<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Espécies ameaçadas_10B by </title>
      <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c</link>
      <description>Criado com muita confiança</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-07 23:08:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-25 13:18:28 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f427.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Rinoceronte-branco-do-norte </title>
         <author>lidiaserra2</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/812073788</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. Nome científico: </mark></strong><em>Ceratotherium simum cottoni</em><br><strong>2. </strong><strong><mark>Habitat:</mark></strong> região central da África (savana)<br><strong><mark>3. Estatuto</mark></strong><mark>: </mark>Extinto na Natureza<br><strong><mark>4. Declínio da espécie:</mark></strong> No séc. XIX viviam em África 1 milhão de rinocerontes-brancos. Em 1973 haviam 700, quando nasceu Sudan, o último macho da espécie que morreu em 20 de março de 2018. Existem duas fêmeas vivas em cativeiro.<br><strong><mark>5.Ameaças:</mark></strong><strong> </strong>Os Rinocerontes-brancos não possuem muitos predadores, ou seja, naturalmente não seriam presa fácil e dificilmente passariam por uma extinção em tão pouco tempo. Mas desde os anos 70, devido ao alto valor de seu chifre para comércio na Ásia, os rinocerontes foram forte e impiedosamente caçados. Os chifres de rinoceronte, tal como as nossas unhas, são feitos de queratina, não têm poderes curativos especiais. Mas são valorizados há muito tempo por pessoas de todo o mundo, pessoas que acreditam que são um antídoto para doenças, seja febre ou impotência. A última manada selvagem foi dizimada nos anos 90 devido aos conflitos na República democrática do Congo.<br><strong><mark>6. Mitigação:</mark></strong> Um pequeno grupo de cientistas, num ato desesperado e derradeiro, tenta reparar o dano causado a esta magnifica espécie e à natureza em geral, através da fertilização<em> in vitro</em>.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.oeco.org.br/wp-content/uploads/oeco-migration/images/stories/abr2015/21042015-last-white-rhino.jpg" />
         <pubDate>2020-10-07 23:08:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/812073788</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lobo-Vermelho</title>
         <author>17175ovidiuvasilca</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/841925967</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. Nome específico –</mark></strong><strong> </strong><em>Canis rufus</em></div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>2. Habitat –</mark></strong> América do Norte, predominantemente em montanhas, planícies com florestas e planaltos na zona sudeste dos Estados Unidos.</div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>3. Estatuto –</mark></strong> Criticamente ameaçado</div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>4. Declínio da espécie –</mark></strong> Os lobos-vermelhos, originários do sudeste dos Estado Unidos, mantiveram o estatuto de espécie sem qualquer risco de extinção até meados de 1900, quando a espécie quase foi extinta. Dado o número muito reduzido de indivíduos desta espécie na Natureza, um programa conduzido pelo Zoológico e Oceanário de Washington, entre 1974 e 1980, retirou catorze dos poucos sobreviventes e colocou-os em cativeiro com o objetivo de fundar uma nova população e recolocá-la na Natureza. Em 1980, o lobo-vermelho foi declarado como Extinto na Natureza, porém os esforços continuaram e em 1987 alguns indivíduos que se encontravam em cativeiro foram recolocados, pela primeira vez, na Natureza. O programa continuou a ter sucesso até 1994, período de tempo no qual 63 lobos foram libertados na Carolina do Norte. A população subiu até aos 100 a 120 indivíduos até 2012, porém, entre 2012 e 2018 deu-se um prejuízo de cerca de 40 indivíduos devido à falta de proteção da espécie, que até 2019 viu mais uma redução de cerca de 14 indivíduos. Os programas de criação e reintrodução desta espécie continuam até aos dias de hoje e estima-se que, atualmente, em cativeiro existam cerca de 200 indivíduos a serem criados e capacitados para serem libertados para junto dos cerca de 50 lobos-vermelhos que atualmente se encontram na Natureza.</div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>5. Ameaças –</mark></strong> Os lobos-vermelhos são predadores e, em 1900, foram alvo de programas agressivos de controle de predadores, onde milhares de indivíduos foram assassinados. Aliado a estes programas, a destruição do seu habitat para fins agrícolas e para construção de infraestruturas, bem como a fragmentação de ecossistemas, a falta de alimento por destruição de teias alimentares   e a caça desportiva contribuíram para a quase extinção da espécie e para as dificuldades que esta tem tido em voltar ao estatuto de espécie sem risco de extinção.</div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>6. Mitigação –</mark></strong> Atualmente, vários zoológicos e organizações nos Estados Unidos têm criado programas de criação de lobos-vermelhos em cativeiro com o objetivo de efetuar a reintrodução dos mesmos na Natureza. Para além da criação destes programas é importante proteger estes animais quando libertados na Natureza criando zonas protegidas e garantindo a existência de alimento.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/794522300/7bf54f97dc6b691b112a6ececd1c817a/canis_rufus.jpg" />
         <pubDate>2020-10-19 16:59:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/841925967</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Foca-monge-das-caraíbas</title>
         <author>17003franciscacompleto</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844796462</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. Nome científico:  <br></mark></strong><em>Monachus tropicalis<br></em><strong><mark>2. Habitat:</mark></strong> Mar das caraíbas <br><strong><mark>3. Estatuto</mark></strong><mark>: </mark> Extinta <br><strong><mark>4. Declínio da espécie:</mark></strong><strong> </strong>A <em>Monachus tropicalis</em> viveu com tranquilidade durante 15 milhões de anos, após a chegada dos primeiros navegadores europeus esta espécie foi exterminada por pescadores e caçadores, desaparecendo em 1952.<br><strong><mark>5.Ameaças:</mark></strong> Dado ao elevado numero de <em>Monachus tropicalis</em> nas ilhas das caraíbas os colonizadores caçavam-nas com o objetivo de alimentar marinheiros e usar a sua gordura como combustível. Esta espécie era considerada um animal competidor, sendo então caçada pela industria pesqueira. Após vários anos de caça esta espécie foi extinta.<br><strong><mark>6. Mitigação:</mark></strong> Não existem até à data informações que permitam reparar o dano causado a esta espécie. <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/793135950/98210c8edd6cdd147e53efb2722dfcf4/Foca_monge_das_cara_bas.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 13:44:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844796462</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atum Rabilho do Atlântico</title>
         <author>tomavski</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844901806</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. Nome Cientifico:</mark></strong><mark><br></mark><em>Thunnus thynnus<br></em><strong><mark>2. Habitat</mark></strong></div><div>A espécie apresenta populações distintas nas margens leste e oeste do Oceano Atlântico e no Mediterrâneo, encontrando-se extinta no Mar Negro.<br><strong><mark>3. Estatuto: </mark></strong> Perto de extinção<br><strong><mark>4. Declínio da espécie: </mark></strong>Encontrado em todo Atlântico ocidental, o atum-rabilho é uma iguaria muito apreciada na culinária asiática e um único peixe pode atingir altos preços no mercado. Isto impulsionou a pesca que, dos anos 60 até hoje, foi responsável pelo declínio global da população em 51%. Apesar dos esforços de conservação ao longo da área de ocorrência do peixe, esta sobrepesca (aliada à pesca ilegal onde há proibição) ainda é a maior ameaça à espécie, que desaparece rapidamente nas redes e armadilhas. Por esta razão, a Lista Vermelha da<a href="http://www.iucnredlist.org/details/21860/0"> </a>IUCN considera o rabilho ‘Em perigo‘ de extinção. <br><strong><mark>5. Ameaças:</mark></strong> A sobre-pesca é a maior ameaça a este animal. Os países que mais capturam atum-rabilho do Pacífico são o Japão, México, Estados Unidos, Coreia do Sul e China.<br><strong><mark>6. Mitigação:</mark></strong> Já foi criado um plano de recuperação por parte da Direção- Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, com o objetivo de tentar recuperar esta espécie que está em vias de extinção.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://meioambiente.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/6_71/atum-rabilho-do-atlantico-2.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 14:06:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844901806</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grande Borboleta Branca Madeirense</title>
         <author>mariafrancisca17284</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844937215</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Nome científico:</mark> <em>Pieris Wollastoni</em> <br><em><mark>Habitat:</mark></em><em> </em>Floresta Laurissilva, Madeira, Portugal <br><em><mark>Estatuto:</mark></em><em> </em>Em perigo crítico de extinção, possivelmente extinta, visto que não é observada uma à mais de 40 anos. <br><em><mark>Declínio da espécie:</mark></em><em> </em>A última vez que a borboleta foi observada foi em 1977, nunca mais vista, mesmo durante uma pesquisa de 15 anos entre as décadas de 1980 e 1990. </div><div><mark>A</mark><em><mark>meaças:</mark></em><em> </em>Perda de habitat devido à desenvolvimento urbano e a poluição causada pela agricultura (pesticidas), uma outra causa possível foi a introdução de uma vespa parasitoide que usa a espécie Pieridae como hospedeiro. <br><mark>Mitigação:</mark> Atualmente não existem medidas que possam mitigar a extinção desta espécie.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.animalplace.net/wp-content/uploads/2012/03/Cabbage-White-Butterfly3.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 14:13:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844937215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caburé-de-Pernambuco</title>
         <author>16617martatavares</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844992715</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome científico: <strong><em>Glaucidium mooreorum<br>Habitat: Florestas Costeiras de Pernambuco, Brasil<br>Estatuto: Extinta<br>Declínio da espécie: A última vez que esta espécie foi vista foi em 2001 em Usina Trapiche.<br>Ameaças: Perda de habitat devido à extração ilegal de madeira, e outra ameaça era a caça<br>Mitigação: Nos dias de hoje não existem medidas que possam mitigar a extinção desta espécie. <br></em></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.mundoecologia.com.br/wp-content/gallery/cabure/Cabur%C3%A9-de-Pernambuco-6.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 14:23:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/844992715</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tartaruga Pinta Island</title>
         <author>16607miguelxavier</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/845392731</link>
         <description><![CDATA[Nome científico: Chelonoidis abingdonii
Habitat: Equador
Estatuto: extinto na natureza
Declínio da espécie: não existe uma data em concreto mas esta especie foi utilizada em navios para sere servidas de alimento para o gado.
Mitigação: nao existem medidas que possam mitigar a extinção desta especie]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/799999942/ade0687ebeed4b14995611db6069b315/Lonesome_George_in_profile.png" />
         <pubDate>2020-10-20 15:44:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/845392731</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Boto Cor-de-rosa</title>
         <author>17264danielacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/845457909</link>
         <description><![CDATA[<div>Boto Cor-de-rosa</div><div><mark>Nome científico:</mark> <strong><em>Inia Geoffrensis</em></strong><br><em><mark>Habitat:</mark></em><em> Afluentes do rio Amazonas, América Sul</em><br><em><mark>Estatuto:</mark></em><em> Em perigo de extinção</em><br><em><mark>Declínio da espécie:</mark></em><em> </em>Em 2011, foi classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza na categoria de espécies com dados insuficientes, devido à incerteza em relação ao número total da população, a sua tendência e o impacto das ameaças. Não é alvo de caça significativa, mas, nas últimas décadas, tornaram-se, frequentes, capturas acidentais em redes de pesca. Por sua coloração rosada, chama a atenção e é uma das espécies de golfinhos mantidas em cativeiro em vários aquários do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Venezuela e Europa. No entanto, é de difícil manutenção e tem uma alta taxa de mortalidade em cativeiro.</div><div><mark>A</mark><em><mark>meaças:</mark></em><em> </em> A sua carne e a sua pele são muito procuradas na Amazônia, onde continuam a ser caçados, muitas vezes para fazer amuletos com partes do seu corpo. A perda na população de botos, em algumas regiões, já chega a 50%. De alguns anos para cá, o mamífero vêm sendo usado como isca para pequenos peixes.<br><mark>Mitigação:</mark> As medidas que têm que ser adotadas de forma urgente para evitar a sua extinção são o aumento da fiscalização da pesca para que os botos não acabem por ser pescados acidentalmente, programas educativos para conscientizar os pescadores e a oferta de alternativas para que os pescadores não dependam do boto como isco para a pesca.</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800021431/4150ca1005fbbe2a9eb0c8cd75d9dc41/Boto_4.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 15:57:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/845457909</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>20518anacavadinha</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846206471</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/795379213/a1cdc2e7cfcb2fc183c935b9941266b0/Tartaruga_de_Couro.docx" />
         <pubDate>2020-10-20 18:31:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846206471</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Coala </title>
         <author>20020marianamagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846444310</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Nome científico: </mark> <em>Phascolarctos Cinereus </em><br><mark>Habitat: </mark> Austrália, nas regiões Nordeste, Central e Sudeste de Queensland. <br><mark>Estatuto:</mark> <del>Considerada funcionalmente extinta </del><mark>vulnerável</mark><br><mark>Declínio da espécie:</mark> Os coalas , são listados como vulneráveis pela União Internacional para Conservação da Natureza. <br>O animal foi caçado incisivamente no início do século XX pelo seu pelo e abates em grande escala em Queensland.<br>O coala possui poucos predadores prevalecendo o Homem o principal caçador . No ambiente natural , o cão selvagem alimenta-se dos coalas mais velhos e doentes. <br><mark>Ameaças: </mark> As grandes ameaças à conservação estão relacionadas com a destruição e fragmentação do habitat . <br>O aumento de dióxido de carbono na atmosfera tem vindo a diminuir a qualidade nutricional das folhas do eucalipto , das quais os coalas se alimentam e extraem água . Também tem impacto os fenómenos globais como : alterações climáticas , o aumento das temperaturas , a seca e os fogos florestais . <br>Além disso , os coalas tem características muito próprias , que acabam por potenciar o risco de morte em caso de incêndio. <br>Para os especialistas , a destruição de florestas é a principal ameaça , matando centenas de coalas ao longo de todos os anos. <br>Outra grande ameaça , é a caça dos coalas para extração da pele e vendê-la a indústrias têxteis que fabricam casacos com o seu pelo. <br><mark>Mitigação:</mark>  A <strong>WWF </strong>( World Wide Fund For Nature ) Austrália , em colaboração com especialistas independentes , elaborou um Plano De Conservação de Habitat dos Coalas , onde são estabelecidas medidas para salvar e restaurar as suas florestas .</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/800552910/4932248e6a3f714932394da94cbd71be/COALA.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 19:36:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846444310</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tigre</title>
         <author>20520anaalves</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846516762</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Nome científico</mark>:<em> Panthera Tigris</em><br><mark>Habitat:</mark> mangais no Bangladesh, Índia<br><mark>Estatuto</mark>: criticamente ameaçado<br><mark>Declínio da espécie: </mark>Estudos recentes provam que existem apenas 3200 tigres no seu habitat natural, isto devido ao facto de estes ocuparem em média cerca de menos 7% do território originalmente por estes ocupado.<br><mark>Ameaças: </mark>sendo o tigre um predador, a sua extinção não se deve a uma causa natural. Desde o início de 1900, a devastação do meio ambiente, a caça furtiva e o comércio ilegal dizimou a população de tigres para cerca de 4 mil indivíduos. Para além destas, em outubro de 2018, um relatório das Nações Unidas concluiu que o aumento de eventos climáticos extremos em Sundarbans, Bangladesh, reduz ainda mais a população deste felino, fazendo também com que os conflitos entre esta espécie e os humanos aumente.<br><mark>Mitigação</mark>: De acordo com o depoimento de Zahir Uddin Amhed, um funcionário do departamento florestal do Bangladesh, já foram tomadas algumas medidas, como a construção de muros devido às tempestades ( alterações climáticas) e a introdução de alimentos que suportam níveis mais elevados de salinidade das águas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://gsud.cdn-immedia.net/2018/11/tigre.jpg" />
         <pubDate>2020-10-20 19:58:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/846516762</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Coruja-das-Torres </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/848574899</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Nome científico: </mark> Tyto alba <br><mark>Habitat: </mark> zonas de campos agrícolas, com sebes, taludes e matos <br><mark>Estatuto: </mark> quase extinta <br><mark>Declínio da espécie: </mark>  apresenta 35 subespécies distribuídas pela Europa, África, Ásia, Oceânia e América. Na Europa a espécie está presente em 36 países, desde a Península Ibérica até à Dinamarca, Polónia e Turquia, estimando-se que o efectivo populacional se situe entre 120 000 e os 500 000 indivíduos. Em Portugal, estas corujas ocorrem de Norte a Sul do país e também na Ilha da Madeira. Na Península Ibérica as densidades de Coruja-das-torres devem variar entre 1 e 50 casais por cada 50 Km2. Apesar destas densidades serem entre 50 a 100 vezes inferiores às que existem nalgumas zonas da Malásia, onde foram colocadas caixas ninho, são substancialmente superiores às encontradas no Leste da Europa<br><mark>Ameaças:</mark>  intensificação e crescente mecanização da agricultura, demolição e reconversão de edifícios antigos, uso de agro-químicos, uso de iscos com veneno para eliminar roedores prejudiciais á agricultura e colisão com viaturas.<br><mark>Mitigação: </mark> <br>está classificada na Europa como uma SPEC 3, ou seja, espécie cuja população global não está concentrada na Europa, mas que tem um estatuto de conservação desfavorável nesse continente.<br>Inês</div><div><mark><br></mark><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801959490/6cb684be1e1768e4ae08d2d10312ff73/images1.jpg" />
         <pubDate>2020-10-21 13:27:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/848574899</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pinguim de Magalhães</title>
         <author>20558rafaelrocha</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/848901104</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Nome cientifico</mark><strong><mark>:  </mark></strong>Spheniscus magellanicus<br><mark>Habitat:  </mark>Zonas costeiras da Argentina, Chile e Ilhas Malvinas<br><mark>Estatuto:</mark> Muito ameaçada <br><mark>Declínio da espécie:  </mark>Esta espécie já era anteriormente ameaçada devido aos derrames de petróleo, os pinguins de Magalhães enfrentam agora a escassez e quase o desaparecimento dos peixes que lhes servem de alimento. Derivado ao aumento da temperatura da água do mar, os peixes afastam-se cada vez mais dos seus locais de origem e obrigam os pinguins a viajar mais para procurarem alimento.<br><mark>Ameaças: </mark>As populações dos pinguim-de-Magalhães sofreram um decréscimo de 20% ao longo das duas últimas décadas, em especial nas Malvinas. Esse declínio populacional tem como principal causa a redução do número de presas devido a pesca comercial, mudanças climática e a contaminação por óleo. Vazamentos de petróleo na província de Chubut, Argentina causam a morte de pelo menos 20.000 adultos e 22.000 jovens que ainda são vulnerareis devido a inexperiência.<br><mark>Mitigação: </mark>O governo provincial de Chubut está comprometido na criação deu MPA (Área marinha protegida) com o objetivo de proteger os pinguins e outras espécies marinhas próximas da maior colônia de alimentação do pinguim-de-Magalhães. A criação desta lei irá melhorar a o êxito de alimentação das colonias, bem como aumentar a disponibilidade de suas presas, reduzindo a distância de forrageamento, e aumentando a frequência alimentar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://media.istockphoto.com/photos/magellanic-penguin-picture-id637966756?k=6&amp;m=637966756&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=L8riPZ8fDVrLF3h3U43qcuHOFPl-O9D5Znl0eboAM40=" />
         <pubDate>2020-10-21 14:37:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/848901104</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Baleia-azul </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849152544</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Nome científico: Balaenoptera musculus</div><div>2. Habitat: mares da Antártida e norte dos oceanos Pacífico e Atlântico.</div><div>3. Estatuto: Em perigo (Aumentando) </div><div>4. Declínio da espécie: As baleias-azuis eram, até ao início do século XX abundantes em quase todos os oceanos. Caçadas durante mais de um século, foram levadas à beira da extinção pelos baleeiros. Antes de serem caçadas, o maior agrupamento estava na Antártida, com aproximadamente 239 000 indivíduos. Os agrupamentos remanescentes atuais, muito menores, com algo em torno de 2000 indivíduos cada, estão localizados a noroeste dos oceanos Pacífico, Antártico e Índico, ao norte do oceano Atlântico e no Hemisfério Sul.</div><div>5. Ameaças: A caça intensiva à baleia-azul, levando a espécie quase à extinção; a degradação de seu habitat; a pesca intensiva de sua maior presa, o Krill; as capturas acidentais; e as colisões com embarcações.</div><div>6. Mitigação: Suspensão da caça de Baleias com fins comerciais, através da assinatura de um acordo internacional dos países pesqueiros. Apesar da assinatura do acordo, países como Japão, Noruega e Islândia justificam as suas práticas afirmando que o consumo da carne deste animal faz parte das suas respectivas culturas e, além disso, estes provocam a diminuição da oferta de peixes nos oceanos e mares.<br>Rita</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/794349163/8d90262d4932c45dd5fd779440dadfff/FC7FD4DE_AEFB_42CD_88F3_DA145C2D2A7C.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-21 15:30:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849152544</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Azevinho</title>
         <author>cardosojunior1511051</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849427850</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1.Nome científico:</mark></strong> <em>Ilex aquifolium<br></em><br></div><div><strong><mark>2.</mark></strong><strong><em><mark>Habitat:</mark></em></strong><strong><em> </em></strong>Sul e oeste da Europa estendendo-se até ao norte da Alemanha, no Norte da África e no sudoeste da Ásia. Em Portugal encontra-se principalmente no norte e centro, mas também em Lisboa e na Serra de Monchique. <br><br></div><div><strong><mark>3.Estatuto:</mark></strong> Enfrenta uma séria ameaça de extinção em Portugal.  <br> <br><mark> </mark><strong><mark>4. Declínio da espécie:</mark></strong> A principal causa do seu declínio deve-se à excessiva procura para fins ornamentais durante a quadra Natalícia. <br>  <br><mark> </mark><strong><mark>5.Ameaças:</mark></strong> Não há ameaças generalizadas à espécie. Há preocupações crescentes sobre a capacidade de regeneração, já que é tão extensamente explorada e muito sensível à seca. Podem ser afectadas negativamente pelas mudanças climáticas em toda a faixa mediterrânea. Já houve relatos de espécies que foram deslocadas para zonas mais a norte devido a isso.<br> <br> <strong><mark>6.Mitigação:</mark></strong><mark> </mark>É totalmente proibida a sua colheita e foi introduzida em outros continentes, como América do norte e Austrália, onde é, por vezes, considerado como planta invasiva.</div><div><strong> </strong></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fspextincao.blogs.sapo.pt%2Fo-azevinho-536&amp;psig=AOvVaw0GDihQGYLwmODritkXvhHF&amp;ust=1603381734890000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAIQjRxqFwoTCKDe_ZGGxuwCFQAAAAAdAAAAABAD" />
         <pubDate>2020-10-21 16:28:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849427850</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>20540joanacarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849736485</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1.Nome científico:</mark></strong><strong> </strong><strong><em>Lynx Pardinus<br></em></strong><strong><mark>2.Habitat:</mark></strong> Atualmente,  a distribuição do lince pode estar restrita a duas áreas na Península Ibérica onde existem populações reprodutoras – Doñana e Andújar-Cardeña.<br><strong><mark>3.Estatuto:</mark></strong> O lince-ibérico foi uma espécie em perigo crítico até 2015, para agora ser considerada uma espécie em perigo.<br><strong><mark>4.Declínio da espécie:</mark></strong> É estimado que havia em 1960 cerca de 4 000 indivíduos, cerca de 400 em 2000, menos de 200 em 2002, e possivelmente menos de 100 em Março de 2005. O Parque Nacional de Doñana e a Serra de Andújar, tinham as únicas populações reprodutoras, até que em 2007 foi descoberta uma população de 15 indivíduos em Catela-La-Mancha (Espanha central). Em 2008, a população de Doñana estava avaliada em 24 a 33, enquanto que o grupo da Sierra morena tinha de 60 a 110 adultos. A população total está estimada em 99 a 158 adultos, incluindo a população de La Mancha.<br><strong><mark>5.Ameaças:</mark></strong> As principais ameaças ao animal incluem a perda de habitat, atropelamentos por veículos, envenenamento, cães selvagens, caça ilegal e surtos ocasionais de leucemia felina.<br><strong><mark>6.Mitigação:</mark></strong> Estão a ser desenvolvidos esforços de gestão no sentido de conservar e restaurar a escala nativa do animal. Os conservacionistas com a função de libertar o lince do cativeiro para o estado selvagem têm a preocupação de escolher áreas de habitat adequado, com abundância de coelhos e aceitação pelas comunidades locais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://media3.giphy.com/media/mAPWzcChgkTH8Th0CA/giphy.gif" />
         <pubDate>2020-10-21 17:36:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849736485</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Salamandra-gigante-da-China</title>
         <author>16965alexandracardoso</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849930663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1.Nome científico:</mark></strong> Andrias Davidianus<br><strong><mark>2.Habitat:</mark></strong> Até há poucas décadas podiam ser encontradas por toda a China, desde o sul subtropical, passando pelas montanhas centro-norte e acabando na parte oriental do país no entanto, atualmente a maioria só é encontrada em quintas de criação de animais.<br>3.Estatuto: Em perigo crítico de extinção.<br><strong><mark>4.Declínio da espécie: </mark></strong>Esta espécie está classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como "criticamente em perigo" estando então na sua Lista Vermelha, pois vemos que desde os anos 50 que a população tem diminuído muito rapidamente. Para perceber o estado destas salamandras na natureza uma equipa de cientistas realizou entre 2013 e 2016 levantamentos de campo e inquéritos que nos mostraram que as populações destas salamandras que já foram muito numerosas estão agora muito reduzidas (ou até extintas) nas áreas dos levantamentos. Os cientistas receiam então que a extinção do maior anfíbio do mundo esteja mais próxima do que seria desejável.<br><strong><mark>5.Ameaças:</mark></strong> As suas principais são destruição de habitat, caça furtiva, inúmeras quintas de criação de animais, alterações climáticas e a elevada procura do mercado gourmet (são apreciados como iguarias e a sua carne consegue obter valores elevados) e obviamente a disseminação (transmissão) de doenças e competição entre os animais.<br><strong><mark>6.Mitigação:</mark></strong>  Os cientistas propõem ações fora do habitat das salamandras, como a criação de populações de diferentes linhagens genéticas em cativeiro, para que se consigam reproduzir e serem depois reintroduzidas na natureza.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/802605980/619bed0277a50ce9c6fc6c6520e2d329/01_giant_salamander_nationalgeographic_1102516.jpg" />
         <pubDate>2020-10-21 18:20:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/849930663</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Águia-Imperial-Ibérica</title>
         <author>17187franciscasantos</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850141918</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.Nome científico:</strong> <em>Aquila Adalberti</em></div><div><strong>2.Habitat: </strong>Habita exclusivamente a Península Ibérica, em áreas de sobreiros e azinheiras esparsos, com pradarias próximas.</div><div><strong>3.Estatuto: </strong>Criticamente em perigo.</div><div><strong>4.Declínio da espécie:</strong> A águia-Imperial-Ibérica foi considerada extinta em Portugal, enquanto espécie reprodutora, na década de 80. Indivíduos isolados continuaram a ser observados e esteve extinta em Portugal enquanto espécie reprodutora durante mais de 20 anos até que em 2003 foi confirmada a nidificação, na envolvente do Parque Natural do Tejo Internacional. Desde aí, a população tem vindo a aumentar lentamente até atingir, em 2013, 11 casais confirmados, em Portugal. No total existem cerca de 407 casais reprodutores (11 em Portugal e 396 em Espanha).</div><div><strong>5.Ameaças: </strong>O coelho-bravo (<em>Oryctolagus cuniculus</em>) é uma espécie basilar nos ecossistemas Mediterrânicos, sendo a presa fundamental da maior parte dos predadores da Península Ibérica, como a Águia-Imperial-Ibérica. Em 1987, foi identificada pela primeira vez em Portugal a Doença Hemorrágica Viral dos Coelhos (DHV) que afeta os coelhos domésticos e os coelhos-bravos. A escassez de alimentos, originada pelo vírus, levou a uma diminuição do número de indivíduos reprodutores, entre outras espécies, da águia-imperial-ibérica, na região do vale do Guadiana (Portugal), mas este é apenas um dos motivos para o declínio desta espécie.  Outras ameaças são, por exemplo, o abate a tiro, sendo que a morte de um só indivíduo coloca em risco a conservação destes animais, a eletrocussão em postes elétricos, o envenenamento, a destruição de ninhos e a perturbação dos locais de nidificação.</div><div><strong>6.Mitigação: </strong></div><div>Em Portugal há uma equipa de pessoas que trabalha para aumentar a população desta espécie no país, concretamente em quatro zonas: Castro Verde, Vale do Guadiana, Mourão/Moura/Barrancos e Tejo Internacional, Erges e Pônsul (concelhos de Idanha-a-Nova e Castelo Branco).  Este grupo é responsável por definir e propor as linhas prioritárias de atuação para a conservação da espécie em Portugal bem como pela sua implementação. Para além disso, na XIX Cimeira Luso Espanhola (2003), os ministros responsáveis pela tutela do Ambiente e Conservação da Natureza de Portugal e Espanha acordaram que o lince-ibérico e a águia-imperial-ibérica seriam as duas espécies alvo da colaboração em termos de conservação da natureza. Nesse âmbito, foi assinado, em 2004, o Memorando de Entendimento entre os então MAOT (Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território) e MADRP (Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas), da República Portuguesa, e o <em>Ministério del Medio Ambiente, </em>do Reino de Espanha, para a cooperação sobre a águia-imperial-ibérica e o lince.<br>Para se diminuir o número de mortes por eletrocussão desde 2003 que existe um protocolo envolvendo a EDP, o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas), a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves) e a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) com o objetivo de estudar esta causa de mortalidade e minimizar os seus efeitos. Neste âmbito, já se procedeu à correção de cerca de 70 km de linhas elétricas em áreas coincidentes com a área de distribuição da águia-imperial-ibérica.</div><div>Para além disso, a colaboração com os Proprietários e Gestores de caça das propriedades onde as aves se alimentam é também uma medida importante para a proteção da águia-imperial-ibérica. Nesse sentido, o Parque Natural do Vale do Guadiana tem vindo a desenvolver ações de fomento do coelho-bravo em territórios de águia-imperial-ibérica.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://aves.mundoentrepatas.com/imagenes/imagens-aguia-imperial-iberica.jpg?phpMyAdmin=PfqG0iessiXP%2C5Zcan9pxZp0nv2" />
         <pubDate>2020-10-21 19:16:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850141918</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Panda-Vermeho</title>
         <author>17195leonorteixeira1</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850302983</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Nome científico:</mark> <em>Ailurus fulgens<br></em><em><mark>2. </mark></em><mark>Habitat:</mark> Florestas montanhosas do Nepal, da Índia, do Butão, da China e da Birmânia<br><mark>3. Estatuto:</mark> Em risco de extinção<br><mark>4. Declínio da espécie:</mark> O número de pandas-vermelhos existentes tem vindo a reduzir a cada dia que passa, registando nos últimos 20 anos um decréscimo de cerca de 50% de indivíduos. Estima-se que haja apenas 10.000 pandas-vermelhos na natureza.<br><mark>5. Ameaças:</mark> Este ser vivo encontra-se em risco de extinção, devido à perda e à fragmentação do seu habitat, causado, principalmente, pela agricultura. São também ameaças, o comércio ilegal e a exploração de recursos florestais.<br><mark>6. Mitigação:</mark> Até à data, não existem medidas que possam mitigar a extinção deste animal.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://4.bp.blogspot.com/-aAt6J8JqOA4/UsmdLkyVGfI/AAAAAAAAANU/84Pthodf8B8/s1600/158324_zhivotnye_malaya-panda_andrew-piotrowski_1920x1440_www_GdeFon_ru_.jpg" />
         <pubDate>2020-10-21 20:10:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850302983</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>16728andredara</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850314729</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/802927346/b393a5d8db8644a81a10a0727b1d3910/Ararinha.docx" />
         <pubDate>2020-10-21 20:14:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/850314729</guid>
      </item>
      <item>
         <title> macaco-de-nariz-empinado-birmanês</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852210755</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Nome científico: </mark>Rhinopithecus strykeri<br><mark>2.Habitat:</mark> Floresta extensa de </div><h1>Mianmar</h1><div><mark>3.Estatuto:</mark> Risco de Extinção<br><mark>4. Declínio:</mark> da espécie: Esta espécie só veio a ser descoberta em 2010 e estimava-se que houvesse entre 260 e 330 indivíduos, mas dia após dia este número vem a diminuir<br><mark>5. Ameaças: </mark>A caça e a destruição do habitat desses animais são os fatores que mais ameaçam as populações de animais no mundo.<br><mark>6. Mitigação: </mark>A ONG Fauna &amp; Flora International já iniciou campanhas envolvendo a população da área e a indústria madeireira para que o habitat da nova espécie seja protegido.<br><br>Tiago Costa nª25</div>]]></description>
         <enclosure url="https://tafeio.com.pt/wp-content/uploads/2018/02/2-18.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 12:55:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852210755</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Águia imperial </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852897895</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nome científico:<em>Aquila adalberti<br><br>Habitat:Sudoeste da Península Ibérica e norte de Marrocos <br><br>Estatuto:Perigo de extinção<br><br>Declínio:</em>Em 2013 existiam 407 casais reprodutores em toda a Península Ibérica. Esta contagem representa um aumento de 275 casais desde 1999.<br><br>Ameaças:Uma das evidências de mortalidade ou de um fator de perturbação num determinado território é o facto de ocorrer o desaparecimento de um ou dos dois membros dos casais conhecidos e, em alguns casos, a substituição dessas aves. Em condições favoráveis, a probabilidade de um membro de um casal estabelecido abandonar o território sem causas externas é bastante reduzida. Até 2014, confirmaram-se pelo menos 8 casos de desaparecimento e, eventual, substituição dos casais conhecidos.<br><br>Mitigação: O Projeto LIFE Imperial é uma oportunidade para restabelecer a população nacional de Águia-imperial, criando condições para o seu aumento através da aplicação de um conjunto de ações de conservação.<br><br>Gonçalo Santenico 10°B<br><br></div><div> </div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://st.depositphotos.com/1043073/2495/i/950/depositphotos_24951055-stock-photo-spanish-imperial-eagle.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 15:22:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852897895</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852909951</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Nome científico</mark> : Panthera tigris altaica.<br><mark>2. Habitat</mark>:  Este animal vive no continente asiático<br><mark>3.Estatuto: </mark>criticamente em perigo.<br><mark>4. declínio da espécie : </mark>A população era estimada em 100.000 indivíduos no início do século XX. Em tempos atuais, entretanto, apenas cerca de 4.000 indivíduos sobrevivem, uma queda de 97%.<br><mark>5. Ameaças :  </mark>O Tigre Branco não tem predadores, pois alimentam se de outros predadores, mas embora seja caçado pelos humanos que os matam para fazer casacos ou tapetes com o pelo deles .<br><mark>6. Mitigação:</mark>  Reservas naturais isoladas não resolverão o problema do tigre .<br>Eduardo gomes n9 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/804557586/2ea54477d901439bb007dc1938e136e2/artworks_000460289352_swuoby_t500x500.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 15:25:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852909951</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tartaruga de Couro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852963065</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Nome científico -</mark> <strong>Dermochelys coriacea</strong><br><mark>2. Habitat -</mark> <strong>Com exceção dos pólos, estão presentes em todos os oceanos graças à sua elevada capacidade de regulação da temperatura corporal. No inverno concentram-se em zonas mais quentes, tais como as costas em torno da Indonésia e Austrália. No verão por sua vez, será comum avistá-las na América do Norte, tanto no Atlântico como no Pacífico</strong><br><mark>3. Estatuto -</mark> <strong>Grave perigo de extinção<br></strong><mark>4. Declínio da espécie -</mark> <strong>As informações coletadas pelos cientistas mostram que, em 27 anos, os ninhos de tartarugas-de-couro na Indonésia sofreram redução de 78%. </strong></div><div><strong>A população de tartarugas-de-couro do Pacífico foi a que mais sofreu nos últimos vinte anos: apenas 2.300 fêmeas adultas restam agora, tornando a tartaruga-de-couro do Pacífico a população de tartarugas marinhas mais ameaçada do mundo.<br></strong><mark>5. Ameaças -</mark><strong> O lixo presente nos oceanos como por exemplo plásticos, tem sido a principal causa da morte de muitas destas tartarugas. O aquecimento global também afeta muita esta espécie, pois altera as correntes e afeta o alimento disponível. A        intensificação da atividade da pesca nas últimas décadas, vem sendo a maior ameaça para as tartarugas, além de pressionar os ecossistemas marinhos tem levado ao registro de altas taxas de capturas incidentais de tartarugas sendo, em decorrência disto, considerada uma das maiores ameaças para juvenis e adultos destes animais no mundo.<br></strong><mark>6. Mitigação -</mark> <strong>Uma das principais metas para a conservação das tartarugas de couro, é reduzir ao máximo os efeitos negativos causados pelos seres humanos, como a alteração das características ambientais do habitat. Atualmente, a iluminação artificial é um dos tensores antrópicos de maior causa de distúrbios para o sucesso da conservação destes animais.<br><br>Trabalho realizado por : Guilherme Brito</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="http://gcn.net.br/dir-arquivo-imagem/2015/12/20151202230557_22353450.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 15:35:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/852963065</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lontra-marinha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/853424627</link>
         <description><![CDATA[<div>1.<em>Nome científico</em>: Enhydra Lutris.<br>2.<em>Habitat</em>: Norte e leste do Oceano Pacífico.<br>3.<em>Estatuto</em>: Risco de extinção.<br>4.<em>Declínio da espécie</em>: A lontra-marinha, tinha uma população  estimada de 150 000 a 300 000 indivíduos, mas este número diminuiu para 1000 a 2000 indivíduos  nos séculos 18 e 19. Em 1911 foi feito um tratado para proteção destas e o número de indivíduos aumentou, mas mesmo assim elas ainda não estão fora de perigo.<br>5.<em>Ameaças: </em>As ameaças naturais desta espécie são a predação e um verme parasita que atinge jovens e filhotes, mas mesmo assim a grande ameaça a esta espécie é o ser humano, estas foram caçadas até a quase extinção nos séculos 18 e 19.<br>6.<em>Mitigação: </em>Defensores desta espécie ajudaram a aprovar uma lei estadual que exigia sinais de alerta em recipientes de areia para gatos "laváveis". Isso tornou-se necessário quando pesquisadores descobriram que um protozoário parasita, o Toxoplasma gondii, poderia passar por instalações de tratamento de águas residuais e prejudicar as lontras-marinhas.<br><br>Mafalda Mendes, nº17.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/804747822/a5d6dd9ca846fbbd2a6671d864facf19/lontra_marinha_habitat.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 17:11:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/853424627</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Orniturrinco</title>
         <author>17183brunoresende</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/854011644</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Nome científico:<br>Ornithorhynchus anatinus</div><div><strong><em>2. Habitat:<br></em></strong> vive nos Rios e lagos de água doce, bem como túneis subterrâneos que escava no solo.<br>3. Estatuto:<br>O ornitorrinco está em vias de extinção<br>4. declínio da espécie:<br>A espécie foi descrita pelo zoólogo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Shaw">George Shaw</a> em 1799 como <em>Platypus anatinus</em>. O animal tinha sido descoberto pelos colonizadores europeus na Austrália em 1798, independentemente, em 1800, a partir de uma amostra dada a ele por Sir <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Banks">Joseph Banks</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Friedrich_Blumenbach">Johann Friedrich Blumenbach</a> descreveu a espécie como <em>Ornithorhynchus paradoxus<br>5. ameaças:<br></em> pode desaparecer devido às alterações climáticas e à destruição do seu 'habitat' pela ocupação humana<br>6. mitigação:<br>para a mitigar a extinção desta espécie deveremos desocupar e proteger os habitat natural deles, assim como, cumprir as regras estabelecidas mundialmente para reduzir as alterações climáticas existentes.<br><br>trabalho realizado por:<br>bruno resende    <em><br><br></em><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/32/Ornithorhynchus.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 19:30:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/854011644</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gorila-das-montnhas</title>
         <author>16970anabonifacio</author>
         <link>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/854332867</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>1. Nome cientifico: </mark>Gorilla beringei beringei;<br><mark>2. Habitat:</mark> Montanhas Virunga, Africa;<br><mark>3. Estatuto:</mark> Ameaçado de extinção;<br><mark>4. Declinio da especie:</mark> Na decada passada, haviam apenas 680 exemplares a viver no seu habitat natural, mas graças a grupos de defesa e conservação os numeros subiram em 2018 para mais de 1000 exemplares em liberdade, mas de acordo com a IUCN (união internacional para a conservação da natureza) a especie continua ameaçada de extinção por conta da sua lenta reprodução em meio selvagem;<br><mark>5. Ameaças:</mark> O seu unico predador natural é o leopardo mas o facto de estar ameaçado de extinção deve-se á caça descontrolada, destruição de habitat, doenças, comercio ilegal e guerras civis segundo o WWF (world wide fund for nature);<br><mark>6. Mitigação:</mark> Para mitigar a extinção desta especie a comunidade cientifica e local criou Santuarios sem interferência humana; aplicaram-se leis contra a caça furtiva e também a implementação do ecoturismo sustentavelq que consiste em vez de destruir habitats naturais para turismo, criam-se negocios turisticos que mantenham a integridade dos habitats e não interefiram com os animais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/805342745/8dc2f1b674617f86ee9a604ffa29c331/aaa.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 21:38:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lidiaserra2/g1i3981c6jy4vv8c/wish/854332867</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
