse para a Bahia e assumisse o controle das operações. Após intenso bombardeio de canhões o arraial não resistiu, sua população foi toda massacrada.</p><p>Últimos Anos de Governo:</p><p>No dia 5 de novembro de 1897, Prudente de Moraes foi recepcionar o Marechal Bittencourt no antigo Arsenal da Guerra, quando escapou de um atentado que terminou com a morte do Marechal que levou diversas punhaladas ao tentar defender o presidente. Tal fato levou o presidente a decretar o estado de sítio, afastando os políticos de oposição e pacificando a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">República.Com</a> a assessoria de seus ministros da Fazenda, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/rodrigues_alves/">Rodrigues Alves</a> e Bernardino de Campos, negociou com os banqueiros ingleses a consolidação da dívida externa, operação financeira que ficou conhecida como <em>funding loan</em>, base da política executada por Joaquim Murtinho nos quatro anos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">seguintes.No</a> dia 15 de novembro de 1898, transmitiu o cargo para o novo presidente, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/campos_sales/">Campos Sales</a>. No dia 23 seguiu para Piracicaba. A partir de 1901, muito doente e enfraquecido, teve a saúde agravada pela tuberculose.Prudente de Moraes faleceu em Piracicaba, São Paulo, no dia 3 de dezembro de 1902.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 16:34:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 ano 1 (Maria Clara, Maria Alice e Beatriz) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>ITAMAR PEIXOTO</p><p>Itamar Franco (1930-2011) foi presidente do Brasil entre 1992 e 1994. Com a implantação do Plano Real levou o país a um crescimento econômico com estabilidade. Foi o vice-presidente de Fernando Collor e assumiu o cargo após o presidente sofrer um processo de impeachment.Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu em Salvador, Bahia, no dia 28 de junho de 1930. Filho de Augusto César Stiebler Franco e Itália Cautiero, Itamar nasceu quando sua mãe, já viúva, estava a bordo do navio que fazia o percurso do Rio de Janeiro para Salvador.Itamar e sua mãe se instalaram na casa de um tio em Salvador, onde foi feito seu registro de nascimento. Mudou-se para Juiz de Fora, Minas Gerais, onde estudou o primário e o secundário no Instituto Granbery. Em 1955 formou-se em Engenharia Civil e Eletrotécnica pela Universidade Federal.</p><p>Carreira política:</p><p>Itamar Franco entrou para a política em 1955, quando se filiou ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em 1958 tentou sem sucesso uma vaga na Câmara de Vereadores, e em 1962 a vice-prefeito de Juiz de Fora, mas não foi eleito.Em 1964, com o golpe militar, Itamar mudou de partido e filiou-se ao MDB. Foi eleito prefeito de Juiz de Fora em dois mandatos, em 1966 e 1971. Em 1974, antes de terminar o segundo mandato, se elegeu para o Senado Federal, por Minas Gerais. Em 1980, se filiou ao PMDB. Em 1982 foi reeleito Senador.Encontrou dentro do PMDB certa resistência ao seu nome para o governo de Minas Gerais. Abandonou o PMDB e filiou-se ao PL, sendo candidato em 1986, mas quem venceu as eleições foi o candidato do PMDB, Newton Cardoso.A partir de 1988, o nome de Itamar Franco começou a ganhar notoriedade nacional pela atuação na comissão parlamentar de inquérito que investigou casos de corrupção no governo federal.</p><p>Vice-presidente da República:</p><p>Em 1989, Itamar Franco foi escolhido para vice-presidente do Brasil na chapa de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/fernando_collor/">Fernando Collor</a>, que venceu as eleições e se tornou o primeiro presidente eleito em eleições diretas.Tomou posse em 15 de março de 1990. No dia seguinte à posse, o presidente anunciou o Plano Collor, com a finalidade de acabar com a inflação. Era um plano com medidas de grande impacto, uma delas foi o confisco da poupança, o que causou grande revolta da população.</p><p>Presidente da República:</p><p>No dia 29 de setembro de 1992, a Câmara dos Deputados decidiu pelo afastamento do presidente Collor e pela abertura de um processo de impeachment. Itamar Franco assumiu interinamente a presidência no dia 2 de outubro de 1992 e no dia 29 de dezembro, quando Collor renunciou, Itamar Franco tomou posse como presidente do Brasil.Seu governo teve início com amplo apoio popular e sem oposição, mas enfrentou sérios problemas econômicos, legados pelos governos anteriores. A constante troca de ministros ao longo de seu governo evidenciava as dificuldades que ele enfrentou para administrar o país.</p><p>Plano Real:</p><p>Em 1994, Itamar Franco convocou o senador <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/fernando_henrique_cardoso/">Fernando Henrique Cardoso</a> para o Ministério da Fazenda, o que resultou na elaboração de um novo plano econômico. O Plano FHC, rebatizado posteriormente de "Plano Real", criou a URV (Unidade Real de Valor), um indexador provisório da economia que serviria como transição até que uma nova moeda – o real – entrasse em vigor. O real manteria paridade com o dólar e eliminaria a espiral <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/fernando_collor/">inflacionária.No</a> dia 1 de julho de 1994, foi introduzido o real, que reduziu a inflação a níveis mínimos. O Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, passou a ter grande prestígio e tornou-se candidato a presidente nas eleições de 3 de outubro de 1994.</p><p><br/></p><p>Fim do mandato:</p><p>Ao deixar a presidência, no dia 1 de janeiro de 1995, Itamar Franco foi nomeado embaixador de Portugal e em seguida foi embaixador junto à Organização dos Estados Americanos (OEA).Em 1998, Itamar foi eleito, no segundo turno, para o governo de Minas Gerais, assumindo no dia 1 de janeiro de 1999, onde ficou até 2003. Em 2006, lançou-se pré-candidato à presidência do PMDB, concorrendo com Anthony Garotinho, mas no dia 22 de maio, anunciou sua desistência. Ainda este ano tentou uma vaga para disputar o senado pelo PMDB, mas o escolhido foi Newton Cardoso.Em 2007, a convite de Aécio Neves, então governador de Minas Gerais, Itamar presidiu o Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, onde permaneceu até 2010. Nesse mesmo ano foi eleito senador por Minas Gerais, na chapa de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/aecio_neves/">Aécio Neves</a> e Antônio Anastasia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 16:42:08 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO: HABILI,GABRIELLE,KETHELIN 3º01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 19:15:00 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO: HABILI,GABRIELLE,KETHELIN 3º01</title>
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         <pubDate>2024-08-28 19:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>João Goulart (Jango)</title>
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         <description><![CDATA[<p>João Goulart foi um político que iniciou sua vida política, na década de 1940, por influência de Getúlio Vargas. Também conhecido como Jango, esse político teve sua carreira vinculada ao PTB e chegou a ocupar posições de destaque na nossa política. Assumiu a presidência em 1961, mas foi derrubado de sua posição pelo Golpe Civil-Militar de 1964.</p><p>Após o suicídio de Getúlio Vargas, João Goulart considerou se retirar da vida pública, mas continuou na política e se candidatou ao cargo de senador em 1954 pelo PTB, sendo derrotado por Armando Pereira Câmara da chapa PSD-UDN. Mesmo com a derrota, ele permaneceu ativo na política e formou uma aliança entre o PTB e o PSD para a eleição de 1955.</p><p>Nesta aliança, o PSD lançou Juscelino Kubitschek como candidato à presidência, enquanto o PTB lançou João Goulart como vice-presidente. A chapa enfrentou oposição da UDN, que era contra a realização das eleições presidenciais de 1955.</p><p>Juscelino e Goulart foram eleitos presidente e vice-presidente, respectivamente. Houve tentativas de golpe militar, que foram impedidas pelo ministro da Guerra, Henrique Teixeira Lott, garantindo a posse de ambos no início de 1956</p><p>Contexto e Ascensão ao Poder:</p><ul><li><p>João Goulart assumiu a presidência após a renúncia de Jânio Quadros em 1961, em meio a uma crise política.</p></li><li><p>A posse de Goulart só foi possível com a adoção do regime parlamentarista, reduzindo seus poderes e nomeando Tancredo Neves como primeiro-ministro. Em 1963, um plebiscito restaurou o presidencialismo.</p></li></ul><p>Principais Ações e Políticas:</p><ul><li><p>Reformas de Base: Goulart propôs uma série de reformas sociais e econômicas, conhecidas como Reformas de Base, incluindo a reforma agrária, a reforma educacional e a reforma tributária.</p></li><li><p>Política Externa: Adotou uma postura de independência e alinhamento com países do bloco socialista, o que gerou desconfiança dos Estados Unidos.</p></li><li><p>Crise Econômica: Seu governo enfrentou alta inflação, déficit fiscal e dificuldades econômicas, agravando a insatisfação popular e das elites.</p></li></ul><p>Oposição e Crises:</p><ul><li><p>Goulart enfrentou forte oposição das forças conservadoras, militares, empresários e parte da classe média, que temiam uma guinada ao comunismo.</p></li><li><p>As reformas propostas e a instabilidade econômica intensificaram a polarização política.</p><p>O Golpe de 1964 foi um evento crucial na história do Brasil, resultando na deposição do presidente João Goulart e na instalação de uma ditadura militar que durou 21 anos.</p><p>Contexto:</p><ul><li><p>Polarização Política: O governo de João Goulart, com políticas de esquerda e reformas sociais, gerou forte oposição das elites econômicas, conservadores e setores militares.</p></li><li><p>Temores de Comunismo: A Guerra Fria exacerbava o medo do comunismo. Muitos acreditavam que Goulart estava alinhado com a União Soviética e buscava transformar o Brasil em um estado socialista.</p></li><li><p>Crise Econômica: Alta inflação, déficits fiscais e dificuldades econômicas aumentaram a insatisfação popular.</p></li></ul><p>Eventos do Golpe:</p><ul><li><p>Marcha da Família com Deus pela Liberdade: Em março de 1964, grandes manifestações organizadas por setores conservadores pediam a deposição de Goulart.</p></li><li><p>Movimentação Militar: Em 31 de março de 1964, tropas militares de Minas Gerais, lideradas pelo general Olímpio Mourão Filho, marcharam em direção ao Rio de Janeiro.</p></li><li><p>Destituição de Goulart: Sem apoio suficiente para resistir, Goulart deixou Brasília e seguiu para Porto Alegre, depois para o Uruguai, entrando em exílio.</p></li></ul><p>Instalação da Ditadura</p><p>Fuga do Brasil:</p><ul><li><p>Golpe de 1964: Em 31 de março de 1964, forças militares iniciaram o golpe contra João Goulart. Enfrentando uma oposição crescente e sem apoio suficiente, Goulart deixou Brasília e foi para Porto Alegre, e em seguida para a cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul.</p></li><li><p>Exílio: Em 1º de abril de 1964, Goulart cruzou a fronteira para o Uruguai, onde pediu asilo político. Posteriormente, ele se estabeleceu em Montevidéu.</p></li></ul><p>Vida no Exílio:</p><ul><li><p>Uruguai: Goulart viveu no Uruguai por vários anos, dedicando-se à vida privada e negócios, incluindo a agropecuária.</p></li><li><p>Argentina: Em 1973, mudou-se para a Argentina, estabelecendo-se em uma fazenda na província de Corrientes.</p><p>Atividades e Acompanhamento Político:</p><ul><li><p>Restrição de Atividades Políticas: Durante seu exílio, Goulart foi monitorado pelos regimes militares brasileiro e argentino. Apesar de se manter afastado da política ativa, ele continuou a acompanhar os acontecimentos no Brasil e a defender a redemocratização do país.</p></li><li><p>Contatos com Exilados: Manteve contato com outros exilados políticos brasileiros e participou de debates sobre a situação do Brasil, sempre defendendo o retorno da democracia.</p></li></ul><p>Morte:</p><ul><li><p>Falecimento: João Goulart faleceu em 6 de dezembro de 1976, em sua fazenda na Argentina, de um ataque cardíaco. Há controvérsias e teorias sobre a possibilidade de ele ter sido envenenado como parte da Operação Condor, uma campanha de repressão coordenada entre os regimes militares da América do Sul, mas essas alegações nunca foram comprovadas.</p><p>Luiz Henrique e Karoline Bitti 3º02</p></li></ul></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 11:18:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarashora</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Grupo: Sara,Karen e Maria Antônia</title>
         <author>sarashora</author>
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         <pubDate>2024-08-29 12:40:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarashora</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 12:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ágata Leal e João Vitor Vieira 2º01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Getúlio Vargas</mark></strong></p><p><br/></p><p>1. Primeiros Anos e Ascensão Política</p><p>- Nascimento e Formação: Getúlio Dornelles Vargas nasceu em 19 de abril de 1882, em São Borja, no Rio Grande do Sul. Formou-se em Direito e começou sua carreira na política como deputado estadual e depois federal.</p><p>- Revolução de 1930: Em 1930, Vargas liderou uma revolta contra o governo de Washington Luís, que não o havia escolhido como candidato à presidência. Ele assumiu o poder após a deposição do presidente e se tornou o chefe do governo provisório.</p><p><br/></p><p>2. Governo Provisório (1930-1934)</p><p>- Reformas: Durante seu governo provisório, Vargas implementou várias reformas, incluindo a modernização da economia e a criação do Ministério do Trabalho.</p><p>- Nova Constituição: Em 1934, foi promulgada uma nova Constituição que estabeleceu um regime democrático, mas Vargas continuou a centralizar o poder.</p><p><br/></p><p>3. Governo Constitucional (1934-1937)</p><p>- Eleições de 1934: Vargas foi eleito presidente pela Assembleia Constituinte. Durante esse período, enfrentou oposição política e crises econômicas.</p><p>- Aumento da Repressão: Com o crescimento das tensões políticas e sociais, Vargas começou a adotar medidas autoritárias.</p><p><br/></p><p>4. Estado Novo (1937-1945)</p><p>- Golpe de 1937: Em novembro de 1937, Vargas deu um golpe e instaurou o Estado Novo, um regime autoritário que suspendeu as liberdades civis e dissolveu os partidos políticos.</p><p>- Desenvolvimento Industrial: Durante essa era, houve um impulso significativo na industrialização do Brasil. Vargas promoveu a criação de estatais como a Petrobras e a Companhia Siderúrgica Nacional.</p><p>- Trabalho e Direitos: Ele implementou leis trabalhistas importantes, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que garantiu direitos aos trabalhadores.</p><p><br/></p><p>5. Segunda Guerra Mundial</p><p>- Alinhamento com os Aliados: Embora inicialmente tenha mantido uma posição neutra, com o avanço da guerra e pressões externas, Vargas acabou alinhando-se aos Aliados em 1942.</p><p>- Envio de Tropas: O Brasil enviou tropas para lutar na Itália ao lado das forças aliadas.</p><p><br/></p><p>6. Fim da Era Vargas</p><p>- Pressão Popular e Militar: Após a guerra, a pressão popular por eleições diretas aumentou. Em 1945, Vargas foi deposto por um movimento militar que exigia sua saída.</p><p>- Retorno à Política: Após deixar a</p><p>presidência, ele se afastou da política por alguns anos, mas retornou em 1950 para ser eleito novamente presidente.</p><p><br/></p><p>Contexto da Morte de Getúlio Vargas</p><p>- Retorno à Presidência: Após ser deposto em 1945, Vargas voltou ao cenário político e foi eleito presidente novamente em 1950. Seu retorno foi recebido com entusiasmo por muitos, mas também gerou oposição significativa, especialmente entre os militares e setores conservadores da sociedade.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>- Crise Política: Durante seu segundo mandato, Vargas enfrentou uma grave crise política. Problemas econômicos, a insatisfação com suas políticas e a crescente pressão da oposição culminaram em uma série de crises que afetaram sua popularidade.</p><p><br/></p><p>- Tentativa de Assassinato: Em agosto de 1954, uma tentativa de assassinato contra o então jornalista Carlos Lacerda, um crítico feroz do governo Vargas, intensificou as tensões. Lacerda sobreviveu ao ataque, mas a situação se agravou. A oposição acusou Vargas de ser responsável pela tentativa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A Morte</p><p>- Suicídio: Diante da pressão crescente e da possibilidade de um golpe militar, Vargas decidiu se suicidar. Na manhã do dia 24 de agosto de 1954, ele se trancou em seu quarto no Palácio do Catete no Rio de Janeiro,e com um tiro no coração de um calibre 32,deixou esse mundo. Ele deixou uma carta-testamento onde expressava seu amor pelo Brasil e sua tristeza pela situação política que enfrentava.</p><p><br/></p><p>- Impacto: A morte de Vargas causou comoção nacional. Milhares de pessoas compareceram ao seu velório, e muitos choraram a perda do líder que havia sido uma figura central na vida política do país. Seu suicídio é frequentemente visto como um ato dramático que simbolizou o desespero diante da crise política.</p><p><br/></p><p>Legado</p><p>- Repercussão Histórica: A morte de Getúlio Vargas teve um impacto profundo na política brasileira e na sociedade. Ele deixou um legado complexo como um líder que promoveu a industrialização e os direitos trabalhistas, mas também como alguém que recorreu à repressão e à autoritarismo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Conclusão</p><p>A Era Vargas é marcada por profundas transformações sociais e econômicas no Brasil. O legado de Getúlio Vargas é complexo; ele é visto tanto como um líder autoritário quanto como um defensor dos direitos dos trabalhadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:13:14 UTC</pubDate>
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         <title>Governo João Goulart - Jango</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nicole Lodi, Isadora D'avilla e Glendha </p><p>2°I01</p><p><br></p><p>"<strong>Origens de João Goulart</strong></p><p><br></p><p>João Belchior Marques Goulart nasceu na cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul, no dia 1º de março de 1919. Conhecido desde a infância como Jango, era filho de Vicente Rodrigues Goulart e Vicentina Marques Goulart. Ele foi o primeiro filho do casal, que teve o total de oito filhos.</p><p><br></p><p>O pai de João Goulart era um estancieiro que criava gado e ovelhas em suas fazendas, além de ser produtor de charque. Grande parte da infância de João Goulart se deu nas fazendas de seu pai, mas, aos nove anos, o menino foi enviado para um internato chamado Ginásio Santana, localizado em Uruguaiana. Jango não gostava da rigidez dessa escola, mas permaneceu lá por cinco anos."</p><p><br></p><p>"<strong>Entrada de João Goulart na política</strong></p><p><br></p><p>A entrada de João Goulart na política teve como grande influência uma figura muito influente do período: Getúlio Vargas. Durante o período universitário de Jango, o Brasil passava por um momento de radicalização política, mas ele não se influenciou por isso. Antes mesmo de se matricular na universidade, Jango já conhecia Vargas e havia se tornado amigo de Manuel, um dos filhos do presidente.</p><p><br></p><p>A amizade de João Goulart com Manuel Vargas era muito forte e rendeu, inclusive, estadas de Jango no Palácio do Catete, o palácio presidencial na época. Já no período de sua juventude, manifestaram-se as habilidades que marcaram sua carreira política. Jango tinha visões progressistas, preocupava-se com os problemas dos pobres e se comunicava muito bem.</p><p><br></p><p>Foi somente depois da deposição de Getúlio Vargas, em 1945, é que João Goulart ingressou na política. Seu ingresso aconteceu em um momento de acomodação dos quadros políticos do país em diversos partidos políticos, que surgiam por conta da democratização do Brasil, no que ficou conhecido como República de 1946 ou Quarta República.</p><p><br></p><p>A nova conjuntura política fez com que partidos, como o Partido Social Democrático (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), fossem fundados. A família Vargas, influente no Rio Grande do Sul, esteve envolvida com os novos cenários políticos que se apresentavam ao país. Protásio Vargas, irmão de Getúlio, convidou Jango para que ele se filiasse ao PSD.</p><p><br></p><p>Jango era reconhecido como uma personalidade de grande potencial político, pois ele era simpático, falava bem e tinha ideais progressistas. Isso fez com que Getúlio Vargas intervisse e recomendasse a Jango entrar no PTB. Getúlio, para tanto, fez uso da influência que tinha com Vicente, pai de Jango. Com isso, Jango filiou-se ao PTB e se envolveu com o desenvolvimento do partido no Rio Grande do Sul.</p><p><br></p><p>Os trabalhos partidários o fizeram trabalhar pelo pleito de Eurico Gaspar Dutra, na eleição de 1945. Em janeiro de 1947, ele se candidatou a deputado estadual pelo PTB, sendo eleito com 4150 votos. Jango se tornou bastante próximo de Getúlio Vargas e passou também a trabalhar pela eleição de Vargas para presidente do Brasil, no pleito de 1950."</p><p><br></p><p>Veja mais sobre "João Goulart" em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/joao-goulart.htm</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:16:48 UTC</pubDate>
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         <title>Pyetra Santana e Ana Clara Henrique Fontoura 2⁰ 01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://www.canva.com/design/DAGN6h38PfM/0AFmaGUVodfLC96xRClGxw/edit?utm_content=DAGN6h38PfM&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Michel Temer | Maria Isabella e Mariany 2°01</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu em 23 de setembro de 1940 em Tietê, no interior do estado de São Paulo. Filho de imigrantes libaneses, Temer teve uma criação em uma família de classe média. Seus pais, Miguel Elias Temer Lulia e March Barbar Lulia, eram cristãos maronitas, uma ramificação da Igreja Católica presente no Líbano, que mantiveram fortes laços com suas origens culturais e religiosas.</p><p><br/></p><p>Formação Acadêmica e Carreira Jurídica</p><p>Temer graduou-se em Direito pela tradicional Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco, em 1963. Sua trajetória acadêmica continuou com a obtenção do título de doutor em Direito Público, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde posteriormente tornou-se professor e lecionou disciplinas ligadas ao Direito Constitucional.</p><p><br/></p><p>Ele foi autor de diversos livros de Direito, destacando-se a obra Elementos de Direito Constitucional, que se tornou uma referência nos estudos jurídicos no Brasil. Além de sua carreira acadêmica, Michel Temer também atuou como advogado e procurador do Estado de São Paulo, adquirindo experiência significativa no campo jurídico.</p><p><br/></p><p> Início na Política</p><p>Michel Temer entrou na política em 1981, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), que mais tarde seria renomeado como Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Na década de 1980, o Brasil passava por intensas transformações políticas com a transição da ditadura militar para a democracia, e o PMDB era um dos principais atores desse processo. Temer foi nomeado para cargos importantes dentro do partido, o que contribuiu para sua ascensão política.</p><p><br/></p><p>Temer foi eleito deputado federal em 1986, com um papel importante na elaboração da Constituição Federal de 1988, atuando como um dos membros da Assembleia Constituinte. Essa experiência lhe proporcionou grande conhecimento sobre o processo legislativo e o fortalecimento de sua imagem como um político centrado no diálogo e na articulação política.</p><p><br/></p><p> Trajetória como Deputado e Presidente da Câmara</p><p>Ao longo dos anos, Michel Temer consolidou-se como um dos principais líderes do PMDB e foi eleito deputado federal por várias legislaturas consecutivas, tornando-se uma figura influente no Congresso Nacional. Sua capacidade de articulação política e seu perfil moderado o levaram a presidir a Câmara dos Deputados por três vezes: 1997-1998, 1999-2000 e 2009-2010. Durante esses períodos, ele desempenhou um papel crucial na condução dos debates e na mediação de conflitos entre os partidos políticos.</p><p><br/></p><p>Sua liderança na Câmara dos Deputados foi marcada por sua habilidade em construir consensos e sua postura discreta, mas eficaz, nos bastidores da política. Temer ganhou uma reputação de negociador pragmático e de defensor da estabilidade institucional.</p><p><br/></p><p>Vice-Presidência da República (2011-2016)</p><p>Em 2010, Michel Temer foi convidado para compor a chapa presidencial encabeçada por Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), como candidato a vice-presidente. A aliança entre o PT e o PMDB foi fundamental para garantir a eleição de Dilma no primeiro turno. Como vice-presidente, Temer teve um papel relativamente discreto nos primeiros anos do governo Dilma, atuando mais nos bastidores como articulador político e intermediário entre o Executivo e o Congresso Nacional.</p><p><br/></p><p>Em 2014, a chapa Dilma-Temer foi reeleita, mas o segundo mandato da presidente enfrentou uma série de crises políticas e econômicas. A gestão foi marcada por escândalos de corrupção, como a Operação Lava Jato, e por um clima crescente de insatisfação popular, o que culminou no pedido de impeachment de Dilma Rousseff.</p><p><br/></p><p> O Impeachment de Dilma Rousseff e Ascensão à Presidência</p><p>Em 2015, com a abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, Michel Temer passou a ocupar uma posição central no cenário político. Como vice-presidente, ele foi visto por muitos como a figura capaz de garantir a transição caso o afastamento de Dilma se concretizasse. Temer manteve-se formalmente distante das discussões públicas sobre o impeachment, mas internamente, houve movimentações no PMDB para que o partido se afastasse do governo.</p><p><br/></p><p>Em 12 de maio de 2016, Dilma foi afastada temporariamente da presidência, e Michel Temer assumiu o cargo interinamente. Em 31 de agosto de 2016, com a conclusão do processo de impeachment, Dilma Rousseff foi definitivamente destituída, e Michel Temer tornou-se o 37º presidente da República Federativa do Brasil.</p><p><br/></p><p>Presidência da República (2016-2018)</p><p>O governo de Michel Temer foi marcado por uma série de reformas econômicas e administrativas, com o objetivo de reverter a crise econômica que o Brasil enfrentava. Entre as principais medidas adotadas por seu governo estão:</p><p><br/></p><p>1. Emenda Constitucional do Teto de Gastos (EC 95/2016): Uma das primeiras ações de Temer foi propor uma emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos, limitado à inflação do ano anterior. A medida visava controlar o crescimento da dívida pública e restabelecer a confiança dos investidores na economia brasileira.</p><p><br/></p><p>2. Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017): Em 2017, foi aprovada a reforma trabalhista, que alterou mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as principais mudanças estavam a prevalência do negociado sobre o legislado, a flexibilização das jornadas de trabalho e a regulamentação do trabalho intermitente.</p><p><br/></p><p>3. Reforma da Previdência (tentativa frustrada): Temer tentou aprovar uma reforma da Previdência, que era vista como essencial para garantir a sustentabilidade fiscal do país. No entanto, a proposta enfrentou forte resistência no Congresso e da sociedade civil, o que acabou por inviabilizar sua aprovação durante seu mandato.</p><p><br/></p><p>Seu governo também foi marcado por escândalos e crises políticas. Em 2017, veio à tona uma gravação comprometedora na qual Temer supostamente dava anuência a pagamentos de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha. O episódio resultou em duas denúncias criminais contra ele, feitas pela Procuradoria-Geral da República, por corrupção passiva e obstrução de justiça. Contudo, a Câmara dos Deputados, que tinha a prerrogativa de autorizar o prosseguimento das investigações, votou pelo arquivamento das denúncias.</p><p><br/></p><p>Fim do Mandato e Pós-Presidência</p><p>O mandato de Michel Temer terminou em 31 de dezembro de 2018, com a posse de seu sucessor, Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019. Após deixar a presidência, Temer manteve-se ativo na política, embora em um papel menos destacado. Em março de 2019, Temer foi preso preventivamente em uma investigação sobre corrupção, sendo acusado de liderar uma organização criminosa que desviava recursos públicos. No entanto, ele foi libertado poucos dias depois, após decisão do Tribunal Regional Federal.</p><p><br/></p><p>Apesar dos escândalos, Temer seguiu como uma figura relevante nos bastidores políticos e no debate público, contribuindo com sua experiência jurídica e política. Ele lançou livros, participou de seminários e manteve-se como uma referência dentro do MDB e da política nacional.</p><p><br/></p><p>Legado</p><p>Michel Temer deixou um legado ambíguo. De um lado, foi reconhecido por conseguir realizar reformas estruturantes e adotar medidas econômicas que, para muitos, foram essenciais para tirar o Brasil da recessão e colocar o país no caminho da recuperação. De outro lado, seu governo foi envolto em escândalos de corrupção e crises de legitimidade, em grande parte devido ao contexto em que assumiu a presidência, após o impeachment</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>2 01 Daniel e Murilo</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-08-29 13:21:38 UTC</pubDate>
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         <title>2°01 Bárbara.V e Susana Deodoro Da Fonseca </title>
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         <pubDate>2024-08-29 13:25:47 UTC</pubDate>
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         <title>Humberto de Alencar Castelo Branco </title>
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         <description><![CDATA[<p>Hellen Lopes e Helloa da Costa </p><p>2°I01</p><p><br/></p><p>Humberto de Alencar Castelo Branco foi uma figura central na história política e militar do Brasil, nascido em 20 de setembro de 1897, em Fortaleza, Ceará. Desde cedo, demonstrou uma vocação para a carreira militar, formando-se na prestigiosa Academia Militar das Agulhas Negras em 1919. Ao longo de sua trajetória nas Forças Armadas, destacou-se por sua habilidade estratégica e liderança, sendo promovido ao cargo de comandante do II Exército.</p><p><br/></p><p>A ascensão de Castelo Branco ao poder ocorreu em um momento crítico da história brasileira. Em abril de 1964, ele foi um dos principais articuladores do golpe militar que depôs o presidente João Goulart, um evento que marcaria o início de duas décadas de regime militar no Brasil. Após o golpe, Castelo Branco assumiu a presidência, governando de 1964 até 1967. Durante seu mandato, implementou o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), uma estratégia que visava estabilizar a economia brasileira após um período de turbulências. Embora o plano tenha trazido alguns resultados positivos em termos económicos, também contribuiu para um aumento das desigualdades sociais e aprofundou as tensões entre diferentes classes sociais.</p><p><br/></p><p>O governo de Castelo Branco foi caracterizado por uma forte repressão política e censura à imprensa. Ele promulgou a nova Constituição em 1967, que consolidou ainda mais o regime militar e restringiu as liberdades civis. Essas ações geraram controvérsia e resistência entre setores da sociedade civil e políticos que defendiam a democracia e os direitos humanos.</p><p><br/></p><p>Castelo Branco deixou a presidência em março de 1967, mas sua vida foi tragicamente interrompida pouco depois. Ele faleceu em um acidente aéreo com o Lockheed L-188 Electra que caiu na Serra da Mantiqueira, resultando na morte de outras 11 pessoas. A investigação posterior indicou falha mecânica como causa do acidente; no entanto, surgiram teorias sobre possível sabotagem política, dada a sua posição controvertida e o clima tenso da época.</p><p><br/></p><p>A morte de Castelo Branco teve um impacto significativo na sociedade brasileira e levantou questões sobre a estabilidade do regime militar em um momento crítico. Seu legado continua a ser debatido até hoje, dividido entre aqueles que o veem como um defensor da ordem e outros que criticam suas políticas repressivas e autoritárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:42:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cafe filho 24 de agosto de 1954 até 8 de novembro de 1955</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ericksonifes/g2ia2cgjirw3oxla/wish/3094006004</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi o único potiguar e o primeiro protestante a ocupar a presidência da república do Brasil (junto com Ernesto Geisel, são os únicos protestantes que presidiram o Brasil). Também foi o primeiro a exercer a Presidência tendo nascido após a Proclamação da República.</p><p><br/></p><p>Primeiros anos</p><p>Nascido no Rio Grande do Norte[a] trabalhou como jornalista durante a juventude. Entre 1918 e 1919 atuou como o primeiro goleiro do Alecrim Futebol Clube,[4] sendo o único presidente a já ter atuado como jogador competitivo de futebol adulto.</p><p><br/></p><p>Início da carreira política</p><p>editar</p><p>Café Filho participou da Aliança Liberal na campanha de 1930. Em 1933, fundou o Partido Social Nacionalista (PSN) do Rio Grande do Norte, e alguns anos mais tarde, o Partido Social Progressista de Ademar Pereira de Barros. Em 1934 e 1945 foi eleito deputado federal. De novembro de 1937 a maio de 1938 esteve exilado na Argentina, visando evitar prisão no Brasil, em conta de diariamente, na Câmara, denunciar a iminência do golpe.[5][6] Anteriormente, em 14 de outubro de 1937, sua residência foi invadida pela polícia e seu cunhado Raimundo Fernandes foi preso. Café ficou escondido até 16 de outubro, quando o deputado José Matoso de Sampaio Correia conseguiu asilo político na embaixada da Argentina.[6]</p><p><br/></p><p>Eleições de 1950</p><p>editar</p><p>Nas eleições de 1950, o governador de São Paulo e líder do Partido Social Progressista Ademar de Barros impôs o nome de Café Filho à vice-presidência como condição de apoiar a candidatura de Getúlio Vargas. Getúlio resistiu pois o nome de Café Filho desagradava militares e igreja católica, que o consideravam um político de tendências esquerdistas. Café Filho foi contra a aplicação da Lei de Segurança Nacional em 1935. Em outubro de 1937, foi contra o estado de guerra solicitado pelo Governo com base no Plano Cohen, falso documento para legitimar a ditadura do Estado Novo.[6] No parlamento fazia campanha contra o cancelamento do registro do PCB e a extinção do mandato dos parlamentares comunistas,[6] além de ser defensor do divórcio.[7]</p><p><br/></p><p>Ademar, no entanto, se irritou com a resistência de Getúlio e lançou uma advertência pela imprensa: "A eleição de Vargas depende do PSP", afirmara o governador paulista. E conclui: "A candidatura do Café Filho a vice-presidente será mantida, custe o que custar".[8] O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) acabou formalizando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o nome de Café Filho como vice apenas na data limite do registro eleitoral. Mesmo companheiro de chapa, Getúlio nunca confiou em Café Filho.[9]</p><p><br/></p><p>Nas eleições de 1950 a escolha do vice era desvinculada do presidente. Mesmo assim, Café Filho foi eleito vice-presidente com uma diferença de 200 mil votos para o segundo colocado, Odilon Duarte Braga da União Democrática Nacional (UDN).[10]</p><p><br/></p><p>Além de ser eleito vice-presidente naquela eleição, Café Filho também foi reeleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte (algo possível na legislação eleitoral da época). Na ocasião, conseguiu ser o deputado federal mais votado de seu estado com mais de 19 mil votos, superando políticos como Aluízio Alves, Djalma Marinho, Valfredo Gurgel, Jerônimo Dix-huit Rosado e José Augusto Bezerra de Medeiros.[11]</p><p><br/></p><p>Vice-presidente</p><p>editar</p><p><br/></p><p>Foto oficial como Vice-presidente do Brasil e Presidente do Senado Federal</p><p>Na qualidade de vice-presidente da República, Café Filho também assumiu a função de presidente do Senado Federal entre 1951 e 1954.[3]</p><p><br/></p><p>Em 20 de setembro de 1951 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito de Portugal.[12]</p><p><br/></p><p>Após o atentado da rua Tonelero, o país entrou em grave crise política. Café Filho sugeriu, então, a Getúlio Vargas, que ambos renunciassem ao governo simultaneamente, abrindo as chances para um governo interino de coalizão. Vargas disse a Café que consultaria amigos e pensaria a respeito;[13] consultou o ministro da justiça, Tancredo Neves, que recomendou rejeitar o plano, afirmando que era um golpe de Café Filho.[14] Getúlio avisou a Café Filho que não renunciaria. Café Filho respondeu que, rejeitada sua proposta, não devia mais lealdade a Getúlio: "Caso o senhor deixe desta ou daquela maneira este palácio, a minha obrigação constitucional é vir ocupá-lo".[15]</p><p><br/></p><p>Presidente da República</p><p>editar</p><p><br/></p><p>Café Filho, em 1954. Arquivo Nacional.</p><p>Com o suicídio de Vargas em 24 de agosto de 1954, assumiu a presidência, exercendo o cargo até novembro de 1955. Em 26 de abril desse ano foi agraciado com a Grã-Cruz da Banda das Três Ordens.[16]</p><p><br/></p><p>Seu governo foi marcante pelas medidas econômicas liberais comandadas pelo economista Eugênio Gudin,[17] defensor de uma política econômica ortodoxa, reduzindo gastos públicos como combate as dificuldades da economia,[18] além limitar o crédito, criar uma taxa única de energia elétrica (Fundo Federal de Eletrificação) e a retenção automática do imposto de renda sobre os salários,[19] tendo como norte o combate à inflação (Getúlio Vargas havia em 1º de março decretado um aumento de 100% no salário mínimo, uma proposta de João Goulart, seu ex-ministro do trabalho).[20][21]</p><p><br/></p><p>Gudin pediu demissão em 4 de abril, em razão do descontentamento de cafeicultores paulistas com o "confisco cambial" e também pelo pedido de substituição da presidência do Banco do Brasil feito pelo Governador de São Paulo Jânio Quadros: o paulista Alcides da Costa Vidigal no lugar do baiano Clemente Mariani. Tratava-se de um acordo político: Quadros não concorreria para presidente em 1955 e apoiaria Juarez Távora, já Café daria ao Governador a indicação do presidente do BB, do Ministério da Viação e Obras Públicas e faria um empréstimo para o estado de São Paulo. O sucessor definitivo de Gudin foi o paulista José Maria Whitaker, defensor da cafeicultura e opositor do "confisco cambial". "No curto mandato de Whitaker, há que se destacar ainda a suspensão de compras de café pelo governo que provocou protestos tanto junto aos cafeicultores quanto junto ao IBC e descontentamento de autoridades importantes." (SARETTA, 2003). A recusa dos ministros na aprovação da reforma cambial causou a saída de José Maria Whitaker, em 11 de outubro de 1955.[20] Mário Leopoldo Pereira da Câmara o substituiu e exerceu o cargo até 31 de janeiro do ano seguinte.</p><p><br/></p><p>Segundo o site da Presidência, "Destacaram-se, ainda, em sua administração a criação da Comissão de Localização da Nova Capital Federal, a inauguração, em janeiro de 1955, da usina hidrelétrica de Paulo Afonso e o incentivo à entrada de capitais estrangeiros no país, que repercutiria no processo de industrialização que se seguiu".[22]</p><p><br/></p><p>Para ter apoio parlamentar, Filho declarava o caráter provisório do seu governo e que não possuía maiores pretensões políticas.[19] Foi, portanto, um governo conciliador, com a participação de militares, empresários e políticos.[18]</p><p><br/></p><p>Em 3 de novembro de 1955 foi afastado da presidência em razão de um distúrbio cardiovascularpor[23], assumindo em seu lugar o presidente da Câmara, Carlos Luz, que foi deposto logo em seguida por tentar impedir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek.</p><p><br/></p><p>Eleições de 1955 e o Movimento de 11 de Novembro</p><p>editar</p><p>Ver artigo principal: Movimento de 11 de Novembro</p><p>Nas eleições presidenciais de 1955, o governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, do PSD, e o vice João Goulart, do PTB, derrotaram o candidato apoiado por Café Filho, general Juarez Távora. Sob a ameaça de golpe pela UDN e uma ala do exército visando remoção de quadros e vícios remanescentes do varguismo, Café Filho manteve-se pelo menos indiferente quanto ao respeito às instituições, o que levou o general Henrique Lott, seu ministro da Guerra, que votara no candidato oficial, a desferir um golpe de Estado preventivo (o "retorno aos quadros constitucionais vigentes") para garantir a posse de Juscelino.</p><p><br/></p><p>Alegando questões de saúde, Café Filho licenciou-se do cargo de presidente da República alguns meses antes de Juscelino ser empossado, assumindo interinamente Carlos Luz, então presidente da Câmara. Por pressão do general Lott, Carlos Luz foi deposto e impedido de governar, assumindo a presidência interina Nereu Ramos, então vice-presidente do Senado. Na época, para garantir a posse dos eleitos JK e Jango, aprovou-se o estado de sítio e o impedimento (confirmado pelo STF) de Café Filho, pois este declarou que pretendia retornar a ocupar o cargo.</p><p><br/></p><p>Após a presidência</p><p>editar</p><p>Após a presidência, Café Filho trabalhou em uma imobiliária no Rio de Janeiro até ser nomeado em 1961 pelo governador Carlos Lacerda para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da Guanabara. Permaneceu como ministro até a sua aposentadoria, em 1969. Em livro de memórias, afirmou que "quanto a não estar preparado para exercer a presidência da República, reconheço que não estava e ninguém está."[24] Seu falecimento foi lastimado por muitas autoridades, como o almirante Augusto Rademaker, então vice-presidente do Brasil,[25] e Bento Munhoz da Rocha, ex-governador do Paraná, que afirmou sentir sua morte "profundamente, como a de um companheiro insubstituível".[24] Foi sepultado no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 13:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Débora, Isadora e Mickaely -3°I01</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-08-29 13:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Café filho (24 de agosto de 1954até 8 de novembro de 1955)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi o único potiguar e o primeiro protestante a ocupar a presidência da república do Brasil (junto com Ernesto Geisel, são os únicos protestantes que presidiram o Brasil). Também foi o primeiro a exercer a Presidência tendo nascido após a Proclamação da República.</p><p>Primeiros anos</p><p>editar</p><p>Nascido no Rio Grande do Norte[a] trabalhou como jornalista durante a juventude. Entre 1918 e 1919 atuou como o primeiro goleiro do Alecrim Futebol Clube,[4] sendo o único presidente a já ter atuado como jogador competitivo de futebol adulto.</p><p><br/></p><p>Início da carreira política</p><p>editar</p><p>Café Filho participou da Aliança Liberal na campanha de 1930. Em 1933, fundou o Partido Social Nacionalista (PSN) do Rio Grande do Norte, e alguns anos mais tarde, o Partido Social Progressista de Ademar Pereira de Barros. Em 1934 e 1945 foi eleito deputado federal. De novembro de 1937 a maio de 1938 esteve exilado na Argentina, visando evitar prisão no Brasil, em conta de diariamente, na Câmara, denunciar a iminência do golpe.[5][6] Anteriormente, em 14 de outubro de 1937, sua residência foi invadida pela polícia e seu cunhado Raimundo Fernandes foi preso. Café ficou escondido até 16 de outubro, quando o deputado José Matoso de Sampaio Correia conseguiu asilo político na embaixada da Argentina.[6]</p><p><br/></p><p>Eleições de 1950</p><p>editar</p><p>Nas eleições de 1950, o governador de São Paulo e líder do Partido Social Progressista Ademar de Barros impôs o nome de Café Filho à vice-presidência como condição de apoiar a candidatura de Getúlio Vargas. Getúlio resistiu pois o nome de Café Filho desagradava militares e igreja católica, que o consideravam um político de tendências esquerdistas. Café Filho foi contra a aplicação da Lei de Segurança Nacional em 1935. Em outubro de 1937, foi contra o estado de guerra solicitado pelo Governo com base no Plano Cohen, falso documento para legitimar a ditadura do Estado Novo.[6] No parlamento fazia campanha contra o cancelamento do registro do PCB e a extinção do mandato dos parlamentares comunistas,[6] além de ser defensor do divórcio.[7]</p><p><br/></p><p>Ademar, no entanto, se irritou com a resistência de Getúlio e lançou uma advertência pela imprensa: "A eleição de Vargas depende do PSP", afirmara o governador paulista. E conclui: "A candidatura do Café Filho a vice-presidente será mantida, custe o que custar".[8] O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) acabou formalizando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o nome de Café Filho como vice apenas na data limite do registro eleitoral. Mesmo companheiro de chapa, Getúlio nunca confiou em Café Filho.[9]</p><p><br/></p><p>Nas eleições de 1950 a escolha do vice era desvinculada do presidente. Mesmo assim, Café Filho foi eleito vice-presidente com uma diferença de 200 mil votos para o segundo colocado, Odilon Duarte Braga da União Democrática Nacional (UDN).[10]</p><p><br/></p><p>Além de ser eleito vice-presidente naquela eleição, Café Filho também foi reeleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte (algo possível na legislação eleitoral da época). Na ocasião, conseguiu ser o deputado federal mais votado de seu estado com mais de 19 mil votos, superando políticos como Aluízio Alves, Djalma Marinho, Valfredo Gurgel, Jerônimo Dix-huit Rosado e José Augusto Bezerra de Medeiros.[11]</p><p><br/></p><p>Vice-presidente</p><p>editar</p><p><br/></p><p>Foto oficial como Vice-presidente do Brasil e Presidente do Senado Federal</p><p>Na qualidade de vice-presidente da República, Café Filho também assumiu a função de presidente do Senado Federal entre 1951 e 1954.[3]</p><p><br/></p><p>Em 20 de setembro de 1951 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito de Portugal.[12]</p><p><br/></p><p>Após o atentado da rua Tonelero, o país entrou em grave crise política. Café Filho sugeriu, então, a Getúlio Vargas, que ambos renunciassem ao governo simultaneamente, abrindo as chances para um governo interino de coalizão. Vargas disse a Café que consultaria amigos e pensaria a respeito;[13] consultou o ministro da justiça, Tancredo Neves, que recomendou rejeitar o plano, afirmando que era um golpe de Café Filho.[14] Getúlio avisou a Café Filho que não renunciaria. Café Filho respondeu que, rejeitada sua proposta, não devia mais lealdade a Getúlio: "Caso o senhor deixe desta ou daquela maneira este palácio, a minha obrigação constitucional é vir ocupá-lo".[15]</p><p><br/></p><p>Presidente da República</p><p>editar</p><p><br/></p><p>Café Filho, em 1954. Arquivo Nacional.</p><p>Com o suicídio de Vargas em 24 de agosto de 1954, assumiu a presidência, exercendo o cargo até novembro de 1955. Em 26 de abril desse ano foi agraciado com a Grã-Cruz da Banda das Três Ordens.[16]</p><p><br/></p><p>Seu governo foi marcante pelas medidas econômicas liberais comandadas pelo economista Eugênio Gudin,[17] defensor de uma política econômica ortodoxa, reduzindo gastos públicos como combate as dificuldades da economia,[18] além limitar o crédito, criar uma taxa única de energia elétrica (Fundo Federal de Eletrificação) e a retenção automática do imposto de renda sobre os salários,[19] tendo como norte o combate à inflação (Getúlio Vargas havia em 1º de março decretado um aumento de 100% no salário mínimo, uma proposta de João Goulart, seu ex-ministro do trabalho).[20][21]</p><p><br/></p><p>Gudin pediu demissão em 4 de abril, em razão do descontentamento de cafeicultores paulistas com o "confisco cambial" e também pelo pedido de substituição da presidência do Banco do Brasil feito pelo Governador de São Paulo Jânio Quadros: o paulista Alcides da Costa Vidigal no lugar do baiano Clemente Mariani. Tratava-se de um acordo político: Quadros não concorreria para presidente em 1955 e apoiaria Juarez Távora, já Café daria ao Governador a indicação do presidente do BB, do Ministério da Viação e Obras Públicas e faria um empréstimo para o estado de São Paulo. O sucessor definitivo de Gudin foi o paulista José Maria Whitaker, defensor da cafeicultura e opositor do "confisco cambial". "No curto mandato de Whitaker, há que se destacar ainda a suspensão de compras de café pelo governo que provocou protestos tanto junto aos cafeicultores quanto junto ao IBC e descontentamento de autoridades importantes." (SARETTA, 2003). A recusa dos ministros na aprovação da reforma cambial causou a saída de José Maria Whitaker, em 11 de outubro de 1955.[20] Mário Leopoldo Pereira da Câmara o substituiu e exerceu o cargo até 31 de janeiro do ano seguinte.</p><p><br/></p><p>Segundo o site da Presidência, "Destacaram-se, ainda, em sua administração a criação da Comissão de Localização da Nova Capital Federal, a inauguração, em janeiro de 1955, da usina hidrelétrica de Paulo Afonso e o incentivo à entrada de capitais estrangeiros no país, que repercutiria no processo de industrialização que se seguiu".[22]</p><p><br/></p><p>Para ter apoio parlamentar, Filho declarava o caráter provisório do seu governo e que não possuía maiores pretensões políticas.[19] Foi, portanto, um governo conciliador, com a participação de militares, empresários e políticos.[18]</p><p><br/></p><p>Em 3 de novembro de 1955 foi afastado da presidência em razão de um distúrbio cardiovascularpor[23], assumindo em seu lugar o presidente da Câmara, Carlos Luz, que foi deposto logo em seguida por tentar impedir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek.</p><p><br/></p><p>Eleições de 1955 e o Movimento de 11 de Novembro</p><p>editar</p><p>Ver artigo principal: Movimento de 11 de Novembro</p><p>Nas eleições presidenciais de 1955, o governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, do PSD, e o vice João Goulart, do PTB, derrotaram o candidato apoiado por Café Filho, general Juarez Távora. Sob a ameaça de golpe pela UDN e uma ala do exército visando remoção de quadros e vícios remanescentes do varguismo, Café Filho manteve-se pelo menos indiferente quanto ao respeito às instituições, o que levou o general Henrique Lott, seu ministro da Guerra, que votara no candidato oficial, a desferir um golpe de Estado preventivo (o "retorno aos quadros constitucionais vigentes") para garantir a posse de Juscelino.</p><p><br/></p><p>Alegando questões de saúde, Café Filho licenciou-se do cargo de presidente da República alguns meses antes de Juscelino ser empossado, assumindo interinamente Carlos Luz, então presidente da Câmara. Por pressão do general Lott, Carlos Luz foi deposto e impedido de governar, assumindo a presidência interina Nereu Ramos, então vice-presidente do Senado. Na época, para garantir a posse dos eleitos JK e Jango, aprovou-se o estado de sítio e o impedimento (confirmado pelo STF) de Café Filho, pois este declarou que pretendia retornar a ocupar o cargo.</p><p><br/></p><p>Após a presidência</p><p>editar</p><p>Após a presidência, Café Filho trabalhou em uma imobiliária no Rio de Janeiro até ser nomeado em 1961 pelo governador Carlos Lacerda para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da Guanabara. Permaneceu como ministro até a sua aposentadoria, em 1969. Em livro de memórias, afirmou que "quanto a não estar preparado para exercer a presidência da República, reconheço que não estava e ninguém está."[24] Seu falecimento foi lastimado por muitas autoridades, como o almirante Augusto Rademaker, então vice-presidente do Brasil,[25] e Bento Munhoz da Rocha, ex-governador do Paraná, que afirmou sentir sua morte "profundamente, como a de um companheiro insubstituível".[24] Foi sepultado no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.</p>]]></description>
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         <title>2°01 johannes e valmir</title>
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         <pubDate>2024-08-29 13:49:53 UTC</pubDate>
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         <title>Juscelino Kubitschek- Izadora Batista e Anita. 2°.01</title>
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         <pubDate>2024-08-29 13:51:38 UTC</pubDate>
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         <title>Jânio Quadros </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Grupo:Maria eduarda,stephanie e vinicius 3º02</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>QUEM FOI?</strong></p><p><br/></p></li></ul><p>Jânio Quadros (1917-1992) foi um político brasileiro. Foi presidente do Brasil durante sete meses, renunciando em 1961. Ficou conhecido pelas polêmicas e pelos discursos moralizantes.</p><p>Jânio da Silva Quadros nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no dia 25 de janeiro de 1917. Filho de família paranaense fez os primeiros estudos em Curitiba, no Paraná e na década de 30 mudou-se para São Paulo.</p><p>Cursou Direito pela Universidade de São Paulo, formando-se em 1939. Atuou na advocacia e lecionou no curso ginasial antes de entrar para a vida pública.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>GOVERNO DE JÂNIO QUADROS</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>O governo de Jânio Quadros durou seis meses e é considerado pelos historiadores como um governo confuso, que tomou decisões erradas e que contribuiu para lançar o país a uma grande crise política. A pouca preocupação de Jânio com questões políticas e partidárias fez com que ele entrasse em choque com o próprio partido que o havia lançado como candidato (UDN).</p><p>Nas questões relacionadas à economia, o grande foco de Jânio Quadros era o combate à inflação. Para isso, iniciou um plano econômico de austeridade que previa redução de gastos e impôs algumas medidas bastante impopulares. Primeiro, o governo desvalorizou a moeda nacional em relação ao dólar em 100% e, em seguida, retirou subsídios ao petróleo e ao trigo.</p><p> </p><ul><li><p><strong>MEDIDAS IMPOPULARES DE JÂNIO</strong></p></li></ul><p>Segundo as historiadoras Lilia Schwarcz e Heloísa Starling, o presidente:</p><p>[…] vetou corridas de cavalo nos dias úteis e rinhas de galo todos os dias; proibiu o uso de lança-perfume nos bailes de Carnaval e de biquíni nas praias; regulamentou o comprimento dos maiôs nos desfiles televisionados dos concursos de misses. E, para arrematar, instalou dois jumentos nordestinos pastando a grama verde do imenso jardim do Palácio da Alvorada […].</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>O GOLPE FINAL</strong></p><p><br/></p></li></ul><p>O golpe final sobre o governo de Jânio foi a imposição da política externa independente. Jânio Quadros começou a defender uma espécie de “terceira via” para as relações exteriores do Brasil, ou seja, começou a redefinir as relações diplomáticas com os Estados Unidos e a retomar os contatos com a União Soviética, suspensos desde 1947.</p><p><br/></p><p>Uma demonstração clara dessa política externa independente foi a condecoração que o presidente deu a <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/che-guevara-de-revolucionario-a-icone-pop.htm">Ernesto Che Guevara</a>, um dos grandes nomes da <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/revolucao-cubana.htm">Revolução Cubana</a>. Essa política acontecia no contexto de um dos momentos mais tensos da <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/guerra-fria.htm">Guerra Fria</a> e, naturalmente, enfureceu políticos conservadores do Brasil, como Carlos Lacerda.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>A RENÚNCIA DE JÂNIO</strong></p></li></ul><p>Em agosto de 1961, a crise do governo de Jânio era aguda. Carlos Lacerda, o homem que o havia apoiado nas eleições, agora o atacava abertamente. Além disso, Jânio não tinha o apoio do Congresso. Em decorrência dessas situações, tomou uma atitude drástica: apresentou sua renúncia no dia 25 de agosto de 1961.</p><p>Jânio nunca explicou o que o motivou a renunciar, mas há um consenso entre os historiadores de que foi uma tentativa de autogolpe. Observando retrospectivamente, podemos perceber que foi um erro de cálculo: Jânio esperava que sua renúncia não fosse aceita e que um clamor popular surgisse exigindo seu retorno à presidência com amplos poderes políticos, isso é, sem a presença do Congresso para incomodá-lo.</p><p>Com a renúncia de Jânio, uma grave crise política iniciou-se. A cúpula militar afirmou que não aceitaria a posse de João Goulart, vice-presidente e sucessor, de acordo com a Constituição de 1946. Isso deu início à campanha da legalidade, no qual, grupos mais ligados à esquerda defendiam a posse de João Goulart. Esse impasse foi solucionado com a <a rel="noopener" class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/primeira-fase-governo-joao-goulart.htm">posse de Jango</a>, em setembro de 1961, sob um regime de parlamentarismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 14:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>Jair Messias Bolsonaro / Maria Eduarda Cesconeto e Sara França 2°I01.</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Jair Messias Bolsonaro</strong> é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Militar">militar</a> reformado e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico">político</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileiro</a>, atualmente filiado ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Liberal_(2006)">Partido Liberal</a> (PL). Foi o 38.º <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a>, de 1.º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2022, tendo sido eleito pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Social_Liberal">Partido Social Liberal</a> (PSL) durante as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2018">eleições presidenciais de 2018</a>. Foi <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Deputado_federal">deputado federal</a> pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)">Rio de Janeiro</a> entre 1991 e 2018. Nasceu em Glicério, mas passou a adolescência em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Eldorado_(S%C3%A3o_Paulo)">Eldorado</a>, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Interior_de_S%C3%A3o_Paulo">interior</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">São Paulo</a>. Começou sua carreira militar no município fluminense de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Resende_(Rio_de_Janeiro)">Resende</a> após formar-se na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Academia_Militar_das_Agulhas_Negras">Academia Militar das Agulhas Negras</a> em 1977. Serviu nos grupos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Artilharia_de_campanha">artilharia de campanha</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paraquedistas_militares">paraquedismo</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileiro">Exército Brasileiro</a> e tornou-se conhecido do público em 1986, quando <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/O_sal%C3%A1rio_est%C3%A1_baixo">escreveu um artigo</a> para a revista <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Veja_(revista)"><em>Veja</em></a> criticando os baixos salários dos militares, texto pelo qual foi preso e detido por quinze dias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-02 10:29:17 UTC</pubDate>
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         <title>Jair Messias Bolsonaro / Maria Eduarda Cesconeto e Sara França 2°I01.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Jair Messias Bolsonaro</strong> é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Militar">militar</a> reformado e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico">político</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileiro</a>, atualmente filiado ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Liberal_(2006)">Partido Liberal</a> (PL). Foi o 38.º <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a>, de 1.º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2022, tendo sido eleito pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Social_Liberal">Partido Social Liberal</a> (PSL) durante as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2018">eleições presidenciais de 2018</a>. Foi <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Deputado_federal">deputado federal</a> pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)">Rio de Janeiro</a> entre 1991 e 2018. Nasceu em Glicério, mas passou a adolescência em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Eldorado_(S%C3%A3o_Paulo)">Eldorado</a>, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Interior_de_S%C3%A3o_Paulo">interior</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">São Paulo</a>. Começou sua carreira militar no município fluminense de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Resende_(Rio_de_Janeiro)">Resende</a> após formar-se na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Academia_Militar_das_Agulhas_Negras">Academia Militar das Agulhas Negras</a> em 1977. Serviu nos grupos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Artilharia_de_campanha">artilharia de campanha</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paraquedistas_militares">paraquedismo</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileiro">Exército Brasileiro</a> e tornou-se conhecido do público em 1986, quando <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/O_sal%C3%A1rio_est%C3%A1_baixo">escreveu um artigo</a> para a revista <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Veja_(revista)"><em>Veja</em></a> criticando os baixos salários dos militares, texto pelo qual foi preso e detido por quinze dias. Jair Bolsonaro candidatou-se à presidência da <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Federativa_do_Brasil">República Federativa do Brasil</a> pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Social_Liberal">Partido Social Liberal</a> nas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2018">eleições presidenciais de 2018</a> com <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/General_Mour%C3%A3o">General Mourão</a> (do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Renovador_Trabalhista_Brasileiro">PRTB</a>) como vice, na coligação "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jair_Bolsonaro#cite_note-TSE18-67"><sup> </sup></a>Sua candidatura, que tinha duas contestações, foi deferida por unanimidade pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tribunal_Superior_Eleitoral">Tribunal Superior Eleitoral</a> (TSE).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <title>Jair Bolsonoro - 3°I02</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• Jair Bolsonaro foi o 38º presidente do Brasil, eleito em 2018 e assumiu o cargo em janeiro de 2019. </p><p><br/></p><p>Antes de se tornar </p><p>presidente, Bolsonaro foi deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro por sete mandatos consecutivos, de 1991 a 2019. </p><p><br/></p><p>Bolsonaro ganhou notoriedade por suas posições conservadoras e polêmicas ao longo de sua carreira política. </p><p>Ele se autodenomina como um defensor dos valores da família, da liberdade econômica e do combate à corrupção.</p><p><br/></p><p>• Durante seu mandato, Bolsonaro buscou implementar medidas de cunho liberal na economia, com o objetivo de </p><p>promover o crescimento e a redução do Estado. Algumas das principais medidas foram a reforma da previdência, a </p><p>aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico e a tentativa de implementação da reforma tributária.</p><p><br/></p><p>• A política ambiental do governo Bolsonaro foi alvo de críticas e polêmicas. Sua posição em relação à preservação da Amazônia e o enfraquecimento dos órgãos de</p><p>fiscalização ambiental geraram preocupação tanto no Brasil quanto internacionalmente. O aumento do</p><p>desmatamento e as queimadas na região amazônica foram temas frequentes de debate e críticas durante seu governo.</p><p><br/></p><p>• Bolsonaro adotou uma postura de maior alinhamento com os Estados Unidos e uma maior distância de</p><p>organismos internacionais como a ONU. Ele também teve uma relação próxima com o governo de Donald Trump.</p><p>No entanto, essa postura gerou controvérsias e críticas, especialmente em relação à preservação da imagem do</p><p>Brasil no cenário internacional.</p><pre><code>Durante seu governo, Bolsonaro implementou uma série de medidas, como a reforma da previdência, a flexibilização das leis trabalhistas e a ampliação do acesso às armas de fogo. Ele também promoveu mudanças na política externa, aproximando o Brasil dos Estados
Unidos e adotando uma postura mais crítica em relação a
organismos internacionais como a
ONU.

Alunos:João Neto pereira,Pedro monteiro,Heishila</code></pre>]]></description>
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