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      <title>Como as estratégias pedagógicas promovem a colaboração e a interação entre estudantes com e sem deficiência, desmistificando preconceitos e fortalecendo o senso de comunidade? by Soares filho</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-18 17:24:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tecadmsoares</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p>A escola deve ser progressivamente preparada para aceitar alunos com deficiência e, mais do que isso, garantir o desenvolvimento adequado das capacidades intelectuais e cognitivas. Para que seja implantada, os governos possuem grande influência, de forma que a Educação Inclusiva deve estar no topo das prioridades políticas e financeiras. Políticas públicas devem prever recursos financeiros que venham favorecer que a inclusão dessas pessoas saia do papel e se torne uma realidade, pois demanda professores capacitados, ambientes adaptados, recursos materiais e/ou tecnológicos que facilitem o ensino e o aprendizado desses alunos.</p></blockquote><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong>SILVEIRA, Jader Luís da. <strong>Abordagens sobre educação inclusiva</strong>. Formiga, MG: Editora MultiAtual, 2020. 26 p. (Abordagens sobre educação inclusiva; v. 1). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.editoramultiatual.com.br/livro/abordagens-sobre-educacao-inclusiva">https://www.editoramultiatual.com.br/livro/abordagens-sobre-educacao-inclusiva</a>. Acesso em: 18 set. 2025. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:26:00 UTC</pubDate>
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         <author>tecadmsoares</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p>As estratégias pedagógicas são cruciais para o êxito da inclusão. A flexibilidade nos métodos de ensino é vital para que cada aluno possa aprender em seu próprio ritmo e estilo, assegurando que as particularidades de cada deficiência sejam contempladas nas atividades em sala de aula. Essa abordagem não apenas beneficia os alunos com deficiência, mas também enriquece a experiência educacional de todos os estudantes, promovendo um ambiente de colaboração e respeito mútuo.</p></blockquote><p> </p><p><strong>Fonte:</strong> DOS SANTOS, Luciene Ribeiro; DA SILVA, Lázara Alves; DA SILVA, Maria Alexsandra Sanches; DAMASCENO, Valdirene Aparecida Pereira; PEREIRA, Aldicéa Gomes. O PAPEL DA ESCOLA NA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. <strong>LUMEN ET VIRTUS</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 16, n. 46, p. 2117–2131, 2025. DOI: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.56238/levv16n46-037">10.56238/levv16n46-037</a>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/3763">https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/3763</a>. Acesso em: 18 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:52:05 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>A acessibilidade total é um princípio fundamental para a construção de uma escola inclusiva. Ela vai além das adaptações físicas: envolve atitudes, metodologias e relações humanas que asseguram a participação plena de todos os estudantes, com ou sem deficiência.Com práticas pedagógicas acessíveis, a escola torna-se um espaço em que a colaboração floresce, o senso de comunidade se fortalece e os preconceitos são desconstruídos. Nesse processo, cada aluno contribui com suas singularidades, aprendendo a respeitar, acolher e valorizar a diversidade como parte da vida coletiva.Assim, a educação cumpre sua função social: promover aprendizagem compartilhada, pertencimento e transformação, construindo uma sociedade mais justa e inclusiva.</em></p><p><br/></p><p>Fonte: BRASIL. <strong>Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015).</strong> Brasília, DF: Presidência da República, 2015.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 22:48:56 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>A arte é um espaço de encontro e expressão, capaz de ultrapassar barreiras físicas, sensoriais e sociais. Na escola, ela se torna uma linguagem universal, em que cada estudante pode participar, criar e se expressar a partir de suas próprias possibilidades.</em></p><p><em>A dança, a música, o teatro e as artes visuais possibilitam experiências coletivas em que corpos diferentes se complementam, revelando que a diversidade é fonte de riqueza criativa. Nesses espaços, não há hierarquia de habilidades: todos contribuem e aprendem uns com os outros.</em></p><p><em>Ao valorizar a arte como prática inclusiva, a escola fortalece a sensibilidade, a empatia e o respeito, criando um ambiente em que a expressão de cada um ganha sentido dentro do coletivo.</em></p><p><br/></p><p>Fonte: FREIRE, Paulo. <em>Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa</em>. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.</p><p>RAPOSO, Paulo. <em>Performances políticas e artivismo</em>. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais, 2015.</p><p>UNESCO. <em>Educação inclusiva: o caminho para o futuro</em>. Conferência Internacional de Educação. Genebra: UNESCO, 2008.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 21:17:07 UTC</pubDate>
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         <author>ingridavelin71</author>
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         <description><![CDATA[<p>O ambiente escolar é o primeiro espaço coletivo no qual as diferenças se tornam visíveis e ainda é comum encontrar escolas que tratam os alunos da Educação Especial de forma separada ou reduzem sua presença a projetos pontuais. A inclusão exige mais do que adaptações físicas, é necessária uma mudança profunda para superar os paradigmas excludentes e "capacitistas" que ainda direcionam as práticas educacionais. Como afirma Mantoan (2003, p. 25), “incluir não é apenas matricular alunos com deficiência na escola regular, mas transformar a escola para que todos aprendam juntos e tenham suas diferenças respeitadas”.</p><p>Na escola inclusiva, essas diferentes formas de percepção precisam ser reconhecidas como potencialidades e não como falhas. Para isso, é fundamental que haja um trabalho colaborativo entre os professores do ensino comum e os professores do AEE. Esse diálogo interdisciplinar permite o planejamento de práticas pedagógicas acessíveis e contextualizadas, que considerem as necessidades e habilidades de cada estudante.</p><p><br/></p><p>Fonte: MANTOAN, Maria Teresa Eglér. <strong><em>Inclusão escolar: o que é? Por quê?</em></strong><em> </em><strong><em>Como fazer?</em></strong> São Paulo: Moderna, 2003.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 20:49:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ingridavelin71</author>
         <link>https://padlet.com/tecadmsoares/fyo8jqn9zybx5jd9/wish/3595336131</link>
         <description><![CDATA[<p>Sugestão: Documentário "Janela da Alma". Este documentário  é muito interessante, foi produzido no Brasil e teve parceria com cineastas franceses. É uma obra sensível e traz o confronto do que as pessoas com boa visão consideram ser barreiras cotidianas às pessoas com baixa visão ou cegas, buscando dar voz a essas pessoas com deficiência visual, onde nossos (pré)conceitos são colocados à prova.</p><p>Na educação, essa reflexão nos provoca a olhar para cada estudante não a partir do que lhe falta, mas do que ele traz especificidade. Assim como no documentário, a escola inclusiva precisa aprender a valorizar cada diferença como um jeito único e singular de ver o mundo e é nessa diversidade que nasce a riqueza do aprender juntos.</p><p><br/></p><p>Resumo: Janela da Alma (2001), de João Jardim e Walter Carvalho, é um documentário que emociona ao mostrar como diferentes pessoas, com ou sem deficiência visual, percebem e sentem o mundo. Cada depoimento revela que “enxergar” vai muito além dos olhos: é também escutar, imaginar, tocar, sentir e interpretar a vida de maneiras únicas.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong> JARDIM, João; CARVALHO, Walter (Dir.). <strong><em>Janela da Alma</em></strong>. Produção de João Jardim e Walter Carvalho. Brasil: Copacabana Filmes, 2001. Documentário (73 min).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 21:02:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ingridavelin71</author>
         <link>https://padlet.com/tecadmsoares/fyo8jqn9zybx5jd9/wish/3595344938</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura é como uma janela que se abre para mundos diferentes, permitindo que cada criança veja, sinta e compreenda o outro. Na educação inclusiva, ler é descobrir que cada história tem valor, que cada voz importa e que todos podem aprender juntos. </p><p>Como afirma Mantoan (2003, p. 28), a inclusão é “uma prática educativa que considera a diversidade como princípio, garantindo que todos tenham acesso às aprendizagens”. Por isso, é muito importante oferecer livros em Braille, audiolivros, textos simplificados, legendas e leituras compartilhadas, para que cada aluno possa construa seu próprio conhecimento e perceba que sua experiência de vida também é importante nessa construção.</p><p><strong>Sugestão do livro infantil "Branca de Neve" em Libras.</strong></p><p><br>Fonte: MANTOAN, Maria Teresa Eglér. <strong><em>Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer?</em> </strong>14. ed. São Paulo: Moderna, 2003.</p><p><br/></p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO DAS OSTRAS. <strong>Educação Especial e Inclusiva.</strong> Rio das Ostras: Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, s.d. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.riodasostras.rj.gov.br/especial-inclusiva/">https://www.riodasostras.rj.gov.br/especial-inclusiva/</a>. Acesso em: 20 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 21:24:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ingridavelin71</author>
         <link>https://padlet.com/tecadmsoares/fyo8jqn9zybx5jd9/wish/3595350843</link>
         <description><![CDATA[<p>Sugestão de leitura: Livro da Profa. Dra. Maria Teresa Eglér Mantoan.</p><p><br/></p><p>Esse livro é fundamental para compreender o que é a Educação Inclusiva. O que me conectou a essa leitura foi justamente um sentimento de "inquietação" vivido pela professora naquela época (2004), retratando suas experiências como professora na Educação Básica e, já como professora universitária, trouxe a importante questão sobre como formar professores para trabalhar com uma temática tão necessária. </p><p>Ainda que na época em que o livro foi escrito já se tinha a LDB (9394/96), somente essa lei não era suficiente para abarcar a amplitude e a urgência em se ouvir e formar professores capacitados para atuar em escolas cada vez mais diversas, além da necessidade de melhorar a estrutura física das escolas, e pensar Políticas Públicas que possibilitem a inclusão de todas as pessoas. É um livro pequeno, de fácil leitura, que mesmo escrito há alguns anos continua atual e bastante pertinente.</p><p><br/></p><p>MANTOAN, Maria Teresa Eglér. <strong>Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer?</strong> 14. ed. São Paulo: Moderna, 2003.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 21:40:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>instrutoraarleide</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na foto, uma aula de Educação Física com a brincadeira de pular corda mostra como estratégias pedagógicas inclusivas favorecem a cooperação e a participação de todos os alunos. A atividade, por ser coletiva, valoriza cada função no grupo e, com a mediação da professora, garante que todos possam contribuir, respeitando diferenças e evitando exclusões. Esse tipo de prática desmistifica preconceitos, fortalece o senso de comunidade e promove valores de inclusão. Além disso, está em consonância com a <strong>LDB (1996)</strong>, que assegura o direito à educação, com a <strong>LBI (2015)</strong>, que garante acessibilidade e participação, e com a <strong>Declaração de Salamanca (1994)</strong>, que defende escolas abertas a todos, reforçando a construção de uma educação democrática e acolhedora.</p><p><strong>Fonte:</strong></p><p>BRASIL. <strong>Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.</strong> Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 dez. 1996.</p><p>BRASIL. <strong>Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.</strong> Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, 7 jul. 2015.</p><p>UNESCO. <strong>Declaração de Salamanca e Marco de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais.</strong> Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais: Acesso e Qualidade, Salamanca, Espanha, 7 a 10 de junho de 1994. Paris: UNESCO, 1994.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 16:26:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>instrutoraarleide</author>
         <link>https://padlet.com/tecadmsoares/fyo8jqn9zybx5jd9/wish/3600510680</link>
         <description><![CDATA[<p>As estratégias pedagógicas inclusivas transformam a sala de aula em um espaço de convivência, colaboração e respeito, onde estudantes com e sem deficiência aprendem juntos. Mais do que adaptar conteúdos, elas garantem acessibilidade, participação plena e valorização das habilidades e potencialidades de cada aluno. Essas práticas não apenas promovem aprendizagem mútua, mas também fortalecem valores como empatia, solidariedade e senso de comunidade. Assim, a escola deixa de enxergar a diversidade como desafio e passa a reconhecê-la como riqueza, preparando os estudantes para uma sociedade mais justa e humana.</p><p>Fonte: BRASIL. <strong>Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015</strong>. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 7 jul. 2015.</p><p>BRASIL. <strong>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva</strong>. Brasília: MEC/SEESP, 2008. </p><p>MANTOAN, Maria Teresa Eglér. <strong>Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer?</strong> São Paulo: Moderna, 2003.</p>]]></description>
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