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      <title>Informática Aplicada à Educação by ROSANA MARIA COSTA</title>
      <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9</link>
      <description>IFRJ - CAMPUS SÃO JOÃO DE MERITI - 2023.1</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-14 20:42:50 UTC</pubDate>
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         <title>Computação e Pensamento Computacional -Criação de um algoritmo representado por fluxograma</title>
         <author>rosanamcosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 20:55:32 UTC</pubDate>
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         <title>Computação e Pensamento Computacional</title>
         <author>rosanamcosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Pensamento Computacional<br><br>O dia nos oferece 24horas, dentre elas torna-se necessário repousar no mínimo 8 horas para que exista uma boa qualidade de sono. Resta-nos então 16h a utilizarmos da melhor forma possível. É aí que praticamos muitas das vezes de forma subliminar o pensamento computacional em nossas vidas. Por exemplo eu quem trabalho em uma escola e após trabalho no meu negócio, preciso fragmentar bem o horário e fazer com que o tempo que tenho seja bem utilizado.<br><br></div><div>Ao estudar os <strong>princípios do Pensamento Computacional</strong> percebi que os utilizava a tempos sem perceber.<br><br></div><ol><li>Decomposição: é a habilidade de dividir um problema em partes menores e assim ir buscando soluções fragmentadas, e consequentemente focando nos detalhes.</li><li>Abstração: com ela você direciona o seu foco em processos relevantes em vez de priorizar os detalhes, de modo que a solução possa ser válida para outros problemas.</li><li>Reconhecimento de padrões: é a construção de soluções por meio da identificação de padrões de similaridade que vem das tendências de comportamento.</li><li>Pensamento algorítmico: mesmo que comumente remetido à matemática, o algoritmo corresponde a criação de passos e soluções para alcançar um objetivo específico para qualquer problema.</li></ol><div>Um exemplo prático em minha rotina é que de segunda a sexta preciso trabalhar na escola, após trabalho em meu empreendimento, e ao final do dia preciso ir para a atividade física. o dia já foi <strong>Decomposto</strong> em partes. Percebi que pratico a <strong>abstração</strong> quando não sofro por ter deixado algo pelo caminho durante aquele dia, pois com o foco resolvi o que foi possível e<strong> reconheci os padrõe</strong>s mais relevantes. Com o <strong>pensamento Algorítmico</strong> preciso como o bisturi de um médico, faço o cálculo do tempo para não me atrasar no treino, pois a penalidade para qualquer tipo de atraso é pagar 10 burpees, e quem conhece o movimento sabe que é melhor chegar no horário a ter de fazê-lo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 20:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>Computação e Pensamento Computaciona</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623768114</link>
         <description><![CDATA[<div>Programação de um algoritmo simples com Javascript ou Scratch<br><br>function IMC () {<br>&nbsp; &nbsp; Peso = prompt ('DIGITE SEU PESO')<br>&nbsp; &nbsp; PesoConvertido = parseFloat (Peso)<br>&nbsp; &nbsp; Altura = prompt ('DIGITE SUA ALTURA')<br>&nbsp; &nbsp; AlturaConvertida = parseFloat (Altura)<br>&nbsp; &nbsp; IMC = PesoConvertido / AlturaConvertida*AlturaConvertida<br>&nbsp; &nbsp; if (IMC &gt;= 25)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; alert ('PACIENTE COM SOBREPESO')<br>}</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 20:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Interfaces Imersivas na Educação</title>
         <author>rosanamcosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Através do manuseio do aplicativo Google Arts &amp; Culture pude pela primeira vez ter acesso a visões sobre obras que até então não havia tido. A sensação de colocar em prática a Realidade Aumentada nos instiga a explorar ainda mais os recursos e ir mais a fundo no que ele pode nos agregar.<br><br></div><div>Ao explorar o Ambiente Virtual da Catedral de São Patrício em Nova York me imaginei andando pelos corredores e contando enfim quantas torres existem ao total nessa grande construção.<br><br></div><div>Utilizando o aplicativo e aplicando o zoom nas imagens literalmente me sentia prestes a entrar no ambiente, essa sensação me remeteu ao uso do Google Maps onde eu posso caminhar pelas ruas e observar as características de uma determinada localização.<br><br></div><div>Associar o uso desses aplicativos mais ao uso do RPG em sala de aula é garantir ir além dos muros e construções de um ambiente escolar e levar novos alunos a novas aprendizagens que hoje nem são mais tão novas assim.<br><br></div><div>Como foi falado na vídeo aula disponibilizada pelo curso, será que iremos a frente das novas tecnologias ou seremos carregados de reboque.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Ambientes Virtuais</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623770852</link>
         <description><![CDATA[<div>EaD, Ensino On-line, Ensino Híbrido, Educação Híbrida, Educação Aberta, MOOCs, Ensino Remoto...<br><br><strong>EAD –</strong>Educação a distância é uma modalidade, com concepção didático-pedagógica própria, envolvendo conteúdos, atividades, avaliações, funcionamento e layout projetado a tal modalidade.<br><br></div><div><strong>ENSINO ONLINE – </strong>É um processo educacional que utiliza da internet para transmissão de conhecimento, podendo ocorrer de forma assíncrona ou síncrona.<br><br></div><div><strong>ENSINO HÍBRIDO – </strong>Esse tipo de ensino possibilita a combinação entre o ensino presencial e as propostas de ensino online, gostaria de conseguir pontuar as distinções entre ensino híbrido e educação híbrida, pois para mim, muitas vezes parecem ser sinônimos e me pego os enxergando como a mesma definição.<br><br></div><div><strong>EDUCAÇÃO HÍBRIDA – </strong>Envolve a interação entre as modalidades presencial e EaD, integra as tecnologias digitais como facilitadora e potencializadora do ensino, possibilitando ao estudante gerir seu tempo, lugar e ritmo de estudos, ofertando um espaço virtual comum para que professores e estudantes interajam.<br><br></div><div><strong>EDUCAÇÃO ABERTA – </strong>É um tipo de educação que enfatiza a produção colaborativa e o conhecimento compartilhado.&nbsp; Possui como objetivo o livre acesso a oportunidades de aprendizado por meio de recursos EaD, utiliza comumente o recurso educacional de cursos online conhecido como MOOCs.<br><br></div><div><strong>MOOCs – </strong>Seriam Cursos à Distância que utilizam de ferramentas da internet para oferecer conteúdos a um grande número de pessoas. O estudante o realiza de qualquer localidade, normalmente possui conteúdo direto permitindo o autoaprendizado. A formação pode contar com mediadores, avaliações e certificados, pode ser de curta, média ou longa duração, podendo ser gratuitos ou pagos.<br><br></div><div><strong>ENSINO REMOTO – </strong>O ensino é considerado remoto quando os professores e alunos estão distantes geograficamente e para se medir a aprendizagem, é utilizado de tecnologias e meios digitais que substituem a presença física pela digital.<br><br></div><div>Atualmente esbarramos em alguns modelos educacionais no Brasil, tais como o tradicional e o EaD. Dentro desses modelos, encontramos as modalidades específicas de cada uma.&nbsp; Pensar se modalidade é sinônimo de modelos educacionais é algo complexo de ser definido, tomo como exemplo que o modelo educacional tradicional, não é sinônimo do modelo educacional a distância. Porém quando descrevo as modalidade de ensino a distancia me deparo exatamente com as características de um modelo EaD. Seria como descrever a árvore genealógica de uma família e mencionar a herança deixada pela geração.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Ambientes Virtuais</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623771103</link>
         <description><![CDATA[<div>Diário em Modalidades e Modelos de Educação/Ensino<br><br><strong>Curso: Metodologia da Pesquisa Científica&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Link:</strong> <a href="https://cursos.campusvirtual.fiocruz.br/course/view.php?id=880">https://cursos.campusvirtual.fiocruz.br/course/view.php?id=880<br></a><br></div><div>Carga horária: 40 h<br><br></div><div>Duração: 13/09/2022 à 13/10/2023<br><br></div><div>Formato: Autoinstrucional<br><br></div><div>Certificado: Conclusão do questionário final com rendimento&nbsp; igual ou superior a 70%.<br><br></div><div>O objetivo do curso é apresentar os fundamentos do método científico aplicados à pesquisa, e instrumentalizar os alunos a elaborar projetos que atendam a demandas sociais, organizacionais e profissionais. A disciplina se aplica a diferentes contextos, especialmente ao campo da saúde pública. Espera-se que os participantes aprendam sobre os princípios da metodologia da pesquisa para construção do conhecimento científico e suas aplicações em ciência e<br><br></div><div>Esse curso possui um ambiente virtual inspirado em serviços já em uso em universidades no Brasil e no mundo, a Plataforma de Videoaulas disponibiliza aulas gravadas, vídeos de cursos e eventos gravados através do Moodle. O aluno se comunica com o professor via Chat ou por e-mail. O curso é realizado de forma autoinstrucional, por ser realizado sem o acompanhamento de um tutor. Assim, o participante acessa os materiais e conteúdos disponíveis de acordo com seu ritmo de aprendizagem e sua disponibilidade de tempo. O acesso é de forma <strong>restrita aos alunos, e cada um deles </strong>tem uma senha pessoal e intransferível que vai registrar todas as suas atividades. A instituição possui plataforma educacional colaborativa voltada para aperfeiçoar o ensino e envolver ainda mais os estudantes.<br><br></div><div><a href="http://campusvirtual.fiocruz.br/">http://campusvirtual.fiocruz.br<br></a><br></div><div>E-mails:<a href="mailto:suporte.campus@fiocruz.br">suporte.campus@fiocruz.br</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Ambientes Virtuais</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623771484</link>
         <description><![CDATA[<div>Autoavaliação - O que estudei até aqui.<br><br>Ao me matricular na pós graduação de Informática Aplicada à Educação me imaginei mergulhada em como inserir o uso de recursos tecnológicos ao ambiente escolar que tanto conheço rotineiramente. Ao cursar o conteúdo me deparei desconstruindo uma visão romântica do uso das tecnologias e percebi a real necessidade em extinguir as desigualdades sociais existentes entre o âmbito educacional que possui acesso a um ensino com modelos tecnológicos que produzem conhecimento no processo formativo e entre o ambiente escolar onde nem se sabe explicar a localização de tais recursos e se até mesmo eles existem. Mergulhando nas definições entre modelos e modalidades de ensino percebo que cada vez se torna mais próximo que a concepção da Modalidade EaD se apresente como uma modalidade de Educação sem Distância pedagógica entre professor/aluno, conforme afirma Romero Tori (2017). A concepção de que o Ead se dá de forma mais simplificada está sendo desconstruída, pois caso o discente não possua organização, comprometimento e domínio quanto aos usos das tecnologias necessárias, ele não conseguirá concluir o curso. Atualmente, somente não evadem o curso aqueles que possuem real interesse em sua conclusão. O mundo não para. A sociedade evoluiu e o ensino precisa acompanhar tão evolução. Tem sido necessário colocar em prática uma nova forma de ensinar, pois a forma como se aprende mudou. Romper com o paradigma do ensino tradicional já não é mais uma mera necessidade do ensino construtivista, pois essa evolução perpassou para a cultura digital que vem possibilitando o reconhecimento das modalidades e modelos de ensino. Hoje a informação pode estar na palma das mãos e o ensino pode ocorrer de qualquer lugar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A inclusão de artefatos ciberculturais na educação</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623774205</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:13:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A inclusão de artefatos ciberculturais na educação - Vídeo - Mesa do Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino (2020) com destaque para a fala da professora Edméa Santos (de 55 minutos até 1 hora e 22 minutos)</title>
         <author>rosanamcosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A inclusão de artefatos ciberculturais na educação - Cibercultuta, Novas Tecnologias</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2623775748</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Existe um questionamento intrigante dentro de mim. Será que se não tivesse existido a pandemia, ainda assim estaríamos discutindo sobre o aprimoramento das formas didáticas e o uso das novas tecnologias no modelo educacional?<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Chegamos a um tempo em que as crises de paradigmas não podem se constituir em álibi para o imobilismo. É explícito que a presença do digital não pode ser real apenas em momentos de crises.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Não mais é tolerável que os benefícios das tecnologias digitais sejam desconsiderados.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Educar na cibercultura não é simplesmente lançar mão das tecnologias digitais para que se faça mais do mesmo, com a ajuda de tais recursos pode-se fazer uma educação diferenciada, evitando assim se repetir as mesmas formas de se fazer a mesma educação.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Através das novas tecnologias pode-se criar novos espaços de conhecimento, porém compreende-se que somente estas não bastam, precisa-se de políticas públicas que as realizem e que as tornem acessíveis a toda a população.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Torna-se necessário ensinar a docentes/discentes a ressignificação do uso das tecnologias. Não deveria se cotidiano mencionar a necessidade de capacitação ao uso das novas tecnologias para os professores, porém em nosso país existe a ausência de investimento em formação continuada, afastando assim discentes de dominarem esses recursos e se manterem irredutíveis a admitir que tal integração agrega valor cultural a todos que a utilizam. Convive-se com jovens habituados a cultura digital, estes, adaptam-se com mais facilidade do que os adultos ao uso dos computadores, porém, a noção de rede convida a todos a trabalhar a relação professor, aluno e mundo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A intenção da cibercultura é tecer junto sem perder a essência da educação, é ampliar as múltiplas formas de conhecimento, e não tem como intenção formar cidadãos em massa. Seu desejo não é repetir os atos do escolanovismo e do tecnicismo, e sim, ampliar e ensinar a pensar criticamente.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Por vezes medito em quando será que se tornará real a implementação do uso das novas tecnologias em sala de aula de uma forma concreta e abstrata. Ainda parece ser algo tão distante do mundo em que vivo. Atuo em uma sala de ensino fundamental anos iniciais no município do Rio e lá não temos oferta de computadores nem mesmo para nós professores, quanto mais aos alunos. Convivemos com inúmeras cobranças para que as práticas diárias sejam adequadas ao sistema, porém nem mesmo se é ofertado ao profissional o acesso a rede de internet e um computador. Mesmo com todo o descontentamento não pode-se parar, vejo a necessidade na especialização para quem sabe contribuir com a grande caminhada que havemos de trilhar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-14 21:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Produção de Conteúdos Educacionais</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2641198502</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns fundamentos da produção de conteúdos educacionais vem sendo alterados ao passar dos anos. Lecionar deixou de ser o ato de se escrever no quadro e os alunos copiarem. Hoje em dia até mesmo a pergunta de que se pode tirar foto do quadro já nos mostra um avanço frente ao uso dos recursos tecnológicos.<br><br>Por que não agregar esses recursos em sala de aula? O que vem acontecendo é que o quadro que evoluiu do negro para o branco, e agora está evoluindo para reprodução de vídeos, tem exigido da figura do professor que este esteja vinculado as atualizações no uso de aplicativos como os de áudio, imagens, vídeos, computação e mídias.<br><br>Aquele professor que reside em se especializar vai ser tomado por uma enxurrada de informações que o iram fazer afogar na percepção de que não acompanhou as necessidades da Educação.<br><br>Ao cursar a matéria de Produção de Conteúdos Educacionais, estudei com maior propriedade aos tipos de materiais que podemos ofertar aos alunos.<br><br>Oferecer como recurso um podcast, um e-book ou até mesmo um vídeo em que nós professores estamos explicando o conteúdo estudado é uma forma atrativa e um chamativo para que aquele aluno se aproxime e se interesse da matéria.<br><br>Aliás, meu grupo decidiu desenvolver um E-Book sobre a implementação do ensino de robótica nos anos finais. Você teria alguma indicação a nos dar sobre materiais a serem consultados?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-09 20:32:22 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologia de Pesquisa em Educação</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2641200230</link>
         <description><![CDATA[<div>Como proposta de pesquisa gostaria de estar abordando as contribuições das tecnologias no desenvolvimento do ensino na educação básica. Os discentes vivem mergulhados em telas e não são instruídos sobre os benefícios que podem estar retirando delas em seu uso diário. A utilização de recursos digitais pode e deve ir além de uma mera interação nas mídias sociais. O digital oferece o além, e por vezes oferta o que era impossível de ser alcançado para algumas classes sociais. Contar com o pensamento computacional na educação básica é um fato privilegiado de instituições que contam com investimentos e recursos educacionais. A educação deveria atingir um nível de equidade e garantir assim uma igualdade de oportunidade a todos. Ensinar a pensar computacionalmente, é abrir os olhos, desenvolver habilidade e ampliar a visão do mundo em que se faz parte. Pretendo desenvolver minha tese no dia a dia com meus discentes e romper as improbabilidades de se fazer mais com o pouco. Gostaria de estar realizando uma pesquisa qualitativa sobre os resultados da vivência dos discentes frente a oferta da matéria de pensamento computacional nos anos iniciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-09 20:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Digitais na Educação</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2660980984</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª Semana</strong> <br><br>O que são Recursos Educacionais Digitais (RED)<br><br>• Qualquer recurso capaz de ser utilizado como catalizador do processo de aprendizagem (SARTORI;ROESLER,2005)<br><br>• Todo recurso que, além do professor, pode ser utilizado no contexto de ensino-aprendizagem a fim de auxiliar a mediação pedagógica necessária ao processo de desenvolvimento de conhecimento (SILVA;SPANHOL,2013) <br><br>• Recursos que utilizam uma mídia com o suporte para a comunicação e têm o objetivo final de promover&nbsp; a aprendizagem em acordo com a configuração pedagógica da instituição que representam (BRITO;BELÃO,2012;FERNANDEZ, 2009)<br><br>Um RED praticamente pode estar disponível em qualquer formato de arquivo digital: textos, imagens, páginas web, infográficos, áudios, vídeos, entrevistas, podcasts, aplicativos interativos, simulações, jogos, animações, entre outras multimídias.<br><br>Um repositório é um site que contém recursos digitais para a aprendizagem formal ou não formal, reunindo mídias como textos, imagens estáticas (mapas, gráficos, desenhos e fotografias) ou animadas (vídeos e filmes), arquivos de som e objetos de aprendizagem. Um repositório não é simplesmente um depósito de REDs.<br><br>o referatório é um agregador de fontes de informação, reproduzindo, no ciberespaço, o trabalho importante feito antigamente pelo bibliotecário de referência: indicar ao aprendiz os locais mais prováveis onde encontrar a informação desejada.<br><br><strong>2ª Semana<br><br></strong>Nessa semana fomos orientados a nos organizarmos como dupla para que pudéssemos estar produzindo um RED-Jogo.<br><br><strong>3ª Semana</strong><br><br>Nessa semana começamos a trazer a interação entre o jogo e o conteúdo educacional que será proposto. O jogo na educação não é somente o jogo pelo jogo, é necessário ter um resultado pedagógico que retire do discente o mais que ele pode ofertar e que por vezes esconde dele mesmo. <br><br>Para se criar um jogo eletrônico é necessário:<br>01. Criar um enredo;<br>02. Definir o público alvo, personagens;<br>03. A escrita da história.<br><br>Compreendi que os gráficos e o design também são importantes. Esse respeito muito me interessa, pois sou uma usuária apaixonada do Corel Draw, Fireworks entre outros.<br><br><strong>4ª Semana</strong><br><br>Nessa semana estudei sobre o Storytelling. Conheci a jornada do Herói de Joseph Campbell e as 12 etapas para a condução do sucesso na construção de uma história. <br><br>01. Mundo comum;<br>02. Chamado à aventura;<br>03. Recusa ao chamado;<br>04. Encontro com o mentor (ou ajuda sobrenatural);<br>05. Travessia do 1º limiar;<br>06. O ventre da baleia (testes, aliados e inimigos);<br>07. Aproximação da caverna oculta;<br>08. Provação suprema;<br>09. Recompensa;<br>10. Caminho de volta;<br>11. Ressureição;<br>12. Retorno com o elixir.<br><br><strong>5ª Semana</strong><br><br>Essa foi uma semana de interação com os colegas de curso. Cada dupla deveria avaliar e contribuir com uma crítica construtiva do jogo avaliado.<br><br>Eu e minha dupla Vitória de Souza elaboramos um Game Show de TV – Exercício sobre o uso dos porquês.<br> um questionário de múltipla escolha com tempo, ajuda e rodada bônus.<br>&nbsp;<br>Nesse jogo o aluno é desafiado a responder 8 questões sobre o emprego adequado do uso dos porquês, seguindo algumas regras do jogo.<br><br></div><div>1-&nbsp; &nbsp; Cronômetro;</div><div>2-&nbsp; &nbsp; O jogador perde a chance de continuar o jogo caso erre 3 questões, em cada erro ele perde 1 vida;</div><div>3-&nbsp; &nbsp; Caso o jogador chegue na pergunta 4, ele recebe como bônus uma rodada onde pode ganhar pontos, tempo, vida ou até mesmo perder uma vida;</div><div>4-&nbsp; &nbsp; Ao final do jogo, o aluno pode incluir seu nome e sua pontuação no ranking do jogo.<br><br>A respeito do <strong><em>Storytelling</em></strong> do jogo, este nos remete a alguns passos da jornada do Herói segundo Joseph Campbell (1904-1987). Conseguimos identificar os passos:<br><br>&nbsp; -O chamado à aventura, quando o aluno é desafiado a driblar os conflitos escolhendo dentre as 4 opções, apenas 1 opção correta.<br><br>-Recusa do chamado, quando o aluno que não demonstrar interesse em prosseguir com o aprendizado, não se esforça em acertar e assim manter a oportunidade de se chegar ao final das 8 questões com apenas as 3 vidas que possuem no jogo.<br><br>-Provas, aliados e inimigos, quando o jogador chega na questão 4 ele recebe como bônus a oportunidade de ganhar pontos, tempo extra, vida ou até mesmo perder alguns pontos.<br><br>-A provação, caso o aluno erre 3 perguntas, dentre as 8 ele será eliminado do jogo.<br><br>-A recompensa, Caso o aluno relacione bem as questões e consiga fazer uma pontuação alta ele poderá ser mencionado no ranking dos melhores jogadores.<br><br>-O caminho de volta, o aluno finaliza a aprendizado com a sensação de que está conseguindo assimilar o conteúdo e com isso fica instigado a realizar novas atividades com níveis de dificuldades maiores.<br><br><strong>6ª Semana</strong><br><br>Nessa semana aprimoramos nosso jogo com a dica da dupla que avaliou e finalmente finalizamos para a publicação com os ajustes finais.<br><br>Espero que gostem!!!&nbsp; Vamos lá...<br> <br><a href="https://wordwall.net/pt/resource/60132328/exerc%c3%adcios-sobre-o-uso-dos-porqu%c3%aas">https://wordwall.net/pt/resource/60132328/exerc%c3%adcios-sobre-o-uso-dos-porqu%c3%aas<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-13 20:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagens e Tendências em Computação e Ensino</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2719250618</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª Semana<br><br></strong>Atuar em sala de aula de uma forma variada da tradicional não tem sido uma missão fácil. A bengala do uso dos recursos pedagógicos é confortável de ser usada, porém com a persistência de bons professores, começa-se a observar a aplicação de metodologias interessantes que aproximam o aluno ao conteúdo estudado.<br><br><strong>2ª Semana<br><br></strong>Nessa semana pude me aprofundar na educação STEAM. O princípio dessa educação é trabalhar interdisciplinarmente entre as disciplinas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, envolvendo discentes e alunos, transformando-os em educandos ativos durante o processo educacional. Propor aos estudantes a resolução de problemas através de questões reais, os aproxima do interesse ao conteúdo e como Paulo Freire afirma, melhor estudar as vivências a partir de sua realidade e da interação com o meio contribuindo assim para uma melhor fixação dos temas.<br><br><strong>3ª Semana</strong><br><br>A educação é mutável e não pode se aprisionar apenas ao uso do caderno e livro didático. Utilizar a robótica e a cultura maker é trazer os benefícios de se pensar computacionalmente.&nbsp; Essa é uma temática que me traz um interesse especial, pois enxergo a possibilidade de se transformar as realidades dos estudantes através de soluções viáveis e reais. Como profissional da educação no Município do RJ, percebo o grande interesse da rede em se ampliar a oferta as escolas GETs a fim de retirar os alunos do analfabetismo tecnológico.<br><br><a href="https://blog.sistemaetapa.com.br/a-cultura-maker-e-a-robotica-nas-escolas/">https://blog.sistemaetapa.com.br/a-cultura-maker-e-a-robotica-nas-escolas/</a><br><br><strong>4ª Semana</strong><br><br>Trazer a realidade o uso dos jogos dentro da educação é romper o paradigma que o jogo somente distrai e que não é possível desfrutar dos benefícios que esse recurso oferece. É triste pensar que ainda se pense assim e que haja uma resistência ao uso dos jogos. <br><br><strong>5ª Semana</strong><br><br>Adotar a postura de se trabalhar com projetos não é algo fácil para docentes que desejam continuar atuando da mesma forma que décadas atrás. Através de aperfeiçoamentos e de disponibilidade em se sair do mesmo é possível trazer uma educação interessante para as novas salas de aulas que vão além das 4 paredes do ambiente escolar.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 12:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ética e Direito Digital</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2725263229</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1ª Semana<br><br>O que é Direito Digital?<br><br></strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=r9vSfwRT5v0"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=r9vSfwRT5v0</strong></a><strong><br><br></strong>O Direito Digital abrange todas as áreas do Direito, de maneira transversal, e congrega novos elementos para dirimir os conflitos surgidos com a tecnologia, especialmente a Internet, e regular as relações da denominada “sociedade da informação” </p><p><br/></p><p>Internamente, tipificam-se crimes digitais e proclama-se o Marco Civil da Internet, fundado nos princípios da liberdade, privacidade e neutralidade da rede. Este último instrumento é de fundamental importância para a investigação e obtenção de prova destinada à persecução criminal. </p><p><strong><em>JOSÉ EDUARDO DE SOUZA PIMENTEL <br><br></em>2ª Semana<br><br><em>O mundo digital e o direito - A normatização e regulamentação dos ambientes virtuais.</em></strong></p><p><br/></p><p>Para que se haja um bom uso dos recursos tecnológicos e dos benefícios de que a internet pode nos&nbsp; proporcionar foi necessário que fossem estabelecidos regras para normatizar e regulamentar o uso dos ambientes virtuais. Cito como exemplo a Lei Carolina Dieckmann que promoveu alterações no Código Penal Brasileiro, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos. Esse é um campo novo em nosso país e muitas vezes desrespeitado, pois a sensação de impunidade garante ao delinquente a segurança de que nada irá acontecer a ele. Eu como usuária, posso compartilhar que não me sinto segura a acessar meus dados em alguns tipos de wi-fi que não reconheço a idoneidade. Por ter passado por invasão de dados e até hoje ter problema com o retorno do uso de uma conta bancária e de um cartão de crédito que foi usado por um invasor, alterei o acesso aos meus dados bancários optando por verificação em&nbsp; 2 etapas e não mais deixando senhas e informações pessoais salvas nos aplicativos.</p><p><br/></p><p><strong>3ª Semana<br><em><br></em></strong><em>O que é Marco Civil da internet?<br><br></em>O Marco Civil no Brasil tem como objetivo <strong>regular os direitos, garantias e deveres no uso da internet</strong>. Essa lei estabelece princípios que visam tornar a internet no Brasil mais segura e democrática.</p><p><br/></p><p>Quais seus princípios?</p><p>- Garantia da liberdade de expressão, comunicação e manifestação de pensamento</p><p>- Proteção da privacidade</p><p>- Proteção dos dados pessoais</p><p>- Preservação e garantia da neutralidade de rede</p><p>- Preservação da estabilidade, segurança e funcionalidade da rede</p><p>- Responsabilização dos agentes de acordo com suas atividades</p><p>- Preservação da natureza participativa da rede</p><p>-Liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet.</p><p><br/></p><p>Assim, podemos concluir que o Marco Civil da Internet surge da necessidade das relações envolvendo direitos já protegidos pelo ordenamento jurídico, que mereciam atenção e efetividade também na internet.</p><p><br/></p><p>Pois, esse é um ambiente em que as lesões aos direitos tendem a se multiplicar ainda mais gravemente que no contexto fora da internet. Com isso, partindo do pressuposto que a internet não é terra sem lei e sem sanções, tornando esse um lugar mais seguro e democrático.</p><p><br/></p><p><strong>Resenha Crítica - Direito Digital</strong></p><p><br/></p><p>O Direito Digital enfrenta conflitos surgidos com as tecnologias, especialmente a internet.</p><p>Por ter se tornado crescente o número de crimes no ambiente virtual, nossa legislação se tornou antiquada e regulamentar essas relações da denominada ‘’sociedade da informação’’ não tem sido tarefa fácil.</p><p>A normatização de crimes virtuais se tornou necessária visto que as políticas de privacidade e ausência de legislações, amparadas pela tecnologia, permitiam que empresas realizassem coletas indiscriminadas de informações de usuários, já que pouco se existia de proteção e sigilo.</p><p>Com o passar dos anos caminhamos a passos lentos por projetos de leis tais como: <em>Lei nº 12.735/12: “Lei Azeredo”</em> que trata de crimes informáticos, e estabelece que certas condutas surgidas com a tecnologia são consideradas crimes. <em>Lei nº 12.737/12: “Lei Carolina Dieckmann’’</em> que dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos, Lei<em> nº 12.965/14 – “Marco Civil da Internet”</em> que fixa as diretrizes básicas do uso da internet e determina que esse ambiente é regulamentado pelas regras de Direito Civil, do consumidor, comercial, entre outros. <em>Projeto de Lei nº 236/12</em> que aborda que não há pena sem culpabilidade.</p><p>Saber utilizar da internet é saber atribuir o direito de autoria a quem lhe é de direito. Atualmente nem tudo que está na rede tem sido peixe, Às vezes esse peixe pode ter um dono, e a esse respeito precisamos consultar a <strong>&nbsp;</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">Lei Geral de Proteção de Dados</a><strong>.</strong></p><p>Em nosso país, enfrentamos alguns desafios dos direitos digitais que dificultam a confiabilidade e segurança de nossas informações.</p><p>Para outras nações, não é integralmente seguro acreditar e confiar em nossa estrutura de proteção de dados. Existe uma insegurança política em nosso meio, e o cenário atual é cercado de dúvidas a respeito de uma sociedade tecnológica cada vez mais ampla, que muda velozmente e não possui abrangência na regulamentação de suas normas de proteção.</p><p>Infelizmente ainda se é atribuído que crimes virtuais não possuem punições reais e severas. Por isso, ainda podemos ver em noticiários plataformas ignorando as normas e sabendo que dentro de algum tempo irão voltar a atuar de forma plena. Ainda se existe um longo caminho no âmbito de segurança tecnológica a ser percorrido.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Introdução ao Direito Digital. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://es.mpsp.mp.br/revista_esmp/index.php/RJESMPSP/article/view/352">https://es.mpsp.mp.br/revista_esmp/index.php/RJESMPSP/article/view/352</a>. Acesso em 14/10/23.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Lei 236/12- &nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=3515262&amp;ts=1694633443077&amp;disposition=inline&amp;_gl=1*gxiwdi*_ga*MTQ3MjExMzY1My4xNjk3MzIyODY0*_ga_CW3ZH25XMK*MTY5NzMyMjg2My4xLjEuMTY5NzMyMjg3Ni4wLjAuMA">https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=3515262&amp;ts=1694633443077&amp;disposition=inline&amp;_gl=1*gxiwdi*_ga*MTQ3MjExMzY1My4xNjk3MzIyODY0*_ga_CW3ZH25XMK*MTY5NzMyMjg2My4xLjEuMTY5NzMyMjg3Ni4wLjAuMA</a>.... Acesso em 14/10/23.<strong><sub><br></sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 20:35:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão Digital, Acessibilidade na Web e Tecnologias Assistivas</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2725437700</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1ª Semama<br><br>Que tipo de mudanças nas cidades você julga serem mais necessárias para que o deslocamento de pessoas com deficiência visual seja acessível, confortável e seguro?<br></strong></p><p>Acompanhando o estudo de um neurologista que realiza o tratamento de um aluno incluído li que o número de discentes com algum tipo de transtorno iria aumentar de forma expressiva com o decorrer dos anos. Isso já tem uns anos, e hoje em dia vejo na prática essa realidade. São tantas as necessidades que não sabemos ao certo como lidar com elas, pois por vezes nem alguns profissionais da medicina que estudaram para diagnosticar conseguem precisar o diagnóstico correto. Devido a isso me permito a não saber sempre o que terei de fazer, me permito errar querendo acertar. Muitos de nós não possuímos aperfeiçoamento para aprender a lidar com as questões de transtornos globais, ao invés disso, recebemos como cobrança o que você professor (a) fez para que aquele aluno aprendesse? E quando você pede o laudo ao responsável e ele diz que demora muito para conseguir através do SUS. Esse é o sistema a qual estamos inseridos e nós enquanto educadores temos de nos adaptar.</p><p><br/></p><p><strong>2ª Semana</strong></p><p><br/></p><p><strong>Você conhece o Instituto Nacional de Surdos (INES)?</strong></p><p><br/></p><p>Ouvir sobre o Instituto Nacional de Educação de Surdos é como sentar em uma roda de conversa com minha amiga de graduação Luciana Rangel e me questionar no que posso cooperar para que ela possa finalizar o mestrado. Então se preciso falar sobre o INES, chegou o momento de pedir que ela me explique o que é a realidade do instituto para a sociedade. A esse respeito fui elucidada de histórias e de pontos pequenos que talvez o Google não retorne como resultado logo nas primeiras referências de busca.</p><p>De acordo com Rocha (2009), as experiências norte americanas e francesas consolidaram o uso educacionais das línguas de sinais no período e reafirmaram direitos políticos fundamentais. O destaque vale também para Alexander Melville Bell que 1846 já trabalhava com alunos surdos na condição de professor e inventou um código de signos denominado Fala Visível que sistematizou por meio de desenhos dos lábios, língua, garganta, dentes e palatos a adequada representação dos movimentos para que o surdo pudesse reproduzi-los, logo oralizar com ouvintes de modo adequado. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A influência do trabalho de Alexander nessa área se estendeu a seu filho Alexander Graham Bell que foi o inventor do telefone. Essa correlação entre tecnologia e o trabalho com surdos demonstra o caráter proeminente e necessário que busca por meios mais avançados da ciência para que o trabalho com surdos se estabeleçam. Neste aspecto, particular, esse estudo tende a fazer uma correlação entre as tecnologias acessíveis e a escolarização de surdos. É também em meados do século XIX a convite do imperador Dom Pedro II, o professor&nbsp; Ernest Huet&nbsp; com larga experiência em cursos de formação em Paris, vem para o Brasil com objetivo de fundar a primeira escola de surdos na cidade do Rio de Janeiro que ficou conhecido como&nbsp; Imperial Instituto de Surdos Mudos, atualmente Instituto. Nacional de Educação de Surdos/INES.</p><p>O INES foi um instituto fundado por D Pedro II e foi a 1ª Instituição no Brasil a ofertar o atendimento à alunos surdos, tornando-se referência assim como o instituto Benjamim Constant.</p><p>Inicialmente o INES recebeu o nome de Instituto Imperial de Meninos Surdos por ser pensado exclusivamente para meninos de classe média alta. A surdez era vinculada a doença, por isso, era comum, a presença de médicos no atendimento aos alunos dentro da instituição. Só recebia tratamento as crianças que faziam parte de famílias com excelente condição econômica. Depois de um tempo foi se democratizando e ampliou para estudantes meninas e crianças das classes mais populares.</p><p>Ainda hoje, o instituto possui uma procura como referência por ser uma grande agência formadora na área, estudantes de outros estados o procuram para se especializarem.</p><p>É um instituto bilingue e atende na grande maioria, cerca de 90%, alunos surdos da educação básica. Sua oferta de ensino se estendeu para ensino superior e atualmente atende alunos ouvintes.</p><p>Com o decorrer do tempo, a instituição começou a ofertar educação superior com cursos de Graduação e pós graduação lato-sensu e stricto-sensu com 50% das vagas destinadas a alunos surdos e 50% a alunos ouvintes.</p><p>O instituto ainda é uma grande agência formadora na área, pois muitas pesquisas na área da surdez e a educação da pessoa surda saem do instituto nacional através de professores que lutam e lutaram em prol dos direitos e das conquistas da língua e das legislações vigentes no país.</p><p>Anexarei abaixo alguns materiais que ajudei as mestrandas a elaborar. Ressaltando que ajudo somente na confecção de banner, panfletos e criação de recursos pedagógicos para que a pesquisa delas seja enriquecida. Todo tipo de pesquisa científica é elaborado pelas mesmas.</p><p>Confesso que por vezes penso em voltar minhas habilidades para essa área de atuação, visto que essa amiga de graduação sempre tenta me convencer de que os professores do Inês aceitam com alegria profissionais da área de informática capazes de agregar a realidade da acessibilidade aos estudos dos alunos. Quem sabe o tema do projeto que iniciei elaboração sobre Cultura Maker não altera o público alvo do ensino fundamental I para os alunos incluídos.</p><p><br/></p><p><strong>Referência Bibliográfica</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>ROCHA, Solange Maria da.&nbsp;<em>Antíteses, díades, dicotomias no jogo entre memória e apagamento presentes nas narrativas da história da educação de surdos</em>: um olhar para o Instituto Nacional de Educação de Surdos (1856/1961). Tese (Doutorado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.</p><p><br/></p><p><strong>3ª Semana - Tecnologias para Inclusão</strong></p><p><br/></p><p><br>Vivemos em um mundo onde cada vez mais temos ao nosso redor pessoas com algum tipo de transtorno ou limitação seja física ou cognitiva. Se adaptar as mudanças é algo necessário e urgente, pois negligenciá-las é excluí-los da convivência. Senti necessidade em aprender a me comunicar através de libras qd me deparei com um rapaz surdo que simplesmente gostaria de explicar a atendente quais páginas gostaria de tirar xerox. Hj ao observar alguns aplicativos conheci o Hand Talk e percebi que naquele dia se eu dominasse o uso desse recurso conseguiria ter contribuído com uma necessidade básica daquele rapaz.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 00:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem de Pessoas com Deficiência (PCDs)</title>
         <author>rosanamcosta</author>
         <link>https://padlet.com/posifrj/g28qjcvrq0srnll9/wish/2769556015</link>
         <description><![CDATA[<p>Após assistir os vídeos dos professores Maria Luiza/IBC e Luiz Gustavo/INÊS, pude verdadeiramente conhecer os detalhes de tantas barreiras que foram necessárias serem ultrapassadas. Seria demagogia dizer que conhecia a fundo tais necessidades. Ouvindo as aulas pude perceber o quanto nada sei em relação ao mundo a ser vencido por essas pessoas com algum tipo de deficiência.</p><p><br/></p><p>Não é fácil para eles conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Esses estudantes que possuem deficiência muitas vezes têm menores índices de escolaridade e consequentemente as taxas de desemprego são maiores entre eles. Torna-se imprescindível a utilização das tecnologias assistivas e das TIC´s por facilitarem o acesso à educação e diminuírem o abismo entre a oferta da educação.</p><p><br/></p><p>Ao estudar o artigo 205 da Constituição de 1988, me deparo com o direito que todos tem a educação. Mas será que o acesso à educação está sendo oferecido de forma cotidiana aos estudantes, somente estes saberiam responder a esse questionamento, mas convivendo com a prática da educação no Município do RJ, percebo que essa verdade está distante da mínima necessária. Falar em equidade para os portadores de deficiência seria utopia. Ter algum tipo de deficiência física ou mental é ter de superar discriminação e exclusão. É necessário se oferecer oportunidades reais, o preconceito é comum para quem possui deficiência e vencê-lo é um ato de bravura. Ter deficiência é passar pelo processo de superação, adaptação e transpor as limitações que surgiram em suas vidas.</p><p><br/></p><p>Por vezes sim é mais fácil desistir, existem estudantes que não tendo nenhum tipo de deficiência desistem do acesso à educação, imagina para esses estudantes que precisam superar barreiras além da discriminação, acesso reduzido aos locais, entre outros.</p><p><br/></p><p>Oferecer um ensino atraente aos que possuem algum tipo de limitação é algo que demanda interesse em romper do mesmo e sair do paradigma do tradicional. Atuar na área do habitual é atuar na zona de conforto, e essa é uma zona que não é confortável para esses estudantes. É necessário fazer o uso das novas tecnologias a fim de chamar atenção do aluno e tornar a aprendizagem dele mais significativa. A tecnologia está se expandindo e o objetivo dela é facilitar a vida estudantil de todos os estudantes, a contribuição das tecnologias digitais em sala de aula são capazes de garantir acessibilidade, mesmo que esse direito ainda esteja em vagarosa fase de implementação, e ainda não esteja sendo esgotado ao máximo sua função, porém é incomparável a forma como está contribuindo, facilitando a criação de material didático e assim facilitando a vida estudantil.</p><p><br/></p><p>Ao ouvir os relatos do professor Luiz Gustavo do INÊS me recordei da tese de mestrado que minha amiga de classe da faculdade de Pedagogia está cursando. Pude enxergar o amor e empenho desses profissionais que tentam de grosso modo driblar as dificuldades e de uma forma simples tornar menos tenso pequenas dificuldades que se tornam grandes e tiram esses estudantes do âmbito estudantil.</p><p><br/></p><p>A esse respeito, minha amiga Luciana Rangel está desenvolvendo uma pesquisa vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Educação Bilíngue do Instituto Nacional de Educação de Surdos que tem como objetivo geral construir um aplicativo bilíngue, para que gestores das unidades escolares do município de Nova Iguaçu/RJ tenham acesso às legislações e normativas de inclusão, aos processos didático-pedagógicos e administrativos, bem como à rede de profissionais bilíngues no município. Para isso, será necessário buscar reunir os documentos legais que amparam à educação da pessoa surda, atualmente dispersos em sites governamentais, para a formação de um arquivo digital (DIAS, 2018), segundo os pressupostos da Análise do Discurso materialista (PÊCHEUX, ORLANDI).</p><p><br/></p><p>Ao desenvolver materiais gráficos para contribuir com a divulgação da pesquisa perguntei a estudante de onde nasceu a ideia na construção do aplicativo. Esta me informou que a pesquisa foi motivada pelos seguintes questionamentos: Como a baixa circulação dos documentos legais que se encontram distribuídos em arquivos públicos em sites diversos, a priori, resultam em ruídos na comunicação e práticas pedagógicas e administrativas equivocadas que prejudicam a garantia de direitos do sujeito surdo? Como esses desencontros de informações afetam as práticas de gestores no ato de mediar à vida escolar do estudante surdo? O desenvolvimento desse aplicativo pode minimizar a distância entre as políticas educacionais e linguísticas além de nortear práticas de inclusão dentro do município e ser uma referência para consultas públicas relacionadas a educação da pessoa surda em Nova Iguaçu/RJ.</p><p><br/></p><p>O aplicativo Consurdo busca uma experiência democrática através do compartilhamento de dados. Almeja-se que esse aplicativo amplie a circulação de informações didático-pedagógicas e administrativas para que gestores e demais profissionais da educação do município de Nova Iguaçu/RJ possam apoiar estudantes surdos, familiares e a comunidade escolar como um todo dentro de uma perspectiva&nbsp;bilíngüe.</p><p><br/></p><p>A educação é uma área ampla em que todos devem ser acolhidos, cada um com suas necessidades especiais, seja elas quais forem, e ao estudar a criação deste aplicativo percebi o quanto somos capazes de contribuir e amenizar o grande abismo que existe em estudantes quer tenham deficiência ou não tenham. Essa é a essência da educação, e sempre será. </p><p><br/></p><p><strong>Referência Bibliográfica</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Constituição de 1988. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm</a>. Acesso em 28/10/2023.</p><p>&nbsp;</p><p>DIAS, Cristiane. A. Análise do Discurso Digital: um campo de questões. REDISCO–Revista Eletrônica de Estudos do Discurso e do Corpo, v. 10, n. 2, 2016.</p><p>&nbsp;</p><p>PÊCHEUX, Michel. Ler o Arquivo Hoje. Gestos de leitura: da história no discurso, v. 2, p. 55-66, 1994.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-30 21:20:23 UTC</pubDate>
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