<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A arte da Idade Média em Portugal: a Rota do Românico by </title>
      <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-15 15:55:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-16 21:43:14 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Mosteiro de São Martinho de Mancelos, Mancelos</title>
         <author>josecosta37</author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3452773124</link>
         <description><![CDATA[<p>Tendo sido integrada na ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, é provável que a data, 1166, inscrita num silhar [pedra] da Igreja, testemunhe a sagração ou a dedicação do templo. Todavia, os vestígios arquitetónicos subsistentes remetem-nos para o século XIII, sendo esta cronologia mais evidente no portal principal.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790020656/8460e5b00165bea600e1371c54c350cc/Mancelos.jpg" />
         <pubDate>2025-05-15 15:58:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3452773124</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cabeça Santa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454068339</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Localização&nbsp;&nbsp;</strong><br>Freguesia: Cabeça Santa<br>Largo Padre Carlos Pereira Soares, Cabeça Santa.<strong>Época</strong><br>Medieval</p><p><strong>Bibliografia Relacionada</strong><br>D.G.E.M.N., “Igreja de S. Gens de Boelhe” – Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacional,&nbsp; n.º 64, Lisboa, 1951; ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de, “O Românico”, História da Arte em Portugal, vol. 3, Ed. Alfa, Lisboa, 1986; IPPAR, “Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado – vol. II”, Lisboa, 1993; AMARAL, Paulo e TEIXEIRA, Ricardo – “Elementos para a Carta Arqueológica de Penafiel” – Homenagem a Carlos Alberto Ferreira de Almeida, Atas I, Cadernos do Museu, n.º 2, Museu Municipal de Penafiel, 1998; SANTOS, Maria José Ferreira dos, “A Terra de Penafiel na Idade Média – estratégias de ocupação do território (875-1308)” – Cadernos do Museu, n.º 10. Museu Municipal de Penafiel, 2004.Cabeça Santa é uma povoação <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=5e01f8444a5f2bec760c3e09f863a09c2b5e4170b37f630322ebbf41c5723c1aJmltdHM9MTc0NzM1MzYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3bc8ea99-89a0-6bfa-3757-fee788c76a40&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVBvcnR1Z2FsJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">portuguesa</a> sede da Freguesia de Cabeça Santa do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=201102b443ceb8e75fbfbf664900f954d8292b4926a37465d4b903e4db4370eeJmltdHM9MTc0NzM1MzYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3bc8ea99-89a0-6bfa-3757-fee788c76a40&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPU11bmljw61waW8lMjNQb3J0dWdhbCUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">Município</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=7e990c4d962cfccf993cb239127befc744201054342c82e694872f67116f0d0eJmltdHM9MTc0NzM1MzYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3bc8ea99-89a0-6bfa-3757-fee788c76a40&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVBlbmFmaWVsJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">Penafiel</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=faaa5202138893920f305026242ee46966f4b6d09b8900e70db7f498a4308a87JmltdHM9MTc0NzM1MzYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3bc8ea99-89a0-6bfa-3757-fee788c76a40&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUZyZWd1ZXNpYSUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">freguesia</a> com 5,10 km² de área e 2354 habitantes (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=e7e86677f69d1d16d479f1c28157e3534a7303dbef3386edcd09f5960cc874fdJmltdHM9MTc0NzM1MzYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3bc8ea99-89a0-6bfa-3757-fee788c76a40&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVhWSSUyMFJlY2Vuc2VhbWVudG8lMjBHZXJhbCUyMGRhJTIwUG9wdWxhw6fDo28lMjBkZSUyMFBvcnR1Z2FsJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">censo de 2021</a>) , tendo, assim, uma densidade populacional de 461,6 hab./km²</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3848663098/fe4f690fd79e6105a127b0f79e39ce97/Igreja_do_Salvador_de_Cabe_a_Santa___Rota_do_Rom_nico.html" />
         <pubDate>2025-05-16 10:17:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454068339</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mosteiro de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, Avenida Padre António Cunha Machado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454081415</link>
         <description><![CDATA[<p>Situada na encosta da margem esquerda do Tâmega, Vila Boa do Bispo destaca-se pela sua monumentalidade, resultado da importância medieval e moderna e do apoio da linhagem dos Gascos. Apesar de alterações no período moderno, vestígios românicos revelam sua rica história. A fachada principal exibe arcadas cegas originais, típicas do românico bracarense, datando entre os séculos XII e XIII. A primitiva capela-mor pode ter sido quadrangular e abobadada. Túmulos existentes refletem sepultamentos dos séculos XIII e XIV, enquanto o interior barroco abriga pinturas murais do século XVI, ligadas aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Filipe Mesquita nº7 7ºE, Salvador Cardoso Nº15 7ºE</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3848655836/897df50dfaee71e310cd724f893b25b8/37_0_width_1920.jpg" />
         <pubDate>2025-05-16 10:31:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454081415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087140</link>
         <description><![CDATA[<p>Localização: Pombeiro, Felgueiras, Portugal</p><p>Época: Fundado no século XI, na Idade Média </p><p><br/></p><p>O Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro foi fundado por nobres locais e integrava a ordem beneditina. Ele teve grande importância religiosa e política na região do Vale do Sousa, especialmente entre os séculos XI e XIII. Com o tempo, sofreu várias alterações arquitetónicas, mas ainda conserva muitos traços do estilo românico original.</p><p>Ele possui:</p><p>-Arcos de volta perfeita na entrada e nave principal</p><p>-Paredes grossas, típicas da arquitetura românica</p><p>-Contrafortes que reforçam a estrutura do edifício</p><p>-Capitéis decorados e um portal românico com várias arquivoltas.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Maria Ribeiro nº11 e Vitalina Matveenko nº20</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-16 10:38:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087140</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Igreja de São Vicente de Sousa, Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087295</link>
         <description><![CDATA[<p> Igreja de São Vicente de Sousa</p><p><br/></p><p>A Igreja de São Vicente de Sousa localiza-se na freguesia de Sousa, no concelho de Felgueiras, e foi construída durante a Idade Média, no século XII, inserindo-se no período de expansão do estilo românico em Portugal.</p><p><br/></p><p>Esta igreja teve, desde a sua origem, uma função religiosa, servindo como igreja paroquial. A sua construção está associada à reorganização do território após a Reconquista Cristã, tendo sido provavelmente mandada erguer por membros da nobreza local, ligados à fundação do reino de Portugal.</p><p><br/></p><p>Do ponto de vista arquitectónico, a igreja apresenta características típicas do românico rural português, como:</p><p><br/></p><ul><li><p>Porta principal em arco de volta perfeita (arco redondo);</p></li><li><p>Paredes espessas em pedra;</p></li><li><p>Aberturas pequenas e estreitas, que deixam entrar pouca luz;</p></li><li><p>Capitéis esculpidos com formas geométricas e vegetais;</p></li><li><p>Uma estrutura simples, robusta e simétrica, própria das igrejas desta época.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>A Igreja de São Vicente de Sousa é, por isso, um importante exemplo da arquitectura românica e um testemunho da história medieval da região.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Suri N 17 e Sofia N16</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/88/Igreja_de_S%C3%A3o_Vicente_de_Sousa.jpg" />
         <pubDate>2025-05-16 10:38:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087295</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087988</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Localização: Pombeiro, Felgueiras, Portugal</p><p>Época: Fundado no século XI, na Idade Média </p><p><br/></p><p>O Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro foi fundado por nobres locais e integrava a ordem beneditina. Ele teve grande importância religiosa e política na região do Vale do Sousa, especialmente entre os séculos XI e XIII. Com o tempo, sofreu várias alterações arquitetónicas, mas ainda conserva muitos traços do estilo românico original.</p><p>Ele possui:</p><p>-Arcos de volta perfeita na entrada e nave principal</p><p>-Paredes grossas, típicas da arquitetura românica</p><p>-Contrafortes que reforçam a estrutura do edifício</p><p>-Capitéis decorados e um portal românico com várias arquivoltas.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Maria Ribeiro nº11 e Vitalina Matveenko nº20</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3848718185/55d4c7793e7b5724d42a94ff6a19f925/image.png" />
         <pubDate>2025-05-16 10:39:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454087988</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mosteiro de Vila Boa do Bispo, Vila Boa do Bispo, Marco de Canaveses</title>
         <author>madalenapinheiro1987</author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454518062</link>
         <description><![CDATA[<p>Na fachada principal destacam-se as duas arcadas cegas que ladeiam o portal, muito originais, que ostentam uma composição característica do românico do eixo Braga-Rates. Estes elementos e outros dispersos pela estrutura colocam a construção românica de Vila Boa do Bispo entre os séculos XII e XIII. É provável que, dada a existência de contrafortes, a primitiva capela-mor fosse quadrangular e abobadada. Outro elemento que recorda a edificação medieval e a ligação à nobreza da região são os túmulos subsistentes e que apontam para sepultamentos ao longo dos séculos XIII e XIV. O interior é marcado pelo espírito barroco, que através de várias técnicas e materiais criou um espaço particularmente monumental e luminoso. Sob os caixotões do teto da capela-mor foi identificado um conjunto de pinturas murais do século XVI, evidenciando a cultura dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Referido na documentação dos séculos XI e XII como Mosteiro de Santa Maria de Vila Boa, este cenóbio estava já ligado aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em meados do século XII. Segundo a tradição, foi este Mosteiro de Vila Boa fundado entre 990 e 1022, por D. Monio Viegas, irmão de D. Sisnando, bispo do Porto entre 1049 e 1085, no local da refrega entre cristãos e muçulmanos que, vitimando D. Sisnando, assim o imortalizou. Desde as suas origens que este Mosteiro se liga à linhagem dos Gascos de Ribadouro, família nobre que alcançou grande influência na época. Senhores de um grande número de mosteiros estrategicamente posicionados ao longo dos afluentes do Douro, em ambas as margens e nos percursos da Reconquista, estes senhores controlavam assim uma ampla área geográfica a norte e a sul do rio Douro.O <strong>Mosteiro de Vila Boa do Bispo</strong> situa-se na freguesia de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Boa_do_Bispo">Vila Boa do Bispo</a>, concelho de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marco_de_Canaveses">Marco de Canaveses</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>. Tem estilo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco">barroco</a>, especialmente evidente na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Talha_dourada">talha dourada</a> presente no interior. Tem também influências <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estilo_g%C3%B3tico">góticas</a> (verticalidade da fachada). Possui várias imagens religiosas e a que mais se evidência é o cristo no final de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-disambig" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nave">nave</a> principal da igreja.O <strong>Mosteiro de Vila Boa do Bispo</strong> situa-se na freguesia de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Boa_do_Bispo">Vila Boa do Bispo</a>, concelho de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marco_de_Canaveses">Marco de Canaveses</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>. Tem estilo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco">barroco</a>, especialmente evidente na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Talha_dourada">talha dourada</a> presente no interior. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3850305302/ca10b05b70cf731b96da4fa615222c6b/Igreja_do_Salvador_de_Cabe_a_Santa___Rota_do_Rom_nico.html" />
         <pubDate>2025-05-16 17:24:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454518062</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mosteiro de São Pedro de Ferreira, Avenida do Mosteiro, Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454678028</link>
         <description><![CDATA[<p>Igreja de São Pedro de Ferreira – Um Tesouro do Românico em Portugal</p><p>&nbsp;</p><p> Localização Temporal e Espacial:</p><p>Construída no século XII, a Igreja de São Pedro de Ferreira fica em Paços de Ferreira, no norte de Portugal. É um exemplo incrível da arquitetura românica que marcou a Idade Média.</p><p>&nbsp;</p><p> Um Pouco da História:</p><p>A igreja fez parte de um antigo convento e teve grande importância para a comunidade da época. Com influências das escolas de Zamora e Coimbra, a sua arquitetura robusta e cheia de detalhes mostra a habilidade dos construtores medievais. Desde 1928, é considerada um Monumento Nacional.</p><p>&nbsp;</p><p> Elementos Arquitetónicos Presentes:</p><p>&nbsp;</p><p>Tímpano: O pórtico de entrada tem arcos decorados e um tímpano com detalhes bem esculpidos.</p><p>&nbsp;</p><p>Frestas: As pequenas aberturas nas paredes permitem a entrada de luz de forma suave, criando um ambiente místico e acolhedor.</p><p>&nbsp;</p><p>Arcos de Volta Perfeita: Os arcos simétricos sustentam o teto e embelezam a estrutura.</p><p>&nbsp;</p><p>Contrafortes: As grandes estruturas laterais ajudam a suportar o peso da construção.</p><p>&nbsp;</p><p>Paredes Grossas: Feitas de pedra, garantem proteção e isolamento, típicos do estilo românico.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p> Curiosidades:</p><p>&nbsp;</p><p>Marcas dos Pedreiros: Em várias pedras da igreja, ainda é possível encontrar marcas deixadas pelos pedreiros medievais. Essas marcas serviam para identificar quem trabalhou em cada parte da construção, algo como uma "assinatura" do construtor.</p><p>&nbsp;</p><p>Esculturas Misteriosas: Nos capitéis (topo das colunas), há esculturas de figuras humanas, animais e símbolos religiosos. Alguns estudiosos acreditam que essas imagens têm significados simbólicos, representando proteção ou ensinamentos religiosos.</p><p>&nbsp;</p><p>Símbolos de Proteção: Em algumas partes da igreja, é possível ver cruzes entalhadas na pedra. Essas cruzes eram usadas para "proteger" a construção contra maus espíritos e desastres.</p><p>&nbsp;</p><p>Porta Românica: A entrada principal é um dos melhores exemplos da arquitetura românica em Portugal. Seus arcos em sequência criam um efeito visual único quando se aproxima da porta.</p><p>&nbsp;</p><p>Peregrinação Medieval: Na Idade Média, esta igreja era um ponto de passagem para peregrinos que seguiam para Santiago de Compostela, um dos maiores caminhos de fé da Europa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3851029935/5df80df235519dd1ac8b89aec8ab47c3/mosteiro_de_ferreira.jpg" />
         <pubDate>2025-05-16 21:43:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/josecosta37/g1w7y781gd7owdsv/wish/3454678028</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
